Prática Social Inicial do Conteúdo: Pedagogia, Letras e Biologia

On março 17, 2020, in SocioEdu1, by Fábio Fernandes Villela

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Caros discentes, boa tarde!

Um dos critérios de avaliação da disciplina é a produção de textos. Relembrando o Programa de Curso: o aluno deverá produzir, ao longo do ano, dois trabalhos escritos sobre o conteúdo da disciplina. No início da Unidade 1 e no final da Unidade 3, o aluno deverá produzir os textos sobre a Prática Social Inicial do Conteúdo e a Catarse (Cf. Gasparin, 2013). Conforme apresenta Oliveira e Franco (2014), a Pedagogia Histórico‐Crítica formulada por Saviani, foi didatizada por Gasparin (2013) e divide em cinco momentos o trabalho docente em sala de aula: prática social inicial, problematização, instrumentalização, catarse e prática social final. Dentre as cinco fases descritas a que merecerá nosso enfoque será a prática social inicial, pois se entende que nesta fase a percepção do professor e do aluno sobre o assunto e contribuem de forma significativa para o processo ensino‐aprendizagem. A prática social inicial indica o momento em que o professor apresenta o conteúdo que será trabalhado e seus objetivos aos alunos por meio do diálogo, e neste momento dialógico com os alunos investigará quais os conhecimentos que possuem sobre o assunto, assim como, quais as curiosidades deles sobre o mesmo. Este momento indicará ao professor tanto os saberes dos alunos como também desvelará as expectativas dos discentes. (Para uma leitura completa do artigo consultar: http://xanpedsul.faed.udesc.br/arq_pdf/1074-0.pdf). A proposta é que o alun@ produza e poste no blog um texto de 3 parágrafos, em primeira pessoa, nos próximos 7 dias, dissertando sobre os conhecimentos que possuem sobre o História, Sociologia e Filosofia bem como, quais as curiosidades deles sobre a disciplina, possibilitando ao professor inferir os saberes dos alunos sobre esses conteúdos como também suas expectativas quanto a disciplina. Bom trabalho! Prof. Fábio Villela.

105 Comentários “Prática Social Inicial do Conteúdo: Pedagogia, Letras e Biologia”

  1. Thais Natalie Lopes da Silva disse:

    Durante minha formação no ensino médio, inúmeros foram os aprendizados que recebi de meus professores de história, filosofia e sociologia. Meu professor de sociologia nos dava vários textos sobre um tema, como sobre o fato social e as demais teorias de Émile Durkheim, e também, sobre Auguste Comte e a teoria do positivismo. Depois da leitura, precisávamos fazer dissertações sobre o que aprendemos e entregar ao professor. O professor de história e filosofia era o mesmo, e, sendo assim, tinha o grande dom de interdisciplinariedade entre as duas matérias, sempre provocando os alunos, que, sem conhecimento algum da vastidão e profundidade da filosofia e da história, sempre ficavam ou confusos, ou intrigados, e dessa forma, nos intrigando, fazia nossa curiosidade despertar pela matéria.
    Claro, nunca foi fácil para um professor da área de humanidades, cada vez com menos apoio e recurso no ensino brasileiro, conseguir instigar a vontade de aprender de todos os alunos com apenas 3 aulas por semana, então trabalhávamos muito com seminários em grupo, em que cada grupo se responsabilizava por um tema ou um historiador/filósofo. Eu e meu grupo nos encarregamos, no ultimo ano, do filósofo Immanuel Kant, o criticismo kantiano e a revolução Copernicana da filosofia para solucionar o debate entre empiristas e racionalistas, tendo de tentar apresentar de maneira clara o conteúdo para a sala com suporte do professor, que tentava ao máximo nos auxiliar mesmo com tão pouco tempo .
    Após esse trabalho, o próximo foi sobre Karl Marx, em que estudamos sobre o movimento operário, suas críticas, fundamentadas em aspectos econômicos e sociais, ao capitalismo, o conceito de mais-valia, em que o lucro é obtido pela exploração do trabalhador, e sobre socialismo utópico e científico, englobando suas diferenças. Após a apresentação de todos os trabalhos,o professor sempre explicava um pouco, por ter mais conhecimento, e mais a frente, era feita uma prova com o conteúdo dos mesmos. Essas aulas sempre instigavam meu senso crítico, que antes era quase inexistente, e com certeza, me fez ver e analisar o mundo e a humanidade de outra maneira.

  2. lucas barboza disse:

    inicialmente, podemos esclarecer representatividades contestatórios e dogmáticos mitológicos , iniciados e implantados através da fé e crenças dispostas ao sensu comum , sendo regente populacional, com isso haviam intensos debates de cunho filosófico de contestação de padrões sociais que regressavam ao poderíl sociológico do campo do debate articulado de textos, filmes, e documentários , seguidos , enovelados por nossas vivência subjetivamente humanitária.
    Dentro da rotatividade de meus fluxos dos saberes epistemológicos , do conhecimento de história , eramos instigados à anti-alienação , perante diversas visões e conjunturas de mundo,e estruturalizações da consciência refletida individualmente em parâmetros em provocações e instabilidades de ambientes controversos e diversas realidades , ou seja, era uma aula , em , que , desejava-se, o esclarecimento e a elucidação de forma a romper com padrões eufemistas e usurpadores da realidade alienadamente anti-esclarecida , ou seja , a história em meu ensino médio tinha disposições a torna-la, o conteúdo da inquietude de nossa realidade , ao amedrontamento racional empático.
    Entre diversos conteúdos que eu anexei devido a aulas expositivas e padrões de debate e discussões em forma de articulação expositiva planejada de participação exclusiva do aluno ativamente em seus conceitos,como em padrões sociológicos o ato da análise de problemas sociais e suas rupturas de costumes , vivências e hábitos, presente em análises comtemporâneas de mutações sociais , previstos em releituras de clássicos , como marx, weber e durkheim , sempre em princípios de análise externa de fatores ambientalizantes de transformação social , assim como, as aspirações históricas ,em períodos pré-históricos, idade cristã , idade moderna , ou comtemporânea , a partir, da revolução francesa ou iluminista, com diversas vertentes e visões de mundo correlacionados , a princípios humanamente provocativos e acima de tudo,humanidades composta , criada e manipulada, por humanos , ou quem sabe, empáticos, não apenas humanos.

  3. Edinayara de Padua Lima disse:

    A história, sociologia e a filosofia em minha trajetória escolar
    No meu ensino médio, infelizmente não tive o ensino adequado das respectivas disciplinas presentes na grade. Tínhamos aula de sociologia, história e filosofia com o mesmo professor, mas nada de conteúdo nos era apresentado, apenas nos reuníamos em grupos e respondíamos duas, três questões aleatórias do livro. Isso me preocupava e entristecia muito, pois enquanto as outras turmas possuíam professores que levavam as matérias a sério, minha turma era prejudicada.
    Em meados do segundo semestre do segundo ano, entrou uma nova professora na escola, e por sorte ela assumiu as aulas dessas três disciplinas da minha turma. Explicamos a ela o que acontecia durante as aulas e, ela ficou horrorizada. Apresentou seu cronograma e começamos um intenso estudo, e pude aproveitar essa oportunidade. Tudo ia bem até que a professora teve que deixar suas aulas na instituição e se dedicar ao seu doutorado, e mais uma vez minha turma ficou “a ver navios”. Quando chegou o terceiro ano do ensino médio o professor antigo voltou, juntamente com a mesma rotina.
    Foi quando eu e meus amigos próximos resolvemos estudar sozinhos para os vestibulares com base nos conhecimentos que já tínhamos decorrentes da segunda etapa do ensino fundamental. Em história, por exemplo, partimos da descoberta do Brasil e chegamos até as principais revoluções. Já em sociologia e filosofia, foquei nos principais influenciadores que os vestibulares exigiam. Espero que ao decorrer do semestre, eu possa absorver ainda mais conhecimento que for transmitido sobre a sociologia, bem como suas bases, princípios e sociólogos. Que seja possível concluir o que está previsto no cronograma de estudos da disciplina e que haja uma relação cordial tanto com os outros colegas de turma, quanto com o docente.

  4. Beatriz da Silva Pascoal disse:

    Durante meu ensino médio, tive três professores de sociologia, um por ano, e por não termos uma apostila do assunto, os professores não sabiam o que já tínhamos aprendido e acabei tendo os mesmos assuntos nos três anos. Aprendi sobre os três fundadores da sociologia Marx, Weber e Durkheim e as diretrizes de cada um, estudei organizações sociais, como a família, a escola e religião, tive um breve contato com Zygmunt Bauman e sua teoria da modernidade liquida e com a sociologia contemporânea, como por exemplo as mídias sociais.
    Em filosofia, nos dois primeiros anos meu professor de história era responsável pela disciplina e no último ano, a de sociologia dava as duas matérias, também não contava com um material do assunto, portanto era escolha do professor o que ia ser lecionado. Tive contato com todas as fases da filosofia, sendo elas os pré-socráticos, o período clássico, o pós-socrático, a filosofia medieval, moderna e contemporânea. Os filósofos dos quais mais me recordo são: Maquiavel, Santo Agostinho, São Tomas de Aquino, Platão, Thomas Hobbes e Rosseau.
    O ensino de história foi o mais completo, permaneci com os dois mesmos professores pelo ensino médio todo, os quais eram muito didáticos, tínhamos uma ótima apostila que contava com uma teoria curta, porém ótima, os assuntos mais focados eram Grécia Antiga, Império Romano (seu início, os imperadores, guerras expansionista e o seu declínio), o expansionismo europeu, revoluções industriais, história do Brasil (fase colonial, dos imperadores e, as repúblicas, com a Era Vargas, e Ditadura Militar) e também as Guerras mundiais, revoluções (Francesa, Inglesa…).

  5. Fernanda Drigo Gomes disse:

    Desde já, acho conveniente ressaltar que meu aprendizado em tais áreas nunca foi eficiente, não muito por conta dos professores, mas pela minha forma de absorver certos conteúdos, pois considero história, sociologia e filisofia disciplinas muito importantes para a formação ideológica do ser humano, e por esse motivo, em assuntos que mais me interessam, busco aprender melhor como tudo aconteceu no passado, e os ideais por traz destes acontecimentos, para que eu possa formar uma ideia mais lúcida sobre tais assuntos.
    Pelo fato de eu não conseguir absorver o conteúdo devidamente eu sempre tive dificuldades em tais disciplinas. No ensino fundamental, eu estuda em uma escola estadual comum, meus professores de história foram dois extremos, um não conseguia nem formar frases coerentes nos textos passados na lousa, e o outro tinha uma ótima didática e dinâmica em classe. No ensino médio mudei de escola e passei a estudar na Etec, as disciplinas de filosofia e sociologia foram inseridas na minha grade curricular, porém não havia o sistema de apostilas estaduias, portanto a dinâmica das aulas eram diferentes. O primeiro ano foi ótimo em relação aos professores, ambos – o professor de história e o que ministrava filosofia e sociologia – eram ótimos professores, tinham uma boa didática, com algumas dinâmicas em sala e sempre escreviam o conteúdo na lousa, o que era bom pra mim pois para estudar era muito mais simples; acredito que aprendi algumas coisas com eles, mas como citado anteriormente, nunca fui realmente boa em tais disciplinas, então meu conhecimento sobre nomes e períodos históricos é um tanto quanto limitado. Meus segundo e terceiro ano foram mais defasados nas disciplinas de sociologia e flosofia, pois o outro professor precisou se afastar por receber melhores oportunidades, sendo assim, um novo professor ficou responsável pelas aulas, porém não era eficiente como o antigo, ele começava a falar de coisas muito aleatórias que se forçassemos muito conseguiamos ligar a algum conteúdo real das disciplinas. Ele sempre dizia para lermos um texto do livro base de ambas as disciplinas e responder a umas três perguntas que ele escrevia na lousa, e suas provas eram com consulta e sem um tempo exatamente determinado para a entrega. Por isso a turma nunca aprendeu muito bem com ele, mesmo com as tentativas de passar filmes e documentários para nós.
    Ao final de tudo isso eu percebo que não aprendi muito sobre essas disciplinas, que hoje vejo como tão importantes, não sei citar nomes ou frases de pensadores, nem momentos históricos, por isso tenho a curiosidde de saber como relacionar essas três disciplinas (história, sociologia e filisofia), assim como seu lugar no tempo (cronologia) e como todas elas formaram nossa visão de mundo e podem se aplicar em nossa vivencia hoje. Sendo assim, eu espero que nessa disciplina eu consiga absorver o conteúdo que foi proposto de forma eficiente e que eu saia com conhecimentos melhores e mais vastos sobre esses assuntos, pois agora estou mais disposta a aprender, entender e absorver, e com mais dinâmicas de estudo e apendizado, comparado a anteriomente.

  6. Lorenza Imiane Ramos disse:

    Minha trajetória com a filosofia e a sociologia se iniciou no primeiro ano do ensino médio, essas duas disciplinas eram muito diferentes de todas as demais, pois a todo momento as professoras que lecionavam essas matérias me incentivavam a ter um “novo olhar” do mundo e a desenvolver meu senso crítico. Tivemos muitos debates e conversas ao longo do ano sobre democracia, religião, diferentes culturas existentes em nosso território nacional e movimentos sociais. Além disso, também estudamos Platão, Aristóteles, Paulo Freire e Karl Marx, e trabalhamos dois filmes a partir do ponto de vista filosófico: Matrix, relacionando o filme com o mito da Caverna de Platão, e O Óleo de Lorenzo, debatendo e refletindo o ponto de vista social e psicológico.
    No segundo ano do ensino médio mudaram meus professores e o mesmo professor começou a lecionar Sociologia e Filosofia, senti muita falta dos conteúdos, pois a maioria das aulas não seguia um mesmo raciocino da matéria. No terceiro ano do ensino médio aconteceu a mesma coisa, pois o professor continuou com a minha turma, o que mais estudei nesses últimos dois anos foi Nicolau Maquiavel (sua obra “O Príncipe”), Zygmunt Bauman (Modernidade Líquida), Friedrich Nietzsche (sua obra “Assim falou Zaratustra”) e Kant.
    A disciplina de história não chamava muito a minha atenção no ensino fundamental, porém, no ensino médio descobri uma profunda curiosidade e interesse sobre a matéria. Me empenhei no estudo e procurei entender um pouco de cada assunto que o professor propunha em sala de aula. Estudei principalmente a História do Brasil e seu contexto geral, a Idade Média, Absolutismo, a Revolução Francesa, a Reforma Protestante e as Guerras Mundiais.

  7. Yasmin Leticia Porfirio de Almeida disse:

    Durante meu ensino médio, meu ensino em relação a filosofia, história e sociologia tiveram suas divergências. Tive uma excelente professora de sociologia, um professor de filosofia que não era de todo ruim, mas raramente passava matéria e um ausente professor de história, limitando um pouco meu conhecimento sobre. Porém, durante o terceiro ano, comecei um cursinho que me orientou e me ensinou muito.
    Durante as aulas de sociologia, fiz vários trabalhos e participei de várias discussões que foram essenciais pro meu aprendizado. Fiz trabalhos sobre períodos da história e como isso afetava a sociedade, como no caso do nazismo, trabalhos sobre lutas de classes, sobre sociólogos, como exemplo Karl Marx. As discussões também tinham papel fundamental pra nos ensinar como debater, como uma em relação ao feminismo e seu papel na sociedade.
    Já em relação a filosofia, o professor normalmente pedia textos de opiniões sobre alguns assuntos e nós viamos brevemente sobre filósofos. Acredito que nessa matéria eu tive dificuldade de absorver o conteúdo no periodo de ensino médio, já no cursinho tive um professor que me fez absorver bastante a matéria e foi excelente. O cursinho também me ajudou muito em relação a história, normalmente apresentando dados em ordem cronológica e organizada, desde a antiguidade até os momentos atuais. Já na escola, meu professor se ausentou na maioria das aulas durante os três anos. Sendo assim, posso dizer que tive um bom preparo em relação às três matérias, mas em relação a filosofia e história somente dos anos de cursinho em diante, o que me faz ter ainda mais vontade de aprofundar meus estudos e conhecimentos sobre essas áreas.

  8. Melissa Sparvoli L Ribeiro disse:

    Em meu ensino médio, as disciplinas de sociologia, filosofia e história foram, na minha concepção, tratadas de forma branda e completa. Porém sempre com uma atenção muito maior ao o que era preciso saber para o vestibular. Além disso os professores seguiam o conteúdo da apostila, mas nunca a usava, já que era incompleta e sem nenhuma didática. Por isso as aulas eram mais trabalhosas e ao mesmo tempo mais completas.
    Minhas aulas de história foram divididas entre dois professores, um de história geral e outro de história do Brasil. Nas aulas de história geral foram tratados assuntos desde a pré-história até a segunda guerra mundial enquanto a história do Brasil, estudei desde a chegada dos colonizadores até a atualidade. Nessas aulas, o professor era crítico e pontuava algumas questões que nos fazia pensar e ter o pensamento mais crítico.
    Sobre filosofia, no primeiro e segundo ano do ensino médio não tive um bom professor, além de não prender atenção de aluno nenhum em sala de aula, reproduzia frases de cunho transfóbico, machista e defendendo a ditadura militar. Por isso, meu aprendizado nessa matéria nesses dois anos foi prejudicado. Mas no terceiro ano mudou e tive o mesmo professor para filosofia e sociologia com aulas bem divididas e só então fui introduzida à filosofia. Primeiro sobre conceitos da filosofia, os primeiros filósofos e aulas aprofundadas sobre Sócrates, Pitágoras, Platão e Aristóteles. Em sociologia, aprendi sobre a diferença de ciência e senso comum, os processos de socialização, gênero e sexualidade e, claro, aulas aprofundadas sobre Marx, Webber e Durkheim.
    No mais, durante o ensino médio não me foram impostos muitos debates e apresentações de seminários. Por isso, espero da disciplina de sociologia da educação que me force a aumentar o meu pensamento crítico e minha capacidade de expor minha opinião nos debates propostos pelo professor.

  9. Emily Mariane Augusto disse:

    Para falar de história, filosofia e sociologia eu não posso deixar de logo de início dar destaque aos grandes professores que tive e que me fizeram através de suas aulas me tornar um ser pensante e capaz de questionar tudo à minha volta, foi através das aulas deles que em grande maioria falavam sobre o passado que fui capaz de compreender o presente e me questionar inúmeras vezes sobre o futuro. Aos professores Otto Barreto e Leandro Vieira, o meu mais sincero obrigada!.
    Embora eu saiba que ainda há muito a ser estudado e entendido por mim, minha trajetória com essas três matérias nunca deixou a desejar, desde muito cedo eu percebi que compreender e estudar história seria essencial para que eu me tornasse alguém capaz de entender muitos dos fatos ocorrentes nos dias atuais.
    No se que se diz respeito à sociologia e filosofia, ao iniciar os meus estudos de ambas as matérias eu compreendi que elas seriam aliadas da história, seriam o complemento para que eu fosse capaz de me tornar uma cidadã questionadora e pensante.
    Engana-se quem acha que um professor tanto de história, quanto filosofia ou sociologia querem “impor” aos alunos algum tipo de ideia pré estabelecida , já que o ensino dessas matérias quando feito de forma coerente e ética, apenas ajudam com que o aluno possa a partir de tudo que foi estudado ter a sua própria opinião e seus próprios questionamentos, se tornando mais do que alguém que aceita o senso comum ou que simplesmente não questiona, o aluno passa a ser alguém ativo no que se diz respeito à pensar, indagar e debater sobre questões sociais diversas.
    Ter tido essas matérias no ensino médio de uma forma tão rica e responsável foi fundamental para que eu pudesse me compreender no mundo ao qual estou inserida e fez com que eu entendesse que eu nunca vou saber demais, que sempre tem algo a mais pra se aprender, entender, questionar e debater.
    “O que é verdade pra você?” foi uma das primeiras perguntas que meu professor de sociologia nos fez, de início não soubemos como respondê-lo, mas hoje, com tudo que eu aprendi, se eu voltasse para aquela mesma sala e me visse diante daquela mesma pergunta, eu diria que a verdade é aquilo que se constrói em cada pessoa de forma individual, depois de muito pensar sobre o contexto social ao qual pertencemos e acima de tudo, quando aprendemos a pensar sozinhos.

  10. Ana Beatriz Talhari de Souza disse:

    No período de todo o meu Ensino Médio tive um mesmo professor para sociologia e filosofia, trabalhando as duas matérias separadamente, uma em cada semestre. Em sociologia, nosso material trazia desde a introdução, com Ciência Social e Positivismo, até Modernidade e Pós-modernidade. Já em filosofia, teríamos a partir de Sócrates e Platão. Porém, nunca conseguimos completar todo o conteúdo proposto, já que tínhamos apenas uma aula por semana. A didática do professor (em ambas as matérias) era composta de leitura de algumas partes dos textos das apostilas (sem dar tanto enfoque nos pensadores e sim nas suas mensagens aplicadas na sociedade, por isso eu não aprendia com tanta facilidade a associação entre os autores e seus conceitos) intercalada com pausas em que ele levantava questionamentos sobre o tema, dando exemplos baseados em nossas experiências e convivências, fazendo com que pensássemos primeiramente sob nosso próprio ponto de vista, e em seguida ele colocava em pauta situações não pessoais para compreendermos um ponto de vista mais amplo e social, a sociedade em si, despertando a curiosidade e aguçando o senso crítico nos alunos, que começavam a questionar de volta. Suas avaliações eram baseadas nos temas estudados durante certo período com pesquisas curtas e prova.
    Sobre a disciplina de história, também tive um único professor durante todo o Ensino Médio. Sua didática era bem simples, ele passava resumos sobre a aula da semana (apenas uma aula por semana também) e depois dava uma explicação complementar destacando tópicos mais importantes; suas provas eram baseadas nos resumos.
    Ambos os professores, principalmente o de sociologia, faziam bastante indicações de conhecimentos que poderíamos buscar fora da escola e das apostilas, como filmes e livros, pois levando em consideração a curta carga horária da matéria, era raro assistirmos filmes no período de aula. Como no ano passado a minha sala tinha apenas nove alunos, todas as aulas eram levadas da forma mais leve na medida do possível, especialmente em sociologia e filosofia que sempre tirávamos um tempo de descontração, mas que proporcionavam debates úteis para nossas conclusões. Minha expectativa sobre essas matérias é que eu consiga aprender mais associando os pensadores aos seus conceitos e que eu goste das aulas tanto quanto no Ensino Médio, pois eram as aulas mais tranquilas, mas que despertavam um interesse sobre a diversidade das sociedades e dos indivíduos que as compõem, assim como entender as diferentes situações que acontecem dentro dela.

