Módulo 2 e 3 – Expressão Artística e Corporal

On março 17, 2011, in ArteEdu1, by Fábio Fernandes Villela

Bom Dia Alun@s! Tudo Bem?

Gostaria que vcs assistissem e elaborassem um comentário sobre os seguintes vídeos de Metodologia do Ensino de Artes:

Metodologias de Ensino em Artes Visuais:

http://www.youtube.com/watch?v=bOF4CKClSy4

Ana Mae Barbosa:

http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=PSaZT9CqqbE&feature=endscreen

http://www.youtube.com/watch?v=P2jBmBspKjM

http://www.youtube.com/watch?v=GEyFkpAWoa0

Proposta Triangular:

http://www.youtube.com/watch?v=6DUX5tx3ZSo

Recomendo também vcs olharem o site da Artística Plástica Edith Derdyk, da qual leremos alguns textos: http://www.edithderdyk.com.br/

Quem é Edith Derdyk? Edith Derdyk fez o curso de Licenciatura em Artes Plásticas pela FAAP (1977/1980). Realizou inúmeros trabalhos gráficos como capas de livro, capas de disco e ilustrações (as capas realizadas em conjunto com o fotógrafo Gal Oppido para o grupo de música popular RUMO). Foram editados 2 audiovisuais com caráter de ensaio (fotos de Carlos Fadon e trilha original composta por Paulo Tatit). Estes foram exibidos entre 1982/1985 no MIS, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Teatro Lira Paulistana, FAU e CCSP.

Escreveu e ilustrou 3 livros infantis: Estória Sem Fimmm (Summus Editorial/1980), O Colecionador de Palavras e A Sombra da Sandra Assanhada (ambos editados pela Editora Salesianas / 1986 e 1987 respectivamente). Atualmente está coordenando a Coleção Siricutico com as canções do selo Palavra Cantada, editados pela Cosac&Naify. Foram publicados 2 livros teóricos de sua autoria: Formas de Pensar o Desenho e O Desenho da Figura Humana, ambos editados pela Editora Scipione, 1988 e 1989 respectivamente. Lançou o livro Linha de Costura, pela Editora Iluminuras em 1997. Produziu o livro Vão (Edição Independente/1999); O que fica do que escapa (Edição Independente/2000); Fresta e Fiação (Edição Independente/2004). Em 2001 lançou pela Editora Escuta o livro Linha de Horizonte – por uma poética do ato criador.

Tem participado de exposições coletivas e individuais desde 1981 no Brasil e no exterior. Em 1996 foi convidada para ser uma das 4 artistas representando o Brasil na mostra Arte através dos oceanos, Copenhague, Dinamarca. Também participou de Sombras e Espelhos no MAM-SP e CCBB-RJ, curadoria de Aracy Amaral em 1994 e 1995. Em 1996 participou de 15 Artistas Brasileiros, curadoria de Tadeu Chiarelli, no MAM-SP E RJ. Em 1998 participou da exposição Arte Brasileira sobre Papel, organizada pelo MAM/SP com os trabalhos de acervo, curadoria de Tadeu Chiarelli. Também realizou em 2002 uma exposição individual como artista convidada no Centro Cultural São Paulo.Em 2003 participou da mostra Tecendo o Visível no Instituto Tomie Ohtake, curadoria de Agnaldo Farias. Em 2003 realizou as individuais Campo Dobrado no Museu de Arte de Santa Catarina / Florianópolis e Declive na Haim Chanin Fine Arts em Nova York / EUA. Tem participado de Feiras Internacionais (Arco, Miami Basel) representada pela Marília Razuk Galeria de Arte, onde realizou a individual Ângulos, em 2004.

Em 1999, conjuntamente com o artista Claudio Cretti, realizou o cenário para um pocket ópera Tupi tu és, dirigido por Ivaldo Bertazzo no SESC-Ipiranga e Teatro Municipal. Realizou em 2004 a cenografia para a peça Prova Contrária, dramaturgia de Fernando Bonassi e direção de Débora Dubois. SESC-Belenzinho. Em 1990 foi contemplada com a Bolsa para Artes Visuais/FIAT, resultando na exposição Viés, realizada no MASP. Em 1993 foi contemplada com uma bolsa como artista residente pelo MAC-USP, para desenvolver um trabalho por 2 meses, em Vermont Studio Center,USA. Em 1999 foi contemplada com uma bolsa dentro de um programa de pesquisa pela Instituição The Rockefeller Foundation como artista pesquisadora residente em Bellagio Center, Itália (maio/1999). Em 2002 foi contemplada com a Bolsa Vitae de Artes / Fundação Vitae. Foi contemplada pelo APCA (Associação Paulista dos Críricos de Arte) categoria Tridimensional do ano de 2002. Em 2004 ganhou Prêmio Revelação de Fotografia/Porto Seguro. Em 2007 é contemplada com Bolsa como artista residente no The Banf Centre/Canadá.

Tem trabalhos em coleções públicas: Pinacoteca do Estado de São Paulo; Fundação Padre Anchieta/São Paulo; Câmara Municipal de Piracicaba; Museu de Arte de Brasília; Museu de Arte Moderna -São Paulo; Instituto Cultural Itaú – SP; Secretaria Municipal da Cultura – Santos; Museu de Arte de Santa Catarina, Museu de Arte Moderna da Bahia; Dragão do Mar- Fortaleza; CCSP; Porto Seguro Fotografia; De Paw Institute/Indiana; Prefeitura de Nurnberg/Alemanha.

Em 2003 realizou as individuais Campo Dobrado no Museu de Arte de Santa Catarina / Florianópolis e Declive na Haim Chanin Fine Arts em Nova York / EUA. Tem participado de Feiras Internacionais (Arco, Miami Basel) representada pela Marília Razuk Galeria de Arte, onde realizou a individual Ângulos, em 2004. Em 2005 realizou a exposição individual Manhã como artista convidada do Paço das Artes. Em 2007 realizou exposição individual na Estação Pinacoteca do Estado de São Paulo, na Galeria de Marília Razuk e sala Especial de Fotografia/Prêmio Porto Seguro de Fotografia. Atualmente tem ministrado cursos livres e de aprofundamento para professores no Instituto Tomie Ohtake, Collégio das Artes e Fullframe Escola de Fotografia e b_arco/galeria Virgílio.

Texto retirado do site: http://www.edithderdyk.com.br/

 

112 Comentários “Módulo 2 e 3 – Expressão Artística e Corporal”

  1. Camila Tanure Duarte disse:

    Os textos “Vivências” e “Conceitos e Pré-Conceitos”, de Edith Derdyk, relatam respectivamente o trabalho profissional de educação artística com crianças e o desenho. A autora concebe o professor como mediador entre a criança e o conhecimento artístico. O desenho apresenta-se na escola através da matéria educação artística. Segundo o texto desenhar consiste-se em uma especialidade, uma manifestação humana, um meio de comunicação, movimento e expressão de pensamentos e sentimentos. O desenho permite entender o mundo e apropriar-se dele, assim como revela a percepção de mundo do desenhista. Uma definição de desenho apropriada inadequadamente pelas escolas e universidades é a de Ingres, artista neoclássico francês. De acordo com ele “o verdadeiro desenho era a linha”. Na sociedade contemporânea o desenho transmite os interesses da população e inventa produtos a serem consumidos.

  2. Lilian Maria da Silva disse:

    Referência: DERDIK, E. Vivências: Conceitos e Pré-conceitos. Formas de pensar o desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989.

    No texto, “A vivência na formação do educador”, a autora Edith Derdik nos apresenta a importância da arte na vida humana, em especial, a importância e o papel do desenho. Esta forma de arte está presente em todas as esferas da vida social, pois, como relembra a autora, tudo o que partilhamos e usamos foram um dia planejados e desenhados por alguém. Muitas vezes, não nos damos conta desse fato, pois, criamos e cristalizamos a idéia de que o desenho só se concebe com papel e lápis, visão que é criada e, muitas vezes, reforçada pela instituição escolar. No discorrer do texto, Derdik mostra-nos a história do desenho ao longo da tradição humana, enfatizando que essa forma artística esteve presente desde os primórdios da vida social. Após sua narrativa, chegamos a conclusão de que duas formas principais podem ser destacadas para compreender o desenho: i) o desenho institucionalizado, tal como ele é reproduzido na escola e, ii) o desenho informal, como forma de expressão pessoal. A escola, como tal se apresenta nos dias atuais, está “treinada” a formar especialistas, o conhecimento foi fragmentado em disciplinas e essas por mais que se relacionem e se complementem, parecem-nos dicotomias estanques. As crianças têm em sua natureza um espírito criativo, curioso e atento, que está apto a ser explorado de forma plena, procurando desenvolver, simultaneamente, o pensar e o fazer, coisas que, por vezes, parece impossível aos adultos, uma vez condicionados a como seres prontos e acabados. Nesse ponto, entra a vivência docente como fonte de conhecimento e ampliação das possibilidades criativas e artísticas das crianças. Esse é um desafio que se coloca ao ensino das artes e aos cursos de formação de professores: como aflorar essa vivência tão importante, quando o que se traz na bagagem são anos de deficiência, no que se refere ao envolvimento artístico?

  3. Ana Teresa S. Fiúsa disse:

    Referência: DERDYK, E. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grfaismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989 p. 9-46.

    O texto de Derdyk disserta sobre a importância da vivência prática da linguagem visual na formação do educador, ou seja, o professor deve ter contato direto com a arte em sua vida como por exemplo o teatro, a música, dança, artes visuais, dentre outros, para ser um bom educador das artes visuais. Em sua narrativa a autora nos traz concepções sobre a criança e o adulto, dizendo que “A criança é um ser em contínuo movimento” estando em estado de transformações física, perceptiva, psiquica, emocional, cognitiva, o que deperta nela a curiosidade. Já o adulto é um ser acabado que conhece seus limites. Com isso a autora nos fala sobre a importância da vivência prática, pois amplia a possibilidade expressiva e fornece um leque de repertório sendo fonte de crescimento, destacando a importância da vivência prática da linguagem na formação dos educadores. Ao longo da sua narrativa a autora nos fala sobre o desenho das crianças destacando que o desenho “como linguagem para a arte (…) é um instrumento de conhecimento possuindo grande capacidade de abrangência como meio de comunicação e expressão”, assim desenhar para a autora não é copia de figuras, mas é conhecer, é apropriar-se. Posteriomente a autora vai destacar que desenho não é somente coisa de lápis e papel subordinado a explicação de alguma idéia a representação de algum objeto, dessa forma com esse argumento a autora segue o texto nos mostrando que existem várias concepções sobre o desenho e que a concepção Neoclássica fancesa é inadequada pois diz que o verdadeiro desenho era a linha, e isto gerou uma apropriação inadequada deste conceito gerando as vertentes de ensino artístico que vigora até os nossos dias. Na verdade o que nos deve ficar claro segundo a autora é que o desenho é o exercício da inteligência humana, pois quando desenhamos nos apropriamos daquilo desenhado revelando-o, ou seja, ele é criativo é novo, é produto do pensamento humano. Assim fica plausível uma questão: Será que os cursos de formação de professores estão aptos a fazer valer a vivência prática da linguagem visual para o ensino das artes visuais? A mentalidade quanto ao ensino das artes deve ser revista pelos cursos de formação de professores.

  4. Jucélia Pena da Silva disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p. 9-46.

    O texto inicia explicitando a importância da vivência na formação das pessoas que trabalharão com crianças, ou seja, na formação dos educadores. De acordo com o texto, vivência “é a fonte do crescimento, o alicerce da construção de nossa entidade”. A vivência é importante na formação dos educadores porque eles serão transmissores de uma visão de mundo. Segundo a autora, o educador deve se instrumentalizar em relação à linguagem gráfica, se não ele poderá errar ao avaliar a expressão gráfica dos seus alunos. Edith afirma que essa instrumentalização do educador se dá através da vivência na linguagem gráfica. O texto também aborda a importância que os desenhos têm na escola, pois eles são um meio de comunicação, expressão e conhecimento. A autora afirma que os docentes de uma pré-escola não devem ensinar técnicas de desenho para os alunos, e sim deixá-los se expressar e comunicar por meio dos desenhos. Atualmente no Brasil, alguns docentes não enxergam os desenhos dos seus alunos como uma importante forma de expressão, por isso não se atentam em avaliar e compreender a expressão gráfica de suas crianças. Acredito que isso ocorra, infelizmente, pela precária formação de alguns professores. Em suma, considerei a leitura desse texto muito interessante.

  5. Simone Ferreira Lopes disse:

    DERDIK, E. Vivências: Conceitos e Pré-conceitos. Formas de pensar o desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989.

    O texto de Edith Derdick vem nos evidenciar a importância da arte na educação e na aquisição de conhecimentos para a vida me sociedade. O professor como um mediador desses conhecimentos deve transmiti-lo aos seus alunos de forma que o faça adquirir gosto por tal, e que entenda as suas especifidades. Esse educador deve ter plena consciência dos conteúdo que serão transmitidos às crianças, visando uma formação adequada, ou seja, formar em diversos âmbitos, e não simplesmente acreditar que tudo o que vemos por aí é arte. A arte deve ser trabalhada como algo que acrescenta à formação, que contribui para o processo de humanização do indivíduo, não se pode deixar levar por algumas expressões artísticas que tem implicítos alguns interesses que de certa maneira alienam o ser humano. Po isso acredito que profissional que irá trabalhar artes com seu alunos deve ter conhecimento mais aprofundado da área.

  6. Numiá Sarkis de Souza disse:

    DERDIK, E. Vivências: Conceitos e Pré-conceitos. Formas de pensar o desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989.

    O texto se apóia na hipótese de que “A vivência é a fonte do crescimento, o alicerce da construção de nossa entidade” e só ela assegura ao educador, que, em constante processo de aprendizagem, competência para lidar com a criança em sua totalidade. A vivência é a condição da existência humana. Derdyk introduz, neste contexto, o desenho como principal instrumento do educador. Imprescindível vivenciar a linguagem do desenho para que se abram novas formas de olhar e pensar o mundo. A urbanidade pressupõe a necessidade de especialidades nas diferentes áreas o que acaba condenando o homem urbano a negar sua complexidade. Nesta perspectiva fragmentária o sistema educacional privilegia a formação técnica e profissionalizante, produz educadores despreparados, com uma formação deficitária, super valorizando o ensino de técnicas, sufocando a natural ingenuidade criativa da criança para quem o desenho é um poderoso instrumento de acesso ao imaginário, como expressão de sentimentos, carências e apropriação de si mesmo. O desenho sofre intensa evolução histórica passando por difentes conceitos desde seu uso nas cavernas, à construção de maquinários, ao desenho industrial, na arquitetura, na ilustração, entre outros. Nossas instituições de ensino, apoiando-se equivocadamente no conceito neoclássico francês que via a linha “como elemento configurador subordinado à forma”, baseou todo ensino artístico nesta visão, faltando-nos uma “significação mais rica e mais humana”. Bergson amplia o conceito de linha ao afirmar “Nunca, antes de Klee, havia-se deixado uma linha sonhar”, com este olhar a linha perde sua limitada dureza para adquirir insondáveis sentidos. O desenho revela sua autonomia e seu valor, muitas vezes superior à própria palavra, sendo meio de expressão e apoio para quase todas as áreas do saber, é a base de quase todo projeto social. Finalizando, me apóio no pensamento de Ana Mae: “Seria ocioso demonstrar a indispensabilidade do Desenho para os artistas, para os operários, para os engenheiros e para todas as profissões conexas. Para esses o Desenho vale mais do que a escrita e até mais do que a palavra.” O texto faz uma reflexão coerente e pertinente sobre a equivocada abordagem do arte-educador brasileiro e aponta para urgente necessidade de ampliar e humanizar este trabalho cuja importância é inquestionável no desenvolvimento infantil.

  7. Livia Bini disse:

    Referência Bibliográfica: DERDIK, EDITH. Vivências: Conceitos e Pré-conceitos. Formas de pensar o desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989.

    O texto de Derdik fala inicialmente, da importância da vivência na formação do educador, pois este, como a autora mesmo afirma é “um porta-voz de uma visão de mundo, transmissor de comportamento”, sendo assim, a vivência que o professor perpassará aos seus alunos determinará na formação de seres humanos que viverão em sociedade.
    A escola, por sua vez, é um canal que passa conteídos e visões culturais. O professor precisa, portanto, estar apto a trabalhar com a linguagem gráfica e essa formação se dá por meio da vivência prática da linguagem.
    Posteriormente a essa discussão, a autora trata mais especificamente do desenho. Ela coloca que o desenho é uma forma de linguagem e deve ser acessivel a todos.
    Achei interessante a colocação da autora de que a criança ao mesmo tempo em que desenha, canta, dança e conta histórias, ou seja, o desenho impulsiona outras manifestações, dando origem a uma caminhada pela “quintal do imaginário”.
    O desenho torna-se, dessa forma, uma maneira de refletir, abstrair e conceitualizar o ambiente em que se vive, indo muito além de uma simples manifestação gráfica.

  8. Mayara disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p. 9-46.

    Neste texto a autora Edith Derdyk vem evidenciar a imporância da vivência prática da linguagem visual, que é considerada um pressuposto básico na formação dos futuros educadores. A autora traz também a criança como um ser em contínuo movimento, em estado de eterna transformação física, perceptiva, psíquica, emocional e cognitiva, o que faz com que ela tenha um espírito curioso, atento e experimental. Por isso a criança vive em um estado de encantamento diante de tudo que a rodeia (pessoas, objetos e situações). Já o adulto é citado por ela como produto acabado, que conhece suas limitações e “cresce dentro de uma roupa que se torna cada vez mais apertada”, com ares envelhecidos diante de uma vida sedentária. Seguindo este pensamento, a autora diz que a importância da vivência da Linguagem Visual se dá pelo fato de esta ser uma fonte de crescimento, um alicerce na construção de nossa identidade, que fornece um leque de repertório, amplia a possibilidade expressiva. A vivência da Linguagem Visual é também citada pela autora como um processo de desalienação, pois ela significa um caminho aberto para o desconhecido, ampliando a nossa consciência. Seja ela de natureza contemplativa ou ativa, é uma condição para a nossa sobrevivência. Mediante essas afirmações a autora traz ideias já conhecidas como a da formação unilateral e a omnilateral, na perspectiva do homem e do trabalho. A partir do momento que o ser humano vivencia e descobre-se como um ser unilateral, se conscientiza disso, ele pode tentar uma transformação. Nessa direção vem a perspectiva da emancipação dos sentidos humanos, que pode ser oriunda de uma educação plástica/artística. Neste sentido a autora traz a arte como “o que humaniza o ser humano” diante de sua vivência.

