Sociologia da Educação 1 – Prática Final do Conteúdo

On julho 18, 2017, in SocioEdu1, by Fábio Fernandes Villela

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Querid@s Alun@s, bom dia! Tudo bem?

Esta é a área para a produção do texto final da disciplina Sociologia da Educação I. Faça uma reflexão, a partir dos textos, debates e seminários realizados em sala de aula, sobre a superação do senso comum proporcionado pela disciplina, reconhecendo a especificidade do pensamento sociológico e identificando suas matrizes.

Bom trabalho! Prof. Fábio Fernandes Villela.

36 Comentários “Sociologia da Educação 1 – Prática Final do Conteúdo”

  1. Amanda Dornellas disse:

    Na ultima apresentação dos trabalhos, foi falado de vários temas, entre eles a importância da sociologia na pedagogia e foi abordado o que é a pedagogia em si, chegamos a conclusão que a pedagogia é a ciência que tem por base uma vasta área do conhecimento com o objetivo de passar\ensinar algo para alguém\sociedade em sala de aula ou não. Pensando fora do contexto da sociedade, a pedagogia é morta pois é inviável e incompreensível desvincular á arte de ensinar (dada pela pedagogia) e arte da razão, da realidade e da sociedade (dada pela sociologia). com esse pensamento, estudamos ao longo do semestre e pincelamos na aula sobre os três sociólogos mais influentes que são eles:
    Émile Durkheim é considerado o pai da sociologia, um de seus objetivos é apresentar a sociologia como ciência para ser estudada, comprovada, compreendida e melhorada para que possa superar o senso comum advindo do “achismo”. Comprovado pela afirmava de que “a única maneira de demonstrar que a sociologia é possível, é para mostrar que existe e vive.” .
    Karl Marx, outro sociólogo importante, ele seguiu a vertente do socialismo e diz que a sociedade evolui através da luta de classes (três campos: econômico, ideológico e político).
    E, para completar a trilogia sociológica mais influente, temos o Max Weber que se dedicou a estudar o capitalismo, o desencantamento do mundo, a religião entre outros. Os três estudiosos foram e são muito importantes para a vertente da sociologia como ciência, todos eles buscam de formas diferentes sair do senso comum através do mesmo meio: O CONHECIMENTO.
    Portanto, vemos que pedagogia e sociologia não pode e não deve ser desvinculadas pois é necessário que os alunos\pessoas conheçam todas as formas de pensamento, de estrutura social, de seguimentos políticos, entre outros, para depois de dominados os assuntos, poderem opinar e seguir uma vertente ou não.

  2. Débora Ferreira Gite disse:

    Nas aulas de Sociologia da Educação I nos foram apresentados os principais sociólogos e suas teorias,sendo eles: Émile Durkheim (1858-1917); Karl Marx (1818-1883) e Max Weber(1864-1920). Durkheim é o fundador da sociologia da educação, para ele a principal função do professor é formar cidadãos que contribuem para uma harmonia social. Para ambos os sociólogos a educação era o meio a revolucionar a estrutura da sociedade, porém está sendo usada de outras formas que segundo Marx seria parte de um controle usada pelas classes dominantes sobre o proletariado.
    A compreensão sobre esses assuntos se dá com a libertação do senso comum, para isso realmente acontecer é preciso que seja apresentado teorias que provem seu método e linha de pensamento. Mudando o modelo de educação, conteudista, que se instala atualmente. Foi exatamente isso o que essa disciplina nos proporcionou, nos mostrando a importância do estudo da sociedade que se liga diretamente com a educação e o ensino.

  3. Natássia Novaes Pereira disse:

    Tendo como ponto de partida os assuntos abordados na disciplina Sociologia da Educação I, é possível dizer que fomos a fundo à concepção de três sociólogos, os responsáveis por institucionalizar a Sociologia: Marx, Weber e Durkheim. Para Durkheim, a sociologia da educação serviria para os futuros professores para uma nova moral laica e racionalista, sem influência religiosa. Para Marx, possibilidade de haver a emancipação do ser humano é a integração entre ensino e trabalho: ensino politécnico é o nome, através do qual o individuo se desenvolverá através numa perspectiva abrangente. Weber expõe três tipos de pedagogia segundo a sua concepção: pedagogia carismática, que visa despertar as qualidades do indivíduo; a pedagogia tradicional o cultivo das qualidades morais e intelectuais; e a pedagogia burocrática a formação técnica.
    O pensamento sociológico foge do que é dito no senso comum: não é um pensamento do movimento de esquerda, é um pensamento para a liberdade do ser humano. Estudar as principais vertentes da sociologia faz-se necessário na sociedade, já que a disciplina é o estudo da mesma. A Sociologia da Educação nos leva a refletir sobre a mudança necessária nos moldes educacionais atuais, tanto no conteúdo quanto na visão de aluno, passando a enxerga-lo como cidadão e tendo o professor como figura central na formação do mesmo, tendo esse o papel de educador e cidadão fundidos para que encaminhe os alunos à liberdade, como defendia Florestan Fernandes. Diante dessa nova realidade, podemos concluir que a neutralidade não é algo aceitável na postura de educador, visto que, quando o educador se diz neutro, escolhe um lado e, segundo Florestan, o lado opressor.

  4. Rafaella Valêncio disse:

    Vimos em Sociologia da Educação 1 os três principais sociólogos Durkheim, Marx e Weber, e também suas teorias : Durkheim acreditava que o Todo condiciona as partes, comparava a sociedade como o corpo onde cada ser humano tem sua função, e o todo sempre predomina sobre as partes, já Weber acreditava que toda a realidade consiste em um processo de desenvolvimento e por fim Marx acredita que o trabalho é pressuposto em uma forma de humanização do homem, algo feito somente pelo ser humano e que a alienação que está submetido no trabalho moderno desumaniza o homem.
    Tanto para Durkheim como para Marx a educação era um meio de revolucionar a sociedade, porém como observamos, com a formação unilateral controlada pelas classes dominantes sobre o proletariado, a melhor forma de ensino de acordo com Marx seria a omnilateral, que mudaria o modelo de educação atual para uma mais crítica, eliminando a ideia do senso comum. A disciplina nos proporcionou maior conhecimento sobre a área da sociologia, nos libertando do que conhecíamos de acordo com o pensamento do senso comum e tendo uma outra visão sobre o assunto, mostrando a importância do estudo da sociedade que se liga diretamente com a educação e o ensino.

