Módulo 2 – Sociologia da Educação 2 – O Barão de Münchhausen

On março 19, 2011, in SocioEdu2, by Fábio Fernandes Villela

O Barão fictício criado pelo escritor alemão Rudolf Erich Raspe (1736-1794).

A partir das leituras do Módulo 2 de Sociologia da Educação 2 (Paixão; Zago) e (Löwy) , aponte as principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen”. 

Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

191 Comentários “Módulo 2 – Sociologia da Educação 2 – O Barão de Münchhausen”

  1. Joyce Longo disse:

    O documentário “Olhar Estrangeiro” mostra a visão que o cinema mundial tem do Brasil, o filme desvenda os mecanismos que produzem os clichês no nosso país. Durante o filme, entrevistas são feitas com os realizadores de filmes que em suas produções tem o Brasil, seu povo e sua cultura como tema. Nessas produções, os diretores são questionados sobre como construíram imagens sobre o Brasil. Surpreendentemente, alguns deles nunca tinham vindo ao país ou apenas passaram por aqui brevemente. Ou seja, desconheciam a realidade sobre a qual discursavam em seus filmes. Ao longo do filme, pessoas de diversos países, são entrevistadas, e essas repetem os clichês que se propagam nesses filmes, demonstrando o poder que essas imagens têm em construir estereótipos pelo mundo.

  2. Paula Rocha disse:

    PAIXÃO, Lea Pinheiro; ZAGO, Nadir
    O texto fala da questão da sociologia da educação pela óptica de vários autores. Faz uma importante critica as divisões feitas dentro do campo da sociologia e da influência que exercem os pensadores estrangeiros nas teorias sociológicas brasileiras. Trata da dualidade entre sociologia e educação, acentuando a estreita relação entre os dois campos, contudo, ressalta a problemática de se inferir um conceito de sociologia restrito à escola sem considerar todos os aspectos sociais envolvidos.

    LÖWY, Michel
    O texto fala sobre o positivismo e seus representantes, criticando essa corrente filosófica, por ser uma concepção que não leva em conta os fatores históricos da humanidade.Encontra no maxismo, devido a sua corrente históricista, o ideal mais próximopà solução dos problemas sociais. A alusão ao personagem do barão de Münchhausen se dá por comparação das ideologias positivistas como salvadoras, sendo, entretanto, utópicas, assim como, o herói que vivia muitas aventuras fictícias.

  3. Bruna Tairine disse:

    No filme “Olhar estrangeiro” mostra a visão que o cinema mundial tem sobre o Brasil, expondo entrevistas e opiniões da população e de produtores de filmes, diretores e roteiristas sobre a impressão que tem e o que conhecem sobre o povo brasileiro. Sendo assim, a população acaba demonstrando clichês sobre o Brasil, como o samba, sexo e alegrias, reforçando a visão dos cineastas. Com isso, essas representações que temos sobre os países que não conhecemos são muitas vezes estereotipadas e desfiguram a realidade, ou seja, eles não conheciam a realidade sobre o país que estavam discursando, construindo subjetividades através do seu “olhar estrangeiro”.

    O texto de Michel LÖWY trata do positivismo e de seus precursores, como Condorcet, S. Simon, Comte e Durkheim, expondo as relações que fazem entre a busca do conhecimento e a defesa em favor dos seus interesses pessoais. Com isso, o autor vai compará-los com a história do Barão de Münchhausen, que usa das suas estratégias para sair da “emboscada” em que se encontrava, assim como os positivistas também ao longo da história vão usando as suas estratégias para sair dos impasses teóricos que se deparavam conforme iam expondo os seus pensamentos, em volta da corrente teórica que os predominavam. O autor também vai analisar as características do pensamento de Karl Popper e Max Weber, além de expor os confrontos entre as posições que os positivistas assumem em torno dos fenômenos ideológicos.

  4. Michelle disse:

    O filme “Olhar estrangeiro”, refere-se justamente a visão que o mundo tem sobre o Brasil. Onde basicamente tudo acaba em samba, praia e futebol. As produçôes referentes ao Brasil procurando de forma equivocada retratar os costumes e a vida de todo um povo nos colocam perante visão mundial como sendo uma população que simplesmente ” vive uma vida boa” aqui ninguém trabalha. Retraram um país sobre a perspectiva de nunca ao memos ter conhecido determindo objeto de estudo é um erro pitoresco e grotesco.

  5. Cláudia disse:

    “Olhar Estrangeiro” é um filme que mostra como o Brasil é visto no exterior. O documentário se desenvolve por meio de depoimentos e recortes dos filmes que retratam e conseguem criar o clichê do “paraíso sexual”, representações fortemente estereotipadas que deturpam nossa realidade. Sexo e selva são comuns entre eles: mulheres andam nuas ou de topless pelas praias, animais convivem com as pessoas na cidade, onde ninguém trabalha e só se diverte.

  6. Michelle disse:

    O texto de LÖWY, traz o positivismo visto sob diversas maneiras em relação aos seu difusores como Condorcet, S. Simon, Comte, Durkheim, Pupper. Durante todo o texto percebe-se a tentativa dos seus divulgadores em expor seus pensamentos a cerca da neutralidade em relação aos diversos assuntos relacionados as ciências, a vida em sociedade. O axioma da neutralidade esteve presente em todas as tentativas da divulgação dos “novos conceitos” da sociologia. Ao longo do texto fica claro que os pensadores mesmo que de forma retraida leva em conta as práticas sociais envolvidas na sociedado no qual estão inseridos, deixando claro que se torna praticamente impossível expor sua opnião e manter-se ao mesmo tempo longe dos seus valores pessoais contruidos ao longo de um história de vida. Fazendo uma comparação com o exemplo citado no texto do Barão de Münchhausen, que é “capaz de retirar a si mesmo do pântano apoiando-se sobre seu próprio sistema capilar”, ou seja, os pensadores agiram dessa forma pois, analisando todo o processo no qual estavam inseridos perceberam qual a grande dificuldade em manter-se interiramente neutro diante de situações propostas e diante da sociedade em que viviam.

  7. Silvana Teles disse:

    O texto de Michael Lowy trata das concepções positivistas no domínio das ciências sociais e sobre seus pensadores, como Condorcet, Saint-Simon, Comte e Durkheim. Uma das características do positivismo que o autor aponta é a negação do condicionamento histórico social do conhecimento e também a identidade rígida entre sociedade e natureza, ou seja a sociedade é regida por leis naturais, leis invariáveis. O autor compara todo o raciocínio positivista com o Barão de Munchhausen, que ao se deparar com situações difíceis, usa estratégias para sair delas, os positivistas são assim, segundo Lowy, utilizam idéias e táticas para escaparem à critica.

  8. Monise Matucci disse:

    De acordo com o texto de Michel Löwy, o positivismo fundado entre os séculos XVIII e XIX por Augusto Comte tem por princípios que as leis naturais regem a sociedade, e desta forma, considera que as ciências sociais possuem os mesmos valores que as ciências naturais, pois para ele, a sociedade e a natureza possuem as mesmas identidades. Assim, Comte procurava através do positivismo eliminar as concepções do Iluminismo e do socialismo utópico. Entretanto, a partir do século XIX com a ascensão da burguesia, o positivismo muda sua faceta para se identificar com a ordem social estabelecida.
    Durkheim, em seus estudos derivados de Comte, afirma que as leis naturais da sociedade são impossíveis de serem transformadas, pois ele procura legitimar a ordem burguesa. Nesta concepção, Durkheim defende através da teoria positivista que os pensamentos sociológicos deveriam ignorar os preconceitos e conflitos ideológicos, e sendo assim, não teria nenhuma contradição entre seu método conservador e a ciência imparcial. Diante desta ideia, procurava se liberar de fundamentos sociais, éticos e políticos de seu próprio método, sendo comparado pelo autor a história do Barão de Münchhausen, o qual ao se ver afundado num pântano junto de seu cavalo, decide puxar a si mesmo pelos cabelos, conseguindo sair de tal situação.
    Em contraposição, Max Weber considerava as visões de mundo e os pressupostos sociais como essenciais para as atividades sociológicas. Weber se encontrava, de acordo com suas teorias, entre um dos discípulos de Durkheim, diferenciando-se pelo conhecimento da importância do pensamento sociológico, e assim, critica o positivismo enquanto filosofia Iluminista e voltado à economia política.

    O filme “Olhar estrangeiro” apresenta um documentário sobre os conceitos que o restante do mundo possui do Brasil. Podemos observar no filme pessoas de outros países e culturas expondo o que pensam do nosso país, alegando em sua maioria que somos um povo festivo, pois consideram o Carnaval uma das mais prestigiadas festa do mundo; também nos consideram abertos e receptivos para com eles. No entanto, alguns estrangeiros nos concebem como acomodados com o nosso modo de vida, sendo esta a causa de não progredirmos economicamente. Para outros, as mulheres daqui são vistas como um objeto sexual, pois acreditam que ficam nuas nas praias. Dessa forma, podemos dizer que a mídia nos outros países possui uma forma de apresentar nossa cultura e costumes que levam os estrangeiros a terem imagens às vezes verdadeiras e outras erradas, dependendo da forma como são abordadas. Contudo, não podemos generalizar as opiniões, pois muitos estrangeiros enxergam o Brasil cheio de oportunidades de crescimento social e econômico, enquanto certos brasileiros não possuem as mesmas perspectivas, notando apenas as dificuldades que aqui existem.

  9. Bárbara Ceron disse:

    O documentário Olhar Estrangeiro revela as opiniões e impressões que as pessoas de diversos países têm sobre o Brasil. Durante o documentário, são realizadas diversas entrevistas com cineastas e produtores que tem nosso país como cenário de seus filmes. Por esse caminho é desvendado os clichês e fantasias que rodeiam os filmes que falam, expõem o Brasil. A visão estrangeira expressa o Brasil como o país do carnaval, do sexo e mulheres bonitas, futebol, praia e muita festa. A grande surpresa fica ao descobrirmos que muitas das pessoas entrevistadas no documentário nunca estiveram no Brasil ou se quer viram imagens reais de nosso país, não conhecem nossa cultura e nossos hábitos, assim, pode-se concluir como este tipo de mídia, os filmes, podem influenciar positivamente ou negativamente a imagem de um país.

    O texto O Princípio do Barão de Munchhausen de Lowy apresenta e aponta o positivismo a partir de seus diversos representantes, como: Condorcet, S. Simon, Comte e Durkheim; expondo as diferentes relações que são feitas entre o conhecimento e a defesa em favor dos próprios interesses. A partir deste ponto é feita uma comparação com o Barão de Muchhausen, que usa de certas estratégias para solucionar determinadas situações, os positivistas agem exatamente igual, ou parecido, já que usam de estratégias para resolver problemas teóricos conforme iam desenvolvendo seus pensamentos, estratégias as quais os faziam escapar de algumas criticas.

  10. Franciele Baptista disse:

    No documentário “Olhar Estrangeiro”, é mostrado o quanto o Brasil é visto de forma distorcida em outros países. Isto é mostrado por meio de entrevistas com produtores de filmes, que mostravam em suas produções costumes e características do nosso país de forma totalmente distorcida e errônea; esse tipo de coisa acontece pelo fato de essas pessoas que querem produzir trabalhos sobre o Brasil não terem o interesse de pesquisar e conhecer o nosso país como ele é verdadeiramente.

    No capítulo “O Positivismo ou o princípio do Barão de Murchhausen, Lowy trata a respeito do positivismo, criticando e mostrando as idéias de representantes como Condorcet e Saint-Simon, que preocupavam-se com uma ciência social livre de influências externas; Comte e Durckeim que voltam-se para o esforço de libertarem-se de análises éticas, sociais e até mesmo políticas de seu próprio pensamento; e Weber com seu ponto de vista diferente dos representantes anteriores, que preocuparam-se com a neutralidade social. O autor compara as idéias destes positivistas às histórias fantásticas e bastante exageradas do Barão de Murchhausen, mostrando que aqueles, assim como o Barão, usavam de “façanhas” para escaparem das críticas e situações que os complicavam.

  11. Michele Souza disse:

    LÖWY, Michael. As aventuras de Karl Marx contra o barão de Münchhausen:

    O Barão de Münchhausen é conhecido por suas aventuras com feitos incríveis e extremamente exagerados como: viagens em bolas de canhão, jornadas para a Lua, e a fuga de um pântano ao puxar a si mesmo pelos próprios cabelos. Por conta dessas histórias de caráter duvidoso ficou conhecido como o maior mentiroso do mundo.

    O positivismo segundo LÖWY (1987), é regido por algumas premissas:
    1- A sociedade é regida por leis naturais, ou seja, leis invariáveis, independentes da vontade e da ação humana, isto é, na vida social, reina uma harmonia natural.
    2- A sociedade pode, portanto, ser epistemologicamente assimilada pela natureza (naturalismo positivista) e ser estudada pelos mesmos métodos e processos empregados pelas ciências da natureza.
    3- As ciências da sociedade, assim como as da natureza devem limitar-se à observação e à explicação dos fenômenos, de forma objetiva, neutra, livre de julgamentos de valor ou ideologias, descartando previamente todas as pré-noções e preconceitos.

    Bom dito isso podemos concluir que o Positivismo é o Barão de Münchhausen, o “mentiroso” que Marx “desmascarou”, trata-se de uma metáfora do autor do livro que quis expor o pensamento marxista através de uma comparação entre duas personagens no caso o Barão e o Positivismo quem tem em comum o idealismo, coisas que passam no mundo das idéias, mas não “existem” no mundo real.

    Documentário Olhar estrangeiro:

    O que pude observar no documentário foram os estereótipos que pessoas de outros países tem do Brasil. Os comentários feitos no filme não me espantaram visto que todos nós sabemos qual a visão que o exterior tem daqui. Uma visão falsa e fantasiosa, mas não podemos deixar de dizer que nós também temos pré conceitos já formados de outros países: “Todo chinês come arroz de palitinho e usa chapéu de forma triangular.”, “Todo francês é chique, mesmo sendo o homem mais vagabundo que existe no mundo.”, “Todo baiano é preguiçoso.”, “Todo italiano sabe fazer pizza.”, “Todo português é burro.”, “Todo russo usa aquele chapéu peludo.”, entre outros que agora não me recordo.

    Então, o que temos que analisar a respeito de nosso país é que: se alguém pensa algo sobre nós eles não o fazem a toa. Quando o casal Obama veio para o Brasil o que foi que NÓS brasileiros mostramos para eles?
    Fica a dica.

  12. Emerson Roberto Borges disse:

    O capítulo”O positivismo ou o princípio do Barão de Murchhausen”, o autor Lown nos apresenta aspectos do positivismo, mostrando as principais idéias de estudiosos do assunto, como Durckeim, Conte, Saint- Simon e Condorcet. É feita uma comparação das atitudes postivistas com as acões realizadas pelo Barão de Murchhausen
    A intenção de se acreditar e colocar em prática uma ciência livre de observações e análises, vai contra as idéias de outro estudioso apresentado no texto, Weber, que acredita na importância dos pressupostos sociais.
    O capítulo não se resume apenas a filosofia positivista, mas a relação de suas concepçoes com o domínio das ciências sociais.

  13. Josy Fernandes disse:

    O documentário “Olhar Estrangeiro” mostra a forma distorcida como o Brasil é visto no exterior. Muitos produtores, roteristas ou diretores de filmes estrangeiros em que o nosso país é o tema principal nem ao menos estiveram aqui antes de realizarem as filmagens, mostrando, dessa forma, um Brasil cheio de clichês. Durante o documentário, algumas pessoas, que também não tinham vindo aqui, foram entrevistadas, falando um pouco sobre o que pensavam do Brasil e suas respostas foram baseadas no estereótipo que esses filmes criaram.

    Michael Löwy, em seu livro “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen” trata de correntes do pensamento como positivismo, historicismo e marxismo, destacando os dilemas, limites, contradições e contribuições dessas correntes para a construção de uma sociologia crítica. Löwy nos mostra que qualquer questionamento à ordem estabelecida sempre foi visto como uma ameaça subversiva. As grandes correntes epistemológicas entraram em conflito sobre suas visões de mundo devido à busca de uma “démarche” que constituísse um conhecimento real sobre as ciências da natureza e as ciências da sociedade. Mas, para Löwy, não há distinção entre as ciências naturais e as humanas, e sim uma zona de transição que as relaciona.

  14. Susa Karen Lourenço disse:

    O texto de Lowy apresenta uma crítica a corrente filosófica positivista. O principal aspecto que o autor destaca é o fato do positivismo não considerar o condicionamento histórico social do conhecimento, pois considera que para a compreensão da “significação específica e as implicações da doutrina positivista sobre a objetividade/neutralidade científico-social, é preciso examinar, por um lado, a sua gênese histórica e o seu desenvolvimento e, por outro, a sua relação com o conjunto da problemática positivista enquanto visão de mudo coerente, da qual esta doutrina é apenas um aspecto.” A partir disso, o autor mostra a utopia positivista a partir de seus principais precursores: Condorcet, Saint-Simon, Augusto Comte, Émile Durkheim, Max Weber e Karl Popper.

    O documentário Olhar Estrangeiro nos mostra como é propagada a imagem do Brasil nos outros países. Mostra principalmente a contribuição do cinema para a construção de esteriótipos a respeito do nosso país. Pode-se perceber que muitas vezes essas imagens são construídas sem ao menos terem visitado o Brasil. Os estrangeiros olham para alguma característica do nosso país e a transformam em grandiosa, criando clichês como se aqui fossemos selvagens ou tivéssemos comportamentos bem diferentes dos que realmente temos.

  15. Ana Carla I. T. Viteri disse:

    Documentário Olhar estrangeiro

    O documentário Olhar estrangeiro retrata a visão que o cinema mundial tem sobre o Brasil, através de entrevistas com diretores, roteiristas e atores. Em Olhar Estrangeiro, Lúcia Murat se propõe a inverter a relação entre observado e observador e busca analisar o que leva diretores e produtores estrangeiros a reproduzir clichês e estereótipos em seus filmes sobre o Brasil
    Podemos observar que esses estrangeiros tem uma visão errada do Brasil, como por exemplo em cenas onde macacos passeiam pelas ruas do Rio de Janeiro, as mulheres andando naturalmente sem a parte de cima do biquíni nas praias ( mulheres de calcinha e sutiã também apareceram)entre outros.
    Contudo, eles deveriam antes de fazer um filme que falasse da cultura de um país pesquisar sobre o mesmo, pois eles idealizam muitas coisas sobre o Brasil, deixando de mostrar a verdadeira realidade do país.

