Módulo 14 – Escola e Sociologia da Educação

On agosto 8, 2013, in SocioEdu2, by Fábio Fernandes Villela

Bom dia car@s alun@s! Tudo bem?

Esta é a área para a postagem do Módulo 14 – textos 21 e 22. As questões centrais dos textos são: a Educação Escolar e a Identidade Cultural de Jovens Rurais; Trabalho Rural e Educação; a Educação Infantil e a Educação do Campo; a Educação em Assentamentos e as contribuições da Sociologia da Educação. Gostaria que vcs abordassem essas relações em um comentário final para a disciplina Sociologia da Educação 2. Um grande abraço a tod@s, Prof. Fábio Fernandes Villela.

93 Comentários “Módulo 14 – Escola e Sociologia da Educação”

  1. Jorgeana disse:

    A nossa educação está bem longe do que se gostaria, vendo o documentário sobre os Sem Terrinha, senti vergonha de mim. Vendo as crianças tão preparadas para a vida, sabendo o que querem e para onde querem ir, é de encher os olhos. Eles unem tudo ali, tanto o saber como as atividades do campo, e são politizados, inteligentes, sabem exatamente o que vivem, e nada mascara isso. Eles aprendem vivenciando, trabalhando, lutando e eu pude ver o quanto eu nunca lutei por nada, e quanto eu não sabia dos problemas sociais, e o quanto fui treinada para seguir regras e obedecer sempre os meu superiores sem jamais abrir a boca para questionar, por medo. Sou filha da ditadura, e tenho muita revolta, pois além de ter vivido essa ditadura, ainda estudava em colégio de freiras, o que piorou ainda mais. Quando então conheço Gramsci, Florestan Fernandes, vejo o quanto eles lutaram pela liberdade, pelas causas sociais, e vejo que eles nos deixaram uma obra riquíssima, fico cheia de esperança, por mim e pelos que ainda mudarão suas vidas em função do conhecimento. Meus dias nunca mais serão os mesmos.

  2. thaila de oliveira disse:

    é bem incrivel o quanto os sem terrinhas tem uma consciência política e social bem aprofundada e como essas pessoas lutam de maneira constante por seu direito à educação e como a comunidade rural, mesmo com suas dificuldades luta para manter uma base de trabalho e educação que vários sociólogos já imaginavam: trabalho e educação atrelados, quebrando o circulo vicioso do trabalho alienado, mostrando que uma reforma social é posisvel

  3. Bete disse:

    A relação entre Sociologia da Educação, Educação e Identidade Cultural, que ocorre com crianças e jovens que moram no meio rural e / ou assentamentos é diferenciado do meio urbano, sendo esse todo estruturado em uma instituição formal de ensino. Quanto à Educação no meio rural ou assentamentos, conforme observado no documentário “Sem Terrinhas”, apresentado em aula, pode-se observar duas características relacionadas ao modo de ensinar-se nesse meio social: escola itinerante e conscientização política. Essa ocorre assim que a criança entente e compreende a situação em que encontra-se com sua família e os direitos a que, tornando-se solidária ao movimento e consciente da necessidade do estudo, seu poder de dominação e a influência na Sociedade, de um modo gera,l e não somente na qual está inserida. A escola Itinerante acompanha os estudantes, sendo composta por professores do próprio meio e com ensino de acordo com o que os alunos precisam, respeitando suas capacidades, garantindo de tal modo que as crianças tenham acesso ao aprendizado, reforçando a consciência de sua Identidade.
    Sobre a disciplina Sociologia da Educação, desde o primeiro contato, para quem nunca contato com tal matéria, essa mostrou-se instigante. Em Sociologia da Educação 2, com a consciência sobre a abordagem da disciplina, ocorreu uma compreensão maior da estrutura do modo pelo qual o conteúdo foi estruturado, com aulas teóricas, apoiadas em leituras sugeridas, círculos de debates sobre temas previamente selecionados, filmes (ótimos) e documentários que complementaram a compreensão da Sociologia da Educação 2, fechando o conteúdo sugerido logo no início do semestre.

  4. Patricia Carla Zarpelon disse:

    Conforme pudemos acompanhar durante a exibição do documentário “Sem Terrinhas em movimento, pode-se destacar com relação à educação a escola itinerante, ou seja, a escola que acompanha a mudança de local das crianças. Elas se mudam com as crianças para que essas não percam o direito à Educação. Ciranda Infantil é nome dado ao espaço de educação das crianças que fazem parte do movimento. Lá as crianças brincam, e são convidadas de forma prazerosa, a aprender práticas e costumes do dia-dia. Essas escolas são reconhecidas em sete estados como escolas estaduais e são formadas por professores do próprio assentamento. As crianças são conscientes da realidade em que vivem, e estão dispostas a ajudar a sua família na luta pela reforma agrária. Para o Movimento sem Terra, toda a militância política forma e educa. O direito para a conquista igual pelas terras, se assemelha a luta pelos direitos das crianças, que tem o direito de brincar, de estudar e de crescer como alguém que tem a sua própria opinião como uma cidadão crítico., para continuar na luta para uma sociedade mais justa.

