Sociologia da Educação 2: Produção Final de Texto (PT)

On dezembro 5, 2019, in SocioEdu2, by Fábio Fernandes Villela

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Boa noite querid@s alun@s! Tudo bem?

Esta é á área para a postagem da produção de texto final (PT) da disciplina Sociologia da Educação 2. A Pedagogia Histórico-Crítica segundo Saviani (2006), é tributária da concepção dialética, especificamente na versão do materialismo histórico, tendo fortes afinidades, no que ser refere às suas bases psicológicas, com a psicologia histórico-cultural desenvolvida pela “Escola de Vigotski”. A educação é entendida como o ato de produzir, direta e intencionalmente, em cada indivíduo singular, a humanidade que é produzida histórica e coletivamente pelo conjunto dos homens. Em outros termos, isso significa que a educação é entendida como mediação no seio da prática social global.

A prática social se põe, portanto, como o ponto de partida e o ponto de chegada da prática educativa. Daí decorre um método pedagógico que parte da prática social onde professor e aluno se encontram igualmente inseridos, ocupando, porém, posições distintas, condição para que travem uma relação fecunda na compreensão e encaminhamento da solução dos problemas postos pela prática social, cabendo aos momentos intermediários do método identificar as questões suscitadas pela prática social (problematização), dispor os instrumentos teóricos e práticos para a sua compreensão e solução (instrumentação) e viabilizar sua incorporação como elementos integrantes da própria vida dos alunos (catarse).

A catarse é o momento em que, uma vez incorporados os conteúdos e os processos de sua construção, ainda que de forma provisória, é chegado o momento em que o aluno é solicitado a mostrar o quanto se aproximou da solução dos problemas anteriormente levantados sobre o tema em questão em função das questões anteriormente enunciadas.

O aluno traduz oralmente ou pôr escrito a compreensão que teve de todo o processo de trabalho. Expressa sua nova maneira de ver a prática social. É capaz de entendê-la em um novo patamar, mais elevado, mais consistente e estruturado. É a síntese que o aluno efetua, marcando sua nova posição em relação ao conteúdo e à forma de sua construção no todo social. O aluno mostra que de uma síncrese inicial sobre a realidade social do conteúdo que foi trabalhado, chega agora a uma síntese, que é o momento em que ele estrutura, em nova forma, seu pensamento sobre as questões que conduziram à construção do conhecimento. Esta é a nova maneira de entender a prática social. É o momento em que o aluno evidencia se de fato incorporou ou não os conteúdos trabalhados.

Na catarse o aluno mostrará que a realidade que ele conhecia antes como “natural”, não é exatamente desta forma, mas é “histórica”, porque produzida pelos homens em determinado tempo e lugar, com intenções políticas implícitas ou explícitas. Este é o momento da avaliação que traduz o crescimento do aluno, que expressa como se apropriou do conteúdo, como resolveu as questões propostas, como reconstituiu seu processo de concepção da realidade social e, como, enfim, passou da síncrese à síntese. (Trechos retirados de diversas fontes).

Relembrando os conteúdos da disciplina Sociologia da Educação 2: A Educação em uma Perspectiva Sociológica; O Nascimento da Sociologia da Educação; A Educação como Elemento de Transformação da Realidade Social; A Educação como um Processo de Reprodução e/ou Transformação da Sociedade; Sociedade e Sociologia da Educação no Brasil e Escola e Sociologia da Educação, o aluno deverá nesta produção de texto final (PT), em no máximo dois parágrafos, traduzir por escrito a compreensão (catarse) que teve da disciplina Sociologia da Educação 2. Bom trabalho! Prof. Fábio Villela.

39 Comentários “Sociologia da Educação 2: Produção Final de Texto (PT)”

  1. Larissa Patrícia Custódio disse:

    Durante a disciplina “Sociologia da Educação II”, pude compreender que:
    A educação é uma prática social que sempre estará relacionada ao contexto histórico e político, ou seja, educação na perspectiva sociológica é um instrumento de luta, e o fazer pedagógico pode se realizar de modo a manter o sistema social vigente ou transformá-lo totalmente.
    Com as mudanças sociais e culturais que aconteceram ao longo da história, surge a necessidade da formação de um novo professor, mais crítico e comprometido com a realidade social, capaz de contribuir efetivamente para a democratização da sociedade e formação de indivíduos verdadeiramente cidadãos. Para que isso aconteça, o ensino deve se pautar na diversidade, fazendo com que os alunos se reconheçam como sendo sujeitos que realmente estão inseridos naquele contexto socioeducativo.

  2. Bárbara Silva Madeira disse:

    Com essa disciplina pude fazer reflexões mais profundas sobre qual o papel da escola. Esta influencia o meio (pedagogias não críticas) ou o meio a influencia (pedagogias críticas)? Acredito que ocorram ambos os processos, porém, em escalas diferentes.
    Além de questões políticas e governamentais, para a verdadeira transformação na educação do campo e a soberania dos excluídos, percebo a necessidade de uma formação crítica para os educadores. Assim, as crianças menos favorecidas serão respeitadas e ensinadas sem preconceitos.

