Alfabetização e Letramento na EJA – 2

On novembro 26, 2016, in EduCoop, by Fábio Fernandes Villela

Bom dia amig@s da EJA! Tudo bem?

Esta é a área para a postagem do módulo 2 do curso: “Alfabetização e Letramento na EJA”. Vocês devem fazer uma reflexão, no máximo 2 parágrafos, sobre a temática abordada nesse módulo, a partir da leitura do livro da bibliografia do curso:

* TFOUNI, Leda Verdiani. Letramento e alfabetização. São Paulo: Cortez, 2002.

Como atividade complementar os participantes podem ver o documentário sobre histórias de vida, formação de professores e os desafios do trabalho docente abaixo:

(1) Escola Quilombo: Educação Cultivada. (Brasil, 2015, 40 min., colorido), direção: Alexandra Duarte.

Documentário com narrativas de educadores sobre a realidade de estudo e trabalho em escolas públicas instaladas em Comunidades Quilombolas “Kalunga do Mimoso” e “Lagoa da Pedra”, na região de Arraias, estado do Tocantins. Foca histórias de vida e formação de professores e os desafios do trabalho docente em meio ao cotidiano pedagógico em escolas rurais. Produção do Observatório da Educação do Campo / Universidade Federal do Tocantins – UFT. Duração: 40 minutos. Realização: Observatório da Educação do Campo / Universidade Federal do Tocantins – UFT. Produção Co.Inspiração Amazônica Filmes. Coordenação e Produção: Raquel Alves de Carvalho e Idemar Vizolli. Direção Geral, Imagens e Edição: Evandro Medeiros. Direção de Fotografia e Imagens: Alexandra Duarte.

- Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=ZUqbAPy5bzw

Bom trabalho! Prof. Fábio Villela.

9 Comentários “Alfabetização e Letramento na EJA – 2”

  1. Tatieli Padilha disse:

    Por meio do livro e do documentário podemos ver o quanto esse público é sedento, persistente, e como o profissional que está à frente deve ser também! Que sejamos assim independente de quem seja nossos alunos, que possamos oferecer a eles tudo que precisam, e que tenhamos um olhar diferente para cada um deles!!!

  2. Denise Moreira de Oliveira disse:

    Tudo o que vimos na aula passada nos deixou com a certeza de que precisamos ampliar o nosso olhar. Existem pessoas que passam por varias dificuldades mas não deixam de querer aprender e outras de querer ensinar.

  3. Cyntia disse:

    Respeitar a variação linguística de cada um, a sua região e a sua bagagem de vida, é ter compreensão e convicção de que estamos diante de pessoas letradas quando falamos de EJA. Cabe a nós profissionais da educação levarmos conhecimento e estarmos abertos para receber conhecimentos para uma vida toda!

  4. Natália Volpi disse:

    Devemos levar em conta a experiência de cada individuo, fazendo com o que aprendam por meio de suas experiências, pois cada educando traz uma grande bagagem para a sala de aula.

  5. Jennefer M. Dossi disse:

    Simplesmente tratar com respeito, ter um olhar diferenciado para diferentes culturas, diferentes situações, existem pessoas com sede de saber em todos lugares do mundo e repeitar essa diversidade é primordial, fazer com amor e dedicação, transmitir conhecimento, ajustando o saber para cada situação encontrada é o caminho.

  6. Paula Leonel disse:

    Diante do que discutimos em sala de aula ficou claro a questão da Escrita, da Alfabetização e do Letramento. Devemos levar em conta o dialeto de cada região e trabalhar em cima da realidade do aluno, suas experiencias de vida e de conhecimento. No vídeo nota-se as condições que as escolas da comunidade Quilambolas possui, e mesmo assim os alunos não deixam que a falta de vontade os domine, são alunos que tem persistência e estão ciente do quanto a leitura e escrita transforma a vida.

  7. Natália Coimbra disse:

    Refletindo sobre o livro que discutimos e após assistir o documentário sobre a escola em comunidades Quilombolas ficou evidenciado a força de vontade dos professores e alunos envolvidos neste processo e apesar de toda a dificuldade e a falta de infraestrutura, os professores tornam o ambiente em que trabalham rico em aprendizagem e oportunidades de crescimento.

  8. Priscila Araujo disse:

    A experiência de vida que cada um carrega é sem duvida fundamental para contribuição na sociedade, a aula anterior nos trouxe essa reflexão fundamental. é preciso respeitar e proporcionar oportunidades para que aconteça o progresso na educação.

  9. Anderson José de Paula disse:

    Conforme a discussão do livro da TFOUNI, podemos perceber a nova acepção que a autora traz para o conceito de “Letramento”, agora não mais cognitivo ou tecnológico e sim um ser histórico, ou seja, empoderar quem não obteve o conhecimento formal.
    Assim, como precursora da temática no Brasil (1995) – tese de doutorado – produziu conhecimentos que saltaram de ahistórico para histórico, dialogando com Análise Crítica e com o Materialismo Histórico Dialético a fim de trazer a relação necessária entre escolarização e alfabetização, baseada na perspectiva dos gêneros do oral para o escrito.

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