  5. Ana Júlia Avansi Mateus disse:

    Na disciplina Sociologia da Educação I, nos foram apresentados os principais sociólogos Marx, Durkheim e Weber, suas teorias e pensamentos. Na sociologia marxista, os estudos têm em vista o exame da totalidade diversificada do real, para Marx os estudos buscam as relações dialéticas entre o trabalho e produção. Para Durkheim, fundador da sociologia da educação, cada pessoa teria uma função na sociedade, e a função dos professores seria formar os cidadãos. Já para Weber, existem três tipos de pedagogia, a pedagogia carismática, a pedagogia tradicional e a pedagogia burocrática.
    Com o estudo da disciplina, nos distanciamos da ideia de senso comum da Sociologia. Ela nos proporcionou maior conhecimento sobre a área, nos dando uma outra visão sobre ela, refletindo sobre as mudanças necessárias para a escola atual, como defendido por Florestan Fernandes, encaminhando alunos à liberdade, mostrando a importância do estudo da sociedade, da educação e do ensino.

  6. Carla Taina Simioni Vieira disse:

    Os conteúdos apresentados em sala de aula tinham como tema, os principais sociólogos que deram início a Sociologia como um campo do saber científico, configurando-a como uma área de conhecimentos com métodos e objeto próprios e suas concepções, eram eles: Marx, Durkheim e Weber. Émile Durkheim é um marco no surgimento da Sociologia como ciência e como disciplina. Sua concepção de sociedade como um organismo composto por distintas instituições que se complementam e se interpenetram, cada uma desempenhando uma função. Explica que a educação ocupa lugar central como um fato social, que contribui para a “socialização metódica das novas gerações” e para integrar os indivíduos na sociedade em que estão inseridos, disseminando a consciência coletiva. Com Marx temos a teoria crítica fundamentada no materialismo histórico dialético, sua análise vê a sociedade capitalista sob a perspectiva do conflito resultante das contradições produzidas pela divisão da sociedade em classes sociais, definidas pela apropriação dos meios de produção, demarcando uma classe detentora dos meios de produção e da riqueza que advém do trabalho da classe trabalhadora. E ressalta a atuação da educação escolar na reprodução das relações sociais de produção e de dominação. E Weber com suas concepções, como: tendência à racionalização, burocratização e especialização do trabalho; relação direta entre cada tipo de dominação e pedagogia; educação burocrática para o treinamento dos indivíduos para operar as funções do Estado e de empresas; educação racionalizada – baseada na pedagogia do treinamento – como instrumento de ascensão social.
    Aprendemos que a educação pode servir como instrumento ideal da emancipação humana universal, a partir da qual a liberdade humana se torne genuína, isto é, na vida real e a partir da qual podem se desenvolver homens omnilaterais, e não mais homens unilateralizados pela divisão capitalista do trabalho. Com o entendimento dos conteúdos de sociologia discutidos em sala podemos nos libertar do senso comum, observando com clareza as necessárias mudanças no campo da educação, o olhar sobre aluno e professor, sobre os métodos de ensino e aprendizagem e a realidade da educação atual.

  7. Victória Carrazzone Gaetan disse:

    O estudo da Sociologia da Educação I possibilitou a superação do pensamento popular sobre essa ciência, mostrando que a Sociologia tem influências no meio social no qual vivemos e por isso deve ser considerada importante sua presença na sociedade. Inicialmente, foi tratado durante as aulas os fundadores da Sociologia, Karl Marx, Max Weber e Émile Durkheim. Nos três foram estudados os objetivos e aplicações que tinham com essa ciência, por exemplo, Marx estudava sobre o trabalho e suas relações, e acreditava na luta de classes, constituída pelos modos de produção, que condicionam a vida social, política e intelectual; Weber tentava compreender a sociedade, relacionando e interpretando o homem e suas ações; Durkheim preocupou-se em estudar a sociedade e sua influência sobre o homem, estudando, então, o fato social e sua influência da coerção social. Após o estudo aprofundado dos três, foram estudadas as Interações fundamentais da Sociologia da Educação, intensificando o estudo sobre fetichismo, reificação, alienação e estranhamento, assuntos que dizem respeito ao homem e seu trabalho. Para finalizar, estudamos também sobre os Processos de Socialização, onde aprendemos sobre a Formação Omnilateral, proposta por Marx e objetivada para romper com o homem limitado do capitalismo, dando-lhe capacidade ética, moral e intelectual. Foram realizados também trabalhos e seminários que deram uma nova visão à Sociologia, mostrando-nos que ela é uma ciência prática, presente nos diversos campos da nossa sociedade, como educação, trabalho, política, economia, entre outros…
    A partir desses estudos, que mostraram o início da Sociologia, seus objetivos e aplicações que permeiam até hoje, nota-se que essa ciência deve estar bastante presente em nossa sociedade e também no âmbito educacional, que diz respeito a nossa profissão. Isso quer dizer que nós, futuros professores, teremos a capacidade de agir na vida de nossos alunos, possibilitando-nos encaminhar e orientar seus pensamentos, para que eles tornem-se cidadãos pensantes e críticos, preparados para transformar nosso meio social.