  11. Jhonata Henrique Araújo Martins disse:

    Na escola (Etec, para ser mais específico) que estudei não houve matérias de sociologia e filosofia como em muitas outras escolas públicas, no entanto, os assuntos relacionados a esses temas eram inclusos nas aulas de geografia e história (obrigatório para essas disciplinas) e em outra disciplina no primeiro ano do ensino médio. Geralmente, pelo fato de não se conseguir passar esses assuntos sempre com as aulas teóricas comuns das disciplinas, os professores exigiam que os discutíssemos na forma de debates e seminários, entretanto, o tempo de aula não ajudava muito também. Portanto, eu posso confirmar com certeza que às vezes será difícil citar todos os filósofos e sociólogos, pelo simples fato de não ter experimentado, diretamente, disciplinas específicas dessas áreas. No primeiro ano do ensino médio tivemos uma disciplina conhecida como “Educação para Cidadania” em que discutíamos certos assuntos da sociologia em forma de seminários e que não veríamos nas aulas de história e de geografia.
    Sociologia não me recorda muito, pelo fato de não ter tido um contato muito amplo com tal disciplina inexistente no meu ensino médio, além de que diferentemente dos livros, tenho um pouco de dificuldade de me lembrar de todos meus seminários. No entanto lembro mais sobre os estudos realizados por Marx e Engels sobre a questão da superioridade de um Estado sobre uma população, dos burgueses sobre os trabalhadores e a questão de uma sociedade socialista e comunista (sendo essa última utópica). Na Filosofia, diferentemente, tivemos um bom diálogo com a História, embora em comparação com muitas outras escolas, foi quase que nada. A professora pediu uma vez que levássemos temas sobre filósofos iluministas para um debate, entre os que lembro está Rosseau que defendia que “o homem é corrompido pela sociedade”. Ainda voltando na questão da Sociologia, nosso professor de geografia pediu uma vez que fizéssemos um tipo de debate em que a turma se dividia entre socialistas e capitalistas, no entanto, foi um fracasso, pois houve uma briga na sala, pela qual os “capitalistas” não passavam de “bolsominions” e por questão de o debate se limitar na questão de quem deveria ir para as universidades e outros assuntos que não condiziam diretamente com os direitos defendidos pelos dois sistemas socioeconômicos. Ainda na Filosofia em conjunto com a História, vimos um pouco sobre Platão e Aristóteles que defendiam a posição de questionar dogmas e assuntos impostos. Além de muitos outros intelectuais que não me recordo nessas áreas e que gostaria de aprender mais sobre eles na disciplina de Fundamentos.
    Na História foi que vimos mais assuntos que vão desde os primórdios da humanidade até os tempos atuais. Grande parte das aulas dada pela professora (que foi a mesma nos três anos) foi passada por meio de slides, seminários dos alunos, debates e provas escritas, além das mencionadas interdisciplinaridades com a Filosofia e a Sociologia. Foi na História que de fato nos enxergamos como seres pensantes e questionadores, pois quando víamos pessoas históricas como Hitler, Robespierre, Napoleão e outros, percebíamos como o conceito de moralidade e de sociedade moldava com o tempo e com o espaço onde se viviam essas pessoas, além de discutirmos esses temas em aula. O mesmo ocorria quando voltávamos a questão da escravidão em toda a América, e o histórico do que é o conceito “escravidão” que já existia desde a antiguidade, mas que foi moldado ao longo dos séculos. Sobre a Educação e direitos civis, notamos que era sempre restrita a um pequeno grupo, mas que ao longo do tempo foi chegando até as classes desfavorecidas (embora ainda existam pessoas que não tem esse mesmo acesso). Portanto, posso dizer com uma provável certeza de que a disciplina de história foi bem completa em relação às outras e que estou disposto a me aprofundar naquilo que não tive oportunidade.

  12. João Pedro Pópoli Basso disse:

    A abordagem sociológica utilizada por meus professores durante os anos de ensino fundamental e médio pautava-se em explorar diversas linhas de pensamento, tangenciando muitas vertentes do saber e formas de se encarar a realidade. Destacam-se nomes como Max Weber e Émile Durkheim, interpretados aqui como pilares essenciais para a introdução sociológica, aplicando seus conceitos de forma muitas vezes paralela e comparativa a de Karl Marx. O estudo dos “Fatos Sociais” de Durkheim também foi de suma importância para a disciplina, com enfoque em categorizar diversos comportamentos sociais dentro dos preceitos da generalidade, externalidade e coercitividade. Em âmbito nacional foi abordado o trabalho de Florestan Fernandes, sendo levantadas diversas discussões relativas a temática do negro na sociedade de classes. Vale destacar, ainda, o fato de termos destrinchado por inteiro o sistema político Brasileiro, entendendo o funcionamento e os deveres dos poderes legislativo, executivo e judiciário à partir de uma correlação com os três poderes originais propostos por Montesquieu.
    No campo da filosofia, agora, trabalhamos de forma vigorosa em relação as linhas de pensamento propostas por Karl Marx, analisando isoladamente partes da obra “O Capital” e “O Manifesto Comunista”. Foi muito discutido, também, o conceito de mais valia, colocando em pauta a exploração da classe trabalhadora à partir da divergência entre o valor de trabalho e o salário recebido por estes. A natureza humana foi abordada pela perspectiva dos filósofos contratualistas, evidenciando as divergências nas interpretações de Hobbes, Locke e Rousseau. A filosofia clássica também foi estudada, explorando nomes como Aristóteles (com atividades envolvendo a leitura da obra “Ética a Nicômaco”), Platão, Parmênides, Empédocles, entre outros.
    Na disciplina de história, por sua vez, destacam-se duas grandes frentes de estudo: a primeira delas era voltada a interpretação da história do Brasil, com um conteúdo que analisava acontecimentos ocorridos desde o Período Colonial até a Nova República, com enfoque especial nos conflitos coloniais, revoltas populares (tais como a Conjuração Baiana, por exemplo), primeiro e segundo reinado, Período Regencial, Primeira República, Era Vargas e Regime Militar. A outra frente, em contrapartida, analisava os períodos históricos gerais, explorando conteúdos como o surgimento das cidades-estados na Grécia, Revolução Francesa, Revolução Russa, Primeira Guerra Mundial, Segunda Guerra Mundial, Guerra Fria, entre outros.

  13. Beatriz dos Santos Caires disse:

    A sociologia e a filosofia, começaram a fazer parte da minha grade escolar a partir do 1° ano do ensino médio, diferentemente da História, que está presente desde o ensino fundamental. Essas aulas sempre foram ministradas por professores especializados na área, o que não ocorre em muitas escolas, onde o mesmo professor da aula para duas matérias.
    Para mim, a história se tornou mais interessante e mais fácil a partir do ensino médio, principalmente pela didática do professor, que era muito criativo em suas aulas, ensinando 1°e 2° Guerra Mundial, a história política do Brasil, como a chamada ” Era Vargas “, as segregações raciais nos Estados Unidos da América(EUA) e, diversos outros assuntos, os quais alguns eu tenho uma certa dúvida. A filosofia também era uma área que me cativava muito e, os conteúdos que mais se destacaram foram o mito da caverna de Platão, a filósofa Hannah Arendt que era judia e conseguiu sobreviver a época do nazismo, o filósofo Sigmund Freud e suas fases psicossexuais, Jean-Paul Sartre filósofo do existencialismo, os conceitos de empirismo e racionalismo, entre outros conteúdos. Além da sociologia, que no 1° e 2° ano tinha apenas 2 aulas semanais e no 3° ano, passou a ter 4 aulas, sempre com o mesmo professor que através de slides, filmes, livros e documentários, ensinou muito bem os conceitos de desnaturalização, senso comum, mais valia, os sociólogos Max Weber, Karl Marx e, Emile Durkheim, além de ensinar sobre Nicolau Maquiavel que escreveu ” O príncipe “, as teorias políticas, o sistema eleitoral brasileiro e seus partidos, dentre outros tópicos.
    Com essa trajetória, acredito que essas matérias na graduação de pedagogia irão agregar muito meu conhecimento, ajudando a esclarecer dúvidas e, também, espero conseguir acompanhar e assimilar todo o conteúdo, já que, essas disciplinas são tão importantes para o indivíduo e a sociedade.

  14. Larissa Manzano Silva disse:

    Cursei todo o meu ensino fundamental e médio em uma pequena escola particular da minha cidade, além disso, fiz um ano de cursinho pré-vestibular após o término do ensino médio, portanto, tive diferentes experiências com as matérias de História, Filosofia e Sociologia. Minha escola seguia o material didático do Sistema Positivo e nossas apostilas já continham Filosofia desde o ensino fundamental ll. Nesse tempo, tínhamos apenas uma aula de Filosofia por semana, seguíamos a apostila e nossos temas de estudos eram a respeitos das nossas individualidades, formas de pensar e suas mudanças na adolescência, sobre nos reconhecermos e sobre a razão.
    No ensino médio, foi adicionada a matéria de Sociologia, mas, assim como a Filosofia, as aulas eram apenas uma de cada por semana e os professores normalmente eram formados em História. As aulas costumavam ser passadas em slides e ocorriam alguns debates, porém o conteúdo não era muito aprofundado. Me recordo de alguns temas estudados a respeito de Karl Marx e a luta de classes, Engels, Weber, Durkheim, Sócrates, Aristóteles e Platão. Em História, nosso conteúdo era passado na lousa, víamos pouco sobre o Brasil e mais sobre as guerras e revoluções que ocorreram ao redor do mudo.
    Já no cursinho, passei a ter a História dividida em ‘Geral’ e ‘do Brasil’, o que fez aprender muito mais. Já Filosofia e Sociologia não tiveram grande êxito, sendo retiradas da grade do segundo semestre. Mesmo assim, nas poucas aulas que tive de Sociologia, estudei a respeito de Marx, Weber, Durkheim, democracia e cidadania, cultura e sociedade e capitalismo. Em Filosofia, estudei Sócrates, Platão, Aristóteles e Filosofia Medieval. Apesar de toda essa trajetória, eu sinto não saber muito sobre essas disciplinas, principalmente Sociologia e Filosofia, que são tão importantes para a formação do indivíduo. Sendo assim, minhas expectativas a respeito delas na graduação são conseguir unir o novo aprendizado ao pouco que já vi ao longo da carreira escolar, aprofundar e absorver os temas e visões dos sociólogos e entender e praticar a sociologia na área da educação e no dia a dia.

  15. Laura Cristina Nogueira Dias disse:

    Foi no Ensino Médio, no primeiro ano que tive o contato com as matérias Filosofia e Sociologia, com o tempo percebi que ambas estimulam a reflexão e o pensamento crítico do aluno.
    Mesmo sendo tudo novo para mim, gostei muito do conteúdo de cada matéria. Em Filosofia aprendi Nicolau Maquiável ( ética e moral x política), Thomas Hobbes, John Locke, Sócrates e Platão, Nietzsche, Escola de Frankfurt e também discutimos em sala de aula o “Mito da Caverna”, entre outros assuntos.
    Em sociologia foi destacado em sala de aula os principais pensadores clássicos, Karl Marx que defendia a luta de classes; Émile Durkheim que estudava os fatos sociais, e por fim Max Weber que tinha como principal conceito a ação social. Além disso, foi debatido em sala a obra “Modernidade líquida” de Zygmunt Bauman e também aprendi positivismo de Auguste Comte.
    Em História, no ensino médio, tive um pouco de dificuldade no começo, mas com o tempo fui melhorando porque aprendi a como estudar o conteúdo, com isso aprendi História do Brasil e Geral, como Grécia Antiga, Idade Média, Feudalismo, Absolutismo e Mercantilismo, Revolução Industrial e Francesa, Iluminismo e Liberalismo, as grandes guerras mundiais, entre outros conteúdos.
    Meus professores eram muito bons e eu gostava muito do método pedagógico de cada um porque eles não ficavam ‘presos’ no material didático, fazíamos rodas de conversa e debates sobre assuntos da atualidade e outros temas.

  16. Marina Campanhã Cury Sotine disse:

    Tenho aulas de História e Filosofia desde o Ensino Fundamental I. A princípio, houve o encantamento: tantos homens e mulheres fizeram parte e transformaram o mundo em que vivemos, para melhor ou para pior, tanto através de ideias quanto por atos concretos. Depois, já no ensino médio, a complementar o estudo das duas áreas citadas anteriormente, passei a estudar a Sociologia. Com a “tríade humanitária”, aprendi, interdisciplinarmente, sobre o impacto de ideias perante a história e vice-versa. A exemplificar essa frase, uso da Revolução Industrial, ponto crítico da história do mundo, a qual, com suas práticas pouco dignas de trabalho, influenciou um jovem Karl Marx a desenvolver ideias acerca do socialismo. Ou, por exemplo, como ideias antissemitas, surgidas na antiguidade bíblica e desenvolvidas no contexto entre guerras acenderam em uma figura como Adolf Hitler o desejo de exterminar todo um povo inocente.
    Sem nos aprofundar em obras específicas, estudamos, em História Geral, o sujeito histórico, a pré-história à Revolução Agrícola, a Antiguidade Clássica à Idade Média, o Humanismo à Revolução Francesa, e assim por diante. Tivemos um excelente panorama histórico generalista, tendo sido encerrado no período das revoluções pró-democráticas no Leste Europeu após a queda do Muro de Berlim.
    Em Filosofia, aprendemos sobre os filósofos gregos e suas principais ideias. Tivemos uma pincelada em Filosofia Política. Posteriormente, vimos Filosofia Cristã, Metafísica, Racionalismo e Empirismo e, mais tarde, filosofias modernas e contemporâneas, como a Psicanálise e o Existencialismo sartreano.
    Já em Sociologia, estudamos seu nascimento perante fatos como a Revolução Científica. A Teoria dos Três Estados, de Augusto Comte, e as influências do positivismo em ocasiões brasileiras como a Proclamação da República, e seu impacto (in)consciente em detalhes tais quais a bandeira do Brasil (“Ordem e Progresso”)

  17. Rafaella Madalhano Rogério disse:

    Durante meu Ensino Médio, a História, Sociologia e Filosofia estiveram presentes no meu dia a dia. Pude aprender melhor a disciplina de História, com os brilhantes professores que tive. Já as de Sociologia e Filosofia não tanto, pois as aulas eram uma vez por semana para cada e o tempo da aula era curto, dificultando a conclusão do conteúdo pelo professor e não conseguindo adentrar mais ao tema, tendo que passar somente o básico. Assim, minha relação com a História se torna mais familiarizada, pois além de ter mais aulas por semana, o conteúdo foi mais desenvolvido.
    Nas aulas de Sociologia, meu professor deu mais ênfase nos conceitos de Karl Marx, onde abordou por inúmeras vezes as classes sociais e pude perceber que nas sociedades capitalistas, existe uma classe dominante que controla a classe subordinada. Além disso, nas aulas ouvi bastante sobre a luta de classes e a mais valia que estão bem relacionadas e questionam a desigualdade presente na sociedade. Émile Durkheim e Max Weber também foram destacados em minhas aulas, entre os conceitos mais importantes está, respectivamente, o fato social, que é um método que leva em consideração a coercitividade em que aborda a questão da sociedade, a exterioridade em que a sociedade é independente do indivíduo e a generalidade que engloba os indivíduos que convivem em sociedade. E também, a ação social, que são ações de um indivíduo sobre a sociedade em que ela se orienta pelo comportamento do outro.
    Em filosofia, o professor me proporcionou estudar mais a divergência entre o racionalismo e empirismo. A divergência existente é que o racionalismo é baseado na razão, isso significa que o pensamento precede a experiência. Já o empirismo implica em um pensamento que prioriza o método experimental. Logo depois, estudei os principais filósofos de cada movimento, como René Descartes que foi racionalista e John Locke, líder empirista.

  18. Arthur Lima Barbosa disse:

    O meu professor no ensino médio (o mesmo para todos os três anos) que ministrava sociologia também ministrava história e filosofia e promovia interdisciplinaridade ente as três. O modelo que para ensinar era bastante dinâmico, priorizando a interação aluno-aluno e aluno-professor. As aulas eram um misto entre expositivas e interativa, tornando a fixação de conteúdo mais fácil.
    Quanto às matérias, História possuía um plano de ensino fixo, baseado na progressão natural da história, portanto estudei praticamente todos os períodos históricos a fundo – especialmente os relacionados à história do Brasil. As matérias de Sociologia e Filosofia, porém, funcionavam por meio de “sugestão”: o professor oferecia uma lista de pensadores, e os alunos iriam escolher alguém de tal lista para que a turma estudasse. O professor, então, iria preparar uma aula parte expositiva, parte interativa sobre tal assunto, apoiando-se na escolha da turma e em textos base previamente selecionados. Entre os autores que estudei estão Nietzsche, Descartes, Maquiavel, Durkheim, Marx, Sócrates, Platão, Kant, entre outros.
    Meu contato com as três matérias foi extenso, assim como minha curiosidade sobre, principalmente na Idade Antiga – Grécia e Roma em especial. Os conhecimentos que recebi do professor nas aulas foram extremamente importantes para minha formação, e espero que os que terei na matéria de Fundamentos da Educação façam o mesmo. Eles permitiram a mim analisar o mundo de uma maneira mais ampla e embasada, procurando conectar eventos atuais à eventos passados para compreendê-los.

  19. Júlia C. Rodrigues disse:

    Em História, no EM, tive três professores diferentes, com diferentes métodos de ensino. Felizmente não me prejudicou muito essa constante troca de professores, pois sempre tive bastante facilidade na matéria e a amava muito (ainda amo). A parte que eu mais gostava eram a Antiguidade Clássica, as Guerras Mundias e a República Brasileira, e simplesmente detestava Idade Média e Revoluções Industriais. É meio errado falar que “a História se repete”, mas eu, pessoalmente, acho importantíssimo estudar História (principalmente a do Brasil) para que se tenha consciência dos erros passados, para que eles são sejam repetidos na contemporaneidade.
    Tive três professores na matéria de Filosofia, o que, assim como em História, não ajudou muito na continuidade do método de ensino. Não aprendi quase nada no 1º ano simplesmente pelo fato da professora só usar a “apostila complementar” do Estado (que era MUITO criticada pelos outros professores), tanto que, ao entrar no 2º ano, o professor que entrou teve de dar quase 6 meses de revisão do conteúdo do ano anterior. Nunca absorvi muita coisa do que era passado, mas consigo lembrar do Empirismo e do Experimentalismo, do Contrato Social de Hobbes, Rousseau e Locke, e das Meditações Cartesianas.
    Em Sociologia tive uma única professora durante os três anos, e isso ajudou e muito, em relação ao que acontecia nas outras disciplinas. A professora, assim como a de Filosofia no 1º ano, usava quase que exclusivamente a apostila do Governo, mas, diferente da outra, passava teoria complementar, dando um pouco mais de base para a sala. Tive pouco aprofundamento nos “pilares” da Sociologia, e o que mais consegui absorver foi o que pesquisei para montar seminários (que era uma forma constante de trabalho pedido por ela).

    Em Sociologia tive somente uma única professora em todos os três anos do EM, o que ajudou bastante, por ter uma certa continuidade no conteúdo e na didática.

  20. Rívia Ribeiro Cezar disse:

    Desde o início de minha formação escolar, sempre frequentei escolas da rede pública e por esse motivo meu conhecimento em história, sociologia e filosofia não sejam tão eficientes. Entre as três disciplinas citadas, posso dizer que a de história seja a que possuo um maior conhecimento, devido ao fato de ser uma matéria com conteúdo que sempre me interessou, principalmente durante o ensino médio, além de ótimos professores terem ministrado a disciplina durante meus anos de estudo. Por essa razão, obtive um amplo conhecimento nesta matéria durante minha passagem na escola e apresento grande curiosidade nesse conteúdo.
    Porém, com relação a sociologia e filosofia não posso dizer o mesmo. Em meus anos de ensino médio, essas disciplinas infelizmente não foram corretamente ministras, devido aos recorrentes problemas enfrentados na rede pública, como falta de professores capacitados na escola, profissionais com jornada de trabalho exaustiva e etc. Em consequência deste fato, meu conhecimento é raso; me recordo apenas de alguns tópicos estudados, como movimentos sociais e pensadores clássicos como Karl Marx e Durkheim em sociologia; e os filósofos pré-socráticos e iluministas em filosofia.
    Dessa forma, espero durante o andamento da disciplina, adquirir um maior conhecimento sobre as áreas do conhecimento citadas acima, com enfoque principal no setor da educação, de forma que acrescente positivamente minha formação como futura professora.

  21. Joudimar Nagamine Cavallari disse:

    Meu primeiro contato (estudo) com a Filosofia & Sociologia começou por volta do ano de 2007, ano em que ingressei no E.M. (Ensino Médio). Naquele tempo, lembro-me vagamente de um dos professores comentar (ou o de Filosofia ou o de Sociologia) que essas duas matérias seriam ensinadas somente nos dois primeiros anos do E.M. e que, a partir do terceiro ano, o aluno deveria se voltar totalmente ao estudo de História, sobretudo História do Brasil.
    Embora eu não me lembre, integralmente, quais conteúdos foram trabalhados em cada uma dessas disciplinas, com certo esforço de minha parte, consigo resgatar algumas lembranças, às quais posso citar:
    - o professor de Filosofia passava para os alunos textos que traziam, no final, certa moralidade, assim como ocorrem nas fábulas infantis, e discutia os pontos de vista de cada aluno. Lembro-me, em especial, de um texto sobre um gigante que fora enganado por humanos. O texto, basicamente, colocava em xeque diferentes pontos de vista que uma realidade assume e a existência de três verdades: a sua, a dos outros e a verdadeira;
    - Leitura e análise do livro “A República”, de Platão, com ênfase para o mito da caverna;
    - Breve histórico do pensamento filosófico (Bases epistemológicas) e de como era a “escola” na Grécia Antiga;
    - Textos de autores como Freud e Nietzsche foram explorados, sobretudo em avaliações, e exigiam a capacidade interpretativa dos alunos.
    - O professor de Sociologia trabalhava mais com recursos audio-visuais, fazendo uso de meios de propagação da informação em massa, como o Youtube. Lembro-me de assistir a vídeos que exploravam temas como “movimentos sociais” “movimento beatnik”, “festival de woodstock”, “movimentos feministas”. Nomes como “Coco Chanel”, “Evita Peron”, “Janis Joplin” e “Pagu” eram recorrentes nas aulas.
    -Filmes como “Hotel Ruanda”, “A Laranja Mecânica”, “O Silêncio dos Inocentes”, “Aquecimento Global – Uma Verdade Inconveniente”, “Ilha das Flores” e “O grito silencioso” foram trabalhados;
    -Um estudo sobre projetos sociais e sociedade civil, tendo como ponto fulcral o “Projeto Âncora”.
    Por outro lado, o estudo de História (tanto Geral quanto História do Brasil) ocorreu durante os três anos do E.M. por intermédio de dois professores. Acredito que eles tenham trabalhado integralmente todo o conteúdo proposto para essas disciplinas, desde a pré-história até a Era Moderna e a ascensão do Ex-Presidente Lula, afinal eram quatro horas semanais à disposição. Os pontos de vista explorados foram, comumente, os ocidentais. Muito pouco foi falado a respeito da China, por exemplo, o que, para mim, é uma pena. Intelectuais como Marx e Engel, Robespierre, Paul Marat… foram mal explorados (e, muitas vezes, eram só citados), pois naquela época os vestibulares não focavam neste conteúdo e exigiam dos alunos mais memorização e menos interpretação/discussão. Se eu pudesse escolher um tema para ser estudado e/ou discutido, certamente escolheria algo relacionado ao grande-impasse-atual que existe entre o Capitalismo e o Socialismo, pois esse é um dos assuntos que eu, seguramente, posso afirmar: Não-entendo-nada! Não entendo por que tanta ideologia e não entendo por que essa “necessidade” de se afirmar ou “de esquerda” ou “de direita”. Costumo pensar que não sou nem um nem outro, sou para frente.

