Prática Final do Conteúdo – Educação de Jovens e Adultos

On agosto 19, 2018, in EduCoop, by Fábio Fernandes Villela

Bom dia querid@s alun@s! Tudo bem?

A proposta da produção de texto final é retomar a temática dos dois últimos conteúdos da disciplina (7. A centralidade da categoria trabalho na EJA e 8. Abordagem histórico-crítica da EJA) e ampliar a discussão sobre a produção de alimentos: produção de milho na roça, industrializado; milho transgênico e orgânico.

Para introduzir o tema da produção de milho, o aluno deve assistir aos dois vídeos abaixo indicados:

1) “Rocinha de milho” (Tonico e Tinoco), disponível em:

https://www.youtube.com/watch?v=ynYNM8-us_U

2) “Colheita do milho” (Chitãozinho e Xororó), disponível em:

https://www.letras.mus.br/chitaozinho-e-xororo/167437/

Para produzir seu texto, o aluno deve considerar o debate sobre mudanças atuais quanto à produção de milho (industrializado e transgênico versus orgânico), acessando as matérias sobre o tema, disponíveis nos links abaixo:

“Não planto transgênicos para não apagar minha história”

https://www.youtube.com/watch?v=6Kad7X-WMWg

“Milho transgênico pode fazer mal à saúde”

http://www.ihu.unisinos.br/561434-milho-transgenico-pode-fazer-mal-a-saude-dados-sao-revelados-pela-monsanto-apos-acao-judicial

“Semente de milho orgânico chega ao mercado”, disponível em:

http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/Milho/noticia/2014/06/semente-de-milho-organico-chega-ao-mercado.html

“Milho transgênico pode provocar tumor”

https://www.youtube.com/watch?v=3HOjKbdSqvk

e

https://www.facebook.com/BrasilSemMonsanto/posts/1562159240478198:0

“Sementes da Morte”

https://www.youtube.com/watch?v=EYuI2uCURQU

O texto final deverá apresentar os aspectos positivos e negativos da atual forma de produção e consumo de alimentos, com destaque para o milho, propondo o resgate de práticas tradicionais de produção e consumo de alimentos.

A postagem deverá ser um texto autoral (isto é, produzido por você, sem copiar texto disponível na web) e deverá ter de seis a dez linhas.

Bom trabalho! Profs. Fábio & Tenani.

29 Comentários “Prática Final do Conteúdo – Educação de Jovens e Adultos”

  1. Sueli Corrêa disse:

    A produção de alimentos agrícolas tem se tornado cada dia mais vultuoso. Esta expansão existe tanto pelo consumo quanto pelo “mal” consumo. O desperdício e o anseio por lucros cada vez maiores, tem banalizado nossa saúde e boa alimentação.
    Em busca de alimentos mais resistentes a pragas, colheitas graúdas e produtos sedutores e bonitos nos supermercados, hoje nos alimentamos de produtos transgênicos, e cada dia mais modificado pela indústria.
    Muitos alimentos são modificados, mas citarei como exemplo o Milho. Produto muito consumido em grande parte do Brasil. Este é modificado (transgênico), para se tornar resistente a herbicida (produto químico utilizado para controlar ervas daninhas).
    Produtos transgênicos são aqueles que sofrem a modificação genética em laboratório, ou seja, há a mistura de genes, de um tipo de alimento em outro, sempre em busca de maior resistência a pragas e inseticidas. Algo bastante favorável aos produtores, porém desfavorável a nossa saúde. Vou apontar dois exemplos de fácil compreensão, apenas para que tenhamos uma pequena ideia de quão lesivo é para nossa saúde.
    Ao introduzir e consequentemente misturar genes em um determinado alimento, obteremos a geração de novas substâncias o que potencializa em nós seres humanos, o desenvolvimento de reações alérgicas.
    Outro fator importante, é que ao introduzir genes de bactérias resistentes a antibióticos nos alimentos, consequentemente, ao consumi-los também nos tornamos resistentes a elas. Oque nos trará grandes malefícios ao enfrentar alguns tratamentos de saúde.

    Já nos alimentos orgânicos, são utilizados recursos naturais para o controle de pragas ao invés de agrotóxicos e fertilizantes industrializados.
    Hoje os alimentos e vegetais naturais, tornaram-se glamorosos! Nos deslocamos quilômetros e quilômetros em busca de um café da manhã ou almoço da roça. Tais comidinhas tornaram-se passeios planejados, com fotos e postagens nas redes sociais. Comer um belo prato de galinha caipira e hortaliças frescas é mais raro que ir ao Walt Disney World.
    A gostosura que sentimos na boca, é apenas o respeito a terra, as estações do ano e o consumo consciente. É controlar a ansiedade e aceitar que não se come um Caqui docinho e maduro em julho.
    É ter consciência que aquele milho refogadinho no almoço, muito provavelmente virá com uma lagarta militar entranhada, e não vale reclamar, porque sabugos não vem com garantia.

