Língua Russa na Unesp de Rio Preto: Por que Aprender a Língua Russa?

On maio 16, 2015, in EduCoop, by Fábio Fernandes Villela

Bom dia querid@s alun@s! Tudo bem?

Por que aprender a língua russa?

No passado um dos requisitos básicos para se destacar no mercado de trabalho era o conhecimento de línguas estrangeiras como o inglês e o espanhol. Porém no atual cenário mundial percebemos que o conhecimento em língua russa é um grande diferencial.

A Rússia é o maior país do mundo com extensão de 17.075.400 Km² (duas vezes o tamanho do Brasil) e o russo é falado por 300 milhões de pessoas, além de ser uma das línguas oficiais da ONU. O conhecimento da língua russa permite apreciar com mais detalhes a rica história deste país e os amantes da literatura poderão ler os romances de Tolstoi e Dostoievski no original.

A língua russa é uma língua universal como disse Mikhail V. Lomonosov (1711-1765):

“Carlos V, imperador da França, aconselhava a falar: com Deus em espanhol, com os amigos em francês, com os inimigos em alemão e com as damas em italiano. Mas se Carlos V conhecesse a língua russa, diria, certamente que em russo se pode falar com todos: com Deus, com os amigos, com os inimigos e com as damas, porque a língua russa tem a majestade do espanhol, a vivacidade do francês, a força do alemão, a leveza do italiano e, além disso, a riqueza, a expressividade e a concisão do latim e do grego”.

Possui uma estrutura gramatical diferente, ou seja, é composta de 6 casos gramaticais e as palavras sofrem declinações dependendo do verbo usado e do sentido a ser dado pela palavra, dando assim uma característica única de beleza e graça à língua.

Resumindo, os motivos para se estudar russo são:

Viagens: 300 milhões de pessoas falam russo e a maioria vive nos 15 países que antes pertenciam a URSS.

Pesquisa: O russo é a segunda língua com maior número de publicações cientificas de química, física, matemática, biologia e geologia.

Internet (RUNET): A língua russa é a segunda com mais páginas na internet.

Comunicação profissional: Astronautas e jogadores de xadrez estudam russo para se comunicar com seus colegas e ler literatura profissional.

Língua universal: O russo é uma das línguas oficiais da ONU.

Cultura: Balé, teatro, cinema, literatura, música e artes plásticas são algumas das joias da imensa herança cultural russa.

Negócios:  A Rússia é um doa maiores produtores de hidrocarbonetos, diamantes, ouro, cobre, manganês, urânio, prata, grafite e platina.

Estudos em outros países: No Ocidente, poucas pessoas falam russo. Por isso, o conhecimento desta língua pode facilitar o ingresso em faculdade de direito, medicina e administração.

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Língua Russa na Unesp de São José do Rio Preto

Nosso contato para aprender a Língua Russa no Ibilce / Unesp / S. J. Rio Preto é o Prof. Gabriel Calister Portari: https://www.facebook.com/caaalister

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Informações retiradas do blog Conexão Brasil Rússia: http://www.cbr.emp.br

Bom dia car@s amig@s do mundo rural! Tudo bem?

Gostaria de convidar a tod@s para o 3º Seminário O Trabalho no Século XXI: Educação, Trabalho e Saúde no Campo e 1º Seminário de Educação do Campo da Unesp de São José do Rio Preto – SP. Website do evento: http://www.fabiofernandesvillela.pro.br/eventos/seminario-trabalhador-2014/home

Os seminários tem por objetivos: promover o debate de trabalhos e pesquisas que tenham como temática: a Educação, o Trabalho e a Saúde no Campo. Fomentar o debate entre a comunidade acadêmica, organismos governamentais e representantes da sociedade civil a respeito das condições de educação, trabalho e saúde no campo. Público alvo: professores, pesquisadores e estudantes que trabalham e/ou estudam problemas relacionados à temática geral do seminário, representantes sindicais, profissionais da área e demais interessados.

Até lá! Prof. Fábio Fernandes Villela.

