Sociedade e Sociologia da Educação no Brasil

On janeiro 30, 2021, in SocioEdu2, by Fábio Fernandes Villela

Pro Dia Nascer Feliz - Filme 2006 - AdoroCinema

Prezados alun@s, bom dia! Esta é a área para a postagem da unidade”5. Sociedade e Sociologia da Educação no Brasil” da disciplina Sociologia da Educação 2. A proposta é assistir ao documentário “Pro dia nascer feliz” e relacionar os conceitos apresentados nessa unidade, especialmente na nossa vídeo-aula e no Quadro “Crítico-Reprodutivistas”. O documentário aborda o sistema educacional brasileiro, descrevendo realidades escolares de diferentes contextos sociais, econômicos e culturais a partir de diversos olhares sobre as realidades que constituem a estrutura educacional seja do ponto de vista da instituição, do aluno, do professor e da família. Foram ouvidos diversos alunos e professores, desde uma escola pública em condições precárias no sertão nordestino, a uma luxuosa escola particular, no Alto de Pinheiros, em São Paulo (Wikipédia). Link no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=nvsbb6XHu_I

24 Comentários “Sociedade e Sociologia da Educação no Brasil”

  1. Thamiris Del Poente disse:

    No documentário “Pro dia nascer feliz”, é relatado sobre a educação brasileira e seus problemas de ensino-aprendizagem decorrente de vários fatores como a desigualdade social, violência do país e o descaso das escolas públicas. O cotidiano escolar é mostrado em três estados brasileiros e com classes sociais diferentes, onde é descrito segundo a visão dos alunos e professores sobre a educação básica em que eles estão inseridos. Mostra extremos de pobreza, da educação e classe-sociais. A questão da educação brasileira é algo que muito se fala e pouco se resolve. Cada vez mais a educação pública está banalizada e sem surtir muito efeito, o índice do IDEB cada vez mais está mais caindo.
    Esse filme veio para bater de frente com a dramaturgia frequente na nossa mídia, mascarando a realidade brasileira, onde sempre fala da classe média alta ou então da alta mesmo, e a classe baixa sempre fica como coadjuvantes, diferente do filme que são os autores principais, são pessoas comuns da realidade nacional.
    O grande problema da educação do Brasil e talvez do mundo seja não se enxergar

  2. Julia Francisco Rodrigues Vasconcelos da Silva disse:

    O documentário “Pro Dia Nascer Feliz” traz a realidade da educação brasileira e a desigualdades sociais, passando por quatro escolas e mostrando o cotidiano dos estudantes e professores.
    A primeira é Manari, em Pernambuco, tida como uma das cidades mais pobres do Brasil, vemos as condições precárias em que os alunos estudam, onde uma estudante que gosta de ler é tida como “diferente “e não é valorizada, como Valéria relata, e as constantes faltas dos professores.
    A segunda cidade é Duque de Caxias, a 15 km da cidade do Rio de Janeiro, onde os alunos são expostos a violência e as drogas, possuindo uma boca defumo a poucos metros do colégio, os alunos mostram que vivem em constante medo, como no primeiro relato em que o estudante conta que tem receio de ser sequestrado. Vemos também como os professores lutam para que os alunos não sejam influenciados e caiam dentro do mundo do crime.
    O terceiro colégio é na cidade de Itaquaquecetuba, São Paulo, localizado na periferia, grande parte dos alunos não possuem recursos para atividades como ir ao cinema, mostra como essa escola valoriza e busca abraçar a comunidade e como muitos professores estão envolvidos e tentam ajudar os alunos, chegando a se envolverem em suas vidas particulares, porem mesmo com esforços, os professores enfrentam dificuldades em lidar com a realidade de uma sala de aula e a falta de suporte do estado.
    A ultima escola apresentada no documentário fica na cidade de São Paulo, uma escola de elite, onde os alunos apresentam uma realidade diferente das já apresentadas, possuindo todo suporte necessário para se desenvolverem, porém, passando por uma grande pressão em cima de suas notas, vindas dos pais, da escola e a autocobrança.
    Com dados alarmantes, como 13,7 mil escolas publicas do Brasil não possuem banheiros e 1,9 não tem água, metade dos estudantes do ensino fundamental apresentam dificuldades para ler e escrever e 41% não concluem a 8 série, o documentário expõe as dificuldades e vivencias dos alunos, trazendo a reflexão sobre a precariedade da educação no País e a falta de investimentos do governo para que essa realidade mude.