  3. Berenice J. Andrade Azevedo disse:

    Por meio da disciplina de Sociologia da Educação II compreendi que não é possível entender a educação senão buscarmos entendermos os fatores sociais que a influenciam, pois a educação esta intimamente relacionada com a sociedade a qual pertence. Desse modo surge uma analise da educação não como fato social, mas uma educação que reproduz a sociedade, como suas culturas e suas desigualdades.
    Temos também, por meio dessa reprodução, a relação do professor com seus alunos que passa a se dar de forma democrática, baseada no dialogo, onde o professor e aluno constroem juntos o conhecimento através de suas experiências. Com isso temos uma educação que se preocupa com a reflexão e ação dos alunos sobre a realidade e que busca provocar mudanças sociais, assim não basta apenas saber, mas também saber fazer.

  4. Luana Mariani Bressan disse:

    Com a Disciplina de Sociologia da Educação II, pude ter um maior contato com diversas pedagogias e teorias da educação, de diferentes pensadores e educadores. Com relação à Pedagogia Histórico-Crítica de Saviani, aprendemos que a educação é um ato intencional, que tem a intenção de produzir, em cada indivíduo, os conhecimentos e principalmente a humanidade construída história e socialmente pelos homens. Assim, tendo a educação como material e a humanização como reconhecimento da produção histórica e cultural, entendo que a Pedagogia Histórico-Crítica é capaz de promover a crítica de se conhecer como ser humano e transformar o mundo a sua volta por meio do conhecimento. A escola tem a função importantíssima de ensinar o que foi produzido social, história e cientificamente pela humanidade ao longo do tempo
    Aqui entra a ação fundamental do professor. Este, para elaborar uma didática condizente com a metodologia dessa pedagogia, deve se conscientizar sobre a necessidade de mudar a forma de estudar e de trabalhar, utilizando um novo método, o de (re)construção do conhecimento. Assim, essa matéria se torna de extrema importância para um curso de formação de professores, já que é um espaço para termos contato com teorias que tratam o aluno como foco do processo educativo, e o essencial desse processo é a (re)construção do conhecimento ligado à vida do educando, tanto em sua dimensão cotidiana quanto na social. Assim, o professor deve incentivar que o aluno participe e construa mais ativamente seu conhecimento, interessando-se pelo conteúdo da disciplina, o que acaba por dar a possibilidade de que esse aluno se veja e se reconheça como participante da comunidade e principalmente da sociedade.

  5. Daniela Yukari Makihara disse:

    A disciplina Sociologia da Educação II, me mostrou que existem diversos tipos de pedagogia e que elas são “criadas” a partir de cada necessidade e do contexto vivido no momento de sua aplicação. Para ser um bom professor devemos conhecer a metodologia a ser trabalhada e reconhecer a “história” por trás com quem estamos lidando e transmitindo seu ensinamento. A Pedagogia Histórico-Crítica de Dermeval Saviani trabalha o aspecto do conhecimento e de seu entendimento, valorizando a formação de alunos críticos e “didáticos”. Sua metodologia demonstra a verdadeira necessidade e razão dos conteúdos serem administrados, dando significados a eles, de modo que o aluno compreenda o que foi transmitido.
    Considerando os pensamentos dos educadores, e das discussões em sala de aula, podemos dizer que, um conjunto formado por alunos, professores e a própria escola é que determina a qualidade de um ensino e de aprendizagem, de forma rica e diversificada, que valorize a todos e que ela própria seja valorizada. Sendo assim, um professor, não deve apenas transmitir um conhecimento histórico-social, como também deve “absorve-los” de seus próprios alunos, reconhecendo e valorizando a cultura e a origem do outro, assim como a da própria pedagogia. Formando assim, alunos capazes de absorver e reproduzir um conhecimento histórico-cultural.

  6. Mariana Ferraz disse:

    Através da disciplina de Sociologia da Educação II, podemos ter um maior contato com os diversos tipos de educação, dentre eles abordamos as perspectivas Vigotskiana, Pistrakiana entre outras. Também podemos ter contato com as vertentes da educação voltadas para o movimento se terra (MST) e voltadas para a vida no campo.
    Por meio destas perspectivas podemos perceber que a sociedade tem uma influência direta no processo de escolarização, apesar do Estado citar em muitos documentos que todos os alunos devem ter o mesmo conteúdo e as mesmas oportunidades, desconsidera o fato de que nem todos possuem a mesma bagagem educacional. Portanto não se trata de oportunidades iguais, mas de equidade de saber, assim como, da disseminação do saber para que deste modo possamos construir uma sociedade cada vez mais justa e igualitária. Também devemos nos ater que um dos principais objetos de análise deve ser a interação entre aluno, professor, escola e sociedade, para que os alunos possam aprender de forma mais adequada baseado em seu cotidiano e para que deste modo possa atuar em sociedade com outros cidadãos.

  7. Yasmin de Campos Pianheri disse:

    No começo da disciplina eu notava em mim mesma uma visão de senso comum sobre sociologia da educação e isso foi mudando no decorrer da matéria, eu fui construindo uma visão menos genérica, e o que ajudou bastante nessa construção foi a viajem que o professor nos proporcionou a Escola Nacional Florestan Fernandes e é claro as aulas e seminários que acompanhamos com o decorrer da matéria onde vimos a educação sobre uma perspectiva sociológica ou seja , como funciona, como foi seu nascimento na historia, a educação sobre um processo de transformação da sociedade.
    Vemos varias propostas durante a matéria que nos levam a pensar no aluno e em seu processo de aprendizagem tanto como pessoa e também como grupo, vemos durante a viajem a disseminação de conhecimentos onde as pessoas passam para as outras seus conhecimentos, ou seja sua bagagem de vida, e com isso concluo que como futuros professores devemos ver as coisas por ângulos diferentes e inovar a cada dia pois nossos futuros alunos quando chegarem até nós terão uma bagagem de vida e conhecimentos que devemos levar em conta, e que devemos consideram para sua formação pessoal e intelectual.