  5. Annelize dos Santos Martins disse:

    Nossa educação, deve ser igual para todos, porém, mesmo que quiséssemos um estudo igualitário, podemos perceber que esta
    não é a nossa realidade. Somo uma nação brasileira, com muitos povos, de várias classes e culturas; E assim é com a nossa educação,
    temos escolas com diferentes costumes e culturas, por exemplo nas grandes e pequenas cidades, nas tribos, nos assentamentos, nos hospitais, etc.
    A diferença entre a educação e a identidade cultural nos assentamos existe porque nos assentamentos, as crianças vivem em um meio rural,
    longe de tecnologias, de um ensino mais rebuscado que utiliza inúmeros materiais, um meio em que não há uma estruturação para grandes pesquisas, trabalhos e projetos,
    diferentemente das escolas das grandes e pequenas cidades, que utilizam de um material muito amplo para o estudo. Apesar de ainda assim, com toda essas diferenfas,
    as crianças do meio urbano não possuem um ensino com qualidade, mas possuem melhores condições de estudo.
    Na educação dentro do meio rural ou assentamentos, verifica-se através do documentário “Sem Terrinhas”, que seus educadores ensinam a conscientização política aos alunos,
    pois eles fazem vários comentários sobre o que eles querem, sobre seus direitos, a liberdade de expressão. Pude perceber também que os professores daquele meio, sabem a necessidade de cada aluno,
    e ensinam conforme os limites deles, sempre acompanhando-os em suas dúvidas, mas sempre mostrando da capacidade que os estudantes possuem.
    Na matéria de sociologia da educação, pude perceber que devemos ser críticos em relação a educação, pois as vezes vemos crianças rurais e de outras culturas com um grande entendimento sobre a educação, o que ela deve ter ou não, os direitos que eles tem, amam estudar, sentem essa necessidade de aprender, e vemos nossas crianças urbanas, que muitas vezes não ligam para isso, possuem tecnologias avançadas, mas não sentem a mesma vontade de aprender, talvez até por não serem tão influenciados por seus pais e professores. Pude compreender nesta matéria, a importância dos assentamentos, dos grandes pensadores, dos filósofos, que desde a antiguidade se importavam e queriam um estudo com qualidade.

  6. Poliana Billar Elios Aniceto disse:

    Através das aulas e da leitura dos textos , pudemos perceber a importância de se pensar uma educação para as crianças que residem no campo , respeitando as diferenças culturais existentes e até mesmo utilizando isso como uma ferramenta pedagógica . Com a criação das Cirandas da educação ,escolas fixas ou improvisadas , o MST da o primeiro passo e atende diversas crianças no pais , oferecendo uma educação voltada para esse publico, mas ainda há muito o que se fazer.
    A matéria sociologia da educação , nos possibilitou conhecer um pouco sobre a educação no campo e refletir sobre os direitos dessas crianças.

  7. Emanuelle Zanchetta Borges disse:

    A disciplina sociologia da educação II contribui para entender que mesmo querendo não há uma educação igualitária. A educação no meio rural é diferente da educação do ambiente urbano, pois a educação no meio rural está relacionada ao trabalho e a politica um exemplo disso é as escolas itinerantes.

  8. Mariana Santini Arroyo disse:

    Por meio das questões centrais abordadas nos textos e do documentário “Sem terrinhas” podemos compreender que a educação em nosso país não é igualitária, pois cada região tem suas necessidades e por esse motivo, as escolas também são diferentes.
    Na educação rural, por exemplo, as escolas itinerantes mudam-se com os assentados e acampados para que suas crianças tenham o direito à educação garantido. Estas escolas conscientizam seus alunos à respeito da realidade em que vivem, fazendo com que estes valorizem sua identidade e lutem pela reforma agrária. Muitas vezes, as condições na qual estas escolas se mantem são precárias, porém o objetivo de educar as crianças para se tornarem cidadãos críticos e conscientes, capazes de lutar por uma sociedade justa, é mais importante e se sobressai a qualquer condições de infraestrutura.