  22. Hellaine Cristina Damião Rodrigues disse:

    As disciplinas Sociologia, Filosofia e História foram aplicadas por quatro professores, dois para História, um para Sociologia e outro professor para a Filosofia (sendo os mesmos durante os três anos do ensino médio), e em minha opinião, souberam passar da melhor maneira os conteúdos. Minha primeira relação com as disciplinas, Sociologia e Filosofia, foi no primeiro ano do colegial. Construí um bom contato com as matérias, formei um grande estudo sobre a sociedade, as relações dentro dela e um dos principais motivos desse entendimento, foi com o vínculo de harmonia que os professores criaram com as turmas.
    Durante o Ensino Médio os professores ensinavam por meio de documentários, músicas, slides, livros didáticos e resumos em cadernos, e dessa forma eu aprendia mais e possuía um maior interesse pelas matérias. Aprendi sobre o início da História Humana, as Primeiras Civilizações, Sistema Feudal, Sistema Burguês, as Grandes Navegações, as Grandes Guerras, as Grandes Revoluções e os acontecimentos contemporâneos, com as perspectivas voltadas para as formações e relações humanas. As minhas outras lembranças do ensino médio são as dos primórdios dos pensamentos filosóficos da Grécia Antiga (Sócrates, Platão e Aristóteles), dos Clássicos da Sociologia (Èmile Durkheim, Max Weber e Karl Marx) e os Clássicos da Política moderna (Maquiavel, Hobbes e Rousseau).
    Durante o colegial também aprendi sobre Democracia, Relações de Poder, Cidadania, os dois Sistemas Econômicos (Capitalismo e Socialismo), Modelos de Produção Industrial (Taylorismo, Fordismo e Toyotismo), Mobilizações Coletivas, Construção Social da Juventude, Cultura, Cultura Industrial, Empirismo, Racionalismo, Contratualismo e o Iluminismo. Com as aulas dos professores próprios para cada área possuí a oportunidade de conhecer mais e estudar mais as matérias. Por isso, tenho a expectativa de aprender, conhecer e aprofundar mais nos assuntos dessas matérias dentro do meu curso.

  23. Isabella Camilo disse:

    Comecei e completei meu ensino médio na escola pública, porém, fiz meus dois primeiros anos em uma escola de período integral, que se diferencia bastante das escolas regulares na questão de qualidade de ensino. Tive ótimos professores tanto de historia, quanto filosofia e sociologia, eles sempre demonstraram muito amor e comprometimento com a profissão e com os alunos.
    Temas como Brasil Colônia, Ditadura Militar, Era Vargas, Guerras Mundiais, História antiga, entre outros foram bem esclarecidos e discutidos com minha professora de História, porém, aprendi muita coisa no meu primeiro e único ano de cursinho, que fiz no ano seguinte da conclusão do ensino médio.
    Meu professor de Filosofia da escola tem muita experiência e foram abordados temas como Filosofia Grega, Teoria do conhecimento, Platão, Contrato social entre outros. Minha professora de Filosofia do cursinho sintetizou tudo isso com excelência.
    Sociologia era minha matéria preferida, meu docente, formado na UNESP de Marília, era apaixonado pela profissão e tinha um ótimo método de ensino, dado por meio de slides simples e explicações claras deixando o conteúdo muito fácil de ser absorvido. Temas como Karl Marx, Poder e Estado, Diversidade, Estrutura Social, Cultura, Ideologia, Trabalho, entre outros, foram muito comentados e debatidos em sala de aula.
    Reconheço a defasagem do ensino público, porém também reconheço a competência dos professores que tive e meu interesse e inclinação para área de humanas.

  24. Carlos Alberto A. dos Santos Jr. disse:

    Em todo meu processo de aprendizagem do ensino médio (dentro destas matérias) e após ele, consegui fazer uma construção epistemiológica unindo tais saberes. Principalmente depois de me interessar diretamente pelo materialismo enquanto filosofia e sociologia. Cronologicamente foi e é ainda a parte mais difícil, a construção deste saber integral da História através da consciência filosófica, como já bem dizia o próprio Saviani.
    Lembro-me bem de como entendi que cada autor vive e escreve com suas limitações geográficas e temporais. E que em cada época uma gama enorme de sociologos, historiadores e filósofos nos cedem seus saberes e críticas, com cada vez mais, ao longo da história, criteriosidade, e metodologia. E dentre tais, a que mais me fascina é o materialismo-histórico-dialético. Sendo neste método que me baseio em leituras, críticas e pensamentos, nos dias de hoje.
    Dentre minhas curiosidades, estão como adquirir através das aulas deste curso, cada vez mais senso crítico para que me leve a compreender a sociologia e a filosofia enquanto projeto de mudança da sociedade.

  25. HEITOR APARECIDO DE PAULA SILVA disse:

    Durante todo meu período escolar fui aluno de escola pública e tive excelentes professores.Entretanto a escola que estudei durante meu ensino médio como muitas outras,estava em uma situação precária devido a falta de recursos,salas com número excessivo de alunos ,problemas de infraestrutura e além disso , estava passando por uma troca constante de professores das disciplinas de sociologia e filosofia.
    Por esse fato constantemente foi abordado os mesmo temas no meu ensino pelos novos professores ,dificultando o aprendizado e tornando essas disciplinas que considero de extrema importância para a formação do pensamento critico e construção moral do indivíduo,desenteressantes .
    Com relação a disciplina de História eu tive a mesma professora ao longo de toda minha trajetória no ensino médio.Ela tinha uma excelente didática e apresentava os temas das aulas de uma forma que gerava a curiosidade da turma em se aprofundar mais

  26. Leticia Rodrigues Meneghelli Batista disse:

    O primeiro contato que tive com as matérias de História, Sociologia e Filosofia foram através das aulas expositivas do Ensino Médio, ademais em livros e filmes que abordam essas temáticas. Neste sentido, vale ressaltar que é fundamental essas matérias para o crescimento individual e coletivo.
    Outrossim, a Historia surgiu desde de muito cedo em minha vida, pois contos, fabulas, animações, filmes em geral, sempre fizeram parte da minha trajetória, me ajudaram no crescimento pessoal e fizeram entender de onde vim e quais foram os acontecimentos históricos que levaram o mundo se tornam o que é agora e as consequências que guerras e preconceitos podem trazer.
    Além disso, a Filosofia é a mãe de todas as matérias, pois o que começou com apenas uma observação do mundo se tornou um instrumento de pensamento e critica social, levando gerações e gerações a mudarem a politica, a medicina, os instrumentos de trabalho, entre outros, um dos livros que li e me fez entender melhor suas raízes foi o ´´Mundo de Sofia´´, me mostrou o quanto o Filosofia muda o pensamento de alguém. Bem como, a Sociologia veio para mostrar como o estado, o capitalismo, a luta de classes influenciam na historia e na vida das pessoas naquele dado momento, podendo ser um instrumento de mudança nos cenários históricos, gerando leis, constituições, direitos e deveres para uma população mundial. Por fim, gostaria de aprender como a Educação pode ser mudada e como foi influenciada ao logo do tempo por essas três diretrizes do conhecimento.

  27. Antonio de Oliveira Ferraz disse:

    No meu ensino médio, meu primeiro contato sério com essas disciplinas, eu tive uma apresentação satisfatória com relação a essas três áreas do conhecimento. Em história, estudei períodos como a pré-história, Grécia antiga, Roma, etc, etc. Foi discutido diversos acontecimentos e como eles influenciaram os dias de hoje e o porquê de discutir esse tipo de coisa.
    Em sociologia foi discutido o tripé básico e alguns movimentos sociais. Passei pelo positivismo, as explicações do suicídio, teoria dos estados, fato social, ação social, etc. O desenvolvimento dessa disciplina foi meio corrido, mas ainda satisfatório.
    Em filosofia, além de estudar os transeuntes ociosos das praças (os Pré-Socráticos, Sócrates, Aristóteles, Platão), vi Descartes, os plágios religiosos de Platão e Aristóteles: Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, os contratualistas, como Locke e Rousseau, entre outros.

  28. Maria Clara Sinastre Barbosa disse:

    Durante meu ensino médio, as disciplinas de história, filosofia e sociologia foram muito bem trabalhadas. Tive grandes professores, que conduziram os assuntos com abrangência e maestria, e que mesmo em todas as dificuldades enfrentadas, como o descaso do governo, conseguiram instigar a grande maioria dos alunos e provocar reflexões críticas acerca desses assuntos.
    Sobre história, tive um professor no primeiro ano, um no segundo e, no terceiro, os dois se dividiram, um ficando com história geral, e assim ensinando desde os primórdios até a guerra fria, e o outro com história do Brasil, iniciando na invasão portuguesa e terminando com o último mandato da ditadura militar. Os dois fizeram excelentes trabalhos e me fizeram entender a importância da história para a humanidade, para formação do cidadão.
    Em filosofia, tive o mesmo professor nos 3 anos. No primeiro ano, ele introduziu minha sala à filosofia, sua função e importância na sociedade, ao pensamento crítico e diferenciou razão de senso comum. No segundo, ensinou as principais correntes filosóficas. Por fim, no terceiro, aprendi sobre a maioria dos filósofos principais e suas ideias. Em sociologia também tive apenas um professor, que ensinou no primeiro ano o básico da sociologia, como Marx, Weber e Durkheim e seus pensamentos. Já no segundo, aprendi sobre as desigualdades, os preconceitos, as gerações, os sistemas de governo, as diferenças entre os tipos de capitalismo. No terceiro, vi sobre poder, política, cultura, juventude. Enfim, meus professores fizeram o impossível (especialmente o de filosofia e o de sociologia, que só tinham uma aula por semana) para fazer os alunos terem senso crítico, serem pessoas conscientes, terem o maior conhecimento possível e não só pra vestibular, mas para a formação pessoal. Sou extremamente grata.

  29. Thalissa Ribeiro disse:

    Ao longo da minha formação no ensino básico,o contato que tive com as disciplinas de história, filosofia e sociologia, foram superficiais, não pela falta de preparação dos professores , mas sim pela incompetência da grade curricular comum na rede pública de ensino que se baseia  em apostilas que apresentam os conteúdos com muita superficialidade. Entretanto, ao passo em que pouco era me apresentado, foi despertado em mim a curiosidade e a necessidade de aprender um pouco mais, uma vez que o conteúdo apresentado em sala não seria o suficiente para que eu pudesse realizar os vestibulares. Com isso, passei a estudar em casa não  apenas o que ouvia na sala de aula,mas também, conteúdos que nunca havia estudado antes. Me baseando em alguns livros que possuía e com o auxílio de vídeo aula na internet pude conhecer um pouco mais sobre estas disciplinas, que são muitas vezes ignoradas.
    Com o passar do tempo, se iniciou em mim o amadurecimento das ideias e do conteúdo aprendido, e então foi possível entender, a importância real da história, sociologia e filosofia para a construção de um cidadão mais consciente , que não se contenta apenas com as ideias comuns a todos, mas que procura sempre ter uma opinião pautada em argumentos  sólidos, consistentes e coerentes. A importância de se aprender essas disciplinas , muito mais do que auxiliar na realização de provas, faz com que seja possível entender as mais amplas situações sociais enfrentadas pela população, as questionar e exigir então mudanças, nos faz ser políticos.
    Outrossim, ao longo da disciplina de fundamentos históricos, filosóficos e sociológicos como parte das disciplinas realizadas ao longo da graduação, espero poder conhecer a ideia de pesquisadores da área, entendendo um pouco mais sobre o papel destas disciplinas na sociedade mas principalmente na formação dos meus  futuros alunos, podendo então, apesar de ministrar aulas sobre biologia, saber passar a eles também, mesmo que de modo indireto, a importância do questionamento e do “saber” como ser social. Ademais, se as aulas de biologia não servirem para que os alunos possam refletir ao menos sobre nosso pequeno papel em um ecossistema imenso, sobre a devastação que temos causado aos demais seres vivos de modo inconsequente, sempre nos colocando como centro do mundo e sobre a necessidade de mudar nossos hábitos, então ao meu ver não servirá para muito. 

  30. Durante toda a minha vida escolar fui fascinada por História e ao entrar no ensino médio não foi diferente, pois sou fascinada pelo Feudalismo, Constituição da Monarquia, Renascimento, Reformas, Iluminismo e estrutura social da época, tive três professores de História durante minha vida escolar toda e fizeram a diferença na minha vida escolar.
    A Filosofia me foi introduzida no primeiro colegial, com muito custo prendeu minha atenção, pois os os diálogos dos pensadores são profundos e, de certo modo, difíceis de entender sendo necessário mais aulas para que fizessem sentido, mas meu meu professor, Vladimir Miguel Rodrigues, não desistindo de nós e acabou me inspirando muito, tendo um papel fundamental para debates profundos sobre a questão da verdade e o mito da verdade única e imutável .
    Sociologia sempre foi um assunto que me chamou a atenção e, por conta do foco principal em Filosofia no primeiro colegial, me foi apresentado de fato no segundo ano de ensino médio, pela minha professora Maria Cristina Bortolozo, a segunda figura mais importante para o aprimoramento do meu senso crítico na escola. Todos meus professores de ciências sociais foram cruciais para a construção do meu pensamento crítico e sempre lutaram para que isso não seja tirado de nós.

  31. Vitória Nogueira disse:

    O meu aprendizado durante o ensino médio sobre história, filosofia e sociologia não foi muito proveitoso nem vinculado ao tema ensino. Pra começar filosofia e sociologia era apresentadas como uma única matéria. Além disso, o professor era o mesmo de história e na maioria das aulas de filosofia/sociologia tinhamos que fazer resumos sobre textos que ele dava sem muita explicação. Ou ainda, essas aulas eram usadas pra repôr ou fazer exercícios de história.
    Isso permaneceu igual no ano seguinte e no ultimo ano, finalmente, trocaram de professor para as 2 matérias. O novo professor de história era excelente. Porém o outro ainda não contribuiu muito com nosso aprendizado, uma vez que as aulas se baseavam em debates sobre temas polêmicos e poucas foram as vezes que foi falado sobre alguma figura importante na área de filosofia e sociologia.
    Apesar de tudo, admiro essa área e já tentei aprender algumas coisas a parte, mas nada muito sério. Por mais que dar aula não esteja exatamente em meus planos, decidi fazer licenciatura justamente para ter a oportunidade de preencher toda e qualquer falta da escola não só no quesito ensinar, mas também na minha formação enquanto ser humano na nossa sociedade. Logo, apesar de ver essa disciplina com um nível maior de dificuldade, ela só tenha a me acrescentar, assim como as demais.
    Por fim, gostaria de ressaltar que a primeira aula de Fundamentos já despertou minha curiosidade principalmente na parte histórica do ensino. Espero no fim desta disciplina poder conciliar as 3 áreas: história, filosofia e sociologia.

  32. Débora Rossini disse:

    Durante o meu ensino médio, tive o mesmo professor em filosofia e sociologia, porém um professor diferente em história.
    Em sociologia e filosofia, não havia muita explicação sobre o conteúdo, somente a leitura do que estava escrito na apostila, e se alguém tentasse tirar alguma dúvida com o, ele sabia explicar, deixando assim o meu conhecimento nessa área um pouco escasso; estudei sozinha, tentando compreender o máximo que conseguia com a pouca informação que possuía, focando nos assuntos que mais me chamavam a atenção, como Sócrates e Aristóteles, os pais da sociologia (Marx, Weber e Durkheim) e a liberdade de expressão.
    Diferente do método citado acima, meu professor de história sempre tornou as aulas divertidas e fáceis de entender, providenciando comparações com o presente e complementando o assunto com fatos curiosos que sempre nos deixavam mais atentos. Em história do Brasil, aprendemos desde a colonização até a os dias de hoje, dando um foco maior em fatos cruciais e o que levou para esse acontecimento. Utilizando da mesma técnica de comparação e de ensino com a história geral, porém com a matéria um pouco mais extensa.
    Sendo assim, posso afirmar que o meu conhecimento de filosofia e sociologia é menos extenso do que o de história, porém não nulo.

  33. Jadie Soares Rosa Rezio disse:

    No decorrer da minha formação acadêmica, estudei com detalhes a história do Brasil, principalmente sua formação até o contexto atual, o regime militar foi tratado com bastante ênfase, no entanto, o pós foi discutido em menor intensidade. Em história geral, temas como a primeira guerra, segunda guerra e o nazismo foram destaque. Estudei muito da história ocidental. Sempre tive muita curiosidade na história oriental, então com o auxilio da tecnologia pude acessar um pouco do que não é tratado em sala de aula.
    Em filosofia e sociologia, tive acesso somente ao padrão, com exceção de algumas aulas que estudamos a Hipátia de Alexandria, que para mim, foi bastante significante sendo Hipátia, uma mulher. No ensino básico formal, é comum a apresentação apenas de cientistas homens e eu acredito que isso dificulta na identificação das meninas pela área da pesquisa, logo, tenho algum interesse nesse tema. Senti falta de uma ênfase maior em sociólogos brasileiros, no entanto acredito que tive acesso à uma boa educação. Na maior parte dos dias, tive debates em sala de aula em que o professor trazia os mais diversos temas e relacionava os relacionava com os principais pensadores.
    Minha expectativa é que a disciplina agregue nos conhecimentos de história, filosofia e sociologia de forma enfática na educação e no contexto atual da mesma no Brasil, através da leitura e do debate.

  34. Anne Beatriz Vilela Sarausa disse:

    Meu primeiro contato com a disciplina de História aconteceu nos meus primeiros anos do Ensino Fundamental I; lá, o conteúdo era o básico sobre a história do Brasil e de Portugal. No Ensino Fundamental II, os conceitos de história geral e história do Brasil se mesclavam e em ministrados por um único professor. Já no Ensino Médio, o conteúdo da disciplina foi separado, de fato, em História Geral e História do Brasil, e também passou a ser ministrado por professores diferentes; nesse período, também foram apresentadas as disciplinas de Filosofia e de Sociologia.
    Desde o princípio, me interessei muito e estudei com afinco História e, posteriormente, Filosofia. Um fator importante para isso foi a oportunidade de ter excelentes professores ao longo de minha trajetória escolar. Sociologia foi um caso à parte, uma vez que, entre as três disciplinas em questão, essa foi a que menos me “agradou” pois durante o Ensino Médio ela não foi ministrada com a devida importância, sendo trabalhada de forma rápida e resumida. Só tive a oportunidade de realizar um aprofundamento durante o cursinho, período no qual o contato com as demais disciplinas mencionadas também foi maior.
    Mesmo possuindo um conhecimento entendido como básico das três, a que me chama mais atenção é História. Filosofia ainda me parece meio distante e, apesar de conhecer os pensadores mais condecorados – como é caso de Aristóteles, Platão e Sócrates -, ainda tenho pouco conhecimento sobre pensadores mais contemporâneo; o mesmo é válido para Sociologia, na qual também tenho um conhecimento mais sucinto. Assim sendo, meu objetivo na disciplina de Fundamentos é obter maiores informações sobre essas três temáticas, principalmente com relação à Filosofia e Sociologia e seus respectivos impactos em nosso cotidiano como sociedade, uma vez que, como uma docente em processo de formação acadêmica, acredito que ambas sejam importantes no ambiente educacional e na formação de indivíduos.

  35. Rafaela Salvador Banhos disse:

    Sem dúvidas, o ensino de história, filosofia e sociologia é extremamente importante para formação do indivíduo que compõe a sociedade. Infelizmente o meu aprendizado nessas disciplinas não pôde ser devidamente fixado, isso em razão da constante troca de professores que muitas vezes não se importavam em passar o conhecimento que possuíam aos alunos, o que levou à uma imensa frustração por não conseguir me aprofundar nessas matérias que tanto me interessava.
    Além do difícil entendimento promovido pelos professores, outro fator que impedia um aprendizado consistente era a carga horária dessas disciplinas, as quais eram muito curtas. Durante a semana tinha apenas duas aulas de história, uma de filosofia e uma de sociologia o que limitava a explicação que, em matérias como essas, deve ser extremamente detalhada e aberta para intervenções por parte de alunos.
    Acredito que essas matérias foram negligenciadas durante meu ensino médio, me deixando com várias dúvidas que nunca foram respondidas e reflexões que nunca consegui discutir nas aulas, principalmente de filosofia e sociologia. Dito isso, espero que na disciplina de fundamentos históricos, filosóficos e sociológicos da educação todas as minhas dúvidas, reflexões e conclusões possam ser supridas e compartilhadas, pois sinceramente me interesso por tais assuntos e espero poder me aprofundar neles.

  36. Pedro Antonio R. Pimentel Junior disse:

    Sempre estudei história pro conta própria apenas por curiosidade. Minha primeira aula formal dessa disciplina foi no primeiro ano do ensino médio, isso por que, durante o ensino básico e fundamental, estudei em escola periférica muito precária, sem professores titulares (de história e geografia).
    Durante o ensino médio tive ótimo professores de história, filosofia e sociologia, para os quais devo meu melhor entendimento sobre o trajeto da civilização, as injustiças, a importância do senso crítico, como a desigualdade é uma ferramenta dos poderosos para a manutenção do poder, etc. As aulas foram desde a pré-história até os dias atuais.Os professores sempre construíram o processo pedagógico interdisciplinarmente, com foco em debates e leituras de texto em grupo, o que, ao meu ver, é uma ótima maneira de aprendizagem.
    Gostaria de aprender mais sobre os pensadores que já discutiram a respeito de como a educação pode ser uma ferramenta de liberdade e igualdade e como podemos contribuir para a sociedade, como professores, levando o conhecimento e senso crítico aos mais injustiçados.

  37. Mariana Mayumi Ishizava disse:

    Durante minha formação no ensino médio passei a ter um contato mais direto com Filosofia e Sociologia, e História tive durante toda minha formação. De história sempre tive professores e professoras maravilhosos, que sabiam maneira ótimas de passar os conteúdos de forma clara, e conseguindo assim manter o interesse sobres os temas. Esta disciplina pra mim sempre foi muito atrativa, sempre gostei muito se saber com foram o eventos que nos trouxeram até aqui, sempre tive muito interesse em aprender sobre tanto história mundial e história do Brasil.
    De filosofia, passei a ter mais interesse no período que fiz cursinho, em que tive professores muito bom que conseguiram me fazer ter mais interesse pelos assuntos, achava muito interessante quando ele contavam na aulas sobre com os filósofos tinham suas teorias e como elas eram vistas, em saber como tudo começou. No ensino médio e fundamental cheguei a ter um pouco sobre, mas de maneira muito superficial e ao ter mais contato com a disciplina me ajudou muito a compreender melhor muitas coisas pessoais.
    E sociologia, assim como a filosofia tive de forma melhor no cursinho, para mim sempre foi algo mais difícil de compreender, mas os professores que tive sempre conseguiram passar de uma maneira que fosse o mais compreensível. Todos os pensadores tratados me mostraram como foi que chegamos a sociedade que temos hoje, e como isso implica na nossa vida como partes dessa sociedade. Todas essas disciplinas para mim são de extrema importância para todos, pois são através delas que sabemos quem somos e tudo o que já aconteceu, devemos saber sempre os acontecimentos que nos trouxeram até hoje e que nos moldaram para sermos como somos.