  8. Gabriela Alves dos Santos disse:

    Aprendi com essa disciplina que a escola sempre será de extrema importância para a sociedade e que ela está em constante desenvolvimento e com novas práticas. Descobri também as diferentes formas de educação e pedagogias que existem no Brasil e no mundo. Também vi que a escola está diretamente ligada a cultura de cada lugar.

    Pude ver também a importância da formação de um educador critico, que tem o compromisso de sempre estar disposto a contribuir com a formação do indivíduo como cidadão de acordo com a realidade social.

  9. Daniela Yukari Makihara disse:

    A disciplina Sociologia da Educação II, me mostrou que existem diversos tipos de pedagogia e que elas são “criadas” a partir de cada necessidade e do contexto vivido no momento de sua aplicação. Para ser um bom professor devemos conhecer a metodologia a ser trabalhada e reconhecer a “história” por trás com quem estamos lidando e transmitindo seu ensinamento. A Pedagogia Histórico-Crítica de Dermeval Saviani trabalha o aspecto do conhecimento e de seu entendimento, valorizando a formação de alunos críticos e “didáticos”. Sua metodologia demonstra a verdadeira necessidade e razão dos conteúdos administrados, dando significados a eles, de modo que o aluno compreenda o que foi transmitido.
    Considerando os pensamentos dos educadores, e das discussões em sala de aula, podemos dizer que, um conjunto formado por alunos, professores e a própria escola é que determina a qualidade de um ensino e de aprendizagem, de forma rica e diversificada, que valorize a todos e que ela própria seja valorizada. Sendo assim, um professor do século XXI, não deve apenas transmitir um conhecimento histórico-social, como também deve “absorve-los” de seus próprios alunos, reconhecendo e valorizando a cultura e a origem do outro, assim como a da própria pedagogia. Formando assim, alunos capazes de absorver e reproduzir um conhecimento histórico-cultural.

  10. Sara Dourado Arantes disse:

    Nas aulas de Sociologia da Educação 2, me interessou o fato da escola poder exercer 2 papéis: o de perpetuar o modelo de segregamento de classes e consequente marginalização de uma e elevação da outra – contexto atrelado ao capitalismo – e o de preparar um cidadão crítico e munido de conhecimento – histórico e empoderado – para militar contra tal sistema de controle instalado. Tal ideia de tomada de controle pela população mais pobre está presente em Gramsci, que aponta a necessidade de uma reforma intelectual e moral das massas populares para o combate à hegemonia de uma classe sobre a outra, que se encontra instaurada desde antes da Primeira Revolução Industrial.
    Outro aspecto chamativo foi a “Revolução Produtiva” que mostra a constante mudança do ambiente de trabalho – apontado como Modo se Socialização, ou seja, lugar de socialização e aprendizagem sobre os modelos culturais da sociedade em que se vive. Um ponto crítico é que a realidade de avanço e mudança tanto tecnológicos quanto sociais – que não deixam de estar ligadas – e a procura por adaptação da mão de obra aos cenários mais atuais caracterizam o processo de realização do homem como um ser social, já que essa é uma das principais funções do trabalho. O efeito disso na classe mais pobre e na significação que o trabalho tem na realização e na vida desse trabalhador é ameaçado, pois o processo de trabalho passa a ter foco cada vez mais na produtividade e automatização.

  11. Elaine Aparecida Pereira Nogueira disse:

    Refletindo sobre o estudo da escola enquanto local social de ensino-aprendizagem foi observado ser esse espaço propício para a sistematização do conhecimento, através da discussão das ações tomadas por grupos ou individualmente e as consequências dessas ações no corpo da sociedade. O educador precisa instrumentalizar os alunos e a si próprio, para tornar essa aprendizagem significativa, conhecendo a realidade do aluno e as desigualdades sociais, entender que o mundo não é plano. Respeitar as diversidades culturais e o aluno como cidadão ativo e sujeito de direitos de uma educação não fragmentada. 

    Conforme Gramsci, o Estado é parte da hegemonia da classe dominante, envolvido nessa  luta de classes além da força de produção, na área da consciência. A escola deveria ser pensada numa perspectiva de contra hegemonia cultural. Como defende Saviani, o trabalho define a existência humana do homem e o currículo oferecido ao aluno deve permitir que ele seja exposto as relações de produção da sociedade capitalista, podendo através do conhecimento rejeitar ou não essas relações historicamente construídas. 