  2. Elaine Aparecida Pereira Nogueira disse:

    Conta minha mãe, que suas bonecas eram escolhidas no milharal, uma loira, uma ruiva outra morena… Na comunidade caipira, os saberes eram transmitidos de geração em geração. Hoje, ameaçados pela industrialização e utilização de sementes de milho transgênicas. Que se por um lado facilita a produção em grande escala e os interessados sustentam que mantêm suas propriedades nutricionais. Por outro lado, vários estudos apontam que existem riscos à saúde, principalmente aos órgãos responsáveis pela eliminação de impurezas, como o rim e o fígado.
    Através de uma abordagem histórico-crítica, que os pequenos agricultores, problematizem e se instrumentem, por meio de feiras de sementes e outras práticas. Correlacionem o alimento orgânico e a preservação do meio ambiente, sendo que o mesmo condiz com a agricultura sustentável e podem ser produzidos em grande escala, para atender a demanda.

  3. Maíra Fernandes Laurentino Hamamoto disse:

    É o conhecimento que confere poder. No que se refere aos transgênicos, as grandes empresas detentoras do conhecimento tecnológico e científico para transformarem geneticamente os organismos, buscam controlar também o direito da população em conhecer aquilo que se ingere. As pessoas não conhecem o que consomem e muito menos as consequências desses alimentos para a saúde. Desta forma, o conhecimento e o poder de produzir o próprio alimento, que um dia já esteve nas mãos dos homens do campo, hoje estão nas mãos das grandes indústrias. Tais modificações genéticas são capazes de produzir aos montes, mas não carregam a história e a memória daquilo que se produz e consome.

  4. Beatriz Fernanda Rodrigues disse:

    A agricultura foi uma das primeiras atividades humanas para a sobrevivência, e hoje, é uma das principais bases de economia do país. O que antes consistia na passagem de sementes crioulas de geração a geração, hoje transformou-se na modificação de sementes resistentes em laboratório, resultando em alimentos transgênicos. No caso do milho, sua alta utilização em diversos setores da indústria – consumo humano e animal – fez com que o milho crioulo, produzido e cultivado de forma natural, perdesse espaço para a semente transgênica, devido ao interesse em altos lucros. Quanto aos impactos positivos dos alimentos transgênicos, além do aumento da produção, possuem maior resistência e durabilidade, até mesmo para seu armazenamento. Em contraponto, os malefícios a saúde são inúmeros, como o surgimento de tumores e danos aos órgãos. Além desses “malefícios físicos”, podemos apontar também a diminuição da agricultura sustentável e dos saberes da cultura caipira, dizimando os conhecimentos passados aos descendentes pelos meios de produção capitalistas.

  5. Tatiane Castro disse:

    Atualmente, nós conhecemos três tipos de sementes de milho. As orgânicas, convencionais e transgênicas. As sementes convencionais, crescem naturalmente sem necessidade de muito controle humano. As sementes orgânicas tem um protocolo de cuidados a ser seguido, não pode-se usar nenhum tipo de agrotóxicos, por exemplo. Já as sementes transgênicas, vem sendo motivo de muita discussão. Pesquisas apontam que as sementes transgênicas são toxicas para os humanos e animais, causando insuficiências renais e hepáticas, e alteram o nível de creatinina no sangue e na urina, o que indica problemas também, problemas musculares. Mas como vantagem, as sementes orgânicas se mostram muito mais resistentes a venenos agrícolas. O uso de sementes transgênicas está acabando com toda cultura de plantação que os nossos antepassados construíram, pois o cruzamento destas com a semente tradicional, cria uma planta fraca, que com o tempo se extingue, obrigando os donos de plantações a comprarem sementes.

  6. Ana Paula Nunes disse:

    O milho é considerado um produto essencial para a alimentação de várias sociedades. Seu plantio, no decorrer dos anos vem sofrendo mudanças, principalmente com o avanço tecnológico e as pesquisas genéticas, citando as pesquisas com o milho transgênico, ou seja, modificações genéticas nos produtos. Por meio dessas modificações, o milho passa a ser mais resistente, pois ocorre um melhoramento em sua genética. Entretanto, algumas pesquisas apontam que os alimentos transgênicos podem causar problemas de saúde, como o desenvolvimento de câncer, um fato que causa receio em vários grupos que tentam acabar com o uso desse milho transgênico.