  9. Mariana de Oliveira Brandolezi disse:

    O texto “Formas de pensar o desenho: Desenvolvimento do grafismo infantil”, de Edith Derdyk, afirma que crianças e adultos são diferentes em várias perspectivas, como em relação a visão que possuem do mundo e do tempo. As crianças estão em constante movimento e transformação e o adulto se enxerga como ser acabado, completo, o que impede o exercício do desejo criativo. A medida em que vamos vivemos, adquirimos novas experiências, o que colabora para a aquisição de novos conhecimentos e da nossa transformação, portanto a vivência é a condição para a nossa existência, amplia-nos a possibilidade expressiva. Todas as pessoas são inatamente criadoras e tem capacidade para aprender, independentemente de sua formação cultural. O professor é um formador de visão de mundo e um modelo de comportamento, portando, interfere diretamente na formação de seres sócias e individuais. As escolas não devem proporcionar uma formação unilateral, como é feito e sim, omnilateral, para que possa estimular o ato perceptivo na Arte. O desenho não deve ser visto com um simples rabisco pois, se constitui em um instrumento de conhecimento muito abrangente, como meio de comunicação, de expressão e de socialização. O movimento artístico que deve ser trabalho com as crianças é no sentido de desalienar, uma vez que elas são submetidas a um condicionamento cultural sobre o qual vão operar, onde existem representações diversas da realidade através do desenho animado e do quadrinho, por exemplo. Deve-se ensinar as crianças à exercer o desejo criativo livremente e oferecer ferramentas para que isso possa ocorrer, além de apresentá-las as várias linguagens presentes na Arte.

  10. Paula Bastos de Oliveira disse:

    O texto de Edith Derdyk a princípio nos mostra que a criança é um ser em contínuo movimento e vive em estado de eterna transformação. Já o adulto é concebido como ser acabado que conhece seus limites e percebe melhor o tempo. Essa visão do adulto não colabora para o exercício do desejo criativo, pois este está ligado à possibilidade de novas experiências que trazem junto transformações na maneira de pensar, de agir e de enxergar o mundo, portanto, a vivência da linguagem visual é importante, pois é uma fonte de crescimento, amplia possibilidades e expectativas. Outros fatores que nos impedem de exercer nosso desejo criativo é o processo de alienação no qual vivemos e a formação unilateral que nos é imposta, ao invés de uma formação completa enquanto seres humanos (formação omnilateral). Todas as pessoas são capazes de criar e aprender, os professores devem ter essa idéia e trabalhar para que o desejo criativo seja despertado, proporcionando novas vivências para as crianças pois a vivência é a condição para a nossa existência o que amplia a possibilidade expressiva. O professor deve ter consciência de que é um formador de visão e um modelo de comportamento. Deve trabalhar adequadamente com o desenho, levando em consideração que apesar de efêmero, é uma forma de expressão e de socialização. Deve ter cuidado com a variedade de representações presentes da realidade, vista a todo momento em propagandas, desenhos animados, revistas infantis e trabalhar para que os alunos tenham um maior contato com as várias linguagens e perspectivas da Arte.

  11. Lais disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p. 9-46.

    Em seu texto, “A vivência na formação do educador”, Edith Derdyk relata a importancia da arte na vida das pessoas, pensando, principalmente, na arte do desenho. Refletindo desse modo, é possivel compreender que tudo que nos cerca um dia foi planejado ou desenhado para estar exercendo algum papel. A autora destaca o pensamento de que toda criança é um ser em constante desenvolvimento e que está a todo momento capacitada para adquirir novas aprendizagens. Essa visão se contrapõe a partir do momento em que visualizamos o adulto como um ser acabado, incapaz de superar seus limites. Com esse pensamento, acabamos por mutilar toda a criatividade de um ser em formção. O professor em sua mais ampla função tem de aproveitar todas as capacidades e habilidades de uma criança, para que haja criações e desejos produtivos que podem despertar muitas aprendizagens.

  12. Tatiani disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p. 9-46.

    O texto ” A vivência na formação do educador” retrata a importância da arte na vida do ser humano e na prática do profissional docente. A autora relata em seu texto o quanto é importante o trabalho artístico principalmente com as crianças, que segundo a autora, é considerado um ser em constante movimento e desenvolvimento.
    O profissional docente deve agir em sua prática como um mediador, de maneira que se desperte nas crianças o interesse e a criatividade, possibilitando ao aluno ferramentas e situações que essa criatividade seja desenvolvida. Edith destaca também a importância do desenho que é considerado uma valorosa forma de expressão artística, e que por isso o professor deve considerar e valorizar todas essas expressões artísticas, todos os desenhos feitos pelas crianças que são considerados como forma de expressão e socialização.
    Em resumo, esse texto nos apresenta de maneira muito objetiva e clara como deve ser a postura do educador ao trabalhar arte na educação e o quanto é importante sua utilização para o desenvolvimento das crianças, possibilitando diversas aprendizagens.

  13. Fernanda Vollet disse:

    Texto “A vivência na formação do educador” – Edith Derdyk

    Inicialmente é apresentada pela autora a diferença artística entre crianças e adultos. As crianças apresentam livre expressão do pensamento, o que pode ser representado em um desenho. A escola, como ambiente da manifestação artística das crianças, é destacada no texto, o que também leva a discutir sobre a formação dos educadores. A vivência da linguagem prática é fundamental para os que trabalham nesta área, visto que não há como saber do processo sem ter passado por ele, a principal dificuldade de uma intervenção correta dos educadores é devido à sua formação deficitária, por isso, sem a vivência, não há como ter conhecimento da linguagem gráfica.
    A criança como um ser global, manifesta-se artisticamente em busca do conhecimento, e o faz de várias formas, não só pelo simples desenho com lápis e papel, mas também cantando, dançando, através do teatro, e com muitas outras técnicas e materiais diversos, proporcionando a exteriorização do pensamento e da imaginação. Além disso, o desenho constitui não somente os trabalhos de escola das crianças, mas também diversos tipos de manifestações populares em muros, ruas e até mesmo em propagandas de outdoor, significando os registros humanos, a necessidade de deixar marcas. O desenho não é só obra de artista, é a manifestação da inteligência humana.

  14. Tamires Dorneles e Silva Pieruccini disse:

    DERDYK, Edith. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989.

    Por meio do texto de Edith Derdyk pude perceber a importância do desenho para o processo de criação do ser humano. O desenho está presente na vida social, nas construções em geral: cidades, móveis, máquinas; na comunicação; na expressão; nas tentativas e possibilidades de concretização de uma obra de arte; nas vestimentas; nos rostos, etc.
    O desenho é parte essencial no processo de criação, por isso deve ser trabalhado nas escolas a fim de garantir a criativida humana, a sua formação em completude, não somente profissionalizante ou tecnicista, mas também a sua linguagem artítisca.
    O desenho não requer muitos materiais para ser realizado, pois com um simples graveto e areia é possível desenhar. Por isso, Derdyk propõe a utilização do desenho como instrumento de guerrilha, a fim de garantir “a arte do mínimo, a arte da sobrevivência” (DERDYK, p.49).
    Gostei muito do texto devido a essa preocupação com a formação humana, uma formação não fragmentada capaz de desenvolver a unidade do ser humano em completude. Mas ainda falta um longo caminho para que essa educação possa ser realizada, há um problema na formação de professores e de pedagogos, muitas vezes falta-lhes uma vivência dessa linguagem artística e sem ela esse trabalho fica prejudicado.

  15. Marilaine Lopes Barboza disse:

    DERDYK, Edith. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989.

    Derdyk (1989), em seu texto, define a criança com um “ser em contínuo movimento” e o adulto como um “ser acabado”, para a autora, a vivência é a base da construção de nossa identidade e o que possibilita ampliarmos nossa consciência. Derdyk diz que todos somos inatamente criadores, mas há algo que impede-nos, a concepção de sermos um ser acabado e estável. A vivência está diretamente ligada ao processo produtivo, o ato de conhecer e de criar do homem. Segundo Derdyk, a educação não está separada do viver, assim, a formação dos educadores requer a vivência da linguagem gráfica. Mas, como a sociedade é forma por homens fragmentados isso dificulta a compreensão do todo e propicia a dominação e ilusão do conhecimento. Para autora, a criança se expressa no cantar, desenhar, dançar … ela mescla suas manifestações expressivas. O Desenho é um instrumento de conhecimento pelo qual o homem se comunica e se expressa, pois, quando compreendemos a globalidade de nossa historia, “(…) percebemos uma carga de significado mais ampla do que um simples manejo de lápis sobre um papel em branco”. ( Derdyk, 1989, p. 26)

  16. Fernanda Mariane disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p. 9-46.

    O texto de Derdyk mostra a importância do educador , em especial o profissional de educação artística. A autora relata em seu texto “Vivências: Conceitos e Pré-conceitos” a seriedade com que um professor de artes deve atuar sendo mediador do conhecimento do aluno, sabendo como intervir e aperfeiçoar o desenvolvimento do aluno.
    Além disso, a autora afirma sobre a necessidade do professor ter contato com a diversidade artística (musica, teatro, dança, etc) com o objetivo de ser um profissional completo para o desenvolvimento do aluno.
    A escola, como o meio pelo o qual o aluno adquire todo esse conhecimento é o espaço fundamental para que a criança tenha sua manifestação artística.
    Fica claro portanto, que o texto relata a importância do educador como mediador na formação e desenvolvimento das relações e manifestações artísticas pelos alunos. E a importância de uma boa formação para tal desenvolvimento dos alunos.

  17. Betânia Ap. Ferreira disse:

    DERDYK, Edith. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989.

    O texto aborda partindo da visão de que a criança é um ser em contínuo movimento, ou seja, ela está em um processo de transformação, em todo momento surgem novas barreiras, novos desafios a serem conquistados e através da vivência elas ampliam a consciência por meio desta. Partindo do pressuposto que o educador deveria ter a vivência prática da linguagem, ele saberia “ouvir” melhor as crianças, fazendo uma interdisciplinaridade com todas as instâncias que cooperam para o desenvolvimento da criança. O desenho um meio de linguagem pelo quais os professores muito se utilizam nas salas de aula é um meio de expressão e de comunicação para com a criança, o desenhar refere-se ao projetar, representar ou reproduzir algo, já que este está exposto de várias formas na sociedade em que se vivem tornando o desenho uma das maiores utilidades para os professores relacionado com as crianças.

  18. Juliana Saab disse:

    DERDYK, Edith. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989.

    O texto de Derdyk (1989), trata do processo vivencial da criança que relaciona o mundo e a arte. A autora faz colocações muito interessantes e que devem ser levadas em conta, pelo professor e pela escola. Começa o texto afirmando que a criança está presente em tudo que produz, por isso a sua vivência com o mundo é tão importante para sua formação. “O processo vivencial está diretamente ligado ao processo criativo.” (pág 12)
    A escola é o meio que operacionaliza essas vivencias, por isso chama atenção para formação do professor: não avaliar incorretamente os desenhos, saber aplicar corretamente a disciplina e relacioná-la com as demais. O desenho é uma linguagem que todos tem direito. Enquanto desenha a criança apresenta outras manifestações que são importantes tanto para incentivo de “vocação” quanto para futuras avaliações. Os desenhos podem ser utilizados como um meio de comunicação, expressão ou aplicados no trabalho como, desenho industrial e arquitetura e representações gráficas. Esses podem e devem ser representados em diferentes materiais que não só papel e lápis. O professor deve ajudar a criança nesse processo de vivencia, criação, imaginação e expressão mostrando-lhes materiais e aguçando suas ideias.

  19. Talita C. L. Nogueira disse:

    Post 2: DERDYK, Edith. A Vivência na formação do educador. In: ___. Formas de pensar o desenho: desenvolvimento do grafismo infantil. São Paulo: Scipione, 1989

    De acordo com o texto, na sociedade atual o adulto é um ser acabado, e que não consegue exercer seu desejo criativo (inato) por estar preso a essa ideia. Já no caso das crianças, são seres em desenvolvimento, e por isso deve-se ‘ensiná-las a desenhar’. O que é defendido pela autora nesse caso é que o educador, muitas vezes sem formação restringe e não interpreta corretamente o desenho infantil, sendo necessário para isso, a vivência da linguagem prática, saber que a manifestação artística é para a criança uma busca do conhecimento, essa vivência possibilita ao educador ‘ouvir melhor as crianças’. A educação que se instala para formação do educador fragmenta conceitos, o que dificulta a visão do todo e causa ilusão do conhecimento, no caso da vivência da linguagem prática o conhecimento torna-se verdadeiro por ter sido presenciado.
    A argumentação da autora é pautada na desalienação de um conceito imposto sobre a arte, exposto no texto principalmente pelo desenho, que visto como simples rabisco (no caso de crianças pequenas) pode significar expressão do imaginário e desenvolvimento da socialização na criança. Desta forma, o desenho não é apenas manifestação gráfica é uma forma de conhecimento.

    • Talita C. L. Nogueira disse:

      Professor, havia feito o post 2 no módulo 1, no dia 16/3, só hoje vi que havia um novo espaço para o post e por isso estou enviando com atraso, embora já tivesse postado na data combinada, mas fora do espaço.

  20. Talita C. L. Nogueira disse:

    [3] AESLAN, L. M.; IAVELBERG, R. O Ensino de Arte no início do Século XXI. In: ______. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1-11.

    A autora afirma que as transformações das teorias, tanto de arte quanto da educação, articulam-se com as práticas. Dessa forma se entende que teoria e prática andam juntas e se complementam. Este texto nos mostra o caminho das teorias pedagógicas e as práticas trabalhadas no Brasil a partir do século XIX.
    A arte européia influenciou o início do século, junto a escola tradicional; na escola renovada, como o próprio nome sugere, renova-se as aulas de arte com a experimentação de técnicas que são até hoje utilizadas como a colagem, trabalho com anilina, vela e modelagem com argila. Essa nova tendência é voltada ao desenvolvimento do potencial criador do aluno e o PCN, na escola contemporânea, reforça a importância da arte e reorienta a visão de ensino desta disciplina, propondo conteúdos e orientações além de sugerir a articulação com os temas transversais. Arte aparece com a mesma importância das demais disciplinas.
    Arslan (2007) também aborda a importância da formação de professores para esta disciplina. Propõe que estes profissionais entrem em contato com a arte, por meio de procedimentos, valores e experiências e reflita sobre todos os aspectos para poder ensinar aquilo que conhece. A arte é prazerosa para quem a faz mostrando o sujeito como conhecedor e produtor de arte e imprescindível no processo de humanização.

  21. Talita C. L. Nogueira disse:

    [4] GREIG, Philippe. A criança e seu desenho. São Paulo: Artmed, 2004. p. 19-54.

    O autor analisa o desenvolvimento do rabisco ao desenho relacionando-o intimamente com o desenvolvimento comportamental da criança.
    Desperata-nos atenção para a valorização deste tipo de linguagem em que a criança se expressa e afirma que muitas vezes a falta de interesse dos adultos aos rabiscos faz com que elas sobrecarreguem os traços deixando ofuscado e propõe criarmos possibilidades da criança evoluir o seu rabisco, deixando-o cada vez mais claro. O autor relaciona a evolução rica do rabisco tanto com o potencial da criança quanto com o clima familiar que ela está vivenciando. Se ela está diante situações favoráveis ao seu desenvolvimento, a criança passa dos rabiscos primitivos aos rabiscos compostos; caso contrário, manifesta o atraso e às vezes nem os rabiscos primitivos aparecem. Isso nos mostra a importância de se valorizar toda a forma de expressão da criança para que possamos saber o que ela está sentindo e expressando para que possamos intervir. Bernson (apud Greig, 2004) afirma que o bem-estar arredonda, expande e harmoniza os movimentos e o mal-estar o encolhe, prende e diminui. O rabisco é uma das formas da criança retratar o que está vivenciando interna ou externamente. O conhecimento do significado destas expressões é de fundamental importância aos profissionais da educação, principalmente a infantil, que vivem constantemente com estas situações. Os rabiscos revelam comportamentos, sentimentos e a identidade da criança.

  22. Camila Tanure Duarte disse:

    ARSLAN, Luciana Mourão; IAVELBERG, Rosa. O Ensino de Arte no Início do Século XXI. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1-11.

    O texto “O Ensino de Arte no Início do Século XXI”, de Luciana Mourão Arslan e Rosa Iavelberg, mostra como foi o ensino de arte ao decorrer da história até o XXI, além de sua importância. A arte européia, assim como a escola tradicional, antecederam a escola renovada, que possui técnicas muito utilizadas pelos professores de artes plásticas hoje. Segundo as autoras, o PCN também colabora para a implantação das artes plásticas, incentivando a produção criativa do aluno. Aliar teoria e prática e investir numa boa formação profissional colaboram para que o aluno perceba a importância da arte e aprecie-a.

    GREIG, Philippe. O Nascimento da linguagem Plástica. A Criança e seu Desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 19-54.

    Os textos “A passagem ao ato de rabiscar”, “A realização do círculo e a figura-girino” e “Da figura-girino aos ideogramas: aspectos de uma verdadeira linguagem”, de Philippe Greig, relatam a evolução do desenho infantil. O primeiro capítulo define rabiscar como círculos ou varreduras feitas pelo movimento, muitas vezes brusco, das crianças nas suas primeiras manifestações plásticas. Os movimentos circulares e de vaivém constituem os dois rabiscos de base infantil. Os rabiscos iniciam-se com os primitivos, evolui para os dois rabiscos de base, posteriormente desenvolve-se para o rabisco circular e por fim o composto. Mesmo com a apropriação da figuração e da escrita os rabiscos podem voltar a aparecer, até mesmo nos adultos. O segundo capítulo afirma que aos três anos, em média, a criança capacita-se no desenho de círculos. As primeiras figuras-girino, em geral, apresentam olhos e traçado de base. As figuras irradiantes (um círculo acompanhado de traços ao seu redor) são posteriormente acompanhadas de figuras continentes (círculos preenchidos). Posteriormente a figura-girino acompanha-se das duas formas: irradiante e continente. Segundo o terceiro capítulo, na figura-girino a figura irradiante auxilia no desenho do corpo e a continente no do rosto.

  23. Jucélia Pena da Silva disse:

    ARSLAN, Luciana Mourão; IAVELBERG, Rosa. O Ensino de Arte no início do Século XXI. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1 – 11.