  12. Sarah Jatobá Muller disse:

    O conteúdo estudado neste semestre trouxe uma reflexão um pouco mais aprofundada sobre o papel da escola na sociedade. Considerando as mudanças de organização social ao longo da história, o capitalismo não só trouxe fragmentações sociais como também transformações na educação, evidenciando o seu papel de reproduzir ou transformar a realidade. O contato teórico com diversas pedagogias e Teorias da Educação: Não-Críticas, Críticas-Reprodutivistas e Críticas, ajudaram nessa reflexão. Tanto a Pedagogia Tradicional, Nova ou Tecnicista partem da ideia de que a escola tem poder sobre a sociedade, não reconhecendo seus limites o que, na prática, ainda atua como reprodutora das desigualdades historicamente acumuladas e marginalização. Até mesmo a educação para o trabalho da sociedade capitalista educa os trabalhadores para a renúncia de sua independência, de sua crítica, seu pensamento, rendendo-se ao sistema em troca de seu sustento.Já as teorias Crítico-Reprodutivistas marcam os limites do “poder” da educação, porem reduzem a escola à reprodutora da estrutura social atual, caracterizando-a como Aparelho Ideológico de Estado (AIE) e escola dualista, fragmentada entre burguesia e proletariado.
    Em contrapartida, Saviani traz uma pedagogia histórico-crítica baseada em concepções dialética-materialistas e psicologia histórica cultural. A partir do método trabalhado por Marx, Gramsci, Vygotsky e outros, a educação é entendida como mediação na prática social para a constituição de um indivíduo crítico e capaz de transformar sua realidade. Essa pedagogia é e ainda será um grande desafio para as escolas brasileiras, não só por causa de problemas referente à formação de professores, mas principalmente por causa da ideologia do governo atual, comprometida com o conservadorismo e neoliberalismo. Boa sorte pra nós, futuros professores!

  13. Vitória Maria Fialho de Oliveira disse:

    Neste semestre, através da disciplina Sociologia da Educação II, pude observar e refletir como sempre fez e principalmente nos dias atuais, se faz necessária a formação crítica do professor, para inserir seu aluno na sociedade, com a mente aberta, fazendo-o não aceitar o senso comum; para humanizá-lo; transformá-lo não só como pessoa mas como cidadão (sujeito de direitos) e o tornar capaz de contribuir, mas também, transformar a sociedade em que vive. Para isso, nos foi mostrado que é papel do professor transmitir ao seu aluno o conhecimento necessário, que foi produzido ao longo do tempo, e juntamente com a escola, se adequarem à realidade vivida no local e respeitar as diversidades culturais (como observamos os diversos tipos de escolas), para alcançar o objetivo desejado.

  14. MARIA EMILIANA BUENO GONÇALVES disse:

    A Pedagoia Histórico-Crítica de Dermeval Saviani visa uma educação integral do aluno, ultrapassando as barreiras do senso comum. Para ele, o educador deve se colocar como um interlocutor mediante o educando, nando uma profunda participação na construção de seu aprendizado. É necessário que o aluno seja estimulado e encorajado a ter pensamento crítico além de lhe ser transmitido todo o conhecimento construído pela humanidade no decorrer da história. É importante que o sujeito que aprende possa utilizar o que aprendeu para atuar positivamente na sociedade, contribuindo para melhoria das condições de vida de sua classe e para um contexto mais igualitário, e não somente reproduzir um papel alienado e excludente imposto pela classe dominante.
    A cultura é heterogênea, porém é apresentada como homogênea na sociedade. Isso é decorrente de preconceitos oriundos da pressão colocada por classes sociais que estão sempre no topo. Portanto, acredito que no decorrer da disciplina Sociologia da Educação 2 pude entender a importância de se valorizar a bagagem, a cultura e a realidade do aluno. As diferentes pedagogias que aprendemos , oriundas de diferentes contextos e culturas, me fez enxergar a necessidade de suas apropriações para a minha formação, pois assim é possível que consigamos as utilizar como mecanismos de resistência e luta contra a máquina opressora vigente na atualidade.

  15. Jaqueline Pereira da Silva disse:

    Durante o curso de Sociologia da Educação II, pude compreender a importância da formação políca e histórico-social do professor, é extremamente importante que essa seja uma formação crítica e que leve o professor a refletir e repensar constantemente seu modo de trabalhar. No decorrer desse semestre, nos aprofundamos mais na sociologia voltada para a escola e educação. Estudamos sobre as diferentes sociedades e consequentemente, as doferentes escolas e modos de educar e ensinar, vimos escolas indígenas, escolas itinerantes, pertencentes ao movimento MST, escolas rurais e escolas do interior, observando essas diferentes instituiçoões de ensino, diferentes sociedades e diferentes culturas, aprendi que há muitas formas de se ensinar e de se aprender, todas elas muito ricas, claro que a educação no Brasil de modo geral, apresenta problemas, mas temos que observar, respeitar e aprender com essa diversidade de ensino e de cultura que existe no nosso país.

  16. Francielle Stéphanie Guimarães da Silva disse:

    Durante as aulas da disciplina Sociologia da Educação II pude refletir e me aproximar de teorias pedagógicas que apresentam a característica de ter o aluno como centro do aprendizado, e aprender mais como os pensamentos de filósofos e sociólogos que pensavam a educação voltada para quem se ensina pode transformar as pessoas, o meio em que estamos e também nosso forma de aprender/ensinar.
    A pedagogia histórico-crítica de Saviani nos marca nessa aprendizagem pois apresenta uma pedagogia voltada para a formação de um indivíduo capaz de agir e refletir de maneira crítica sobre sua realidade, que se sente inserido em um meio no qual é o centro de sua formação e que seja ensinado de modo integral em diversos aspectos de sua vida em sociedade através de uma educação humanizada que o possibilite se conhecer, o conhecer o mundo em que vive e transformá-lo pelo conhecimento.
    Nessa pedagogia, o que tiramos como também sendo fundamental para o modo como agir na posição de professores está na visão do professor como sendo aquele responsável pela mediação da construção do conhecimento do aluno através da realidade em que se encontra, capaz também de transmitir conhecimentos históricos que apresentam a construção de mundo que temos hoje e que juntamente com o aprendizado de diferentes culturas e a participação do aluno nesse processo, sendo o foco do ensino, formará indivíduos através do encorajamento em questionar, refletir e pensar de maneira crítica e conseguirá fugir do modelo de educação sistematizado que temos hoje que tem como objetivo apenas a reprodução de ações e pensamentos do senso comum por meio de um depósito de conhecimentos sistematizados pautados em uma sociedade excludente.