  7. Vitória Helena Proni disse:

    Atualmente, os milhos transgênicos e industrializados são utilizados pelas empresas, que se beneficiam com o aumento da produção e do lucro, reflexo – dentre outros fatores – da sociedade capitalista em que vivemos. Diante disso, as referidas pesquisas do post acima, comprovam que os milhos transgênicos são tóxicos e, por isso, prejudiciais à saúde das pessoas, afetando órgãos vitais e provocando tumores cancerígenos. Dessa forma, é muito importante nossa conscientização e participação na produção alimentícia, de modo a resgatar as sementes crioulas para plantação de milhos orgânicos, tomando os devidos cuidados para manutenção de suas características originais. Junto a isso, estaremos zelando pela história, memória e cultura caipira, do cultivo de milho na roça.

  8. Glaucia Juliana Freire Rangel disse:

    Na história da humanidade, a agricultura proporcionou um grande avanço tanto para o consumo como para a alimentação dos animais. A cultura caipira e a agricultura trouxeram as novas formas de produção de alimentos, como os transgênicos que são alimentos geneticamente modificados. O milho crioulo, sendo o milho natural foi importante para o desenvolvimento da agricultura. Com as diferentes formas de uso do milho, a indústria passou a investir em novos procedimentos para garantir o lucro. Através de mecanismos como a utilização de modificações genéticas, as indústrias puderam aumentar a produção, a resistência e a durabilidade do grão, o que a indústria considera como ponto positivo. Entretanto, pesquisas apontam que o consumo de alimentos transgênicos podem causar malefícios à saúde como, câncer, tumores, danos aos órgãos, infertilidade e distúrbios no sistema digestivo.

  9. Eduarda Rossi disse:

    Desde muito tempo atrás, a humanidade já vem plantando e colhendo os seus próprios alimentos para que possam sobreviver. O milho, por exemplo, é um alimento com muitas utilidades, que vai desde a própria alimentação até a alimentação de animais. Os agricultores, por várias gerações, cuidaram e repassaram com muito cuidado as sementes crioulas, mas hoje com a industrialização e os alimentos transgênicos isso se torna cada vez mais difícil. As sementes transgênicas produzem mais, porém podem fazer mal a saúde. Quando o milho transgênico cruza com o milho crioulo as novas sementes nascem modificadas, perdendo as características originais e apagando todas as histórias que passaram por várias gerações, assim sendo necessário que essas práticas tradicionais não se percam.

  10. Amanda De Souza Guiduce disse:

    Quando pensamos em alimentação, logo pensamos em verduras, legumes e frutas. Sabemos que estes são indispensáveis em nosso cardápio, mas será que é tão simples escolher seu alimento? Não! Com o uso excessivo de agrotóxicos tem ficado cada vez mais perigoso consumir esses alimentos tão comuns. Por exemplo, quando vemos um milho graúdo e bonitão logo pensamos que este é o melhor, mas nem sempre, o uso de agrotóxicos faz justamente isso, com que cresçam rapidamente e fiquem vistosos, sem contar que são produzidos em grande quantia para que se possa chegar a todos. Apesar, não é de maneira natural.
    O milho orgânico, por sua vez, isento de agrotóxicos é bom alimento e este sim deve ser consumido. Se pararmos pra pensar, usamos o milho pra tantas coisas e imagina a quantidade que química que estamos ingerindo. O milho a agricultura não é só um alimento, mas também é parte de uma história, aquela da roça, do caipira, pois sim, essa que foi é a maior riqueza do interior o trabalho com amor daqueles que amam a terra e que cultivam pelo amor e pelas suas raízes sem perder seu DNA.
    Com tudo, é preciso uma reflexão imediata sobre oque esta acontecendo com nossa agricultura, com o que estamos sendo obrigados a comer pois é o que é vendido para nós e se continuar assim, ou já esta acontecendo, vamos morrer pela boca.