  8. Emmanuela Amaral de Souza disse:

    Neste primeiro módulo de Sociologia da Educação I, pudemos conhecer as bases da sociologia com os seus principais sociólogos como Durkheim, Weber e Marx, cada qual com seu ponto de vista e partindo de diferentes vivencias e experiencias expõe seus métodos de estudar o homem e a sociedade. Durkheim partindo de uma corrente positivista, afirma que a sociologia vem para manter a ordem na sociedade, regularizar a vida social. Weber parte do pressuposto de que a sociologia viria para compreender os fatos da sociedade e não explica-los, criar compreensões, sem o poder de interferência nas relações sociais. Marx com seu olhar crítico sobre as relações sociais, afirma que seguimos regras ditadas por esta sociedade, estuda o trabalho humano e propõe uma teoria subversiva sobre a sociedade, a fim de unir trabalhadores para uma revolução social, em busca de uma sociedade igualitária.
    Vimos como a educação está totalmente entrelaçada com a sociedade, crer que educamos como queremos é uma ilusão, a educação é braço do governo e dita regras para moldar a sociedade conforme o sistema vigente. Com estes estudos vamos contra os “achismos” formalmente chamados de senso comum, pois a sociologia como conhecimento e estudo cientifico da sociedade é antagônica à este senso. Nos libertando assim de crenças empoeiradas e opiniões cristalizadas, para uma real observação da sociedade tal como ela é, com o objetivo de estudar a escola como instituição e organização social e sua relação com a sociedade em que está inserida. A sociologia como prática docente vem trazer uma compreensão crítica da realidade social, política, econômica e cultural, e a educação entendida como uma prática social que busca formar indivíduos, deve valorizar a todos, com suas singularidades, comportamentos e personalidades.

  9. Bruna Villanova Heguedusch Lavia disse:

    Na disciplina Sociologia da Educação 1 discutimos sobre os principais sociólogos, suas teorias, como mudaram e revolucionaram a sociedade. Dentre os três principais sociólogos havia Marx, as suas teorias sobre a economia, a sociedade e a política, ficaram conhecidas popularmente como marxismo, e afirmavam que só através da luta de classes era possível que a sociedade humana progredisse, ou seja, o proletariado era quem fornecia a mão de obra para que se produzisse e a classe burguesa controlava a produção. Outro sociólogo importante para a história foi Émile Durkheim, conhecido como o Pai da Sociologia, sua principal preocupação sempre foi com a criação de regras e demais estruturas para o método sociológico, com o intuito de fazer com que a ciência finalmente desenvolvesse o seu teor científico, como é o caso de outras ciências: biologia, história, química e matemática são alguns exemplos. Para ambos os sociólogos a educação era de extrema importância e ajudaria a revolucionar a sociedade. Por fim, temos Max Weber, seu objeto de estudo eram as ações sociais dos indivíduos, que eram motivadas pelas causas racionais, afetivas ou tradicionais. Essas ações sociais resultariam na relação social, caracterizada pela reciprocidade de ações, ou seja, quando as ações sociais se tornam recíprocas, nasce então a relação social.
    Esta disciplina (Sociologia da Educação 1), nos auxiliou a afastarmos do senso comum, pois ser neutro não é uma postura de educador, além disso nos mostrou que a Sociologia tem um papel importante e diretamente relacionado com a educação e o ensino.

  10. Délys Louise disse:

    Partindo dos textos, aulas expositivas, discussões em sala de aula e seminário apresentados na disciplina de Sociologia da Educação I neste primeiro semestre, pudemos refletir sobre a ação da sociedade dentro da educação, principalmente no espaço escolar, analisando a atuação dos professores e o posicionamento do aluno em meio a todo esse emaranhado de informações e obrigações que tornam a educação escolar em muitos momentos, como reprodutora de alienação, e não produtora de consciência como se faz necessário.
    Foram tomados como base para essa profunda, mas ainda superficial analise, os três pensadores: Weber, Durkheim e Marx. Sociólogos que em algum momento analisaram os processos sociais na educação. Para Weber, a educação é o modo pelo qual os indivíduos são preparados para exercer suas funções que a racionalização lhes dispõe; Durkheim, coloca a educação como um fato social central responsável pela formação física e mental indispensáveis do indivíduo a partir de sua socialização metódica, no qual é desenvolvida sua consciência coletiva; Karl Marx, foi uma grande influência para o pensamento crítico sobre a educação, ressaltando sua contribuição para a reprodução das relações sociais de produção, e por isso, ela não deve ser alienada, nem aparelho ideológico do estado na reprodução das relações de exploração. Ou seja, a escola se encontra como principal portadora do desenvolvimento do indivíduo social . Portanto, ter uma breve noção de cada uma dessas teorias, correntes e métodos, dá suporte para o processo de saída da alienação, colaborando para a formação de futuros profissionais da educação que sejam conscientes e não se tornem reprodutores de ideologias, mas que possam dar oportunidades aos alunos de desenvolverem a formação da consciência através da escola nas relações sociais.

  11. Nathaly Martinez disse:

    Através dos textos e debates em sala, podemos perceber que a sociologia é uma ciência que não possui apenas uma base teórico-metodológica, pois ela dispõe de diversos caminhos e orientações para explicar a realidade social. Assim, pode-se observar que a sociologia abrange ao menos três linhas explicativas, fundadas pelos seus autores clássicos, das quais podem se citar: Émile Durkheim e o pensamento positivista, Karl Marx e o materialismo histórico e dialético e Max Weber com a sociologia compreensiva.
    A partir dos estudos e apresentada as principais matrizes da sociologia, conseguimos perceber a ligação que ela possui com a superação do senso comum. De fato, o senso comum é importante devido ao conhecimento adquirido a partir da experiência humana, pois é um saber que busca orientar o homem no dia a dia. Porém, a partir do século XVII, com o desenvolvimento da ciência moderna e da filosofia racionalista, o senso comum passou, de forma geral, a ser identificado como falta de rigor metodológico e a ser rivalizado com o senso crítico. Ou seja, o termo ganhou uma conotação negativa.
    Todo exercício da ciência parte de algum conhecimento do senso comum, e cabe ao meio científico a responsabilidade de ultrapassar os limites do saber. A ciência busca, por meio de sua ênfase na pesquisa, o debate e crítica de opiniões para afastar-se do senso comum, porém, sem nunca o perder de vista. Dessa forma, o que diferencia o senso comum da ciência é basicamente o rigor.
    A sociologia não busca julgar o senso comum como sendo uma forma totalmente errada de enxergar os fenômenos sociais, e sim uma forma limitada, de modo que não é possível compreender suficientemente as relações humanas desta forma. Portanto, o pensamento sociológico ajuda a combater o pensamento conformista.
    Pode-se citar como exemplo do senso comum, o suicídio .O senso comum diz que o suicídio é um ato individual, impulsivo e egoísta. Porém, Emile Durkheim afirma que o suicídio não é uma atitude isolada de um indivíduo, e sim uma consequência situacional da sociedade que o cerca, ou seja, as causas do suicídio são sempre sociais. (teórica que vai contra o senso comum).