    O texto trata sobre as mudanças relativas à arte ao longo dos anos, da formação de professores e do papel do docente nos ensinamentos de artes.
    Ao longo dos tempos, ocorreram várias transformações no papel da arte, visto que a arte pode expressar os pontos de vistas de grupos dominantes. Segundo Arslan (2007, p. 4) “em arte se atribuem e se extraem sentidos do mundo natural e das culturas”, por isso, consideramos importante o ensino de arte nas escolas. O texto explicita que para preparar o estudante de arte para viver com dignidade, liberdade e responsabilidade, é necessário que os arte-educadores construam uma proposta que leve em conta a realidade local, das escolas, dos docentes, gestores e principalmente dos alunos. É importante que o aluno e o docente tenham uma formação contínua e uma aprendizagem permanente. O texto deixa claro que os cursos de formação de professores têm uma real importância, visto que é através do curso, que eles conhecerão as novas propostas de ensino de arte, entram em contato com o universo da arte, e aprendem conceitos, procedimentos, contextos de produção artística, etc. O docente é uma figura importante na construção da identidade artística da criança, por isso deve considerar e respeitar os modos de aprendizagem, trabalhando conteúdos adequados sobre arte e que também interessam os alunos. O professor tem a função de promover o fazer artístico do aluno, pois o aluno só se sentirá confiante em relação a sua arte apenas na medida em que aprender o modo significativo, ou seja, fazendo arte, interpretando, refletindo e sabendo contextualizá-la como produção histórica e social. Através da leitura do texto, observamos que o professor é indispensável na formação dos alunos como um ser produtor de arte e reflexivo, mas resta-nos saber: será que os cursos de formação de professores capacita-os para que realizem esse trabalho efetivamente na sua atuação dentro da escola?

  24. Jucélia Pena da Silva disse:

    GREIG, Philippe. O Nascimento da Linguagem Plástica. A criança e seu Desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p.19 – 54.

    O presente texto trata sobre a evolução do desenho da criança, dos rabiscos à pequenos desenhos, explicitando todo esse desenvolvimento. Observamos que, segundo o autor, a expressão gráfica da criança se inicia com uma fechada, ou um círculo. Para construir um ser vivo, precisamos introduzir os seus caracteres, e por fim, os detalhes mais específicos, que são as orelhas, a boca, os cabelos, etc. É comum, muitos adultos, especialmente pais e docentes, não valorizarem, e não se interessarem pelos rabiscos das crianças. É importante que o docente se interesse e incentive as criações dos seus alunos, pois ela tem um papel fundamental no desenvolvimento artístico da criança, dessa forma, o ideal é que o docente sempre realize atividades que solicitem os seus alunos à desenharem, pois ela poderá avaliar o desenvolvimento de cada um. Infelizmente, uma grande parte dos professores não possui, em sua formação, a aprendizagem sobre o desenvolvimento artístico da criança, para que possa trabalhar essa temática com competência. Em suma, constatei que o professor é uma peça fundamental para o desenvolvimento artístico da criança, mas para que isso aconteça, o docente deve ser bem instruído e possuidor das competências necessárias para esse trabalho.

  25. Fernanda Vollet disse:

    GREIG, Philippe. A criança e seu desenho. São Paulo: Artmed, 2004. p. 19-54.
    O autor do texto mostra a evolução do desenho de acordo com o desenvolvimento da criança. Segundo seus estudos, o elemento que representa um grande marco no desenvolvimento do desenho é o fechamento do ‘círculo’, que acontece por volta dos 3 anos de idade. É por meio de desenho que a criança identifica e constrói o domínio da lateralidade e percepção espacial, além disso, é por esse que ela representa sua visão de mundo, neste caso ela separa para melhor individualizar, reconhecer a identidade. Outro aspecto abordado pelo autor é a falta de interesse dos adultos e profissionais da educação pelos desenhos ‘rabiscos’ das crianças, cabe a esses identificar e acompanhar os desenhos delas como forma de perceber a progressão de suas aprendizagens. Um bom exemplo seria sempre oferecer uma nova folha para que o traçado do desenho não se perca, ficando sempre claro para que se possa revelar a trajetória da mão, o sentido do desenho.

  26. Fernanda Vollet disse:

    ARSLAN, L. M.; IAVELBERG, R. O Ensino de Arte no início do Século XXI. In: ______. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1-11.

    Neste texto a autora apresenta-nos como foi e como é trabalhado o ensino de arte, segundo ela, o ensino de arte modificou-se no decorrer do tempo histórico. A partir dos anos 80 é visto como objeto de conhecimento nas escolas, proporcionando ao aluno conhecer e viver a arte, integrando aspectos como a cultura e a diversidade cultural. Nos anos 90 esse ensino é regulamentado pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, que passam a indicar o ensino de arte em ações disciplinares e interdisciplinares que favoreçam ao aluno o desenvolvimento de competências e habilidades, ou seja, fazer da arte uma produção humanizadora. A formação tanto do professor quanto do aluno deve ser contínua e permanente, de forma que o aluno possa continuar aprimorando e conhecendo mais a arte mesmo depois de sua permanência na escola. Sendo assim é necessário que ó professor tenha contato efetivo com a arte, a fim de fornecer uma base sólida à aprendizagem do aluno. A educação em arte visa à formação de um cidadão criador, reflexivo e inovador, que possa interagir com a sua cultura e que tenha atitude transformadora, para sempre aprender e renovar-se diante do movimento contínuo da arte.

  27. Lilian Maria da Silva disse:

    ARSLAN, Luciana Mourão; IAVELBERG, Rosa. O Ensino de Arte no Início do Século XXI. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1-11.

    Luciana Arslan no texto “O ensino de arte no início do século XXI” discorre sobre o ensino das artes no início do século XXI, a partir de um levantamento sobre como se dá o trabalho artístico nas diferentes teorias pedagógicas, além disso, a autora salienta a importância do ensino das artes e da preparação docente em tal atuação. As expressões artísticas acompanham determinado momento histórico e junto a ele se transformam; analisar uma obra de arte é conhecer mais característica do momento em que ela foi realizada. Em relação ao ensino, as transformações também podem ser notadas e para exemplificar isso, a autora apresenta três momentos educacionais: o da escola tradicional, da escola renovada e da escola contemporânea. Sobre a primeira, o ensino foi marcado pela orientação neoclássica, instaurada pelos franceses no início do século XIX. A segunda passou a incorporar características da arte moderna, lançando mão de meios, suportes e instrumentos não-convencionais. Com a escola contemporânea, na década de 1980, a arte passa a ser objeto de conhecimento das escolas, porém, o uso de instrumentos tradicionais escolares não é excluído. Nesse mesmo período, as propostas educacionais de escolas e de outros espaços de ensino de artes, começam a apresentar a arte como um conhecimento sensível e cognitivo, simultaneamente. Com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), nos anos de 1990, a arte passa a ser vista como área de conhecimento que se articula com diferentes disciplinas e temas transversais. Após o exposto, a autora questiona qual seria a forma mais adequada de ensinar arte a estudantes que convivem em seu cotidiano com desigualdades consideráveis de várias ordens. Para ela o ensino deve ser pautado em uma proposta que coadune realidade local e global. Frente a isso, volta em cena a questão da formação inicial docente para se trabalhar com arte. Segundo Luciana, durante a formação inicial o professor deve ter contato com o universo artístico, com os fundamentos do ensino e aprendizagem de artes.

    GREIG, Philippe. O Nascimento da linguagem Plástica. A Criança e seu Desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 19-54.

    O texto “O nascimento da linguagem plástica” de Philippe Greig apresenta-nos o aparecimento das primeiras formas gráficas que se constituirão, posteriormente, em representações idoegráficas. O texto vem estruturado em três partes, nas quais nos mostra como se dão: i) a passagem ao ato de rabiscar; ii) do círculo a figura-girino e iii) da figura-girino ao ideograma. Na primeira parte, o autor caracteriza as formas que denominamos “rabiscos”. Ele ressalta que as formas bases desse tipo de estrutura gráfica são os movimentos circulares e os movimentos em vaivém. Os rabiscos saem de uma fase primitiva e passam a rabiscos mais complexos, que o autor denomina de “rabiscos compostos”. Na segunda parte do texto, Philippe discorre um pouco sobre a passagem do rabisco para a representação de formas fechadas, como por exemplo, o círculo. Partindo dessa figura fechada, a criança começa a estruturar marcas em seu entorno e em seu interior, marcas essas nomeadas pelo autor, respectivamente, como, “irradiantes” e “continentes”. É a partir dessas marcas que começam a se estruturar as figuras-girinos, onde os “adereços” irradiantes podem ser identificados como os membros de uma pessoa, e os continentes, os olhos. Na terceira e última parte, o autor descreve um pouco sobre a evolução das figuras-girinos para os ideogramas. Nesse ponto, a criança passa a atribuir para cada signo uma figura que lhe seja correspondente, com suas características já em evidência.

  28. Livia Bini disse:

    ARSLAN, Luciana Mourão; IAVELBERG, Rosa. O Ensino de Arte no início do Século XXI. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1 – 11.

    O texto de Luciana Arslan e Rosa Iavelberg mostra o desenrolar histórico da pedagogia e práticas artísticas a partir do século XXI. Foi também trabalhado, dentre outros assuntos, a questão da teoria e da prática e da importância da formação do educador no ensino de Artes.
    É o professor quem promove o fazer artístico da criança, e é ele quem auxilia a criança na formação de sua personalidade artística, por isso a importância de uma formação artística consistente e completa para o docente.
    O PCN é um reforçador no que concerne ao ensino de Artes, dando nova orientação ao ensino dessa disciplina. A arte, no PCN têm a mesma importância que as demais disciplinas.
    É por meio dessa formação adequada e completa do educador e o ensino eficiente, pautado na teoria e na prática que fundamentará uma boa aprendizagem artística, fazendo com que o aluno aprecie a arte e o fazer artístico.

    GREIG, Philippe. O Nascimento da linguagem Plástica. A Criança e seu Desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 19-54.

    O autor trata do desenvolvimento artístico da criança, mais especificamente, do desenvolvimento do desenho e do traçado da criança ao longo de seu desenvolvimento. Os movimentos circulares e os rabiscos (primitivos, de base, circular e composto) são como “fases” do desenvolvimento do desenho na criança. É aos três anos, segundo a autora, que a criança capacita-se ao desenho em círculos.
    Outro assunto tratado é a importância do docente se interessar e incentivar a criação dos seus alunos, pois é grande o desinteresse do adulto por estas fases iniciais de desenho, mas não podemos esquecer que são partes do desenvolvimento da criança e são extremamente importantes.
    Não pode-se esquecer que o rabisco é a forma que a criança usa de retratar suas vivências internas e externas e por isso, deve ser muito considerado.

  29. Simone Ferreira Lopes disse:

    ARSLAN, Luciana Mourão; IAVELBERG, Rosa. O Ensino de Arte no Início do Século XXI. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1-11.

    O texto de Luciana Arslan e Rosa Iavelberg mostra o contexto histórico do ensino da arte no século XXI e o papel que o docente desempenha junto às artes, pois ele é o responsávle pelo conhecimento a ser transmitido. Com o PCN o ensino de artes começou atomar maiores proporções nas instituições escolares, com a tentaiva de incentivar tanto alunos quanto professores a um maior saber artístico. Porém, para que a aula seja fundamentada em teorias que possam contribuir para a formação do aluno é preciso preparo do educador, que por sua vez deve ter um domínio do assunto para que a transmissão dos conteúdos seja significativa. É preciso ainda sabedoria para interpretar trabalhos artísticos de seus alunos.

    GREIG, Philippe. O Nascimento da linguagem Plástica. A Criança e seu Desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 19-54.

    No texto “O nascimento da linguagem plástica” de Philippe Greig, busca tratar da relação da criança com a arte. De acordo com o desenvolvimento da criança os seus desenhos evoluem, passando por diversas fase. Os desenho feitos pelas crianças representam, a seu modo, a forma com elas veem o mundo, é através de seus desenhos que elas se expressam. Todo e qualquer desenho de uma criança deve ser considerado, pois até mesmo os seus rabiscos tem um significado e cabe ao professor que está lidando com ela saber interpretar e incentivar para que o prazer em desenhar, o prazer pelos fazeres artísticos não cessem.

  30. Ana Teresa S. Fiúsa disse:

    ARSLAN, Luciana Mourão; IAVELBERG, Rosa. O Ensino de Arte no início do Século XXI. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1 – 11.

    O texto de Luciana Arslan e Rosa Iavelberg disserta sobre as mudanças ocorridas no ensino de arte em cada época, enfocando o ensino de arte no iníco do século XXI. Desse modo, as autoras afirmam que as transformações das teorias da arte estão vinculadas as práticas artísticas e estéticas, assim existem três marcos conceituais importantes nas transformações do ensino da arte: a escola tradicional de orientação neoclássica introduzida pela Academia de Belas-Artes instalada pela missão Francessa no início do século XiX; a escola renovada tinha como base a arte moderna e o uso de meios não convencionais nas aulas de arte como tecnicas de colagem, pintura com suportes e tintas variadas sendo essa uma orientação educacional mais voltada para o desenvolvimento da criatividade; Em 1980 o ensino da arte passa por uma nova transfromação, nas salas de aula produto e processo são considerados fundamentais e a atividade reflexiva sobre a arte é incorporada nos desenhos curriculares. Com os PCNs em 1990 a arte é conceituada como uma área de conhecimento, em ações disciplinares e interdisciplinares e com articulação com os temas transversais. Após essa parte as autoras irão dar destaque a formação de professores, que deve ser uma formação reflexiva, assim deve ser necessário que professor tenha contato com o universo da arte, conhecendo todas as tendências e contextos artísticos refletindo sobre as obras em seus aspectos políticos, socias,estético, étnico etc. Por fim as autoras destacam a importância do professor incentivar os alunos a aprenderem e a ter contato com a arte, a refletir sobre ela. Esses pontos destacados do texto são importantes, pois a formação do professor para o ensino de arte deve ser reflexiva e o contato com ela é impresindível e o destaque também para o incentivo a produção artistica dos alunos deve ser valorizada, pois muitos professores não valorizam as produções dos alunos e muitos não tem contato permante com a arte e isso é o que está causando o desinteresse dos alunos por essa área do conhecimento.

  31. Ana Teresa S. Fiúsa disse:

    GREIG, Philippe. O Nascimento da linguagem Plástica. A Criança e seu Desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 19-54.

    O texto de Philippe Greig nos traz diversas concepções e interpretações de desenhos de crianças destacando a importância desses ‘rabiscos’ para o desenvolvimento do grafismo nas crianças, assim o professor de Educação Infantil deve entende-los e não desprezá-los.
    O autor nos diz que a integração completa do olhar com os movimentos da mão e dos dedos conduz ao ‘ duplo controle’, que se refere ao mesmo tempo ao ponto de partida e ao ponto de chegada, permitindo a realização do “círculo” aos 3 anos de idade, dessa froma existem exemplos no texto de rabiscos circulares, rabiscos mistos e rabiscos em vaivém. A evolução do grafismo vai dos rabiscos primitivos aos rabiscos compostos.
    Em seguida o autor irá dissertar sobre a realização do círculo, na qual o fechamento verdadeiro desse círculo ocorre aos 3 anos de idade, e também da realização da figura-girino, que são caracterizadas ao mesmo tempo pelos aspectos ‘irradiantes’ de seus membros e ‘continentes’ de seu rosto, que constitui na condensação de dois grafemas em apenas um. Assim é possível esquematizar, segundo o autor, círculo aos 3 anos “depois” a estruturação da figura-girino aos 3 anos e meio.
    Por fim o autor nos traz a passagem da figura-girino para os ideogramas que seriam aspectos de uma verdadeira linguagem segundo ele. Por volta dos 4 anos o domínio adquirido do quadrado é aplicado ao desenho da casa e os pequenos círculos ou cruzes formam o papel da porta e de janelas. A figuração humana é adquirida agora de forma agregada , a estruturação do desenho com cabeça e corpo é acompanhada pela condensação de figuras continentes e irradiantes que haviam constituido a figura-girino: o rosto retoma os traços da figura continete, enquanto o corpo retoma os da figura irradiante.
    Posso concluir a partir da leitura do texto que o conhecimento do desenvolvimento do grafismo das crinaças é muito importante para os professores de Educação Infantil, pois muitos deles não valorizam e não sabem os sigificados dos desenhos das crianças e agora posso entender que os rabiscos feitos pelas crianças tem um sentido e que podem ser vistos de uma outra forma pelos professores.

  32. PATRICIA MURIEL DE SOUZA disse:

    AESLAN, L. M; IAVELBERG, R. O ensino de arte no início do século XXI. In___. Ensino de Arte. São paulo: Thompson, 2007, p. 1-11.

    Neste texto o autor trata de questões que defendem a união da teoria e da prática pedagógica, uma não vive sem a outra. Para fundamentar essa questão ele traz as teorias pedagógicas, práticas e transformações que ocorreram na arte até o séc XXI e a renovação da arte.
    O PCN defende a formação adequada dos docentes e a importancia da arte na vida dos alunos, afim de estimular a produção criativa dos mesmos.
    É importante que os docentes saibam qual é o seu papel na formação da identidade artistica das crianças e para isto ele deve se interar da realidade social que eles vivem, estar em constante contato com a arte, (como experiencia e vivencia), buscando assim sua formação continuada, sempre com a finalidade de dar uma formação adequada e consciente. além de estimular a aprendizagem e a criatividade de todos que estão envolvidos com a arte.
    É por este motivo que hoje vemos um constante incentivo à formação específica dos docentes e uma dedicação em incentivar a seriedade nas disciplinas envolvidas com a expressão artística.

  33. PATRICIA MURIEL DE SOUZA disse:

    GREIG, Philippe. A criança e seu desenho. São Paulo: Artmed, 2004. p. 19-54.

    O texto traz a relação da criança com a arte e a evolução dos seus desenhos. O desenho expressa a forma como a criança enxerga o mundo a sua volta, principalmente na fase do rabisco onde vemos a expressão de suas vivencias.
    Da mesma forma que as crianças tem seu desenvolvimento, os desenhos também seguem esta linha, a criança começa sua vida artística fazendo desenhos bem simples e que não envolvem circulos nem figuras mais complexas. Ao longo dos anos ela começa a aperfeiçoar seus traços até que ele consiga fazer desenhos que possam ser reconhecidos pelos demais, além do seu significado artístico; neste momento elas são capazes de fazer atividades mais complexas e que envolvam mais coordenação e empenho.O importante neste processo é que o educador tenha um olhar atento sobre as expressões dos alunos e incentivem a criatividade e produção deles, não há como exigir de um aluno desenhos que não condizem com sua fase de desenvolvimento.
    Assim, é importante que o professor tenha uma formação adequada para não exigir do aluno coisas que ele ainda não é cognitivamente capaz de fazer, pois isto pode fazer com este perca totalmente o interesse pela arte.