  11. Adriana Lulho Roncalho disse:

    O homem começa sua história vivendo da coleta de alimentos, a partir do momento em que adquiri a percepção de que pode plantá-lo e se beneficiar dele, passa a modificar o ambiente, daí surge o que chamamos hoje de agricultura.
    A agricultura é uma das mais importantes atividades exercidas pelo homem, uma vez que, garante alimento para nossa sobrevivência. Dá para pensar os grandes centros urbanos sem o trabalho do homem do campo que alimenta as milhões de bocas que ali vivem? Impossível.
    A produção de alimentos é hoje uma das principais atividades de nosso país, por muitos anos ela esteve nas mãos das famílias, o que nomeamos de agricultura familiar, compostas por comunidades que buscavam preservar o melhor dos alimentos, selecionando e trocando sementes entre si, mantendo qualidade, tradição e cultura. A problemática hoje é que grandes indústrias dominam o ramo de venda e disseminação das sementes. Apagando o valor e boa parte da salubridade oferecida por elas. Temos hoje os transgênicos (quase em sua totalidade no milho e na soja), que apesar de oferecerem colheitas mais resistentes ao clima e a infestação de pragas, tem os efeitos a saúde do homem e do animal (já que soja e milho são à base das rações de pets e animais da pecuária) desconhecidos, com estudos que já apontam toxidade e anomalias como o câncer.
    Temos uma questão de saúde, mas, também uma questão sócio-cultural. A agricultura como atividade ontológica, propriedade e patrimônio do homem, que conhece a terra, as sementes, a melhor forma de manuseá-la para melhor aproveitamento, vai sendo suprimida. Por técnicas, que visam apenas o lucro.
    É o mais profundo que as garras do sistema capitalistas chegam, à nossa mesa, na vida do homem do campo. Controlando o que comemos e o processo de produção deses alimentos.
    Não que as tecnologias não sejam boas. Mas, nesse caso em específicos, devemos nos questionar “está sendo boa para quem?”.

  12. Giovana Guerra de Oliveira disse:

    Vivemos em uma sociedade movida pelos avanços tecnológicos. Hoje é possível até mesmo modificar geneticamente alimentos. Um bom exemplo disso é o milho, um dos alimentos transgênicos mais consumidos no mundo e mais produzido no Brasil. As modificações no milho foram realizadas devido a grande demanda de consumo, tanto por animais como por humanos, a fim de que a produção desse grão se tornasse mais resistente à pragas e inseticidas. Tais modificações são chamadas de melhoramento genético, contudo, pesquisas nos mostram o quão prejudiciais à saúde esses transgênicos são. Como é possível chamar de melhoramento genético aquilo que causa mal?
    Hoje, mais do que nunca, é preciso recorrer aos saberes tradicionais dos agricultores caipiras, que prezam pela produção orgânica, para podermos consumir alimentos puros.

  13. Ana Quéren Savenharo disse:

    A necessidade de consumo das populações fez com que se criasse sementes transgênicas, pois assim conseguiriam ter um maior controle sobre as sementes. As sementes transgênicas faz com que o alimento plantado perca suas características, e com isso causando danos à saúde de quem consome esse alimento modificado, é algo que vai além de uma simples sementes, mas sim as consequências que depois de algum tempo isso pode causar, com surgimento de doenças que até hoje não tem cura, como diz certo ditado, as pessoas estão morrendo pela boca, pois o consumo esta cada vez maior, e as pessoas acaba não sabendo o que estão consumindo, e isso tudo gera uma economia maior para quem tem o domínio da sementes, e para indústria farmacêutica entre outros. O agricultor acaba sendo dependente de sempre estar comprando novas sementes, por causa das características que o alimento vai perdendo, e com isso o agricultor acaba se tornando dependente de agrotóxicos, entre outros males que as sementes são expostas. Mas como sabemos tem pessoas, grupos no qual estão protegendo sementes orgânicas e esses tipos de alimentos acaba se tornando preciosidades, mas ainda poucas pessoas sabem pois não é algo tão expostos para as pessoas, mais cabe a nós que entendendo um pouco sobre os males de alimentos transgênicos, passe adiante.

  14. Caroline Silva Machado Necchi disse:

    A tecnologia vêm avançando de maneira a melhorar e aumentar o plantio e cultivo dos produtos agrícolas, sendo assim, com a melhora dos agrotóxicos e com as sementes geneticamente modificadas, a agricultura cresce a cada dia mais, fazendo com que o mercado consumidor cresça a cada dia mais.
    O custo dessa movimentação de dinheiro intensa pode ser sentida a longo prazo pelos consumidores dessas mercadorias, no caso o milho, que esta presente não somente como produto final, mas também como matéria prima para a realização de derivados como, fubá, cerveja, polentas, etc. A melhora na comercialização e na durabilidade dos produtos agrícolas, pode ser discutida quando se é percebido que estes produtos não é saudável quanto aqueles que não eram tão lucrativos, ou facilmente infestados por pragas. Os primeiros sinais é a rejeição dos animais com esse milho transgênico e a proibição da venda de produtos orgânicos nas redes de supermercados.
    O capitalismo cresce com essas mercadorias, o agronegócio, industria farmacêutica e de planos de saúde ganham, quem perde, é o consumidor, que adoece e alem de pagar pelo produto, paga dobrado pelo mal que ele causa.