  12. Isabel Zambon disse:

    Na disciplina da sociologia da educação I estudamos os fundadores da sociologia, entre eles Max Weber, que acreditava que a sociologia oferecia modos de pensar, em seus trabalhos buscava entender as mudanças sociais e elaborou o conceito de ”ação social” que direcionou suas investigações. Vimos também Émile Durkheim, um sociólogo positivista que determinou o ”fato social” como foco principal de seus pensamentos. Enfim conhecemos Karl Marx, este foi um cientista social e economista que pensou os conceitos de mais valia e o fetiche da mercadoria. Ele criticava o capitalismo buscando novas formas de produção e distribuição econômica que libertasse os homens da alienação, e acabasse com a desigualdade social.
    Estudar a sociologia nos oferece um saber crítico nos afastando do senso comum e oferecendo uma melhor compreensão dos problemas sociais, para assim, poder buscar uma transformação na sociedade, na educação e na economia.

  13. Lara Lais Libralão de Oliveira disse:

    Considerando todo o semestre da disciplina de sociologia da educação I, pude obter grande evolução no pensar. Ao analisar as teorias de Marx, Weber e Durkheim, essa disciplina expos a importância da sociologia na educação e na sociedade na busca de atingir ominilateralidade, ou seja, a libertação da alienação, mesmo em uma sociedade predominantemente alienada, em busca do pleno conhecimento. Durkheim aponta a educação como método apropriado para formar uma nova socialização, assim como os filósofos eram, na visão de Platão, os mestres, responsáveis por levar o individuo ao caminho para atingir a razão e assim alcançar o mundo inteligível através da filosofia, esse era o papel do professor perante a sociedade segundo Durkheim. Marx, por sua vez, aponta a educação como ferramenta capaz de trazer a emancipação racional do indivíduo, o que seria se retirar do estado natural de alienação, ou seja, através da educação o individuo seria capaz de formular suas próprias ideias e conceitos a partir da sua análise de fatos racionais, assim, não apenas reproduziria conceitos já prontos, mas também seria capaz de contestar sua veracidade e trabalhar cada vez mais na busca da verdade. Já Weber estuda as relações sociais, apontando a influência da educação na sociedade assim como o oposto ocorre.
    A partir dessas três teorias e em complemento disso, os seminários e os fóruns de debate, essa disciplina proporcionou uma nova visão da sociologia para a construção de uma educação voltada à construção do conhecimento pleno do ser humano. A educação é a ferramenta essencial para a transformação dos indivíduos que, por consequência, transformariam a sociedade. A busca do conhecimento pleno é incessante e parte prioritariamente dos educadores a função de ampliar esse conhecimento para obter a liberdade de pensamento. Essa disciplina me ajudou a compreender a importância do papel do educador em afastar o senso comum para o conhecimento racional ser alcançado.

  14. Lívia Maria de Souza Soares disse:

    Através da disciplina de Sociologia da Educação I, pude perceber a importância da criticidade na formação do educador. Somente abrindo os olhos e analisando as realidades em vários ângulos, as interações fundamentais que se dão, as correntes dos sociólogos fundadores (como Durkheim, Marx e Weber) e o tipo de formação (unilateral ou omnilateral) é que podemos sair da alienação cotidiana.
    Para mim foi desmistificado o fato de que Sociologia era inútil, pois cresci muito ao entender a sua importância e o trabalho que ela realiza. Com isso, percebi a necessidade de se ter a disciplina na grade curricular, assim como a necessidade de expandir a sociologia no ensino obrigatório, para formar indivíduos críticos e que se importam com a sociedade.

  15. Paula Restivo Gardini disse:

    Dentre os conteúdos vistos em Sociologia I, muito foi falado sobre os três clássicos sociólogos, Marx, Durkheim e Weber, e suas convergências e divergências de pensamentos e formas de análise da sociedade. Nestas diferentes teorias, temos a possibilidade de encontrar variadas compreensões e identificarmos, tanto dentro de uma mesma ideia, quanto entre todas, o que concordamos ou não. Marx é uma das grandes referências políticas de sua posição, inclusive e principalmente nos tempos atuais; sua forte e marcada crítica ao capitalismo, deve-se ao fato desta teoria dividir a sociedade em classes e invalidar o conceito de sociedade democrática. Weber, por sua vez, defende que a sociologia deve ser estudada através de “fatos sociais”, caracterizados por coerção social, exterioridade e poder de generalização; diverge com a ideia de Marx sobre a funcionalidade e organização da sociedade, dever unicamente da dominação de uma classe sobre outra, e sim, acredita que a sociedade é como um organismo em funcionamento, onde partes externas se completam. E ainda o mais recente, Weber, que pôde ter acesso ás ideias dos outros dois expoentes, e com isso, estabelecer o seu próprio pensamento para além dos já analisados. Sua sociologia é apelidada de “compreensiva”, devida sua visão de que a sociedade não funciona de forma tão simples e regrada, e deve ser observada á fim de compreender fenômenos da vida em sociedade e aprender a melhor forma de sistematiza-los.
    Entendemos sobre tudo, a importância de eliminar o senso comum de antigos termos que, com facilidade e riqueza de “achismos”, explicaríamos o que entendiamos sobre. Ironicamente a sociedade desvaloriza a importância do estudo e compreensão da sociologia, o que culmina justamente com a dificuldade de se estabelecer novas ordens e o desenvolvimento de uma sociedade realmente a par de seus desdobramentos políticos e sociais. Assim, torna-se cada vez mais fácil e irreversível, a dominação e agravamento do capitalismo sobre a vida moderna.