Bom Dia Queridas Alunas! Tudo bem?

A última postagem de Sociologia da Educação 3 diz respeito ao ranking do Brasil no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos). Segundo reportagem da Uol de 2010, a cidade de Xangai, na China, que participou pela primeira vez, obteve a melhor pontuação em leitura do exame. O Brasil ficou na 53ª posição. O exame, feito pela OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), avaliou em 2009 o conhecimento de cerca de 470 mil estudantes em leitura, ciências e matemática de 65 países. Neste ano, a área que teve ênfase na avaliação foi a de leitura. A pergunta para o comentário é a seguinte: por que, apesar de todo o esforço das políticas públicas, PCNs, RCMEIs, ENEM, SAEB, investimentos, etc., o Brasil está na 53ª posição no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos)?

Saudações, Prof. FFV.

OBS. Para ajudar na reflexão vcs podem acessar os seguintes links:

Campanha “Fechar Escola é Crime”: http://www.cecmundorural.com.br/?p=235

Documentários: “Destino: Educação”

Sinopse do documentário: “Destino: Educação”

Vamos começar com uma pergunta: como fazer para a educação de qualidade chegar a todas as crianças? Para responder, nada melhor do que quem vive o dia-a-dia da educação nos países que são exemplo em educação. Vamos entrar na sala de aula, nos aproximar dos alunos, falar com os professores, ir até a casa dos estudantes para mostrar sua rotina de estudos e conversar com seus pais. Tudo para entender como em cenários tão distintos quanto a Finlândia, a Coréia, o Chile, Xangai, o Canadá e o Brasil a educação chega até quem mais interessa. O aluno. Todo aluno.
Qual a preocupação dos governos com o ensino? O que eles têm feito? E como isso se percebe na realidade e no aprendizado destes alunos? Como valorizar e capacitar o elemento-chave nesse processo, o professor? Como lidar com os sindicatos e a qualidade da educação? Quem são as pessoas que estão por trás dos bons resultados do PISA? A família tem realmente papel decisivo na educação? Por quê? Vale tudo para melhorar a aprendizagem? Qual o limite?

A série “Destino: Educação”:

http://www.futura.org.br/blog/2011/09/28/nova-serie-investiga-desempenho-dos-paises-lideres-em-educacao/

Vídeos:

Geral:
http://www.youtube.com/watch?v=AZu9QFufWaw&feature=related

Brasil:
http://www.youtube.com/watch?v=qhD1V1gqwP8

Bom Dia Car@s Alun@s! Tudo bem?

Gostaria de convidar a tod@s para a Semana de Recepção dos Calouros do Ibilce / Unesp – Rio Preto 2012. Cabe destacar na programação a Aula Aberta sobre “O Vôo de Minerva” (10:00H no Laboratório de Ensino da Pedagogia) e a palestra “Universidade, Educação e Sociedade” (14:30H no Auditório A) com o Prof. Antonio Carlos Mazzeo da Unesp de Marília, dia 23-02, durante as atividades da Semana 2012.

O Prof. Antonio Carlos Mazzeo é livre-docente em Teoria Política pela Faculdade de Filosofia e Ciência da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Marília, onde leciona. Mestre em Sociologia e doutor em História Econômica pela Universidade de São Paulo (USP), fez pós-doutorado em Filosofia Política pela Università di Roma e atualmente preside o Instituto Caio Prado Jr. Publicou, entre outros, os livros Estado e burguesia no Brasil – origens da autocracia burguesa (Cortez, 1997), Sinfonia inacabada – a política dos comunistas no Brasil (Boitempo, 1999), organizou Corações vermelhos – os comunistas brasileiros no século XX (Cortez, 2003) e O vôo de Minerva (Boitempo, 2009).