  15. Ana Carolina Da Silva Garcia disse:

    Os saberes agrícolas da cultura caipira eram passados de geração em geração e priorizavam uma agricultura sem a utilização de agrotóxicos e sem modificações, utilizando estercos e adubos orgânicos.
    Com o passar dos anos e a modernização, até mesmo com a industrialização conseguimos observar uma considerável mudança: a desvalorização da cultura caipira, surgindo sementes transgênicas que prometiam favorecer a agricultura, aumentando a produtividade, durabilidade e ainda trazendo benefícios ao consumidor com a otimização da composição nutricional. Sementes essas mais resistentes as pragas. Porém, este tipo de alimento alterado apresenta riscos para a saúde e meio ambiente, como alergias, tumores, problemas no solo, etc. O Brasil é o segundo maior produtor de alimentos transgênicos, estes que fazem parte do nosso cotidiano, como por exemplo: soja, e principalmente o milho. Tão utilizado na cultura caipira e hoje modificado geneticamente. Essa mudança causa alteração no sabor, assim, podemos notar que um milho plantado na roça, sem qualquer tipo de substancia química tem um sabor diferente e mais natural do que o milho que compramos no supermercado, industrializado, cheios de compostos químicos.
    Nesse contexto, a valorização da cultura caipira é de grande valia, pois só tem de contribuir com a saúde do produtor e do consumidor, utilizando adubos orgânicos e produzindo alimentos de melhor qualidade, com uma agricultura sustentável, preservando assim o meio ambiente e a saúde de todos nós.

  16. Leticia da Silva disse:

    Do Plantio à Colheita

    Desde os primórdios dos tempos, o homem ( paleolítico) sobrevivia da caça, da pesca e da coleta de vegetais,por volta de 1000 a.c. , começou a domesticar animais e a cultivar plantas, através dessa garantia de alimento o homem passou a se estabelecer e construir as primeiras aldeias.
    Com o tempo o homem se aprimorou na produção de alimentos, construindo ferramentas para à plantação, colheita, melhoria da qualidade e quantidade dos alimentos. Desde então a produção de alimentos aumentou de forma significativa, garantindo alimentos e possibilitando o aumento da população mundial.
    Hoje em dia a produção de alimentos acontece em grande escala, é uma dos principais meios de renda, com o aumento da produção e por ser umas das principais bases da economia de vários países, o modo de produção de alimentos foi amplamente modificado, com novos modos de irrigação, plantio, uso de maquinas e das novas tecnologias e principalmente o uso ciência para o controle de pragas, fungos, etc.
    Atualmente existem alimentos transgênicos: alimentos que tem o seu material genético modificado, um exemplo é o milho transgênico, um dos alimentos mais consumidos do mundo. Essa modificação genética é feita para o controle de pragas sem o uso de agrotóxicos, que são tóxicos para os animais como as lagartas.
    Através dessa modificação é possível que o alimento, no caso o milho desenvolva um tamanho maior (em comparação com o milho Criolo), e a planta produza em maior quantidade tornando-o mais saborosos e ricos ( do ponto de vista nutricional), diminuindo o custo da produção e aumentando os lucros dos produtores nas vendas desses alimentos.
    Com a produção desse novo tipo de alimento, surgiu com ele um debate: Há algum risco para á saúde do ser humano através do consumo do mesmo?, embora não haver pesquisas com informações suficientes sobre todos os efeitos que a ingestão de alimentos transgênicos, foi possível observar que podem causar reações alérgicas em pessoas predispostas, e uma maior possibilidade de desenvolverem câncer.
    Com a produção de alimentos transgênicos, perde-se aos poucos à cultura da plantação tradicional, aquela em que os conhecimentos são passados de geração em geração,à cultura de um povo, de um modo de viver, os valores da produção de grãos orgânicos.

  17. Joice de Oliveira Silva disse:

    O atual cenário na agricultura tem refletido o avanço das tecnologias, avanço esse que muitas vezes acabam sendo prejudiciais ao ser humano, como no caso das sementes crioulas, que estão sendo ameaçadas por sementes modificadas geneticamente. Essas sementes são as denominadas transgênicas e recebem uma modificação em seu gene, visando uma melhor qualidade no organismo original, mas isso pode ter consequências ainda não mensuradas. No caso do milho transgênico, por exemplo, é fato que este ganhou o espaço na agricultura em âmbito mundial,por ser produzido mais facilmente, e ser mais resistente, mas algumas pesquisas defendem que essa modificação pode causar males e que para a piora da situação a população em geral não tem conhecimento do que realmente consome, e atualmente, na verdade, não possuem nem opção de uma alimentação livre de transgênicos.