  3. GABRIELA FERNANDA DA SILVA disse:

    No documentário “Pro dia nascer feliz” é possível observar as diferentes realidades da educação e da escola no Brasil, nele podemos ver como o sistema educacional ainda é falho, porém não apenas ele, pois de nada adianta resolvermos o problema da escola, se também não pensarmos na realidade de cada individuo. Os professores desmotivados ao exercer sua função tanto pela péssima remuneração, como também por não ter nos alunos o retorno desejado. Alunos esses que também vivem duras realidades, que estão fragilizados tanto emocionalmente quanto financeiramente, ou seja, um problema acaba gerando outro problema, e por fim todos saem perdendo.
    No documento há uma a falta de resposta de qual seria a solução para tal problema, pois cada um ali tinha o seu ponto de qual seria a solução para si, propondo uma reflexão no sentido amplo de que na verdade essa resposta vai além do que resolver um problema individual de cada.

  4. Sâmia Lima disse:

    No documentário “Pro dia nascer feliz” encontramos a realidade de diferentes regiões e classes sociais dentro do sistema de ensino, conseguimos visualizar, através dele, alguns conceitos abordados neste tema.
    Por exemplo, podemos encontrar no documentário evidências da Teoria do Sistema de Ensino como Violência Simbólica, onde “A função da educação é a de reprodução das desigualdades sociais.Pela reprodução cultural, ela contribui especificamente para a reprodução social.” A precariedade das escolas públicas retratadas no mencionado documentário, o contexto social dos alunos, a desvalorização e precariedade do trabalho do professor ilustrado na realidade do sistema de ensino público não contribui para uma educação transformadora, o que resulta na educação como reprodutora.
    Outro exemplo de convergência entre o conteúdo e o documentário é acerca da Teoria da Escola como Aparelho Ideológico: “Uma grande parte (operários e camponeses) cumpre a escolaridade escolaridade básica e é introduzida no processo produtivo.Outros avançam no processo de escolarização, mas acabam por interrompê-lo passando a integrar os quadros médios, os “pequeno-burgueses” de toda a espécie. Uma pequena parte, enfim, atinge o vértice da pirâmide escolar. Estes vão ocupar os postos próprios dos “agentes da exploração” (no sistema produtivo), dos “agentes da repressão” (nos Aparelhos Repressivos de Estado) e dos “profissionais da ideologia”.” Analisando o caminho que os estudantes, evidenciados no documentário, seguiram após o término da escola básica, podemos encontrar equivalência com essa passagem do texto.
    Além disso, um outro exemplo de explicitação de conceitos abordados no conteúdo, encontramos a elucidação da Teoria da Escola Dualista, onde “Os autores empenham mostrar que a escola, apesar da aparência unitária e unificadora, é uma escola dividida em duas (e não mais do que duas) grandes redes, as quais correspondem à divisão da sociedade capitalista em duas classes fundamentais: a burguesia e o proletariado.” Observando a realidade encontrada nas escolas públicas comparada a realidade encontrada na escola privada retratadas no documentário, podemos verificar essa dualidade no sistema escolar brasileiro.
    Para a mudança desse quadro na educação brasileira há que acontecer várias mudanças nos determinantes da mesma, mudanças essas que dependem, no mínimo, de políticas públicas, de melhoria na formação docente, para, assim, trabalhar para uma educação transformadora.