  34. Marilaine Lopes Barboza disse:

    ARSLAN, L. M.; IAVELBERG, R. O Ensino de Arte no início do Século XXI. In: ______. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1-11.

    Arslan (2007) em “O ensino de arte no início do século XXI” conceitua o ensino da arte em três marcos educacionais: escola tradicional, escola renovada e escola contemporânea. A autora discorre sobre elas, sendo que na escola tradicional o que se predominava era a orientação neoclássica, na escola renovada incorporou-se práticas de experimentação da arte moderna e, na escola contemporânea o ensino da arte se desenvolve juntamente com os movimentos da arte e da educação, num processo reflexivo e dinâmico. Segundo Arslan, o ensino de arte é muito importante na formação de sujeitos críticos e conscientes de sua própria história e participante dela, sendo agentes transformadores no mundo.

    GREIG, Philippe. O Nascimento da linguagem Plástica. A Criança e seu Desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 19-54.
    Philippe em “A criança e seu desenho” aborda as fases do desenvolvimento da criança do rabisco até este ganhar forma e significado. Ao longo do texto ele apresenta trabalhos realizados com uma criança para explicar como se processa esse desenvolvimento, que vai de um rabisco sem intenção e significado para um desenho que diz muito dos sentimentos da criança. O autor salienta que é importante observar tais fases, pois estas são importantes para o desenvolvimento da criança. Assim, é necessário estimula-la, mas poucos dão importância a isso.

  35. Betânia Ap. Ferreira disse:

    ARSLAN, L. M.; IAVELBERG, R. O Ensino de Arte no início do Século XXI. In: ______. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1-11.

    Segundo Arslan (2007), a arte pode ser compreendida sendo sociocultural e histórica, que sempre estão em movimento influenciando a arte. Ao longo dos anos a arte sofre transformações, como na escola neoclássica, a escola renovada e a escola contemporânea; a arte não somente se consiste no que é considerado arte, mas a arte produzida através da sociedade passa a ser estudada nas escolas, desde as suas diversidades culturais, tempos e lugares, isso leva a uma atividade reflexiva sobre a mesma. O professor deverá instigar no aluno sempre a buscar conhecimentos novos e inovadores. Ressaltando que ao aprender arte, o aluno obterá competências e habilidades, e desenvolverá a sua autonomia para criar, e refletir sobre arte.

    GREIG, Philippe. O Nascimento da linguagem Plástica. A Criança e seu Desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 19-54.

    O texto se refere a todo o processo de desenvolvimento que a criança passa desde os seus três meses aos seus três anos e meio, detalhando quando a criança passa a adquirir o simples controle de suas mãos, o seu encontro com o lápis e o papel, fato importante este que faz parte da sua história. A distinção dos rabiscos, podendo ser denominados de rabiscos circulares, rabiscos mistos e por fim, rabiscos em vaivém, a evolução e a junção de duas etapas, como apresenta no desenho da figura 15, que apresenta o papai e um rabisco representando uma tempestade, a qual podemos perceber a relação de ambos e a sua fase de transição exposta através do desenho feito pela criança. A fase em que a criança consegue fazer satisfatoriamente um círculo fechado, sendo esta a idade normalmente aos três anos, a qual começa a detalhar a figura-girino enriquecendo-a com olhos, boca entre outras partes do corpo. Lembrando que todos os desenhos partem do pressuposto do círculo e do traço, a qual a criança vai com o passar dos anos transformando em personagens normalmente significativos a sua vida.

  36. Mayara Gomes Lapa disse:

    Texto 3 – ARSLAN, L. M.; IAVELBERG, R. O Ensino de Arte no início do Século XXI. In: ______. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1-11.

    A questão em evidência trabalhada pelo texto é a da articulação entre as teorias e as práticas, no sentido de que uma complementa a outra, e uma sem a outra não atinge o objetivo da educação. Trazendo essa noção para o ensino de artes no Brasil, que foi muito influenciado pelo modelo europeu, as práticas e teorias que sustentaram esse ensino e que foram se transformando ao longo do tempo, principalmente no início do século XXI. Foi nos anos 90 que, com a ideia de que a arte tem fundamental importância na vida dos alunos, aparece com o PCN que documentaliza a necessidade de a arte ser trabalhada em sala de aula e para tanto, a formação adequada dos professores para trabalharem o seguimento educacional artístico. A arte é agora considerada uma disciplina com a mesma importância das outras no currículo escolar, e os professores precisam estar aptos para desenvolver este ensino em suas salas de aula, com isso a formação do professor agora também deve ser voltada ao tema.

    Texto 4 – GREIG, Philippe. O Nascimento da Linguagem Plástica. A criança e seu Desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p.19 – 54.

    O texto em questão traz as fases do desenvolvimento da criança na questão artística, observando a evolução do desenho (desde o rabisco até o desenho em si). O autor vem conceder noções sobre como analisarmos o a obra artística de uma criança, encontrando suas expressões e seus sentimentos. O desenho pode em muito contribuir para uma análise do momento que a criança está vivendo, não só o desenho, mas também a forma como o aluno está desenhando, com isso o professor precisa estar atento e ter uma formação que o possibilite de compreender o significado das expressões produzidas pela criança. É de fundamental importância que o professor esteja muito ligado ao que acontece com a criança, para poder intervir, auxiliar e proporcionar o melhor desenvolvimento da criança.

  37. Ernestina de Castro Chaves disse:

    Segundo IAVELBERG, Rosa & ARSLAN, (2007), este texto está direcionado principalmente, para quem deseja desenvolver trabalhos com ensino de artes visuais, tanto no ensino formal quanto-não formal, mostra também, diversas teorias que se baseiam no trabalho com arte-educação e assuntos de forma direta e simples. E, além disso, nos faz refletir sobre a importância do ensino de artes e as especificação dessas áreas do conhecimento. Trás para discussão as principais tendências do ensino de arte no Brasil neste início de século XXI: A importância do ensino de artes e as especificidades que apresentam essa área, sua avaliação artística, bem como as formas de organização da prática, por meio dos registros do professor e de suas reflexões, visando ás transformações nas tendências pedagógicas, por sua vez, articulando-se com as mudanças nas teorias e práticas educativas, aplicadas na educação geral e no ensino da arte.

  38. Numiá Sarkis disse:

    ARSLAN, L. M.; IAVELBERG, R. O Ensino de Arte no início do Século XXI. In: ______. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1-11.

    Neste texto as autoras dizem que a arte, assim como toda a tendência pedagógica, é orientada por um conjunto de intenções, teorias, práticas e valores, e que a teoria e a prática são indissociáveis. As práticas educativas em arte aproximam-se das práticas sociais, incluindo a produção de diferentes tempos e culturas como conteúdo a ser ensinado. São considerados três marcos históricos para a compreensão das transformações no ensino da arte: a escola tradicional, a escola renovada e a escola contemporânea. Nos anos 80 a arte e a cultura produzidas pela sociedade passam a ser parte do conteúdo ensinado nas aulas, onde o produto e o processo são fundamentais e a atividade reflexiva sobre arte é incorporada aos desenhos curriculares. É considerada de suma importância que o aluno possa conhecer e viver a arte. Nos anos 90 os PCNs conceituam arte como uma área de conhecimento propondo articulação com os temas transversais. Pensar a arte contemporânea exige reflexão sobre as condições de produção, deve-se construir uma proposta que abranja a realidade local tanto da escola, quanto dos docentes, dirigentes e alunos. O aluno deve ter autonomia para se expressar, mostrando suas criações artísticas e assim fortalecendo sua auto-estima, mas o professor ao mesmo tempo não pode afirmar tudo o que o aluno produzir, ele deve intervir para levar o aluno a refletir sobre sua criação e assim aprender de modo significativo.

    GREIG, Philippe. O Nascimento da linguagem Plástica. A Criança e seu Desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 19-54.

    Greig observa que a criança se expressa de diferentes formas desde o seu nascimento, e que a linguagem do desenho ganha relevância em sua descoberta e apropriaçao de si mesma e do mundo que a cerca. Ao educador cabe investigar cuidadosamente para melhor compreender o desenvolvimento infantil, a partir dos riscos e rabiscos iniciais, buscando neles as sutilezas do ser infantil como um todo. Greig, baseando-se em alguns estudiosos como Montager, vai traçando um paralelo entre a aquisição da linguagem verbal e o desenho desde a fase inicial do balbucio incoerente e os rabiscos no papel, por volta dos 12 meses, em que o desenho expressa e prolonga comportamentos como conflito ou relacionamentos, em que a intenção não é percebida, passando por outras etapas em que gradativamente a criança vai se apropriando de seu próprio corpo, de seus movimentos e o ato desenhar revela-se intencional, lá pelos 02 anos, e o domínio gradativo da linguagem verbal, que aos 03 anos exibe maior domínio tanto desta quanto do traço intencional e representativo, quando já realiza o círculo perfeito e figuras primárias, em que a criança está atenta às marcas que faz. Analisa toda a evolução do desenho infantil desde os rabiscos circulares, os dois rabiscos de base, evoluindo para o círculo, aos rabiscos compostos. Observa que há casos de atrasos no desenvolvimento de crianças que sob influências familiares e sociais permanecem fixadas nos rabiscos ate os 03 anos, estes casos demandam cuidados e atenção especiais por parte do educador. Apoiando-se em farta amostragem de representações por idade e passando por diferentes estudiosos, Greig vai apontando a evolução a partir de 03 anos desde os rabisco em anel até a aparição do figura girino que reune aspectos “irradiantes” e continentes”que aos 3 anos e meio enriquecem-se de detalhes, entretanto Greig pondera que esta esquematização é simplificadora uma vez que precisão e concepção não caminham juntas. Tudo depende do processo de maturação psicoafetiva da criança que se reflete no desenho de acordo com sua evolução mais ou menos acelerada. Na infância existe uma necessidade de separar bem para individualizar melhor. No desenho da figura girino se incorporam diferentes representações do emocional infantil “eu sou, eu me protejo e eu me afirmo”no processo de individualização. Para Greig a educação não pode propor que a criança apenas reproduza processos, isto significa valorização da cópia em detrimento da elaboração pessoal e do ato de pensar e se expressar. Estes são os desafios do educador. Finaliza observando que todo mecanismo de elaboração gráfica, incluindo suas formas mais desenvolvidas como por exemplo os ideogramas, começam com dois rabiscos e os dois elementos de base-o círculo e o traço. Com isto, se remetendo a várias formas complexas de desenho das mais variadas culturas, finaliza conluindo que em tudo estão presentes os mesmos fundamentos com suas inúmeras possibilidades – o círculo e o traço.

  39. Ernestina de Castro Chaves disse:

    Neste texto, Philippe Greig renova a compreensão da evolução do desenho da criança, dos primeiros rabiscos ás pequenas composições, de sua idade de ouro ao esgotamento na adolescência. Elucida apoiado em ilustrações, o nascimento da figuração, seguido do progresso do esquema corporal e da diversificação de temas. Fundamentada em uma grande referência, que inclui os estudos já clássicos e os trabalhos mais atuais sobre esse tema, este texto é fruto de um extenso levantamento realizado pelo autor, de um lado, por meio de suas consultas, onde se mesclam a atenção clínica e uma ampla utilização do desenho e de outro, mediante a observação da produção artísticas na educação infantil. Graças á sua importante iconografia, cuidadosamente selecionada,que constitui um verdadeiro atlas do desenho infantil, da sua paisagem ao ato de rabiscar.

  40. Roseli Aparecida Francisco disse:

    Curso: Licenciatura em Pedagogia
    Disciplina: Conteúdo e Metodologia do Ensino de Expressão Artística e Corporal
    Turma: 2011 Ano: 4º
    Docente: Prof. Dr. Fábio Fernandes Villela
    Blog de Aula: http://www.multiraodesociologia.com.br
    Discente: Roseli Aparecida Francisco

    ARSLAN, Luciana Mourão; IAVELBERG, Rosa. O Ensino de Arte no Início do Século XXI. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1 – 11.

    No século XXI observam-se transformações das linguagens de arte, transformações essas que partem do social e afetam as práticas. Quando falamos em educação, ou ainda, em arte e educação, predomina-se o senso elitista. Arslan (2007) afirma que esse domínio pode ser explicado pela história da arte ocidental.
    Para que se entendam essas relações existentes na arte e educação é necessário que se discuta os acessos a própria arte, educação e suas concepções. Até o século XIX, predominava na escola tradicional uma orientação neoclássica. No início do século XX, com a escola renovada já se incorporava a arte moderna, com o uso de técnicas como recorte e colagem, pintura e modelagem.
    A partir de 1980, com a chegada do construtivismo, a arte passa por uma reorientação, incorporando a produção social e novas tecnologias. Isso porem, não causou um rompimento com recursos tradicionais da escola.
    Em correspondência ao que ocorre nos movimentos artísticos, e sincronicamente a eles, observa-se uma mudança nítida na passagem da escola tradicional para as escolas de tendência renovada ou construtivista. Tanto a renovada como a construtivista são classificadas como escola ativa, que tem o aluno como centro e sujeito de suas aprendizagens. (ARSLAN, 2007, p. 03).

    A partir de então surgem espaços de ensino de arte fora das escolas tradicionais e propostas dentro das escolas. O ensino da arte devia ocorrer ao lado da educação, pois a arte entendida como cultura e diversidade passa a ser indispensável no currículo escolar, e em 1990 os Parâmetros Curriculares orientam a visão desse ensino apontando seus princípios.
    Os PCNs conceituam ensino e arte como uma área de conhecimento, em ações disciplinares e interdisciplinares e ainda em sua articulação com os temas transversais, a saber: saúde, pluralidade cultural, meio ambiente, trabalho e consumo, orientação sexual e ética. (ARSLAN, 2007, p. 04).

    Os PCNs direcionam que o trabalho deve ser realizado significando a realidade local, a realidade dos alunos, sua cultura e grupo social, para que o aluno se sinta parte do que aprende.
    No que diz respeito a formação do profissional de arte, segundo Arslan (2007) espera-se uma formação continuada, permanente, que mantenha esse contato do educador, e portanto dos educandos, com novas propostas de ensino da arte. O autor frisa ainda que o profissional educador deva dar o direcionamento ao estudo da arte, respeitando cada aluno, sendo o papel do professor de mediar, enquanto que ao aluno deva conferir a influência apenas da própria cultura e arte.

    GREIG, Philippe. O Nascimento da Linguagem Plástica. A criança e seu desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 19 – 54.

    Este texto nos apresenta uma noção básica das fases pelas quais as crianças passam desde suas garatujas até desenhos mais simbólicos. Greig (2004) fala a respeito do movimento de vaivém, que se constitui como um impulso primordial da criança, que irá se desenvolver juntamente com seu desenvolvimento.
    Em um primeiro momento a criança realiza o traço sem nenhuma intenção, não pensa na forma, apenas começa em um lugar e dirigi-se a outro, formando o traçado. Por volta dos dois anos, ela já tem um controle visual do traçado, inicialmente do ponto de partida e algum tempo depois já pode-se perceber o controle total, mesmo que o resultado final não atenda a legibilidade, existe um clara intenção presente no traçado
    Quando a criança começa a prestar mais atenção em seus próprios rabiscos primitivos, percebe que se trata de uma espécie de marca particular, este compõe um importante momento no desenvolvimento da criança, portanto, o estímulo, de adultos e profissionais da educação, é de estrema importância para que essa fase de desenvolvimento seja alcançada pela criança.
    Greig (2004) afirma que de tão importante trata-se deste desenvolvimento do rabisco, que mesmo após a aquisição da escrita, até mesmo o adulto, volta por vezes a fazer uso dele, como por exemplo rabiscos as margens de um texto, ou em papel em branco.
    O autor define “figuras irradiantes” como aquelas que aparentam riscos a sua volta, como o sol, e “figuras continentes” como figuras fechadas com rabiscos sempre compostos (rabiscos dentro de um circulo). Afirma ainda, que as figuras girino, as que representam o desenho de uma pessoa, constituem-se ao mesmo tempo com as duas primeiras figuras citadas acima, dando um correspondência com nossos membros. Observou-se ainda que em algumas figuras girino, encontra-se a ausência de alguns membros (ou dos inferiores, ou superiores) – salvo é claro a falta de detalhes, referindo aos membros básicos dessa figura – porém, nunca a ausência dos olhos.
    A estruturação da figura girino, sem levar como regra, ocorre por volta dos três anos e meio. Formado então as figuras girinos, em questão de semanas começam a surgir a habilidade de compor o desenho com boca, nariz, mãos, outras pessoas ao lado, formando o que o autor chama de “girinos clássicos”.
    O autor aponta como fato curioso do desenho da criança as figuras de objetos flutuarem acima da mesa, ou de pessoas e veículos flutuarem acima do chão, comparando com a figura de publicidade em que o pão flutua acima do suporte que o padeiro segura. Explica que se trata de uma tática para que o pão não perca sua forma de pão e que o mesmo pode ser aplicado a outros abjetos.
    Com seus três anos ou três anos e meio, segundo Greig (2004) a criança já consegue dominar a figura fechada e faz desenhos de casas, parando nisso, não demora muito tempo para que ela comece a completar esse desenho. Por volta dos quatro anos de idade, com o quadrado bem definido seus desenhos evoluem para uma casa de forma mais clara, com janelas, portas e mais detalhes.

  41. Paula Bastos de Oliveira disse:

    O texto “O ensino de arte no século XXI”, argumenta que a Arte não deve ser vista apenas sobre tendência na qual se encontra em determinado período e nem restrita ao olhar de um grupo dominante. Ela deve ser entendida sobre diferentes perspectivas, incluindo a produção em outros tempos, outros espaços e em outras culturas. Para isso, o professor deve conhecer a Arte para então trabalhar com ela. Deve entendê-la como uma interpretação do mundo, portanto, a cultura e a diversidade devem ser consideradas dentro do currículo escolar. Os alunos devem ser orientados a ter uma visão crítica em relação a Arte e ao mundo, comprometido com suas ações na sociedade. O professor deve respeitar o modo de aprendizagem de cada aluno. Deve abordar os saberes universais e também àqueles próprios das crianças com que trabalha, interagindo com o símbolo de sua cultura. Para isso, professor e aluno necessitam de uma formação continua com aprendizagens permanentes. Os cursos de formação poderiam promover visitas a espaços artísticos e ateliês de arte, bem como o estudo dos fundamentos do ensino e aprendizagem na arte. Somente assim, o professor poderá ensinar a Arte, da forma proposta atualmente, formando um cidadão criador, reflexivo e inovador.