  18. Ayane Tolfo Lima disse:

    Há anos, os serem humanos viviam da caça e coleta de plantas que cresciam espontaneamente, o que foi mudado a partir do momento que perceberam que podiam plantar. Por ser da agricultura que se cultiva vários dos alimentos necessários ao bem-estar, como o milho, as empresas perceberam que poderiam lucrar com o domínio das sementes, criando assim, as sementes transgênicas, ou seja, criadas em laboratório. Um dos pontos negativos destas é que o milho, por exemplo, que antes era criado de forma orgânica, por agricultura familiar, é modificado, apagando assim a história de cultivo dos antepassados. Além disso, as mesmas trazem malefícios à saúde, como o surgimento de tumores e danos aos órgãos. Em contraponto, há aspectos positivos como o aumento da produção e a maior resistência e durabilidade da semente.

  19. Bruna Fernandes disse:

    A intervenção do homem na natureza acontece desde a pré-história, a agricultura foi a base para a sobrevivência e o desenvolvimento da humanidade. No Brasil a economia agrária sempre proporcionou muitas riquezas ao país. Se antes a agricultura era, em sua maioria, para subsistência com métodos e técnicas artesanais, hoje com o desenvolvimento da biotecnologia vivemos um “boom” na produção agrícola. Nesta nova lógica de produção, em que o trabalhador rural e a cultura caipira é considerada ultrapassada, o que predomina é a produção em grande escala com fins lucrativos. Nesta era de produção alicerçada nos grãos transgênicos, em que os produtores visam lucros exorbitantes, os alimentos são considerados impróprios para o consumo, visto que as modificações genéticas feitas nesses grãos podem ocasionar vários problemas de saúde. Desta forma, para a segurança alimentar e para o resgate da cultura caipira é necessário reconsiderar os métodos de produção orgânica, que garantem qualidade aos alimentos e que a respeitam os ciclos da natureza.

  20. Mariana Gomes de Oliveira disse:

    O milho natural, denominado crioulo, deriva da agricultura familiar – uma das primeiras atividades humanas – passada de geração em geração. Com a alta utilização do milho em diversos setores da indústria, a visão lucrativa do alimento resultou nas suas modificações em laboratório, surgindo os grãos transgênicos. Nessas modificações, podem-se ressaltar pontos positivos, como o aumento da produção, a resistência a pragas, e o aumento da resistência e durabilidade do grão no armazenamento. Todavia, pesquisas indicam que o consumo desse tipo de alimento pode trazer prejuízos à saúde, evidenciando os aspectos negativos. Em reflexão, visto a sociedade atual visionária de lucro, a tendência é que os alimentos transgênicos tomem a maior parte do mercado, fazendo com que as sementes naturais tornem-se escassas.

  21. Danielle Mota disse:

    Através de várias pesquisas, foi comprovado que o consumo dos milhos transgênicos tem efeitos negativos à saúde, principalmente para o fígado e rim, além de serem prejudiciais ao meio ambiente. O cultivo de alimentos transgênicos em grande escala, substituíram grande parte da mão de obra por máquinas, tirando o trabalho de muitos moradores rurais que dependem da colheita para sobreviver. Por isso é importante valorizar a produção em pequena escala, a produção de famílias rurais e os trabalhos manuais, para uma melhor qualidade de vida dos consumidores e conservação da cultura caipira.

  22. Amanda C. Figueiras disse:

    A excessiva valorização de produtos industrializados na alimentação, motivada pelo contexto de produção e consumo em que estamos inseridos tem consequências negativas para a nossa saúde como consumidores, visto que, um preço acessível e uma marca relativamente conhecida ocultam, muitas vezes, o impacto que a produção em massa pode ocasionar nos critérios de seleção e qualidade do alimento.
    Ao pensar, por exemplo, no milho – alimento que marca presença na nossa rotina de hábitos alimentares, cuja a herança deixada por tradições indígenas aponta inúmeras possibilidades de preparo e consumo dos seus grãos, uma “história alimentar”. Ele pode ser encontrado aos montes em versões geneticamente modificadas pela indústria constituindo os salgadinhos que comemos em lanches rápidos ao longo do dia e suprem poucas de nossas reais necessidades nutricionais, adicionando quantidades exorbitantes da gordura e do sódio de temperos artificiais no nosso corpo. Desconhecemos o que consumimos e isso pode acarretar muitos prejuízos a longo prazo para a qualidade de vida, longevidade humana de uma forma geral, aumentando a probabilidade de doenças como câncer, alergias e infecções.
    Já em alimentos de produção humanizada cada parte do processo cuidadosamente pensada na relação com o todo, implica num resgate cultural de práticas artesanais agrícolas. Esse processo pode ser pensado como uma estratégia para aumentar a visibilidade e a valorização social de pessoas das zonas rurais, aproveitando o melhor que tenham a oferecer com sua experiência, ampliando oportunidades sociais em que elas possam se relacionar com a comunidade urbana.
    Dessa forma pensamos formas de produzir os alimentos de que necessitamos para sobreviver, sistematicamente integradas a necessidades humanas reais de determinada cidade ou região, articuladas também com questões ecológicas (respeito aos ciclos naturais das estacoes para colheita e plantio), educacionais (conscientização no consumo) e de saúde.