  5. Cleber P da Silva disse:

    Assistimos ao documentário no primeiro semestre com a professora Denise, muito bom revê-lo, essa retomada e os saberes apreendidos com o conteúdo das teorias crítico-reprodutivistas nos lançam novos questionamentos e nos direcionam a pensar e agir (assim espero) de forma a tentar mudar a realidade imposta (ou amenizar). O antagonismo de classes muito díspar (abusei da redundância) que temos em nosso país revela quão revoltante continua a situação da educação, apesar de garantir matrículas e vagas para todos os alunos nas escolas, as condições e a qualidade das escolas públicas ficam muito aquém daquela oferecida na escola privada demonstrada no documentário. As preocupações dos alunos na escola privada, seus conflitos comparados aos dos alunos das escolas públicas me remete à pirâmide das necessidades de Maslow. O Estado com seus aparelhos repressivos garantindo aos dominantes seu lugar ao sol e os aparelhos ideológicos (como igrejas, a própria escola, mídia etc) justificando de forma à convencer a classe desfavorecida que as coisas são assim mesmo e não podemos mudar. Essa dualidade que prepara, como no exemplo da escola no nordeste (secundarista/magistério) os/as estudantes para o mercado de trabalho (professores) que necessitam do ônibus escolar em péssimo estado, impossibilitando os estudantes de irem à escola por vários dias no ano, a desvalorização dos salários dos professores, das condições no espaço físico da escola e “n” fatores que escancaram a precariedade dessas instituições enquanto na outra ponta, uma escola de elite, que prepara seus alunos para continuar a propagação das injustiças que assolam nosso país há anos nesse sistema capitalista. O capital cultural é garantido para esses enquanto para aqueles (estudantes das escolas públicas) são disponibilizados apenas a falsa ilusão do seu direito a educação (excludente).

  6. Thafarel Pitton disse:

    O documentário, que ja tive oportunidade de assistir em outras ocasiões é de extrema importância para se analisar a contradição que existe no sistema educacional criado e imposto pelo capital. Fica evidente, no documentário, a concepção ingenua do sistema difundida entre a classe menos favorecida, a ideia de sonho, de inalcançável ou se simples e pura superação. Para a classe dominante, a regra é o que, para a classe mais pobre é final de filme de contos de fada.

  7. Danielly Rodrigues Ferreira disse:

    No documentário “Pro dia nascer feliz”, temos contato com diferentes realidades das regiões e classes sociais no sistema de ensino brasileiro. Os diversos problemas das escolas públicas retratadas evidenciam a educação como reprodutora de desigualdades sociais, em que há a dualidade entre o proletariado (evidenciado nas escolas públicas) e burguesia (evidenciado nas escolas particulares).
    Melhorar a formação dos professores, valoriza-los mais, melhorar a infraestrutura das escolas, melhorar políticas públicas e introduzir o aluno no âmbito da pesquisa, pode contribuir por mudanças na realidade educacional do nosso país para uma educação transformadora.

  8. Vitória Guido disse:

    O documentário “Pro dia Nascer Feliz” apresenta o sistema educacional brasileiro, escancarando a desigualdade social presente na educação, principalmente pelo abismo existente entre o ensino público e privado, efeito do sistema econômico vigente. Essa desigualdade é necessária para a sociedade capitalista, que por meio dos Aparelhos Ideológicos do Estado, entre eles, a escola, mantém seu rebanho subordinado, para que os dominantes exerçam seu poder.

  9. Thais Cristina dos Santos Amador disse:

    O documentário “Pro dia nascer feliz”, reproduz as dificuldades e desigualdades vivenciadas diariamente na educação brasileira. Mesmo se tratando de um documento realizado a mais de uma década, o vídeo ainda retrata uma realidade muito atual, que infelizmente não pôde ser modificada ao longo de todos esses anos.
    Os desafios enfrentados pelos professores e as angustias de alguns alunos do sertão brasileiro, comparados ás escolas particulares do sudeste, nos remetem aos conceitos trabalhados durante esta unidade em Sociologia da educação II, onde vimos que a o sistema educacional é um aparelho reprodutor das desigualdades sociais, contendo as camadas baixas, e privilegiando a camada dominante, fazendo com que o modelo de sociedade capitalista permaneça sempre em “normalidade”.

  10. Isabela da Silva Araujo disse:

    No documentário “Pro dia Nascer Feliz” retrata-se a desigualdade social existente no sistema educacional brasileiro, sistema esse que é imposto pelo capitalismo. Ali, escancara-se a precariedade do ensino público, a desvalorização do trabalho docente, a falta de assistência do Estado para com os alunos de menor condição financeira e tudo aquilo que reflete a educação falha e desigual do país. O retrato das escolas particulares é bem diferente do das escolas públicas do proletariado. Nas particulares, a burguesia se forma para dominar e nas públicas o proletariado se forma para ser dominado. Ainda há uma visão de que a educação muda toda a sociedade, mas para que isso aconteça, toda ideologia do sistema precisa ser revista e mudada e isso não cabe aos professores e alunos, mas sim a uma mudança estrutural, cultural e política do país, pois a educação ainda é uma sintetizadora de desigualdade social.