  16. Raquel Santos de Santana disse:

    Durante o semestre muitos temas foram abordados em sala de aula,temas como Pedagogia Histórico Crítica, Estado da Sociologia na Arte, onde estudamos como a sociologia é expressa em nosso cotidiano e sua importância para a sociedade buscando sempre refletir as causam sociais que levam o indivíduo a determinadas ações,reflexões sobre a problemática da educação e do sistema educacional como um todo.
    Vimos também que a sociologia deu início na década de 60 com os primeiros estudos sociológicos, tal disciplina tem como fundadores Émille Durkheim, Max Weber e Karl Marx, como já mencionado em sala de aula estes três pensadores foram fundamentais para a o sociologia tendo em vista que Durkheim foi quem deu início,é o criador da sociologia da educação partindo de uma corrente positivista,ele vê educação como um processo de socialização que molda os seres sociais e considera a escola como instituição social responsável pela educação do indivíduo.Max Weber parte do princípio da sociologia compreensiva onde devemos compreender a ação social que é ação realizada por um indivíduo m uma sociedade,buscando entender o sentido e o valor atribuído a cada ação.Karl Marx refletia sobre o homem e o trabalho,analisando o capitalismo Marx dizia que o modo de produção condiciona o processo de vida social.Por fim a libertação do senso comum através da sociologia nos mostra que nada que nos é apresentado como conteúdo escolar é por acaso,muitas vezes acreditamos que a educação é sinônimo de liberdade cultural,moral,política,ética o que não deixa de ser verdade,porém sabemos que a educação possui uma intencionalidade que é produzida histórica e coletivamente para interesses a fins seja ele político,econômico,social,cultural etc.

  17. A disciplina de Sociologia da Educação I proporcionou a superação do senso comum, para mim, principalmente, no sentido de entender melhor os processos, a dinâmica e o sistema. Antes da disciplina eu tendia a naturalizar demais as relações de trabalho, de classe, o mercado e a dinâmica social ao qual estamos inseridos. Mesmo sem refletir sobre essas questões, não as questionava, era como se fossem fenômenos naturais, alheios aos interesses, ideologias e intencionalidades. Antes deste semestre, até então, eu nunca havia refletido estes fenômenos sociais e quando os pensava – de forma extremamente rasa – tinha uma tendência ingênua e muito pouco critica.
    A partir das leituras, discussões, seminários e aulas expositivas, me debrucei sobre temas que, até então, não foram feitas as devidas conexões em minha formação escolar. Refleti sobre a Revolução Industrial, pensando nela, mais do que a mecanização e a grande produção de mercadorias, mas na mudança que ela proporcionou a sociedade e ao trabalhador; refleti sobre a Revolução Francesa, mais do que uma revolução do povo contra a nobreza pela liberdade, igualdade e fraternidade, mas como uma revolução burguesa que tomou o poder da nobreza e levou a burguesia – exclusivamente – e gerir e dominar o sistema (e de forma muito mais articulada e organizada que a nobreza); conheci grandes pensadores como Marx, Durkheim e Weber e suas teorias sociológicas; conheci as interações sociais de Marx e entendi melhor a alienação, tão citada mas pouco compreendida, a reificação (ou coisificação), o fetichismo (conceito bem complexo) e o estranhamento (muito semelhante à alienação) e, por último, nos envolvemos nos processos de socialização, na formação unilateral e omnilateral e como isso pode se refletir na educação.
    A disciplina mais do que proporcionar a superação do senso comum, fomentou uma grande desconstrução/construção além de possibilitar associação dos conceitos trabalhados de forma conexa, não mais isolados.

  18. Vitória Helena Corrêa da Silva disse:

    Mediante as aulas de Sociologia da Educação I, podemos perceber o quão importante é discutir sobre a sociedade, procurando causas e saindo do senso comum, por meio de conclusões com base em métodos. A educação foi algo que teve destaque também, sendo a ferramenta capaz de transmitir a humanidade ás pessoas. Para compreender tantos fatos, três grandes estudiosos foram vistos. Com Marx vimos a totalidade formada por dois mundos, o material e o humano, buscando uma relação dialética entre o trabalho humano e sua produção, sendo que sua teoria analisa a dimensão politica da sociedade, ele trás uma proposta político-pedagógica, onde a educação é o fator que pode transformar a sociedade.
    Por outro lado, Durkheim sistematiza o assunto dizendo que a educação esta em função da sociedade e as crianças precisam de uma influencia de pessoas mais velhas. Já Weber, diz a respeito do coletivo como os homens estão relacionados e como o que eles devem fazer é imposto sobre cada um. Á vista disso, podemos entender como tudo está previamente “decidido” criando a capacidade de investigar e se aprofundar nas ideias e de que como podemos influenciar as crianças a pensar e pesquisar, não deixando simplesmente, se contentar, com o que a maioria já acredita.

  19. Leonardo Silva disse:

    Através dos conteúdos abordados ao longo da disciplina Sociologia da Educação, tais como o pensamento sociológico clássico e uma pedagogia não tradicional, fomos capazes de observar que o trabalho docente tornou-se alienado, por conta dos interesses do sistema socioeconômico no qual estamos inseridos, e, posteriormente a essa observação, desnaturalizamos e estranhamos diversos fenômenos sociais e educacionais. Esses processos de desnaturalização e de estranhamento a esses fenômenos são imprescindíveis à nossa formação e ao desenvolvimento das nossas atividades enquanto pedagogos e, acima de tudo, à nossa existência enquanto seres humanos críticos que esperamos ser.
    Dentre os três sociólogos que estudamos ao decorrer das aulas, destaco Karl Marx, que versa principalmente sobre as mazelas do capitalismo e relação de rivalidade entre as duas classes sociais impostas por esse modelo socioeconômico. Essa análise da sociedade capitalista nos permitiu entender que a escola torna-se também capitalista, pois não está alheia à sociedade e a tudo que ocorre em torno dela, logo, ela passa também a tentar atender às demandas do mercado, fazendo com que tanto o corpo docente quanto o discente tornem-se alienados ao desenvolver seus papéis dentro dessa instituição que se propõe a formar um cidadão autônomo. Adquirirmos também uma certa bagagem para problematizar a pedagogia tradicional e a escola capitalista, quando estudamos a Pedagogia Histórico-Crírica, do pedagogo brasileiro Dermeval Saviani, que propõe um outro olhar à educação brasileira.