    LÖWY, Michael. As aventuras de Karl Marx contra o barão de Münchhausen:

    O livro “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen”, é baseado nas correntes do pensamento positivismo, historicismo e marxismo. Löwy fala os dilemas, as contradições, os limites e as contribuições dessas correntes para a construção de um modelo de objetividade próprio das ciências humanas e para uma sociologia crítica do conhecimento. Sua perspectiva é o estudo das relações entre as classes, categorias sociais e o conhecimento científico. A polissemia dos termos revela uma ambivalência de significados, que tratavam em diferentes correntes do pensamento, ideologia como oposição ou analogia a utopia.
    Em suma, as análises de Löwy ainda consideram que a visão proletária pode e deve ser capaz de incorporar as verdades parciais produzidas pelas ciências de nível inferior ou limitadas, sem que isso, necessariamente, leve ao ecletismo. Suas conclusões dizem que o proletariado, na medida em que busca a possibilidade objetiva ao acesso da verdade, é a classe revolucionariamente mais crítica, mas isso não o induz a uma garantia suficiente do conhecimento da verdade social.

  16. Renata Luiza disse:

    O documentário “Olhar Estrangeiro” mostra a visão que o cinema mundial tem do Brasil, a película é permeada por entrevistas do
    povo de várias nacionalidades e de pessoas que estão envolvidas nesse campo cinematográfico (produtores, roteiristas e diretores) demonstrando clichês do povo brasileiro. O que se pode perceber
    que o cinema dito como meio cultural de entreterimento, camufla
    muitos aspectos para conseguir um reconhecimento mundial, mas
    que muitas vezes está equivocado. Com isso muitas pessoas
    embarcam nesta situação acreditando serem cultas.

    Michael Löwy, em seu texto, trata do positivismo e suas concepções no domínio das ciências sociais. Temos neste texto vários representantes com suas criticas ao positivismo, em que muitos buscam a solução dos problemas da sociedade, mas é no Marxismo junto com sua historicidade que acreditam na solução da sociedade de maneira geral. Todo esse contexto pode ser visto na película “As Aventuras do Barão de Mürchhausen” em que o positivismo é tido como verdades que devem serem questionadas porque ela que explica as questões do mundo social, isso é ilusão porque antes de enganar a sociedade ele engana a si mesmo.

  17. Luciana disse:

    O filme : “O olhar estrangeiro” nos revela a imagem que foi criada de nosso país perante o mundo. Revelando a imagem distorcida da realidade que diversos países possuem sobre o Brasil. Neste filme, são apresentadas algumas entrevistas com cineastas estrangeiros que tem como tema o Brasil nos seus filmes. Transmitem a idéia de que o Brasil se resume em festa, carnaval, futebol, mulheres e sexo. Essa imagem distorcida da realidade é transmitida através de películas por pessoas que sequer estiveram ou pesquisaram sobre o Brasil, não tem noção da nossa realidade, nossa cultura , nossa sociedade. Este tipo de filme nos revela uma mídia capaz de agir negativamente sobre a imagem de um país, com uma imagem totalmente distorcida da realidade.

    O texto de Lowy apresenta uma discussão sobre o positivismo, discorre a respeito dos pensamentos de seus representantes,apresentando as diferenciações entre eles .Relaciona as atitudes positivistas, com as ações realizadas pelo Barão de Muchhausen.

  18. Leticia Bortolozo disse:

    Parágrafo sobre o documentário “Olhar Estrangeiro”: A visão que o estrangeiro tem do brasileiro é esteriotipada e de certa forma preconceituosa, mas isto se dá por falta de conhecimentos, da mesma forma que um brasileiro leigo pode ter do estrangeiro. Uma visão sem conhecimentos, baseadas em mitos e irrealidades transforma totalmente a realidade de um povo, como pode ser visto no “Olhar Estrangeiro”, documentário que apresenta estes conceitos ilusórios dos cinematografistas estrangeiros, que por falta de conhecimentos e falta de anseio por estes, podem repercurtir uma cultura errônea dos outros países. Estes motivos demonstram a importância da pesquisa e dos atos humanos, pois, o conhecimento e o “bom senso” evitam contrangimentos e engrandecem o saber.

    Parágrafo sobre O positivismo ou o princípio do Barão de Munchhausen – LÖWY, M.: A dimensão positivista integra a sociedade regida pelas leis naturais onde ambas, a sociedade e a natureza limitam-se à explicação causal dos fenômenos. Surgindo no inicio do séc. XIX como uma utopia crítico-revolucionária da burguesia antiabsolutista torna-se uma ideologia conservadora nos dias atuais, passando por um “Novo Cristianismo”, como no socialismo utópico, chegando a Augusto Comte, considerado o fundador do positivismo como ideologia, sistema conceitual e axiológico. Com todo o debate sobre sociologia e positivismo percebe-se que não há “verdade elementar” e que mesmo “tomando todos os cuidados” não tem como ser totalmente imparcial em suas teorias e pontos de vistas. O objetivo da sociologia, como ciência social, é estudar o comportamento social, tentanto evitar as influências exteriores e o pesquisador sociólogo deve visar toda a organização e funcionamento do sujeito e assim, da sociedade, buscando a verdade, assegurando a objetividade científica, sendo o máximo possivel axiológico, pois apesar de todo o estudo, os conceitos e verdades adquiridas, ficou claro que pelo menos a direção da pesquisa, a linha e o tema terão sempre uma vertente, mesmo que insconsciente, de uma opnião e ponto de vista.

  19. Saulo disse:

    O filme “olhar estrangeiro” de Lucia Murat demonstra em suas cenas a visão que o mundo cinematografico estrangeiro mostra do Brasil e como é sua sociedade. Umas das coisas mais interessantes em se tratando desse filme é o modo de como são realizadas as cenas: umas parte delas reproduz o pensamento do senso comum estrangeiro sobre o Brasil é a outra demonstra as reproduções cinematograficas com comentarios dos diretores, roteiristas e atores que trabalharam nos filmes. Isto levanta um questionamento pertinente: seria os filmes os representantes ou influenciadores dos esteorotipos criados no estrangeiro sobre o Brasil? De qualquer forma a principal critica do filme é a falta da correção dos clichês enganadores que mancham a imagem de qualquer objeto ou tema retratado nós filmes e suas consequencias percorrem tantas esferas (social, psicologia, politicas, etc) tornando irresponsaveis muitos filmes (até alguns classicos).

    LÖWY, Michael. As aventuras de Karl Marx contra o barão de Münchhausen:

    O capitulo “o positivismo ou principio do Barão de Münchhausen” procura discernir dentro de dois dos principais axiomas teoricos da sociologia (Durkheim e Weber) a diferença, entre elas, da neutralidade axiologica predominante no pensamento destas linhas. Para começar o texto busca a historia do positivismo, iniciando no século XIX-XVII, com Condorcet e Sanit-Simon sobre a utopia positivista e terminando com Comte e Durkheim, no século XIX-XX, com a ideologia positivista formulada. Em sintese, cada um desses pensadores trabalhou o positivismos fornecendo diversas contribuições para alcaçar o patamar de axioma da sociologia, mas sempre trabalharam com o mesmo principio: a sociologia, tal como ciencia, deve se submeter ás mesmas avaliações metodologicas e prezar pela neutralidade sobre o objeto de qualquer pesquisa que venha a desenvolver. Para isso o cientista deve superar seus precoceitos sobre a intregralidade da pesquisa, ou seja, o cientista tem que superar “a si mesmo”. A grande critica feita a este principio é de que os fatos sociais são em si imbuidos de valores e pensamentos tentenciosos e inadissociaveis, sendo inescapavel as tendencias que qualquer objeto de estudo crie.
    Depois disso o texto comenta as pesquisas de Max Weber sobre a sociologia. Sua justificativa para o pensamento sociologico inafluenciavel seria de que os fatos, moviementos e demais temas da sociologia se compõem de “fatos” e “valores”, sendo possivel o estudo sociologica com neutralidade axiologica através do esforço de não julgar valores sociais e exclui-los logicamente. Este pensamento cai por terra quando se vê que a ligação ente os valores e fatos não são logicos, mas sociologicos.
    Por fim é comentado o trabalho de Karl Poper no século XX em que sua linha de pensamento se propõe a superar os preconceitos e chegar na objetividade cientifica através da “intersubjetividade organizacional ou objetividade insticional”. Basicamente se trata de um pesquisa divulgar receber criticas, sugestões e duvidas; comparando as visões tanto do autor quanto dos outros pesquisadores e chegando num resultado universal (portanto, uma lei natural). A questão e que não se acaba com um preconceito com outro, ou quando um filiado a linha teorica weberiana confronta ou negligencia a teoria marxista, acabando assim com o progressismos caracteristico da ciencia.
    Como comentario pessoal, eu creio que a propria tentencia dos valores que impregnam os fatos sociais são em si um porta aberta para um outra campo das ciencias humanas, sendo assim uma “zona-cinza” entre a sociologia e outro campo e somente juntas podemos esclarecer muitas das questões que são levantadas pela problematicas dos “valores”.

  20. Tânia Batista disse:

    O positivismo surge com um novo conceito de ordem conservadora que apareceu no fim do século XVIII, principiando o século XIX. O axioma (que significa negar algo que já se passou), demarcou o positivismo como ignorador do condicionamento histórico- social do conhecimento. Portanto, a sociologia da conhecimento (científico), a análise da relação entre o saber e as classes sociais são contraditórias com o quadro metodológico fundamental do positivismo. O positivismo moderno surge com base na filosofia do Iluminismo, nessa época haviam os Enciclopedistas, Condorcet era um destes e que contribuiu para essa gênese da nova corrente, o positivismo. Condorcet pensava que a economia política poderia estar submetida à “precisão do cálculo” e ao método das ciências da natureza. O objetivo maior de Condorcet, era emancipar o conhecimento social dos “interesses e paixões” das classes dominantes. O método positivo procura afastar a ameaça que representa as idéias negativas, críticas, dissolventes e subversivas da filosofia do Iluminismo e do socialismo utópico. De modo concreto do termo, o discurso positivista pode fazer economia de todo posicionamento ético ou político sobre o estado de coisas existentes: sem admirá-lo, ele se limita a constatar que este estado é natural, necessário, inevitável, e é produto de “leis invariáveis”.

  21. Jéssica Carla disse:

    O documentário: “O olhar estrangeiro”
    Este documentário retrata o olhar deturpado que se tem do Brasil pelos estrangeiros, no qual, a repórter, entrevistando este tipo de público, mostra que um dos principais responsáveis por esta visão caótica, é o cinema internacional, que retratou – e retrata- cenas distorcidas da realidade brasileira, mistificando-a. Cineastas e diretores destes filmes estão presentes nesta entrevista, afirmando que não houve uma pesquisa, nem se quer uma preocupação em demonstrar a realidade brasileira, queriam apenas “um lugar exótico” para exibir suas cenas. Este simples fato, faz com que o brasileiro sofra por vários pré conceitos, principalmente quando há a emigração em qualquer outro país.

    No capítulo “O positivismo ou o princípio do Barão de Münchhausen, em Lowy, M. “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen”. Cortez, 2009, retrata as linhas do positivismo, segundo Condorcet; nas idéias de emancipar o conhecimento social das paixões da classe dominante, Saint Simon; atribuindo a idéia do “Novo Cristianismo” do socialismo utópico, o considerado fundador do positivismo Augusto Comte retratando a possível resignação da classe dominante, Durkheim – o chamado pai da sociologia; que compara a sociedade ao sistema de órgão. Estes, apesar de suas particularidades, defendiam o princípio positivista na qual as leis da sociedade é inseparável às leis naturais. Estes pensadores são criticados ao decorrer do capítulo, por suas teorias controvérsias, precisando utilizar de estratégias para explicarem-se durante as contrariedades, sendo assim, comparado pelo autor com o Barão de Münchhausen. Max Weber apresenta um ponto de vista de ciências sociais diferente destes pensadores, principalmente de Durkheim e Comte, porém, ainda faz parte do positivismo.

  22. Emerson Roberto Borges disse:

    Documentário: Olhar estrangeiro

    O documentário ” Olhar Estrangeiro” mostra uma série de entrvistas com cineastas que produziram filmes em que o nosso país estava presente. O que é interessante, são as diferentes versões apresentadas por eles sobre a cultura brasileira. Cada um apresenta aspectos que muitas vezes não fazem parte do nosso cotidiano, mostrando uma visão em alguns momentos preconceituosa sobre nosso país.Além dos cineastas, o documentário mostra visões de pessoas de diferentes lugares do mundo sobre o Brasil, cada uma citando imagens e palavras que imaginam fazer parte do nosso dia-a dia sem mesmo conhecer nossa real cultura. O documentário nos mostra como nosso país é visto internacionalmente por algumas pessoas.Não podemos negar que nós, também, possuímos algumas idéias sobre diferentes países que muitas vezes não são reais. A cultura de cada povo deve ser respeitada antes de ser criticada ou apresentada por alguém sem conhecimento prévio sobre o assunto

  23. Joyce Longo disse:

    O texto de Lowy fala sobre o positivismo e sobre os teóricos fundamentalmente positivistas. Durante o texto, Lowy discute as concepções positivistas nas ciências sociais, e faz crítica a essa corrente filosófica, por essa ignorar o condicionamento histórico-social do conhecimento. Ao falar sobre o marxismo, destaca que essa corrente é a que mais se aproxima da solução dos problemas da sociedade. A relação com as histórias e a personagem barão de Münchhausen se constroem por comparação com as ideologias positivistas.

  24. Damires disse:

    O Documentário: Um olhar Estrangeiro, traz atona a visão de muitos extrangeiros sobre a cultura brasileira,atravez de breves intrevistas, porém as pessoas extrangeiras em geral, possuem um olhar meia equivocado da nossa cultura devido a variedade de produções extrangeiro que são feitas aqui inaltencendo somente nossa “beleza de viver” (o futebol, as praias, as festas, etc). Mas não somos só beleza, a america latina tem fome, tem desemprego, tem favela,tem corupção, atém de ter muitos preconceito. Estamos longe de sermos um pais só alegria. Mas gostáriamos de um pouco mais de respeito.

    No li

  25. Damires disse:

    O Documentário: Um olhar Estrangeiro, traz atona a visão de muitos extrangeiros sobre a cultura brasileira,atravez de breves intrevistas, porém as pessoas extrangeiras em geral, possuem um olhar meia equivocado da nossa cultura devido a variedade de produções extrangeiro que são feitas aqui inaltencendo somente nossa “beleza de viver” (o futebol, as praias, as festas, etc). Mas não somos só beleza, a america latina tem fome, tem desemprego, tem favela,tem corupção, atém de ter muitos preconceito. Estamos longe de sermos um pais só alegria. Mas gostáriamos de um pouco mais de respeito.

    O livro “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen”, é baseado nas correntes do pensamento positivismo, historicismo e marxismo. E no passo que fala dessas três correntes o autor vai destacar a neutralidade axiológica o que vai acabar pendendo mais pro lado do positivismo. Isso devido a idéia de se acreditar em uma ciências neutra livre de julgamentos.

  26. Andreia Fidelis disse:

    No documentário: O olhar estrangeiro, mostra a visão que o estrangeiro constroi do nosso país como se soubesse alguma coisa sobre. E é por meio dessa visão errônea que esses produtores estrangeiros propagam aquilo que eles chamam de povo brasileiro, que na verdade é fruto do que eles imaginam ou querem que seja o Brasil.
    Já no texto de Lowy o autor trata do surgimento do positivismo no final do séc. XVIII e está o tempo todo marcando os conceitos para explicar ou entender determinhada realidade, como quando ele fala sobre afinidade eletiva, pessoas que se juntam em grupos pelo fato de terem concepções semelhantes.
    Além disso o autor expõe que para justificar a objetividade da sociologia os sociologos utilizam os métodos de outras ciências.
    Sobre a neutralidade axiomática, para os positivistas a pesquisa deve ser feita de forma pura, sem haver influência externa.

  27. Andrea Petreca disse:

    O filme “Olhar estrangeiro” nos mostra, bem como traz o título, como o Brasil é mostrado e visto no mundo através do cinema. Autores, diretores e atores são entrevistados sobre seus trabalhos e sobre o conhecimento que possuem sobre o nosso país. Alguns admitem ter utilizado o estereótipo para alcançarem seus objetivos, porém, a maior parte deles, fez isso sem conhecer nossa realidade. Um exemplo que aparece no filme, é a atriz, que chegou a se envergonhar, quando soube que não se fazia top less na praia de Copacabana. Além dos profissionais envolvidos, algumas pessoas aparecem no filme para falarem sobre o que sabem sobre o Brasil: sexo aparece como se vivêssemos em um bordel. Outras manifestações, como um casamento brasileiro, aparecem nos filmes, totalmente diferentes do que seria em nossa realidade. É importante destacar que a falta de conhecimento (ou uso proposital de clichês) dos cineastas e profissionais envolvidos, certamente só aumenta a visão errônea que muitos têm sobre o nosso país, principalmente se pensarmos no cinema como um dos mais fortes meios de disseminar culturas.

    Sobre as principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen”, destaca-se a comparação feita entre o barão e o positivismo, se pensarmos no idealismo do positivismo e nas aventuras do picaresco herói . A partir dos precursores, o texto mostra a parcialidade sempre presente: “Enquanto ciência natural da sociedade, a física social – mais tarde qualificada pelo neologismo sociologia – não pode ser senão tão neutra e livre de julgamento de valor quanto à astronomia e química”. O autor coloca, entre outras coisas, que a “boa vontade positivista enaltecida por Durkheim e seus discípulos é uma ilusão ou uma mistificação”. Ou seja, a condição de “privados de preconceitos” não existe.

  28. Cláudia disse:

    No texto de PAIXÃO: A educação é colocada como o centro reflexão desde Florestan Fernandes, até os dias de hoje. Por meio de investigação que ultrapassa os muros da escola, na visão sociológica, mostrando a grande interferência que a sociedade exerce na formação dos alunos dentro e fora da instituição escolar.

  29. Cláudia disse:

    Em “O positivismo ou o princípio do Barão de Münchhausen”, texto de Michel Löwy. O autor aponta como uma das principais características da teoria dos positivistas: a neutralidade axiológica, ou seja, passar por cima de todos os valores e fazer uma pesquisa neutra. Faz uma comparação com a história do Barão de Münchhausen, como uma “metáfora fortemente reveladora” que por meio de golpes consegue escapar de situações difíceis.

  30. Adriana disse:

    No documentário “Olhar Estrangeiro”, é demonstrado a forma “distorcida” que o Brasil é visto em outros países. Por meio de entrevistas com produtores de filmes, que mostravam em suas produções costumes e características brasileiras de maneira totalmente distorcida, como por exemplo, cenas onde macacos passeiam pelas ruas do Rio de Janeiro, as mulheres andando naturalmente sem a parte de cima do biquíni nas praias, entre outros. É lamentável, pois o Brasil é um país riquíssimo culturalmente, seria muito interessante um documentário mostrando o povo trabalhador e alegre que pinta o solo do nosso imenso país, estamos longe de ser um país “exemplo”, mas temos muito mais a oferecer do que mulheres semi nuas e macacos pelas ruas.