  17. Maria Eduarda de Souza Lacerda disse:

    Esta disciplina me fez refletir muito sobre a profunda relação e espelho que a escola é da sociedade, anotei em meu caderno baseada no Historicismo de Weber que “tudo é social, histórico e cultural”, isso me fez parar e pensar que a escola veio de uma construção histórica, que ela é influenciada pela política de um país e que pode-se considerá-la como um local de reprodução ou transformação, como local de reprodução, coloco como exemplo as teorias crítico-reprodutivistas, que colocam a questão da reprodução e a escola como local de reprodução de desigualdades, dos aparelhos ideológicos do estado e de haver escola para trabalhadores e para burguresia(a escola dualista), pensei muito sobre a questão da violência simbólica, que é uma cultura ser considerada superior e ser mostrada somente ela e o aluno que não teve contato com ela, se sentir por fora, não ver sua cultura na escola, sendo representada lá. Porém, apesar da escola ser influenciada pela sociedade, ela também é um local que pode proporcionar transformação, já que lá o aluno entra em contato com a cultura historicamente produzida pela humanidade, além dele mesmo ser produtor de cultura.
    Desse modo, a escola é um local de reflexão, “o aluno e o professor tem trocas com o mundo” e ao chegar na escola há o encontro do conhecimento como patrimônio social e o conhecimento que os alunos trazem consigo, levar em conta a diversidade das culturas é essencial para não praticar a violência simbólica, fazer com que o aluno se sinta parte da produção daquele conhecimento e que a escola seja um espaço que leve os alunos a refletirem sobre as práticas sociais e se tornarem cidadãos críticos, que buscam a transformação de si e de sua sociedade.

  18. Giovana Lorenzi disse:

    Comparado com o texto inicial que escrevi no começo da disciplina, percebi que minha visão sobre essa matéria teve algumas mudanças importantes que me levaram a um momento catártico, principalmente nos assuntos relacionados com os ambientes onde há os processos educativos e como eles se desenvolvem a partir de um contexto histórico, político e econômico.

    Através dos seminários individuais e em grupo, fui interiorizando que a educação vai muito além da relação professor e aluno, ela possui uma intencionalidade que se constrói através de todo o contexto social em que as instituições de ensino estão inseridas. E é a partir dessa concepção que compreendi que a escola tem o papel de tornar o aluno parte do sistema vigente ou construir nele um pensamento emancipador que o permita pensar e refletir criticamente sobre as engrenagens do sistema que gira a sua volta e como ele repercute fortemente em cada setor da sua vida. Tudo vai depender do tipo de pedagogia desenvolvida na instituição de ensino a qual o indivíduo frequenta e como ele lida com as informações que recebe.

  19. Juliana de Oliveira Zuanon disse:

    Durante a minha participação da disciplina de Sociologia da Educação II, pude aprender sobre os mais diversos modos de se pensar e analisar o processo educativo, tendo como ponto de vista geral a educação como uma prática social em que professores e alunos têm papéis determinados e interdependentes dentro de uma escola. Além disso, durante a disciplina, grande foco foi dado para a interação e a troca entre esses sujeitos que compõem o cenário educacional.
    A partir disso, refleti sobre diversos aspectos extremamente importantes para a educação, tais como: a sua democratização, a inclusão dos diversos modos de ser do ser humano, a educação das pessoas do campo, a educação em Áfricas, a consideração do conhecimento que o aluno já tem, a percepção daquilo que o aluno pode vir a aprender, a compreensão do contexto em que se dá a educação, a educação como processo de transformação e, ao mesmo tempo, de composição da sociedade, entre tantas outras coisas. Sendo assim, a disciplina contribuiu muito para a minha formação, principalmente porque serei professora e é imprescindível refletir, por meio da sociologia, sobre o meu papel na educação.

  20. Isabela Marin Munhoz disse:

    Eu, como discente da disciplina Sociologia da Educação II, durante o semestre, constato que pude ter maior compreensão do campo sociólogo e educacional e das vertentes presentes no campo pedagógico, assim como maior contato com algumas concepções, por exemplo: a pistrakiana e vigotskiana.
    Desse modo, considero que foi essencial para a minha formação compreender que o professor deve buscar uma formação politica e histórica-social, já que faz-se necessário o professor refletir sobre seu ensino, seus alunos, realidade e como isso se relaciona.

  21. Cecília Tomé Martins Fazan disse:

    Com a disciplina de Sociologia da Educação II, pude obter novos conhecimentos, sistematiza-los e fazer reflexões mais profundas sobre o campo sociológico, a educação e seu papel na sociedade. Tendo contato com diversos autores, pensamentos, teorias e correntes filosóficas, compreendi elementos essências para a formação de um professor, para que dessa forma, ao realizar seu trabalho o docente tente agir de acordo com o que foi visto nas disciplinas e vise superar a função da escola reprodutivista, pertencente ao senso comum e desconexa da realidade das classes sociais que atende, além de superar as dificuldade apresentadas.
    Sendo assim, dentre um dos fatores que considero importante na prática pedagógica do professor é que ele ajude os alunos a entenderem as relações do trabalho, pois assim estes conseguirão entender melhor o mundo e as consequências que isso gera na vida das pessoas, como por exemplo, as consequências da reestruturação produtivista presente na sociedade. Dessa forma, é relevante que no ambiente escolar, através dos professores, os alunos compreendam o papel que ocupam na sociedade, possam adquirir os conhecimentos construídos historicamente e pensar de forma crítica. Para isso, o professor utiliza-se de diversas teorias, pensamentos e autores em suas aulas, dessa maneira, é importante que este também possua uma formação critica.