  11. Ingrid Vitoria Aguiar disse:

    No documentário “Pro dia nascer feliz” mostra as diferentes realidades das escolas brasileiras e relata os problemas de aprendizagem. Existe uma grande diferença de ensino das escolas privadas e públicas o que resulta em uma grande desigualdade social no Brasil. É mostrado também o dia a dia de escolas em três estados diferentes e com classes sociais diferentes, expondo a visão dos alunos e dos professores, trazendo a reflexão do ensino precário do país e a falta de solução desses problemas. Todo mundo percebe essas desigualdades mas quase ninguém está disposto a resolvê-las. Um começo viável para a solução, seria uma melhoria na formação dos docentes para melhorar a qualidade da educação, garantir a equidade e oportunidades para começar a diminuir esse contraste social.

  12. Renan de Almeida Alves Ferreira disse:

    Ao assistir o documentário, me toma o pensamento como foi difícil conseguir o direito de escola para todos, esse pensamento é seguido por uma indignação de como atualmente a escola é desvalorizada. A contemporaneidade está tomada por um discurso de que a escola pública está falida, uma ideia neoliberal que vem de cima para as camadas mais baixas, que tem como intuito justificar o descaso do governo com a educação e a falta de investimento nesse campo.
    A educação pública e privada são dois mundos diferentes, tanto no sentido do público que usa a instituição, como na estrutura dessa. Então, nos cabe pensar, enquanto futuros pedagogos, como nosso fazer pedagógico pode transformar isso, mesmo que em uma escala pequena, e também para qual lado queremos dedicar o nosso trabalho. Seremos pedagogos que luta pela libertação da classe trabalhadora, colocando-os em contato com o conhecimento historicamente produzido pelos seres humanos, ou, seremos pedagogos que dão continuidade aos discursos neoliberais, reforçando a desigualdade, trabalhando assim para as classes dominantes?

  13. Géssica Couto disse:

    O documentário “Pro Dia Nascer Feliz” retrata a realidade do sistema educacional brasileiro em diferentes regiões do país, abordando aspectos econômicos, sociais e culturais. São alarmantes as desigualdades entre as escolas públicas e as privadas de elite. Essa dualidade educacional se deve ao fato da escola estar a serviço do capital, pois por um lado temos uma escola voltada a atender aos interesses da elite e, por outro lado, uma escola para o proletariado, que garante a formação da força de trabalho para sustentar o capitalismo e reforçar a ideologia burguesa. Neste sentido, a função da educação é a de reprodução das desigualdades sociais, e o documentário abordou isso de maneira muito clara contrastando as diferentes realidades socioeconômicas, diferenças regionais entre as escolas do nordeste e do sudeste brasileiro, por exemplo. A escola é, portanto, um aparelho ideológico do Estado, que por meio da educação reproduz as relações de exploração na sociedade capitalista.

  14. Leonardo Paes Souza disse:

    No documentário “Pro dia nascer feliz”, mostra a educação brasileira e seus problemas de ensino-aprendizagem subsequente de vários fatores como a violência do país, descaso das escolas pubicas e a desigualdade social. Mostra extremos de pobreza, da educação e classe-sociais. A questão da educação brasileira é algo que muito se fala e pouco se resolve O cotidiano escolar é mostrado em três estados brasileiros e com classes sociais diferentes, onde é descrito segundo a visão dos alunos e professores sobre a educação básica em que eles estão inseridos.
    Esse filme demostra que frequente na nossa mídia, mascara a realidade brasileira, onde sempre fala da classe média alta ou então da alta mesmo, e a classe baixa sempre fica como segundaria, diferente do filme que são os autores principais, são pessoas comuns da realidade nacional.

  15. Leonardo Paes Souza disse:

    Esse filme demostra que frequente na nossa mídia, esconde a realidade brasileira, onde sempre fala da classe média alta ou então da alta mesmo, e a classe baixa sempre fica como segundaria, diferente do filme que são os autores principais, são pessoas comuns da realidade nacional.
    Também mostra a educação brasileira e seus problemas de ensino-aprendizagem subsequente de vários fatores como a violência do país, descaso das escolas pubicas e a desigualdade social. Mostra extremos de pobreza, da educação e classe-sociais. A questão da educação brasileira é algo que muito se fala e pouco se resolve O cotidiano escolar é mostrado em três estados brasileiros e com classes sociais diferentes, onde é descrito segundo a visão dos alunos e professores sobre a educação básica em que eles estão inseridos.