  38. Luciana Tolentino Arantes Martins disse:

    Conclui o ensino médio no ano de 2001. Naquela época, não era obrigatório o ensino de Filosofia e Sociologia na grade curricular. Logo, apenas tive contato com a matéria de História durante esse período. História sempre fora minha matéria preferida, tive uma excelente professora, com um excelente material didático, o que me deu um importante suporte para que ingressasse em uma faculdade pública.
    Já, no meu primeiro ano de graduação em Direito, teríamos Sociologia Geral e Jurídica. Porém, o professor estava em fase de contratação e até essa ser finalizada, simplesmente tivemos duas aulas, que superficialmente abordaram as teorias de Durkheim, podendo inferir que tenho o mínimo conhecimento sobre a matéria relacionada. O mesmo posso dizer sobre Filosofia, visto que, pouco sei sobre esse estudo.
    Assim, ao iniciar o curso de Pedagogia, tenho uma elevada expectativa em finalmente poder compreender esses temas, através de ensinamentos dos professores em sala de aula, debates com os demais alunos, e como as respectivas matérias podem ser aplicadas para auxiliar no desenvolvimento educacional das pessoas.

  39. Enzo Luchesi Trazzi disse:

    Logo que ingressei no ensino médio, as disciplinas de Filosofia e Sociologia foram integradas à grade; matérias recentes, para alunos que pouco sabiam o significado do assunto e que seriam ministradas por um professor novo e de última hora. No outro espectro, a professora de história era dita como anciã dali, e boatos maldosos corriam que a mesma fizera parte do grupo fundador da instituição que já estava em seu septuagésimo aniversário e, assim, ela já conhecia a todos e todas da escola e fazia sucesso em qualquer sala, em qualquer série como ótima docente, cativante.
    Na realidade, pouco me recordo das datas importantes, grandes nomes e seus feitos, guerras e revoluções, e infelizmente, acredito que aprendi o mínimo da história que seria necessário para o vestibular de cinco anos atrás. Sobre filosofia e sociologia, das curtas aulas que tive, fui apresentado aos famosos daquele mundo e suas principais obras, dos que me lembro: Sócrates, Aristóteles, Platão, Epicuro, Confúcio, Descartes, Rousseau, Locke, Durkheim, Weber, Marx, Engels, Proudhon, Arendt, Beauvoir, Bauman.
    No terceiro colegial, tive a oportunidade de estudar sociologia de forma mais emancipadora. Em outra escola, e com professora diferente, aprendi sobre a sociologia através da psicologia, voltada totalmente para o comportamento e relações humanas, e que, apesar de sempre referenciar os grandes mestres, tomava diretrizes distintas da educação tradicional e desviava dos padrões do decorar e reproduzir. Era agora, uma disciplina capaz de atiçar a auto-reflexão crítica, extremamente estimulante e essencial na construção dos diálogos que moviam as aulas.
    Possuo muitas curiosidades sobre os temas da disciplina, mas dentre o mais importante, espero que ao final, como professor, eu seja capaz de reconhecer as ferramentas e metodologias à serem usadas em aula. Abordar técnicas que se mostrem eficazes na boa formação do aluno através de uma educação emancipadora, e não alienadora.

  40. Jaime Bizarri Duarte disse:

    Durante o período do Ensino Médio, que cursei no IFSP, eu tive a oportunidade de me debruçar sobre discussões relacionadas com a história, filosofia e sociologia. Lembro que meu primeiro contato marcante com sociologia foi dentro de um seminário sobre cultura, onde o professor permitiu que a sala como um todo fizesse intervenções após nossa fala. Aquilo me mostrou como receber e entender as críticas construtivas é essencial para disciplinas como estas.
    Em filosofia o professor organizou os três anos do médio de uma forma que pudéssemos ter contato com textos sobre os conteúdos, dentro de um regime parecido com a graduação, onde liamos, grifávamos as partes que nos chamavam atenção e ao longo da aula expositiva os alunos iam costurando e amarrando as ideias do professor junto com as suas em uma discussão muito profícua. Em sociologia tínhamos o mesmo regime de leituras que em filosofia.
    Em história meu contato no ensino fundamental foi basicamente decorar datas e eventos. Quando entrei no médio que tive um contato analítico da história, onde a professora nos ajudava a analisar a realidade através de eventos e fatos históricos. Foi a forma de aprendizagem mais significativa que tive e isso me auxila até hoje a ler fatos históricos e sociais de uma maneira muito prática.

  41. Antônio Augusto Martins de Amorim disse:

    Desde meu ensino fundamental sempre tive o mesmo professor de história, a didática dele se resumia a ler a apostila em aula conosco e logo após discutia o tema. Estudamos sempre em sequência de acontecimentos dos fatos, no entanto, matérias relacionadas ao iluminismo e ao Brasil do século XX sempre tiveram mais enfoque.
    Sociologia e filosofia compartilhavam do mesmo professor, sendo que em filosofia era mais comum estudar filósofos gregos como Tales de Mileto e Platão, mas também com muito foco na parte política e da democracia. Já a parte de sociologia teve muito foco em Marx, Weber, Engels e Durkheim, principalmente na parte do trabalho, incluindo uma leitura do Manifesto do Partido Comunista.
    Por fim, espero da matéria ter uma vista geral sobre como se iniciou a educação e toda a sua importância para a sociedade tanto do ponto de vista sociológico quanto do próprio ponto filosófico. Espero ter esse conhecimento para poder aplicar cada vez melhor meu conteúdo aos meus futuros alunos e buscar de fontes históricas maneiras melhores de resolver problemas pedagógicos.

  42. Vitor Henrique Domingues disse:

    Meu contato com filosofia, sociologia e história no ensino médio foi, em partes, satisfatório. Pra ser sincero não me lembro de muita coisa que me foi apresentada, pois fui ter apreço por essas matérias essenciais para o pensamento crítico apenas no fim de meu ensino médio.
    Meus três anos foram feitos em escola pública e tive um único professor para filosofia e história e uma para sociologia. Como a maioria das escolas públicas são sucateadas, tive grande dificuldade em absorver os conteúdos abordados pelos professores de tais matérias. O professor de história e filosofia fazia analogias entre as duas matérias e sempre nos dava espaço para mostrar nosso conhecimento através de debates e seminários com temas fornecidos pelo mesmo. Em sociologia não era muito diferente, aconteciam aulas expositivas onde eram abordados os temas do currículo e a partir disso éramos avaliados elaborando seminários, resenha de livros entre outros.
    Os professores se desdobravam para nos fazer aprender, mesmo com o currículo do estado de São Paulo muito defasado e raso, e esta determinação foi o que me fez me interessar, mesmo que tardiamente, por essas matérias extremamente importantes.

  43. César Augusto Pascoal disse:

    Ao longo dos meus três anos no ensino médio, tive um acesso relativamente bom à maioria dos conteúdos das disciplinas, principalmente aos de História. Porém, estes nem sempre eram abordados de uma forma reflexiva. Tive diferentes professores para cada uma das três matérias e, consequentemente, diferentes visões sobre determinados assuntos. Em Filosofia, abordamos desde os pensamentos clássicos helênicos até a Filosofia Moderna, todavia, o professor não ligou o conhecimento teórico às problemáticas enfrentadas no cotidiano (já que visava ensinar os assuntos que mais se cobravam em vestibulares, porque minha carga horária era reduzida), ou seja, como aquela linha de conhecimento empregava-se na sociedade. Ao passo que em Filosofia não colocávamos em prática o conhecimento, na disciplina de Sociologia, meu docente sempre discutia conosco os temas trabalhados, como religião, educação, política, economia, entre outros, seguindo a teoria de sociólogos e pensadores diferentes (Max Weber, Gilberto Freyre, Karl Marx, Durkheim, etc.). Já em História, era um meio termo. O tempo de aula era mais estendido, inclusive com aulas depois do almoço para assuntos complementares, como história do México, China, algumas revoluções, entre outros. Em alguns tópicos, o professor fazia adendos com o cenário atual, apontando fatos que influenciaram no que vivemos hoje. Fora isso, seguia-se a programação tradicional da matéria (Pré-História, Idade Antiga, Idade Média e Contemporânea, com enfoque em alguns países).
    Por fim, o que espero dessa disciplina é uma junção das três vias (Sociologia, História e Filosofia) para um maior debate sobre problemáticas com foco na educação, já que seremos futuros licenciados, e assim, obtermos conhecimento tanto teórico com as aulas expositivas, quanto prático, nos debates propostos em sala de aula.

  44. Gabrielli Oliveira Casarotti disse:

    Meu contato com História, Filosofia e Sociologia durante uma trajetória de 3 anos de Ensino Médio foi completo e suficiente, em termos de conteúdos, e competente e eficaz, em termos de aulas ministradas, visto que tive a sorte de ter aulas com professores profissionais e muito capacitados. Em relação aos conteúdos, a disciplina de História,a qual era ministrada 3 vezes na semana, foi passada por completo nos primeiro e segundo anos, desde a Pré-História até a Idade Contemporânea, e no terceiro ano foi apenas uma revisão para Enem e Vestibulares, sendo dividida em História Geral e História do Brasil. Deste mesmo modo ocorreu com Filosofia e Sociologia, embora as aulas tivessem ritmos diferentes, pois, felizmente, tive um professor para cada matéria, e, diferentemente de História, as aulas eram apenas 2 vezes na semana.
    Em Sociologia os conteúdos foram: os principais sociólogos e suas respectivas teorias : Comte, Durkheim, Marx e Weber ; Sociologia no Brasil; Sociologia do Trabalho; Estratificação Social; Antropologia e Ciências Políticas. Além das aulas “comuns”, a professora realizava uma ficha de exercícios em sala de aula e aplicação de provas era o método de avaliação.
    Minha experiência com Filosofia deu-se pelo estudo da Filosofia Antiga, Filosofia Medieval, Filosofia Moderna e Filosofia Contemporânea. No primeiro ano, o método de avaliação, além das provas, dava-se também por meio da elaboração de seminários em grupo abordando determinado tema proposto pelo professor a cada bimestre. No entanto, o mesmo não ocorreu durante o segundo e terceiro ano.
    Acredito que foi através destas aulas e dos professores que tive que cresceu em mim um interesse muito grande pelas Ciência Humanas.

  45. Gabrielli Oliveira Casarotti disse:

    Meu contato com História, Filosofia e Sociologia durante uma trajetória de 3 anos de Ensino Médio foi completo e suficiente, em termos de conteúdos, e competente e eficaz, em termos de aulas ministradas, visto que tive a sorte de ter aulas com professores profissionais e muito capacitados. Em relação aos conteúdos, a disciplina de História,a qual era ministrada 3 vezes na semana, foi passada por completo nos primeiro e segundo anos, desde a Pré-História até a Idade Contemporânea, e no terceiro ano foi apenas uma revisão para Enem e Vestibulares, sendo dividida em História Geral e História do Brasil. Deste mesmo modo ocorreu com Filosofia e Sociologia, embora as aulas tivessem ritmos diferentes, pois, felizmente, tive um professor para cada matéria, e, diferentemente de História, as aulas eram apenas 2 vezes na semana.
    Em Sociologia os conteúdos foram: os principais sociólogos e suas respectivas teorias : Comte, Durkheim, Marx e Weber ; Sociologia no Brasil; Sociologia do Trabalho; Estratificação Social; Antropologia e Ciências Políticas. Além das aulas “comuns”, a professora realizava uma ficha de exercícios em sala de aula e aplicação de provas era o método de avaliação.
    Minha experiência com Filosofia deu-se pelo estudo da Filosofia Antiga, Filosofia Medieval, Filosofia Moderna e Filosofia Contemporânea. No primeiro ano, o método de avaliação, além das provas, dava-se também por meio da elaboração de seminários em grupo abordando determinado tema proposto pelo professor a cada bimestre. No entanto, o mesmo não ocorreu durante o segundo e terceiro ano.
    Acredito que foi através destas aulas e dos professores que tive que cresceu em mim um interesse muito grande pelas Ciências Humanas.

  46. Mariane Tavares disse:

    Durante o período do ensino médio adquiri muito aprendizado, tanto de bom senso, saber ser crítico, quanto de matéria acadêmica, dentre elas irei citar três disciplinas, história, filosofia e sociologia. É importante ressaltar que no segundo ano ficamos sem professor durante alguns meses, devido um imprevisto ocorrido com a docente, então tivemos que correr atrás do prejuízo em casa. Iniciando pela linha do tempo, onde vimos da pré-história com paleolíticos e neolíticos, até chegar na idade da pós modernidade; Grécia Antiga com Alexandre o Grande; Revolução Francesa; Independência do Brasil; Renascimento; Getúlio Vargas; Reforma Religiosa; Expansão Marítima; Primeira e segunda guerra mundial; entre outros.
    Em filosofia tinha um pouco de dificuldade… Porém, sempre foi uma matéria que me fazia refletir muito devido a relatividade e perguntas profundas como: o ser humano é livre?; Por que o homem é lobo do próprio homem ? (fundamentado em Hobbes). O professor (o único de filosofia que tinha na escola) sempre levava para a aula textos de sua própria autoria, eram histórias que falavam do amor, citavam a ditadura, descrição do modo de vestir e a forma de falar de antigamente, comportamento social; aprendi sobre a escola de Chicago, sobre alguns filósofos como Karl Marx, Freud, Renê Descartes e demais assuntos, sempre priorizando a autonomia, a liberdade e o saber.
    Sociologia era uma matéria muito interessante, pois além das aulas serem abertas para opiniões, antes de começar a passar conteúdo a professora citava alguma atualização sobre o mundo e ela permaneceu conosco durante os três anos. Estudamos sobre a sociedade, cidadão e cidadania, direitos humanos, movimento sindical, Karl Mannheim sobre o termo utopia, compreensão do espaço social, política, etc. Dessa forma, a colaboração mútua ajudou bastante, aprendi, além de tudo, que a curiosidade e a vontade te leva para frente.

  47. Tamires Boareto Capelari disse:

    Durante a minha formação no ensino médio, tive o privilégio de ter bastante contato com a disciplina de história, que era apresentada de diversas formas, como aulas expositivas, pesquisas sobre os assuntos propostos pela professora e debates. Lembro-me de abordarmos a maioria dos assuntos, passando da pré-história a revolução industrial, sendo que alguns com um enfoque maior. No entanto, nada relacionado a educação, mas espero que esta disciplina me possibilite conhecer a história da educação e suas problemáticas durante a sua evolução e no momento atual.
    Já a parte de filosofia e sociologia tive menos oportunidades de aproveitamento. Também passei pelos principais pontos, porém como não havia muito tempo hábil as aulas eram apenas expositivas, o que na minha opinião não possibilita ao aluno buscar o conteúdo e aprender de diferentes formas. Com isso, acredito que não obtive um aproveitamento tão bom destas disciplinas.
    Logo depois, tive a chance de retomar estes conteúdos no cursinho, o que me despertou um maior interesse sobre os assuntos, ainda assim com o mesmo problema do tempo, tínhamos apenas 1 aula na semana. Recordo que nestas aulas eram apresentados os principais filósofos, como Platão, Aristóteles, Kant, Descartes, David Hume, suas obras principais e sua linha de pensamento, uma visão bem geral de cada um.

  48. Izabela Squizatto Monzani disse:

    Durante o Ensino Médio eu estudei em escola pública.Sempre gostei dos meus professores,porém por causa da estrutura e da desigualdade o ensino é afetado.Juntamente com o terceiro ano do ensino médio eu fiz cursinho e foi uma experiência incrível,vimos a maioria dos conteúdos mesmo que alguns deles em forma de síntese.
    Bom,no terceiro ano do Ensino Médio na escola em História eu tive contato com Industrialização,Imperialismo,Primeira Guerra Mundial,Nazismo e Segunda Guerra Mundial.Me interesso por esses assuntos e por outros da História,como Renascimento Cultural.Em Filosofia vimos os Pré-socráticos,Sócrates,Política em Platão e Aristóteles,Rousseau,Montesquieu,Democracia,Estoicismo e Epicurismo.
    Em Sociologia tive contato com Política(Poder social,filosofia política,ciência política…),Maquiavel-O Príncipe,Poder e Poderes,Direito Civil,Iluminismo,Direito Social e Direitos Humanos.
    Admiro muito essas matérias que são importantíssimas (como todas as outras) e adoro estudá-las.

  49. Marina Lopes Pessôa disse:

    Acho pertinente deixar claro que todo meu ensino foi obtido em escolas públicas, desde o primeiro ano do fundamental até o último do ensino médio. A escola onde cursei o ensino fundamental, apesar de ser uma escola municipal, recebia da prefeitura apostilas novas de uma grande rede de colégios particulares e então, até a quinta série, fiz uso de materiais muito bons e tive aula com professores ótimos que desenvolviam diversas atividades para aumentar nosso interesse em história. Dito isso, infelizmente, todo o meu conhecimento de história se resume a aulas da primeira à oitava série do ensino fundamental.
    O meu ensino médio foi cursado em uma escola estadual e, como não é novidade para mais ninguém, o ensino do estado de São Paulo está absurdamente sucateado. Por dois anos eu não tive professor de história, minhas aulas de história no ensino médio começaram no terceiro ano e se resumiam a textos questionáveis passados na lousa e na contagem de vistos no caderno. Já filosofia e sociologia são casos à parte, tive aula de ambas disciplinas durante os três anos. Minhas aulas de filosofia eram muito focadas no iluminismo e no idealismo alemão com destaque em Kant e seus estudos sobre ética. A disciplina de sociologia, por sua vez, era baseada na resolução de exercícios do livro do aluno que em nada colaboraram para a fixação do conteúdo.
    Agora que estou cursando o ensino superior espero ter a oportunidade de aprender mais sobre esses três temas que acho tão importantes. Enquanto futura professora gostaria de saber mais sobre as tantas discussões sobre educação que com certeza surgiram ao longo dos séculos, bem como os diferentes tipos de escola e métodos de ensino pois vejo que isso contribuiria muito para minha formação e consequentemente para a formação dos meus futuros alunos.

  50. Luis Eduardo Lucas de Castro disse:

    Durante minha inicial formação no ensino médio tive contato com excelentes professores de história que antes mesmo, no fundamental, aplicavam didáticas e formas de trabalho que até hoje são lembradas na mente. Cada professor tinha um enfoque maior e discutia cada momento histórico contrapondo ao que vivemos hoje, alguns politicamente falando. Creio que não tivemos uma dimensão da história na educação, mas de uma forma indireta acredito que algum professor tenha passado essa temática conosco; o que conheço de história é o que vemos nos filmes, livros e toda aquela assimilação do que aconteceu no passado que pode ser explicado aos acontecimentos de hoje e amanhã; era uma das minhas matérias preferidas e sem dúvidas essencial a formação humana do indivíduo.
    Quando penso em sociologia e no que tive durante o ensino médio as coisas se limitam. Tive um professor a cada ano que tinha maneiras e ferramentas diferentes para falar e tentar passar uma compreensão deste mundo para a gente. Diferente do que a maioria comenta, com eles não aprendi grandes nomes e nem estudei a razão que os levaram a ser reconhecidos neste campo, estudávamos mais as teorias separadas de seus teóricos e a sociedade em si com seus movimentos, lutas, conquistas, derrotas e toda a construção social que rege uma sociedade. Posso me sentir um leigo quanto as grandes teorias e nomes que até hoje provocam discussões ou regem o modo de pensar dos governantes, mas foi essa a forma que me deparei com a matéria durante o ensino médio.
    Já na filosofia tive professores ainda mais diferentes de método e ensino, cada um focava em um ponto e com isso ensinava a filosofia que acreditava estar certa. No primeiro ano a professora era muito teórica e as vezes maçante com o conteúdo, o do segundo era argumentador e nos ensinou que sempre deveríamos procurar saber para poder ter argumentos e com isso iniciar uma conversa; a do ultimo ano ensinou mais as teorias recentes e a aplicação do homem na sociedade sendo filosófico. Foi um contato mais profundo, tive contato maior com nomes e livros importantes e acima de tudo foi uma matéria que abriu muito espaço para o aprendizado da estruturação de ideias. Este foi o meu contato, entre saber o muito ou o pouco, afirmo apenas que sei.

  51. Vitória de Oliveira Reinoso disse:

    No Ensino Médio, na matéria de história, tive três professores, um em cada ano do E.M., os três usavam métodos de ensino distintos, o que não facilitou a continuidade do conteúdo ao longo dos anos. Eu gostava muito de estudar as Guerras em geral e revoluções industriais, aprendi que o estudo da história é fundamental para o entendimento do passado e a interpretação e entendimento do presente.
    Em filosofia também tive três professores, e assim como em história isso afetou o meu entendimento da matéria, o que ficou foi o contrato social, onde Hobbes, Locke e Rousseau explicam a relação entre os seres humanos e o Estado, e também sobre a corrente filosófica que se refere a teoria do conhecimento, que tem origem da filosofia aristotélica que é o Empirismo.
    Em sociologia tive uma única professora! Aprendi através de apresentação de seminários, jogos educativos e resumos sobre a matéria. Sempre gostei de estudar Marx, Weber e Durkheim, que são os pilares da sociologia. A sociologia que estudei no E.M. Me fez ter um pensamento mais crítico e amplo sobre tudo, sem o embasamento do senso comum.

  52. Renan Gonçalves Rocco disse:

    A minha trajetória no Ensino Médio foi marcada por ótimos docentes de História, Filosofia e Sociologia. A aula de história, por sua vez, é a que eu mais tinha apreço. Acredito que isso seja decorrente do esforço do professor em explicar, além dos fatos históricos, a importância da compreensão do passado e como o mesmo reflete na sociedade contemporânea. Além disso, também eram feitas comparações das sociedades antigas com a sociedade contemporânea, as quais sempre geravam debates e reflexões em sala. O conteúdo era dividido em duas partes, sendo essas: História do Brasil e História Geral. Entretanto, o estudo de história do Brasil só foi realmente assimilado quando, terminado o Ensino Médio, estudei por conta própria.
    Duas vezes por semana, eu tinha aulas de filosofia e sociologia. A docente responsável pelas matérias apresentou a maior parte das aulas por slide, método que nunca me agradou; ainda assim, consegui assimilar diversos conteúdos expostos em sala. Durante os 3 anos de Ensino Médio, não houve a leitura obrigatória de nenhuma obra específica, apenas o estudo dos pensadores e seus conceitos. Foram abordados em classe pensadores iluministas, positivistas, empiristas e racionalistas; também tive contato com alguns sociólogos brasileiros, mas a abordagem foi superficial.
    Referente à disciplina Fundamentos Históricos, Filosóficos e Sociológicos da Educação, estou muito curioso sobre o estudo da história da educação, já que pouco sei sobre o assunto. Interesso-me em saber a evolução do ensino e como posso, com esses conhecimentos, evoluir como docente. Além disso, quero destacar a parte “Sociologia da Educação” por ser a que mais me chama a atenção, principalmente pelo nome de alguns pensadores constados na lista, como Karl Marx e Antonio Gramsci.