  20. Jaqueline Garcia Alves disse:

    No primeiro módulo de Sociologia da Educação I, fora observado as principais necessidades da sociologia como estudo e desenvolvimento em nosso meio social durante toda a história ,fora feito também os estudos sobre os principais sociólogos que determinam o desenvolvimento da sociologia , são eles: Émile Durkheim, sociólogo positivista que determinou os “fatos sociais” , com seu principal trabalho sendo a reflexão e no reconhecimento da existência de uma “consciência coletiva”, que levaria ao desenvolvimento de seu pensamento; tendo também Max Weber que tinha em sua sociologia uma corrente historicista que visava a interpretação da ação social para a conduta humana , levando em conta toda a parte social e histórica como resposta para a formação do indivíduo, que era conhecida como “Sociologia Compreensiva” ; já Karl Marx lança o livro ” O capital” , onde analisa o fetichismo da mercadoria e faz críticas ao capitalismo como um de seus maiores estudos, resposta a todas as mudanças ocorridas que levam o ser analisadas por ele , nos mostrando o como o indivíduo se torna alienado em relação ao trabalho.
    O estudo nos mostra que com o decorrer da história houvesse uma super valorização do capital e que com isso os governantes tenderam a mudar a educação para algo que os ensinavam a ser seres pensantes e que teria um auto conhecimento sobre diversos diretrizes do saber , para um ser alienado e que só estaria voltado a uma educação reprodutivista (que formara o aluno a reproduzir o que é pedido, produzindo-o uma auto alienação), desta forma vemos que a educação é voltada para centralizar e influenciar o capital econômico , através de um ensino conteudista , sendo assim é necessário o aprender da sociologia e o seu ensinar , para assim formarmos cidadão conscientes , fugindo assim da alienação.

  21. Pietra Magela Silva Sinhorini disse:

    A disciplina de Sociologia da Educação I, teve como foco a apresentação dos principais pensadores clássicos da sociologia: Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber. Para Marx , a educação deveria ter o papel de livrar o futuro trabalhador da alienação do Capitalismo e de auxiliar no fim da luta de classes. Durkheim acreditava que se a educação fosse eficiente isso refletiria na sociedade a qual o homem estava inserido. Para Weber para compreensão da sociedade seria necessário entender as ações sociais ,que são ações orientadas por outros indivíduos.
    Todo conteúdo da disciplina contribuiu para a minha formação acadêmica e também para livrar da ideia de “Para que eu estudar sociologia no curso de Pedagogia ? “, ao fim da disciplina pude compreender que a Educação é uma prática social ,que auxilia na formação tanto acadêmica como pessoal do indivíduo.E também que o estudo da sociologia da educação contribui para entender os processos de socialização que se desenvolvem no meio da educacional

  22. Renan Costa Borges Curti Maio disse:

    Bom, nesse primeiro semestre vimos o surgimento da sociologia, o surgimento da sociologia da educação, e seus principais fundadores, Durkheim, Marx e Weber. Através dos conhecimentos tratados em aula, os debates e seminários pudemos constatar a importância da disciplina na formação do curso e na formação humana de cada um de nós.
    As teorias sociológicas de cada fundador também me trouxe uma melhor compreensão de nossa realidade humana e educacional. Pude entender que todo nosso sistema (econômico, cívil e educacional) é funcionalista e ligado as relações de trabalho impostas pelo capitalismo desde a revolução industrial. Isso rompeu com qualquer censo comum que eu tinha, e me trouxe uma visão muito mais crítica e clara do nosso mundo.

  23. Damiana Alves Oliva da Cunha disse:

    A partir das leituras, discussões e seminários feitos em aula, tendo visto os clássicos Karl Marx, Max Weber e Émile Durkheim, fundadores da sociologia, tivemos a oportunidade de questionar e rever muitas de nossas antigas crenças baseadas no senso comum. O estudo da sociologia é importante principalmente para aprender a questionar e relacionar o que acontece agora e o que aconteceu no passado.
    Para Durkheim a educação é um meio para alcançar a socialização do homem e para a cidadania. Para Marx a educação também era um meio de condicionar os mais jovens desde cedo a aceitar e acreditar na necessidade de submeter-se a certas condições de trabalho. Por fim, para Weber a sociologia servia para levar à compreensão do que acontece na sociedade em consequência das ações individuais. Esses são alguns dos pontos mais interessantes abordados por esses autores.

  24. Gabriela Freitas Silva disse:

    Nesse primeiro semestre nos foi introuzida a matéria de Sociologia da Educação I com base nas teorias dos três sociólogo clássicos – Marx, Durkheim e Weber. Estas teorias nos proporcionaram uma reflexão crítica sobre as teorias pedagógicas e o funcionamento da Educação como Aparelho Ideológico do Estado.
    Dessa forma, o estudo sociológico sobre educação e sociedade nos foi fundamental para a aquisição de uma consciência de classe, na qual nos foi compreendido entender as mazelas, não só educacionais, mas das nossas relações sociais como um todo, por meio da relação entre as Super-estruturas e Infra-estruturas da sociedade.

  25. Victtoria Colares disse:

    A Sociologia é ciência indispensável para se pensar a Educação. Ao iniciarmos o contato com os pensadores e suas teorias é perceptível a importância de se compreender a sociedade para podermos transformá-la. E esse processo de transformação e compreensão de quem somos como grupo, passa pela Educação.
    A partir das teorias dos três pilares do pensamento sociológico Durkheim, Weber e Marx foram propostas diversas metodologias para a Educação, algumas vindas dos próprios; como Durkheim, autor da teoria do Fato Social e da socialização, que entendia o processo de ensino como uma socialização das antigas para as novas gerações que, em sua concepção, não tinham maturidade para a vida em sociedade; ou como Weber e Marx que não produziram de próprio punho teorias educacionais, mas tiveram seus estudos levados até esse patamar. De Weber, teórico da racionalização que diz que o mundo não é mais metafisico e sim desencantado, pode-se extrair a visão do educador que respeite a autonomia e liberdade de escolha de seus alunos e não tenha pretensão de se colocar como meio de transformação da história ou da cultura, mas se ater a educar dentro de valores que considere essenciais. Já em Marx, pensador da sociedade de classes, responsável por apresentar o conceito de divisão do trabalho e problematizar tais relações, surgiram linhas de pensamento educacional que buscassem retirar o professor da condição de trabalhador alienado, colocando-o junto da escola – e diferente do que pensava Weber – na condição de guia para a transformação da sociedade burguesa em uma sociedade comunista, solidária e sem hierarquização de classes sociais que geram desigualdade entre os homens. Do pensamento marxista podemos citar a Pedagogia Histórico-Critica, metodologia que se baseia no materialismo histórico para pautar sua didática e que pudemos vivenciar como método da disciplina de Sociologia da Educação, inicio da nossa caminhada para a compreensão do mundo e da profissão fora do senso comum e das práticas educacionais impensadas.

