Problematização 2: Pedagogia, Letras e Biologia

On maio 18, 2020, in SocioEdu1, by Fábio Fernandes Villela

Boa tarde queridos alunos! Tudo bem com vcs?

Esta é a segundo área para “problematização”, isto é, a discussão juntamente com os alunos sobre os problemas enfrentados sobre determinado tema, objeto de estudo da unidade planejada pelo professor. Nesta semana iremos começar as vídeos-aulas no Canal Youtube do Professor Fábio Fernandes Villela. Trata-se de uma aula-piloto, peço desculpas pelos erros desde já e conto com as sugestões de vocês. Por favor, entrar no link: (Link: https://www.youtube.com/user/fabiovillela100/ ). Também iremos utilizar o GOOGLE MEET para tirar dúvidas. Iremos nos reunir em uma sala virtual para tirar dúvidas (quem quiser / puder, devido ao acesso a Internet), no horário programado do semestre. Por favor, escrevam nesta postagem as dúvidas sobre os textos, postagens, etc., para organizarmos as intervenções no Google Meet e eu me preparar para responder. Muito obrigado!

Relembrando a Pedagogia Histórico-Critica, segundo Mashiba e Serconek (2012), ao sistematizar o método da Pedagogia Histórico‐Crítica, Saviani (2008a) o divide em cinco momentos, sendo eles: prática social, problematização, instrumentalização, catarse e prática social final. A Prática social é o ponto de partida, o primeiro momento, comum tanto ao professor quanto aos educandos, iniciando com um movimento dialético que vai da síncrese (visão caótica, fragmentada do todo) à síntese (conhecimento mais elaborado, científico) pela mediação da teoria. O segundo momento é o da problematização, isto é, da discussão juntamente com os alunos sobre os problemas enfrentados na sociedade sobre determinado tema, objeto de estudo da unidade planejada pelo professor. Na instrumentalização, o conhecimento científico deve ser elaborado conjuntamente entre professor e aluno, entretanto, vale ressaltar que o aluno parte de uma visão sincrética, não idêntica a do professor que já possui uma visão de síntese, e, portanto, media o conhecimento. A catarse, por sua vez, revela‐se na síntese final elaborada pelo aluno, que, partindo de sua realidade (conhecimento sincrético), por meio da mediação do professor, tem um salto qualitativo na aprendizagem, chegando a uma visão mais elaborada, de síntese. A catarse revela‐se na elaboração e expressão final da síntese em que o aluno foi capaz de chegar. Em sua nova prática social, o aluno alterou qualitativamente seu conhecimento pela mediação, em movimento dialético contínuo “[...] a prática social referida no ponto de partida (primeiro passo) e no ponto de chegada (quinto passo) é e não é a mesma (SAVIANI, 2005, p. 72)”, o ponto de chegada volta a ser o ponto de partida constantemente.

Bom trabalho a tod@s! Prof. Fábio Villela.

Leitura complementar:

O processo histórico da pedagogia histórico-crítica: gênese, desenvolvimento e organização didático-metodológica. (Mashiba e Serconek, 2012). Link: http://www.histedbr.fe.unicamp.br/acer_histedbr/seminario/seminario9/PDFs/7.32.pdf

Problematização: Pedagogia, Letras e Biologia

On abril 29, 2020, in SocioEdu1, by Fábio Fernandes Villela

(Archigrams: Prints of Modern Architecture Icons that Inspire)

Queridos alun@s, bom dia!

Esta é a área para a postagem da Produção de Texto sobre o Estado da Arte (SEA). O aluno deverá postar individualmente uma pesquisa livre (internet, livros, textos, google drive da disciplina, etc.) sobre o Estado da Arte da produção científica sobre o “ENSINO” de Sociologia, História ou Filosofia (temática livre para o aluno escolher), onde será avaliada a capacidade de pesquisa, leitura, interpretação, articulação dos textos da disciplina. A pesquisa é livre, não tem texto específico no Google Drive da disciplina. Estado da Arte é o nível de desenvolvimento em que se encontra, em um momento determinado, uma disciplina, técnica, ciência, etc. OBS: É para PESQUISAR e escrever somente 2 parágrafos. O aluno pode consultar os seminários já realizados anteriormente no Google Drive da disciplina: “SEMINÁRIOS” para ter uma base para a escolha da temática.

É comum encontrar a expressão “Estado da Arte” em teses acadêmicas, seja como parte da introdução ou no capítulo seguinte, que se destina a documentar o que está a ser feito atualmente no campo em estudo. Esse é um capítulo fundamental para explicar os acréscimos da tese ao estado de conhecimento atual. Conforme Ferreira (2002) as pesquisas conhecidas pela denominação “estado da arte” ou “estado do conhecimento” parecem trazer em comum o desafio de mapear e de discutir certa produção acadêmica em diferentes campos do conhecimento, tentando responder que aspectos e dimensões vêm sendo destacados e privilegiados em diferentes épocas e lugares, de que formas e em que condições têm sido produzidas certas dissertações de mestrado, teses de doutorado, publicações em periódicos e comunicações em anais de congressos e de seminários.

Bom trabalho a tod@s!

Leitura Complementar

FERREIRA, Norma Sandra de Almeida. As pesquisas denominadas “estado da arte”. Educação & Sociedade, São Paulo, ano 23, n. 79, p.257-272, ago. 2002.

Link: http://www.scielo.br/pdf/es/v23n79/10857.pdf

ROMANOWSKI, Joana P.; ENS, Romilda T. As pesquisas denominadas do tipo “estado da arte” em educação. Revista Diálogo Educacional, vol. 6, núm. 19, setembro-dezembro, 2006, pp. 37-50, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Paraná, Brasil.

Link: http://www.ufpb.br/evento/index.php/18redor/18redor/paper/viewFile/2192/648

RIBEIRO, D. L. G. DA; CASTRO, R. C. A. DE M. Estado da arte, o que é isso afinal? Anais do III Conedu – Congresso Nacional de Educação, p. 1–10, 2003.

Link: http://www.editorarealize.com.br/revistas/conedu/trabalhos/TRABALHO_EV056_MD1_SA4_ID9733_15082016120453.pdf