  53. Ezechiele Gemima Andrade Azevedo disse:

    As matérias de filosofia e Sociologia foram introduzidas no primeiro ano do Ensino Médio, sendo mais focadas no ponto de vista crítico a cerca da sociedade.
    Na matéria de sociologia aprendi muito sobre a i
    Indústria Cultural, tipos de poderes, Karl Marx, Fato Social, entre tantos outros. Em filosofia tive três grandes seminários resumindo o que se aprendeu no ano. No primeiro ano foi sobre religião, no segundo ano sobre filósofos e no terceiro ano sobre temas críticos, como exemplo o aborto. Em história sempre fui muito bem, pois é uma matéria que eu tenho mais facilidade, diferente de Filosofia e Sociologia.
    Os meus professores sempre desempenharam um bom papel, explicando e ensinando da melhor forma possível.

  54. Ezechiele Gemima Andrade Azevedo disse:

    As matérias de filosofia e Sociologia foram introduzidas no primeiro ano do Ensino Médio, sendo mais focadas no ponto de vista crítico a cerca da sociedade.
    Na matéria de sociologia aprendi muito sobre a Indústria Cultural, tipos de poderes, Karl Marx, Fato Social, entre tantos outros. Em filosofia tive três grandes seminários resumindo o que se aprendeu no ano. No primeiro ano foi sobre religião, no segundo ano sobre filósofos e no terceiro ano sobre temas críticos, como exemplo o aborto. Em história sempre fui muito bem, pois é uma matéria que eu tenho mais facilidade, diferente de Filosofia e Sociologia.
    Os meus professores sempre desempenharam um bom papel, explicando e ensinando da melhor forma possível.

  55. Carolina Marzochi dos Santos disse:

    A maior parte do que estudei no meu Ensino Médio em Sociologia,História e Filosofia. Em sociologia tive aula com três professores alguns formados na matéria outros não, com eles foi entendido sobre algumas palavras muito importantes da sociologia como a ética, humanitarismo, patriotismo e muitas outras. Também foi muito visto sobre a diferença entre raças, culturas e gêneros da sociedade, vimos muito sobre o filósofo Nicolau Maquiavel, já no segundo ano vi quem era e quais eram as ideias de Karl Marx no trabalho, a divisão social do trabalho, o que é violência, foi falado a respeito do filósofo Sócrates, Individualismo e Narcisismo. E por fim no ultimo ano do Ensino Médio vi em relação a o que era a Sociologia ,cidadania, características da monarquia, o Estado Absolutista e o Estado Liberal, algumas coisas sobre política no Brasil e no mundo, a Constituição cidadã, e bastante sobre Leis, tanto direitos que tínhamos por causa delas e como deveríamos sempre obedecer as Leis.
    Na História fiquei maior parte dos anos sem professores, aprendi sobre cronologia da história do mundo, Monarquia e bastante sobre Feudalismo, como na Sociologia também vi sobre Nicolau Maquiavel, História do Brasil, Grécia Antiga, Absolutismo e Antigo Regime, Revolução Industrial, e por fim aprendi muito bem sobre a Primeira Guerra Mundial e junto com a Segunda Guerra Mundial.
    Já em Filosofia sempre tive professores, alguns não formados na matéria, as matérias vista foram, primeiramente o que era Filosofia, Filósofos Pré-Socráticos, Karl Marx, René Descartes, Aristóteles, Filosofia Política, o preconceito contra Sócrates, Filosofia e Religião uma coisa que foi muito vista, e as concepções de Liberdade. Minha educação na Filosofia, Sociologia e História sempre foram matérias muito escassas, sempre tive, falta de professores, professores substitutos não formados na matéria, e também grande parte sem professor algum, junto comigo infelizmente milhares de alunos que sempre sofreram pela falta dessas matéria na vida escolar e cotidiana. Sempre estudei em escola Pública e tudo o que sei a mais foi por ter estudado sozinha em casa.

  56. Ana Laura Maranha Marini disse:

    Meu contato com a disciplina de história começou desde cedo, no pré, quando as disciplinas de história e geografia eram dadas juntas. Tive meu primeiro contato com a filosofia também no pré. Na aula eram lidos textos narrativos e depois era discutido a “moral da história”. Como eu era muito nova, não entendia muito a real relevância dessas disciplinas e como elas se aplicavam ao meu cotidiano. Depois disso, devido ao fato de estudar em uma escola católica, as aulas de filosofia foram substituídas por aulas de Ensino Religioso até o 5º ano, quando mudei de escola.
    Só após entrar no segundo ano do ensino médio eu tive meu primeiro contato com a sociologia, porém, desde então, as aulas de filosofia, história e sociologia eram focadas apenas em fornecer bases de argumentação através de fatos históricos, e teorias defendidas por filósofos e sociólogos para a produção de redações sobre diversos temas para o vestibular. Devido ao foco para o vestibular, as matérias foram diminuídas, em sua maioria, apenas à “decorebas” rápidas sobre as teorias de alguns filósofos e em quais obras eram citadas para que eu pudesse usar em meus textos como base argumentativa. Exemplo: tema de redação associado a manipulação de massas= Theodor Adorno e Marx Horkheimer- “Dialética do Esclarecimento” – defende um projeto de libertação do homem da opressão e massificação por meio da formação humanística. Tema ligado a fenômeno social= Jean Paul Sartre- “O existencialismo é um humanismo” – propõe que os indivíduos livres são dotados de consciência e, portanto, responsáveis por suas ações diante do corpo social. Entre muitos outros.
    Em consequência da estratégia adotada em minha escola para o ensino, principalmente, das disciplinas de sociologia e filosofia, não tive a oportunidade de aprender com rigor tudo que essas áreas do conhecimento têm a oferecer e com o que elas estão vinculadas. Não foram estimuladas as habilidades de autocrítica e questionamento, resultando em apenas um conhecimento superficial de teorias, me causando uma falsa sensação de domínio sobre o assunto, que depois do vestibular tornou-se apenas um conhecimento vago e incompleto.

  57. Lanny Ribeiro Dias disse:

    Minha relação com a história durante toda a minha trajetória na escola foi excelente. Tive dois professores durante o ensino fundamental dois e médio cujas dinâmicas de aula se encaixavam perfeitamente com a minha maneira de aprendizagem. Ambos tentavam transformar o conteúdo em algo mais interessante para os alunos, tentando utilizar de exemplos que fizessem parte do cotidiano dos estudantes de alguma maneira (como por exemplo transformando o conteúdo de determinada civilização em letra no ritmo de alguma música viral no momento). Cheguei a conclusão, prestando vestibular dois anos depois de terminar o ensino médio, que realmente absorvi da maioria dos conteúdos trabalhados em sala.
    Já no que diz respeito a sociologia e a filosofia a travessia foi meio contrária. Tive um total de uma aula semanal para cada disciplina (apenas durante o ensino médio) e muita dificuldade em me relacionar com os assuntos abordados. Um mesmo professor ministrava as duas aulas e em todas abordamos um pensador e suas teorias, depois levamos para casa uma folha com o texto do autor e um questionário. Não por conta do professor em si mas para mim todo o conteúdo sempre me pareceu muito teórico e pouco relacionável com a minha realidade da época. Sentia falta de trabalharmos pensadorAs ou de discutir maneiras de relacionar os conteúdos trabalhados com a nossa realidade atual.
    A sociologia só foi me despertar algum interesse na minha primeira faculdade já que o curso de artes se relacionava muito com as disciplinas de ciências sociais, entretanto confesso que sempre tive receio em estudar o lado teórico por achá-lo teórico demais, me concentrava nos debates do movimento estudantil com estudantes do curso ou nos momentos em que as artes se entrelaçaram com a sociologia em aula, já que inseridos nestes contextos eram mais relacionáveis com a minha realidade.

  58. Rebecca Moreno Julião disse:

    Em toda a minha vida tive dificuldade com a matéria História. Me recordo, no ensino fundamental, quando nem mesmo a minha mãe conseguiu me ajudar a estudar, os acontecimentos não entravam na minha cabeça, eu não entendia o objetivo de aprender a história de lugares tão distantes. Estudei em escola particular, tive bons professores e ótimos materiais, mas isso não impediu que eu ficasse para trás. Constantemente pressionada, em recuperação, não conseguia participar de debates, fui humilhada e trago comigo uma angústia. As matérias Filosofia e Sociologia tiveram o mesmo impacto: não me pergunte o que fez Sócrates, quem é John Locke, eu não sei. Em minha defesa, meu professor possuía uma didática questionável.
    Fiz um ano de cursinho e, este, mais o terceiro do ensino médio, foram anos de bastante dedicação para com História. Aprendi vários acontecimentos e nomes importantes, mas só isso. As palavras Renascentismo e Ilusionismo, por exemplo, me são somente familiares.
    Por fim, eu digo com convicção que entendo a importância do conhecimento nas áreas Sociologia, Filosofia e História para a formação de um indivíduo que compõe a sociedade, porém o meu é raso. A aula de Fundamentos Históricos, Filosóficos e Sociológicos da Educação é assustadora para mim, a angústia mencionada provém da vergonha, porém mesmo crendo que não sou mais capaz de ter curiosidade sobre o assunto, tenho esperança de que me sairei bem.

  59. Gervásio Evangelista Brito Filho disse:

    Durante a minha vida acadêmica, os conteúdos relacionados à história foram bem ensinados, enquanto tudo o que era relacionado à filosofia e sociologia era tratado de maneira bem vaga. Estudei toda a vida em escola pública e por mais que tivesse bons professores, os dessas matérias eram sempre substitutos, então nunca encerramos o ano com o mesmo professor das matérias de filosofia e sociologia (com a exceção do 3º ano do ensino médio).
    Ainda que vagamente, consegui absorver alguns conteúdos de cada disciplina. Ainda me lembro de alguns nomes importantes, mas levo tempo relacionando os atos aos seus feitores. Essas disciplinas possuem uma importante função na formação do pensamento crítico de estudantes, além de ajudarem na compreensão de fatos que ocorrem nos dias atuais. Tendo acontecido algo semelhante com a disciplina de história, que ainda que fosse bem aplicada e houvesse um interesse da minha parte sobre o assunto, sua aplicação não era tão forte, o que gerou mau aproveitamento dos conteúdos apresentados.
    Portanto, tenho um certo conhecimento a respeito de tais temáticas, as quais serão novamente abordadas na nossa disciplina, mesmo que de uma maneira diferente. E por não entender muito bem alguns desses conteúdos, no momento não existem dúvidas ou questionamentos com relação à disciplina. Mas ainda que eu não possua muito conhecimento, tentarei contornar as possíveis dificuldades que serão enfrentadas por mim no decorrer do período letivo.

  60. Guilherme Calixto Sanches de Sousa disse:

    Por conta de medidas do atual governo brasileiro, matérias essenciais para a formação humana como história, filosofia e sociologia têm sido deixadas de lado. Eu tive o privilégio de ter tido ótimos professores dessas três matérias no ensino médio e por isso acredito que absorvi bastante coisa de cada uma.
    História foi a matéria mais bem desenvolvida no meu ensino médio, além de mais aulas que essa matéria costuma ter em outras escolas ela era divida em duas frentes, uma para tratar exclusivamente de história do Brasil, que até hoje é um dos temas que mais me interessa e chama minha atenção, e outra apenas para história geral. Isso possibilitou que os temas fossem abordados com mais calma e mais profundamente discutidos. Minha escola incentivava os alunos a participarem de olímpiadas de todas as matérias possíveis, com história não foi diferente. Nos três anos do ensino médio eu participei da ONHB, a olimpíada de história brasileira organizada pela Unicamp. Nela não era apenas responder sobre fatos históricos, em todas as atividades existia a “resposta conceitual” que ia muito além do acontecimento em si e discorria por exemplo em consequências até séculos depois de algo. Eu sempre achei isso uma ótima forma de incentivar o ensino de história e foi uma das coisas que mais me gerou conhecimentos na área. Além da matéria história eu tinha em artes mais aulas sobre história da arte do que sobre técnicas de desenho por exemplo, essas aulas ajudavam a entender o que estava se passando no mundo através do que era produzido nos movimentos artísticos de cada época, o mesmo acontecia em literatura em que os textos estudados de cada escola literária sempre foram reflexos do que acontecia no mundo.
    Filosofia e sociologia eu tinha menos aulas que de história, porém considero que pude absorver muito mesmo assim. A forma de ensino dos professores de ambas matérias era parecida, com a abordagem linear de pensadores, no entanto alguns específicos tinham sempre mais enfoque fosse por ser mais “importante” ou por mera preferência do professor. Em sociologia os mais abordados foram Durkheim, Weber e Marx por serem os principais pensadores clássicos da sociologia e os pensadores brasileiros do século XX, como Sérgio Buarque de Holanda, Caio Prado Júnior e Florestan Fernandes, grandes eventos foram profundamente discutidos em sociologia como revolução industrial e outros acontecimentos. Já filosofia sempre focou no estudo linear dos filósofos, desde o surgimento da filosofia com os pré-socráticos até os filósofos contemporâneos, tendo grande foco em pensadores importantes como Sócrates, Platão e Aristóteles, Kant, Hegel e Nietzsche, por conta da formação teológica do meu professor ele deu grande enfoque nas correntes escolástica e patrística.

  61. Pedro Ferreira disse:

    Na minha formação no ensino médio tive apenas um único professor de sociologia que por muitas vezes não conseguia comparecer nas aulas por motivos médicos, dessa forma tivemos pouca matéria nos três anos. Nesses anos aprendi sobre as formas de pensamento de Durkheim, Weber, Comte e Marx, sociólogos que me fizeram compreender de maneira divergente o mundo no qual vivemos, tendo um apreço maior por Marx e sua linha de raciocínio.
    Em filosofia tive a oportunidade de ler diversos textos sobre Tales de Mileto, Aristóteles, Platão, Descartes, Nietzsche, ao fim de cada leitura nosso professor nos pedia para fazer dissertações sobre o conteúdo dado, sabendo que no fim de cada uma nos reunimos em grupos e discutíamos sobre o filósofo e sua linha de pensamento.
    Em história tive um ótimo professor que sempre tentava nos mostrar formas diferentes de compreender nosso passado, durante o ensino médio, tivemos conteúdo desde a pré-história até a segunda guerra mundial, passando assim por quase todas as eras. Nessas aulas não seguimos tanto o conteúdo da apostila, pelo fato de ter um conteúdo mais supercial, usávamos fichas de leituras que continham no verso questões diversas sobre o assunto, sendo uma ótima forma de estudo.
    Durante os anos que passei estudando no ensino médio desfrutei de diversos saberes proporcionados pelos meus educadores, e pude perceber uma correlação entre essas matérias como elas se entrelaçam umas com as outras, mostrando o quão fundamental é o entendimento de uma para ajudar na complementação de informação da outra.

  62. Isadora Rodrigues da Costa disse:

    A disciplina de História se iniciou, para mim, no Ensino Fundamental II. Na época, minha professora apresentou a história e como ela surgiu, a partir daí conteúdos como pré-história, antiguidade clássica(Grécia e Roma), idade média(alta e baixa) e idade moderna foram ministrados através de, basicamente, aulas expositivas bastante interativas e leitura de textos.
    Ainda no Ensino Fundamental II, a história do Brasil também foi dada por tais recursos, entretanto com maior profundidade, desde o período pré-colonial até a ditadura militar.
    Já durante o Ensino Médio, apesar da expectativa de que todos os conteúdos fossem revistos e aprofundados, apenas eram passadas atividades e textos com pouca linearidade de conteúdos e raras aulas expositivas. Por fim, apenas no cursinho pré-vestibular as aulas de História eram divididas entre: História Geral e História do Brasil e, mesmo as aulas sendo somente expositivas, os conteúdos foram bem explorados além de superar a expectativa de objetivo da aulas serem somente para “decorar macetes”.
    A Sociologia foi apresentada a mim durante o Ensino Médio, com aulas voltadas a política e antropologia. No início, o conteúdo de instituições sociais foi introduzido, logo o estudo de pensadores como Weber, Durkheim e Marx desdobrado em outros conteúdos: cultura, ética e moral, classe social, cidadania e, principalmente, trabalho. O último ano do Ensino Médio foi composto pela revisão e o estudo de movimentos sociais integrado à história.
    Em filosofia, meu professor do Ensino Médio infelizmente não soube organizar os conteúdos, por isso somente tive aulas sobre Tomás de Aquino, Sócrates e Platão, baseadas em leituras de textos e seminários feitos pelos alunos. Mesmo com o cursinho pré-vestibular, meu conhecimento não avançou muito, visto que as aulas eram divididas com as de Sociologia.

  63. Camili Alves Quatroqui disse:

    Durante minha formação no ensino médio fui privilegiada com um excelente contato com as disciplinas de Ciências Humanas, contato esse que me foi proporcionado por profissionais extremamente qualificados.
    Com os professores de História obtive acesso à grande maioria dos conteúdos. Adquiri conhecimento desde a Pré História até a história política pós-moderna, abrangendo todos os tópicos com muito enfoque. Tive a oportunidade de conhecer sobre Movimentos Populacionais, Revolução Francesa, Mexicana e também a Russa. Tive acesso também à Grande Depressão, regimes fascistas e a história política brasileira.
    Na parte de Filosofia também ocorreu o mesmo. Sempre fui privilegiada com professores muito capacitados e com vontade e acessibilidade de nos mostrar com muito cuidado todas as partes importantes da Filosofia, como pensamento pré-socrático, clássico e helenístico e cristão. Vimos Sócrates, Platão, Aristóteles, Filosofia Medieval, Bacon, Descartes, Locke, Rousseau, Hume, Hobbes, Montesquieu, Freud e também Kant.
    Com Sociologia eu tive a melhor experiência de todas. De fato uma disciplina que sempre vou olhar com muito carinho e importância por conta do excelente professor que tive a chance de conhecer. Desde o primeiro contato fiquei extremamente tocada. Aprendemos sobre cultura e instinto nas primeiras aulas e no decorrer da duração aprendemos sobre Weber, Marx e Engels, sobre política, poder e Estado, Maquiavel, força e consenso do poder, Montesquieu e a divisão dos poderes, Estado do Bem-Estar Social, democracia e cidadania, movimentos sociais, entre outros.
    Todos os professores que tive o privilégio de conhecer durante três anos com certeza fizeram-me cultivar um amor pelas Ciências Humanas.

  64. Dienifer Cristina de Souza Simionato disse:

    Assim como a maioria de nós, o meu contato com a matéria de história foi bem cedo, porém só comecei a prestar atenção nas aulas no ensino médio, foi quando também conheci a filosofia e a sociologia. Essas três matérias me proporcionaram ter uma visão de mundo diferente, me fizeram ver que o mundo, a sociedade, como tudo começou e como o mundo funciona, sempre volta nesses três: história, filosofia e sociologia. Assistindo a essas aulas, eu me impressionei com como elas se relacionam e complementam uma a outra, são conteúdos que combinados nos ajudam a entender o que fazemos, como fazemos, porque fazemos e para que fazemos; conteúdos que podem fazer nós compreendermos o mundo e a realidade do outro, fazem a gente pensar além do que aquilo que conhecemos até então.
    Em filosofia me lembro mais do conteúdo do primeiro ano, nos dois últimos anos a minha professora mudou, o que não foi muito legal, a turma toda teve uma recaída. Me lembro de ver a respeito de Sócrates, sobre Platão, Aristóteles, sobre o amor platônico, o mito da caverna e as várias metáforas relacionadas as nossas vidas em sociedade utilizando desses assuntos para apresentá-las. Quando se fala em Tomás de Aquino e santo Agostinho me vem à cabeça, idade média, fé e razão. Me lembro de ter visto alguns filósofos como Immanuel Kant, René Descartes, Nicolau Maquiavel, mas como eu disse, minha professora não contribuiu muito, então só me lembro de ter passado por eles mesmo.
    História é uma das matérias que me deu trabalho, pois é muito conteúdo, e eu sempre tive muita dificuldade em lembrar, tive uma excelente professora, no entanto se eu fosse citar, não conseguiria citar metade de tudo o que me foi ensinado. Lembro de ter visto as primeiras civilizações, a formação dos Estados Modernos, Grécia, Roma, África; me lembro de ter aprendido coisas diferentes a respeito de religiões que eu não conhecia muito bem. Lembro também de ter estudado os períodos da história: Idade Média, Idade Moderna e Idade Contemporânea. Renascimento, Protestantismo, as Guerras Mundiais, a Guerra Fria. Lembro de ter visto sobre a Revolução Francesa, as duas Revoluções Industriais, a Revolução Inglesa. E também sobre o Brasil, sua “descoberta”, colonização, independência, sua administração, economia, os diferentes governos que houveram aqui. Mas se fora para eu explicar cada um desses tópicos eu definitivamente não conseguiria, há muita coisa para detalhar.
    Com a sociologia pude perceber que a sociedade nem sempre é/foi como nós pensamos, na verdade, é uma realidade bem diferente; é o que se pode ver estudando sobre as desigualdades, sobre a violência, o crime. Aprendi sobre a sociedade acelerada e o seu sonho de consumo, o capitalismo e a necessidade de consumir, sobre os tempos modernos. Sociólogos como, Max Weber, Walter Benjamin, Karl Marx, Georg Simmel, Émile Durkheim e outros também, fizeram parte de todo esse conteúdo citado a respeito da sociedade. É claro que seus estudos vão além disso, mas do que eu me recordo, isso é o básico.