  9. Erika Caroline Maia disse:

    Muitas vezes, queremos acreditar que o nosso País é plano, é mais fácil, buscar o mesmo ideal para todos. Mas, esquecemos que cada comunidade, povo, tem sua especificidade e os meios tem que ser adequados para cada uma. O trabalho da sociologia para mim, tem esse significado buscar o que é melhor para aquele determinado povo e oferecer tudo o que está para eles. Classe rural o que eles precisam? Tenho que acrescentar algo há mais?
    Não posso esconder que é uma vergonha, a forma que a educação é tratada hoje, e que não é de direito há todos, mas o papel da universidade é não deixar este direito ficar só no papel.

  10. Rafaela disse:

    Dentro da disciplina de sociologia da educação II, vimos documentaris que mostraram a realidade das escolar itinerantes. Essas escolas acompanham o movimento dos sem terras, garantindo o direito a educação dos sem terrinhas. Essas escolas tem um ideario diferente das escolas urbanas. Mesmo com toda dificuldade materiais, os objetivos educacionais são conquistados pelo movimento.

  11. Gleicer Correia disse:

    O conteúdo apresentado na disciplina Sociologia da Educação II permitiu-nos conhecer novas e diferentes concepções de escola/educação. As Cirandas da educação, criadas pelo Movimento dos Trabalhadores Sem- Terra, são exemplo de que uma escola não é construída apenas por tijolos, paredes de cimento, materiais caros ou mistura de pedagogias. Mesmo em meio à espaços improvisados essas cirandas, fixas ou não, buscam formar a criança pensante, que defende uma ideologia e aproveita esse espaço educativo para tornar-se cidadão crítico. Em contato com o campo e com o trabalho, as crianças podem solidificar seu aprendizado sem distanciar teoria e prática. Nas escolas urbanas têm-se, muitas vezes, o afastamento do campo, como se este não tivesse nada de importante a ensinar. O que prova a falta de uma escola igualitária, que busque a formação plena de seus alunos, para que sejam capazes de refletir o contexto social e econômico em que estão inseridos.

  12. Elisa Rincon disse:

    Alguns acampamentos montados pelo Movimento Sem Terra possuem as Escolas Itinerantes que acompanham esse grupo por onde ele passar, quando essas pessoas forem assentadas, a Escola Itinerante se fixa no assentamento oferecendo uma educação contextualizada ao cotidiano dos alunos, sem deixar de lado os conteúdos básicos aliando com a educação política. Essas crianças estão engajadas na causa do movimento participando, inclusive, politicamente junto com os adultos.

  13. João Theodoro disse:

    Entende-se como sociologia, o estudo sobre a sociedade, estabelecendo relações entre o passado e o presente, tentando-se entender como as relações pessoais, sociais e políticas são construídas ao longo do tempo entre os homens. Sobre a educação no campo vemos como existe uma organização política para que não chegue ao campo muitas oportunidades de aquisição do conhecimento, já que a parte burguesa, apropriada do grande capital, busca nas pessoas do campo a mão de obra necessária para a manutenção do seu “pote de ouro”: a terra desses homens. Porém, essa realidade de formação somente para a mão de obra na terra vem mudando desde as organizações populares como o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), que lutam pela justiça para classe trabalhadora e buscam a tão esperada reforma agrária. Nesses assentamentos a escola tem um papel fundamental de disseminar o conhecimento acumulado historicamente, junto com a educação para o trabalho e a formação política. E esta formação vai além da sala de aula, pois a todo momento os filhos destes homens do MST vem construindo uma consciência política e social de como a sociedade está organizada, participa de toda construção coletiva seja nos protestos ou seja na coleta dos alimentos para o preparo do almoço. Ainda assim, essas escolas e esses assentamentos enfrentam a dificuldade de serem mantidas, visto que poucos são os recursos obtidos pela prefeitura, que muitas vezes não ajuda em nada.
    A disciplina de sociologia foi importante para vermos como uma outra educação visada para a formação política e para o trabalho, contrária a uma formação conteudista e tecnicista é possível e vem acontecendo em várias partes do mundo. Reitero que a formação política é a única saída para a alienação que cada vez mais vem sendo imposta pela mídia e pelo aparelho do Estado.