  22. THAMIRES RIBEIRO SILVA disse:

    Com a disciplina compreendi que o problema da escola está no quadro geral da sociedade da educação e cultura.Mas em Marx a sociologia do sistema de ensino aparece como algo periférico,enquanto em Durkheim a sociologia da educação é algo nuclear.Max foca na sociedade concreta saindo dai sua critica da pedagogia e do sistema liberal e Durkheim vai para o lado das tradições culturais e tradições positivistas, visando a teoria de fundamentos básicos da educação.
    O fato da educação ser vista pelos sociólogos como um processo formal de cultura cabendo apenas a função de definir objetivos e distribuição de disciplinas, conteúdos e métodos de aprendizagem. Porém também em tempos atuais se é exigindo rever sua estrutura e visar um ensino informal e profissional também. Cabe a escola o papel de formar cidadães mais preparados e qualificados para esta nova sociedade e cabe ao governo reestruturar a escola para nova sociedade.

  23. Amanda Stefany Clementim disse:

    Através da disciplina Sociologia da Educação 2, pude aprender mais sobre diversas pedagogias e seus teóricos da educação. Ademais, por meio das mesmas, obtive uma maior compreensão no que diz respeito a influência da sociedade no contexto escolar, ou seja, a educação está totalmente ligada ao contexto histórico e cultural na qual ela está inserida. Inclusive, no modelo capitalista atual em que vivemos, a escola acaba assumindo o papel de continuar discriminando e marginalizando, além de propagar um modelo de ensino mais técnico e mecanizado, reproduzindo o senso comum. Entretanto, as teorias pedagógicas estudadas nos apresentam um outro modelo de escola, que é mais humanizada e possui um papel importante na transformação da sociedade, formando os indivíduos integralmente e com pensamento crítico.
    Portanto, cabe a nós professores estarmos comprometidos com a nossa formação crítica e com a realidade da sociedade, para que possamos pautar nossas aulas visando o segundo modelo, afim de tentar superar o primeiro.

  24. Giulia Gregorini Gazeta disse:

    A partir do que foi visto nesse semestre na disciplina Sociologia da Educação 2 pude perceber a importância da escola na sociedade e também o papel do professor na vida dos alunos. O professor participa da inserção do aluno na sociedade auxiliando-o a não acreditar e se contentar com o senso-comum, fazendo com que esse sempre questione e critique.
    Sendo assim foi possível aprender e entender que o papel do professor é transmitir o conhecimento que foi produzido ao longo do tempo para seu aluno e, junto com a escola se adequarem à realidade de cada aluno, tornando a educação acessível como deve ser.

  25. Beatriz Buuron disse:

    Durante a disciplina de Sociologia da Educação ll, foi possível tomar conhecimento de diversas teorias da educação, e sobre qual o real papel da escola, na sociedade. É de extrema relevância ressaltar que a escola está integralmente interligada com os fatores sociais, e que o processo educativo ocorre não só nos contextos escolares, mas também na vida social. Com essa disciplina, vimos que é fundamental para o profissional docente, a sua formação histórico-crítica, para praticar uma pedagogia de acordo com a realidade em que enfrenta. Como pudemos ver diferentes realidades sociais, variadas culturas, e sociedades, o educador deve portar-se de acordo com a sociedade em que está lidando, buscando sempre praticar uma pedagogia crítica, levando a criticidade a seus alunos, respeitando a diversidade.

  26. Lawrence William Garcia Gazarian disse:

    Nas artes o momento catártico é aquele em que há a suspensão da realidade, onde o espectador se encontra diante de algo que o exige o desprendimento da realidade anteriormente conhecida para a aceitação de algo nunca imaginado e que por vezes estava na sua frente o tempo todo.

    Sendo assim posso afirmar que para a minha formação, os conteúdos abrodados na disciplina Sociologia da Educação II foram catárticos. Principalmente a abordagem sobre como outros países tratam seus aspéctos educacionais, sempre tentando relaciona-los com os aspéctos brasileiros, principalmente em tempos de total desmonte da educação nacional.