A Coruja de Minerva 

Alguns podem estar se perguntando: por que a coruja é o símbolo da sabedoria e está sempre atrelada a filosofia? Se pensarmos um pouco na cultura grega, ou mais precisamente na sua mitologia, veremos que a coruja sempre acompanha a deusa Athena. Athena (Αθηνά), Palas Athená ou ainda Minerva para os romanos, é a deusa da sabedoria e da justiça, filha do poderoso Zeus e Métis, deusa da prudência e a primeira esposa de Zeus. As aves são os seres mais próximos dos céus, logo, mais próximos dos deuses. Também é comum ver a soberana águia acompanhando sempre o portentoso Zeus, o mais poderoso dos deuses gregos.

A coruja demonstra uma alerta constante, é símbolo da vigilância, está sempre apta para sobreviver na noite e sempre atenta aos perigos da escuridão. Nas moedas mais antigas da Grécia é muito comum encontrarmos a figura desse animal tão prudente, talvez mostrando com isso que a cultura grega antiga estava sempre vigilante e a frente dos outros povos. Em grego coruja é gláuks “brilhante, cintilante”. Um dos epítetos da deusa Athena é “a de olhos gláucos”, ou seja, a que enxerga além do que todos vêem.

O filósofo alemão Friedrich Hegel em sua obra Filosofia do Direito ilustra muito bem a harmoniosa relação entre a coruja e a filosofia. Escreve ele: “A coruja de Minerva alça seu vôo somente com o início do crepúsculo”. O papel da filosofia é justamente elucidar o que não é claro ao senso comum, é alertar acerca da vida. O crepúsculo é o limiar do dia pra coruja, enquanto cessamos nossas obras e nos recolhemos em nossos lares, a coruja “alça seu vôo” a trabalho. É a noite que a fascina, por isso seu nome em latim: Noctua, “ave da noite”. Não é a beleza o seu destaque, mas é a capacidade de ver o que aves diurnas não conseguem ver. Seu pescoço gira 360º, dando-lhe uma visão completa capacitando-a a ver o todo. É também uma ave de rapina, rápida na escolha, e que por vê a presa e não ser vista, sempre tem sucesso na caça, apanhando os despreparados e desprovidos que se arriscam na noite escura.

São essas as características que um filósofo deve possuir. Enxergar o que outras pessoas não conseguem ver, ter uma visão do todo, ou seja, uma visão que abarque todos os ângulos da realidade. Deve ser capaz de articular os pensamentos contra seus adversários. É preciso raptar as bases dos argumentos dos oponentes. Também, deve-se raptar aqueles que estão se enveredando por caminhos de erros e por enxergarmos na noite quando outros não vêem, podemos ajuda-los e conduzi-los (pelo argumento) a desfechos virtuosos.

Sócrates é um fiel representante dessa relação coruja-filosofia, acusado de “raptar” jovens atenienses – pois enxergava a frente de seu tempo – foi condenado a morte. Diferente de Platão, também não era sua beleza que o projetava, mas sim sua inigualável sabedoria. Sócrates era mestre na argumentação, conduzia as pessoas a “darem a luz suas ideias”, ensinava nas praças e ruas, era um homem livre para expor seus argumentos que por muitas vezes ironizava o oponente. Era de fato uma figura “corujesca”, feia como uma coruja á luz do dia, mas sagaz como na noite. Que logo se levante homens de sabedoria alçando vôo na necessidade, que logo a Coruja de Minerva com seus olhos glaucos enxergue nesses dias de trevas soluções para uma vida voltada ao bem. Essa é uma das diversas correlações entre a coruja e a filosofia. (Texto de Marcos R. Damasio).

Presença obrigatória para tod@s! Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

IV Seminário Científico Internacional de Teoria Política do Socialismo:

Antonio Gramsci: As Periferias e os Subalternos

Data: de 15 a 18 de agosto de 2011.

Local: Universidade Estadual Paulista – Faculdade de Filosofia e Ciências/. Marília.