  14. Geisinara Fernanda B. Dias disse:

    A educação em assentamentos e acampamentos, desde o início do MST (2011), foi realizada de diferentes formas e de acordo com as possibilidades estruturais e conjunturais, pois não dispunham de infraestrutura mínima para ensinar nas escolas em barracos cobertos de lonas, com bancos de madeira ou sentados no chão mesmo ou sob as sombras das árvores.
    Através dos textos lidos e das discussões em sala de aula, observa-se que o Movimento Rural dos Trabalhadores Sem Terra (MST), ao longo de sua trajetória, tem dado à formação um significado que a tem transformado em um espaço que permite aos sujeitos do campo refletir sobre suas ações, sobre as relações sociais, seu meio e si mesmo, sem dissociar os saberes acadêmicos da história da sociedade. Em relação à educação, percebe-se que o MST acredita que ela deve pautar-se em princípios que respeitam a realidade dos indivíduos, garantindo uma intervenção mais qualificada, consciente e eficiente na sociedade e no meio ambiente. Constata-se que formação e educação, para o MST, têm por objetivo a emancipação, o desenvolvimento de competências para o exercício da cidadania e a valorização da vida, tanto no campo quanto na cidade. Observamos no vídeo, assistido e discutido em sala de aula, que crianças e jovens de acampamentos e assentamentos do MST debatem os direitos da criança e do adolescente e as dificuldades enfrentadas para estudar no campo.
    A conquista do direito à educação no Movimento, segundo Caldart (2000), ocorreu como resultado de muita luta. Os primeiros “[...] a se mobilizar foram as mães e professores, depois os pais e algumas lideranças do movimento” (CALDART, 2000, p.145). Atualmente, o movimento pela educação no campo foi engrossado com a participação de universidades e por setores burocráticos do Estado e enfrenta, ainda, grandes desafios.

  15. Edinaldo Nascimento disse:

    A consciência dos poderes políticos inerentes a todo indivíduo, sem distinção de classe, é nitidamente observável no documentário “Sem Terrinhas em Movimento”, protagonizado pelas crianças dos assentamentos do Movimento Rural dos Trabalhadores sem Terra (MST). Estas crianças, capazes de discernimento social da realidade em que vivem ao mesmo tempo em que nos surpreendem com suas reflexões intelectuais; cuja obtenção é disposta por meio do cotidiano fértil de discussões de sua comunidade e interesse inato por seus direitos, nos remetem, também, a um pensamento de decepção quanto a nossa passividade diante aos percalços e vergonha produzidos por nossos governantes políticos. Assim, ao invés de uma educação engessada pelo Estado, portanto, automatizada e alienada, a educação disponibilizada a grande massa brasileira fosse verdadeiramente objetivada à formação de indivíduos conscientes e livres, talvez estivéssemos em outro patamar nos índices de desenvolvimento humano, educacional e social. Por fim, às novas e bem “edificadas” gerações de gestores, educadores e formadores caberá o desenvolvimento de uma ruptura frente ao mecanismo educacional existente, da qual a premência debruça-se formar, apenas, trabalhadores para o seguimento capitalista.

  16. Deise Scardelato disse:

    Isalela Camini em seu livro “Escola Itinerante: na fronteira de uma nova escola” apresenta as dificuldades de abrir e manter uma escola itinerante, nos acampamentos e assentamentos do MST, pois ali temos um espaço que se contrapõe à escola capitalista, onde o espaço social, político e pedagógico está fortemente influenciado pela prática social. Mesmo quando conquistam o direito à escola, também buscam o direito de administrá-la, conduzi-la e transformá-la. A educação de um povo é importante e necessária é por isso que os “Sem Terrinha” lutam tanto pelos seus ideais e pelo direito a escola, crianças que sabem o que querem, querem lutar pela terra, pela reforma agrária juntamente com suas famílias com o objetivo de quebrar com a visão capitalista que impõe seus métodos, de consumismo alienado e de vida esvaziada.

  17. gisele gubolin disse:

    no documentário “sem terrinhas em movimento”, temos em destaque a escola itinerante, que se muda com as crianças para que essas não percam o direito a educação.
    Ciranda Infantil é nome dado ao espaço de educação das crianças que fazem parte do movimento.
    nesse espaço as crianças brincam aprendem as práticas e costumes de forma prazeirosa. Essas escolas são formadas por professores do próprio assentamento. As crianças são conscientes da realidade em que vivem, e estão dispostas a ajudar sua família na luta pela reforma agrária. Para o Movimento sem Terra, toda a militância política forma e educa. O direito para a conquista igual pelas terras, se assemelha a luta pelos direitos das crianças, que tem o direito de brincar, de estudar e de crescer como alguém que tem a sua própria opinião como um cidadão crítico para continuar na luta por uma sociedade mais justa.