    No capítulo “O Positivismo ou o princípio do Barão de Murchhausen, Lowy trata a respeito do positivismo e sobre os teóricos fundamentalmente positivistas. Lowy discute as concepções positivistas nas ciências sociais, e critica o positivismo por ignorar o condicionamento histórico-social do conhecimento. Descreve sobre o marxismo e destaca que essa corrente é a que mais se aproxima da solução dos problemas da sociedade. Estes pensadores são criticados ao decorrer do capítulo, por suas teorias controvérsias, precisando utilizar de estratégias “fantasticas” e exageradas para explicarem-se durante as contrariedades, sendo assim, comparado com o Barão de Münchhausen.

  31. Priscila disse:

    Em “ Olhar Estrangeiro” demonstra como nosso pais é visto no estrangeiro por meio do cinema, sendo que várias pessoas falam sobre o que conhecem do Brasil e se surpreendem durante o filme ao perceber que nem tudo o que pensavam realmente é verdade. Por meio do filme vários conceitos errados aparecem como se fossem verdades para o mundo estrangeiro denegrindo a imagem do Brasil e prejudicando a valorização nossa cultura.

    Em O Positivismo do Brão de Murchhausen , identifica seu positivismocom relação ao pensamento dos demais pensadores como Condorcet e Saint-Simon que defendiam a ciência social livre , afim de se libertar das “verdades” impostas na época. Defendendo os conceitos Marxistas que começam ser defendidas na época.

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  32. Carolina Liso Valeretto disse:

    Com o título, “Olhar estrangeiro” o filme discorre sobre os clichês e as fantasias que se avolumam pelo mundo afora sobre o Brasil.Com base no livro de Tunico Amâncio, “O Brasil dos gringos”, o documentário mostra a visão, “distorcida”, que o cinema mundial tem do país. AS imagens foram filmadas na França, Suécia e EUA, o filme, por meio de entrevistas com diretores, roteiristas e atores, desvenda os mecanismos que produzem esses clichês.

  33. Ana Carolina Aguiar disse:

    As principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” é o Positivismo, ou seja, é usado de diversas estratégias, passa por cima de tudo, afim de realizar uma pesquisa neutra.No texto “O positivismo ou o princípio do Barão de Münchhausen”, de Michel Löwy ele traça um paralelo entre os autores positivistas, nomeando de positivismo como utopia revolucionária (Saint- Simon e Condorcet) e positivismo como ideologia consevadora (Comte), ou seja, assim como o Barão usa artifícios, os positivistas usam de artifícios para saírem de seus impasses teóricos.

  34. Janiclei de Fátima Arone Amaral disse:

    Após ter realizado uma leitura dos textos em questão, foi possível perceber que as principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” foi o POSITISMO.
    Pode-se dizer que o texto de Michael Lowy trás concepções positivistas no domínio das ciências sociais e sobre alguns pensadores, como: Condorcet, Augusto Comte, Saint-Simon, e Durkheim.
    Já em PAIXÃO, Lea Pinheiro; ZAGO, Nadir irá trazer a questão da sociologia da educação na visão de diversos autores. Esse realiza uma crítica nas divisões realizadas no campo da sociologia bem como a influência que exercem os pensadores estrangeiros nas teorias sociológicas brasileiras, refere-se portanto a uma dualidade.

  35. Larissa L. S. Lopes disse:

    O texto trata das concepções positivistas no domínio das ciências sociais e sobre seus pensadores: Condorcet, Saint-Simon, Comte e Durkheim. Uma das principais características do positivismo é a negação do condicionamento histórico social do conhecimento e também a identidade rígida entre sociedade e natureza, onde a sociedade é regida por leis naturais invariáveis.
    Podemos comparar o raciocínio positivista com o Barão de Munchhausen, que ao se deparar com situações difíceis, usa ideias, estratégias e táticas para sair delas.

  36. Nathália Ribeiro disse:

    O Positivismo a principal característica do “Princípio do Barão de Münchhausen”, ou seja, preza a ordem, passa por cima de todas as coisas, com o intuito de desenvolver uma neutralidade na pesquisa.No texto de Michel Löwy, “O positivismo ou o princípio do Barão de Münchhausen”, ele apresenta duas linhas entre os autores positivistas, chamando de positivismo como utopia revolucionária, Saint- Simon e Condorcet, e positivismo como ideologia consevadora, Comte.

  37. Caroline disse:

    As principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” é o Positivismo. E no texto “O positivismo ou o princípio do Barão de Münchhausen”, Michel Löwy, mostra a utopia positivista a partir de seus principais precursores: Condorcet, Saint-Simon, Augusto Comte, Émile Durkheim, Max Weber. O positivismo tem por princípios que as leis naturais regem a sociedade, e desta forma, considera que as ciências sociais possuem os mesmos valores que as ciências naturais, pois para ele, a sociedade e a natureza possuem as mesmas identidades e sendo assim não podem ser mudadas. Assim, compara-se o raciocínio do Barão com os positivistas porque ao se depararem com situações difíceis, utilizam táticas para escaparem às críticas.

  38. Lilian Prado disse:

    “Princípio do Barão de Münchhausen” trata do positivismo que é uma ciência que se define como extremamente objetiva e para tal propõe certos traços metodológicos que garantam esta objetividade. Sendo assim, ela se pauta pela busca da verdade científica (ou seja, parte de pressupostos racionais) não sendo baseada na fé, na teologia, na arte, na filosofia ou na literatura.
    Seus principais precursores são: Condorcet, Saint-Simon, Augusto Comte, Émile Durkheim, Max Weber.

  39. Daiana disse:

    O “Princípio do Barão de Münchhausen” é o positivismo. Segundo Michel Löwy em seu texto “O positivismo ou o princípio do Barão de Münchhausen”, o autor apresenta concepções positivistas de pensadores como: Condorcet, Saint-Simon, Comte e Durkheim. Define também que a sociedade é regida por leis naturais, não sendo dependente da vontade humana. A sociedade pode epistemologicamente ser assimilada pela natureza (naturalismo positivista) e ser estudada pelos mesmos métodos e processos empregados pelas ciências da natureza. As ciências da sociedade, assim como as da natureza devem limitar-se à observação e à explicação dos fenômenos, livre de julgamentos descartando previamente todos os preconceitos.

  40. Heloisa H. Lemo disse:

    A principal característica do “Princípio do Barão de Münchhausen” é o Positivismo. O Barão sempre dava um jeito de escapar das situações complicadas, assim como os positivistas, que não enfrentam as críticas, além de realizarem pesquisas com neutralidade. O positivismo é objetivo, preza a ordem e a neutralidade e diz que as leis naturais regem a sociedade, por esse motivo não podem ser mudadas. Seus principais precursores são: Saint-Simon, Condorcet (positivismo como utopia revolucionária) e Comte (positivismo como ideologia conservadora).

  41. Monica floriano Lucianelli Lucheta disse:

    Esse texto trata das concepções positivistas no domínio das ciências sociais e sobre seus principais pensadores: Condorcet, Saint-Simon, Comte e Durkheim. Baseado em uma das principais características da teoria positivista, a neutralidade axiológica, ou seja, passar por cima de todos os valores para fazer uma pesquisa neutra e objetiva, o texto compara a história do Barão de Münchhausen com essa premissa justificando com isso os golpes para as saidas das situações dificeis. Essas ideias geram uma ciencia socialista conformista e que apoia a causa burguesa da época, justificando o capitalismo e apoiando o massacre das massas.

  42. Crislei Mayara disse:

    As principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” são as comparações feitas entre o barão e as corentes de pensamento, como: positivismo, historicismo e marxismo, destacando os dilemas, limites, contradições e contribuições dessas correntes para a construção de uma sociologia crítica. Uma das principais características do positivismo é a negação do condicionamento histórico social do conhecimento e também a identidade rígida entre sociedade e natureza, onde a sociedade é dirigida por leis naturais invariáveis. Onde Löwy, nos mostra que qualquer questionamento à ordem estabelecida sempre foi visto como uma ameaça subversiva.

  43. Cintia B. Poletto disse:

    O princípio do Barão de Münchhausen ou positivismo é um texto em que trás comparações entre o positivismo, historicismo e marxismo. Alguns pensadores positivistas são:Condorcet, Saint-Simon, Comte e Durkheim.
    Considera-se o positivismo em sua figuração ideal seguindo alguns fundamentos: A sociedade é regida por leis naturais e invariáveis independente da ação humana; deve-se limitar à observação e à explicação causal dos fenômenos, de forma neutra, livre de julgamentos, valores ou ideologias, descartando todos os preconceitos em relação ás ciências da sociedade e da natureza. Ou seja, deve-se fazer uma pesquisa neutra, em que se nega o condicionameno histórico-social do conhecimento.

  44. Débora Boulos disse:

    As principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” se relacionam especificamente com a ideologia da época – século XVIII – cujo caráter positivista era tido como a salvação para os conflitos e desigualdades sociais e colocado como infalível na explicação dos questionamentos levantados pela sociedade de então. No entanto, pela ingenuidade e neutralidade com que tais ideais exerciam seu papel analítico diante das dificuldades e desajustes do mundo social, foram comparados à figura do “Barão de Münchhausen”, cujas aventuras, não acontecendo como ele gostaria, eram contadas de forma imaginativa, com uma série de mentiras e ilusões acrescidas ao real, assim como parecia acontecer com os positivistas, nas suas tentativas de explicar o processo social, especialmente quando contrapostos aos ideais marxistas de compreensão dos acontecimentos como reflexo de uma sociedade notadamente construída por classes.

  45. Dayse disse:

    O Barão de Münchhausen tem como base a teoria positivista, justificando com isso os golpes para as saidas das situações difíceis, dessa forma apoia a causa burguesa da época, justificando o capitalismo e apoiando o massacre das massas.

  46. Danielli disse:

    Neste módulo destacamos as concepções positivistas no domínio das ciências sociais. Uma das principais características da teoria positivista,seria a de desligar-se de todos os valores para fazer uma pesquisa neutra e objetiva. O texto inter-relaciona a trajetória do Barão de Münchhausen com essa característica positivista.

  47. Maria Antonia C. Marques disse:

    Michel Lowy no texto ” O positivismo ou o princípio do Barão de Munchhausen”, apresenta as concepções positivistas dos pensadores: Condorcet, Saint-Simon, Comte e Durkleim. As sociedades para esses pensadores são regidas por leis naturais invariáveis, assim negam as condições histórico social do conhecimento; utilizam estrátégias para explicar as contradições em suas teorias, deste modo satisfaz a burguesia da época e o sistema capitalista.

  48. Michele disse:

    O “Princípio do Barão de Münchhausen” nada mais é que uma analogia feita por meio de um personagem fictício ao Positivismo, que em sua ciência, está supostamente livre de ideologias e de julgamentos, agindo de forma neutra, numa sociedade regida por leis naturais. Esta afirmação nega a questão histórico-social do conhecimento. Portanto, o Barão, assim como o Positivismo, é “combatido” ou superado pelo conhecimento histórico-social do Marxismo.

  49. Ariadne C. Matos disse:

    As principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” são em relação ao Positivismo, em que este passa por cima de tudo. Michel Lowy no seu texto, apresenta as concepções positivistas dos pensadores: Condorcet, Saint-Simon, Comte e Durkheim.O positivismo é objetivo, preza a ordem e a neutralidade e afirma que são as leis naturais que dirigem a sociedade, por isso não podem ser mudadas. Para ele a sociedade e a natureza possuem a mesma identidade. Tendo como base essa teoria positivista, ele justifica com isso os golpes para as saidas das situações dificeis

  50. Débora Gervásio disse:

    As principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” é o modo com que traduz e compara entre diversos modos de pensamentos, tais como o marxismo, positivismo e o historicismo, tendo como principal eixo demonstrar suas particularidades, formas de ”pensar”, seus limites e contribuições para a sociedade.
    O filme retrata, no entanto, o mundo em um determinado momento histórico (século XVII), mostrando mais especificamente o positivismo, (corrente na qual pregava que a sociedade era regida por leis naturais, e seus acontecimentos já eram pré-estabelecidos, independentemente do querer do homem, e de sua ação) em que suas leis se tornam importantes na explicação de todos os fenômenos que até então aconteciam. A partir daí, o “Princípio do Barão de Münchhausen” é colocado como uma forma de explicar tais transtornos sociais, que como colocado no filme, de uma maneira mentirosa, utópica que tinha como objetivo parecer real, assim como os positivistas (Durkheim, Condorcet,Comte, Saint-Simon) tentavam explicar os conflitos e desigualdades da época.

  51. Samia disse:

    O “Princípio do Barão de Münchhausen”, tem como forte característica o Positivismo, ou seja, para se atingir a neutralidade na pesquisa pode-se passar por cima de todos e de todas as coisas. O personagem Barão de Münchhausen, assim como os postivistas usam recursos ao se depararem com situações difíceis e embaraçosas, a fim de se esquivarem das críticas e indagações.

  52. Carla Mariana Bonfim disse:

    As principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” se relacionam com os conceitos da corrente positivista. Assim como o personagem barão de Münchhausen representa um herói que vive muitas aventuras fantasiosas ou fictícias e usa determinadas estratégias para escapar de situações difíceis, o mesmo ocorre com as ideologias positivistas que usam determinadas estratégias para sair dos impasses teóricos ou das críticas que se deparam; a busca do conhecimento está intimamente ou puramente relacionada com a defesa em favor dos seus interesses pessoais e, a tentativa, de colocar em prática uma ciência livre de observações e análises, ou de manter a neutralidade ao expor pensamentos sobre os diversos assuntos relacionados as ciências e a vida em sociedade são princípios que o caracterizam.

  53. Juliane Marigo de Lima disse:

    O “Princípio do Barão de Muchhausen” apresenta a ideologia positivista, em que o Positivismo era visto como solução para as desigualdades sociais. Como esse caráter positivo não era capaz de cessar as dificuldades e estabelecer a igualdade, tornando-se apenas um discurso aparentemente neutro e que utilizava de estratégias para combater as críticas, ele está associado ao personagem do Barão, que realizava diversas aventuras ilusórias em sua imaginação por não serem possíveis de acontecer na realidade, e para fugir das críticas e situações difíceis que se deparava.

  54. Gabriella Bonil de Almeida disse:

    O “Princípio do Barão de Münchhausen” tem o Positivismo como ideologia. Sendo que este era visto como a solução de diversos problemas sociais. Uma das características vista semelhante ao personagem do filme, é que para sair de situações problemáticas e difíceis, ele usa de diversas artimanhas para se dar bem. No texto o positivismo é mostrado como objetivo, preza a ordem e a neutralidade e afirma que são as leis naturais que dirigem a sociedade, por isso não podem ser mudadas.

  55. Débora disse:

    As principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” é o modo com que traduz e compara entre diversos modos de pensamentos, tais como o marxismo, positivismo e o historicismo, tendo como principal eixo demonstrar suas particularidades, formas de ”pensar”, seus limites e contribuições para a sociedade.
    O filme retrata, no entanto, o mundo em um determinado momento histórico (século XVII), mostrando mais especificamente o positivismo, (corrente na qual pregava que a sociedade era regida por leis naturais, e seus acontecimentos já eram pré-estabelecidos, independentemente do querer do homem, e de sua ação) em que suas leis se tornam importantes na explicação de todos os fenômenos que até então aconteciam. A partir daí, o “Princípio do Barão de Münchhausen” é colocado como uma forma de explicar tais transtornos sociais, que como colocado no filme, de uma maneira mentirosa, utópica que tinha como objetivo parecer real, assim como os positivistas (Durkheim, Condorcet,Comte, Saint-Simon) tentavam explicar os conflitos e desigualdades da época.

  56. Marina T. disse:

    O “Princípio do Barão de Münchhausen” tem como principal característica o positivismo, onde pode-se passar por cima de tudo e todos, com o objetivo de desenvolver uma neutralidade na pesquisa, não baseia-se na fé nem na teologia. Comparando o positivismo com o Barão de Munchhausen: Diante de alguma situação difícil ou embaraçosa usam recursos para escaparem de criticas ou perguntas.

  57. Daniela Carla Negrini disse:

    O filme “Olhar Estrangeiro” retrata como o Brasil é visto aos olhos do cinema mundial.
    As principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen”.
    trata do método positivista. A obra destaca a diferença marcante entre a primitiva filosofia teológica tida como a “infância do pensamento do homem” e a filosofia positiva, que busca validar a pratica da observação e da investigação. De acordo com Comte: “A filosofia positiva, cuja mais alta ambição é descobrir as leis dos fenômenos e cujo primeiro caráter próprio é precisamente considerar proibidos necessariamente á razão humana, todos esses sublimes mistérios, que a filosofia teológica explica, ao contrario com tão admirável facilidade, até em seus míninos pormenores.” Assim fica clara a distinção entre as convicções da filosofia teológica e da filosofia positivista.
    O autor define a filosofia positiva como o verdadeiro estado definitivo da inteligência humana, sendo a filosofia metafísica uma ponte entre a primitiva filosofia teológica e a positiva, que ocupa agora o lugar definitivo, sendo que a metafísica não ocupou outro patamar, senão esse de ser um ponto de transição.
    A filosofia positiva se processou constante e gradativamente ao longo dos últimos dois séculos, não sendo possível precisar uma época inicial propriamente dita, tendo tido origem com as ações combinadas de Bacon, das concepções de Descartes, e das descobertas de Galileu,sendo um tanto impossível determinar com exatidão esse inicio, pode-se dizer que a astronomia, a física, a química e por fim os fenômenos fisiológicos se renderam a teoria positiva. O autor salienta ainda que a partir da ascensão da teoria positivista e da decadência das chamadas teorias provisórias hoje em dia não é possível desconhecer que os conhecimentos humanos estão intimamente ligados a filosofia positivista atentando ainda para o fato de existir uma dupla meta nessa filosofia, ambas distintas, porem intimamente ligadas, tidas como um objetivo geral e um objetivo especifico dentro da filosofia positivista.
    O ser humano em seu estado primitivo cultiva e mistura simultaneamente todas as ciências e os métodos, porem após entrar em contato com percepções mais nítidas, altera-se pouco a pouco, de modo a desenvolver outras concepções, de modo a reorganizar seus pensamentos, entrando em contato com a filosofia positivista, que segundo o autor, fornece subsídios para que se desenvolvam as faculdades intelectuais, de forma real e satisfatória, visto que: “A filosofia positivista fornece-nos o único e verdadeiro meio racional de por em evidencia as leis lógicas do espírito humano que foram procuradas ate aqui por caminhos tão pouco próprios a desvendá-las.”
    O método positivo fundamenta-se em observações, tem como premissa básica a investigação da verdade, e segundo o autor, a filosofia positiva subsidia a manifestação pela experiência das leis, que as funções intelectuais do ser humano seguem em suas realizações, assim sendo o método positivo pode renovar as bases da educação, ou seja, as ciências positivas auxiliam na renovação do sistema de ensino de uma forma ampla, diferentemente das filosofias primitivas como a metafísica e a teológica.