  42. Tatiani disse:

    ARSLAN, Luciana Mourão; IAVELBERG, Rosa. O Ensino de Arte no início do Século XXI. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1 – 11.

    O texto retrata as transformações ocorridas nos diversos estilos de manifestação artística. O autor apresenta um panorama sobre essas modificações ocorridas no papel da arte, que é considerada como objeto sociocultural e histórico da sociedade.
    As autoras citam também o fato de tanto a arte quanto a educação expressarem aos pontos de vista da camada dominante da sociedade, tornando-se dessa forma elitista.
    Para que se possa compreender de maneira mais clara sobre as transformações ocorridas no papel da arte, as autoras citam três marcos importantes, que são: a escola tradicional, a escola renovada e a escola contemporânea, e elas explicitam em cada um desses estilos o papel do ensino de arte.
    A leitura do texto possibilita a reflexão sobre a história da arte, trazendo essa importância do ensino de arte para os dias atuais. É necessário que possamos ter esse panorama para refletirmos sobre nossa prática docente, possibilitando que o ensino de arte na educação seja eficiente e significativo para os alunos.

  43. Tatiani disse:

    GREIG, Philippe. O Nascimento da Linguagem Plástica. A criança e seu desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 19 – 54.

    O texto trata de explicitar as diversas fases de desenvolvimento artístico que as crianças passam, desde a fase dos rabiscos, aparentemente sem sentido, até as representações mais significativas.
    O autor considera que o desenho é a possibilidade que a criança encontra para demonstrar seus sentimentos e suas vivências mais internas. Ele deixa claro que o profissional que irá trabalhar arte com as crianças, deve ter em mente sobre a importância de cada fase, sabendo valorizar cada manifestação artística dos alunos e estimulá-los cada vez mais.
    Por isso, o profissional docente deve sempre valorizar cada expressão artística manifestada pelo aluno, já que a indiferença por parte dos adultos pode prejudicar o desenvolvimento da criança. O professor deve sugerir com freqüência diversas atividades que possam estimular cada vez mais as crianças, para que desde cedo a arte possa fazer parte de sua vida, tornando algo significativo para elas.

  44. Paula Bastos de Oliveira disse:

    Achei interessante o autor Greig (2004) exemplificar as fases dos desenhos atreladas as fases do desenvolvimento da criança. O desenho começa como simples rabiscos desprovidos de significado, representando para a criança apenas um ato de brincadeira, sem se atentar ao que está fazendo. Aos poucos a criança começa a prestar mais atenção nos seus rabiscos até que começa a buscar um sentido para o seu traçado. O profissional da educação deve buscar valorizar os rabiscos para que a criança se interesse cada vez mais pelo desenho e busque nele novas representações. O contrário disso, o aluno poderá perder o interesse pela pintura e se satisfazer com sua forma mais primária. É interessante ver através dos exemplos do livro a evolução dos desenhos que passam do rabisco, aos traçados, aos círculos e a junção do circulo e do traço para formar figuras cada vez mais nítidas, como o corpo humano. Este texto servirá de auxílio em minha profissão, já que o desenho é uma das formas da linguagem mais usadas no ambiente escolar em que estaremos inseridas.

  45. Mariana de Oliveira Brandolezi disse:

    ARSLAN, L. M.; IAVELBERG, R. O Ensino de Arte no início do Século XXI. In: ______. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1-11.

    O texto faz uma retrospectiva acerca das tendências pedagógicas (tendência tradicional, escola renovada e escola contemporânea), relacionando-as com o ensino da arte e as propostas presentes no PCN. É importante ressaltar que cada época apresenta determinados valores e que esses não devem ser trabalhados unicamente, pois existem outras manifestações artísticas, que, muitas vezes são marginalizadas por não pertencerem ao grupo dominante. O texto ressalta ainda o papel da Arte na escola e na sociedade atual, ela expressa o sentido do mundo natural e da cultura. Devem ser incluídos no trabalho com a arte, o cotidiano do aluno, os símbolos de sua cultura bem como a presença da diversidade cultural. A interdisciplinaridade também deve ser utilizada. O aluno deve ser considerado o centro do saber e deve se fazer uso de diferentes linguagens, promovendo a formação de um cidadão crítico, reflexivo, criador e inovador, que possa fazer escolhas com liberdade, sendo influenciado por cultural, porém com atitude transformadora, sendo capaz de continuar aprendendo por si só também fora da escola.

  46. Mariana de Oliveira Brandolezi disse:

    GREIG, Philippe. A criança e seu desenho. São Paulo: Artmed, 2004. p. 19-54.

    O texto de Greig fala das fases do desenho durante o desenvolvimento da criança. Segundo o autor os rabiscos são formados basicamente por círculos e riscos, em suas demais variações: pulsões, varreduras, acumulação em fusos e traços paralelos. Todos estes vão sendo aprimorados e durante o contínuo processo de desenvolvimento da criança, vão dos traços mais simples com poucos detalhes, a mistura das variações básicas até ao desenho detalhado. De acordo com Montagne, os desenhos estão extremamente ligados ao desenvolvimento da criança e as suas características comportamentais da idade, como o “medo do estranho”, aos oito meses e a idade do “eu” e de “dar de presente”. Este texto tem um conteúdo enriquecedor para a minha prática profissional, e me auxiliará na caminhada como professora.

  47. Lais Socorro Alves Santa Rosa disse:

    ARSLAN, Luciana Mourão; IAVELBERG, Rosa. O Ensino de Arte no Início do Século XXI. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1-11.

    Ao longo de seu texto, Luciana Mourão Arslan mostra que as expressões artísticas refletem um determinado momento histórico e por conta desses aspectos a arte se transforma constantemente e nos mostra a realidade do momento em que foi produzida. É relevante ressaltar que em seu texto aparece a importância de se preparar e ter conhecimentos para uma atuação adequada. Por conta das transformações no ensino da arte é possível observar três importantes momentos educacionais. Esses consistem em escola tradicional (orientação neoclássica), escola renovada (arte moderna) e escola contemporânea. Depois desse momento de caracterizar cada marco pedagógico a autora nos questiona sobre como ensinar arte em uma sociedade com desigualdades. É preciso que haja uma proposta que considera a realidade local e global. Por conta de todos esses aspectos é preciso uma formação pautada em algo concreto, onde o professor tenha contato com o mundo artístico, tendo ensinos e aprendizagens através da arte.

    GREIG, Philippe. O Nascimento da linguagem Plástica. A Criança e seu Desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 19-54.

    O texto “O nascimento da linguagem plástica” de Philippe Greig nos traz o aparecimento das primeiras formas gráficas que depois se transformarão em representações ideográficas. O texto é separado em três partes. Essas partes consistem em: a passagem ao ato de rabiscar; do círculo a figura-girino e da figura-girino ao ideograma. No primeiro momento, o autor caracteriza as formas que chamamos de “rabiscos”, através dessa grafia aparecem os movimentos circulares e de vaivém. Depois que esses rabiscos começam a assumir uma estrutura mais complexa, são classificados como “rabiscos compostos”. Em um segundo momento do texto, Philippe fala sobre a passagem do rabisco para o circulo. A partir dessa grafia surgem as figuras-girino. Depois dessa etapa, através dessas figuras e estrutura, surgem os ideogramas, onde a criança coloca significado em cada figura.

  48. Fernanda Mariane disse:

    GREIG, Philippe. O Nascimento da linguagem Plástica. A Criança e seu Desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 19-54.

    Philippe Greig em seu texto “O nascimento da linguagem plástica. A criança e seu desenho” mostra o desenvolvimento da criança em relação à arte, a importância dos rabiscos e as diversas fases do desenvolvimento dos mesmos feito pelas crianças. O autor fala do progresso que a criança tem ao evoluir cada traço, rabisco.
    Além disso, o autor cita a importância do professor como mediador do desenvolvimento artístico da criança e que se parte observando as etapas que um rabisco pode ter. Dessa forma, fica claro com o que o autor escreve que um rabisco pode e é uma forma de verificar o desenvolvimento da criança, pois o rabisco, na educação infantil é a maneira artística que a criança busca expressar seus pensamentos e atitudes.

  49. Fernanda Mariane disse:

    AESLAN, L. M.; IAVELBERG, R. O Ensino de Arte no início do Século XXI. In: ______. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1-11.

    Luciana Arslan e Rosa Iavelberg mostram no texto “ O ensino da arte no século XXI” o desenvolvimento e as transformações ocorridas no nosso país e algumas tendências de países europeus que nos influenciam até hoje.
    O texto aborda a relação da teoria e da prática e de como saber trabalhar com arte de diversas maneiras, articulando os saberes teóricos com o dia-a-dia na prática docente.
    As autoras citam a importância do PCN referente à Arte, levando o aluno à um pensamento crítico sobre Arte e sensibilizá-lo sobre as diversas expressões artisiticas, afim de tornar um aluno reflexivo.
    Dessa forma, além das autoras apresentarem um panorama do ensino da arte no Brasil a partir do século XIX, elas consideram de tamanha seriedade a função do professor como mediador em promover e levar o conhecimento artístico ao aluno, com o objetivo de que este tenha uma aprendizagem com sentido.

  50. Mayara Gomes Lapa disse:

    ARSLAN, Luciana Mourão; IAVELBERG, Rosa. O Ensino de Arte no início do Século XXI. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1 – 11.

    O texto traz vem trazer a ideia de que a teoria e a prática são indissociáveis, uma sem a outra não desempenha o papel que lhe cabe, enfatizando isso nas artes. As autoras falam sobre as transformações que vieram ocorrendo ao longo do tempo quando se trata da disciplina de artes, e da forte influência européia que o Brasil teve neste quesito. Artes vem ganhando um maior espaço na educação desde a época de 90, quando surgiram os PCN’s, um especificamente para o assunto, que passou a ter maior importância, equiparando-se à qualquer outra disciplina.

    GREIG, Philippe. O Nascimento da Linguagem Plástica. A criança e seu desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 19 – 54.

    O autor do texto vem retratar as fases do desenvolvimento da criança, especificamente as do desenho (desde o rabisco até o desenho em si), e fala da importância que a arte, especificamente no caso o desenho tem tanto para o aluno se expressar, quanto para o professor poder entender a individualidade de cada aluno. Isto porque, é por meio do desenho que vários sentimentos, expressões e questões podem ser observadas e analisadas. Pela maneira como a criança desenha e pelas representações que ela coloca no papel, o professor pode entender questões que ela esteja passando em sua particularidade e assim, pode ajudá-la intervindo da melhor maneira possível. Para tanto é necessário que os professores tenham uma formação voltada para as artes, para que possam compreender e atuar de modo mais eficaz na educação.

  51. Juliana Saab disse:

    ARSCAN, Luciana Mourão; IAVELBERG, Rosa. O Ensino de Arte no início do Século XXI. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. 1-11.

    A arte desde sempre sofre transformações em seu papel. Sofre influências sociais – que estão sempre em movimento. O ensino de arte muitas vezes sofre transformações junto às novas metodologias escolares. Podemos compreender a partir de três marcos conceituais: a Escola Tradicional, a Escola Renovada e a Escola Contemporânea. Segundo as autoras, na escola tradicional a orientação, para o ensino de artes, era neoclássica. A escola renovada tinha como práticas a experimentação da arte moderna. Essa seguia um trabalho de orientação educacional, mais voltada ao desenvolvimento do potencial criador e da expressão. Por volta dos anos 80 acontece uma reorientação para o ensino das artes, onde a reflexão sobre a arte e cultura, é incorporada às atividades. Nessas novas propostas observa-se nas escolas, espaços específicos para essas atividades, onde o aluno deve conhecer e viver a arte. Nos anos 90 os PCNs conceituam o ensino de arte como uma área de conhecimento, onde há uma proposta para reflexão da arte da cultura e suas produções – e esse aluno deve ser participante dessa história. E cabe ao professor informar e orientar a respeito desse trabalho, produção e estudo das artes, cultura e história.

    GREIG, Philippe. O Nascimento da Linguagem Plástica. A Criança e seu Desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 19-54.

    Os primeiros rabiscos da criança acontecem junto às suas interações e ao seu desenvolvimento. A escola deve auxiliar nesse processo. Por volta dos três anos o olho começa a acompanhar os riscos deixando os movimentos “conscientes”. Por isso é importante que, antes dessa fase, a criança explore objetos e matérias como água, guache, areia, argila. Dessa forma começamos a despertar o interesse pela arte.
    Aos três anos de idade a criança consegue então “fechar o círculo” em suas representações, o que segundo o autor, esse é um marco de referencia muito rigoroso. A criança passa a dominar mais formas, o que significa um progresso em sua aprendizagem. Seus desenhos e representações ficam mais ricos. “É o momento de transição em que assistimos à entrada no figurativo.” (p. 36). As representações gráficas representam também o progresso da personalidade, que nesta fase (com as figuras-girino) vai da identidade à individualização (“eu sou”). Por volta dos quatro anos, há representações dos rostos, de casas, animais – começa aqui a lógica dos ideogramas que deverá ser muito bem explorada (assim como as outras fases).
    Os rabiscos e desenhos indicam a evolução das etapas na vida da criança, por isso é tão importante que os professores e profissionais estejam atentos a essas representações. Não devemos esquecer de deixar a criança sempre a vontade ao realizar esse tipo de atividade, para que seus movimentos sejam melhor expressados, harmonizados e expandidos

  52. Tamires Dorneles e Silva Pieruccini disse:

    ARSLAN, Luciana Mourão; IAVELBERG, Rosa. O ensino de arte no início do século XXI. Ensino de arte. São Paulo: Thomson, 2007. p.1-11

    O texto traz de forma breve duas concepções de arte ensinadas nas escolas. Uma de orientação neoclássica realizada nas escolas tradicionais e introduzida pela Academia de Belas-Artes. Outra que incorpora as experimentações da arte moderna e utiliza suportes e meios não convencionais para ensinar arte. Já em 1980 o conhecimento sobre a arte produzida nas diversas culturas se torna objeto de estudo nas escolas.
    As autoras também comentam sobre a construção do saber em arte, que se dá a partir das relações estabelecidas entre as reflexões sobre as diferentes linguagens e o processo de criação do trabalho artístico. Além disso, as autoras ressaltam a importância do professor conhecer o universo da arte para atuar nessa área.
    Esse texto da um enfoque maior na relação entre arte e desenvolvimento para o mercado de trabalho do que o texto da Derdyk.
    O texto rabalha com a idéia de uma escola que prepara para o futuro esquecendo-se que os jovens e crianças deveriam estar vivendo e construindo o presente.

    GREIG, P. A criança e seu desenho. São Paulo: Artmed, 2004.

    O texto de Greig fala a respeito do desenvolvimento gráfico infantil. Nos mostra o desenvolvimento da criança nos seus desenhos, do rabisco aos ideogramas.
    O autor faz relações entre os desenhos e os traços pisicológicos das crianças. Entretanto, como professores devemos tomar cuidado com interpretações psicológicas de desenhos infantis para não fazermos interpretações equivocadas a respeito dos alunos e comprometermos de alguma forma o seu desenvolvimeto.

  53. Tabata Julia disse:

    BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Arte. Brasília: MEC/SEF, 1997.

    O ensino de arte antigamente não era aceitável dentro da sociedade brasileira. O seu ensino era mais para a mão de obra, mas com a semana de arte moderna de 1922, o clima mudou e os críticos começaram a dar uma nova chance a arte aqui no Brasil. Mesmo sendo fornecida uma formação precária ao ensino da arte, várias pessoas pegaram gosto por essa prática. Em 1971, pela lei de diretrizes e bases da educação nacional a arte foi incluída no currículo escolas com o nome de educação artística, mas ainda não era considerada uma disciplina e sim uma “atividade educativa”. Isso tudo demonstrou um grande avanço em relação a semana arte de 1922. Foi um momento de efervescência no âmbito da arte q mais brevemente em 1988 na constituição, o ensino de arte torna-se importante para a educação e em 1996 com a Lei de diretrizes e bases o ensino de arte torna-se indispensável e obrigatório para a educação básica. O pcn de arte deixa em evidencia que os objetivos principais da arte são: motivar o aluno a sensibilidade, percepção e a própria imaginação. Contudo o ensino de arte nas escolas de educação básica é de extrema importância pois o aluno garantindo seu aprendizado sobre as vertentes da arte ele terá um olhar crítico e saberá fazer uma relação entre a cultura de seu país com as demais culturas. Assim, entenderá como os valores são formados dentro de uma determinada sociedade. Deixo claro que o ensino da arte não diz respeito a uma categoria, é muito amplo, pois engloba ensino da música, dança, teatro e arte visuais, isso tudo devendo ser consideradas formas de expressões pelo homem.
    Mesmo com tantas pesquisas na área de arte, ainda em 2011, temos um déficit em relação a formação de profissionais para trabalharem nas escolas. Destacando o ensino de arte em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, quando vamos às escolas estaduais a equipe de gestão reclama muito com a falta desses professores, isso é lamentável.
    “O ser humano que não conhece arte tem uma experiência de aprendizagem limitada, escapa-lhe a dimensão do sonho, da força comunicativa dos objetos à sua volta, da sonoridade instigante da poesia, das criações musicais, das cores e formas, dos gestos e luzes que buscam o sentido da vida.”(p.19)

  54. Tabata Julia disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p. 9-46.

    A autora Derdyk, em sua obra Vivencias; Conceitos e Pré-conceitos destaca a importância do papel do professor para com as interpretações dos desenhos das crianças. Pois, os desenhos nada mais são do que uma linguagem pela qual as crianças se expressão com mais facilidade. A sociedade de uma forma em geral não tem um olhar critico e julga o desenho como um risco qualquer. Não entende que aquilo ali desenhado tem muito sentindo para a criança que o fez. O que é lamentável é o fato de que muitos professores da educação básica, mesmo os professores de arte não motivam seus alunos, não despertam nessas crianças um olhar aguçado para a arte. Isso é muito humilhante. Esse texto me levou a uma reflexão própria sobre o que eu uma professora em formação pensa sobre o desenho e a criança e me fez também refletir outro aspecto a educação que tive sobre a arte. Acredito que uma tem relação com a outra. A arte sempre esteve muito próxima a mim. Desde muito pequena tive motivações em casa com papeis, lápis etc. Depois entrei na escola, lá aprendi mais um pouco. E agora em nível superior estou tendo a oportunidade de aprofundar meus conhecimentos em arte e assim ser uma professora motivadora e acima de tudo ensinar meus alunos a terem uma sensibilidade pela arte.