  27. Gabriela Freitas Silva disse:

    A disciplina de Sociologia da Educação II desempenhou o importante em aproximar as teorias pedagógicas com o sistema político-econômico em que foram e estão inseridas. Logo de início nos foi apresentada a reestruturação produtiva do sistema capitalista aliando as relações de trabalho com o modo de sociabilização, ou seja, o processo de humanização envolvendo não só a organização dos cidadãos em sociedade civil, mas, em especial, o trabalho e sua divisão social. O sistema capitalista tem de perpetuar medo e incertezas para manter sua estrutura, dessa forma não garante os direitos inalienáveis de qualquer cidadão, como estão previstos por leis, para assim manter os trabalhadores ativos e dependentes de sua produção ou prestação de serviços como meio de sobrevivência básico. Diante disso, vimos no decorrer da disciplina a aproximação entre sociedade, educação, trabalho, Estado e controle político-social.
    Dessa forma, notamos que a educação na realidade do sistema capitalista é usada para formar mão de obra barata para o mercado de trabalho e também para o controle social. No entanto, nos foram apresentadas diversas teorias da educação como as Não-críticas que dá base a Escola Nova, Tradicional e Técnica em que desconsideram as determinações sociais do fenômeno educativo reproduzindo, assim, a sociedade de classes. Além desta vimos a Critico-reprodutivista enviesada por uma perspectiva totalizante em que a crítica é construída sem a perspectiva de mudança do desenvolvimento histórico , econômico e social. Também vimos a teoria Crítica da Educação, apoiada pela corrente ideológica do Marxismo que embasa a pedagogia Histórico-Crítica sobre a necessidade de formar cidadãos conscientes sobre a desigualdade de classes produzidas pelo sistema e também em problematizar os aparelhos que o Estado utiliza para a manutenção do sistema capitalista, para assim, posteriormente, esta conscientização em massa dos trabalhadores servir como potência para a transformação social advinda pela luta por direitos.

  28. Giovana Lorenzi disse:

    Comparado com o texto inicial que escrevi no começo da disciplina, percebi que minha visão sobre essa matéria teve algumas mudanças importantes que me levaram a um momento catártico, principalmente nos assuntos relacionados com os ambientes onde há os processos educativos e como eles se desenvolvem a partir de um contexto histórico, político e econômico.

    Através dos seminários individuais e em grupo, fui interiorizando que a educação vai muito além da relação professor e aluno, ela possui uma intencionalidade que se constrói através de todo o contexto social em que as instituições de ensino estão inseridas. E é a partir dessa concepção que compreendi que a escola tem o papel de tornar o aluno parte do sistema vigente ou construir nele um pensamento emancipador que o permita pensar e refletir criticamente sobre as engrenagens do sistema que gira a sua volta e repercute fortemente em cada setor da sua vida. Tudo vai depender do tipo de pedagogia desenvolvida na instituição de ensino a qual o indivíduo frequenta e como ele lida com as informações que recebe.

  29. Gabriele Cristine Pereira Miller disse:

    Durante o decorrer da Disciplina de Sociologia da Educação II, podemos dar continuidade às reflexões a respeito da sociedade e as relações sociais. A partir de estudos de textos de grandes escritores, sociólogos e os mais diversos estudiosos. Nós discutimos e nos apropriamos de mais teorias para compreendermos as relações da sociedade e escola nos tempos atuais. Nada vem vazio ou totalmente pronto, a relação da sociedade e os sujeitos que constroem o dia a dia da escola são os responsáveis por sua existência.
    Estando em contato com o conteúdo dessa disciplina, pude tomar um lugar à luz no que se refere a entender outras filosofias das mais diversas escolas e suas metodologias de ensino. Não existe um futuro livre, ou pelo menos claro, se não soubermos entender o passado. Nesse semestre eu saio mais esclarecida e mais reflexiva em relação às práticas e relações da sociedade e escola.

  30. Jéssica moraes disse:

    Na disciplina de sociologia II, tive acesso a muitas teorias que não faziam parte das minhas aprendizagens acadêmica, entretanto, esse primeiro contato se deu de forma mais acessível do que tive em sociologia I, em que a maioria dos autores e conceitos eram totalmente desconhecidos e, em virtude disso, estudar uma obra se tornou uma prática não hostil.
    A partir disso, repensar meu papel enquanto cidadão e enquanto pedagoga em formação, futura professora, se tornou um exercício diário, pois pensar questões como inclusão, lei 1063/4, papel do professor e sua relação com o aluno, papel do aluno enquanto cidadão, papel da sociedade,entre tantas outras problemáticas faz com que diariamente eu me coloque em cheque e não me acomode.

  31. Beatriz Rosa Freire disse:

    A disciplina sociologia da educação 2 acrescentou conhecimentos para a minha formação como professora, pois com ela pude assimilar teorias pedagógicas ainda não conhecidas.
    Essa disciplina, me mostrou a importância da intencionalidade do professor na educação, pois é através dessa intencionalidade que o aluno é inserido no sistema em que vive e passa a compreender que o conhecimento se da a partir de um contexto histórico, político e econômico. E para que isso aconteça, é muito importante que o professor compreenda a sociedade em que vive, para seus alunos possam compreender também.

  32. Vitória Guimarães disse:

    Com a disciplina Sociologia da Educação II, consegui constatar ainda mais o papel da escola e da educação na atual conjuntura da sociedade moderna. Essa educação é uma prática social em que os professores e também os discentes têm lugares dentro da escola. Esses lugares podem ser modificados e as trocas de experiências existem e são extremamente válidas, coisa que obteve bastante foco na disciplina nesse semestre. A relação do trabalho também teve sua ênfase e pude compreender como o docente aborda isso para com seus alunos e em como dessa forma, conseguimos fazer com que cabeças pensem em seu papel nessa sociedade e que eles formem seu próprio pensamento crítico, fugindo assim do senso comum. Chegando a conclusão de que a escola em si é muito além de um lugar em que vamos para aprender matérias para passar no vestibular por exemplo, a escola é um lugar em que refletimos, um lugar onde trocamos experiências, um lugar em que nos relacionamos com o diferente e aprendemos a respeitá-lo.