Ementa

Gramsci é um autor que pensa a partir do ponto de vista das periferias e dos subalternos. Sardo de origem, Gramsci pensa a questão meridional como problema da periferia do capitalismo italiano e da massa camponesa subalterna. Desde logo pensa a revolução russa com revolução da periferia e o próprio movimento de fábrica de Turim como movimento periférico do americanismo fordismo. O Risorgimento é uma manifestação reflexa e periférica da revolução francesa. O fascismo é duplamente periférico: da revolução russa contra a qual reage e do fordismo, o qual procura assimilar. A própria revolução russa tende a se desenvolver como periferia, depois de ter sido centro momentaneamente. Norte e Ocidente é o centro (conforme longa tradição), enquanto Sul e Oriente é periferia subalterna. As classes subalternas é uma periferia da classe dirigente. Em suma, na reflexão de Gramsci há uma dialética entre centro e periferia, uma análise do desenvolvimento desigual e combinado do capitalismo, na qual a periferia se faz centro sempre que expressa uma inovação revolucionária.

Justificativa

O ano de 2011 registra o 120º ano do nascimento de Antonio Gramsci é uma tradição já consolidada internacionalmente de serem realizados encontros científicos de variada ordem para colocar em pauta a obra desse importante intelectual italiano. A própria Faculdade de Filosofia e Ciências da Universidade Estadual Paulista tem consolidada uma trajetória de discussões por meio de seminários internacionais de alto gabarito sobre a obra de Gramsci. Nos últimos dez anos, realizamos — sempre por iniciativa do Instituto Astrojildo Pereira, do Grupo de Pesquisa Cultura e Política do Mundo do Trabalho e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNESP – nada menos do que cinco eventos internacionais de porte, com a presença de estudiosos e especialistas reconhecidos amplamente. O último desses eventos foi realizado em 2007, por ocasião dos 70 anos da morte de Gramsci.

No entanto, o mesmo Grupo de Pesquisa — que agrega professores universitários e acadêmicos de Pós-Graduação – organiza eventos com o título de Teoria Política do Socialismo, de óbvio caráter mais amplo e flexível. Nessa série, decidimos — neste ano de 2011 — incluir a obra de Gramsci pelos motivos já aludidos, mas lembrando o estupendo sucesso acadêmico, intelectual e de participação que foi o III Seminário Internacional de Teoria Política do Socialismo, realizado em 2009, e que abordou a obra de Georg. Lukacs. O livro com os resultados daquele encontro deverá ser lançado por aocasião do IV Seminário dessa série.

Neste IV Seminário Internacional, que estará debruçado sobre determinado aspecto da obra de Gramsci estarão presentes acadêmicos da Itália, da Inglaterra, dos EUA, da Argentina, México, Cuba, além dos brasileiros.

Objetivos Gerais

1 – O IV Seminário Internacional de Teoria Política do Socialismo: Antonio Gramsci: periferias e subalternos visa aprofundar a discussão que vem sendo travada no seio do GP Cultura e Política do Mundo do Trabalho e agregar o conhecimento oferecido por intelectuais convidados de notório renome e produção dentro do tema em debate, oferecendo um retorno importante para outras instituições acadêmicas e culturais do país.

2 – O Seminário visa também oferecer elementos de discussão e subsídios teóricos e metodológicos aos estudantes do GP e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, na elaboração de suas pesquisas científicas.

3 – O Seminário busca despertar interesse e oferecer novas possibilidades de pesquisa aos estudantes de Graduação, principalmente dos cursos de Ciências Sociais, Relações Internacionais, Filosofia e Pedagogia da FFC, mas também de outras unidades da UNESP.

4 – O Seminário deverá culminar com a publicação de um livro com os resultados atingidos nas discussões propostas.

Objetivo específico

Discutir e difundir a obra teórico-política de Antonio Gramsci, em particular no que concerne a sua capacidade crítica de pensar desde o ponto de vista das periferias, o que realça a sua radicalidade crítica. Assim poderemos analisar as condições existentes de pensar com Gramsci e interagir com os fenômenos do mundo contemporâneo, presentes no cenário mundial, latino-americano e em particular no Brasil.