  23. Paloma N. de Oliveira disse:

    Primeiramente, os alimentos transgênicos são modificados e produzidos geneticamente, o que faz com que os alimentos possuam melhores características de cultivo e produtividade, além disso, podem existir espécies de frutos que possam apresentar maior prazo para amadurecimento, porém, esses alimentos transgênicos não possuem os genes funcionais espontaneamente, o que por sua vez, as características das plantas são modificadas em laboratório.

    Com isso, pode se dizer, que esses alimentos modificados geneticamente até podem trazer um aumento na produção, seja de milho, frutas, frutos ou legumes, podem ser mais resistentes às pragas, em alguns casos até mais nutritivos, e mais econômicos. Porém, não podemos deixar de observar e pensar que com esses alimentos estamos causando um desequilíbrio na natureza.

    E principalmente na produção do milho, na qual a semente é algo tão valioso, uma semente que conta várias histórias no decorrer dos anos, quando a mesma é modificada, a originalidade dela a história que ela nos traz é apagada, sua ancestralidade é simplesmente modificada. Pensando nisso, devemos tentar manter nossas raízes, respeitando o meio ambiente, o solo livre de contaminações agrotóxicas, a água, a vegetação, e principalmente, não podemos esquecer de valorizar também a mão de obra de quem produz esses milhos e guardam com tanto carinho essas sementes.

    Com isso, entendo que resgatar nossas práticas tradicionais de plantação de milho se faz muito importante para o resgate da nossa história e cultura.

  24. Patrícia Almeida Florêncio disse:

    Antigamente a agricultura era vista como uma “arte”, que era passada de pai para filho, de geração pra geração. Hoje em dia, com as máquinas o cultivo já não é tão artesanal e a preocupação com a qualidade dos produtos também já não é como antes, a indústria, com o propósito de obter maior durabilidade, aumento na produção e lucro, passou a modificar geneticamente os grãos. E por sua vez, a população, sem muito direito de escolha, acaba tendo que consumir esses grãos modificados, sofrendo assim com os malefícios que eles causam a saúde.

  25. Laís Narciso disse:

    O milho antigamente era cultivado entre famílias, onde o ensinamento da colheita do grão era transferido de geração em geração. Com o crescimento das populações, e a necessidade da alimentação, o milho e as demais sementes passaram a ser produzidos pela indústria. Para elas terem maior durabilidade e serem produzidas em alta quantidade, as sementes foram modificadas geneticamente, se tornando grãos transgênicos.
    Por um lado, ao modificar atendem a demanda de consumo, já que o milho é rico em vitamina A e complexo B, mas por outro ao ser modificado contém sinais de toxidade, que pode trazer efeitos negativos sobre o fígado e o rim.