  18. É importante se pensar numa educação para as crianças que residem no campo, respeitando suas diferenças. Estas crianças trazem desde cedo uma consciência de luta por seus ideais e direitos. São crianças que sabem o que querem, querem lutar pela terra juntamente com suas famílias. Muito ainda há de se fazer para a melhoria da educação em questão, mas um dos primeiros passos foi a criação das “Cirandas da educação”, escolas fixas ou improvisadas, onde as crianças brincam, e aprendem de forma prazerosa práticas e costumes do dia-dia. A disciplina Sociologia da Educação nos proporcionou a oportunidade de conhecer este mundo, esta realidade que faz parte de nossa sociedade e que muitos fecham os olhos permanecendo na ignorância do silencio, manipulados pela mídia em benefícios aos detentores de poder.

  19. Danny Hellen disse:

    Assim como podemos ver no documentário como no assentamento, essas pessoas têm uma consciência política invejável, são cidadãos críticos. É fundamental como lutam para ter a escola itinerante, sendo reconhecida em alguns estados como escolas estaduais, com professores do próprio movimento. Tem a consciência do seu direito a educação, independente da onde estejam, sem esquecer os demais direitos das crianças. Podemos ver como os sociólogos imaginavam na prática, sem o trabalho alienado, tendo a educação e o trabalho unidos em prol das pessoas, com uma sociedade mais justa.

  20. Angela Davanzo disse:

    Ao todo, a educação devia ser apreciada como formadora e íntegra para todo e qualquer indivíduo. Independente dos solos no qual está fixado: se no campo ou na cidade; capital ou interior; se no país de primeiro ou terceiro mundo.
    Norteando sobre esta temática, as características pelas instituições, na Resolução 02/2008, do Conselho Nacional de Educação, estabelece diretrizes, normas e princípios para a Educação Básica do Campo.
    Pausando entre as suas sustentações em leis, “a educação infantil do campo inclui uma infinita diversidade de povos e populações que vivem nos territórios rurais do país, já que o campo brasileiro é bastante diverso.”
    Uma formação educacional para o individuo presente no campo, irá proporcionar na construção de sua identidade e autoestima, na relação com o espaço em que vive, esculpidas nas raízes de sua cultura. Também vale considerar que as crianças do campo possuem seus próprios encantos, modos de ser, de brincar e de se relacionar. Cumprindo com suas rotinas, experiências estéticas e éticas, ambientais, políticas, sensoriais, afetivas e sociais próprias a ser construída ao longo de sua formação, mediadas no processo ensino aprendizagem.

  21. Patrícia Santos disse:

    O conteúdo ministrado pela disciplina nos mostra a necessidade de adequação da escola ao meio onde está inserida e a experiência mostrada pelos vídeos das escolas existentes em acampamentos e assentamentos do Movimento dos Sem Terra nos trouxe exemplos bem sucedidos de ações voltadas não só para a educação formal, mas também para a conscientização política desses alunos. A valorização da própria cultura e do trabalho no campo criam nessas crianças um forte vínculo com a luta social, com a sua terram com a sua ideologia, ajudando-os na busca por uma sociedade mais igualitária, ainda que em meio a grandes dificuldades estruturais.

  22. Raiza Oliveira disse:

    Acho maravilhoso a busca e a valorização da educação por parte de pessoas que passam por inúmeras dificuldades, dentre elas a falta de um lugar para morar. A iniciativa dos sem terra e de outras escolas rurais vem para mostrar a importância da educação para todos, e não só para os privilegiados ou para os moradores dos grandes centros urbanos. Os bens culturais e o conhecimento acumulado historicamente é de todos, e todos tem o direito de acesso a esses bens.
    Incrivelmente, pesar das dificuldades enfrentadas (infraestrutura, formação adequada de professores, falta de recursos básicos, etc), as escolas rurais e itinerantes tem mostrado seu valor e apresentado altos níveis nos sistemas de avaliação nacional. Espero que ao longo do tempo isso sirva para que o Governo e as autoridades voltem seus olhos para esse bem tão rico, produtivo e precioso, que deve ser valorizado e incentivado em todos os seus sentidos, levando em conta suas características e peculiaridades, seu contexto social, seu dia a dia, seu trabalho e tudo mais que, para eles, seja importante.