Programa

Dia 15 de agosto

Das 14 às 18 h: inscrição e registro dos inscritos

Das 18 ás 19 h: apresentação de livros e revistas

Das 19h30min às 23 h: Mesa redonda I: Ideologias subalternas

Marcos Del Roio (Brasil) / Edmundo Fernandes Dias (Brasil) / Massimo Modonesi (México)

Dia 16 de agosto

Das 09 h às 12 h.: Mesa redonda II: Espaços subalternos

Dermerval Saviani (Brasil) / Giovanni Semeraro (Brasil) / Derek Boothman (Itália)

Fábio Frosini (Itália)

Das 14 às 18 h.: Sessão de Comunicações

Das 19h30min às 23 h: Mesa redonda III: Cesarismo periférico

Lincoln Secco (Brasil) / Carlos Nelson Coutinho (Brasil) / Fortunato Cacciatore (Itália)

Dia 17 de agosto

Das 09 às 12 h.: Mesa redonda IV: Cultura e lingüística

Anita Helena Schlesener (Brasil) / Lea Durante (Italia)

Das 14 às 18 h.: Sessão de Comunicações

Das 19h30min às 23 h.: Mesa redonda V: Imperialismo e hegemonia

Virginia Fontes (Brasil) / Jorge Luis Acanda (Cuba) / Andréa Catone (Itália)

Dia 18 de agosto

Das 09 às 12 h.: Mesa redonda VI: Revolução passiva e periferia

Álvaro Bianchi (Brasil) / Rita Médici (Itália) / Adam Morton (Inglaterra)

Das 14 às 18 h.: Sessão de comunicações

Das 19h30min às 23 h.: Mesa redonda; VII: Grupos sociais subalternos

Rosemary Dore (Brasil) / Isabel Monal (Cuba) / Guido Liguori (Itália)

SESSÕES DE COMUNICAÇÃO

Temas:

1 – O pensamento político de Gramsci

2 – Gramsci e a educação

3 – Gramsci e as periferias, Gramsci nas periferias.

4 – Teoria política marxista de Marx a hoje

5 – Movimentos sociais nas periferias

6 – Organização, cultura e política do mundo trabalho

7 – Crítica cultural

Promoção

Departamento de Ciências Políticas e Econômicas

Grupo de Pesquisa Cultura e Política do Mundo do Trabalho

Instituto Astrojildo Pereira

International Gramsci Society

Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais

Comissão Organizadora

Anderson Deo / Angélica Lovatto / Antonio Carlos Mazzeo / Jair Pinheiro / Jordana Souza Santos / Marcelo Lira Silva / Marcos Tadeu Del Roio / Maria Orlanda Pinassi / Paulo Ribeiro da Cunha / Sara Curcio

Comissão Cientifica

Antonio Carlos Mazzeo (Unesp-Marília) / Carlos Nelson Coutinho (UFRJ) / Célia Tolentino (Unesp-Marilia) / Domenico Losurdo (Uniurbino) / Giovanni Semeraro (UFF) / Guido Liguori (IGS- Itália) / Jair Pinheiro (Unesp-Marília) / Lincoln Secco (USP) / Lucio Flavio de Almeida (PUC-SP) / Marcos Del Roio (Unesp-Marília) / Maria Orlanda Pinassi (Unesp-Araraquara) / Paulo Ribeiro da Cunha (Unesp-Marília)

Maiores informações: http://www.marilia.unesp.br/index.php?CodigoMenu=7442&CodigoOpcao=7442

Mona Lisa guarda em pupila a chave de sua identidade, segundo nova teoria

On dezembro 14, 2010, in SocioEdu1, by Fábio Fernandes Villela

Mona Lisa guarda em pupila a chave de sua identidade, segundo nova teoria

Seg, 13 Dez, 12h09 Londres, 13 dez (EFE).