  26. Luiz Fernando Soares disse:

    Compreender o modo de produção e consumo de alimentos nos dias atuais depreende uma discussão acerca da evolução tecnológica que abrange esses processos, assim como as novas demandas do próprio mercado. Conforme ocorrem descobertas acercas de tornar a agricultura mais eficiente, assim como a modificação de alimentos para lidar com diferentes adversidades que venham a surgir no plantio, os transgênicos assumem maior espaço devido a sua considerável melhoria no rendimento da produção.
    Empresas que utilizam desses produtos acabam por optar devido a sua praticidade e relação custo-benefício extremamente alta. Entretanto, impactos ambientais já são provados cientificamente devido ao uso em demasia desses alimentos: Animais que se alimentaram de produtos geneticamente modificados apresentam tumores irregulares, seres vivos que auxiliam na polinização cada vez mais extintos devido à falta de procedência natural das plantas, assim como a contaminação de sementes não transgênicas devido a forças naturais, como o vento ou a ação dos seres vivos que levam resquícios das sementes transgênicas para o ambiente de plantio.
    Um exemplo que pode ser dado se aplica ao milho. Diferentemente da agricultura original, onde a intervenção humana nas plantações se aplicava através da seleção de pés que apresentassem uma estrutura específica, a indústria alimentícia passou a se apropriar de suas sementes para dois fatores: o primeiro se aplicando ao critério de seleção, onde milhos que apresentem cores diferentes além do amarelo são descartados, apesar de possuírem gostos e propriedades específicos. O segundo passa a ser a questão das sementes geneticamente modificadas que, ao terem partes de seu RNA ou DNA cruzadas com o de outras espécies, permitem que possam ser resistentes a pragas e inseticidas, ao mesmo tempo também que altera a estrutura original da planta.
    Hoje, observa-se uma produção em larga escala do milho transgênico, o qual é incessantemente usado pela indústria para a produção de farinhas, óleos, salgadinhos de milho, entre outros usos. O domínio da indústria e esta larga produção afetam significantemente a produção do alimento, o qual perde grande parcela de sua produção de agricultura familiar em nome das grandes empresas. Além disso, o impacto da contaminação dessas sementes percorre pela por essa produção familiar, visto que o patenteamento das sementes muitas vezes se torna patrimônio de um grupo específico.
    Desse modo, embora os transgênicos apresentem uma expectativa de avanço para a agricultura e para a genética, seus efeitos colaterais, tanto para o meio ambiente como para o consumo, acabam afetando um ecossistema que encontra cada vez mais dificuldades em escapar. O estímulo à agricultura familiar, o consumo de alimentos orgânicos e o apoio às instituições e organizações que procurem estimular esta prática se encontram como a base para intervir dentro desse processo. Em regiões onde ocorrem feiras locais, trocas de sementes ou venda de orgânicos pelas organizações também servem de subsídio para essa troca. Apesar dos impactos cada vez serem maiores e perto de serem irreversíveis, as práticas que podem auxiliar para a troca de hábitos e a melhoria da qualidade ambiental como um todo são importantes nessa perspectiva.

  27. Bruna Silva Gaspar disse:

    Antigamente, cada família, era responsável pelo cultivo e plantio dos alimentos para a sobrevivência da mesma, com isso a agricultura era familiar e pequena escala. Atualmente, dependemos da agricultura de massas, que é responsável não só pela alimentação nacional, já que também exporta diversos alimentos gerando um grande fluxo econômico. Assim, como consequência do capitalismo, a agricultura deixou de ser um meio de sobrevivência tornando-se a base da economia mundial.
    Para que os alimentos se desenvolvessem em grande escala, foi preciso realizar mudanças genéticas, com o intuito de potencializar as produções aumentando também sua durabilidade e armazenamento, originando, com isso, os transgênicos. Os vegetais transgênicos são estudados e ainda não se têm certeza acerca das consequências que podem vir a causar na saúde e vida humana, mas ao contrário do ético, as grandes empresas responsáveis pela produção desse tipo de alimento não divulgam para a população esse tipo de informação, privando a população do conhecimento daquilo que consome o que é muito negativo e preocupante.
    O milho crioulo, por exemplo, produzido e cultivado de forma natural, familiar pelas sociedades caipiras – interior de São Paulo – que possuíam sua própria cultura, conhecimento e tradição acerca da agricultura desse milho é considerada ultrapassada hoje pelos agricultores capitalistas, sendo substituído pela produção dos milhos transgênicos.

  28. JESSICA CAROLINE SILVA SANTOS disse:

    O milho, para alguns, é considerado como uma semente sagrada. Entretanto, as grandes empresas, visando o lucro em detrimento de todo o resto, negam e fazem as pessoas negarem antigas tradições de forma conveniente, para que o poder seja ainda maior.
    Como se não bastasse, além de prejudicar a saúde dos seres humanos com milho e outros alimentos transgênicos e com uso indiscriminado de agroquímicos, os animais também estão sofrendo com a introdução deste milho em rações. Portanto, é necessário valorizar a agricultura orgânica, sobretudo a familiar.

  29. Priscilla Bernardes disse:

    A agricultura foi uma das primeiras atividades desenvolvida pela humanidade, isso porque ela está diretamente relacionada a uma necessidade básica de sobrevivência. Contudo, com o passar do desenvolvimento tecnológico ocorreu uma mudança na forma de se realizar essa prática humana. O resultado disso foi uma desapropriação da prática como forma coletiva, gerada pela capitalização das formas de produção.
    Então, o que podemos compreender é que o problema não está nos avanços tecnológicos que permeiam esta prática, mas sim como ela foi privatizada e capitalizada pelo grande capital deixando muitas famílias, trabalhadoras e trabalhadores fora deste mercado que se transformou a agricultura de grande escala.

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