  65. Júlia Helena Santana de Carvalho disse:

    Apesar de ter escolhido minha graduação na área das ciências biológicas, meu apreço pelas ciências humanas sempre foi enorme, o que fez com que eu ficasse em dúvida entre a biologia e as ciências sociais. Durante a minha experiência escolar, dando ênfase aos três anos do ensino médio, história, sociologia e filosofia eram as minhas matérias preferidas. Entretanto, por ter estudado em escola pública, precisei lidar na maior parte do tempo com problemas relacionados a falta de professores capacitados para gerir cada assunto. Muitos foram os períodos em que não tivemos determinadas aulas, principalmente de sociologia e filosofia. As aulas geralmente eram dadas por professores substitutos que não tinham formação adequada. No segundo ano consegui vaga em uma outra escola, que ainda sendo estadual, era um pouco melhor do que a anterior.
    Nessa segunda escola tive um maior aproveitamento em história e vi os conteúdos dos quais eu mais me lembro atualmente: Revolução Industrial, Iluminismo, Segunda Guerra Mundial, Brasil Colonial, Independência do Brasil e outras fases da política e economia brasileira. Durante as aulas de sociologia fui apresentada a novos termos e levada a discutir a respeito da democracia, do papel da política no país, de movimentos sociais, da cultura, das classes sociais, das atualidades entre outros. Conheci também por meio da filosofia alguns pensadores como Augusto Comte, Immanuel Kant, Santo Agostinho, Rousseau, Adam Smith e Karl Marx.
    Foi no cursinho pré-vestibular que pude ter acesso a todos aqueles conteúdos que ainda me faltavam. Apesar do tempo ser escasso e da necessidade de abranger a maior quantidade possível de temas, consegui aprender o suficiente para aquele momento. No entanto, por não ter visto determinados assuntos antes e pela pressa sistemática do vestibular, considero que meu conhecimento nessas áreas muitas vezes seja superficial. Gostaria de ter a chance de aprender mais a fundo com o auxílio de professores, a respeito principalmente da política e história brasileira e de autores que ainda possuem grande influência nos movimentos e linhas de pensamento atuais (por exemplo: Karl Marx, Paulo Freire, Gramsci, Marcuse, John Locke, Hannah Arendt, Jean Piaget e Anísio Teixeira).

  66. Sabrina Nicolau Feitosa disse:

    Considero as materias de história, sociologia e filosofia,essênciais em nosso curriculo escolar. Eu tive o privilégio de ter o mesmo professor, na matéria de sociologia e história, a didática que ele tinha era encantadora ,foi oque me fez amar essas duas matérias,o unico problema é que ele faltava muito,entao ficou meio pendente muitos assuntos .Ja na matéria de filosófia não tive muita sorte,pois não me identifiquei com a didática da professora e acredito que isso influência muito no aprendizado de um aluno,consequentemente eu sei o básico de filosofia.
    Respectivamente em historia e sociologia. Estudei a história do brasil que engloba ;o Brasil colônial,impériail e republica. Ja na historia do mundo,aprendi sobre feudalismo,renascentismo,Reforma prostestante,Contrareforma Revolução industrial,Revolução Russa,Revolução mexicana , Revolução francesa(que foi a revolução que levou o absolutimsmo ao fim) , primeira e por fim a segunda guerra mundial.
    Ja em sociologia ,eu vi sobre socialismo,capitalismo,guerra fria (que foi a disputa entre econômica entre EUAxURSS), Conflito entre Israel X Palestina (por motivos territóriais e religiosos),relativismo cultural, estereótipos, e estado absolutista. Em filosofia aprendi que ;a palavra filosofia ,siginifica amor pela sabedoria ,é uma palavra gregra. Surgiu do espanto ,com indagações amplas ,que se perguntava por exemplo ,”qual o principio de todas as coisas”.Aprendi sobre os filósofos :Sócrates,Platão e Aristóteles .Platão foi o autor de,o mito da caverna ,que nos passa uma visão:sair do senso comum. Eu tambem tive a oportunidade dr rever ética e moral ,que contribuiram ainda mais em meu aprendizado.

  67. Marcos Antonio disse:

    Durante o ensino médio, que cursei em uma escola particular, tive dois professores de história sendo um deles responsável por história geral e outro por história do Brasil. Meus interesses maiores nessa disciplina são relacionados a curiosidades (assunto que não era muito pertinente a um pré-vestibulando), o estudo de nações e figuras políticas importantes, assim como, suas contribuições para a política atual e a relação da história com a arte. Um detalhe interessante é que durante um período das aulas, a professora de artes teve complicações e deixou de fazer parte do grupo docente da escola, sendo o professor de história geral designado para a substituir até que a instituição encontrasse um novo professor, isso fez com que tivéssemos outra perspectiva da matéria e foi uma experiência bastante positiva.
    Sobre as matérias de sociologia e filosofia, tive as duas com o mesmo professor e com somente uma aula na semana para ser dividida pelas duas matérias. Isso fez com que fosse mais difícil definir quais tópicos eram de determinada área, porém o professor pontuava no início de cada aula o tema e a qual das duas ele deveria ser associado. Recebi conhecimentos sobre David Hume, Thomas Hobbes, John Locke, Jean-Jacques Rousseau, Michel Foucault, Émile Durkheim, Auguste Comte, Karl Marx, Sócrates, Platão, Aristóteles e de outros representantes, além disso, fui instruído sobre temas como Estética, Mundo Sensível x Mundo das ideias, Escola de Mileto (e seus representantes), Liberalismo, Contratualismo, Existencialismo entre outros. Destes conhecimentos que me foram explicados, não lembro de todos prontamente, mas só precisaria de uma pequena revisão para lembrar de maneira suficiente grande parte deles. Não possuo um recorte que me agrade mais dentro da sociologia ou da filosofia, acredito que todos eles são interessantes e importantes na formação de um pensamento crítico e para possibilitar uma melhor compreensão da sociedade (incluindo as relações sociais) ou, até mesmo, da nossa própria maneira de pensar e agir.

  68. Rebeca Silva Guimarães disse:

    Levando em consideração o ensino fundamental, no qual a matéria de história é aplicada, posso dizer que foi um período de reconhecimento prévio de grandes fatos da humanidade, mas, pela dedicação da professora em manter um comportamento adequado, quase não havia diálogo, ou seja, nós copiávamos textos, respondíamos questões e treinávamos para as provas, sem, na maioria dos casos, entender de fato o assunto em questão, por outro lado, ela passava atividades menos complexas que valiam notas, como fazer histórias em quadrinhos, então eu não reclamava.
    Já no ensino médio, com a mudança de professores, passei a ter o mesmo docente nas disciplinas de história e sociologia, por muitas vezes confundia as duas, principalmente quando os temas trabalhados em ambas eram parecidos, basicamente fazíamos dissertações todos os dias, o que conciliava como um bom treinamento, já que as provas também eram redações, ademais, realizávamos atividades dos livros didáticos e tentávamos promover alguns debates sobre questões sociais e sobre a influência dos eventos históricos na atualidade, mas, nunca dava certo, apenas o professor falava.
    Por fim, filosofia foi uma matéria bem proveitosa de estudar, auxiliando-me a interpretar fatos que desconhecia, mas julgava previamente, nisso, lecionaram-me três diferentes professores, possibilitando um vislumbre mais amplo de diversas questões, quanto a metodologia, seguíamos a apostila do aluno e trabalhávamos bastante com análises textuais.

  69. Victória Orniz disse:

    Devido à despreocupação com a sociologia em nossa país, foi observada a necessidade de fazer um relatório apurando os nossos conhecimentos sobre as ciências sociais juntamente com o estudo da história e da filosofia, áreas de extrema importância para a formação do indivíduo. É necessário o entendimento do grau de estudo sobre algo para o seu devido complemento.
    Tive uma aula por semana de sociologia durante meu ensino médio, quantidade pequena comparada com a quantidade total de aulas na grade. Me recordo muito bem sobre discussões sobre senso comum e senso crítico, acredito que por se tratar de um assunto muito comentado e de fácil entendimento. Me recordo também sobre assuntos de relação ao racismo e ao “jeitinho brasileiro” dando introdução às medidas afirmativas. Vivenciei também o estudo sobre Patrística e Escolástica; Racionalismo, empirismo, ceticismo e também sobre os pensadores clássicos da sociologia.
    Assuntos relacionados com a história e filosofia também foram muito presentes em minha formação. Estudei a História do Brasil e diversos outros assuntos, entre os quais posso destacar ética e moral, as guerras mundiais, direcionamentos sobre o pensar filosófico e muitas vezes até mesmo sobre projeto de vida. Grandes professores foram extremamente importantes em minha jornada de conhecimento, assim como muitos ainda contribuirão em meu ensino superior.

  70. Guilherme Milhomem Domene disse:

    Minha Experiência com Sociologia,Filosofia e História.
    No Ensino Médio apesar de ter um excelente professor de filosofia e sociologia , meu professor ficava amarrado por um cronograma focado no vestibular no qual ele tinha apenas uma aula por semana. Ainda durante o ensino médio eu me interessei por fora da escola no estudo de filosofia , comecei a ler livros de filósofos que eu não tinha tido contato em sala de aula por exemplo Schopenhauer e Nietzsche.
    Livros como “O Mundo como Vontade E Representação” mudaram o modo como eu encaro a vida e formaram a minha personalidade . No campo da sociologia tive contato principalmente com Karl Marx , Durkheim e Weber , mas nada muito aprofundado em sala de aula . Também tive contato com os grandes sociólogos brasileiros como Sérgio Buarque de Holanda , Caio Prado Jr e Gilberto Freyre , novamente não aprofundados em sala de aula porém li “Casa Grande E Senzala” já depois de ter me formado do ensino médio.
    O professor de história que eu tive o privilégio de ter no ensino médio , é não só um dos melhores professores que tive em minha vida , como uma das melhores pessoas que conheci. Apesar de também ser amarrado pelo cronograma escolar meu professor conseguia extrair muito de todos os temas apresentados no ensino médio e cultivou em mim um interesse profundo principalmente em história brasileira , ele me indicava leituras complementares dos conteúdos apresentados em sala de aula e sempre foram livros que não só eram educativos como divertidos por exemplo: “Brasil : Uma História” de Eduardo Bueno e “História Da Gente Brasileira” de Mary Del Priore.
    Minhas expectativas agora no ensino superior no ensino dessas matérias não só se limita ao conhecimento teórico no qual espero conhecer mais profundamente autores como Gramsci como também como aprender usá-las como um profissional em sala de aula, para dessa maneira ter um impacto similar na vida dos meus futuros alunos como meus professores tiveram na minha.
    Em conclusão gostaria de ter mais contato com as três disciplinas ainda no ensino médio já que são matérias extremamente relevantes para a formação de cidadãos com senso crítico e pensamento próprio . É uma pena o ataque que as três vem sofrendo nos últimos anos com a ascensão da polarização de opinião e do pensamento de manada, onde todo um grupo tem que pensar a mesma coisa , já que sociologia,filosofia e história são antídotos contra esses movimentos.

  71. Ohk Sun dos Santos Durães Mazucato disse:

    Meu contato com as disciplinas de História, Sociologia e Filosofia foram variados ao longo do tempo. Me formei no ensino médio há dez anos e consequentemente pouco me recordo do que aprendi na escola. História foi a matéria que tive mais contato. No ensino fundamental o foco dos ensinamentos eram puramente decorar os fatos. Já no ensino médio tive uma professora de história muito boa. Além de ensinar os fatos ela também se preocupava com o nosso entendimento sobre todo o contexto social de cada época e em como tudo o que aconteceu resultou no que temos hoje.
    Apenas no segundo ano do ensino médio a matéria de filosofia esteve presente na grade curricular. Durante o ano seguimos um único livro que continha textos e questões para respondermos. Consequentemente as aulas não foram proveitosas e ninguém tinha interesse. Não tive a matéria de sociologia no ensino médio, essa disciplina não estava presente em nossa grade curricular. O contato mais próximo que tive com sociologia em específico foi na minha primeira graduação (que curiosamente era na área de exatas), com a disciplina chamada Homem e Sociedade a qual era uma mistura de sociologia e filosofia.
    Infelizmente não desenvolvi o interesse em história, sociologia e filosofia a ponto de estudar por conta própria. Meus conhecimentos sobre essas disciplinas são bem básicos. Portanto espero, com a disciplina de fundamentos históricos, sociológicos e filosóficos da educação, obter ferramentas para engajar meus estudos nessas áreas que são fundamentais para o caminho que escolhi seguir atualmente.

  72. Mariana Carvalho disse:

    História, sociologia e filosofia foram matérias presentes durante todo o meu ensino médio, sendo a primeira ministrada por um professor e as outras duas por uma única professora. O ensinamento de história consistia em ler trechos do livro didático e discuti-los com o professor, que era bem lúcido ao explicar, e a grade era constituída, por um lado, da história do Brasil, desde a chegada dos portugueses à Ditadura Militar, e por outro, da história geral (majoritariamente ocidental), abordando, por exemplo, as civilizações antigas, Idade Média, feudalismo, absolutismo e mercantilismo, Grandes Navegações, Renascimento Cultural, reformas cristãs, Iluminismo, revoluções industriais, Revolução Gloriosa e Francesa, Guerras Mundiais, Revolução Russa, Guerra Fria, as 13 colônias, independência estadunidense e Guerra de Secessão.
    Em contrapartida, sociologia e filosofa eram lecionadas de maneira mais dinâmica, com realização de seminários e explicação por parte dos alunos acerca de temas diversos. Como por exemplo, no último bimestre de sociologia tive que discutir sobre cultura, sendo os subtemas, sua relação com ideologia, cultura raiz, relativismo e apropriação cultural, sua diversidade na sociedade brasileira e aspectos culturais africanos. Outros temas estudados ao longo dos três anos foram desigualdade social e racial, questão de gênero, globalização segundo Milton Santos, miscigenação brasileira a partir de Gilberto Freyre e Darcy Ribeiro, povos sem território, moral e ética, direitos humanos, reforma agrária, indústria alimentícia e cultural. A mesma didática foi aplicada à filosofia e no último bimestre tive que explicar os conceitos de Apolíneo, Dionisíaco, Niilismo, moral de rebanho e falar de dois aforismos de Nietzsche, assim como pesquisar sobre o livro “O mundo como vontade e representação” de Schopenhauer e definir seus conceitos de vontade de potência e insight intuitivo. Outros pensadores que me recordo bem são Foucault, Marx, Rousseau, Maquiavel e Freud, mas também tive aulas sobre Sócrates, Platão, Weber, Durkheim, Engels, Kant, Montesquieu, Hobbes e Locke durante o ensino médio.
    Em filosofia encontra-se minhas maiores expectativas em relação à aula de Fundamentos Históricos, Sociológicos, e Filosóficos da Educação, já que tenho dificuldade em lembrar nomes e conceitos. Portanto espero me aprimorar nessa área, assim como expandir meu pensamento crítico e entender o papel ético e moral das escolas (e universidades) e como história, sociologia e filosofia podem auxiliar e melhorar a educação.

  73. Gabrielle Ferreira Neves disse:

    A disciplina que era de se esperar que eu tivesse mais contato (dentre as três) durante o Ensino Médio era a de História, devido ao fato de possuir uma carga horária maior disponível. Porém, não foi o que ocorreu. Tive a mesma professora ministrando essa matéria durante os três anos, e, apesar de possuir uma excelente didática e sugerir diversas atividades que despertassem nosso interesse, assiduidade não era um de seus pontos fortes. Além disso, por muitas vezes ela apenas retomava o que já havia sido passado, o que dificultava ainda mais o avanço do conteúdo. Ainda sobre a disciplina de História, acabamos focando muito no que ocorreu na Europa e quase não vimos nada relacionado à História do Brasil.
    No meu primeiro ano, tive um professor responsável por Sociologia e Filosofia. Este propunha seminários, debates e leituras de textos para reflexão. A partir do segundo ano, continuei com o mesmo professor para Filosofia e tive um novo para Sociologia. O novo professor tinha métodos diferentes para apresentar o conteúdo, e quase sempre elaborava questões a fim de ajudar a absorver o que nos foi passado e também auxiliassem na hora de estudar para as provas. De modo geral, nesses três anos tratamos de assuntos como religião, política, ética, moral e, pelo que me recordo, pensadores como Platão, Aristóteles, Durkheim, Rousseau, Hobbes, Weber, Locke, Descartes e Maquiavel.
    Espero que no decorrer dessa disciplina eu possa me aprofundar mais no conteúdo dessas três frentes, de modo que agregue de forma positiva minha formação e a de meus futuros alunos.

  74. Mariana Carvalho disse:

    História, sociologia e filosofia foram matérias presentes durante todo o meu ensino médio, sendo a primeira ministrada por um professor e as outras duas por uma única professora. Suas didáticas divergiam em vários aspectos, embora ambas fossem eficientes para mim. O ensinamento de história consistia em ler trechos do livro e discuti-los com o professor, que era bem lúcido ao explicar, e a grade era constituída, por um lado, da história do Brasil, desde a chegada dos portugueses à Ditadura Militar, e por outro, da história geral (majoritariamente ocidental), abordando, por exemplo, as civilizações antigas, com enfoque no Egito, Grécia e Roma, Idade Média, feudalismo, absolutismo e mercantilismo, Grandes Navegações, Renascimento Cultural, reformas cristãs, Iluminismo, revoluções industriais, Revolução Gloriosa e Francesa, Guerras Mundiais, Revolução Russa, Guerra Fria, as 13 colônias, independência estadunidense e Guerra de Secessão.
    Em contrapartida, sociologia e filosofa eram lecionadas de maneira mais dinâmica, com realização de seminários e explicação por parte dos alunos acerca de temas diversos. Como por exemplo, no último bimestre de sociologia tive que discutir sobre cultura, sendo os subtemas, sua relação com ideologia, cultura raiz, relativismo e apropriação cultural, sua diversidade na sociedade brasileira e aspectos culturais africanos. Outros temas estudados ao longo dos três anos foram desigualdade social e racial, questão de gênero, globalização segundo Milton Santos, miscigenação brasileira a partir de Gilberto Freyre e Darcy Ribeiro, povos sem território, moral e ética, direitos humanos, reforma agrária, indústria alimentícia e cultural. A mesma didática foi aplicada à filosofia e no último bimestre tive que explicar os conceitos de Apolíneo, Dionisíaco, Niilismo, moral de rebanho e falar de dois aforismos de Nietzsche, assim como pesquisar sobre o livro “O mundo como vontade e representação” de Schopenhauer e definir seus conceitos de vontade de potência e insight intuitivo. Outros pensadores que me recordo bem são Foucault, Marx, Rousseau, Maquiavel e Freud, mas também tive aulas sobre Sócrates, Platão, Weber, Durkheim, Engels, Kant, Montesquieu, Hobbes e Locke durante o ensino médio.
    Em filosofia encontra-se minhas maiores expectativas em relação à aula de Fundamentos Históricos, Sociológicos, e Filosóficos da Educação, já que tenho dificuldade em lembrar nomes e conceitos. Portanto espero me aprimorar nessa área, assim como expandir meu pensamento crítico e entender o papel ético e moral das escolas (e universidades) e como história, sociologia e filosofia podem auxiliar e melhorar a educação.

  75. Beatriz Gois Azenha disse:

    Ao longo do meu Ensino Médio, o estudo de Filosofia e Sociologia não era tão priorizado quanto o de História. Essa última disciplina ocupava um grande espaço na grade curricular e contava com uma professora extremamente didática que despertava o interesse dos alunos durante toda a aula, fato que facilitava o aprendizado. A professora “encarnava” as principais figuras históricas e realizava atividades práticas e divertidas, com o intuito de fazer com que os alunos criassem apreço pelo conhecimento histórico.
    Por outro lado, as poucas aulas de Filosofia e Sociologia limitavam-se apenas a um amontoado de conceitos mal explicados, com o único objetivo de que os alunos os decorassem para futuras provas. Em oposição a gerar debates e questionamentos, os professores se restringiam ao conteúdo da apostila e a algumas redações vez ou outra. Lembro-me somente de um dia em que houve uma conversa com a sala sobre a essência de Platão na aula de Filosofia, mas foi bem rápido e não muito esclarecedor.
    Por razões pessoais, mudei de escola diversas vezes no primeiro ano e perdi muito do ensino de Sociologia, uma vez que as grades eram completamente diferentes. Já em relação à Filosofia, mesmo tendo muito interesse, não fixei muito do que me foi ensinado, principalmente pela falta de didática. A maior parte do que sei sobre Sociologia, Filosofia e até História, aprendi no cursinho. Ainda que as aulas fossem voltadas para os vestibulares, os professorem eram excelentes e muito didáticos, despertando meu interesse nos respectivos assuntos para além das provas.

  76. Leonardo Ribeiro Ferreira disse:

    Ao decorrer de minha formação escolar, as disciplinas de História e Filosofia sempre se fizeram presentes, sendo a última mais abrangida no ensino médio, aliada à introdução da Sociologia. No que tange ao contexto filosófico, entretanto, o ensino fundamental deixou grandes lacunas. Os métodos utilizados pelo professor não eram de grande eficiência, além de se notar uma certa prolixidade que circundava apenas um assunto: a oposição entre “ética” e “moral”. Tal fato levou-me ao inicial descontentamento com a matéria, tendo só compreendido o real significado dela com a mudança para o colegial, juntamente ao novo professor (também responsável por Sociologia). Ainda no mesmo contexto, tal professor acompanhou-me nos dois anos de cursinho. Em se tratando de História, nunca apresentei relação muito amistosa, guardando-se, indispensavelmente, o respeito pela disciplina. Talvez, a parte relacionada aos conflitos bélicos me fosse a mais aprazível.
    Inserida no contexto do ensino médio, a Filosofia tornou-se prazerosa. Não me faltariam elogios ao professor, cujas aulas eram bem ministradas e causavam interesse coletivo. Ademais, as provas eram bem elaboradas, sendo compostas por um breve enunciado e algum conceito inserido; a partir desse ponto, cabia ao aluno o conhecimento crítico e reflexivo para dissertar, em algumas linhas, acerca do proposto. A partir de então, interessei-me bastante e, até mesmo, passei a procurar conhecimentos mais aprofundados, especialmente no que diz respeito à corrente pessimista (Schopenhauer) e – também no âmbito da Sociologia – ao existencialismo (Sartre).
    Em relação à História e à Sociologia, não conseguiria discorrer muito. Esta, causou-me interesse, mas não ao ponto de um aprofundamento por escolha pessoal; aquela, sempre me desceu “áspera”, resguardada a importância desse conhecimento. Em linhas gerais, a tríplice faz parte do meu acervo intelectual há um tempo considerável, embora essa área já esteja meio turva na memória. Andar em paralelo (e confluir) com tais matérias é de vital importância para a construção de um senso crítico bem estruturado, assim como o aperfeiçoamento das relações sociais, seja em meio acadêmico ou qualquer situação coletiva.