Por Mona Lisa, Leonardo da Vinci é exumado
Duas obras de Leonardo da Vinci: auto retrato e Mona Lisa

Mona Lisa de Leonardo da Vinci guarda em sua pupila esquerda a clave da identidade da modelo em que o pintor se inspirou, segundo o investigador italiano Silvano Vinceti, cujas teorias são divulgas nesta segunda-feira pelo jornal “The Guardian”. De acordo com Vinceti, que é presidente da comissão nacional de patrimônio cultural em seu país, o gênio renascentista, amante dos códigos, pintou uma série de letras pequenas nas duas pupilas de Mona Lisa. “Invisíveis ao olho humano e pintadas em preto sobre verde e marrom, estão as letras LV em sua pupila direita, obviamente as iniciais de Leonardo, mas o mais interessante está em sua pupila esquerda”, afirma o investigador, em declarações recolhidas pelo jornal. Vinceti mantém que no olho aparecem as letras “B” e “S”, além de, possivelmente, as iniciais “CE”, o que considera de vital importância para averiguar a identidade da modelo.

Esta foi identificada frequentemente como Lisa Gherardini, a esposa de um mercador florentino, mas o investigador italiano não está de acordo, já que mantém que a Mona Lisa foi pintada em Milão. “Atrás do quadro aparecem os números 149, com um quarto número médio apagado, o que sugere que Da Vinci o pintou quando estava em Milão na década de 1490, usando como modelo uma mulher da corte de Ludovico Sforza, o duque de Milão”, declara ao jornal. “Leonardo gostava de utilizar símbolos e códigos para transmitir mensagens, e queria que descobríssemos a identidade da modelo através de seus olhos”, prossegue o italiano, que deve detalhar suas conclusões no próximo mês. O mistério da Mona Lisa já foi objeto de teorias também na ficção, como no caso do romance “O Código Da Vinci”, na qual o autor, Dan Brown, sugere que o nome é um anagrama para Amon l’Isa, em referência a antigas divindades egípcias. EFE.

Texto retirado de: http://br.noticias.yahoo.com/s/13122010/40/entretenimento-mona-lisa-guarda-pupila-chave.html

Seminário Internacional Gramsci e os Movimentos Populares

On agosto 16, 2010, in Miscelan, by Fábio Fernandes Villela

Seminário Internacional Gramsci e os Movimentos Populares

13 a 16 de setembro de 2010 – RJ

http://www.nufipeuff.org/

Programação

 Auditório Florestan Fernandes – Campus do Gragoatá, bloco D

Dia 13/9

·  18h – Solenidade de abertura

·  18h30 – Conferência de abertura: Prof. Dr. Atilio Boron (Argentina) e Prof. Dr. Carlos Nelson Coutinho (UFRJ). Coordenador: Prof. Dr. Giovanni Semeraro (Nufipe/UFF)

Dia 14/9

 ·  8h às 10h – Comunicações orais (apresentação de trabalhos inscritos)

·  10h30 às 12h30 – Mesa-redonda: Prof. Dr. Marcos Del Roio (Unesp), Profª Drª Rosemary Dore (UFMG), Profª Drª Rita Medici (Itália), Prof. Dr. Luiz Augusto Passos (GPMSE/UFMT). Coordenador: Prof. Sérgio Turcatto (Nufipe/UFF)

·  15h às 17h – Comunicações orais (apresentação dos trabalhos inscritos)

·  18h às 20h30 – Mesa-redonda: Prof. Dr. Fabio Frosini (Itália), Prof. Dr. Luis Tapia (Bolívia), Prof. Dr. Carlos Walter Porto-Gonçalves (UFF). Coordenador: Prof. Vitor Fraga (Nufipe/UFF)

·  20h30 – Atividade cultural

Dia 15/9

 ·  8h às 10h – Comunicações orais (apresentação de trabalhos inscritos)

·  10h30 às 12h30 – Mesa-redonda: Prof. Dr. Marcos Marques (Nufipe/UFF), Profª Drª Artemis Torres (GPMSE/UFMT), Profª Drª Roberta Lobo (UFRRJ), Profª Drª Valéria Correia (UFAL). Coordenador: Prof. Rodrigo Lima (Nufipe/UFF)

·  15h às 17h – Comunicações orais (apresentação dos trabalhos inscritos)