  16. Maria Solara Pedran Serralheiro disse:

    O documentário “Pro dia nascer feliz” reflete a nossa sociedade atual mesmo tendo sido filmado entre 2004-2005. É um documentário que abre os olhos para o ensino público e o privado, é onde podemos enxergar com clareza a desigualdade social dentro da educação e o que ela faz com seus estudantes. De um lado, uma escola onde os alunos quase nunca têm aula, onde a escola não tem verba para realizar passeios, um lugar onde os professores estão desmotivados e os alunos mais ainda. E do outro, a escola de ensino privado onde a preocupação é apenas faculdade e notas. A desigualdade é gritante, e ao mesmo tempo, silenciada. Eu estudei na escola pública minha vida toda, menos no ensino médio, onde fui para uma escola particular. Eu vi com meus próprios olhos todos esses problemas. Eu conheci alunos que iam para a escola pública em dias que não teria aula apenas para comer a merenda, e conheci alunos da particular que gastavam 300 reais por mês na cantina da escola. É uma injustiça tão grande, reflete muito bem a sociedade brasileira, a divisão de classes, os privilégios e a pobreza. É de tamanho descaso com as escolas públicas, cortam verba, largam e deixam de lado quem mais precisa do ensino e de um contato afetivo, porque a escola também é lugar de afeto e acolhimento. E o que me chama atenção é que esse descaso com o ensino público traz aos seus alunos uma sensação de esquecidos e deixados de lado, e isso pode criar alunos e alunas violentos, com raiva da sociedade e das classes altas (e com razão). Mas é muito mais fácil chamá-los de “bandidos” do que investir numa educação pública de qualidade, um apoio psicológico e acolhimento.

  17. Leticia Tukamoto disse:

    No documentário Pro dia nascer feliz, é fica claro sobre a desigualdade que temos dentro da educação brasileira, onde temos exemplos de escolas onde vivem situações criticas de pobrezas que também vemos a situação não só dos alunos desinteressados mas também dos professores desmotivados por causa de sua realidade financeiramente e também das realidades das salas de aulas, sabendo da situação dos alunos podemos entender por que agem de tais maneiras, pela cultura em que se situam e também por que algumas realidades não conseguem nem o mínimo para viver.
    Durante o documentário podemos comparar a realidade de uma escola privada, no qual se tem muitos recursos e investimentos para incentivo da educação e como isso tem resultados diferentes na vida escolar, e na realidade das escolas

  18. Maykon William Alves matos disse:

    No documentário “Pro dia nascer feliz”, dirigido por João Jardim, demonstra sonhos, angústias e medos de adolescentes do último ciclo da educação básica com idades entre 15 e 17 anos, em várias regiões do Brasil. A questão do acesso a bens simbólicos evidencia, seja pelas estruturas das escolas ou pelo nível de letramento, interfere na capacidade de comunicação ao se expressarem. O outro ponto interessante nas hipótese levantadas em relação aos próximos anos de vida dos alunos torna claro a falta de perspectiva dos filhos da classe trabalhadora em relação ao futuro. O documentário é um imperativo a todos os profissionais da educação e à população que pensam a educação como protagonizada pelo aluno; no entanto, na obra não há respostas, apenas indagações sobre qual caminho a educação deve seguir.

  19. Raquel Gomes disse:

    O documentário “Pro dia nascer feliz” retrata como as desigualdades sociais se refletem na educação, a falta de acesso a escola; infra estrutura e saneamento básico são parte da realidade de muitos alunos. Numa sociedade onde o professor é desvalorizado, o trabalho se torna tão árduo que deixa de valer a pena. As diferenças entre as escolas da elite e da periferia que foram retratadas no vídeo mostra a realidade dos estudantes, enquanto a aluna da escola particular se preocupava em tirar boas notas, parecer interessante e passar na faculdade, as alunas da periferia precisam se preocupar com a própria segurança, afinal não estão seguras nem na escola (fiquei chocada com o relato de assassinato). As diferentes perspectivas de futuro são só mais um reflexo de como a divisão de classes e o descaso com a educação determina o futuro dos estudantes.