  58. Natália Ferreira disse:

    Segundo LÖWY o positivismo possui diversos difusores de sua teoria, cada qual com as suas especificidades, tentando propagar as concepções a cerca deste fundamento, ao mesmo tempo em que instiga a neutralidade se referido aos aspectos da vida socioeconômica e dos saberes científicos. Ressalta-se, entretanto, que os divulgadores da teoria positivista se embasam na analisa das práticas sociais, mesmo sendo neutros em argumentar sobre elas, sendo assim, eles afirmam que as opiniões comuns e as ideias advindas dos atos sociais são inevitáveis, pois incorporam os valores sociais e éticos construídos ao longo da historia. Em suma, os defensores e precursores do positivismo, tais como: Condorcet, S. Simon, Comte, Durkheim e Pupper chegaram a seguinte conclusão: é irremissível ficar neutro das circunstancia da vida e todo o que se refere a ela.

  59. Cassiana Lima Santos disse:

    O “Princípio do Barão de Münchhausen” tem como caracaterística principal o Positivismo, no qual usa-se várias maneiras com o objetivo de produzir uma pesquisa neutra. O texto “O positivismo ou o princípio do Barão de Münchhausen”, de Löwy traz as caracteristicas de autores positivistas, conceituando o positivismo como utopia revolucionária e como ideologia consevadora, da mesma forma que o Barão de Münchhausen utiliza de suas tramanhas, os positivistas utilizam suas estratégias para dribarem um conflito teórico.

  60. Raísa disse:

    A principal característica que podemos constatar no “Princípio do Barão de Münchhausen” é comparar o seu modo de agir em situações difíceis, que é usando estratégias que o farão sair dos problemas encontrados, ao POSITIVISMO, que tem como característica passar por cima de tudo e todos. O filme mostra certa época, onde o positivismo foi a solução encontrada para explicar os problemas sociais para assim negarem as condições histórico sociais.

  61. Gisele Santiago Lopes disse:

    Pode ser dito que foi feito uma comparação entre o barão e o positivismo. Lowy, mostra que qualquer questionamento à ordem estabelecida sempre foi visto como uma ameaça subversiva.

  62. Viviane Borges disse:

    Uma das principais características do Princípio do Barão de Münchhausen se relaciona com os conceitos da corrente positivista .O personagem barão de Münchhausen usa de suas estratégias para escapar de determinadas situações que parecem difícil , ele é posto como um herói vivendo aventuras fantasiosas .Isso remete as ideologias positivistas , que se usa de estratégias para sobressair-se as criticas e os impasses teóricos que os encontram .A busca de conhecimentos se dá pelos seus interesses, manter a neutralidade ao expor pensamentos sobre os diversos assuntos relacionados as ciências e a vida em sociedade e a tentativa de apagar as análises e observações do pesquisador são princípios que o caracterizam.

  63. thaila oliveira disse:

    como apresentado no filme o barão de Münchhausen, lendário por suas facetas inacreditáveis e por suas histórias serem cercadas de ilusões, com alterações da realidade ao bel prazer para atingir determinado objetivo. esse personagem como aponta Lowy seria a personificação dos preceitos positivistas de Comte e Durkheim.
    os pensamentos positivistas carregados de conceitos ligados à ordem, hierarquia, darwnismo (onde só os mais adaptados ao regime sobrevivem) o distanciamento da realidade e as leis invariaveis são demonstrados no filme e se faz uma crítica ao marxismo quando o velho barão diz a Sally que o mundo mudou e que nada mais é como antes demonstrando seu total desprezo pelas leis mutáveis do marxismo. Como apresentado no filme as lorotas do barão serviam para distrair e alienar o povo da real razão das guerras as quais estavam passando

  64. Mariana disse:

    As principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” é o Positivismo. No texto de Michel Löwy ele apresenta uma discussão sobre o positivismo, discorre a respeito dos pensamentos de seus representantes, apresentando as diferenciações entre eles, (Saint- Simon e Condorcet – um positivismo como utopia revolucionária, Comte – positivismo como ideologia consevadora). A relação se constroem por comparação com as ideologias/atitudes positivistas, com as ações realizadas pelo Barão de Muchhausen.

  65. Maria Rodrigues da Silva disse:

    O Barão de Münchhausen representa o positivismo, ou seja, uma apologia ideológica da ordem estabelecida.O discurso do positivismo é o axioma de uma ciência natural, neutra e rigorosamente objetiva, dos fatos sociais.Pois uma sociologia do conhecimento científico e uma análise da relação entre o saber e as classes sociais são contráditórias com o quadro metodológico fundamental do positivismo onde a doutrina é a neutralidade oxiológica do saber.

  66. Emanuelle disse:

    O “Princípio do Barão de Münchhausen” tem como principal característica o Positivismo, pois o Barão foi colocado para explicar os transtornos sociais que aconteciam na época de maneira fantasiosa para aparentar ser real, assim como os positivistas tentavam explicar as desigualdades sociais.

  67. Mayara Thaís Miler da Rocha disse:

    O Barão de Münchhausen é comparado aos positivistas, que tem como uns de seus seguidores Comte e Durkheim. Lowy, no livro “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen”, compara os artifícios usados pelos positivistas para escaparem as situações causadas pelos impasses teóricos, com as grandes aventuras contadas por Barão de Münchhausen. O livro trata do confronto de ideologias de autores que se dedicam a sociologia do conhecimento.

  68. Rafaela disse:

    o barão de Münchhausen é um personagem que representa o positivismo, ele é visto como um herói que vive aventuras fantasiosas onde o impossível acontece.
    O filme mostra a oposição entre o positivismo e o marxismo, onde o positivismo trás ideias imutáveis e a sociedade explicada pelas leis das ciências naturais, os indivíduos tem que se adaptar como a sociedade é. E marxismo traz outra visão onde as relações sociais são mutáveis e os fatos são explicados pelas ciências sociais

  69. Aruana Menegasso disse:

    Os princípios do Barão de Munchhausen tem relação com os conceitos do positivismo, pois o Barão tinha facilidade de sair de situações difíceis e complicadas, por isso seu modo de agir é comparado com o positivismo. Porque o positivismo tem a característica de passar por cima de todos e de todas e escapar de críticas e perguntas.

  70. Bete disse:

    O Barão de Munchhausen é conhecido por suas histórias lendárias e fantásticas (e, ao mesmo tempo, fantasiosas) o que acaba por torná-lo um “mentiroso”. Dessa forma, Levi o compara ao Positivismo em oposição ao Marxismo. As características do Barão são semelhantes ao do Positivistas na proposta de uma existência humana com valores humanos associados à ciência e a ética humana, como meio de justificar as desigualdades sociais, ou seja, todos são iguais, e depende de cada um sobressair-se no meio em que vive.

  71. Elisa Pavani de Oliveira disse:

    Lowy faz uma comparação dos impasses positivistas ao personagem Barão de Munchhausen, em que estes soluciona situações inusitadas de conflitos, assim acontece com os positivistas frente aos impasses teóricos. O filme também apresenta o conflito entre positivismo e marxismo, em que o primeiro trata as leis sociais como imutáveis e o segundo, como mutáveis.

  72. Fabiano da Silva Costa disse:

    Os conceitos do positivismo vistos como utopia revolucionaria sao as bases para o chamado principio do Barao:

    1- A sociedade é regida por leis naturais e invariáveis, ou seja, independentes da vontade e da ação humanas; na vida social, reina uma harmonia natural.

    2- A sociedade pode, portanto, ser epistemologicamente assimilada pela natureza, e ser estudada pelos mesmos métodos, démarches e processos empregados pelas ciências da natureza.

    3- As ciências da sociedade, assim como as da natureza, devem limitar-se à observação e à explicação causal dos fenômenos, de forma objetiva, neutra, livre de julgamentos de valor ou ideologias, descartando previamente todas as prenoções e preconceitos.

  73. Edinaldo S. Nascimento disse:

    Na atualidade, vemos as instituições governamentais promoverem o “espetáculo” das grandes fraudes cometidas pelos chamados “eleitos pelo povo”, cujos desfechos raramente agradam aos que na justiça acreditam, pois as condenações inferidas aos “grandes” fraudadores da fé e bolso brasileiros se tornam ineficazes e sofrem reduções inacreditáveis de teor e tempo a depender do “réu” condenado. Paralelamente, Auguste Comte, pai do positivismo, leia-se “Ordem e Progresso”, nos faz refletir sobre os princípios sociológicos do Barão de Münchhausen, cuja tônica estaria em mascarar a realidade instalada à sua época, ele fantasia, mente, aumenta, divaga sobre as suas aventuras vividas em serviço da II Guerra Mundial. Estaríamos nós, brasileiros, fadados a esta neutralidade axiomática?

  74. Geisinara Fernanda B. Dias disse:

    Por meio do filme “As aventuras do Barão de Münchhausen” e das leituras do Módulo 2 de Sociologia da Educação 2 (Paixão; Zago) e (Löwy), pode-se afirmar que as principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” são as comparações realizadas entre o barão (personagem fictício) e as correntes de pensamento, como: positivismo, historicismo e marxismo, destacando os dilemas, limites, contradições e contribuições dessas correntes para a construção de uma sociologia crítica. Percebe-se uma analogia realizada através do personagem do Barão ao Positivismo, que em sua ciência, está supostamente livre de ideologias e de julgamentos, agindo de forma neutra, em uma sociedade regida por leis naturais. Baseado em uma das principais características da teoria positivista, a neutralidade axiológica, ou seja, passar por cima de todos os valores para fazer uma pesquisa neutra e objetiva, o texto compara a história do Barão de Münchhausen com essa premissa justificando com isso os golpes para as saídas das situações difíceis. Essas ideias geram uma ciência socialista conformista e que apoia a causa burguesa da época, justificando o capitalismo e apoiando o massacre das massas. Observa-se que o Barão sempre encontra um jeito de escapar das situações complicadas, assim como os positivistas, que não enfrentam as críticas, além de realizarem pesquisas com neutralidade. Uma das principais características do Positivismo é a negação do condicionamento histórico social do conhecimento e também a identidade rígida entre sociedade e natureza, onde a sociedade é dirigida por leis naturais invariáveis. Nesse sentido, Michel Löwy nos mostra que qualquer questionamento à ordem estabelecida sempre foi visto como uma ameaça subversiva. O Positivismo é objetivo, preza a ordem e a neutralidade e diz que as leis naturais regem a sociedade, por esse motivo não podem ser mudadas. Seus principais precursores são: Saint-Simon, Condorcet (positivismo como utopia revolucionária) e Comte (positivismo como ideologia conservadora).

  75. Patrícia Carla Zarpelon disse:

    Como podemos perceber no início do filme e das discussões em sala, o Barão de Münchhausen pertence ao pensamento positivista, que ao contrário do Marxismo defende alguns princípios como: a neutralidade, a separação clara do sujeito e do objeto, defende o empirismo (técnica), defende também uma pesquisa quantitativa, a ciência é vista como ideologia. Defende os princípios da ordem e hierarquia, suas leis são imutáveis, e entende a sociedade como um corpo estático. Ao contrário do Positivismo, tem-se o pensamento Marxista, que defende alguns conceitos, como: o posicionamento política e ideológico, defende a relação do sujeito com o objeto. O empirismo nesse caso é uma ciência que requer comprovação, defende o humanismo (o ser humano como centro do processo científico) e princípio da sociedade é a luta de classes. No filme essa contradição aparece em várias partes, e o princípio positivista acompanha sempre o Barão, quando tenta se safar das situações de aperto em que é inserido. No filme mostra também a questão da hierarquia, parece que tudo que rodeia o barão, ele tem que ser o melhor, é sempre ele que consegue se safar das armadilhas e se tornar o herói da vez.

  76. Deise disse:

    O Principio do Barão de Munchhausen baseia-se no positivismo que traz a ordem como principio básico, a sociedade tem leis que se assemelham com as leis da natureza, assim esta sociedade segue uma harmonia natural, livre de juízo de valor, julgamentos e preconceitos, ou seja, caminha na mais pura neutralidade. No filme o Barão de Munchhausen escapa dos perigos facilmente, demonstrando muitas habilidades para enganar seus adversários, mostrando a hierarquia, onde ele sempre é o vencedor.

  77. Carla Nogueira disse:

    No filme as aventuras do Barão de Münchhausen vê-se que a ideologia expressa é a do positivismo, que é conveniente para a classe elite mantendo a sociedade como conservadora, ou seja, como está. Há uma cena, em que um funcionário do Estado local recebe um soldado famoso por salvar muitas vidas e fazer mais do que a sua função exigia e manda mata-lo com justificativa de que ele estava justamente fazendo mais que a obrigação e daria maus exemplos a quem estava fazendo apenas o mínimo. O próprio Barão de Münchhausen demonstra o modo como os positivistas explicam os problemas sociais negando os aspectos históricos- social, quando conta suas exageradas aventuras .

  78. Valéria Paes disse:

    As principais características do “Princípio do Barão de Munchhausen”:
    1. A sociedade é conduzida por leis naturais e invariáveis, independentes da vontade e da ação humana, logo , na vida social reina uma harmonia natural;
    2. A sociedade é epistemologicamente assimilada pela natureza ;
    3. As ciências da sociedade e as da natureza devem limitar-se à observação e a explicação causal dos fenômenos, de forma objetiva, neutra, livre de julgamentos de valor ou ideologias, descartando previamente todos os preconceitos.

  79. Annelize dos Santos Martins disse:

    O Barão de Münchausen, um soldado alemão do século XVIII e também um grande contador de histórias, era conhecido por sua tendência ao exagero . Um dos personagens mais mentirosos de que se tem notícia. Estava sempre na companhia de amigos para uma conversa sobre caça e histórias de aventuras. O Barão de Munchhausen tem o preceito do positivismo e se fundamenta em principios de um corpo social dirigido por leis naturais e invariáveis e ideais do positivismo natural no combate contra a ordem feudal absolutista.
    Algumas características que o positivismo nos mostra é a negação do condicionamento histórico social do discernimento e também a rigorosa personalidade entre sociedade e natureza, ou seja, somos orientados por leis naturais e invariáveis. O positivismo do Barão de Munchhausen, mostra que ao encontrar situações árduas, ele usa estratégias para escapar delas e os positivistas são assim, segundo Lowy, eles usam ideias e estratégias para escaparem à crítica.

  80. Poliana disse:

    O Princípio do Barão de Münchhausen tem como base a teoria positivista. Através do filme pode-se observar que o barão é apresentado como um personagem que recorre a diversas situações para sair dos muitos perigos que enfrenta em suas aventuras. E´visto como o maior mentiroso de todos os tempos.
    Esse personagem ilustra a neutralidade das pretensões positivistas , que tem como principio o desligamento dos juízos de valores. Também retrata o modo como os positivistas lidam com problemas teóricos em que se encontram , negando os aspectos – histórico sociais da realidade.

  81. Amanda Amaral Perles disse:

    Barão de Münchhausen era conhecido por suas mentiras, exagero e pelas diversas estratégias utilizadas para sair de situações difíceis e escapar de seus adversários. Sendo assim, este tem como característica a teoria positivista, que é fundamentada em uma sociedade com leis naturais e invariáveis, sem julgamento de valor e preconceitos, que assim como o Barão, usa de muitas ideias e estratégias para se “livrar” de críticas e impasses teóricos.

  82. Maria Luciana Cardoso Brito disse:

    Segundo o livro “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Munchhausen”, em seu parágrafo primeiro da página 37, quando diz que: “Na verdade, a ‘boa vontade’ positivista enaltecida por Durkheim e seus discípulos é uma ilusão ou uma mistificação”. Esta frase faz uma comparação com com o tão conhecido personagem fictício Barão de Munchhausen que possui habilidades que o tira de qualquer enrascada e que o faz viver em um mundo de acordo com as fantasias que ele concebe. Esse personagem ilustra a neutralidade das pretensões positivistas, que tem como principio o desligamento dos juízos de valores.Esta analogia do positivismo com as estórias do Barão acontecem quando os sociólogos pensam ser capaz, por um esforço de objetividade, de se liberarem das pressuposições éticas, sociais ou políticas fundamentais de seus próprios pensamentos. Também retrata o modo como os positivistas lidam com problemas teóricos em que se encontram, negando os aspectos – histórico sociais da realidade.
    Assim como propõe um dos argumentos de Popper: “o qual faz referência a um misterioso processo de “autotranscendência” graças ao qual o cientista desafia seus próprios preconceitos e pressupostos habituais. Ele emprega a este respeito uma metáfora fortemente reveladora: nós nos livramos do pântano de nossa ignorância puxando-nos pelos cordões de nossas botas” – formulação que corresponde quase palavra por palavra à lenda do Barão, cuja lógica se encontra no cerne de todo raciocínio positivista. (p. 67).

  83. Mariana Santini Arroyo disse:

    O “Princípio do Barão de Münchhausen” é baseado na teoria positivista, pois o barão era famoso por suas mentiras, estratégias, que faziam com que ele se livrasse de qualquer situação complicada; Assim como a teoria positivista, que é desligada de juízos de valores e preconceitos e é fundamentada em uma sociedade de leis naturais e invariáveis.

  84. Gleicer Correia disse:

    O “Princípio do Barão de Münchhausen” traz as ideias positivistas pois, em comum ao Positismo, a história do Barão aponta características de neutralidade em situações, estratégias para escapar de situações adversas, exageros, mentiras e não uso de juízo de valor.

  85. Elisa Rincon Vieira disse:

    O Barão de Münchhausen baseia suas aventuras no positivismo, tais principios pregam o não julgamento de suas atitudes, as leis que regem a sociedade se assimilando com as da natureza. Sendo assim, suas aventuras e mentiras não seriam julgadas porque no final acaba dando tudo certo.

  86. Patrícia Santos disse:

    O barão de Muchhausen, lendário personagem alemão que ficou reconhecido nas histórias de Monteiro Lobato e, pelo vídeo visto, mostra um ser que altera a realidade ao próprio prazer para mostra-se superior e capaz de se safar das maiores encrencas, utilizando recursos inimagináveis e com amigos com “super poderes”. Esse personagem é um exemplo claro do positivismo de Comte e seus precursores. Baseado em uma concepção de ordem funcional, toda e qualquer situação que ponha em risco a sociedade deve ser eliminada, como é apontado no vídeo quando o alto escalão da sociedade manda executar um militar que lutou pelas classes pobres em meio a guerra, ou seja, qualquer forma de mobilização e luta deve ser contida. As histórias fantasiosas do Barão são uma prova do darwinismo defendido por alguns positivistas onde os mais fortes, mais adaptados sobrevivem não importando as artimanhas que usem.