  77. Marlon Vinícius dos Santos dos Anjos disse:

    Durante o meu ensino médio (2010, 2011 e 2012) tive a oportunidade de estudar na disciplina de História os seguintes tópicos em História Geral: Antigo Egito, Grécia Antiga, Império Romano, Idade Média e Renascimento, Revolução Francesa, Nazismo, Primeira Guerra, Segunda Guerra, Guerra Fria, Conflitos Religiosos na Europa e Crise de 1929; relacionados à História do Brasil estudei os seguintes tópicos: Formação da Península Ibérica, Mercantilismo, Expansões marítimas, período Pré-colonial, período Colonial, período Imperial, período Republicano, Golpe Militar. Tive o privilégio de ter excelentes professoras de História que me permitiram absorver bem todos os temas apresentados durante meu 1º, 2º e 3º ano do Ensino Médio, além de sempre contrastar os acontecimentos do passado com os da contemporaneidade.
    Recordo que tive contato com a disciplina de Sociologia no 2º e 3º ano do Ensino Médio (2011 e 2012 respectivamente), nesses dois períodos estudei autores(as) como Karl Marx, Emile Durkheim, Simone de Beauvoir e Hannah Arendt, dentro desses(as) autores(as) estudávamos e discutimos questões como organização da sociedade, organização do trabalho, exploração operária, questões sobre a mulher na sociedade (mulheres e mercado de trabalho, maternidade, liberdade sexual, etc.). Além disso, lembro que a professora de Sociologia nos apresentou como funciona a organização política no Brasil (de que forma surge um partido, como funciona o sistema de coligações políticas, etc.), discutíamos também sobre diversos temas polémicos, foram aulas realmente enriquecedoras.
    Na disciplina de Filosofia conheci diversos filósofos como Sócrates, Aristóteles, Tales de Mileto, Parmênides, Tomas de Aquino, Santo Agostinho, Nicolau Maquiavel, René Descartes, Immanuel Kant, dentre outros. Em relação à esses autores estudamos as questões sobre Ética e Justiça, Empirismo, Racionalismo e Existencialismo. Os professores dessa disciplina eram muito reflexivos, nos levavam a chegar à questões extremamente profundas acerca de nossa existência, consciência e nosso lugar no mundo, eram questões que tanto eu como os(as) demais alunos(as) levávamos para o ambiente externo à escola, inclusive realizávamos rodas de conversas sobre os temas, pois nos instigavam muito.

  78. Bruna dos Santos Masiero disse:

    Meus estudos em sua maioria foram realizados em escolas públicas, e dentro deles, meus esforços relacionados à história começaram no ensino fundamental, onde pude entrar em contato com temas como o “descobrimento” do nosso país; a história da África e da Grécia, apresentados de maneira um tanto superficial, para a melhor compreensão dos alunos. Após esse período, ao ingressar no ensino médio, fui incluída numa nova metodologia de ensino que afirmava ser mais detalhada e profunda(e temporariamente foi, como por exemplo, o dia em que nos foi ensinado sobre a criação da glasnot para o encerramento da Guerra Fria), além de possuir um foco nos pontos mais recorrentes em vestibulares, o que nos ajudaria na preparação para estes eventos.
    Porém, meu professor, que foi o mesmo nestes 3 anos, percebeu que no último ano essa organização não seria totalmente eficiente, pois o plano de governo excluía metade dos tópicos mais importantes para as portas de entrada em faculdades. Então ele propôs aos alunos, uma tentativa de ensinar não somente os assuntos obrigatórios por lei, como também os optados por ele. Tudo isso acaba por mostrar a negligência do governo para com o aprendizado de seus cidadãos, que se intensifica no setor de humanidades, item essencial à formação de mentes conscientes sobre os motivos e reações de seus atos.
    Em seguida, fiz minha matrícula em um curso pré-vestibular, onde conheci um professor de história que sempre estava disposto a cativar seus alunos, em mantê-los interessados (assim como meu docente anterior), seja gritando, brincando, ou subindo em uma mesa. Então, cada um à seu modo, dava aulas incríveis.
    Mas, divergindo da ciência já citada, minhas aulas de filosofia/sociologia tiveram início somente no ensino médio, onde tive 3 professores. O primeiro costumava explicar o assunto de modo dinâmico, para em seguida requisitar trabalhos e pesquisas para fazermos em casa. Já a segunda docente, apenas debatia cada item com os estudantes. E então, o terceiro a me ensinar, foi um senhor que, apesar de adquirir um currículo impecável, não possuía muita dinâmica em sala, o que fez com que os discentes não o respeitassem de maneira satisfatória. Por fim, no curso preparatório para o vestibular, obtive mais uma professora que explicava suas propostas apenas com slides, mas de modo eficiente.

  79. Yullia Kaory disse:

    O meu Ensino Médio foi feito completamente em escola particular, privilegiado em muitos aspectos. Como é o caso das três matérias (história, filosófia e sociologia), que foram ministradas por excelentes professores, que promoviam muitos debates e seminários.
    Em História, o conteúdo se iniciou do Ensino Fundamental e se estendeu até o Médio, dada durante todo esse período pelo mesmo docente. Aprendemos sobre a Antiguidade (Grécia, Roma, povos helênicos…), Idade Média (feudalismo, o início do cristianismo e as cruzadas), e a Idade Moderna, que inclui o Imperialismo, as Grandes Guerras, as revoltas e revoluções (Inglesa, Francesa, Russa, Cubana…). Foi abarcado também, a história da América latina e brasileira, iniciando no pré-colonialismo, passando pelo colonialismo, imperialismo, e chegando na República Velha (espada, oligárquica), República Nova, e o período da ditadura (varquista e militar)- esse assunto foi visto com grande importância na matéria de artes.
    A disciplina de filosofia foi ministrada pelo mesmo professor que dava história, sendo assim, havia uma interdisciplinalidade, que possibilitava entendermos os efeitos do pensamento da época sobre os acontecimentos históricos, e vice e versa. Em filosofia tivemos: pré socráticos, com observação da natureza, os sofistas, os filósofos clássicos (Sócrates e seu método socrático , Platão, Aristóteles e sua visão sobre democracia, e Alexandre o Grande), filosofia helenística, e a filosofia moderna, com grandes nomes como: Maquiavel, Hobbes, Rousseau, John Locke, Kant, Descartes, Auguste Comte (positivismo), Marx e Engels.
    Apesar de ter tido um professor diferente para sociologia, muitos dos pensadores citados acima transitav m entre a filosofia e a sociologia, Hobbes, Rousseau, Auguste Comte, Marx, e Engels. Outros foram estudados apenas na sociologia, é o caso de alguns sociólogos clássicos, Durkheim e Weber, e os sociólogos modernos, como Teodor Adorno e Max Horkheimer, que falam sobre a “cultura de massa” (Escola de Frankfurt). Ademais, foi visto alguns sociólogos que falavam do pós-modernismo, por exemplo o Zygmunt Bauman.
    Contudo, mesmo que eu tenha visto uma vasta quantidade de conteúdo, nenhuma das três matérias abordou sobre a história, a filosofia, e a sociologia da educação e da pedagogia, como eu espero que seja dado na disciplina de Fundamentos.

  80. Maria Eduarda de Sousa Fernandes Gomes disse:

    Durante o meu ensino médio, tive dois professores de história, uma me deu aula no 1° e 2° ano, e um me deu aula no 3° (eu tive aula com ele todo o fundamental, então estava familiarizada). As aulas eram excelentes, tanto que minha primeira opção para graduação era história, por causa da minha afinidade com a matéria e da inspiração que meus professores me transmitiam.
    No início do colegial, vimos civilizações antigas, desde persas, gregos, romanos à egípcios etc. E então, iniciamos os conteúdos sobre as revoltas, revoluções e guerras, tanto nas Américas, quanto na África, Europa e Ásia ao longo dos anos. Tratamos de assuntos como supremacia religiosa (no caso da igreja católica), classes sociais (no que se refere a desigualdade monetária e dificuldades no alcance de direitos básicos), preconceitos e outros aspectos que marcaram as épocas estudadas (alguns que ainda perpetuam nos dias de hoje, infelizmente).
    Eu sempre fui muito ligada à essa diciplina, gostava, principalmente, de estudar sociedades antigas (sendo os Maias, Incas e Astecas os meus maiores fascínios) e guerras/revoluções (ditaduras e revoluções sempre me atraíram, já que, eu sempre gostei de saber o que esta envolto todas as conquistas que desfrutamos na atualidade). Sendo assim, acredito que o conteúdo foi bem aplicado no ensino médio, levando em conta que eu também me aprofundava nos estudos em casa.
    Falando sobre as disciplinas de sociologia e filosofia, houveram alguns dilemas. Foram três professoras, a primeira delas lecionou no 1° ano e metade do 2°, até que ela se aposentou e tivemos outra professora durante o segundo semestre, e no 3°, outra professora entrou. Em sociologia, eu tive a mesma professora nos três anos, a mesma que começou a dar as aulas de sociologia no 3° ano (sendo assim era a mesma professora dando filosofia e sociologia).
    As matérias que foram apresentadas eram “diferantes” apenas no 1° ano e começo do 2°, que foi quando estudamos filósofos da antiguidade e seus pensamentos (Aristóteles, Sócrates, Platão etc) para filosofia, e foram introduzidos os termos e ideias para sociologia (significado de vários termos, a construção dos valores de um ser, distinguir relações, diversidade cultural etc). Da metade do 2° ano em diante as matérias quase que se misturavam, já que estávamos estudando as ideias dos mesmo filósofos (Marx, Engels, Weber etc), vimos industrialização cultural, materialismo histórico e dialético, luta de classes, mais valia etc.
    Os dilemas num geral eram as poucas aulas para muita matéria, sendo os assuntos passados de forma rápida, sem aprofundamento. Em filosofia, a professora do 1° ano por vezes fugia dos assuntos da grade, e mesmo a troca de professoras no 2° ano sendo para uma que aplicava o conteúdo com mais especificidade, a transição de uma para outra foi complicada. Em sociologia, o único problama era que, as vezes, a professora era muito extremista com as opiniões dela (ela não aceitava divergências opinativas).
    No meu único ano de cursinho antes da faculdade, eu praticamente não tive sociologia e filosofia, meus horários não batiam com os das aulas, então eu não assistia. Já em história, eu procurava sempre assistir a todas as aulas. O professor era excelente e fazia ótimos apanhados das matérias. Ele se aprofundava bastante no conteúdo e buscava sem bem direto, para que todos entendessem o conteúdo. Tirava dúvidas atenciosamente também. Ele conseguiu passar todo o conteúdo do ensino médio tranquilamente, com aprofundamento até onde podia (com foco no vestibular, claro) e seguindo uma linha lógica dos acontecimentos.

  81. Larissa Fernanda Moraes disse:

    Inicialmente irei abordar sobre a disciplina mais bem trabalhada entre as três: História. Eu tinha apenas um professor para História e Filosofia, porém o conteúdo mais bem trabalhado por ele foi o comentado a cima. Nossas aulas eram destacadas por debates e apresentações de seminários, o meu professor em todos os anos do ensino médio trabalhou com a Revolução Industrial e cada momento político, econômico e social passado pelo Brasil.
    Já na disciplina de Filosofia, entre o 1º e 2º ano do ensino médio, nunca tive um professor fixo, sempre alternava e devido a isso obtive muitos conteúdos de forma fracionada, e mal me lembro de algum conteúdo que me ficou salvo a memória ou compreendido. Já no 3º ano, como comentado no início, minhas aulas foram ministradas pelo mesmo professor de História, normalmente aulas seguidas uma das outras, onde o professor e nós alunos se desgastávamos. Consequentemente foram conteúdos muito vagos a minha lembrança, entretanto meu professor adorava falar e bater na tecla sempre de Karl Marx, mesmo assim não foi algo abordado com profundidade e não tenho conhecimento para tratar dos pensamentos deste filósofo.
    A disciplina de Sociologia também foi abordada de forma fracionada, meu professor tinha dificuldades em controlar a minha turma, então na maior parte de suas aulas nós nem escutávamos a sua voz. Ele também sofria com alguns problemas de saúde e devido a isso faltava por diversas aulas. Então, meus conhecimentos em frente a essa matéria são extremamente superficiais. Conclui-se que, as matérias que tive mais ausência foram Sociologia e Filosofia, enfrentei dificuldades com os vestibulares e outras provas que prestei. Agora na faculdade irei buscar estudar mais sobre estes conteúdos e diminuir o meu conhecimento leigo em determinados assuntos.

  82. Camila Rodrigues Rosa disse:

    O primeiro contato direto que tive com a Sociologia e a Filosofia foi no ensino médio, que cursei em escola pública, na ETEC. No primeiro ano, tinha duas aulas de filosofia e sociologia por semana, na quinta-feira e na sexta-feira, ambos no período da tarde pois cursava o ensino médio integralmente. Nessa época, os professores que tive falavam sobre os pré-Socráticos, Sócrates, Platão e os filósofos modernos, usávamos livros para estudar em casa, como o Fundamento de Filosofia de Gilberto Cotrim e Mirna Fernandes. As provas eram sobre interpretar e formar uma opinião acima do texto, para condizer com os ensinamento filosóficos. Ambas as matérias eram ministradas pelo mesmo professor, não havia muitos debates em sala de aula.
    No segundo ano, ainda havia as mesma matérias, mas sociologia foi ministrada por outra professora, que promovia debates e discussões em sala de aula. Tivemos que montar apresentações sobre certos temas, como homossexualismo, parada gay, racismo, transexualidade, machismo e feminismo, temas polêmicos que discutíamos com os colegas em roda, cada um apresentando suas ideias e opiniões. Ela recomendava livros e filmes sobre os temas e para acrescentar na nossa formação.
    Durante os três anos, foram ministradas aulas de história pelo mesmo professor, não havia debates e discussões, mas a aula era boa, ele narrava como as coisas tinham acontecido, fazendo a gente entrar dentro dos acontecimentos, por isso nunca tive dificuldade em aprender e sempre fui bem em ambas as matérias. Os temas foram da grade curricular, como história do Brasil e história geral, havia uma prova por semestre, assim a gente não se sentia pressionados em decorar o conteúdo, mas sim aprender.
    Durante o cursinho, só havia história, mas o professor tentava abordar todas as perspectivas, ele não usava nenhum tipo de material, só fazia uns riscos na lousa (desenho do mapa) e foi um dos melhores professores que já tive. Também adorava falar de Maquiavel, sempre recomendava o livro “O Príncipe”, além de outros livros, jornais e revistas, sempre atento as atualidades. Assim como, eu estudava filosofia e sociologia em casa, pois além de serem disciplinas muito importantes, são essenciais nos vestibulares.
    Portanto, essas matérias sempre estiveram na minha grade, seja na escola ou estudando em casa, são essenciais para o desenvolvimento humano, como entender a vida, o ser humano e seu espaço no mundo, e as relações sociais, assim como, fazer pensar e refletir nos conhecimentos e valores.

  83. Renan souza cordeiro disse:

    Em meu ensino medio, tive varios contatos historicos, sociologicos e filosoficos. fora de suas dicipinas, nas eletiva e projetos de vida, fora as materias interdiciplinar. em historia eu considero que tive um embasameto bom a parti do segundo ano, que iniciamos com o feudalismo e fomos ate os dias de hoje (terminado no terceiro ano) nessas aulas estudavamos e refletiamos sobre a historia da humanidade, e como elas agia, faziamos muitas analogias, do passado com os dias de hoje. em filosofia nossas auas era focadas mais em deates, usando nossa opinao sobre tal assunto, e depois o professor refletia com nos a respeito, para que nos possamos olhar o outro lado da situaçao, em filosofias as aulas era cheio de questionamento e relexao, fazendo nos duvidars de nos mesmo “por que eu existo” “o qu e a verdede” “o inferno sao os outros” as ialetica do idealismo e o materialismo. adimito que nao era um aluno muito focado, embora adorace as materias, mas acho que isso vem da maturidade.

  84. Em questão da matéria de historia, tive excelentes professores. Aprendi sobre as revoluções, revoltas, guerras, ditadura, presidentes, colonizações, emancipações, leis, decretos, papas, epidemias, culturas distintas; Tudo que um cidadão deve aprender sobre o mundo e o seu país.
    Em questão da matéria de sociologia eu tive apenas um professor fixo, que foi no período do 2º e 3º colegial, ele não passava matéria, apenas ficava falando mal de um partido politico e de seu representante; de “conteúdo” mesmo ele apenas deixava textos para a gente ler e interpretar (sozinhos e sem explicação dele), e na hora do trabalho ele dava um tema e tínhamos que fazer um seminário de um assunto que mal sabíamos; Na hora da prova não era muito diferente, caia assuntos que nós nem tínhamos ouvido falar. Então em relação a sociologia não sei basicamente nada, apenas sobre alguns movimentos sociais que aprendi sozinha.
    Em relação da matéria de filosofia, eu aprendi sobre o berço da filosofia, onde tudo começou, quem começou, o porque de ter começado; Aprendi sobre os mitos, as crenças, os pensamentos liberalistas,Aprendi quem era Sócrates, Platão, René Descartes, e também quais eram seus pensamentos e o que eles defendiam.

  85. Sandra Aparecida Candido disse:

    A minha experiência sobre as matérias,sociologia,história e filosofia são um pouco retrógradas,considerando que estudei o ensino médio por volta do ano de 1990 e de ” lá para cá ” muito se evoluiu com mudanças significativas ,desde o nome dado a matéria onde se ensinava sociologia, as informações surgidas e descobertas desde então.Durante o meu ensino médio houveram algumas mudanças quanto ao nome da matéria em que se tratava sobre o conhecimento em sociologia e filosofia ,estudávamos OSPB (Organização Social e Política Brasileira) juntamente com EMC ( Educação Moral e Cívica) ambas foram adotadas em substituição ás matérias de filosofia e sociologia e ficaram caracterizadas pela transmissão da ideologia do regime autoritário ao exaltar o nacionalismo e o civismo dos alunos e privilegiar o ensino de informações factuais em detrimento da reflexão e da análise ,em história o que eu gostava muito de estudar era sobre a história do Brasil desde a colonização até as nossas lutas por democracia ,hoje sinto como aluna, uma ansiedade em relação a novas idéias,principalmente sobre a desconstrução das idéias,para novas construções.

  86. Roberto Oliveira disse:

    Ariad era minha professora de História desde o ensino fundamental, suas aulas eram como assistir a um filme repleto de aventuras. A abordagem era dinâmica e ela sempre trazia algo extra para a classe, como a dica de um livro ou pintura que tivesse relação com o conteúdo.
    No ensino médio, a professora Ariad também assumiu as matérias de Sociologia e Filosofia. No começo eram minhas aulas prediletas, mesmo com o tempo curto, tudo parecia fascinante. Eu pensei por um tempo em prestar Ciências Sociais, mas, hoje vejo que não seria uma escolha tão acertada. Diferente da História, a Sociologia e a Filosofia não me pareciam tão lúdicas e divertidas. Com a Sociologia aprendi sobre movimentos sociais, divisão do trabalho, política, cultura, etc. Na Filosofia aprendi sobre os pré-socráticos, a filosofia na Idade Média, racionalismo, empirismo, existencialismo, ética, metafísica, estética, indústria cultural, etc.
    Amo ler e estudar sobre esses conteúdos, graças à excelente professora que sempre esteve comigo. Ela sempre motivou seus alunos na busca por mais conhecimento de uma forma muito acolhedora.

  87. Maria Laura Viudes Pedrin disse:

    Tratando-se do ensino das matérias de Sociologia e Filosofia durante o Ensino Médio, posso alegar que existia uma grande precarização por conta dos professores e materiais oferecidos pela instituição de ensino. Já matéria de história, era dividida entre História Geral e História do Brasil, ensinadas por dois professores diferentes, com ênfase no período colonial e as grandes guerras mundiais.
    Durante o cursinho preparatório, foi onde pude possuir um contato mais aprofundado com o ensino de tais matérias, com distintos professores e uma carga horária de aulas muito mais ampla. Em Filosofia, aprendíamos sobre os grandes filósofos que marcaram sua história, desde Tales de Mileto, passando por grandes nomes que juntavam a teologia à filosofia, como São Tomás de Aquino, até a parte contemporânea, como os ensinamentos pregados na Escola de Frankfurt e, mais a frente, finalizando com Foucault e Derrida.
    Em Sociologia, o ensino era voltado ao pensamento crítico e seu desenvolvimento por parte do aluno, focando no ensino de classes sociais, ideologia de gênero e seus devidos lugares de fala perante os grupos sociais aos quais pertenciam. O foco nunca fora voltado somente para o desempenho do aluno no vestibular, mas igualmente para que seu aprendizado fosse para a vida. Não esquecendo, obviamente, de passar pelos grandes nomes que marcaram o movimento, como Marx, Webber e Durkheim.
    As aulas de história mantinham-se dividas entre História Geral e História do Brasil, com conteúdos mais completos, não abstendo-se em apenas alguns períodos, mas fazendo uma trajetória por toda a história ao longo dos anos. Apesar de o cursinho possuir como principal finalidade o aprendizado para o vestibular, foi onde pude ter um acesso mais amplo ao verdadeiro conhecimento destas matérias e desenvolver uma maneira distinta de pensar perante a realidade em que me encontrava, sendo possível que eu formulasse uma argumentação mais rica, baseada em fatos concretos, na hora de debater sobre determinados assuntos.

  88. MARINA LOUENE FARIA disse:

    Estudei durante toda minha vida escolar em escolas públicas. No ensino médio fui matriculada em uma escola de Programa de Ensino Integral, onde tive aulas de história, filosofia e sociologia com professores formados nas áreas, raramente substituídas.
    História foi uma matéria que no primeiro ano tive um pouco de dificuldade, mas depois consegui entendê-la melhor. Filosofia, sendo bem sincera, nunca entendi o conteúdo, logo não gostava. Sociologia nos dois primeiros anos estudei mais a teoria, já no terceiro, a prática… Conteúdos como, movimentos sociais, desumanização, coisificacão, entre outras.
    Contudo, sinto que tenho uma certa defasagem em algumas dessas matérias, talvez por não compreender conteúdos e deixar por isso mesmo, mas espero que não seja tarde para correr atrás do que perdi.

  89. Maria Laura Viudes Pedrin disse:

    Tratando-se do ensino das matérias de Sociologia e Filosofia durante o Ensino Médio, posso alegar que existia uma grande precarização por conta dos professores e materiais oferecidos pela instituição de ensino. Já a matéria de História, era dividida entre História Geral e História do Brasil, ensinadas por dois professores diferentes, com ênfase no período colonial e as grandes guerras mundiais.
    Durante o cursinho preparatório, foi onde pude possuir um contato mais aprofundado com o ensino de tais matérias, com distintos professores e uma carga horária de aulas muito mais ampla. Em Filosofia, aprendíamos sobre os grandes filósofos que marcaram sua história, desde Tales de Mileto, passando por grandes nomes que juntavam a teologia à filosofia, como São Tomás de Aquino, até a parte contemporânea, como os ensinamentos pregados na Escola de Frankfurt e, mais a frente, finalizando com Foucault e Derrida.
    Em Sociologia, o ensino era voltado ao pensamento crítico e seu desenvolvimento por parte dos alunos, focando no ensino de classes sociais, ideologia de gênero e seus devidos lugares de fala perante os grupos sociais aos quais pertenciam. O foco nunca fora voltado somente para o desempenho dos mesmos no vestibular, mas igualmente para que o aprendizado fosse para a vida. Não esquecendo, obviamente, de passar pelos grandes nomes que marcaram o movimento, como Marx, Webber e Durkheim.
    As aulas de História mantinham-se dividas entre História Geral e História do Brasil, com conteúdos mais completos, não abstendo-se em apenas alguns períodos, mas fazendo uma trajetória por toda a história ao longo dos anos. Apesar de o cursinho possuir como principal finalidade o aprendizado para o vestibular, foi onde pude ter um acesso mais amplo ao verdadeiro conhecimento destas matérias e desenvolver uma maneira distinta de pensar perante a realidade em que me encontrava, sendo possível que eu formulasse uma argumentação mais rica, baseada em fatos concretos, ao debater sobre determinados assuntos.