  55. Carla Mariana Bonfim disse:

    [1] DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p. 9-46.

    Edith (1989) inicialmente e ao longo do texto, contrasta a diferença de apropriação do conhecimento entre a criança e o adulto. Além disso, enfatiza a importância da prática ou da vivência e da formação do educador, que não raro é deficiente, para a construção de nossa subjetividade e para a superação de alguns conceitos errôneos que carregamos, como por exemplo, de que os desenhos produzidos pelas crianças são infrutíferos. Assim é fundamental que o professor mostre outros caminhos para que a criança possa dar vazão à sua criação. O autor traz exemplos interessantes que mostram que eram por meio dos desenhos que os homens registravam a história de sua civilização e que aprendemos o modo como eles viviam. Mais tarde eles deixavam sua marcam ou sua presença por meio de pegadas em lugares como a lua ou o deserto. Sem contar as ricas e variáveis inscrições da natureza que podem ser percebidas desde os detalhes presentes na nervura das plantas, nas modificações faciais, como o processo de envelhecimento, na organização dos corpos celestes até a disposição das conchas na praia. Ponderar nestes exemplos de representações ampliam e enriquecem os horizontes das crianças sobre o mundo em que vivem. Deste modo, podemos apontar para a sua função humanizadora, uma vez que permite segundo a autora, e como já mencionado a compreensão do mundo a nossa volta. A partir destas breves considerações nós reconsideramos o que constitui de fato o desenho que ultrapassa o uso do lápis e do papel.

    [2] BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Arte. Brasília: MEC/SEF, 1997.

    Os Parâmetros Curriculares Nacionais do ensino de Arte foram criados com o objetivo de instrumentalizar o trabalho do professor em sala de aula. Na primeira parte deste trabalho descreve-se a trajetória histórica do ensino de arte brasileira e na segunda parte prioriza-se o estudo das linguagens entre as quais podemos destacar as artes visuais, a dança, a música e o teatro. De acordo com os PCNs, o ensino de arte deve contemplar a formação de um aluno construtor da aprendizagem com base e ênfase no acesso das diferentes linguagens. E esta construção deve considerar a realidade em que o aluno vive.

  56. Maiara Caroline Pereira disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p.
    9-46.

    A autora desenvolve o seu texto em torno do trabalho de Artes destinado as crianças, com destaque para o desenho. Nos tempos atuais é por meio da disciplina de Educação Artística que o professor é responsável pelo conhecimento de Artes transmitido a seus alunos. Por meio do desenho usamos nos comunicar e expressar os mais diversos sentimentos, o ser humano tem a necessidade de deixar marcas, estas são demasiadamente expressadas por meio do desenho onipresente em nossa sociedade e cultura. O texto também vem tratar das possibilidades e importâncias do desenho para a sociedade atual. Por esta razão é extremamente importante que o professor tenha uma formação adequada e que propicie e instigue a curiosidade e o desenvolvimento artístico de seus alunos. Ao contrário do que a autora aponta, podemos encontrar nas escolas, profissionais despreparados e que concebem o desenho por meio de formas e cores perfeitas, ao passo que a criatividade do aluno é muitas vezes blindada pelo diagnóstico falso do professor quanto ao desenho.

    BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
    Nacionais: Arte. Brasília: MEC/SEF, 1997.

    Os Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino de Artes voltado pra o Ensino Fundamental traz como objetivos principais que devem envolver o ensino dos alunos, o conhecimento necessário para que os mesmos possam produzir trabalhos artísticos e também analisá-los nas suas mais variadas formas. Um aspecto importante considerado pelo PCN é as disparidades presentes nas Instituições Escolares, a falta de materiais necessários para a execução de determinadas atividades por exemplo. Os conteúdos em Artes estão distribuídos por meio dos seguintes eixos que devem reger o processo de ensino na ordem como o professor julgar necessário, sendo a produção artística do aluno, a fruição que contempla a apreciação da arte e a reflexão que relaciona-se ao conhecimento adquirido por meio das mais variadas produções artísticas. Estes eixos temáticos devem contemplar as condições de aprendizagem de cada aluno. O PCN de Artes espera que os alunos terminem o Ensino Fundamental com aptidões e conhecimentos que dificilmente os professores de educação conseguirão transmitir dado a sua falta de formação necessário no que tange este assunto, sem contar as condições de materiais precárias ou inexistentes nas escolas e também o fato de muitos alunos saírem do Ensino Fundamental com deficiência nas disciplinas básicas que dirá atender todos estes conhecimentos propostos no PCN de Artes.

  57. Carla Rhaissa disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p.9-46.

    No texto “Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos” a autora Edith Derdyk, aborda uma questão muito importante durante a Educação Infantil e os anos inicias do Ensino Fundamental, a forma como as Artes Visuais, são trabalhadas pelos professores durante essas etapas. Segundo a autora o adulto é um ser pronto em seu desenvolvimento, e por isso já traz uma “bagagem” formada sobre determinados conhecimentos. Já a criança é um ser em continuo desenvolvimento, e tudo para ela é novo e intrigante; e é através do desenho uma das formas que a criança expressar o modo como ela esta vendo e se envolvendo com tudo de novo que esta aprendendo. E cabe ao professor dessas series promover momentos que envolva e valoriza essas aprendizagens de maneira a incentivar a criatividade das crianças. Enfim, o professor deve abandonar a ideia que o desenho é uma simples forma de entreter (ex: quando não há mais atividades a serem dadas vimos os professores dar folhas para “desenhos livres”) ou apenas como uma atividade complementar a outra (ex: lê-se um texto e pede para que os alunos desenhe a historia), sem nenhum sentido para a criança; mas sim como uma forma de expressão da criança com sentidos embutidos e de extrema importância para o seu desenvolvimento.

  58. Carla Rhaissa disse:

    BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
    Nacionais: Arte. Brasília: MEC/SEF, 1997.

    Os Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino de Artes para o Ensino Fundamental aborda inicialmente o contexto histórico da Arte na nossa cultura, mostrando que desde os primórdios, o ser humano já tinha o contado com alguma forma de expressão artística.
    Segundo o documento “A educação em arte propicia o desenvolvimento do pensamento artístico e da percepção estética, que caracterizam um modo próprio de ordenar e dar sentido à experiência humana: o aluno desenvolve sua sensibilidade, percepção e imaginação, tanto ao realizar formas artísticas quanto na ação de apreciar e conhecer as formas produzidas por ele e pelos colegas, pela natureza e nas diferentes culturas”.
    (BRASIL, p.19, 1997). Assim, para a criança ter o contato com as diversas formas de expressão artísticas, é fundamental para o seu desenvolvimento cognitivo e emoção, já que é através do desenho que as crianças expressam suas emoções, sentimentos, e descobertas, além do mais é um estimulo a criatividade e curiosidade.
    E é partindo desse contexto histórico e dessa premissa da importância do ensino de Artes na vida dos ser humano, que o PCN foi elaborando, buscando princípios que norteiem e auxiliem o trabalho reflexivo do professor em sala de aula, com o conhecimento artístico, buscando o desenvolvimento pleno do aluno e a compreensão por parte dele desse universo artístico.

  59. Débora Boulos disse:

    O texto de Derdyk – Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil – defende a vivência como ponto de partida para o crescimento do aluno, bem como para a construção da sua identidade. Para a autora, o educador tem condições de lidar com a criança na sua totalidade, quando considera fatores da vivência dela no desenvolvimento de suas atividades. Nesse contexto, Derdyk coloca o desenho como um grande aliado do professor, já que, por meio dele, é possível que o estudante construa novas formas de olhar o mundo a sua volta e reflita sobre ele. No entanto, conforme ela coloca, o que se vê na educação atual é o privilégio de um emaranhado de técnicas para se fazer isso e aquilo e, assim, ocorre uma supervalorização de formas e maneiras de criação artística, em detrimento da naturalidade e grande capacidade de imaginação que se pode despertar na criança por intermédio do desenho. Nesse contexto, Derdyk aponta a necessidade de uma nova abordagem no ensino da arte, de forma que ele possa se transformar em um processo de sensibilização e, por conseguinte, humanização do estudante na sua importante trajetória de desenvolvimento.

  60. Paula Maria disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p.9-46.

    Derdiy revela que é por meio da arte que expressamos nossos sentimento. Portanto, é imprescindível que o professor tenha uma formação adequada que possibilite conduzir a criança à curiosidade e desenvolvimento artístico. A autora cita a importância social da pintura, sendo que o homem tem necessidade de registrar sua passagem pelo mundo.Deste modo a pintura tem uma função humanizadora para a sociedade.

    BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
    Nacionais: Arte. Brasília: MEC/SEF, 1997.

    O PCN de Artes faz uma retrospectiva da história da arte no Brasil, colocando os avanços pelos quais passou até ser reconhecido como disciplina, de igual importância às outras. Segundo o documento a escola deve instrumentar os alunos na compreensão da arte, fazendo com que o aluno dê sentido produção artística e possa se enriquecer também pela reflexão sobre a arte como objeto de conhecimento

  61. Luciana Ciencia Apostolo disse:

    O texto de Derdyk – Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil A autora Derdyk, enfatiza que as interpretações dos desenhos da crianças devem ser vistas pelo professor dentro de um nova óptica, considerando que os desenhos são uma expressão, uma linguagem pela qual as crianças se expressam com mais facilidade O professor deve ter condições para lidar com a criança em sua totalidade, considerando a vivência da criança no desenvolvimento de suas atividades, auxiliando assim na formação da sua identidade.

  62. Michele Roberta de Souza disse:

    De acordo com Derdyk é muito importante visar a forma como os professores trabalham Artes Visuais com as crianças, visto que a criança é um ser que desenvolve-se continuamente, e desenhar é uma das formas pela qual a criança pode expressar aquilo que ela sente e a maneira como ela consegue ver o mundo. Segundo a autora o professor deve tomar cuidado ao interpretar os desenhos das crianças já que esses são a forma que as crianças usam para se expressarem.

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p.9-46.

  63. Michelle Azevedo disse:

    O texto de Derdyk – Vivências, Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. A autora nos propoe um novo conceito de observar os desenhos dos alunos assim como tambem um novo olhar para interpreta-lo, pois é por meio dos desenhos que as crianças se expressam. Desconsiderar com isso, um simples “rabisco”, faz com que tudo o que foi exposto pela criança naquela folha seja perdido e jogado no sentido da insignificância. Trabalhar justamente com a possibilidade de que toda a forma de expressão exposta em uma folha de desenho pode significar muito para um aluno principalmente com aqueles se utilizam do desenho para se comunicar pois é por meio do desenho que as crianças conseguem demonstrar seus sentimentos tanto positivos como algo que muitas vezes à incomoda e um adulto que está perdo não consegue perceber. Por meio deste fatores que o professor deve trabalhar para que estes indicios sejam perdidos, e incentivar da melhor forma para o processo de construção seja realizado com sucesso.

  64. Leticia disse:

    A autora revela em seus textos a importância da arte e do desenho, tomando como base o ensino-aprendizagem das crianças nas escolas, seus meios, métodos, materiais. Com o conhecimento fragmentado, a dificuldade de se ensinar um contexto completo e omnilateral fica cada vez mais complicado finalizar conceitos e técnicas artísticas, posto que estes também tem ligação direta com o grupo, contexto e totalidade. A sociedade impôs a cultura do pronto e acabado e isto faz com que os adultos sejam contraditórios às suas próprias vivências infantis. As crianças são, em sua grande maioria,
    O texto aborda os motivos e interesses da vivencia cultural na formação docente e como isto tem contato direto com seu modo de vida e de trabalho. O professor sendo espelho para as crianças deve incentivá-las ao estudo e produção, visando sempre seu pleno desenvolvimento

  65. Damires disse:

    O texto de Derdyk – Vivências, Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil.
    A autora propõe que as crianças indiretamente aprendam com as suas vivencias, no entanto, propõe uma nova maneira de observar e interpretar os desenhos infantis, pois compreende os desenho como uma forma de expressão da criança. Assim a autora busca compreender tudo e qualquer rabisco como uma forma de as crianças expressarem seus sentimentos. Dessa maneira, ela sugere aos professores meios para se trabalhar estes indícios para que o processo de construção seja realizado de maneira efetiva. Considerando as etapas de seu desenvolvimento intervindo da melhor maneira possível. No entanto, nossa realidade de formação de professores deixa um pouco a desejar já que precisaríamos de uma formação completa em artes para fornecer um suporte adequado a esses alunos.

  66. Josy Fernandes disse:

    Derdik, em seu texto “Vivências: Conceitos e Pré-conceitos. Formas de pensar o desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infatil” fala da importância da vivência na formação do educador, pois é o que o professor transmite ao aluno que irá determinar em sua formação como ser humano dentro da sociedade. Para que o professor consiga transmitir conhecimentos de linguagem gráfica aos alunos, ele precisa ter uma vivência prática dessa linguagem.
    A autora também nos informa que o desenho é uma forma de linguagem e deve ser acessível a todos. Principalmente porque ela relata que a criança, enquanto desenha, ela também canta, dança, conta histórias, e, dessa forma, o desenho torna-se uma maneira de refletir e abstrair o ambiente em que se vive, impulsionando outras manifestações além da manifestação gráfica.

  67. Franciele Baptista disse:

    A autora explicita no texto Vivências: Conceitos e Pré-conceitos a importância da criança se expressar por meio do desenho. Portanto, é de relevante importância que o professor tenha conhecimento a
    respeito para que a estimule no desenvolvimento de tal trabalho, assim como consequentemente em outras manifestações. Infelizmente, é uma pena que grande parte dos educadores não têm consciência da importância desses tipos de trabalhos para as crianças, considerando tais momentos de crianção como passa tempo e sem significação alguma.

  68. Bruna Tairine disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p.9-46

    Derdyk ao enfocar a importância da vivência diz que ela “entra em cena como personagem central na formação de pessoas capacitadas a lidar artesanalmente com crianças”. Ou seja, é a partir das experiências com que são proporcionadas as crianças que vai aumentar seu repertório social, e principalmente, cultural. Por meio dessa discussão é que o autor vai trazer o desenho, como uma representação de tudo que vemos e vivemos de nossa paisagem cultural. Portanto, dentro dessa discussão proposta pelo autor é que o professor pode ser um instrumento ampliador desse universo e tomar o desenho não como mera repetição da realidade, mas uma atividade perceptiva, por meio da ampliação da vivência cultural das crianças.

  69. Bruna Tairine disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p.9-46

    Derdyk ao enfocar a importância da vivência diz que ela “entra em cena como personagem central na formação de pessoas capacitadas a lidar artesanalmente com crianças”. Ou seja, é a partir das experiências com que são proporcionadas as crianças que vai aumentar seu repertório social, e principalmente, cultural. Por meio dessa discussão é que o autor vai trazer o desenho, como uma representação de tudo que vemos e vivemos de nossa paisagem cultural. Portanto, dentro dessa discussão proposta *pela autora é que o professor pode ser um instrumento ampliador desse universo e tomar o desenho não como mera repetição da realidade, mas uma atividade perceptiva, por meio da ampliação da vivência cultural das crianças.

  70. Adriana disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p.9-46

    No texto a autora descreve a importancia de se observar os desenhos dos alunos e de principalmente ter um novo olhar para interpretá-lo, pois afirma que é atravéz dos desenhos que as crianças se expressam. Olhar um rabisco, que seja, feito pela criança e desconsiderá-lo, é jogar fora tudo o que a criança quiz representar e expor para o adulto, ou simplesmente para ela mesma. A autora afirma tambpem que deve-se trabalhar com a possibilidade que de toda a forma de expressão desenhada em um papel, siginifica muito para a maioria das crianças, principalmente para algumas que utilizam dos desenhos para se comunincar, mostrar seus sentimentos, medos, aflições. E o adulto deve estar atento, para, atravéz da interpretação desses desenhos, poder ajuda-la. Por tanto, o professor deve trabalhar e estimular as crianças a desenharem, e que as crianças vejam que seus desenhos podem sim, falar por elas.

  71. Adalberto disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p.9-46

    Neste texto Derdyk salienta o poder de evocação e interpretação da
    imagem visual. O desenho como forma de pensamento, propicia a oportunidade de que o mundo interior se confronte com o exterior, a observação do real se depare com a imaginação e o desejo de significar. Assim, memória, imaginação e observação se encontram, passado e futuro convergindo para o registro da ação no presente.
    Como pensamento visual, o desenho é estímulo para exploração
    do universo imaginário, é também, instrumento de generalização, de abstração e de classificação.
    A autora ressalta ainda que o desenhar envolve diferentes operações mentais, selecionar e relacionar estímulos, simbolizar e representar, favorecendo a formação de conceitos.
    É possível, ainda, destacar a característica de registro da ação, apontada por Derdyk. A esse respeito, pode-se comentar a importante contribuição do desenho espontâneo para compreensão do pensamento da criança.
    A atuação do professor é fundamental no apoio aos processos de desenho zelando pela condição de liberdade de expressão e sustentação da manifestação. Essa atitude parece ser fundamental na preservação do espaço do desenho infantil, atividade de baixo
    custo e fácil acesso, importante não só para o desenvolvimento cognitivo, mas também da criatividade e da expressão pessoal.

  72. Renata Luiza disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p.9-46

    A autora defende a ideia de que o aluno que constroí sua identidade a partir de suas vivências, o educador terá condições de lidar com esses alunos na sua totalidade. A autora coloca que com isso, o grafismo será um importante aliado do professor como um possível caminho para conhecer seu aluno. Nos dias atuais o ensino está envolvido por tantas técnicas, que deteriora a criação, imaginação e o despertar pelo desenho. Assim, diante dessa situação, autora nos mostra uma possível abordagem no ensino da arte, buscando sensibilizar e humanizar o aluno durante o seu desenvolvimento social.

  73. Saulo disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p.9-46

    A autora nós permite uma visão, dentro da sua vivência e experiência, que o desenvolvimento da visão artística vai alem do simples e morno cotidiano em sala de aula. Através do trabalho de mediador feito pelo professor se abrem leques de atividades com a possibilidade de destacar a influência artística em cada cenário e, com isso, fomentar também o desenvolvimento para uma visão cultural dos arredores que temos . Assim, o professor se torna um amplificador das percepções recebidas pelo aluno e, articulado propriamente, se torna uma amalgamado cultural-artístico com possibilidade de articular ideias inovadoras justamente pelo amplitude de material disponível.