  87. ANGELA DAVANZO disse:

    No livro “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen”, Michael Löwy, discorre sobre as correntes do pensamento positivismo, historicismo e marxismo, ressaltados entre os conceitos, limites e as contradições, destacando o que estes conceitos contribui para a estruturação de uma sociologia resiliente e altruísta.
    Michael se apresenta intolerante quanto os conceitos já estabelecidos, visto como ameaça subversiva. “O positivismo, em sua figuração ideal-típica se fundamenta na sociedade regida por leis naturais, podendo ser epistemologicamente assimilada pela natureza e nas ciências firmadas de forma neutra, livre de julgamentos ou ideologias”.
    Por essa neutralidade, há a valorativa das ciências sociais conduzindo o positivismo, logicamente, a negar o condicionamento histórico-social do conhecimento.

  88. João Theodoro disse:

    Lowi(2000) examina os autores positivistas Condorcet, Saint-Simon, Comte, Weber, Popper e o compara com as aventuras de Barão de Munchhausen, que são sempre conduzidas de histórias utópicas e exageradas, o qual sempre arranja um jeito de não se sair prejudicado ou com uma má fama. A crítica do autor é contra a linha dos autores do positivismo que nega o condicionamento histórico social do conhecimento e que defendem a aparência neutra do científico real e sem interferências subjetivas. Assim, a sociedade é algo que não se pode transformar porque possui um caráter natural e por isso deve estar livre de julgamentos de valor ou de ideologias.

  89. Evaldo disse:

    Concordo com a Bete quando interpreta o posicionamento de Löwi como uma forma de parodiar ou (re) inventar O Barão de Munchausen através de uma figura caricata e suas histórias mirabolantes. O filme denota muito bem essa ideia e até o “nariz” cuja anatomia chama atenção faz uma alusão ao Pinóquio, o que acaba por torná-lo um “mentiroso”. Se a intenção foi compará-lo ao Positivismo em oposição ao Marxismo acertou em cheio sob o ponto de vista de quem o defende. Os juízos de valor que fazemos também determinam em muito nossa condição e posição política na sociedade moderna. O livro e o filme nunca foram tão atuais.

  90. Ana Beatriz Galbin Gomes disse:

    O Barão de Münchhausen se baseia na teoria postivista em que não há um julgamento de atitudes uma vez que as leis sã imutaveis e os fatos são vistos como algo natural, essa teoria explica a forma com que o Barão encontra para sair das situações difíceis e perigosas. Esse filme contrapoe positivismo e marximo, pois no marximo as leis são consideradas mutavies e os fatos são explicados historicamente.

  91. Raiza Oliveira disse:

    As características do Princípio do Barão de Münchhausen se relacionam com os conceitos da corrente positivista .O personagem do Barão de Münchhausen se utiliza de maneiras e estratégias para escapar de situações de dificuldade, impasse e desespero, mesmo que, de maneira fantasiosa. Ele é posto, e também se coloca, como herói vivendo grandes aventuras, enfrentando perigos e superando obstáculos. Os fatos são vistos de maneira natural e imutável, também características do positivismo. Assim, baseado em uma concepção de ordem funcional, toda e qualquer situação que coloque em risco a sociedade deve ser eliminada imediatamente para que a ordem seja estabelecida, não sendo ligada à juízos de valor, conceitos e preconceitos, além de se fundamentar em leis naturais e invariáveis, para que as coisas se mantenham como estão.

  92. Marcelo George do A. B. Longhi disse:

    Como se pudesse haver ciência dotada de axiologia neutra, a teoria positivista ignora fatores históricos e sociais que moldam as sociedades, e quando confrontada nesse sentido, tende a procurar meios fantasiosos para esquivar-se. E justamente neste ponto de Lowy critica esta linha de pensamente, usando como alegoria a historia do Barão de Murchhausen, conhecido como um dos maiores mentirosos do mundo, devido a narração de suas heroicas aventuras, em que consegue livrar-se de todo tipo de situação por meio de ações impossíveis e inconsistentes, como por exemplo, sair de uma areá movediça puxando os próprios cabelos.

  93. Danny Hellen disse:

    As principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” é o conceito do positivismo. Que se relacionava com a ideologia vigente da época. O Positivismo era tido como a salvação dos conflitos e desigualdades sociais. Justificando o capitalismo e sustentando as destruições das massas. O conceito era visto como uma utopia revolucionária, tendo como base que a sociedade era regida por leis naturais e invariáveis, a sociedade era epistemologicamente assimilada pela natureza e, as ciências da sociedade deveriam se limitar as observações e explicações casuais dos fenômenos, de forma objetiva e neutra, livre de qualquer julgamento.

  94. Veridiana santana deOliveiara disse:

    Nas bases do pensamento positivista do não julgamento O Barão de Münchhausen mostra que nos fatos há a possibilidade de sairmos de situações de forma s mais mirabolantes . Fatos atuais se relacionados com esta obra podemos perceber que estas estratégias são usadas para a resolução de problemas, políticos, sociais presentes no capitalismo.

  95. EVELINE GIMENES disse:

    O filme“Olhar Estrangeiro” mostra como o Brasil é visto no exterior. O documentário se desenvolve por meio de depoimentos e recortes dos filmes que retratam nosso país como o “país do carnaval”e essas representações fortemente estereotipadas que deturpam nossa realidade. O apelo sexual são comuns entre eles: mulheres andam nuas pelas ruas o ano inteiro, onde o nú é banal assim como a corrupção e a prostituição.

  96. EVELINE GIMENES disse:

    No filme” Barão de Münchhausen relata os feitos de um barão em que conseguia sempre se sair muito bem das enrascadas em que se envolvia, os princípios do filme se relaciona com o positivismo que vê a realidade com uma visão utópica em que é capaz de transformar a sociedade em perfeita através de regras e imposições

  97. O autor Lown nos apresenta aspectos do positivismo, através de uma comparação das atitudes positivistas com as ações realizadas pelo Barão de Murchhausen. Ele preza a ordem e passa por cima de todas as coisas, com o intuito de desenvolver uma neutralidade. Deixando claro que se torna impossível compartilhar sua opinião e manter-se ao mesmo tempo longe dos seus valores pessoais

  98. Erika Caroline Maia disse:

    O princípio do Barão de Münchhausen” e a comparação feitas entre o barão e as correntes de pensamento, como: positivismo, historicismo e marxismo, destacando os dilemas, limites, contradições e contribuições dessas correntes para a construção de uma sociologia crítica. Uma das principais características do positivismo é a negação do condicionamento histórico social do conhecimento e também a identidade rígida entre sociedade e natureza, onde a sociedade é dirigida por leis naturais invariáveis.

  99. Daysa Lourente disse:

    As principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” é o conceito do positivismo, que em sua figuração “ideal-típica” – está fundamentado na sociedade regida por leis naturais, podendo ser epistemologicamente assimilada pela natureza e nas ciências firmadas de forma neutra, livre de julgamentos ou ideologias.

  100. GISELE REGINA GUBOLIN NARDELLI disse:

    O Barão de Münchhausen representa o positivismo, pois o Barão descrevia de forma lúdica e fantasiosa os transtornos sociais e dessa forma era visto como um herói, saía de situações difíceis e complicadas com muita facilidade, era um mentiroso nato.

  101. Beatriz Stefanie da Silva disse:

    A partir das leituras do Módulo 2 de Sociologia da Educação 2 (Paixão; Zago) e (Löwy) , o princípio do Barão de Münchhausen é o positivismo, os textos trazem comparações entre o positivismo, historicismo e marxismo. Como esse caráter positivo não era capaz de cessar as dificuldades e estabelecer a igualdade, tornando-se apenas um discurso aparentemente neutro e que utilizava de estratégias para combater as críticas, ele está associado ao personagem do Barão, que realizava diversas aventuras ilusórias em sua imaginação por não serem possíveis de acontecer na realidade, e para fugir das críticas e situações difíceis que se deparava. A partir daí, o “Princípio do Barão de Münchhausen” é colocado como uma forma de explicar tais transtornos sociais, que como colocado no filme, de uma maneira mentirosa, utópica que tinha como objetivo parecer real, assim como os positivistas (Durkheim, Condorcet,Comte, Saint-Simon) tentavam explicar os conflitos e desigualdades da época.

  102. Marina Martins disse:

    Pelas leituras e aulas é possível apresentar o princípio do “Barão de Münchhausen” como o positivismo. Assim como este pensamento, Löwy apresenta outras correntes de pensamento e faz uma comparação entre estas. O positivismo, o historicismo e o marxismo. Ambos com representações. Iniciando pelo positivismo podemos observar as características como ordem na sociedade e neutralidade. A neutralidade que é apresentada trata-se da forma de observar os acontecimentos humanos da mesma forma como se observa os acontecimentos naturais. O positivismo extingue qualquer juizo de valor sobre os fatos. Tudo na sociedade é regido por leis naturais e independentes a vontade humana. Neste pensamento o olhar com que se observa acontecimentos da natureza deve ser o mesmo para considerar acontecimentos humanos ignorando qualquer relação de classes sociais e ideologias. O barão de Munchhausen, é um personagem lendário deste pensamento que sempre tem uma saída para todos os problemas.As saídas propostas são de grande exagero e utopia, uma fantasia, onde sempre se “sai bem”.O marxismo e historicismo são pensamentos com base nas relações de classes e o conhecimento histórico e social. Existe então grande diferença entre as últimas correntes e o positivismo. Assim, apresentado de forma utópica e representado por vários autores, o positivismo sugere o pensar separado de qualquer juizo social, os acontecimentos como naturais e relacionados com a natureza, a negação do condicionamento histórico-social do conhecimento.

  103. Daniela Alves disse:

    De acordo com as leituras feitas dos autores Michel Lowy e Paixão e Zago vimos as principais características do Princípio Do Barão de Munchhausen, que começa por ele ser considerado como “o mentiroso” que virou lenda e por trás dessas mentiras sempre tem lutas de classe. Ao assistir o filme isso ficou mais claro. Agora, em relação aos textos, o de Paixão e Zago trata de duas vertentes: Sociologia e Educação e explica que a sociologia para ter sua devida importância deve ser considerada em todos os aspectos sociais. Enquanto o segundo trata da diferença de correntes teóricas, como o Positivismo e Marxismo e o barão entra na historia por ver o positivismo como a salvadora e a idealizada, mesmo sendo ilusória como no caso das histórias fictícias do Barão de Munchhausen.
    O autor analisa vertentes como a de Weber, Comte, Marx, Durkein, etc. Os positivistas buscam estratégias para sair de situações difíceis e se tornar vitoriosos, como o Barão fazia. Na Europa no século XIX surgiram as ideias socialistas e lutas operárias que estavam contra o Estado Burguês e ideias conservadoras. Foi Comte quem fundou o positivismo e Durkhein criou os órgãos com suas funções e Weber acredita que exista uma neutralidade nos estudos, entre outros pensadores nas vertentes trazidas pelo autor Lowy. Por fim, fica a dúvida: o que deve ser observado o Corpo trazido pelo positivismo ou Classes trazido pelos marxistas?

  104. Thais Leite disse:

    “Olhar estrangeiro” é um filme sobre os clichês e as fantasias que se avolumam pelo mundo afora sobre o Brasil. Este, tendo sido baseado no livro “O Brasil dos gringos”, de Tunico Amâncio, o documentário mostra a visão que o cinema mundial tem do país, foi filmado na França, o filme, desvenda os mecanismos que produzem esses clichês. As características do Princípio do Barão de Münchhausen se relacionam com os conceitos da corrente positivista, relacionando-se também com o historicismo e marxismo. O barão de Munchhausen, é um personagem lendário deste pensamento positivista que sempre tem uma saída para todos os problemas.As saídas propostas são de grande exagero e utopia, uma fantasia, onde sempre se “sai bem”.O marxismo e historicismo são pensamentos com base nas relações de classes e o conhecimento histórico e social. Existe então grande diferença entre as últimas correntes e o positivismo. Assim, apresentado de forma utópica e representado por vários autores, o positivismo sugere o pensar separado de qualquer juizo social, os acontecimentos como naturais e relacionados com a natureza, a negação do condicionamento histórico-social do conhecimento.O positivismo do Barão de Munchhausen, mostra que ao encontrar situações árduas, ele usa estratégias para escapar delas e os positivistas são assim, segundo Lowy, eles usam ideias e estratégias para escaparem à crítica.

  105. Hayanne Zahra disse:

    Lowy discorre no livro ““As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen” três correntes de pensamento: historicismo, positivismo e o marxismo a partir das analises das vertentes de outros positivistas. O Princípios do Barão de Munchausen está relacionado aos conceitos da corrente positivista pois o personagem é famoso por suas mentiras, situações complicadas e estratégia malucas. Fundamenta-se em princípios de uma sociedade dirigida por leis naturais, desvinculado de juízo de valor.

  106. Nayara Koseki disse:

    De acordo com as leituras é possível apontar que as principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” é o Positivismo, pois ele sempre tem uma saída para todos os problemas. O personagem sempre usa estratégias para escapar de situações difíceis, por isso é conhecido como um herói, que vive aventuras cheias de fantasias. Löwy explica esse positivismo em seu texto traçando um paralelo entre os autores positivistas, sendo eles os de utopia revolucionária e os de ideologia conservadora. E explica que, assim como o Barão usa artifícios, os positivistas também os usam para saírem de seus impasses teóricos.

  107. Camila Pavaneli disse:

    As principais caracteristicas do “Principio do Barão de Mücheausen é o positivismo, visto que é mostrado no filme alguns ideiais basicos da corrente positivista que é a objetividade/neutralidade cientifica social e a negação o condicionamento historico-social do conhecimento cientifico, a sociedade é regida por leis naturais nos quais é assimalado pela natureza e nas ciencias que são firmadas de forma neutra, livre de ideologias.
    O positivismo nega o condicionamente historico-social do conhecimento, visto que a questão da relação entre o conhecimento cientifico e as classes sociais não é colocada, é tratada como uma problemática, sendo , portanto, uma contradição à uma sociologia do conhecimento.
    Para Lowy os positivistas tende a lidar com as realidades humanas com a mesma isenção e objetividade com que observariam nas coisas, são neutros em faces que não pode-se, e não tem como ser neutros. No filme o Barão saiu do fundo do mar com seu cavalo, puxando o seu próprio cabelo, esta cena mostra como os positivistas fazem para sair dos impasses teóricos.

  108. Angelica Camacho disse:

    É possível associar Barão de Munchhausen as teorias positivistas. De acordo com os textos estudados podemos perceber as características dos positivistas onde tudo era imposto por leis e onde também os positivistas usavam de estratégias para resolverem todos os seus problemas, ignorando fatos históricos e sociais que moldavam a sociedade. O mesmo acontece com o Barão, pois esse resolve tudo de maneira fantasiosa, utópica, fazendo com que essas resoluções parecem reais, naturais, ficando claro a ideia de neutralidade, neutralidade essa que era apontada pelos positivistas, se relacionando assim com a teoria que vigorava na época.

  109. Nicole Sangalli disse:

    A partir das leituras do Módulo 2 de Sociologia da Educação 2 vemos que o texto de Lowy apresenta uma discussão sobre o positivismo, discorre a respeito dos pensamentos de seus representantes, apresentando as diferenciações entre eles. Lowy apresenta a utopia positivista a partir de seus principais precursores: Condorcet, Saint-Simon, Augusto Comte, Émile Durkheim, Max Weber e Karl Popper. Lowy fala os dilemas, as contradições, os limites e as contribuições dessas correntes para a construção de um modelo de objetividade próprio das ciências humanas e para uma sociologia crítica do conhecimento. Sua perspectiva é o estudo das relações entre as classes, categorias sociais e o conhecimento científico. É feita uma comparação das atitudes positivistas com as ações realizadas pelo Barão de Murchhausen. Um personagem que se equilibra entre a realidade e a fantasia em seu mundo próprio, onde enfrenta os mais diversos perigos, perpetra fugas impossíveis (sendo a mais famosa delas a fuga de um pântano onde afundava, tendo conseguido por puxar os próprios cabelos), testemunha fatos extraordinários e faz viagens fantásticas — sem jamais perder a calma.
    Portanto, a dimensão positivista integra a sociedade regida pelas leis naturais onde ambas, a sociedade e a natureza limitam-se à explicação causal dos fenômenos.

  110. Andressa Parra disse:

    Com o desenvolver do Módulo II, podemos ter contato com as principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” (criado pelo escritor alemão Rudolf Erich Raspe – 1736-1794), barão este repleto de aventuras e que sempre exageradas e fantasiosas, este personagem sempre encontra uma maneira de se livrar das enrascadas, sem se prejudicar.
    O famoso Barão de Münchhausen tem seu embasamento na teoria positivista, que se relaciona com a ideologia de sua época uma forma de neutralidade, este que não julga as atitudes e as leis imutáveis, contudo os fatos que ocorrem são vistos de maneira natural o que difere do Marxismo, já que neste as leis são mutáveis e as atitudes são explicados historicamente.

  111. Por meio das leituras realizadas no Módulo 2 de Sociologia da Educação 2, pode se aprender considerando as contribuições de Lowy, em relação ao postivismo, que o positivista considera que a ciência e o cientista são neutros e isolados dos conflitos sociais, ou seja, não sofrem influência do meio social em que vivem, contudo, sabe-se que não há indivíduo que não tenha sua individualidade constituida se não por meio de suas vivências socais, sejam elas particulares ou coletivas. O filme ” O Barão de Munchhausen” faz uma analogia do pensamento positivista com as aventuras de um grande mentiroso que vive uma realidade própia, ou seja, vive em mundo no qual se isola dos conflitos sociais a sua volta, e que por sí consegue se safar das aventuras em que se mete. Umas das passagens mais destacada desta história é o momento em que durante um passeio no pantano o Barão afunda na lama e como não há ninguém que possa salvá-lo elemesmo se livra da situação embaraçosa, puxando-se os cabelos até que consiga se libertar. Por meio de sátira esta cena representa o pensamento positivista, ou seja, de que a ciência pode ser explicada por leis naturais e está completamente separada dos fatos meios sociais.

  112. Letícia Veste Correia disse:

    Através das aulas e das leituras, podemos falar sobre o princípio de “Barão de Münchhausen”, que é o positivismo. O positivismo era tido como a salvação dos conflitos e das desigualdades sociais. O autor Lown nos apresenta aspectos do positivismo, pela comparação das atitudes positivistas com as ações realizadas pelo Barão, que conseguia se sair muito bem das enrascadas em que se envolvia. Esse personagem que passa por muitas aventuras, ilustra a neutralidade das pretensões positivistas, que possui como princípio o desligamento dos juízos de valores.