·  18h às 20h30 – Mesa-redonda: Prof. Dr. Joseph Buttigieg (EUA), Prof. Dr. Gabriel Vitullo (UFRN), Prof. Dr. Alvaro Bianchi (Unicamp), Prof. Dr. Luiz Alberto Gómez de Sousa (UCAM). Coordenador: Prof. Néliton Azevedo (Nufipe/UFF)

·  20h30 – Atividade cultural

Dia 16/9

 ·  8h às 10h – Comunicações orais (apresentação de trabalhos inscritos)

·  10h30 às 12h30 – Mesa-redonda: Prof. Dr. Antonio Brand (UCDB), Profª Drª Adonia Prado (UFF), Prof. Dr. Percival Tavares (Nufipe/UFF), Profª Drª Lia Tiriba (UFF). Coordenador: Prof. Diego Chabalgoity (Nufipe/UFF)

·  15h às 17h – Comunicações orais (apresentação dos trabalhos inscritos)

·  18h às 20h30 – Conferência de encerramento: Prof. Dr. Guido Liguori (Itália), Prof. Dr. Alvaro Oviedo (Colômbia), Prof. Dr. Giovanni Semeraro (Nufipe/UFF). Coordenador: Prof. Drª Martha D´Ângelo (Nufipe/UFF)

·  18h às 20h30 – Atividade Cultural

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Semana de Teoria Política do Socialismo – Unesp – Marília – SP

On agosto 9, 2010, in Miscelan, by Fábio Fernandes Villela

Bom Dia Caros Alunos!

Entre os dias 17 a 20 de agosto estará acontecendo em Marília-SP a semana de “Teoria Política do Socialismo”.  Maiores informações no site:

http://www.marilia.unesp.br/index.php?CodigoMenu=6088&CodigoOpcao=6088&Opcao=4540

Abraços, Prof. FFV.

Palestra: A Recepção de Gramsci na Educação Brasileira – FE-Unicamp

On agosto 5, 2010, in Miscelan, by Fábio Fernandes Villela

Palestra com Prof. Dermeval Saviani

“A recepção de Gramsci na educação brasileira e a importância da ortodoxia metodológica”.

Data: 19/08/2010 – 19hs

Local: Salão Nobre

FE-Unicamp

Contatos pelo e-mail: lima2782@terra.com.br

Bem-vindo a área da Oficina de Leituras de Gramsci

On julho 16, 2010, in OLG, by Fábio Fernandes Villela

A oficina de leituras de Gramsci tem como objetivo conhecer e divulgar a obra de um dos pensadores mais criativos do século XX. Sua obra filosófica e política, ao invés de fazer a simples exegese do marxismo, procura escoimá-lo dos conteúdos doutrinários que a práxis e a inércia lhe haviam enxertado, tornando o marxismo um dogma imiscível e inalterável. Gramsci transforma-o em pensamento vivo, em ciência da sociedade e em instrumento para a sua transformação. Gramsci é autor de importantes obras que ficaram conhecidas entre nós com os seguintes títulos: Cadernos do Cárcere, Cartas do Cárcere, Maquiavel, a Política e o Estado Moderno, Concepção Dialética da História, Os Intelectuais e a Organização da Cultura, Literatura e Vida Nacional. Os objetivos específicos do curso são:

1. Desenvolver um conjunto de conhecimentos que possibilitam a criação de propostas pedagógicas que tenham os conceitos-chave do pensamento teórico de Gramsci como eixo que permeia e integra as diversas áreas do currículo escolar;
2. Propor maneiras de aperfeiçoar a qualidade educativa do ensino e aprendizagem na escola;
3. Compreender a obra de Antonio Gramsci, seu “método” de ensino-aprendizagem, especialmente no campo da pedagogia;
4. Capacitar os alunos para trabalhar com os conceitos-chave de Gramsci como suporte teórico-prático.

Período de inscrição: Na UNESP, SJRP, no período de 01/03/2010 à 30/03/20010, de 2º à 6º feira, das 09h00min – 11h30min e das 14h00min – 16h30min. Seleção 31/03/2010

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