  20. Larissa Silva Toledo disse:

    O documentário “Pro dia nascer feliz”, dirigido por João Jardim, aborda a questão da desigualdade na educação brasileira e seus problemas decorrentes de fatores como a desigualdade social e o descaso com as escolas públicas. Mostrando dificuldades e relatos dos jovens e professores de diversas regiões do Brasil, em escolas públicas e privadas, o documentário mostra que independente da classe social, todos os indivíduos sonham e lutam pela esperança de melhoria de vida. A primeira escola apresentada é uma escola do estado de Pernambuco que revelava uma situação de pobreza e de péssima qualidade educacional, quase sem recursos didáticos e necessidades básicas. Nas escolas públicas dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, o maior problema é a falta de segurança devido à criminalidade e à existência de pontos de venda de drogas próximo às escolas. A última escola apresentada é uma escola de elite, localizada na cidade de São Paulo, que mesmo tendo uma melhor estrutura, é uma escola que apresenta outros tipos de problemas. O documentário revela que há muitas diferenças entre escolas, culturas, e classes sociais mas faz perceber que há uma necessidade enorme de elevar a qualidade do ensino em todas as regiões brasileiras, e, sendo assim, deve haver investimento na melhoria da estrutura das escolas, na preparação dos professores e no incentivo aos alunos. Além disso, o documentário também mostra a importância da escola na vida dos alunos e na formação de um cidadão.

  21. Tatiely Carvalho da Silva disse:

    O documentário “Pro Dia Nascer Feliz”  é muito importante para analisar a contradição que existe no sistema educacional criado e imposto pela sociedade capitalista, já  tivemos a oportunidade de assisti-lo na disciplina Filosofia da Educação e ao  revê-lo me atentei a outras coisas que não havia me atentado na primeira vez; O documentário mostra  as diferentes realidades de classes e regiões no sistema de ensino brasileiro e também o abismo existente entre o ensino público e o privado, por isso a educação nesse caso se torna uma reprodutora das desigualdades sociais. Além disso vemos para as classes menos favorecidas a ideia de sonho, de inalcançável ou de simples e pura superação.

  22. Marcella Melato Ramos disse:

    O documentário tem com enfoque a exposição da realidade do sistema educacional brasileiro em diferentes regiões do Brasil, abordando aspectos econômicos, sociais e culturais. A educação pública e privada possui desigualdades gritantes, desde sua estrutura até ao público que as utilizam, com uma escola pública precária e que desvaloriza o trabalho do professor. A Teoria da Escola Dualista “Os autores empenham mostrar que a escola, apesar da aparência unitária e unificadora, é uma escola dividida em duas (e não mais do que duas) grandes redes, as quais correspondem à divisão da sociedade capitalista em duas classes fundamentais: a burguesia e o proletariado.” está presente na realidade encontrada. A educação aparece, portanto, como um aparelho ideológico do Estado, que reproduz a relação de burguesia e proletariado.

  23. Jocasta Aline da Silva disse:

    O documentário “Pro dia nascer feliz” evidencia os problemas e desigualdades sociais presentes na educação brasileira.
    Escancara também os desafios sofridos pelos professores, como a baixa remuneração e a falta de estrutura.
    Ao assistir esse documentário, fica claro que o sistema educacional é aparelho de reprodução de desigualdade social, desigualdade necessária para o capitalismo.

  24. “Pro Dia Nascer Feliz” mostra extremos de pobreza, da educação e as classe-sociais, refletindo sobre os desafios que o Brasil enfrenta na educação, como a desigualdade social, violência do país e o descaso das escolas públicas.
    Logo na primeira cena, já é exibido a precariedade da educação brasileira há mais de 50 anos atrás e volta para os dias atuais fazendo a ligação com a educação de hoje. O documentário foi feito como se fosse um diário de classe, onde os alunos e docentes descrevem como é a educação básica em que eles estão inseridos. São Paulo, por exemplo, mesmo sendo mais estruturada do que outras cidades, também apresenta vários problemas com a educação.
    Infelizmente, sabemos que a única maneira de reverter essa situação, seria através de mudanças que não dependem apenas de nós docentes e discentes, então são poucas nossas esperanças, tendo em vista o pouco caso que é feito da educação pelo governo atual do nosso país.

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