  113. Bruna Belluci disse:

    Vimos no filme as principais características do Barão de Münchhausen que muito se assemelham ao positivismo, caráter da época, caracterizado por salvar os conflitos e desigualdade socual e colocado como infalível na explicação dos questionamentos levantados pela sociedade de então, este era o Barão.
    Uma das principais características da teoria positivista,seria a de desligar-se de todos os valores para fazer uma pesquisa neutra e objetiva. O texto inter-relaciona a trajetória do Barão de Münchhausen com essa característica positivista.

  114. Wanderléa Esteves disse:

    De acordo com as leituras realizadas, as características do Princípio Do Barão de Munchhausen é o positivismo. O texto de Michael Lowy traz correntes das concepções positivistas no domínio das ciências sociais e tratam seus pensadores, como Weber, Comte, Marx, Durkhein, fazendo uma comparação entre eles, o positivismo, o histoicismo e o marxicismo.
    Uma das características notadas do positivismo é a negação do condicionamento histórico social do conhecimento e também a identidade rígida entre sociedade e natureza, ou seja, a sociedade é regida por leis natural, leis invariáveis, extinguindo qualquer juízo de valor sobre os fatos.
    O autor compara o positivismo com o heroico e lendário Barão de Munchhausen, que quando se depara com situações difíceis usa de mentiras e táticas para se livrar de tais, suas estratégias são sempre mirabolantes e utópicas, porém sempre dão resultados positivos. Os positivistas se apresentam dessa maneira, segundo Lowy, utilizam ideias e táticas para escaparem a critica. O que difere das correntes historicistas e marxistas, que se baseiam nas relações de classes e do conhecimento histórico social.

  115. Beatriz Rincão disse:

    Com as leituras realizadas nas aulas e com o filme podemos notar que Barão de Münchhausen tende para o lado positivista. Com esse conceito positivista, não era possivel enxergar as dificuldades e com elas estabelecer a igualdade tornando assim apenas um discurso neutro, usado para combater as críticas, o que acaba se associando com o personagem do Barão que fazia diversas aventuras lúdicas em sua imaginação, pois era improvável de acontecerem na vida real, então surge o Principio do Barão de Mürchhausen que é colocado de maneira para explicar alguns transtornos ocorridos na sociedade, que por sua vez no filme era visto de maneira mentirosa e que tinha como objetivo parecer com a realidade da sociedade… era uma maneira de se explicar as desigualdades ocorridas naquela época.

  116. Mécia Conti disse:

    O filme “As Aventuras do Barão de Münchchausen” faz uma crítica a ideologia nazista da época, de forma sutil e em tom de comédia. Desde o princípio da obra é possível notar a caracterização da sociedade da época, o abuso das autoridades, a divisão social: ditadores e súditos, no centro da trama a mentira, fantasias e todas as formas de jogo de poder, onde os mais fortes sobrevivem e o povo, em atitude passiva, concorda com tudo. Podemos observar no filme as primeiras visões dos estudos sociais na ótica positivistas, a qual defendia que a sociedade é regida assim como a natureza, por leis naturais e que o indivíduo é levado por essas leis sem possibilidade de reação e passivamente deve concordar com os desmandos, corrupções, desigualdades, porque esses fatos fazem parte da vida em sociedade. Os ditadores e as instituições mantém a harmonia e a ordem dessa sociedade segundo esse pensamento.

  117. Fernanda Rissardi disse:

    O “Princípio do Barão de Münchhausen” se caracteriza pelo positivismo, visto que no filme retratado o barão esquiva-se de condições embaraçadas tais quais os positivistas que rebatem quaisquer julgamentos ao desenvolverem a imparcialidade. O positivismo progride pesquisas com neutralidade e assegura que as leis naturais gerenciam a sociedade, assim sendo, não devem ser remodeladas.

  118. Silmara Dias disse:

    Michael Löwy, apresenta várias críticas ao positivismo. O “Princípio do Barão de Muchhausen” apresenta a ideologia positivista, em que este era visto como a solução dos problemas enfrentado pela sociedade, defendiam a neutralidade e não consideravam a questão histórico social do conhecimento, está associado ao personagem do Barão, que realizava diversas aventuras ilusórias em sua imaginação por não serem possíveis de acontecer na realidade, para fugir das críticas e situações difíceis que se deparava, assim como os positivistas.

  119. Luany Pyetra disse:

    Por meio das leituras e concluindo com o filme,é possível afirmar que o “Princípio do Barão de Munchhausen” traz o positivismo como sua ideologia,na qual o olhar para a sociedade deve ser neutra e é regida por leis naturais em que o homem não é capaz de mudar.Além disso faz paralelo com o historicismo e marxismo.
    A figura fictícia do Barão,em que suas aventuras perigosas e impossíveis,e sempre bem sucedidas,faz alusão direta a diversos pensadores positivistas que sempre acham uma maneira de sair de situações em que envolvem a teoria.

  120. Marieli Bianchi disse:

    A partir das leituras do modulo 2 e as reflexões remetidas pelo filme “As Aventuras do Barão de Münchchausen”, nota-se que o “Princípio do Barão de Muchhausen” retrata a ideologia positivista, assim uma sociedade deve ser neutra e suas leis naturais, o individuo não é capaz de mudar a realidade em que se insere, pois é “natural” as diferenças de classes, a relação de poder, não há o que questionar, pois assim como retratado pelo personagem do filme que vive em sua própria realidade longe do conflitos sociais, pois para tudo há uma “solução” natural possibilitando a constante manutenção da ordem.

  121. Maiara Carnelossi disse:

    Assistindo ao filme “As Aventuras do Barão de Münchchausen” e concluindo as leituras, podemos perceber que estes abordam a ideologia positivista, que nada mais é do que uma sociedade que deve ser neutra e suas leis também, pois assim é que se gerencia uma sociedade. O personagem do Barão mostra como isso acontece pois consegue sair de problemas difíceis usando estratégias mirabolantes e utópicas e desta maneira ele resolve tudo com resultados positivos. Assim é a sociedade positivista, segundo Lowy, pois é desta maneira que eles se livram de críticas e problemas.
    Essa é uma realidade que se difere da sociedade Marxista que é pautada em relações de classes e conhecimentos históricos.

  122. Vera Lucia Vançan disse:

    Para os positivistas a sociedade é regida por leis naturais e invariáveis, o que significa que não dependem da ação humana, sendo assim, na vida social reina uma harmonia natural, podendo ser epistemologicamente assimilada pela natureza e estudada a partir dos mesmos métodos e processos empregados pelas ciências da natureza, ou seja, devem limitar-se à observação e à explicação das causas dos fenômenos, de forma objetiva, neutra, livre de julgamentos de valor ou ideologias, descartando todas as pré-nocões e preconceitos.
    Michael Lowy, faz uma analogia às ideias positivistas com as idéias exageradas o Barão de Munchhausen, mostrando como que os argumentos positivistas são vazios, uma vez que, além de se basearem nos princípios do barão, são carregados de preconceitos.

  123. Noemi disse:

    De acordo com o texto de Michel Löwy, o positivismo fundado entre os séculos XVIII e XIX por Augusto Comte tem por princípios que as leis naturais regem a sociedade, e desta forma, considera que as ciências sociais possuem os mesmos valores que as ciências naturais, pois para ele, a sociedade e a natureza possuem as mesmas identidades. Assim, Comte procurava através do positivismo eliminar as concepções do Iluminismo e do socialismo utópico. Entretanto, a partir do século XIX com a ascensão da burguesia, o positivismo muda sua faceta para se identificar com a ordem social estabelecida. Durkheim, em seus estudos derivados de Comte, afirma que as leis naturais da sociedade são impossíveis de serem transformadas, pois ele procura legitimar a ordem burguesa. Nesta concepção, Durkheim defende através da teoria positivista que os pensamentos sociológicos deveriam ignorar os preconceitos e conflitos ideológicos, e sendo assim, não teria nenhuma contradição entre seu método conservador e a ciência imparcial. Diante desta ideia, procurava se liberar de fundamentos sociais, éticos e políticos de seu próprio método, sendo comparado pelo autor a história do Barão de Munchausen, o qual ao se ver afundado num pântano junto de seu cavalo, decide puxar a si mesmo pelos cabelos, conseguindo sair de tal situação.
    Em contraposição, Max Weber considerava as visões de mundo e os pressupostos sociais como essenciais para as atividades sociológicas. Weber se encontrava, de acordo com suas teorias, entre um dos discípulos de Durkheim, diferenciando-se pelo conhecimento da importância do pensamento sociológico, e assim, critica o positivismo enquanto filosofia Iluminista e voltada à economia política. O principio do barão de Munchausen era acreditar em uma sociedade utópica onde todos são bons e lutam por direitos iguais, uma sociedade onde todos são iguais.

  124. Mylena Pereira disse:

    De acordo com as leituras e o filme que assistimos, percebe-se que a característica do Barão de Munchausen é ligada ao positivismo, que é princípios que são dirigidos por leis naturais e invariáveis negando o condicionamento histórico, social e sua identidade com a natureza. O positivismo pautado no filme é caracterizado como positivismo lendário como Lowy, que mostra que em situações complicadas o Barão usa estratégias para se livrar e se dar bem, diferentemente das estratégias marxistas.

  125. Ana Claúdia disse:

    Baseada nas leituras e no filme “O Barão de Münchhausen” nota-se que nada mais é que uma analogia feita por meio de um personagem fictício ao Positivismo, que está supostamente livre de ideologias e de julgamentos, agindo de forma neutra, numa sociedade regida por leis naturais. Esta afirmação nega a questão histórico-social do conhecimento. Portanto, o Barão, assim como o Positivismo, é “combatido” ou superado pelo conhecimento histórico-social do Marxismo.

  126. maely disse:

    Com o filme “ As aventuras do Barão de Assistindo ao filme “As Aventuras do Barão de Münchchausen” e também com as leituras, vimos que se defendem a uma ideologia positivista. Que seria uma sociedade neutra, para que assim se previnam de problemas. Tornando o individuo incapaz de mudar sua realidade se conformando com as diferenças de classes, O personagem Barão mostra isso no filme, agindo de maneira mirabulante e fugindo das leis e regras mas contudo se dando bem, pois resolve de maneira positivista. Diferente de Marx que o critica como filosofia Iluminista e voltada à economia política.

  127. Letícia Gabriela de Oliveira disse:

    A partir das discussões empreendidas em sala de aula e das leituras realizadas no Módulo 2 da disciplina compreendi por meio dos excertos de Lowy que para os positivistas, tanto a ciência quanto os cientistas são isolados que qualquer influência do meio em que vivem, de modo que as suas teorias são embasadas de maneira neutra, sem influencia de qualquer governo ou ideologia,sendo explicada pelas leis naturais e não pelos fatos sociais. Todavia, sabemos que o faz o “ser humano” é o meio social, de modo que não é possível a existência de uma ciência neutra, positiva, que não revele padrões ou pensamento de seu interlocutor.
    Nesse contexto, o filme “ Barão de Münchhausen” é uma clara referência a ciência dita positivista, de modo que observamos as aventuras malucas de um individuo que vive isolado em seu próprio mundo e que sozinho consegue sair dos diversos “apertos” em que se mete, como por exemplo a cena em que consegue sair do pântano puxando sozinho os próprios cabelos.
    Esse pensamento foi criticado pelo marxismo, que ressalta a não neutralidade das coisas, e que o mundo é explicado por fatos sociais, e que os mesmo alicerçam todas as ideologias da nossa sociedade.

  128. América disse:

    É impossível explicar um fato ou fenômeno social de forma imparcial e neutra, com pretende a teoria positivista ,sem considerar todo o processo material histórico social, pelo qual determinada realidade transitou e se formou , antes de se instalar dentro da sociedade. A teoria de COMTE defende a ideia de que é possível explicar os fatos sociais pela mesma lógica da a razão , ou seja, cientificamente, enquanto que Karl Marx argumenta que é preciso fazer um analise geral, considerando o aspecto social, cultural e politico para se chegar à alguma conclusão sobre o mundo. Na visão positivista a razão é a solução para todos os males e a única via argumentativa para se explicar o mundo. Durkheim e os sociólogos defensores desta teoria tem uma visão utópica de mundo, achando que ela traz todas as respostas para explicar e solucionar os problemas, que adoecem a sociedade, eles defendem que o positivismo é sinônimo de evolução, de ordem, de progresso humano. No filme o Barão de Munchhausen é feito uma critica bem humorada da visão positivista, por intermédio deste personagem mirabolante, que sempre tem uma carta debaixo da manga, para resolver todo e qualquer problema, ao mesmo tempo, o autor do filme, desafia o poder da época, retratando ironicamente a opressão que a sociedade estava vivendo na década de 40, com o império nazista. Em algumas cenas percebemos o ataque ao raciocínio positivista, a exemplo quando o personagem consegue sair ‘’vivo’’ do vente do monstro marinho, se auto resgatar no lago , enfrentar um exército sozinho e sair vencedor, mostra a visão da superioridade positivista, que prega que tudo segue um curso natural, onde os fortes nunca perdem , só evoluem, dando a exata definição do capitalismo. O Barão usa de todo e qualquer subterfugio e passa por cima de tudo e de todos, para fazer com que sua vontade prevaleça sobre as dos outros, ele é o grande cérebro… os demais só devem seguir suas ordens e comandos. Nesta lógica os que ficam para traz são a mácula da sociedade, os fracos, a escória, os não preparados, os não apto, os fracassados. Trazendo para nossos dias este filme exemplifica muito bem o poder que o império capitalista exerce sobre a sociedade, onde mascara os problemas apresentando soluções imediatas e assintomáticas ou invés de profilática e curativa . A visão positivista se resume nesta frase: ‘’ordem e progresso’’, pois a sociedade deve seguir a ordem natural das coisas como qualquer outro organismo ,assim os mais fortes prevalecem sobre os mais fracos, por isso, manda quem pode obedece quem tem juízo, eu sei o que é melhor para vocês.

  129. Ana Marta Gonçalves Regalo disse:

    O personagem principal do filme “O Barão de Münchhausen” é um retrato do pensamento positivista. Ele tinha a “habilidade” de sair de situações complicadas e inusitadas com muita facilidade.

  130. Ludmila Lidiane Liduenha disse:

    O texto aborda O positivismo visto sob diversas maneiras em relação aos seu difusores como Condorcet, S. Simon, Comte, Durkheim, Pupper. Durante todo o texto percebe-se a tentativa dos seus divulgadores em expor seus pensamentos a cerca da neutralidade em relação aos diversos assuntos relacionados as ciências, a vida em sociedade. Em contraposição, Max Weber considerava as visões de mundo e os pressupostos sociais como essenciais para as atividades sociológicas. Weber se encontrava, de acordo com suas teorias, entre um dos discípulos de Durkheim, diferenciando-se pelo conhecimento da importância do pensamento sociológico, e assim, critica o positivismo enquanto filosofia Iluminista e voltado à economia política É feita uma comparação das atitudes positivistas com as ações realizadas pelo Barão de Murchhausen
    A intenção de se acreditar e colocar em prática uma ciência livre de observações e análises, vai contra as ideias de outro estudioso apresentado no texto, Weber, que acredita na importância dos pressupostos sociais. As principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” são as comparações feitas entre o barão e as correntes de pensamento, como: positivismo, historicismo e marxismo, destacando os dilemas, limites, contradições e contribuições dessas correntes para a construção de uma sociologia crítica.

  131. Ana Régio disse:

    Após estudos desenvolvidos neste módulo, compreende-se que o texto de Lowy expressa o positivismo e seus representantes e precursores, sendo eles Condorcet, Saint-Simon, Comte, Durkheim, Weber e Karl Popper. Em seu estudo, desses representantes, é feita uma comparação das atitudes positivistas com as ações realizadas pelo Barão de Murchhausen, que usa das suas estratégias para sair da “emboscada” em que se encontrava, assim como os positivistas também ao longo da história vão usando as suas estratégias para sair dos impasses teóricos que se deparavam conforme iam expondo os seus pensamentos, em volta da corrente teórica que os predominavam, ou seja, os positivistas são assim, segundo Lowy, utilizam idéias e táticas para escaparem à critica. O autor ainda expõe os confrontos entre as posições que os positivistas assumem em torno dos fenômenos ideológicos.

  132. Júlia Neves Ferreira disse:

    O documentário “Olhar Estrangeiro” retrata a visão e conceitos que pessoas de diversos países possuem em relação ao Brasil e nos mostra como essas concepções podem ser expressadas de maneira tão errônea. Demonstra também que essas imagens distorcidas do Brasil apresentadas no filme são construídas sem nenhum tipo de conhecimento prévio ou pesquisa sobre o local criando estereótipos que não existem. Portanto, a mídia age negativamente distorcendo a realidade do país por meio das poucas características que os estrangeiros conhecem sobre o local.
    No decorrer do texto, Löwy ”O Princípio do Barão de Munchhausen” ele discute sobre as concepções positivistas nas ciências sociais e traz uma crítica a essa corrente filosófica pelo fato de ignorar o condicionamento histórico-social do conhecimento. Além disso, descreve sobre o marxismo e destaca que essa corrente é a que mais se aproxima da solução dos problemas da sociedade.

  133. Maísa Gonçalves Lima disse:

    As características do Barão de Münchhausen se relacionam com a teoria positivista. Para o positivismo a sociedade é regida por leis naturais e invariáveis, ou seja, independentes da vontade e da ação humanas. Na vida social, para os positivistas reina um harmonia natural. Löwi faz uma analogia com a lenda do Barão de Münchhausen que consegue escapar de um pântano onde ele e seu cavalo estavam afundando, ao puxar a si próprio pelos cabelos. A objetividade positivista sobre as questões éticas, sociais ou políticas para o autor, é uma ilusão ou uma mistificação, uma vez que os positivistas clássicos, como Durkheim, consideram os preconceitos como verdades absolutas, deixando com isso evidente seus preconceitos estabelecidos.

  134. Verbênia Dias Araújo disse:

    O “Princípio do Barão de Münchhausen” retrata o pensamento da teoria positivista, a qual não está preocupada com a transformação da sociedade, ignorando assim a realidade. Uma de suas características é a neutralidade, onde observa os acontecimentos da sociedade como um acontecimento natural e não faz qualquer juízo de valor sobre os fatos sociais. A sociedade independe da vontade humana e está sendo regida por leis naturais, para essa corrente de pensamento. O personagem do Barão que representa esse pensamento, não se preocupa com as questões sociais e não considera os aspectos históricos-sociais da realidade, querendo se ver “livre” das questões sociais.