  74. Bárbara disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p.9-46.

    A autora nos mostra que é essencial e de extrema importância que o professor tenha uma formação e uma visão sobre o ensino de Artes, para que possa despertar o interesse de seus alunos sobre o desenvolvimento artístico, que desperte a curiosidade e a imaginação das crianças, o professor deve considerar qualquer rabisco, um desenho, ou uma expressão artística da criança, pois é através da arte que expressamos nossos sentimentos.

  75. Andréa Petreca disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p.9-46

    No texto, a autora nos mostra a importância do desenho na vida da criança e nas relações que podem ser estabelecidas a partir dele. Isso nos traz uma reflexão: A formação dos nossos professores proporciona a eles essa visão? A arte é valorizada como deveria?

    A autora, tratando o desenho como disseminador de diferentes culturas, faz com que percebamos o quão importante é essa área da educação para a formação de cidadãos. Isto quer dizer que é tarefa do profissional da educação dar o valor necessário a arte, fazendo com que as crianças cresçam sabendo valorizar diferentes culturas e técnicas artísticas.

  76. Andreia Fidelis disse:

    Referência: DERDIK, E. Vivências: Conceitos e Pré-conceitos. Formas de pensar o desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989.

    A primeira manifestação escrita da criança é através do desenho, por meio dele não só as crianças mas todos podem expor o que sente, o que pensa, o que deseja. Até mesmo o homem das cavernas deixou a sua marca por meio de desenho. Portanto, os desenhos fazem parte da história da humanidade desde os seus primórdios. Se foi importante para o homem das cavernas, para as crianças o desenho também possui um significado especial, Derick (1989) aborda a importância do desenho na vida da criança.
    Infelizmente muitos professores em virtude da falta de capacitação de seus gestores encontram-se despreparados e não veem o desenho como algo que importante no desenvolvimento da criança, pois priorizam os conteúdos que consideram mais importantes reduzindo a produção de desenho a momentos de folga, ou quando não se tem mais nada para fazer e é necessário entreter as crianças para passar o tempo nos finais de aula, depois de se ter trabalhado determinado conteúdo. Sendo todo esse descaso uma consequência dos sistemas educacionais que dão relevância a educação técnica e profissionalizante, reprimindo o ato perceptivo, passando despercebido, segundo Derdyk (1989, p.18) , que “ a criança enquanto desenha, canta, dança, conta histórias, teatraliza, imagina, ou até silencia […], ou seja, a ação de desenhar acarreta em outras ações que em conjunto possibilitam a criança expandir a sua imaginação.

  77. Jéssica disse:

    Os textos de Edith Derdyk traz a perspectiva do desenho como uma importantíssima fonte de expressão artística. Ela relata como a arte é importante na vida dos indivíduos e relata a dicotomia entre o ser adulto e infantil, o primeiro já está pronto e acabado, fator este prejudicial ao elemento criativo, já o segundo se apresenta em constante movimento e predisposto a aprendizagens, por isso, o professor deve aproveitar esta oportunidade para despertar o interesse da criação nas crianças, pois todos tem a capacidade de aprender. Contudo, deve-se entender que estas já são portadoras de representações sociais que está posto em suas relações, seja com a família, religião, grupos e pares, portanto, o professor deve ter consciência de seu papel formador na vida do indivíduo, mediando o seu desenvolvimento para a criatividade e a socialização.

  78. Joyce Longo disse:

    [1]DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p.9-46.
    [2]BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares
    Nacionais: Arte. Brasília: MEC/SEF, 1997.
    [3]ARSLAN, Luciana mourão; IAVELBERG, Rosa.O ensino da Arte no início do Século XXI. Ensino da Arte. São Paulo; Thompson, 2007.p.1-11
    [4]GREIG, Philippe. O Nascimento da Linguagem Plástica.A cCriança e seu Desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004.p. 19-54

    Através dos textos e do PCN podemos afirmar que a arte é a expressão dos nossos sentimentos, fazendo parte da história do homem como forma de manifestar sua passagem pelo mundo, isso faz com que a arte tenha uma função humanizadora para a sociedade. Portanto, a arte é uma disciplina tão importante quanto às outras por ser também um importante objeto de conhecimento.

  79. Juliana disse:

    O texto de DERDIK, E., intitulado “Vivências: Conceitos e Pré-conceitos. Formas de pensar o desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil”, nos traz uma grande contribuição quanto ao modo como devemos levar em consideração os desenhos produzidos pelas crianças na escola. Em primeiro lugar, a autora nos mostra a importância do desenho na história da humanidade, sendo que ele funciona como um intermediário entre o pensamento e a construção de algo novo. O desenho tem um papel cultural muito importante, além de servir de expressão dos sentimentos e da imaginação do ser humano, principalmente na infância. O professor deve levar tudo isso em consideração ao trabalhar com o desenho com as crianças e procurar realmente compreender o significado daquela expressão artística individual, ao invés de se preocupar em ensinar técnicas e métodos rígidos. Antes de mais nada, o desenho infantil é uma expressão da própria criança e é uma fonte rica de conhecimento para o professor. Por isso, a criança deve ser livre para desenhar o que lhe vier à mente na Educação Infantil e expressar sua criatividade.

  80. Monise Matucci disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p.9-46

    De acordo com a autora, o professor deve ser sensível aos desenhos dos alunos, reconhecendo que as crianças expressam seus sentimentos, emoções e desejos principalmente através dele, utilizando-se de diversos materiais, como lápis, giz, pincel, caneta, entre outros. Para ela, o desenho não fica restrito somente ao lápis e papel, como também em diversos outros registros, permitindo à criança desenvolver suas potencialidades e refletirem, uma vez que seus desenhos não representam um objeto específico.
    Esta forma de conceber o desenho se aplica desde os desenhos rupestres, pois o homem sempre se utilizou dele para se comunicar, se expressar, e ele serve para todas as pessoas em todos os tempos.

  81. Ana Carla Ismael Taufic Viteri disse:

    DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p.9-46

    Derdyk, em um primeiro monento, a autora salienta sobre a importância do desenho na história da humanidade
    Ela faz uma importante reflexão sobre a linguagem gráfica infantil, comentando que é fundamental experimentar o desenho em toda a sua potência criativa, não esquecendo que a vivência prática é fundamental para a compreensão do universo gráfico, assim como dos significados contidos no ato de desenhar das crianças. A linha, a expressividade, o objeto representado e a relação com os materiais são enfatizados também nas obras de importantes artistas da história da arte.

  82. Silvana Teles disse:

    DERDYK, Edith. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989, p. 9-46.

    Em seu texto Derdyk (1989), retrata a importância do desenho na Educação Infantil e como é relevante que a formação dos educadores traga isso e eles tenham a vivência da linguagem gráfica. A autora apresenta o desenho como uma forma de comunicar uma idéia, uma imagem, através de suportes como: papel, madeira, pano, cartolina, muro, etc., utilizando instrumentos como: lápis, giz, pincel, caneta, carvão, etc. O desenho além de ser uma das linguagens da arte é um meio de comunicação e expressão. Inicialmente a criança pequena desenha ultrapassando os limites, mas com seu desenvolvimento ela passa a diferenciar o que existe fora e o que existe dentro do papel, conseguindo assim desenhar no limite, podendo expressar seus desejos; com esse desenvolvimento a criança começa a entender também o que é dela e o que é do outro. Derdyk (1989) finaliza abordando que para desenhar é necessário certo poder de decisão.

  83. Cláudia disse:

    [1] DERDYK, Edith. Vivências; Conceitos e Pré-Conceitos. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989. p. 9-46.
    Neste texto é abordado o desenvolvimento infantil na sua totalidade e no seu contínuo movimento contínuo e crescente. Derdyk, (1989) alerta que o profissional em educação deva ser mais sensível com o contato com a criança e que deva incentivar qualquer manifestação de arte. É enfocada a importância do desenho na educação infantil desde pequenos rabiscos e caratuchas, pois eles cooperam significantemente no desenvolvimento motor, cognitivo, e também expressiva, ou seja, a criança consegue se expressar. Destaca a importância do/a professor/a conhecer este desenvolvimento, para poder intervir e /ou estimular a criança.

    [2] BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Arte. Brasília: MEC/SEF, 1997.
    O PCN de Arte possibilita um trabalho de contextualização histórica, pedagógica e estética das concepções e do conhecimento artístico, por meio das artes visuais, dança, música e do teatro. Contribuindo para uma reflexão e construção da criticidade do/a aluno/a

    [3] ARSLAN, Luciana Mourão; IAVELBERG, Rosa. O Ensino de Arte no Início do Século XXI. Ensino de Arte. São Paulo: Thomson, 2007. p. 1-11.

    Neste texto a autora mostra as transformações das várias linguagens da arte. Mostra também a relação entre o período da história com os conceitos da arte e suas mudanças. Até chegar aos dias atuais enfocando a tendência construtivista com o/a aluno/a assumindo o papel de sujeito de sua própria aprendizagem. A autora fala também muito sobre os Parâmetros Currilares em especial, o de arte, para que o/a professor/a faça uso do mesmo como direcionamento de seu trabalho com as crianças. Não se esquecendo da impartância da formação continuada para este/a professor/a.

    [4] GREIG, Philippe. O Nascimento da Linguagem Plástica. A Criança e seu Desenho. Porto Alegre: Artmed, 2004. p. 19-54.
    O autor neste texto revela cada etapa do desenvolvimento da criança em relação ao desenho. Desde desenhos mais simbólicos “garatujas”, traçado de vaivém que segundo Greig (2004) constitui um impulso primordial, até o desenho intencional, ou seja, quando a criança domina seu desejo de desenhar. O texto é de grande importância para todos os profissionais envolvidos com Educação Infantil, e até mesmo, aos pais, servindo de parâmetro, não no sentido de “medir” o desenvolvimento de cada criança, mas de acompanhamento e valorização de cada etapa do desenvolvimento infantil.

  84. Emerson Roberto disse:

    DERDYK, Edith. Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil. São Paulo: Scipione, 1989, p. 9-46.

    Em seu texto Derdyk (1989), nos traz que o desenho na Educação infantil deve estar sempre presente para que o educador possa conhecer as diversas habilidades presentes em seus alunos.
    O desenho é uma forma da criança comunicar-se e se expressar, desde suas vontades até seus sentimentos.
    Valorizar o desenho na educação infantil mesmo que as vezes possam não parecer ter sentido, para a criança sim, e o educador deve ter isso em mente.
    Participar como mediador no processo do desenho é de vital a importância e relevância para que os resultados possam atingir os objetivos.

  85. Nathália V. Ribeiro disse:

    Ao assistir os vídeos, destaco alguns aspectos importantes apresentados na fala de Ana. A questão da criação do curso de artes visuais, o qual em 1971 teve que ser enquadrado no novo currículo mínimo de Licenciatura em Artes visuais. A ECA nunca aceitou uma licenciatura em Ed. Artística de dois anos pra formar um professor para ensinar música, teatro, artes plásticas, dança, desenho geométrico, no Ensino fundamental e médio. Então criou um curso de Licenciatura em Artes Plásticas, em Música e em Teatro, com focos específicos, nos quais só se formavam aqueles que realizavam uma disciplina obrigatória nos últimos semestres sobre as metodologias de ensino de fato e os estágios supervisionados. Além disso, a mudança/o caminho do Modernismo para o Pós Modernismo no ensino da arte foi feito na USP, portanto houve a tranformação de não só apenas ver arte na escola mas também buscar atribuir significado na imagem. A ECA foi um grande lugar ao qual começou-se a se discutir a arte e o social contemporaneamente/cultura. Ana finaliza sua fala dizendo que arte é comunicação e educação, portanto, une as pessoas. Em relação a Proposta Triangular, criada inclusive por Ana Mae, a qual veio inicialmente como uma metodologia e posteriormente como uma proposta, contraria a prática de releitura (dar a obra para o aluno copiar) e visa a potencialidade na prática em fazer-se o aluno apreciar a obra, refletir, conhecer o contexto, conhecer o artista, fazê-lo se expressar. Tal proposta tem-se esse nome, uma vez que há ligação de três eixos: o fazer, a história e a percepção, que seria a sua leitura frente a obra de arte, e como um todo, a possibilidade de compreender/ler o mundo.
    Ana afirma também que quem faz a metodologia é o professor, sob a consciência acerca do que se quer que o aluno aprenda, como você quer posiconar o estudante fente a vida.

  86. Ana Carolina Aguiar disse:

    No vídeo de “Ana Mae Barbosa”, onde a professora conta um pouco da história da ECA-USP, essa destaca que o caminho do modernismo para o pós-modernismo na história da arte foi feita pela ECA-USP- MAC, em que foi a pioneira na ampliação do ensino de arte nas escolas. A grande conquista da ECA dentro das instituições brasileiras, segundo Ana Mae, foi pensar a arte de um ponto de vista social. Pensando no ensino de arte já dentro das escolas, o vídeo “Metodologia de Ensino em Artes Visuais-CEAD-EBA-UFMG”, apresenta que o ensino de arte, segundo a professora Juliana G. Macedo, cabe ao professor escutar aos alunos, receber o conhecimento que esses trazem e mediar, provocar para que eles conheçam cada vez mais; como escreve também DERDYK (1989) no texto “Formas de Pensar o Desenho: Desenvolvimento do Grafismo Infantil”, onde ressalta a grande importância do professor mediar o desenho infantil. Ainda sobre o vídeo, e o que a professora Juliana diz, a arte faz com que os alunos veja de perto como são únicos e a grande diversidade existente entre eles, pois se o professor pedir para eles fazerem alguma atividade, no caso de arte, nenhum ficará igual. Segundo a professora Patrícia de Paula, o professor deve ser professor- artista, porque não adianta esse ter uma grande carga teórica se ele tem uma deficiência na prática. Para a professora Lucia G. Pimentel é muito importante que o professor tenha uma formação sólida, para que possa propiciar o raciocínio artístico para os alunos, para que esses se tornem pessoas íntegras.
    No vídeo da “Proposta triangular”, segundo o relato das professoras, essa proposta criada pela arte educadora Ana Mae Barbosa é muito interessante, pois veio quebrar o ensino de arte em que o aluno só copiava um desenho ou uma pintura. Nesta proposta, o aluno aprecia a obra de arte, reflete e produz a sua própria arte, sendo mais didática, mais prática e o professor pode utilizar o contexto que o aluno se encontra.

  87. Danielli Fernanda da Silva disse:

    Ao assistir e discutir os vídeos em sala de aula, podemos destacar alguns aspectos importantes relacionados a disciplina de Artes no Brasil. No vídeo da professora Ana Mae Barbosa, é discutida a ampliação do ensino de Artes nas escolas com a adequação do curso de Licenciatura em Artes Visuais, Plásticas, Música e em Teatro, com focos específicos que pensava a arte de um ponto de vista mais social. Temos aqui também a mudança do caminho do Modernismo para o Pós-Modernismo no ensino de Arte, que foi feito primeiramente na USP. Sendo assim podemos observar uma transformação de não só apenas ver Artes na escola, mas também se buscava atribuir significado social, onde ressaltamos a importância de o professor mediar as formas de expressão artística infantil, valorizando assim suas capacidades. Cabe aqui mencionar a Proposta Triangular, que foi desenvolvida pela professora Ana Mae Barbosa, que contraria o ensino de Arte, como uma mera cópia de algo que já é considerado obra artística, visando assim a potencialidade do aluno na prática, ao apreciar uma obra, e refletir sobre ela, conhecendo seu contexto de criação, o artista que a criou, e assim estimulá-lo a se expressar. O nome desta proposta é referente a didática utilizada, onde o aluno aprecia a obra, reflete sobre esta, e reproduz sua própria obra. Assim o professor pode partir da realidade do aluno, e posicionar o seu planejamento de forma que o aluno possa compreender a obra de forma interdisciplinar.

  88. Monica Floriano Lucianelli Lucheta disse:

    Os videos trazem propostas de metodologias para o ensino de Arte. Dentre as questões colocadas Ana Mei traz a proposta triangular, que pressupõe a experiência dos alunos, a obra em si e o conhecimento do professor.
    Ouvir os alunos, partir do conhecimentos que eles já possuem, apresentar outras formas artísticas e propor possibilidades de criarem novas obras de arte são maneiras de ensinar da proposta triangular.
    É fundamental mostrar aos alunos o universo artistico, ajudá-lo a desenvolver prazer em ver obras de arte. Atraves dessa sensibilização vem a proposta de criações artisticas e reflexões sobre essas práticas, que vão gerar reflexões sobre as obras que já são conhecidas.
    É uma espiral de conhecimento onde, a partir das expressões artisticas temos o desenvolvimento do pensamento e a aprendizagem.

  89. Caroline disse:

    Os vídeos assistidos e discutidos em sala de aula trazem propostas para o ensino de Arte. A professora Ana Mae criadora da teoria “abordagem triangular”, entende a necessidade da existência de educadores atualizados, artistas e acesso aos trabalhos contemporâneos para que os estudantes consigam atingir o máximo do desenvolvimento do conhecimento. Defende ter ao lado de um artista um arte-educador trabalhando junto, pois este tem o preparo, conhece as fases de desenvolvimento e construção plástica da criança.
    Acredita que o contato das crianças com os artistas é importante para provocar e trazer os debates contemporâneos para as salas de aula, abrindo os olhos para diferentes codificações.
    Afirma que o problema além de estar na formação dos professores está também na atualização destes, em que deve ser permanente a busca de novos conhecimentos.

  90. Daiana Moreno disse:

    No ensino de arte, a proposta triangular de autoria de Ana Mae Barbosa, no qual propõe um tripé em que valoriza o contexto pessoa e sujeito, o ensino da história da arte e o trabalho quando se coloca em prática a pintura, o desenho, a modelagem entre outras formas de desenvolvimento artístico, traz consigo um método possível para a formação das potencialidades do homem frente a sensibilidade e expressividade demonstrada na produção da arte. O desenvolvimento desse ensino proporciona também uma formação omnilateral do homem, contribuindo para que este expresse suas capacidades de forma total e crítica.

  91. Larissa disse:

    Ao assistir os vídeos podemos destacar alguns aspectos que são muito importante:

    No vídeo de “Ana Mae Barbosa” que conta sobre a historia da ECA-USP, destacamos que o período de transição do modernismo para o pós-modernismo na história da arte foi feita pela ECA-USP- MAC, e que foi pioneira na ampliação do ensino de arte nas escolas pensando a arte de um ponto de vista social.