  26. Ana Paula Angelon Delmonico disse:

    A partir do estudo da disciplina Sociologia da Educação é possível romper com o pensamento do senso comum e iniciar uma nova relação com as questões pertinentes aos problemas sociais que atingem tanto a sociedade em si e consequentemente chegam ao ambiente escolar e a educação, sendo assim de total interesse dos futuros educadores e dos que já se encontram no exercício da profissão.
    Ao estudar os pensadores que foram a base teórica da sociologia: Marx, Weber e Durkhein, podemos refletir e entender melhor as causas e soluções para estes problemas. Particularmente, acredito que Marx quando sugere a ideia do homem vitruviano ou ominilateral, mostra-nos que a educação reflete a sociedade em que estamos inseridos, no caso da sociedade capitalista ocidental, essa educação oferecida aos indivíduos não atende a totalidade das necessidades dos homens, formando-os portanto como homens unilaterais, com sua formação apenas voltada para um foco: a produção. Assim como o trabalho capitalista, a educação torna o homem alienado.

  27. Beatriz de B. Zamonel disse:

    Durante a disciplina vimos o que é Sociologia, como ela surgiu e os três principais sociólogos e suas concepções de sociedade e educação, são eles: Durkheim(1858 – 1917) era positivista e para ele a sociedade é um “corpo vivo” e cada parte cumpre uma função; Marx(1818 – 1883) acreditava ser essencial uma educação que proporcionasse várias formações, possibilitando a emancipação do homem do capitalismo; Weber(1864 – 1920)se preocupa com a integridade intelectual, o professor deve distinguir o homem ético e o homem da ciência.
    Nos textos, debates e seminários, foi trazido para a sala de aula desde o surgimento da Sociologia até seus temas atuais, à partir disso percebe-se como a Sociologia da Educação abre portas para questões ainda não comentadas anteriormente e até mesmo questões não levantadas. Com esse questionamento, vai-se deixando para trás o senso comum e inicia-se um pensamento crítico.

  28. Isabelli Brassali Jorge disse:

    Para a formação de um professor é essencial analisar as obras clássicas da sociologia como Durkheim, Marx e Weber. Por conseguinte, o professor que entendê-la pode usá-la para elevar a capacidade de raciocínio de pensar do aluno além de relaciona-las sociologicamente, assim superando o senso comum de que tudo é natural, visto que as causas não são pessoais, mas sim sociológicas, ou seja, a sociologia é uma ferramenta para relacionar o seu cotidiano de acordo com, uma analise cientifica, deste modo, segundo Marx, as ciências sociais nos ajudam a entender os fatos que nos rodeiam.
    Sendo assim, Durkheim desvendava as relações entre os indivíduos e a sociedade criando sua metodologia funcionalista, que olha para a sociedade como um corpo vivo, então cada instituição tem uma função para o funcionamento da sociedade. Marx discorre sobre a alienação, reificação, fetichismo e estranhamento, portanto é um olhar critico com as relações sociais. Weber, ve a sociologia como sendo compreensiva, ele sugere que a sociologia viria para compreender os fatos sociais e não explica-los.

  29. Carla Braga dos Santos disse:

    Como futura professora, acredito que a disciplina de sociologia tenha sido indispensável para minha formação. A partir dela, pudemos sair do senso comum e analisar o atual comportamento da sociedade e no que isso reflete.
    O que mais me marcou, durante o curso, foi o despertar diante da alienação do trabalho na qual estamos inseridos e que não nos damos conta, pois, como Marx afirma, é inaceitável qualquer formação a partir do modo de produção capitalista e a solução para isso seria a união de ensino e trabalho, o que afeta diretamente na postura de um professor que permeia seu trabalho na reflexão e crescimento moral de seus alunos.

  30. Giovanna Bertelli B Reis disse:

    Ao longo do semestre discutimos sobre três grandes sociólogos Marx, Durkheim e Weber, fundadores da sociologia. Buscamos suas teorias e filosofias da sociologia da educação para que tivéssemos base para sair do Senso Comum. Para Marx a educação e o trabalho caminhariam juntos, para que o cidadão pudesse ser formado de uma forma ampla, sem diferenças. Weber apresenta três pedagogias: a tradicional que conserva qualidades morais e intelectuais, burocrática e a carismática onde busca-se as qualidades do cidadão. A concepção de sociologia da educação de Durkheim é que essa sociologia servira para que as escolas e seus professores tivesse uma educação moral laica, separando a religião dos ambientes escolares.
    O estudo da sociologia vem sendo desvalorizado, disciplina essa que faz com que os indivíduos saiam do senso comum, e tenham um pensamento critico e reflexivo. E é papel do professor orientar seus alunos para que não sejam pessoas alienadas com o pensamento imposto pela sociedade em que vivem.