  135. Ana Cláudia de Oliveira Pereira disse:

    O “princípio do Barão de Münchhausen” é quando o pesquisador científico se livra, arrancando seus próprios cabelos (autoanálise crítica), do pântano onde seu cavalo se afundou (as motivações inconscientes-coletivas). O historicismo conservador do século XIX se transformou em relativismo e abriu caminho para a sociologia do conhecimento de Mannheim. O historicismo por si só, em geral, é uma corrente conservadora. Historicismo e conservadorismo aparecem assim como dois espelhos que se refletem. Mannheim diz que é preciso necessariamente passar pela antítese, é preciso ter atravessado a dinamização completa para poder encontrar a solução da problemática na síntese; neste sentido, mesmo o historicismo tornado relativista está mais próximo da solução que a filosofia estática com suas verdades absolutas formais. Para ele a formação e evolução do conjunto dos grupos sociais estão fundamentadas nas relações de produção e dominação.

  136. Adriane Ruis da Silva disse:

    O “Princípio do Barão de Münchhausen” é uma analogia a corrente positivista, ou seja, não há preocupações com as questões sociais ( até mesmo por não se estudar essas questões) e acredita- se que a sociedade, a ciência e os cientistas são neutros e portanto, as leis são naturais e independem da vontade, das ações humanas e de toda e qualquer ideologia e então exorcizam os juízos de valores. Os positivistas também não acreditam na evolução histórico-social. Eles querem esconder para onde vai o dinheiro que deveria ser investido nas questões sociais como um todo e se vêm num impasse diante da situação, porém acabam livrando-se dela e assim como conta a lenda, era o Barão, o qual sempre arrumava uma maneira para sair de situações complicadas e tornar-se vitorioso.

  137. Natália Diniz Feltrin disse:

    O “Princípio do Barão de Münchhausen” está ligado a corrente positivista, que tem como característica a neutralidade.Nessa corrente os fatos sociais são vistos de forma natural e a sociedade é regida por leis naturais e invariáveis, o que significa que não dependem da ação humana, portanto não podem ser modificadas.O pensamento do Barão apresentava essa perspectiva, pois ele fugia dos problemas de forma inusitada e via tudo de forma natural, ignorando os juízos de valores.

    • Carolina Puga disse:

      O Princípio do Barão de “Munchhausen” tem relação com a corrente positivista. Devido à essa relação, há uma neutralidade, essa corrente acredita que as leis são naturais e não dependem das ações humanas, ou seja, desconsidera os juízos de valor . A relação do positivismo com o Barão é feita por meio do pensamento do Barão, pois ele não levava em conta os juízos de valores e sempre arrumava uma maneira de escapar dos problemas e de se sair bem das situações.

  138. Marina Casadore Bianchi disse:

    O “Princípio do Barão de Münchhausen” faz uma analogia à corrente do Positivismo, que prega que os fatos sociais são regidos por leis naturais, não necessitando assim da interferência humana.
    Portanto, a partir desta corrente, o olhar com que se observamos os acontecimentos da natureza deve ser o mesmo para considerar acontecimentos humanos ignorando assim, qualquer relação de classes sociais e ideologias.

  139. Thalita Blanco Penha disse:

    Na lenda do Barão Münchhausen, em situações complicadas ele sempre consegue uma maneira de se livrar. Como retratado na imagem, ao ficar preso com seu cavalo em um pântano, o Barão consegue escapar puxando seus próprios cabelos.
    A teoria do positivismo pode ser relacionada a lenda do Barão, considerando que este também consegue escapar nas situações complicadas, mantendo no poder esse sistema despreocupado com questões sociais. No positivismo tudo é considerado um processo natural, que não depende de ideologias, vontades humanas entre outros fatores.
    O Barão Münchhausen possui o mesmo pensamento da corrente positivista , ignora valores morais e se livra de problemas das maneiras mais fáceis.

  140. Danielle Oliveira disse:

    O princípio do “Barão de Münchhausen” possui relação com a ideologia positivista.
    Essa ideologia positivista se destaca pela naturalidade das situações perante a sociedade, ou seja, trata os acontecimentos como algo imutável, totalmente oposto aos desejos e vontades humanas, ignorando a realidade dos fatos sociais.
    A relação entre o pensamento positivista e o Barão de Münchhausen é que, o segundo se isenta das questões sociais de formas cômodas e fácies para si próprio, assim também ignorando os valores morais e éticos de toda a sociedade.

  141. Amanda Vivan disse:

    O Barão de Münchhausen é uma metáfora sobre o positivismo. Este personagem da literatura européia, caracterizado pelo uso de mentiras para se safar das situações, representa as manobras de mascaramento da realidade da luta de classes cometidas pelos positivistas. Para os positivistas, a ciência é neutra por ser pautada em leis naturais universais e imutáveis, sendo isenta de juízo de valor, e essas leis também são aplicadas para explicar a sociedade, entendendo, portanto, que a sociedade é estática e deve buscar a harmonia, ignorando as desigualdades e contradições das relações sociais.

  142. Carolina Longo disse:

    “Princípio do Barão de Münchhausen” é uma analogia ao positivismo. Barão de Münchhausen é um personagem, criado por criado pelo escritor alemão Rudolf Erich Raspe (1736-1794), conhecido sua por suas mentiras e pelas diversas estratégias utilizadas para sair de situações difíceis e escapar de seus adversários. Sendo assim, tem características semelhantes a teoria positivista, que se fundamenta em uma sociedade com leis naturais e invariáveis, que independem da vontade e da ação humana, que ignoram julgamento de juízo de valor e preconceitos e que, assim como o personagem, usa de muitas ideias e estratégias para “contornar” diversas críticas e impasses teóricos.

  143. Rayane Silva disse:

    Para Lowy os positivistas isolam a ciência e os cientistas, sobre a influência do meio em que vivem, suas teorias são embasadas de maneira neutra, sem influência de governo ou ideologia, não sendo explicada pelos fatos sociais. Como destaque podemos notar o Barão de Munchhausen que é positivista com o conceito de se não enxergar as dificuldades estabelecendo uma igualdade tornando um discurso neutro, sendo usado para combater críticas, que se associa com o personagem do Barão que fazia diversas aventuras lúdicas em sua imaginação.

  144. Maria Paula Reis disse:

    O positivismo se fundamenta na sociedade regida por leis naturais e pode ser epistemologicamente assimilada pela natureza, livre de julgamentos ou ideologias. O positivismo moderno surgiu do Iluminismo, aplicando o novo método à moral, à política e à economia pública, seguindo um caminho nas ciências sociais quase tão seguro quanto o das ciências da natureza. Portanto, não se pode separar o combate à ciência social livre das paixões da luta revolucionária da filosofia iluminista contra os preconceitos do antigo regime. O relativismo, resultante da sociologia do conhecimento vem abrir caminho a uma autoconsciência crítica científica que fundamenta uma nova objetividade. Pensando em superar o “princípio da carruagem” que trata Weber, Mannhein volta ao princípio do Barão de Münchhausen que se livra do pântano onde seu cavalo afundou, arrancando seus próprios cabelos. Este personagem lendário, ao se deparar com situações difíceis, mente e utiliza táticas para se esquivar delas, obtendo resultados positivos, mesmo que suas estratégias sejam utópicas. Segundo Lowy, os positivistas utilizam igualmente táticas para se livrarem das críiticas, diferindo das correntes marxistas e historicistas, baseadas nas relações de classes e do conhecimento histórico-social.

  145. Alan da Silva Marques disse:

    Michael Lowy no livro “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen” faz uma alusão ao positivismo (filosofia que defende que o conhecimento científico é a única forma de conhecimento verdadeiro). Uma das principais críticas que Lowy faz é que o positivismo ignora o condicionamento histórico-social do conhecimento.

  146. Luis Henrique dos Santos Barcellos disse:

    Atolado num pântano, com seu cavalo, e vendo que não contava com a ajuda de ninguém para salvá-lo, o Barão de Münchhausen agarrou seus próprios cabelos e, por meio deles, puxou-se para cima, saiu da lama, trazendo também seu cavalo, entre as pernas, tirando-o do atoleiro. (Michael Lowy)
    Os autores apontam que as peripécias efetuadas pelo Barão de Münchhausen são típicas do positivismo, corrente teórica que funda a sociologia em fatos e dados e não considera a história e a sociedade. Para os positivistas, portanto, a sociedade está pautada em leis naturais, portanto devendo ser estudada pelos mesmos métodos das ciências da natureza, limitando-se a observação e e explicação causal dos fatos, de forma neutra e objetiva. Portanto, dada a naturalidade da sociedade, ela não é passível de transformação.

  147. Thailene disse:

    O livro “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen” (LÖWY, Michael) é baseado nas correntes do pensamento positivismo, historicismo e marxismo. Löwy nos mostra que qualquer questionamento à ordem estabelecida sempre foi visto como uma ameaça subversiva.
    Faz comparação com a história do Barão de Münchhausen, como uma “metáfora fortemente reveladora”, onde, por meio de golpes consegue escapar de situações difíceis.
    Aponta como uma das principais características da teoria positivista, a neutralidade axiológica. Trata também das concepções positivistas no domínio das ciências sociais e sobre seus pensadores, como Condorcet, Saint-Simon, Comte e Durkheim.

  148. Vivian Blanco disse:

    As principais características do Barão de Muchhausen é o positivismo que tem como princípio básico a ordem acima de tudo, que é usado como uma neutralidade no desenvolvimento de pesquisas. No texto Löwy, faz um paralelo entre os autores positivistas Saint-Simon e Condorcet ( utopia revolucionária) e Comte ( positivismo conservador).

  149. Cristiane Lilian disse:

    Michael Lowy critica, de forma assertiva, a visão propagada na série de histórias “As Aventuras do Barão de Münchhausen”. Para Lowy não há como se posicionar de forma neutra diante das ciências sociais e humanas, já que a ideologia de cada pesquisador influencia, durante todo o tempo, o julgamento daquele que se acha possuidor da neutralidade. Lowy acredita que no campo das ciências humanas, por mais que tente se abster de certos posicionamentos, isto não é possível, pois a ideologia é parte intrínseca do ser humano, mesmo que inconsciente. Com esta linha de raciocínio não há como se isentar dos juízos de valor para este ou aquele conhecimento quando se trata de conhecimentos sociais, ou seja, todos nós somos condicionados socio-historicamente. Na verdade, por trás de toda esta tentativa de “neutralidade” estava escondida uma luta ferrenha de classes, e também a guerra pelo poder e a manutenção da ordem. Propagar que a sociedade é regida por leis imutáveis, como as da natureza, significava dizer que o quadro que ali estava era o correto e desejável do ponto de vista natural; nada melhor que uma falácia travestida de ciência para aplacar os ânimos dos revolucionários proletariados, deveriam pensar os positivistas.

  150. Andréia Centurion disse:

    Após ter realizado uma leitura dos textos em questão, foi possível perceber que as principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” foi o positivismo .
    Pode-se dizer que o texto de Michael Lowy trás concepções positivistas no domínio das ciências sociais e sobre alguns pensadores, como: Condorcet, Augusto Comte, Saint-Simon, e Durkheim.
    O método positivo procura afastar a ameaça que representa as idéias negativas, críticas, dissolventes e subversivas da filosofia do Iluminismo e do socialismo utópico. De modo concreto do termo, o discurso positivista pode fazer economia de todo posicionamento ético ou político sobre o estado de coisas existentes: sem admirá-lo, ele se limita a constatar que este estado é natural, necessário, inevitável, e é produto de “leis invariáveis”.

  151. Edmar Ferreira Dias disse:

    Preso num pântano, com seu cavalo, e vendo que não contava com a ajuda de mais ninguém para ajudá-lo a se salvar. o Barão de Münchhausen, agarrou seus próprios cabelos e, por meio deles, puxou-se para cima, saiu da lama, trazendo também seu cavalo, entre as pernas, tirando-o do atoleiro. (Michael Lowy) Pode-se perceber que este quadro retrata fielmente o positivismo, ou seja, de que a ciência pode ser explicada por leis naturais e está completamente separada dos fatos meios sociais. Como se isso realmente fosse possível.

  152. Thainá Carmona disse:

    Através do “Princípio do Barão de Münchhausen”, Lowy pretende fazer uma introdução da sociologia do conhecimento,aprofundando-se nas três principais correntes existentes: o Positivismo, o Historicismo e o Marxismo.
    O Positivismo foi a primeira vertente da sociologia do conhecimento. Seus autores como Lowy, defendiam uma sociedade administrada por leis naturais e invariáveis; as ciências da sociedade, podem ser estudadas pelas mesmas “demárches” das ciências naturais; e seria possível um conhecimento objetivo e neutro, sem influências externas de qualquer preconceito do cientista.

  153. Aline Stelzer disse:

    A principal característica do Barão de Munchhausen é sua ligação com o positivismo, ou seja, ambos são regidos por leis naturais, não dependendo de ideologias. Barão de Munchhausen foi criado por um escritor alemão Rudolf Erich Raspe (1736 – 1794) era caracterizado por se sobressair em situações difíceis naturalmente, ignorando valores. No positivismo acreditava-se que a sociedade e os cientistas eram neutros, que eram regidos por leis naturais, que independem da ação humana.

  154. Tainara Rosa Teixeira Leandro disse:

    O “Princípio do Barão de Münchhausen” tem como principal característica o positivismo,tendo como ideia principal que é necessário separar os julgamentos de fatos dos julgamentos de valor, em que a finalidade deve ser atingir naturalidade serena, imparcial e objetiva. O Barão sempre dava um jeito de escapar das situações complicadas, assim como os positivistas, que não enfrentam as críticas e defendem que a sociedade é regida por leis naturais, isto é, invariáveis e independentes da vontade humana.

  155. Tainara Rodrigues disse:

    As principais características do “Princípio do Barão de Münchhausen” se definem na presença da corrente positivista, já que esta é baseada em uma sociedade de leis naturais e invariáveis. Neste contexto, podemos explicar o positivismo presente na história do Barão através das características de estratégias, façanhas e neutralidade em situações embaraçosas, por exemplo, em que se utilizava do exagero e da fantasia, exibindo um abundante idealismo, ausente da realidade propriamente dita, de forma a ignorar o condicionamento histórico-social do conhecimento, segundo Löwy.

  156. Talita G. O. Ribeiro disse:

    Michael Lowy, em seu livro as aventuras de karl marx contra o barão de munchausen irá questionar ser possível um modelo cientifico natural de objetividade nas ciências sociais. Partindo dessa questão ele faz a crítica aos positivistas que defendem uma lei natural e invariável da sociedade, da mesma forma, defendem a neutralidade do pesquisador que, entendendo a lei natural das coisas, acreditam que a sociedade pode ser estudada e explicada sem influência ideológica (do próprio pesquisador enquanto um ser histórico, cultural e social) ou sem influencias externas (históricas e sociais), mas mediante uma explicação casual dos fenômenos. Então ele faz uma alegoria dos positivistas com o Barão de Munchausen, pois usa de artífices e mentiras. Lowy diz que os positivistas fazem o mesmo escondendo suas ideologias, apresentando tal neutralidade, mascarando a realidade social. Sendo assim, para Lowy não é possível uma ciência neutra, positivista. Existem processos históricos e sociais que organizam a sociedade, as quais os positivistas escondem.

  157. POATAN PINOTI disse:

    Paixão e Zago, em seu texto, fazem uma importante critica as divisões feitas dentro do campo da sociologia e da influência que exercem os pensadores estrangeiros nas teorias sociológicas brasileiras. Tratam de duas vertentes, Sociologia e Educação, acentuando a estreita relação entre os dois campos, contudo, ressalta a problemática de se inferir um conceito de sociologia restrito à escola sem considerar todos os aspectos sociais envolvidos.
    A principal característica do Barão de Munchhausen é sua ligação com o positivismo, ou seja, ambos são regidos por leis naturais, não dependendo de ideologias. A crítica do autor é contra a linha dos autores do positivismo que nega o condicionamento histórico social do conhecimento e que defendem a aparência neutra do científico real e sem interferências subjetivas. Desta maneira, Michel Löwy mostra que qualquer questionamento à ordem estabelecida sempre foi visto como uma ameaça subversiva. O Positivismo é objetivo, preza a ordem e a neutralidade e diz que as leis naturais regem a sociedade, por esse motivo não podem ser mudadas. Seus principais precursores são: Saint-Simon, Condorcet (positivismo como utopia revolucionária) e Comte (positivismo como ideologia conservadora).

  158. Rafaella Valêncio disse:

    A principal questão que Löwy aborda no livro “As aventuras de Karl Marx contra o barão de Münchhausen” é das concepções positivistas nas ciências sociais e de seus precursores Condorcet, Saint Simon, Augusto Comte, Émile Durkheim, Max Weber e Karl Popper, onde faz uma crítica a essa corrente filosófica que não leva em conta os fatores históricos da humanidade. E ao analisar o marxismo e sua corrente historicista, é onde encontra o ideal mais próximo a solução dos problemas sociais, porque segundo Marx, as lutas de classe não podem ser compreendidas senão em relação com a história social e econômica, porque tudo se passa no movimento histórico do concreto. Por fim o autor faz a comparação entre as ideias positivista salvadora com o barão de Münchhausen, pois elas são utópicas igual o herói que vivia muitas aventuras fictícias usando suas estratégias para sair de “emboscadas” que se encontrava, assim como os positivistas ao longo da história para sair dos impasses teóricos que se deparavam ao expor seus pensamentos em volta da corrente teórica que os predominavam.

  159. Ana Júlia Avansi Mateus disse:

    Através do Barão de Münchhausen, o autor retrata o positivismo, onde o personagem é regido por façanhas e estratégias, sendo guiado pelas leis naturais. No livro “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen”, a principal questão para Michael Löwy são as correntes positivistas, onde ele trata essas concepções positivistas nas ciências sociais. Löwy apresenta o positivismo a partir de seus principais precursores, como, por exemplo, Augusto Comte, Émile Durkheim e Max Weber. No segundo capítulo do livro, Löwy destaca o conflito existente entre o positivismo e o marxismo, com ênfase na predominância e influência do historicismo conservador e historicismo relativista.

  160. Nathaly Martinez disse:

    No livro “As aventuras de Karl Marx contra Barão de Münchhausen”, Michael Löwy por meio da figura do Barão de Münchhausen, retrata o positivismo, pois é comparado o idealismo do positivismo com as aventuras que o herói vive, sendo sempre guiado pelas leis naturais. A principal questão abordada no livro são as correntes positivistas nas ciências sociais e seus principais precursores, tais como, Émile Durkheim, Max Weber e Augusto Comte. No livro, Löwy também faz uma crítica ao positivismo, por ser uma concepção, segundo ele, que não leva em consideração os fatores históricos da humanidade e por prezarem a neutralidade social.