  23. Aruana Menegasso disse:

    Esta disciplina Sociologia da educação permitiu a aquisição de um conhecimento mais amplo e crítico sobre a educação, pois transmitiu um conceito de educação crítica que permitiu que só desenvolvêssemos conceitos críticos fugindo de certa maneira da alienação sobre a educação. Tivemos exemplos de uma educação política voltada para o trabalho e para o campo, dentre estes está à escola do MST- Movimento Sem Terra que esta fora da regra da sociedade. Esse movimento rural do MST tem formado cidadãos reflexivos sobre suas ações e relações sociais, sem afastar os saberes acadêmicos da sociedade. Essas escolas de assentamentos e acampamentos tem uma formação voltada para a reflexão dos alunos e são pautadas nos conceitos de respeito a realidade dos indivíduos, fazendo com que estes tenha uma formação consciente e eficiente para a sociedade e a natureza. Foi possível perceber com o vídeo assistido dos “Sem Terrinhas”, que as escolas são montadas dentro das possibilidades da infraestrutura e os conteúdos são transmitidos dentro dessas possibilidades. Porém cumprem seus objetivos, quais são o exercício da cidadania, o valor a vida e a emancipação, isso fica comprovado com o vídeo, pois a crianças em seus depoimentos debatem sobre, política, direitos das crianças, sobre o movimento que estão inseridos e todas a dificuldades de estudos encontradas no campo. Como foi dito anteriormente as escolas de assentamento são um exemplo de escolas que educam de uma maneira diferente que as demais, que colocam o cidadão para refletir, para pensar como foi apresentado por vários sociólogos durante a disciplina.

  24. Mayara Rocha disse:

    A rurbanização estudada na disciplina de Sociologia da Educação II mostra a transformação das atividades desenvolvidas nas áreas rurais, a integração entre espaços urbanos e rurais, e deixa claro que campo e cidade estão cada vez mais próximos, também nas questões relacionadas a educação. Os alunos do campo vão para a escola urbana, mas não perdem sua identidade cultural, sua origem, suas vivências e experiências do campo. O que deveria acontecer era uma troca de experiências culturais entre os alunos da zona rural e da zona urbana, para que um possa aprender com o outro. A educação em Assentamentos mostra o esforço e a guarra muito grandes por parte dos alunos e dos professores de aprenderem em meio a todas situações que vivem, e mostra uma grande consciência crítica e política que eles tem, por viverem e presenciarem a luta do MST. O vídeo mostrado em sala de aula dos “Sem Terrinhas” demostra a inteligência das crianças e a disposição que eles tem de lutar e aprender sempre mais.

  25. Amanda Amaral Perles disse:

    As questões centrais desses textos proporcionaram o conhecimento sobre a diferença que há entre a educação rural e a urbana. As aulas de sociologia da Educação II nos permitiram ter total conhecimento de que a educação do país não é igualitária e que cada região necessita de um atendimento diferente, este de acordo com a necessidade de seu público.
    As escolas itinerantes, realidade no âmbito rural, são exemplos de escolas que trabalham de acordo com a necessidade de quem as frequenta. Essas escolas, que muitas vezes se encontram em forma precária, visam garantir que as crianças de acampamentos e assentamentos tenham garantido o direito à educação. Nesse ambiente as crianças aprendem os conteúdos escolares contextualizados com a sua realidade, permitindo que eles sejam capazes de refletir sobre suas ações e o meio em que vivem, tornando-os cidadãos que valorizam a sua identidade.

  26. Daysa Lourente disse:

    Uma escola no e do campo é uma escola com o jeito, o rosto e a identidade dos sujeitos que vivem, trabalham e estudam no e do campo. Uma escola que reconheça e ajude a fortalecer os povos do campo como sujeitos sociais, que também pode contribuir no processo de humanização do conjunto da sociedade, com suas lutas, sua história, seu trabalho, seus saberes, sua cultura, seu jeito de ser e viver.

  27. Viviane Borges disse:

    A partir do documentário e escutando o seminário dos colegas de classe pudemos notar as dificuldades que as escolas itinerantes vivenciam por ser um espaço que contrapõe a escola capitalista. As atividades lá feitas tem por objetivo maior fazer com que as crianças não percam sua identidade e se conscientizem da realidade que vivem suas famílias tudo isso por meio de brincadeiras e práticas pedagógicas bem prazerosas.

  28. silmara comino disse:

    A educação devia ser apreciada como formadora e íntegra para todo e qualquer indvíduo. Muitas vezes, as condições na qual as escolas se mantem são precárias, porém o objetivo de educar as crianças para se tornarem cidadãos críticos e conscientes, esse desafio é grande,porém nada fácil Esse movimento rural do MST tem formado cidadãos reflexivos sobre suas ações e relações sociais,pois eles nos mostram um grande exemplo de estilo de vida no campo que tudo pode dar certo,sem descartar seus valores,seus costumes e seus grupos sociais trabalham unidos e as crianças adquirem um aprendizado melhor por estarem diretamente em contato com a natureza.