  31. Rodrigo Loreto de Souza disse:

    As aulas de sociologia estudadas durante o semestre letivo proporcionaram aos alunos a superação do senso comum sobre a sociologia e melhoraram a criticidade sobre os temas sociais, principalmente relativos a educação. Assim, conhecemos as principais ideias de grandes sociólogos como Émile Durkheim, Karl Marx e Max Weber. De acordo com Durkheim, o indivíduo segue as leis impostas pela sociedade e ela, por sua vez,organiza-se de forma coletiva, condicionando e controlando as ações individuais. Karl Marx, critica fortemente a sociedade burguesa e o modo de produção capitalista, além de debater a luta de classes entre proletários e burgueses, também explica a alienação do trabalho capitalista. A concepção sociológica de Max Weber centra-se no entendimento da realidade social por meio da compreensão das ações dos indivíduos, portanto, seu objeto de investigação é a ação social, ou seja, a conduta humana.
    Finalmente, além de estudarmos esses sociólogos clássicos, tivemos a oportunidade de debater nas aulas, diversos temas pertinentes com a área sociológica. Assim, por meio de apresentações e seminários, dos quais o etnocentrismo, os direitos sociais dos índios, o racismo, as lutas dos professores pelos seus direitos trabalhistas, dentre outros temas, contribuíram para nossa formação crítica como educadores.

  32. Thiago Augusto Cardoso Lázaro disse:

    É importante lembrar que a Pedagogia é um curso multidisciplinar, ou seja são abordadas diversas disciplinas e cada uma delas tem sua função importante e bem definida. A educação não é trabalhada de forma isolada da sociedade, diferentes estudantes apresentam diferentes realidades e é importante conhece-las para se desenvolver o senso crítico, e não apenas reproduzir aquilo que nos é passado.
    De forma geral, no primeiro momento o passo mais importante foi o de superar o senso comum a respeito da sociologia e passar a conhecer os seus fundadores dando destaque a Durkheim e a Marx, que foram os que mais se dedicaram ao estudo da sociologia da educação, a fim de compreenderem as diferentes realidades sociais.
    Outros fatores que contribuíram em muito com a formação foram as trocas de experiências proporcionadas pelos debates e apresentações de seminários, abordando diversas situações e realidades diferentes em várias vezes relatadas pelos próprios colegas sendo de vários temas como as lutas por direitos de diferentes grupos sociais.

  33. Poliana Ap. Lopes Piatezzi disse:

    Durante o semestre, estudamos os três fundadores da sociologia, Weber, Marx e Durkheim. Para Weber, a sociologia oferece modo de pensar, através dela, é possível encontrar causas de um problema e respostas para o mesmo. Já a teoria Marxista, é voltada para entender o funcionamento da sociedade capitalista, para ele, o homem é a causa de tudo, e seu modo de pensar, é referente ao modelo de sociedade em que ele está inserido, para isso mudar, seria necessário mudar a maneira de pensar, para assim, mudar a sociedade. Por fim, para Durkheim, as estruturas sociais condicionavam nossas ações, e nossa luta é se livrar desse condicionamento.
    Com base nos estudos durante o primeiro semestre de Sociologia da Educação I, pude sair do senso comum, perceber que os fenômenos sociais são históricos e que eles mudam, e que portanto, é possível transformar a sociedade. Também compreendi a importância da sociologia na formação de professores, através da sociologia, o professor é capaz de levar seus alunos a um pensamento crítico, e a sair do senso comum, ou seja, o professor se torna um orientador.

  34. Carolina Zozzi disse:

    Ao longo do primeiro semestre da disciplina Sociologia da Educação I, fomos apresentados aos principais sociólogos e suas teorias sobre a educação. Vimos que, para Karl Marx, a educação faz parte da superestrutura de controle usada pelas classes dominantes, o que ofuscava a percepção do interesse das classes; Com Max Weber vimos três tipos de educação, a do tipo carismática, a tradicional, e a do tipo burocrática; e na teoria de Émile Durkheim, vimos que a educação é responsável pela construção da natureza social do indivíduo (valores morais, éticos e religiosos). A partir disso, passamos a compreender melhor processos da educação e a perceber que ela depende da sociedade em que estamos inseridos, ressaltando a importância da formação do educador para a sociedade.

  35. Thaís Damaceno disse:

    Conforme o conteúdo decorrido na disciplina de Sociologia da Educação I pode-se afirmar que nos foi proporcionada à oportunidade de rompimento do senso comum superficial sobre o pensamento sociológico, através da apresentação de estudos científicos sobre a funcionalidade da sociologia com analise da sociedade, pelos principais sociólogos como Karl Marx, Max Weber e Émile Durkheim.
    Assim, Marx baseia-se em um pensamento critico que contrapõem a organização da sociedade capitalista em classes, a qual também tem seus aspectos negativos refletidos na educação, e sugere uma reorganização que vise à revolução para o surgimento de uma sociedade igualitária em todos os parâmetros. Logo, Weber busca compreender a ação social em suas especificidades para obter ensinamentos que estruturem melhor o entendimento da sociedade e suas relações. Já Durkheim com seu pensamento positivista, acredita na sociologia como instrumento para alcançar soluções para a vida social, assim como na educação para socializar. Em suma, a partir dos fatos mencionados, evidencia-se a quebra da alienação, do senso comum e apresentação dos fundamentos científicos primordiais da sociologia e das suas relações com a educação.

  36. Tamires G. E. Squizato disse:

    Antes muitos de nós, estudantes do curso de Pedagogia, éramos considerados, em partes, tábulas semi-rasas quando se tratava de sociologia. Logo, começamos a entrar neste mundo através da disciplina de Sociologia da Educação I, ela nos proporcionou uma mais visão crítica e nos tirou significativamente do senso comum.
    Estudamos os principais pensadores clássicos da sociologia, sendo Émile Durkheim, Max Weber e Karl Marx os que mais se destacaram. Para Émile Durkheim através da educação era o caminho correto para formar a sociedade. Max Weber estudava as relações sociais e como elas interferiam na educação. Karl Marx acreditava que a educação possibilitaria a fuga da alienação por parte do indivíduo, o sair do senso comum permitindo o ato racional do indivíduo. Também nos possibilitou aprender sobre sistemas e capital, mostrou-nos quanto pegamos um produto em mãos existe todo um trabalho sobre ele. Completando as aulas através de seminários, debates e apresentações de trabalho garantiu que pudéssemos desenvolver um raciocínio diante do corpo social que fomos inseridos.
    Dessa forma, essas aulas de sociologia foram positivas desencadeando o pensamento crítico e proporcionando estímulo a reflexão ao homem.

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