  90. Beatriz Guarnieri disse:

    Durante o ensino médio aprendemos resumidamente sobre alguns pontos sobre sociologia. Foi-nos explicado que sociologia é o estudo das formas de sociedade e de como ela se divide. Desde antiguidade nas formas sociais paleolíticas, as primeiras escolas filosóficas, etnocentrismo e o relativismo.
    As formas de estados absolutista, totalitário, constitucional, comunista, capitalista e entre outros.
    O Estado de Bem estar social e a relação com a forma de combater a desigualdade social.
    O liberalismo econômico que é quando o Estado não interfere na economia.
    A teoria do marxismo socialista e a teoria do materialismo de Karl Marx e Friedrich Engel.
    Na disciplina de História aprendi sobre os acontecimentos do Brasil desde a era Colônia e sobre o mundo a história ocidental do século XIX e XX.

  91. Cibele Rodrigues disse:

    O meu primeiro contato com a sociologia e a filosofia foi no ensino médio, onde, tive dois ótimos professores, um para cada disciplina. Ao longo dos meus anos escolares com base em minhas aulas consegui desenvolver meu senso crítico estudando sobre o comportamento das pessoas em relação ao meio onde vivem e o quanto isso as influenciam socialmente, tudo isso com o auxílio de Émile Durkheim, Max Weber e Karl Marx. Porém, o primeiro sociólogo que estudei em meu primeiro ano de ensino médio foi o Auguste Comte, considerado o pai da sociologia e fundador do positivismo. Em história eu também tive um ótimo professor que me orientou e me ajudou a compreender o passado e o quanto ele influencia em nosso presente, desde a pré história a idade contemporânea, aprendi a ter uma percepção diferente para um mesmo acontecimento, no ensino fundamental vemos o ano de 1.500 como a descoberta do Brasil, já no ensino médio vi como uma invasão.

  92. Beatriz Borghi Estevam disse:

    Quem conhece história, filosofia e sociologia?

    No pré-primário eu, disputando espaço na carteira com minha hiperatividade, sabia muito sobre sociologia, mesmo nunca tendo ouvido essa palavra. Sabia que minha mãe devia sair todos os dias às 7h e voltar pra casa às 20h pois assim eu e meu irmão poderíamos estudar e ter uma vida confortável. Porém, não conseguia entender o porquê os cortadores de cana paraibanos que moravam num cortiço ao lado de casa não conseguiam ter o mesmo conforto se trabalhassem muito como minha mãe. Também tinha alguns conhecimentos sobre filosofia, uma vez que espirrei veneno de aranha num pé de pimenta infestado de pulgões, afinal, se mata aranhas como pode não matar pulgões? Fui uma empirista triste depois de ver a pimenteira morta em 10 minutos. Quando penso em história, lembro de ouvir a professora Luciana falando sobre como os portugueses descobriram o Brasil depois de se aventurarem por águas desconhecidas. Mas descobriram o que já estava descoberto e habitado pelos indígenas? Quem sabe de história também são as filhas de meus avós, que contam a transição do trabalho na lavoura de café para a produção de laranja, e como aos poucos ganharam espaço para estudar, mesmo ainda muito limitadas a se expressarem.
    Prezamos muito pelo conhecimento científico e pouco pelo conhecimento vivenciado por todos. Todos sabem sobre história, filosofia e sociologia, porém são induzidos a pensar o contrário se nunca leram ou assistiram uma aula sobre Immanuel Kant e Friedrich Nietzsche. Veja, não quero dizer que todos conhecem os fatos que desencadearam a Primeira Guerra Mundial ou que os modelos históricos de organização do trabalho seja do saber de qualquer um. O que quero dizer é como, diretamente ou indiretamente, cada um tem em si uma faísca de noção sobre cada uma dessas vertentes. Veja: meu avô nunca estudou sobre eventos astronômicos, mas sempre me contava sobre quando o dia virou noite e depois voltou a ser dia. É a descrição perfeita de um eclipse solar total! É triste ver como debochamos de sotaques e exigimos nível acadêmico para quem nunca pisou numa escola.
    Sentia falta de conhecer a história da África e do Oriente, os estudos de pensadorAs e reconhecer os fatos sociais da minha comunidade. Meu conhecimento sobre as matérias em questão foram muito bem embasados, porém confesso que não me lembro de todas as teorias, datas importantes e filósofos. Mas sempre lembro dos filmes, músicas e pinturas que meus professores nos mostravam em aula.
    Espero que a disciplina seja regada de conhecimentos populares e que ensine, além do conteúdo teórico, o respeito à diversidade e a bagagem que cada um carrega em si. Também gostaria que o conhecimento não fosse apresentado de maneira monótona, mas sim integrado com criatividade para fluir levemente.

  93. Amanda Madalhano disse:

    Na sociologia, me recordo de Émile Durkheim o fundador da escola francesa de Sociologia, misturando a experiência (métodos empíricos) com a teoria sociológica. Durkheim concluiu que a sociedade era como um corpo, e como um, cada órgão tem uma função e dependência dos outros para sobreviver. Em sua contemplação, o indivíduo deve se sentir parte do seu meio, para que assim não tenha falhas. Para ele, a sociologia deveria estudar os Fatos Sociais, na qual apresentam tais características:
    1- Coersão Social (fatos que ocorrem na vida de um indivíduo, conformando-se com leis e ordens, mesmo que não concordando)
    2- Exterioridade (quando alguém nasce, a sociedade já está organizada, basta ele se introduzir com certos meios, como a educação)
    3- Poder de Generalização (elemento fundamental do raciocínio humano, uma dedução baseada na junção de ideias)
    Sua visão consiste em estudar a sociedade a partir de um distanciamento dela, com olhar de neutralidade.
    Já na filosofia, me lembro de Maquiavel, mais especificamente de O Príncipe. Um dos temas mais importantes de O Príncipe é o debate sobre a seguinte questão: “é preferível que um líder seja amado ou temido?” Maquiavel responde que é importante ser amado e temido, porém, é melhor ser temido que amado. Ele explica que o amor é um sentimento inconstante, já que as pessoas são naturalmente egoístas e podem mudar sua lealdade. Porém, o medo de ser punido é um sentimento que não pode ser modificado ou ignorado tão facilmente. Me recordo também da frase “Quando fizer o bem, faça-o aos poucos. Quando for praticar o mal, é fazê-lo de uma vez só.” Meu professor até o terminal novo como exemplo da fase, justamente que ele foi concluído no ano antes das eleições.
    Na história, a divisão da África foi muito marcante, justamente pelo fato da quebra de reinos e junção de outros (em grande maioria, inimigos), destruindo culturas e é um acontecimento que até hoje causa defasagem no desenvolvimento do continente. A África é um continente que foi saqueado, explorado e escravizado. Hoje encontramos Países de “primeiro mundo”, que cresceram em cima da exploração do País africano e devem muito a ele, mas a atitude desses Países é virar as costas para o continente.
    De modo geral,não tive defasagem em meu ensino, tive professores muito presentes e com ótimas didáticas.

  94. Viviane de Jesus Monteiro disse:

    Durante meu ensino médio, tive muitas matérias menos Filosofia e Sociologia. Já história não foi uma ótima experiência, porque as aulas eram no período noturno e não tinham muito tempo.
    Filosofia e Sociologia mesmo eu não tendo visto no ensino médio, foram matérias que senti muita falta quando fui fazer o Enem, porque o meu contato até então era zero. Mas enfim eu resolvi fazer um cursinho pra prestar vestibular e ali pude ver um pouco de Filosofia e Sociologia, mas confesso que vi bem por cima.
    Hoje eu ainda tenho muita curiosidade sobre essas disciplinas, estudar mais sobre esses assuntos. Saber sobre filosofia e sociologia ajuda a entender mais sobre o mundo em que vivemos. De onde vieram,?porque surgiram? Eu tive um contato com essas matérias nos cursinhos que eu fiz mas foi bem pouco.

  95. Lirian Cristina disse:

    Meu contato com os referidos conteúdos foi única e exclusivamente no ensino médio de forma bem mediana quanto a história principalmente, matéria a qual tive vários professores em um mesmo ano e o conteúdo eram baseados nas apostila e basicamente falamos apenas das guerras mundiais e guerra fria,, durante todo ensino médio, em filosofia sempre buscávamos o pensar filosófico pegando o pensamento de um filósofo e tentando entender como é porque ele chegou a essa concussão, em sociologia o contudo também foi baseado em apostilas com conteudos repetitivos.
    Em resumo nos três anos do ensino médio tive contato com os filósofos e sociólogos, cal Marx, Patlao, Sócrates, Aristóteles ( vimos sua visão e contribuição na biologia também), de forma aprofundada, e alguns outros de forma superficial, mais ao que se refere ao tema educação não me lembro de ter visto esse tema aprofundado com as visões de nenhum deles, no último ano do ensino médio me atentei a fazer pesquisas mais profundas sobre os temas afim de me preparar para o vestibular.
    Assim posso concluir não ter uma boa base sobre o assunto, mesmo buscando o crescimento pessoal, esses são assuntos que necessitam grande reflexão e os quais eu me interesso a busca pelo saber, pelo compreender do universo, e como nossa busca pelo conhecer afeta toda história e futuro

  96. Tamires Gomes Manhães disse:

    Posso dizer que no meu ensino médio, os estudos direcionados principalmente a Sociologia e a Filosofia foram muito precários, estudei em uma escola pública da cidade de São Paulo, entre os anos 2005 e 2007 e na época não se dava a devida importância a Sociologia e a Filosofia.
    Para falar a verdade não me recordo de ter a matéria de Sociologia e Filosofia no ensino médio, meu primeiro contato com a matéria foi no Ensino Superior, cursei o curso de Administração na Universidade São Judas Tadeu e na universidade tive a matéria com a nomenclatura Ética, Política e Sociedade, lá aprendi sobre: Formas de governo e Surgimento da Sociologia, Max Weber e Karl Marx, Teorias Politicas e Contratualistas, Política Antiga e Moderna, Política de Aristóteles, Teocracia, Maquiavel, Contratualismo e Jusnaturalismo, Hobbes, Locke,Rousseau, Autocracia e totalitarismo, democracia, cidadania de participação política, Autores Clássicos, entre outros.
    Como pode observar o conteúdo programático era bem extenso e completo, porém o que pude notar no decorrer do curso era a falta de didática do professor, fazendo com que as aulas se tornassem maçante, o que é de causar espanto, uma vez que a Sociologia faz parte do nosso dia a dia e deveria ser uma matéria que fluísse de fácil compreensão.
    Outra questão é que a universidade atribuiu um tempo tão pequeno a matéria, não me lembro exatamente a carga horária, mas me lembro que era uma das matérias com menor horário de aula, hoje me pergunto, eles atribuem a matéria com o nome “ Ética, Politica e Sociedade “, que englobou a filosofia e a sociologia, com um conteúdo programático imenso e com pouquíssimo tempo/aula.
    Resultado disso foi uma aprendizagem precária, mesmo na Universidade e hoje ingressando na universidade pública e com mesmo pouco tempo de aula, pude observar a importância que é dada a Sociologia e espero acrescentar ainda mais a minha vida e aos meus conhecimentos.

  97. Amanda Moutropoulos Fortunato disse:

    O meu contato com as disciplinas sociologia e filosofia veio apenas na minha primeira graduação de psicologia, no meu ensino médio, em história tivemos uma breve citação de alguns filósofos, sempre com intuito de explicar o contexto histórico da matéria.
    Porém, apesar de não ter as disciplinas sociologia e filosofia em si na escola, eu sempre gostei muito de ler, principalmente livros históricos, desenvolvendo uma senso crítico e reflexivo dos conteúdos.
    Assim, quando iniciei o curso de psicologia eu tinha um um conhecimento superficial dos teóricos mais famosos, como Kant, Vygotsky, Platão, Aristóteles e Nietzsche. Tais disciplinas na graduação não eram ministradas para desenvolver o senso crítico, apenas como uma introdução para as abordagens comportamental, psicanálise, gestalt e psicodrama.
    Entretanto, sinto que tenho lacunas de aprendizagem em tais matérias.

  98. Janaina Tereza Santos Teodoro disse:

    Em primeiro lugar, preciso pontuar que não tive professores fixos de filosofia e sociologia, apenas a professora de história foi a mesma no ensino médio inteiro. em segundo lugar, eu fui aprender e conhecer a sociologia e a filosofia no cursinho, mas nada muito profundo, apenas para passar no vestibular. A Seguir irei relatar minhas experiências com a história, filosofia e a sociologia durante a minha trajetória escolar.
    No ensino médio eu tive uma excelente professora de História, ela se chama Selma, eu me lembro que todos os alunos respeitavam ela, até mesmo os mais “valentões”. Ela tinha uma motivação que nos cativava a escutar o que ela tinha para nos ensinar. Aprendi quase que todo o cronograma previsto para o ensino médio. No cursinho pré-vestibular, revi alguns temas que vão desde a pré-história até atualidades.Os temas que me recordo são: Era Vargas, Ditadura militar, Guerra Fria, Brasil Colônia, Primeira Guerra Mundial e a Segunda Guerra Mundial.
    Em relação a filosofia, eu lembro que um professor nos instigou a pensar, com a seguinte frase: Porque você existe, ou melhor, que tipo de ação te faz existir? Depois de fazer a sala inteira pensar e ninguém saber a resposta, ele solta a clássica frase, de ninguém menos que René Descartes
    : “ Penso, logo existo”. Essa brincadeira me marcou tanto, que eu lembro que na época eu respondi:- “eu existo porque eu respiro”. Não me recordo sobre ter aprendido de fato algum assunto durante o ensino médio, entretanto lembro de alguns temas : Teoria do conhecimento, Cosmologia, Estado de natureza, além de alguns nomes importantes como, Jean-Jacques Rousseau, John Locke, Thomas Hobbes e Maquiavel.
    E por último, mas não menos importante, a Sociologia. Ela sempre esteve presente na duas disciplinas citada acima, porque nos instigar a superar o ponto de vista do senso comum. Lembro-me de ter estudado bastante sobre a diversidade cultural, e também dos três pilares da Sociologia: Émile Durkheim, Max Weber e Karl Marx. Não me recordo muito bem sobre o que esse três falavam.
    Diante do que foi exposto, posso afirmar que aprendi de fato apenas sobre história, já em relação sociologia e filosofia ficou a desejar.

  99. Alissa Helena disse:

    No geral, minhas experiências na disciplina de Sociologia, e semelhantes foram no geral, boas! Sempre me identifiquei e me encantei com as áreas que analisam quaisquer aspectos da sociedade, e a sociologia de modo que se encontra e se aplica na sociedade, além da forma teórica, mas o que observo da prática.
    Tive bons, e excelentes professores no decorrer do Ensino Médio e da vidapesar de nem ser uma excelente aluna, penso que absorvi o necessário de conhecimento e boa dose de uma análise e senso crítica, e menos comum dos meios em que me rodeia.
    Com o desenvolvimento dos meus pensamentos sociológicos, ainda que sem noção deles! Comecei a observar comportamentos, atitudes e falas ainda na escola, concluindo causas, consequências e falhas do ensino!
    Tenho que meu conhecimento sociológico me permitiu entender e passar, entender e analisar diversas situações pelas quais passei e passo no meu meio escolar… oque confesso me fez e faz-me interessar cada vez mais pela disciplina.
    Talvez o que tenha me trago ao curso de Pedagogia, a necessidade de contribuir para uma evolução no ensino.
    Alissa helena.

  100. Camila Cazarim Girodo disse:

    Durante o meu ensino médio, tive professores capacitados que através de suas didáticas despertaram meu interesse nessas matérias.
    Em História, no ensino médio tive 2 professores que no último ano se dividiram em duas frentes (história geral e história do brasil), nesses três anos vimos desde o começo da civilização humana até questões da atualidade, passando pela Antiguidade, Idade Média, Idade Moderna, Idade Contemporânea e os períodos da história brasileira. Sobre filosofia, tive 1 professor nos três anos e trabalhamos temas como o conceito de filosofia, cultura, os pré-socráticos, as ideias de Sócrates, Platão, Aristóteles, Patrística e Escolástica, ciência moderna e o renascimento, Racionalismo e Empirismo, Kant e o Iluminismo e alguns pensadores e correntes alemã de forma rápida (Nietzsche, Kierkegaard, Existencialismo e Fenomenologia e Frankfurt). Em sociologia, que também tive 1 professor nos três anos, vi os grandes pensadores (Durkheim, Marx e Weber), a corrente positivista de Comte e o conceito da sociologia até a sua relação com a sociedade (cultura, trabalho, sistemas econômicos, classes sociais, gerações, capitalismo, modelos de produção, poder, democracia e me recordo também dos contratualistas).
    Posso dizer que tais matérias foram bem trabalhadas. E em relação a disciplina, tenho curiosidades sobre os pensadores da educação e a história da educação brasileira.

  101. Natalia Francielle Ramanaschi disse:

    Boa parte da minha formação escolar se deu em colégios particulares, no entanto, as matérias de humanas sempre foram, de certa forma, deixadas de lado pela direção. A disciplina com maior destaque dentre elas, sem dúvidas, foi História, e em relação ao seu conteúdo não tenho do que reclamar, todos os principais tópicos como, civilizações antigas, guerras, revoluções, tanto internacionais quanto a nacional foram bem exploradas desde o meu fundamental até o ensino médio. Minhas maiores ressalvas vão para Filosofia e Sociologia que sempre foram deixadas de lado na minha escola, inclusive havia apenas um professor para as duas matérias.
    De maneira geral, posso dizer que dentre essas disciplinas, História é a que eu tenho mais apreço enquanto em Sociologia e Filosofia eu tenho certa dificuldade. Numa forma de conhecer um pouquinho mais sobre Filosofia comecei a ler “O Mundo de Sofia” de Jostein Gaarder.
    Também vale ressaltar que faz quase seis anos que deixei o Ensino Médio, então todos esses conteúdos a essa altura se encontram bem vagos para mim e será de grande valia relembrar todos eles na disciplina Fundamentos Históricos, Sociológicos e Filosóficos da Educação, ainda mais quando aplicado na área da educação, uma área que apesar de me interessar muito eu ainda tenho pouco conhecimento.

  102. Amanda Moutropoulos Fortunatp disse:

    Apontamentos do Texto “Um Toque de Clássicos” – Tania Quintaneiro, Maria Ligia de Oliveira Barbosa e Márica Gardênica Monteiro de Oliveira

    Marx analisa a sociedade sob uma perspectiva materialista, como a produção influencia os meios de vida dos seres humanos, suas relações sociais e de poder. Sendo que o trabalhador passa a ver o trabalho como forma de existir.
    Para o autor, o capitalismo alimenta a desigualdade de classes, sendo que a força de trabalho vendida tem o custo menor do que o valor produzido, surgindo o conceito de mais-valia, que explica a obtenção dos lucros do Sistema Capitalista.
    O conceito de alienação explica o comportamento do trabalhador, que não reconhece aquilo que produz, se tornando distante, não se enxerga como agente de mudança. Através deste conceito Marx chega a descrever a propriedade privada, que depende de um sujeito alienado para não reconhecer que o produto do seu trabalho é seu.
    A teoria de Marx foi construída através da ideia de que a sociedade só seria modificada através de uma revolução, a Luta de Classes.

  103. Lara Maria Biancheti disse:

    Minha trajetória escolar nas disciplinas de História, Sociologia e Filosofia.

    Minha aventura pela História, com H maiúsculo, começou cedo: tive professores brilhantes, com alguns desenvolvi relação de amizade e cumplicidade que trago até hoje, que tratavam a matéria com o entusiasmo e interesse que aprendi a compartilhar. Ao longo do ensino fundamental e médio, essa sempre esteve no meu pequeno pódio de assuntos preferidos, o que me fez participar da Olimpíada Nacional em História do Brasil organizada pela Unicamp por incentivo de uma professora. Atualmente, apesar de ter escolhido a biologia como profissão, a História ainda permeia minha vida através de conteúdos de entretenimento como Podcasts, vídeos, séries e afins.
    Enquanto a História teve tanto destaque no meu desenvolvimento, apenas no meu último ano do ensino médio tive contato com Filosofia e Sociologia. Foram duas disciplinas extremamente negligenciadas, provavelmente pela baixa presença nos maiores vestibulares do país. O aprendizado foi superficial e sem grandes explanações.
    Em sociologia nos aprofundamos pouco mais, discutindo modelos de governo, luta de classes, problemas estruturais da sociedade, entre outros, porém sempre observei o desdém que a maioria dos alunos tratava o assunto.
    Em suma, posso dizer que a Filosofia e Sociologia que tive na minha trajetória escolar foi ineficiente e não contribuiu muito para me tornar uma cidadã.

  104. Sérgio Bueno disse:

    Sempre me vi envolto pelas matérias de História, Sociologia e Filosofia. Antes mesmo de me encontrar com essas matérias nos ensinos escolares já me via na infância rodeado de alguns livretos de variados assuntos sobre a história humana, seus grandes pensadores e suas realizações. Devo muito ao empenho de minha família de cultivar uma pequena biblioteca sabiamente manejada.

    Ao longo da vida de estudante tive a sorte e o prazer de esbarrar em ótimos professores, que cada vez mais me empurravam para as delícias do conhecimento e da informação. Me apaixonei por Filosofia e Literatura (o que culminou em uma aventura pelo curso de Letras), mas foi pela filosofia de Carl Sagan, que me enlaçou e me puxou para as biológicas, que acabei de parar onde estou. No entanto, História e Antropologia continuam a disputar pelo posto de minha mais sublime paixão.

    O estudo das escolas de pensamento e suas maneiras de compreender o mundo é um mar que todo bom leitor-navegante sempre acaba por navegar, mas mentiria se dissesse que possuo a menor das profundidades na história da educação propriamente dita e suas vertentes.

    Aguardo sempre o melhor.
    Att SB

  105. Maria Heloísa Cavilioni Valeiro disse:

    No Ensino Médio, tive três professores de Sociologia um por ano. No primeiro ano estudava de manhã e os conteúdos propostos foram sobre socialização, cultura de outros povos, a Sociologia no cotidiano, a construção social da identidade, desigualdade de classe, desigualdade de raças. No ano seguinte mudei de turno, passei a estudar a noite, a carga horária diminuiu, mas aprendi no segundo ano a diversidade nacional e regional, as formações da mesma, sobre Karl Marx, Weber e Durkheim.
    No terceiro ano, foi mais complicado, pois não tive professor fixo e na maioria das vezes era aula vaga devido a falta de profissional, porém o que me lembro de ter estudado nesse ano, mas foi igual o ano anterior incluindo o estudo da Constituição do Brasil, os movimentos sociais que ocorrem.
    Sendo assim, posso dizer que não tive um bom preparo sobre a matéria, devido a falta de informações no último ano do Ensino Médio.

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