    O vídeo “Metodologia de Ensino em Artes Visuais-CEAD-EBA-UFMG”, apresenta que no ensino de arte o professor precisa escutar os alunos, levar em conta o conhecimento que esses alunos trazem consigo e mediar para que eles conheçam cada vez mais a arte, pois isso faz com que os alunos veja a grande diversidade existente entre eles.

    No vídeo da “Proposta triangular”, vemos relatos de professoras através da proposta criada pela educadora Ana Mae Barbosa que modifica o ensino da arte dizendo que o aluno não deve apenas copiar desenhos e pinturas. Nesta proposta, o aluno deve saber apreciar a obra de arte, refletir e produzir sua própria arte

  92. Janiclei de Fátima Arone Amaral disse:

    Olá professor e usuários do Blog de Aula;
    Os vídeos demostram o quanto a Arte é discutível. No vídeo Metodologias de Ensino em Artes Visuais gostei da colocação da profª Lucia Gouvêa Pimentel (Escola de Belas Artes), para diferenciar o método que é algo que seguimos, e a metodologia é algo que criamos. No vídeo de Ana Mãe Barbosa (Profª Dra Deptoº de Artes Plásticas) discute como foi sua caminhada de estudos, fez cursos com Paulo Freire e comenta que ele pedia para que os alunos escrevessem porque queriam ser professor. Ana Mãe expôs no vídeo que Paulo Freire a partir de sua resposta afirmou que o que ela teve não foi educação e sim repressão. No vídeo Proposta Triangular fica claro a partir das falas dos professores o que quer dizer Triangular: Fazer, A História e a Percepção. Por fim visitando a página de Edith Derdyk as ilustrações me chamaram muito a atenção, realmente uma grande Artista Plástica, dou destaque para a Palavra Cantada (Cantigas de Roda)

  93. Cintia disse:

    Ao assistir os vídeos [1]“Ana Mae Barbosa”, [2] “Metodologia de Ensino em Artes Visuais” e [3] “Proposta triangular”, destaco como pontos principais:
    [1] Discorre sobre a vida de Ana Mae Barbosa, seus estudos e o contato com Paulo Freire.
    [2]A importância do professor ouvir seu aluno no ensino de arte, além de que não pode ser deixado de lado o conhecimento que o aluno trás consigo pra escola.
    [3]A proposta triangular foi criada pela educadora Ana Mae Barbosa, em que rompe a questão de que o aluno só deve copiar uma obra de arte. Para quebrar isso, propõe que o aluno aprecie a obra de arte, reflita e produza a sua própria arte, podendo utilizar o contexto em que vive.

  94. Raísa Hernandes Okamura disse:

    Os vídeos de Ana Mae Barbosa nos mostra o quão importante é a presença das Artes na vida das crianças.
    Paulo Freire teve uma grande importância na formação de Ana, o que marcou sua vida, onde ele mostra à ela que a educação pode ser a libertação do sujeito e isto fez com que Ana mudasse totalmente sua concepção a respeito deste assunto.
    Quando Ana percebeu que a arte é essencial para o desenvolvimento das crianças, se interessou muito pelo assunto, ficando encantada por este universo artístico.
    Destaca-se a ECA, que possui o curso de Licenciatura em Artes visuais, surgido em 1971, envolvendo artes e comunicação, que segundo Ana, são essenciais para enfrentarmos os desafios da contemporaneidade. Destaca-se também a USP, que foi pioneira nos sentidos e significados atribuídos às imagens, quando o ensino da Arte passa a ser importante para a formação da criança. Para a professora, a Arte é essencial para a criança desenvolver a capacidade de aprender.
    No vídeo Metodologias de Ensino de Artes, deixa-se claro que o próprio professor que deve desenvolver sua metodologia, a partir do que este quer com o seu aluno. A prática artística deve ser vista como um momento de construção de conhecimento e não apenas como um mero momento de produzir artes. É importante que o professor esteja sempre informado, vivenciando a arte.
    Esses vídeos nos fazem refletir o quanto o ensino da arte é importante para as crianças e no quanto nós, como pedagogas, devemos ter informações a respeito desse assunto, pois será algo muito valido em nossa formação, para que possamos trabalhar a arte com os nosso alunos, sem apenas pensar que estamos produzindo arte, sem intuito nenhum e sim, construindo uma forma de conhecimento.

  95. Heloisa H. Lemo disse:

    Os vídeos assistidos trazem conteúdos sobre metodologias de ensino de artes, o primeiro destaca mais as mudanças ocorridas no período de transição entre modernismos e pós-modernismo, marcando de forma mais acentuada as mudanças no ensino de artes nas escolas, que passaram a lidar com o assunto de maneira que valorizasse sua história, o aluno como sujeito possível de produzir arte e não apenas copiador, contribuindo para uma formação completa do homem, possibilitando que o mesmo expresse suas emoções e sensações por meio da arte. O segundo vídeo traz a importância de se dar atenção aquele conhecimento que o aluno já tem e que é um conjunto de informações acumuladas de outras instituições sociais que não seja a escola, e a partir desse conhecido já posto apresentar as diversas maneiras de se fazer arte, trabalhando a questão da diversidade e deixando clara a sua importância, tanto nas relações sociais como nos conteúdos artísticos. Já o terceiro e último vídeo traz a proposta criada por Ana Mae Barbosa, chamada Proposta Triangular, que trabalha o ensino de artes através da reflexão, da apreciação e produção autônoma do aluno, que deixa de ser mero copiador para se transformar em indivíduo capaz de produzir de arte.

  96. Samia disse:

    No vídeo “Metodologias de Ensino em Artes Visuais” foi possível compreender que o professor é quem deve escolher a sua metodologia a partir do que almeja alcançar com seus objetivos e ideais, sendo assim, o profissional é responsável por aquilo que acredita ser o melhor caminho para que seus alunos compreendam a arte que ele próprio propõe. A escola deve proporcionar a seus alunos construções de conhecimentos que os façam raciocinar e refletir sobre cada área de conhecimento apreendida. É cabível durante o ensino de Arte que o professor ouça seus alunos e seja o mediador, o estimulador e provocador no que diz respeito ao aluno buscar cada vez mais conhecimentos novos para a sua formação. É importante também que o professor não seja um mero educador de Arte, mas sim, alguém que faça construções artísticas e que vivencie experiências estéticas.
    Nos 3 vídeos com a professora Ana Mae Barbosa, pode-se conhecer um pouco de sua história, carreira profissional e ideais. O que mais me chamou a atenção foi sua vivência com o grande educador Paulo Freire e a sutileza que este teve em mostrar para ela a importância de uma educação libertadora e não repressora igual a que ela teve em seus anos escolares. O exemplo que ela deu sobre a freira que rasgou o seu desenho por não tê-la agradado, mostra a importância de que nós, educadores, temos em respeitar os diferentes perfis de nossos alunos, os quais poderão se expressar de diferentes maneiras em prol da realização da mesma atividade pedagógica proposta pelo professor.
    O último vídeo trata da proposta triangular, inicialmente tratada como metodologia pela sua criadora Ana Mae Barbosa, mas que com os anos optou por trabalhar com a ideia de proposta, pois sua intenção era propor aos professores uma das várias maneiras que há em trabalhar com arte na sala de aula. A proposta triangular nada mais é que a união de três eixos: o fazer, a história e a percepção, isto é, a leitura de cada um sobre determinada obra de arte. Antes o que tratava a releitura como uma cópia de uma obra de arte sem nenhum tipo de reflexão e senso crítico sobre o que se fazia, agora tem como proposta a reflexão e depois o produzir. Refletir implica em conhecer produções de diferentes autores, se possível visitar museus de obras de arte e também analisar as culturas e produções de diferentes sociedades.

  97. Ariadne disse:

    O vídeo “Metodologia de Ensino em Artes Visuais-CEAD-EBA-UFMG”, apresenta que é o professor que deve escolher a sua metodologia a partir do que pretende alcançar com seus objetivos, o professor deve também escutar os alunos, receber o conhecimento que esses trazem e fazer uma mediação, provocando um maior conhecimento para o futuro deles. O vídeo mostra que a arte pode fazer com que os alunos pecebam a grande diversidade existente entre eles, através da resolução de algumas atividades.
    O segundo vídeo, de “Ana Mae Barbosa”,mostra a grande influência de Paulo Freire em sua vida. Este teve uma grande importância na formação de Ana, mostrando à ela que a educação pode ser a libertação do sujeito.Com isso, se interessou muito com o assunto e no vídeo conta um pouco da história da ECA-USP, essa destaca que o caminho do modernismo para o pós-modernismo na história da arte foi feita pela ECA-USP- MAC, em que foi a pioneira na ampliação do ensino de arte nas escolas.
    O terceiro vídeo da “Proposta triangular”, esta criada pela educadora Ana Mae, há vários relatos de professoras que modificaram o ensino da arte afirmando que esta disciplina não deve ser apenas cópias de desenhos e pinturas,ou seja, o aluno deve saber apreciar a obra de arte, refletir e produzir sua própria arte, podendo utilizar o próprio contexto em que vive.

  98. Luana disse:

    Os vídeos destacam questões importantes como a importância que o ECA tem e sua perspectiva a respeito do curso de artes visuais, sob o modernismo e o pós-modernismo, pensando a arte na escola, assim o professor deve-se assumir como um artista, tendo conhecimentos teóricos e também práticos, assim formando pessoas que possam refletir sobre a arte e até produzir sua própria arte, deixando de ser copiador e tornando-se um artista.

  99. Gabriella Bonil disse:

    O vídeo traz propostas do ensino de artes e o quanto é importante para a vida das crianças. Ana Mae Barbosa mostra a importância de Paulo Freire que lhe mostrou a educação libertadora. Ela cria a proposta triangular que é a união de três eixos: o fazer, a história e a percepção, isto é, a leitura de cada um sobre determinada obra de arte.

  100. Natália Ferreira disse:

    O enfoque manifestado pelo vídeo da Ana Mae Barbosa, assim como as decorrentes aulas de Expressão Artística e Corporal explicitam os aspectos essenciais do ensino de Artes pautado no desenvolvimento visual e sensitivo da criança. Isto posta, a proposta triangular marca o contexto artístico tornando-se um respaldo norteador para o planejamento e efetivação das aulas destinadas a esta disciplina. Logo, a contextualização histórica, o fazer e a expressão artística possibilitam aos alunados um conhecimento diferenciado de suas vivências, uma vez que os estimulam a interpretar, compreender, entender, apreciar e retratar as diversas produções artísticas que coexistem no mundo atual.
    Todavia, torna-se importante que o professor tenha ciência e domínio do conteúdo artístico que ensinará aos seus respectivos alunos de modo que considere as aprendizagens prévias dos mesmos, estabeleça um diálogo recíproco para a erradicação de dúvidas e inquietações, ao passo que lhes permitem a recriação e invenção de obras artísticas. Assim, as crianças conseguem refletir sobre o que vêem, ao mesmo tempo argumentar e expressar de diferentes maneiras aquilo que pensam, seja por meio da linguagem oral ou da linguagem artística.

  101. Juliane Marigo de Lima disse:

    Os vídeos de Ana Mae Barbosa trazem propostas de ensino em Artes, destacando a importância dessa disciplina na formação dos alunos. Ana sofreu a influencia de Paulo Freire e sua educação libertadora, e criou a abordagem triangular, em que se dava importância ao professor, ao artista, e o acesso às obras pelos estudantes. Nos vídeos ela destaca a trajetória da ECA e USP, a primeira que oferta o curso de Licenciatura em Artes Visuais, envolvendo comunicação considerada pela autora indispensável para o enfrentamento de desafios contemporâneos. Como pioneira em atribuir importância no ensino de Artes para as crianças, temos a segunda (USP). Trata também da questão metodológica em que destaca ser proposição do próprio professor, ele deve utilizar a metodologia que melhor adequar-se ao que pretende desenvolver com seus alunos no ensino de Arte. A Arte passa a ser vista como essencial na construção do conhecimento e não somente como um momento de lazer ou produção. O professor necessita dominar o conteúdo artístico para ensinar aos seus alunos respondendo suas duvidas e suscitando a recriação e invenção, mais do que isso, a expressão pela arte.

  102. Aline Naliati disse:

    Após assistir o que me chamou mais a atenção foi o vídeo“Metodologias de Ensino em Artes Visuais”, pois a profª Lucia Gouvêa Pimentel salientou bem a diferença entre métodos e metodologias relacionando ao conteúdo de artes. Em um dos vídeos de Ana Mãe Barbosa ela fez uma contextualizado histórica sobre o ensino de artes, sobre sua formação e a sua carreira. Relatou que Paulo Freire teve uma grande importância na sua formação formação, o que marcou sua vida, onde ele mostra à ela que a educação pode ser a libertação do sujeito e isto fez com que ela mudasse totalmente sua concepção a respeito deste assunto.
    No vídeo “Proposta Triangular” aborda a proposta criada pela Ana Mãe Barbosa com o intuito de propor aos professores várias formas de se trabalhar com a arte na sala de aula. A intenção é fazer com que os alunos tenham um olhar diferenciando pela arte, que eles tenham a possibilidade de fazer uma análise sobre as obras de artes e consigam contextualiza-las no seu tempo histórico. Desenvolver um olhar crítico sobre as obras e não simplesmente copiá-las. A proposta é que se reflita antes de produzir.

  103. Cassiana Lima Santos disse:

    Após assistir os vídeos, observei a importância da disciplina de Artes para a formação secular de alunos.
    No vídeo da professora Ana Mae Barbosa, foi discutida a possibilidade de ampliar o ensino de Artes nas escolas com a adequação do curso de Licenciatura em Artes Visuais, Plásticas, Música e em Teatro. Consequentemente, essa ampliação implica uma mediação pelo professor sob as formas de expressão artística da criança, como a Proposta Triangular, desenvolvida pela professora citada, que visa o potencial do aluno, pela sua forma de apreciar uma obra, e refletir sobre ela, conhecendo seu contexto de criação, o artista que a criou, e assim estimulá-lo a se expressar criticamente, sem fazer uma cópia da obra.

  104. Dayse disse:

    A autora trata o desenho como disseminador de diferentes culturas, faz com que percebamos o quão importante é essa área da educação para a formação de cidadãos. Isto quer dizer que é tarefa do profissional da educação dar o valor necessário a arte, fazendo com que as crianças cresçam sabendo valorizar diferentes culturas e técnicas artísticas.

  105. Karen disse:

    Os vídeos mostram conteúdos sobre metodologias de ensino de artes, onde o professor pode optar por qual metodologia seguir e mostra também que o professor deve assumir o papel de artista. O vídeo de Ana Mar, trabalha o ensino de artes através da reflexão da apreciação e da autonomia do aluno.

  106. Crislei Mayara disse:

    Os vídeos nos trazem algumas metodologias utilizadas pelos docentes em suas aulas de Arte, nos mostram o que eles pensam e o que tem feito sobre o assunto. Ana Mei retrata a proposta triangular, que considera o conhecimento dos alunos, a obra em si e o domínio do professor. Nessa proposta valoriza-se muito o conhecimento prévio dos alunos, isso quer dizer, que é dado devido valor a todo e qualquer tipo de conhecimento que o aluno traga para a sala de aula.

  107. Michele Saçaki disse:

    Ana Mae Barbosa, no documentário “Metodologias de Ensino em Artes Visuais”, define metodologia como sendo um caminho construído pelo professor de acordo com aquilo que se espera ou como pretende posicionar o aluno diante da vida.

    Sua proposta triangular, inicialmente concebida como uma metodologia, procura a sitematização das diversas metodologias para o ensino de artes visuais.
    Discordando da forma como sua metodologia era utilizada pelos professores, Barbosa a transforma em uma proposta para o ensino de artes de formas múltiplas, a fim de possibilitar ao aluno uma formação omnilateral.
    Essa proposta teria por objetivo fazer com que o aluno, deixasse as cópias, o manual, o fazer por simplesmente fazer, de lado, passando a ter uma maior reflexão sobre a arte, seu contexto, vivendo-a, ressignificando-a e, a partir disso, reproduzir e construir a sua própria arte.

    Para Vera Lúcia de Oliveira Simões, no documentário “Proposta Triangular – Propostas Metodológicas de Ensino da Arte II”, esse triângulo, da proposta triangular de Barbosa, seria o fazer, a história e a percepção individual de cada um sobre as obras de arte.

    Os vídeos ainda trazem a importância de o professor do ensino de artes também aliar a sua prática à teoria, estando sempre em formação, para que desta forma saibam utilizar-se daquilo que está presente na realidade da escola e do aluno, no ensino das artes, possibilite aos sujeitos, por meio de sua mediação, conforme Simões, ler e compreender o mundo em que vivemos.

  108. Pollyana disse:

    Os vídeos nos trazem perspectivas interessantes e importantes sobre o ensino de artes, por tantas vezes tão banalizado e desvalorizado, acredito eu que, em grande parte, por falta de informação. Neste sentido, os videos trazem algumas dessas informações e nos ajuda a pensar a teoria e a prática, para que nós pedagogos, tenhamos ao menos o mínimo necessário de formação para mediar o processo de ensino aprendizagem de artes e contribuir para a formação total, omnilateral do nosso aluno.

    • Maria Cristina Marques Guimarães disse:

      No vídeo da UFMG a arte educadora Juliana, nos faz pensar que o professor precisa perceber que está construindo teorias ao construir a percepção do aluno pelas artes visuais, enquanto a arte educadora Lúcia chama a atenção de que os métodos são vários ao se ensinar para as crianças arte visual, mas que a metodologia é o professor que constrói em sua prática, também nos apresentando a arte educadora Ana Mae Barbosa, que reforça esta ideia ao falar que na USP, enquanto ela trabalhava a Metodologia Triangular, propondo o Fazer, a História e a Percepção da Arte, outros professores trabalhavam com linhas diversas, como Regina Machado que desenvolvia a arte como narrativa, e outros com o ensino da arte como estímulo à cognição. No entanto, Ana ressalta que o mais importante é o professor de Arte pensar o que está fazendo, potencializando na prática com aluno fazendo-o apreciar obras de arte, refletindo, conhecendo o contexto de produção da obra, conhecendo o artista e fazendo-o expressar-se artisticamente. O texto de Derdyk faz um educador em formação pensar que há muito que aprender sobre arte e que ao mesmo tempo o educador precisa estimular a arte do aluno, considerar o grafismo infantil como uma linguagem, incentivando a criança mais este meio de expressão social.

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