  29. Beatriz Stefanie da Silva disse:

    Na disciplina Sociologia da educação, com as leituras, os vídeos assistidos e com a viagem que fizemos para conhecer o MST, tive uma grande oportunidade de conhecer a educação, o contexto e a realidade que em eles vivem, além de ter me proporcionado um conhecimento mais amplo e crítico sobre a educação.
    Observamos no vídeo “Sem Terrinhas”, que crianças e jovens de acampamentos e assentamentos do MST debatem sobre os seus direitos e as dificuldades enfrentadas para estudar no campo, onde seus educadores ensinam de maneira crítica a conscientização política aos alunos, sendo este um ensino de muita qualidade mas que muitas vezes, as condições na qual estas escolas se encontram são precárias, porém o objetivo de educar as crianças para se tornarem cidadãos críticos e conscientes, é mais importante do que qualquer infraestrutura e acredito que depois de tudo que aprendemos durante a disciplina, pude ver esse contexto com outro olhar, conhecendo realmente a realidade destas pessoas, que mesmo com as dificuldades sempre estão lutando por uma educação melhor.

  30. Noemi disse:

    A diferença entre a educação e a identidade cultural nos assentou existe porque nos assentamentos, as crianças vivem em um meio rural, longe de tecnologias, de um ensino mais rebuscado que utiliza inúmeros materiais, um meio em que não há uma estruturação para grandes pesquisas, trabalhos e projetos, diferentemente das escolas das grandes e pequenas cidades, que utilizam de um material muito amplo para o estudo. Apesar de ainda assim, com todas essas diferenças, as crianças do meio urbano não possuem um ensino com qualidade, mas possuem melhores condições de estudo.
    Na educação dentro do meio rural ou assentamentos, verifica-se através do documentário “Sem Terrinhas”, que seus educadores ensinam a conscientização política aos alunos, pois eles fazem vários comentários sobre o que eles querem, sobre seus direitos, a liberdade de expressão. Pude perceber também que os professores daquele meio, sabem a necessidade de cada aluno, e ensinam conforme os limites deles, sempre os acompanhando em suas dúvidas, mas sempre mostrando da capacidade que os estudantes possuem.
    Na matéria de sociologia da educação, pude perceber que devemos ser críticos em relação à educação, pois às vezes vemos crianças rurais e de outras culturas com um grande entendimento sobre a educação, o que ela deve ter ou não, os direitos que eles têm, amam estudar, sentem essa necessidade de aprender, e vemos nossas crianças urbanas, que muitas vezes não ligam para isso, possuem tecnologias avançadas, mas não sentem a mesma vontade de aprender, talvez até por não forem tão influenciados por seus pais e professores. Pude compreender nesta matéria, a importância dos assentamentos, dos grandes pensadores, dos filósofos, que desde a antiguidade se importavam e queriam um estudo com qualidade.

  31. Beatriz Rincão disse:

    A disciplina de Sociologia da Educação II nesse semestre, fez com que nós vissemos que por mais que lutemos para ter uma educação igualitária para todas escolas e instituições, muitas vezes não dá certo, ou seja, não conseguimos alcançar a educação igualitária. Principalmente no que se refere ao meio rural, já que muitas vezes a educação fornecida lá é diretamente relacionada ao trabalho, ao contrario da educação encontrada na cidade. Um exemplo dessas escolas, são as escolas itinerantes vistas nessa disciplinas e compreendidas com os estudos de grandes pesquisadores.

  32. Mylena Pereira disse:

    Todos os assuntos abordados em sociologia da educação 2 me fez refletir acerca da sociedade, até porque sociologia é isso, buscar perceber quais as diferenças e igualdades entre a sociedade que vivemos, aliar o presente com o passado e entender quais são suas relações. Estudando um pouco sobre a educação e a identidade cultural percebemos que existe uma diferença nos assentamentos e meio rural porque as pessoas estão afastadas das tecnologias e o meio de pesquisa e trabalhos não conseguem chegar á essa população. Esses e outros materiais não chegam ao meio rural decorrente doa Hegemonia dominante. Com isso surgem as organizações populares como o MST que lutam pelo seus direitos e justiça social. Assim, a escola assume um valor muito importante que é de disseminar o conhecimento acumulado historicamente, junto com a educação para o trabalho e a formação política. Diferentemente do que acontece nas grandes e pequenas escolas das cidades o material de pesquisa consegue sem alcançado, não qualificando como melhor a educação, mas facilitando as condições de estudo. Desta forma, na matéria de sociologia da Educação aprendi a ser crítica quando se trata de educação,uma vez que as crianças que moram no meio rural possuem entendimento e prazer pela educação mesmo com pouco acesso á internet, bibliotecas etc, enquanto crianças urbanas não apresentam tal disposição e interesse.