  161. Amanda de Lima Dornellas disse:

    O Barão de Münchhausen representa o positivismo que é algo objetivo, as leis da natureza regem a sociedade por isso não depende de ideologias e que os cientistas eram neutros. Segundo Lowy, isso seria impossível porque, mesmo que seja inconsciente, somos seres sociologicamente politizados e a ideologia é inerente do ser humano.

  162. Giovanna Bertelli B Reis disse:

    Na figura do Barão de Münchhausen, Lowy faz uma crítica aos ideais do positivismo, comparando as aventuras do herói, guiado por leis naturais e vivendo num mundo idealista, onde sempre consegue escapar de situações devido a suas estratégias mirabolantes. Ao analisar as principais correntes do positivismo e seus precursores, o autor faz uma crítica ao fato de fatores históricos não serem considerados nas pesquisas. O autor ao analisar o marxismo, percebe que devido a sua corrente histórica, seria o ideal mais próximo para a resolução dos problemas sociais, pois não enxerga a humanidade de forma utópica, como os positivistas. No livro, também é destacado esse embate entre o historicismo conservador positivista e o historicismo relativista marxista.

  163. Jaqueline Garcia Alves disse:

    Um dos pontos que Michael Löwy analisa na obra “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen” é o conceito de ideologia. Para ele Condorcet, Saint-Simon, Augusto Comte e Émile Durkheim são positivistas. Eles afirmam que a sociologia e as ciências das sociedades devem examinar a realidade de uma forma neutra e isenta de julgamento de valores. Löwy comparam as contradições dos positivistas com uma narrativa do Barão de Münchhausen que conseguiu sair do pântano puxando seus próprios cabelos.

  164. Leonardo Ferraz disse:

    O texto de Lowy trara da relação entre o positivismo e teóricos positivistas. Ao longo do texto, Lowy discute as concepções positivistas nas ciências sociais, e faz crítica a essa corrente filosófica, por essa ignorar o condicionamento histórico-social do conhecimento. Ao falar sobre o marxismo, destaca que essa corrente é a que mais se aproxima da solução dos problemas da sociedade. A relação com as histórias e a personagem barão de Münchhausen se constroem por comparação com as ideologias positivistas.

  165. Carla Tainá Simioni Vieira disse:

    O texto de Lowi discorre sobre as concepções positivistas no campo das ciências sociais e seus precursores. Uma das características do positivismo é a negação do condicionamento histórico social do conhecimento e também considera que as leis naturais regem a sociedade, possuindo os mesmos valores e mesmas identidades, sendo assim, não podem ser mudadas. Podemos comparar o raciocínio de Barão de Munchhausen com o positivismo, porque ao se depararem com situações difíceis ou de críticas, usam estratégias e táticas para escaparem delas.

  166. Lara Libralão disse:

    Durante seu texto, Michael Löwy apresenta constantes críticas ao positivismo, comparando-o com o marxismo. O positivismo é um modelo filosófico que se baseia nas “leis naturais”, ou seja, as leis que não são obra dos homens, mas de uma força maior, uma lei divina e pré estabelecidas. Por acreditarem nessas leis como verdades absolutas e incontestáveis, acreditavam também que as ciências, durante suas análises e observações, devessem adotar um caráter apenas observatório, sem levantar indagações e questionamentos, mantendo-se neutra perante os acontecimentos. Ao adotar essa postura, a ciência não exerce sua função que é de criticidade e busca da verdade, portanto, conforme Marx denomina o positivismo, é uma ciência mentirosa, comparando-a com um personagem fictício, o Barão de Münchhausen que, por protagonizar aventuras um tanto quanto exageradas, é considerado o maior mentiroso do mundo. O positivismo, assim como o Barão, é considerado, pelos marxistas, como a filosofia mais mentirosa.

  167. Isabel Zambon disse:

    No texto ”As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Munchausen” de Michael Lowy, o autor cita o personagem fictício Barão de Munchausen que com mentiras e estratégias escapava de situações difíceis. Com isso, Lowy o relaciona com as teorias do positivismo em que ambos são regidos por leis naturais independentes de ideologias e critica também os positivas por negarem o condicionamento histórico-social do conhecimento.

  168. Beatriz de Barros Zamonel disse:

    Michel Lowy, no livro “As aventuras de Karl Marx contra o barão de Münchhausen”, usa a figura do Barão para falar sobre o positivismo. Os positivistas defendem a neutralidade, a separação entre sujeito e objeto e a sociedade como sendo um corpo social, que requer harmonia, ou seja, cada parte desse corpo exerce sua função para tudo funcionar. Em oposição a essa concepção tem-se o Marxismo, que defende o engajamento e o posicionamento político, a interação dialética entre sujeito e objeto e vê a sociedade como processos com continuidades e rupturas, e é formada por classes sociais.

  169. Natássia Novaes Pereira disse:

    Löwyl, em seu texto, apresenta o positivismo e alguns de seus precursores, como Comte e Durkheim, que, segundo ele, associam a busca do conhecimento com seus interesses pessoais. Diante dessa situação, o autor compara os pensadores com o Barão de Münchhausen, estrategista e calhorda guiado por leis naturais que sempre dava um “jeitinho” de sair das enrascadas em que se metia, semelhante aos positivistas que, ao longo da história, utilizaram de suas estratégias para desvencilhar-se de possíveis embates. Para o autor, o marxismo não observa a sociedade a partir de uma visão utópica, ao contrário, parte da análise real de uma sociedade real.

  170. Poliana Piatezzi disse:

    No livro “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Munchhausen”, Michel Lowy critica a corrente positivista e seus teóricos. Os teóricos positivistas tratam as causas sociais e realidades humanas com isenção, objetividade e neutralidade, em momentos que não é possível fazer uma análise da sociedade de forma neutra. Portanto, o positivismo defende que a sociedade é regida por leis naturais e, em seu livro, Lowly o relaciona com o personagem Barão de Munchhausen, pois, com suas estratégias, ele escapa de situações impossíveis e baseadas em mentiras.

  171. Paula Restivo Gardini disse:

    Os artifícios usados pelo Barão de Munchhausen o possibilitam de escapar de situações improváveis, tanto pelas mentiras, quanto pela necessidade de estratégias para se livrar dos problemas. A relação com a corrente positivista, se dá no sentido de que estes ideais lidam com a realidade de forma a neutralizar e adotar a ótica do senso comum sob os desafios sociais. Marx usa a comparação com o intuito de relacionar o “vazio” de não haver criticidade e questionamento nestas questões e pelo positivismo denomina-las regidas por algo maior, sem explicação palpável pelos homens, o que caracteriza a noção de fé, de crer em algo sem embasamento.

  172. Débora Ferreira Gite disse:

    A principal característica abordada no livro ” As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Munchhausen ” de Michael Lowy é a crítica ao positivismo, corrente filosófica que se baseia nas leis naturais assim como o Barão, que escapa de situações impossíveis sempre guiado por essas leis. O autor também crítica o fato do positivismo não levar em consideração o condicionamento histórico-social do conhecimento e por prezarem a neutralidade.

  173. Thaís Damaceno disse:

    De acordo com Michael Löwy, no positivismo as leis naturais regem a sociedade e não dependem da vontade humana. Com isso, a sociedade torna-se imutável, incontestável e os indivíduos são levados a aceitar o ambiente social que vivem, sem se ao menos se posicionar. Para os positivistas, as ciências sociais devem apenas observar e explicar os fenômenos de maneira neutra, sem fazer julgamentos ideológicos ou de valor. Em conformidade, por meio de estratégias pautadas no positivismo, Barão de Munchhausen se livra de acontecimentos improváveis.

  174. Lívia Maria de Souza Soares disse:

    No livro “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Munchhausen”, Michel Lowy critica a corrente positivista e a forma como tratam as causas sociais: sempre com neutralidade, objetividade e baseada no senso comum, onde a sociedade é vista como imutável e os indivíduos são obrigados a aceitar como ela é. Lowy faz uma comparação entre a corrente e o Barão, visto ele escapa de situações impossíveis guiados por essa lei, baseando-se em mentiras.

  175. Raquel Santos de Santana disse:

    O principal tema abordado no livro por Michael Löwy é a corrente de pensamento positivista o autor faz forte crítica a essa teoria uma vez que o compara com o Barão de Münchhausen personagem de ficção representado como “mentiroso e estrategista”, também é contra a neutralidade presente na teoria do positivismo e a aplicação do mesma nas ciências sociais.

  176. Carolina Zozzi Ferreira disse:

    O personagem Barão de Munchhausen, do livro de Michael Löwy, usa de estratégias para escapar de situações inesperadas.
    Löwy quer mostrar em seu livro que, ao contrario do positivismo, todo conhecimento e interpretação da realidade social estão ligados, direta ou indiretamente. Assim, o autor se posiciona contra a neutralidade pregada pela corrente positivista.

  177. Pietra Magela Silva Sinhorini disse:

    A principal característica do livro de Michel Lowy é a discussão sobre o positvismo. Lowy cita alguns pensadores e afirma que todos eles seguem o pensamento positivista, corrente que explica a sociedade por meio das leis naturais, ou seja, desconsidera a história e a sociedade vigente da época.
    O personagem fictício “Barão de Münchhausen” demonstra um exemplo da corrente positvista, a figura se livra dos seus problemas por meio de estratégias e mentiras que ajudam a escapar de situações complicadas com sucesso vivendo guiado pelas leia naturais e desconsiderando valores.

  178. Pietra Magela Silva Sinhorini disse:

    A principal característica do livro de Michel Lowy é a discussão sobre o positvismo. Lowy cita alguns pensadores e afirma que todos eles seguem o pensamento positivista, corrente que explica a sociedade por meio das leis naturais, ou seja, desconsidera a história e a sociedade vigente da época.
    O personagem fictício “Barão de Münchhausen” demonstra um exemplo da corrente positvista, a figura se livra dos seus problemas por meio de estratégias e mentiras que ajudam a escapar de situações complicadas com sucesso vivendo guiado pelas leia naturais e desconsiderando valores.

  179. Natália Pinheiro disse:

    O Princípio do Barão de Münchhausen trata de ideologia, uma grande questão para as ciencias sociais, diante da busca do conhecimento e a defesa de interesses particulare.
    A grande parte dos sociologos são positivistas e acreditam ser possível fundar uma sociologia sobre fatos e dados, de forma isenta e com a mesma objetividade com que observariam coisas. Löwy compara os positivistas ao Barão de Münchhausen, em que, atolado num pântano, com seu cavalo, e vendo que não contava com a ajuda de ninguém para salvá-lo, agarrou seus próprios cabelos e, por meio deles, puxou-se para cima, saiu da lama, trazendo também seu cavalo, entre as pernas, tirando-o do atoleiro.
    Para os positivistas a sociedade é regida por leis naturais e invariáveis, pode ser estudada pelos mesmos métodos que a natureza e devem limitar-se à observação e à explicação, de forma objetiva, neutra, livre de julgamentos de valor ou ideologias.
    Para os historicistas, todo fenômeno cultural, social ou político é histórico e não pode ser compreendido senão através de sua historicidade, além disso, existem diferenças fundamentais entre os fatos naturais e os fatos históricos e, consequentemente, entre as ciências que os estudam e concluem que não somente o objeto da pesquisa está imerso na história, mas também o sujeito, o próprio pesquisador, sua perspectiva, seu método, seu ponto de vista.
    O Marxismo foi a primeira corrente a colocar o problema do condicionamento histórico e social do pensamento e a desmascarar as ideologias de classe por detrás do discurso pretensamente neutro e objetivo dos economistas e outros cientistas sociais.

  180. Délys Louise de Lima Martins disse:

    A questão principal a que se propõe Michael Löwy no livro “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen” é, mediante, as correntes do pensamento (positivismo, historicismo e marxismo) examinar os dilemas, as contradições, os limites e as contribuições dessas correntes para a construção de um modelo de objetividade próprio das ciências humanas e para uma sociologia crítica do conhecimento. Sua perspectiva é o estudo das relações entre as classes, categorias sociais (utopia e ideologia) e conhecimento científico. A polissemia dos termos revela uma ambivalência de significados, que tratavam em diferentes correntes do pensamento, ideologia como oposição ou analogia a utopia.

  181. Damiana Alves Oliva da Cunha disse:

    Michael Löwy reflete principalmente sobre o positivismo, entre outros temas, do ponto de vista de vários autores e faz uma crítica a uma visão neutra da sociedade, que não leva em consideração aspectos importantes como o engajamento político, diferente do marxismo.

  182. Victória Carrazzone Gaetan disse:

    O positivismo, segundo Michel Lowi em seu livro “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Munchhausen”, é uma corrente filosófica que acredita que as leis naturais que regem a sociedade e portanto, as ciências sociais são iguais às ciências naturais, ou seja, não podem ser mudadas. Diferentemente do marxismo, uma corrente que leva em consideração a questão histórico-social.
    Nesse sentido, no “Princípio do o Barão de Münchhausen”, há uma analogia entre o Barão e os positivistas, pois ambos usam de estratégias para fugirem de críticas. Também, o Barão assim como o positivismo, é vencido pelo marxismo, que vê no estudo dos fatores históricos uma forma de acabar com os problemas sociais.

  183. Vitória disse:

    Examinando autores famosos como Augusto Comte e Émile Durkheim, Michael Lowy em “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Munchhausen” fala sobre esse princípio que se caracteriza por algo fácil e com pouco uso da verdade, como esse personagem de uma estória, que puxando os próprios cabelos conseguiu se salvar quando ficou atolado em lama. Os marxistas no entanto não conseguiram criar e tomar posse de uma mesma concepção de ideologia, com isso há diversos pontos de vistas, uns favorecem mais um pleno conhecimento e outros menos. Ainda para Lowy o positivismo é algo utópico e uma corrente que ignora o condicionamento histórico-social do conhecimento. É pensando nas contradições e limites que o autor busca compreender as contribuições dessas correntes para a construção de uma sociologia crítica.

  184. Tamires Gabriela E Squizato disse:

    A principal característica do livro é referente ao positivismo, onde o Barão de Münchhausen consegue sair de todas as suas situações através de exageros e utopias. Löwy, o autor, tece críticas através de comparações com outras correntes o historicismo e o marxismo com o positivismo.
    O positivismo é a corrente de pensamento que entende que o conhecimento verdadeiro só é possível por meio da observação e da aferição empírica do mundo.

  185. Ana Paula Angelon Delmonico disse:

    No livro As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen, Lowy faz uma analise das características das principais linhas de pensamento a respeito da ideologia. Analisando a sua relação com as ciências sociais, através de uma discussão sobre o positivismo, o historicismo e o marxismo.
    O autor tece uma crítica sobre o positivismo, enfatizando que este ignora a questão histórico-social ao qual a construção do do conhecimento está condicionando. Dando importância ao compromisso com a verdade, que segundo o autor é contemplada pelo marxismo, que trabalha a ciência social sob ótica do ponto de vista histórico social. O Barão representa ,portanto, o positivismo, vencido pelo socialismo de Marx.

  186. Emmanuela Amaral de Souza disse:

    Para Michael Lowy os positivistas lidam com a realidade humana com a mesma isenção e objetividade que observam coisas, equiparando o estudo da sociedade com as ciências da natureza. Entretanto, para Lowy isto não passa de ilusões positivistas, pois a neutralidade do conhecimento cientifico é inaplicável à questões de classes sociais. Segundo a premissa básica do positivismo, a sociedade é regida por leis naturais e invariáveis, contudo, os positivistas entram num verdadeiro impasse ao desconsiderarem problemáticas sociais que não podem ser esclarecidas a partir destas leis. Dentro deste impasse em que se encontram, positivistas utilizam-se de artifícios impraticáveis que podem ser comparados a velha estória do barão de Munchhausen que se retira do atoleiro juntamente com seu cavalo puxando seus próprios cabelos para cima. Diante disto, Lowy aponta que é preciso reconhecer a historicidade dos fatos a partir de diferentes pontos de vistas (proletariado e burguesia) a fim de conquistar um conhecimento completo e verdadeiro.

  187. Isabelli Brassali Jorge disse:

    Se pararmos para analisar o Positivismo e seus precursores, fica fácil perceber o que Löwy faz atraves do personagem Barão de Münchhausen e suas ideas mirabolantes- “O Barão afundado na areia junto a seu cavalo,cravou as esporas no bicho e puxando o proprio cabelo, pôs se para cima”. Esse conto, por exemplo, ilustra que no Positivismo, os fatores históricos não são considerados.

  188. Carla Braga disse:

    No livro “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen”, Michael Löwy, discorre sobre as correntes do pensamento positivista, historicista e marxista. Löwy se apresenta intolerante quanto aos conceitos já estabelecidos, visto como ameaça subversiva. “O positivismo, em sua figuração ideal-típica se fundamenta na sociedade regida por leis naturais, podendo ser epistemologicamente assimilada pela natureza e nas ciências firmadas de forma neutra, livre de julgamentos ou ideologias”.
    Por essa neutralidade, há a valorativa das ciências sociais conduzindo o positivismo, logicamente, a negar o condicionamento histórico-social do conhecimento.

  189. Caroline Paula Dodorico disse:

    O documentário: “O olhar estrangeiro” nos mostra a imagem que foi criada do nosso País frente ao mundo todo, imagem essa completamente fora da realidade que vários países tem sobre o Brasil. Mostra que um dos principais responsáveis por esta visão caótica, é o cinema internacional, que mostra cenas completamente fora da realidade brasileira, passando a imagem de que no Brasil só tem carnaval, futebol, mulheres e festas. Um documentário como esse é negativo para a imagem do país e o brasileiro sofre com os pré conceitos diante disso, em especial quando viajam para outros país.
    No capítulo “O positivismo ou o princípio do Barão de Münchhausen, em Lowy, M. “As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Münchhausen”. Cortez, 2009, apresenta uma discussão voltada ao positivismo, fala sobre os pensamentos de seus representantes. Dentre eles Augusto Comte que é considerado o fundador do positivismo, falando sobre a classe dominante, para ele as leis naturais e as leis da sociedade são inseparáveis, assim como para Durkheim. Diferente desses pensadores temos a linha de pensamento de Max Weber que tem o pensamento voltado para as ciências sociais.

  190. Giovana Mussi Polachini disse:

    Segundo Löwy, as principais características do positivismo ou “Princípio do Barão de Münchhausen” são: a sociedade é regida por leis naturais, independentes da vontade humana e invariáveis; a sociedade pode ser estudada utilizando os mesmos métodos e processos empregados pelas ciências da natureza; os eventos sociais devem ser observados e explicados pela ciência de forma objetiva e neutra, sem julgamento de valor. Já o marxismo, ao estudar e tentar entender a sociedade, considera os fatores históricos.-sociais.

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