  33. Tatiane Cristine Craveiro disse:

    Na disciplina Sociologia da Educação II, conheci mais acerca dos pensadores da educação e as diversas pedagogias desenvolvidas para suprir as necessidades de suas épocas. Compreendi que a escola tem papel determinante na passagem de conhecimentos sistematizados e elaborados, socializando assim o conhecimento produzido pelo homem ao longo da história. Além disso, a escola tem papel fundamental na formação do homem crítico para a vida. Pela sua influência na transformação social e do homem, a escola deve ser um lugar de troca de conhecimentos e conscientização coletiva, que possibilite ao homem o pensamento crítico e abra caminhos para transformar a sociedade, sem reforçar a divisão de classes por meio da diferenciação de práticas e trocas de conhecimento.
    Gramsci afirma que a escola deveria ser quanto a qualidade e tipos de conhecimentos passados, unitária e democrática, sem fazer formação diferenciada por nível de classe social. Partindo desses pensamentos, acredito que a escola tenha que ter profissionais que estejam dispostos a ensinar e aprender com seus alunos, trabalhando na construção de um conhecimento coletivo, sem reforçar a “técnica” da aprendizagem mecânica para o trabalho. Dessa forma, cumprindo seu papel de formadora do homem crítico, ativo e transformador da sua realidade.

  34. Raiana Esperança fernandes disse:

    Nessa disciplina vimos várias teorias pedagógica as que mais chamaram a minha atenção foras as teoria crítica reprodutivista da escola dualista que trás a escola como reprodutora e causadora da marginalidade da sociedade onde a escola trás em si a ideologia burguesa e tenta impedir o desenvolvimento da ideologia do proletário , ela também qualifica o trabalho intelectual e desqualifica o trabalho manual. Essa foi a teoria que mais chamou a minha atenção.

  35. Fernanda Gabriela Dionizio Bortolussi disse:

    Durante a Disciplina Sociologia da Educação II, pude refletir melhor sobre o que é a educação e sobre as diferentes Pedagogias. Observei também a relevância do professor e da escola na sociedade.
    Compreendi no decorrer das aulas que o papel do professor e do aluno não são independentes pois sofrem influências do contexto (social, político, cultural) em que estão inseridos, podendo atuar tanto na transformação do momento histórico em que se encontram através de uma educação crítica, quanto na perpetuação de ideais já vigentes.

  36. Bianca Parisi Chiqueto disse:

    Com a disciplina de Sociologia da Educação II tivemos uma maior compreensão sobre os processos de aprendizagem de diferentes métodos e perspectivas e que não é possível que se tenha uma visão limitada sobre o ensino uma vez que nosso objetivo é fazer com que a escola não seja vista apenas como um processo de caráter preparatório, mas sim como processo integrado a vivência social que exercemos.
    Então é preciso saber que somos seres históricos e sociais, que somos formados pela situações e meio que estamos expostos e por isso é necessário que tenhamos uma prática educativa que estimule o desenvolvimento da capacidade crítica e reflexiva, que a educação se faça completa e libertadora, pois através dela é possível as transformação e avanços sociais.

  37. Priscila Savério disse:

    A disciplina Sociologia da Educação II me fez pensar em como posso melhorar as praticas pedagógicas durante a docência. As aulas, os textos, seminários e discussões fizeram com que eu conhecesse artigo, áreas de pesquisa e documentos importantes para o desenvolvimento da educação e suas práticas.
    Pude entender que a escola é um lugar de ações intencionais, tendo suas práticas baseadas em práticas politicas-sociais. Nesse processo, como professores, não devemos apenas preparar os alunos pro mercado, mas faze-los serem críticos,valorizar sua história, não deixar com que eles sigam o “senso comum” e inseri-los na sociedade. Entendi que professores não são dententores do conhecimento, mas sim mediadores nas trocas de de experiências, histórias e conceitos realizadas nas relações dos alunos/mundo/professores/historia.

  38. Renata Yohana Mateus Góes disse:

    Os textos, aulas expositivas e seminários da disciplina “Sociologia da Educação II” me fizeram refletir sobre o papel da escola na vida dos indivíduos. Como futuros professores, queremos crer que a escola tem um poder transformador, um poder de modificar os indivíduos e melhorar suas vidas. No entanto, vimos na disciplina que a escola pode ser um instrumento de manutenção da ordem social. Isso ficou bem evidente nos estudos sobre a escola do campo, por meio dos quais pudemos observar a precariedade do ensino e a falta de possibilidade de mobilidade social dos alunos que a frequentam.
    Outro ponto da disciplina que me chamou bastante a atenção foi como a prática pedagógica pode estar ligada à violência simbólica, à medida que contribui para a reprodução social, e não para sua subversão. A escola busca ensinar para o aluno saberes valorizados na ideologia dominante, desprezando os conhecimentos e interesses dos alunos. Além disso, os alunos provenientes de classes mais baixas recebem uma educação mais técnica, com o objetivo de prepará-los para o mercado de trabalho, enquanto os alunos de classes mais altas podem receber uma educação mais erudita.

  39. Gustavo Francisco Rodrigues disse:

    Com a disciplina Sociologia da Educação, tive acesso a diversas apresentações de conteúdos diferentes, na qual a que tive mais interesse foram as que retratavam sobre o MST, que é um movimento que eu pouco conhecia e que agora conheço muito bem o trabalho que eles fazem, que é de extrema importância, pois além de proporcionar um trabalho digno e gerar comida para o próprio MST, ainda fazem um trabalho educacional com as escolas deles.

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