  33. Daniela Alves disse:

    As escolas no campo têm como objetivo preparar os alunos para aceitar a vida como ela é, diferentemente daqueles criados na cidade. Pois no campo se desenvolve o estudo e o trabalho através de aspectos importantes para ver como a sociedade funciona e como ela deveria ser. A educação no campo fornece uma organização política diferente daquela oferecida na cidade, pois o Estado vê a cidade como intelectuais e o campo, como trabalhadores.
    O Movimento do Sem- Terra luta, por justiça e pela reforma agrária, por isso as escolas buscam o conhecimento acumulado historicamente e visa a formação política que é a solução para a alienação imposta pelo Estado. Os MST se opõem à escola capitalista através das diversas funções exercidas por eles e pela reflexão que eles trazem sobre suas ações e relações sociais.
    Por fim, a educação desenvolvida nas escolas do campo trabalha com base na realidade dos alunos e é centrada no respeito, fazendo com que eles tenham uma formação consciente e que entendam a cidadania, a emancipação e a transformação necessária da sociedade.

  34. Nayara Koseki disse:

    Nesse módulo vimos que a educação no campo é diferente da nossa educação urbana. A educação rural é relacionada ao trabalho e a política. Essas escolas são conhecidas como itinerantes e acompanham o Movimento dos sem terra, conscientizando os alunos a respeito de sua realidade, fazendo com que valorizem sua identidade e lutem pela reforma agrária.

  35. Andressa Parra disse:

    A disciplina de Sociologia da Educação II abordou muitos temas interessantes, no entanto o que mais marcou é o Movimento Sem Terra, muito interessante a vida, a história e a cultura dessas famílias. A educação no campo não é como a educação na cidade, cada uma apresenta suas especificidades, é importante ressaltar que há um interesse muito grande entre os assentados em permanecerem e transmitir para suas crianças toda sua história com sua cultura e seus costumes, a permanência dessa escola no campo faz com que as crianças do assentamento, defendem assim como seus familiares o interesse para com a reforma agrária.

  36. Na disciplina de Sociologia da Educação II estudamos temas muito importantes sobre educação nas áreas rurais e nas áreas urbanas. Inclusive a atuação do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) na luta pela Reforma Agrária para minimizar o problema da concentração fundiária no Brasil onde uma minoria de proprietários rurais são donos de muitas terras e uma grande maioria de proprietários rurais são donos de poucas terras e tem poucos recursos econômicos e técnicos para melhorarem a sua produtividade agrícola. Atualmente o MST não luta apenas por acesso à terra, mas também exigem financiamento e infraestrutura para poder produzir e competir de forma adequada no mercado capitalista e assim melhorar suas condições sócio-econômicas. As escola rurais dirigidas pelo MST priorizam uma educação mais direcionada para uma formação política e social mais justa.

    • Na disciplina de Sociologia da Educação II estudamos temas muito importantes sobre educação nas áreas rurais e nas áreas urbanas. Inclusive a atuação do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) na luta pela Reforma Agrária para minimizar o problema da concentração fundiária no Brasil onde uma minoria de proprietários rurais são donos de muitas terras e uma grande maioria de proprietários rurais são donos de poucas terras e tem poucos recursos econômicos e técnicos para melhorarem a sua produtividade agrícola. Atualmente o MST não luta apenas por acesso à terra, mas também exigem financiamento e infraestrutura para poder produzir e competir de forma adequada no mercado capitalista e assim melhorar suas condições sócio-econômicas. As escola rurais dirigidas pelo MST priorizam uma educação mais direcionada para uma formação política e social mais justa. Fran.

  37. Hayanne Zahra disse:

    A Sociologia da Educação é uma “linha” da Sociologia em que se estuda a realidade sócio-educacional e seus processos. A educação – dentro das perspectivas da Sociologia da Educação – origina-se no contexto de uma sociedade, a qual também é consequente da educação.
    Por meio das aulas, leituras e vídeos exibidos no decorrer do semestre, pôde-se observar e “vivenciar” de certa forma as diferenças e dificuldades enfrentadas nas escolas e/ou educação do campo, assentamentos, onde os educadores ensinam aos alunos, de maneira crítica, a conscientização política, o qual se trata de um ensino de qualidade, contudo encontram-se instalados em ambientes de condições precárias. Porém, mesmo nessas condições, as dificuldades são deixadas um pouco de lado para manter o foco e o objetivo na educação melhor, com o intuito de tornarem crianças e jovens cidadãos críticos e conscientes. As crianças no meio urbano, portanto, possuem uma melhor educação, mas não um ensino de qualidade como nas escolas das cidades pequenas e grandes.
    A disciplina Sociologia da Educação II proporcionou compreender a importância de se ter um olhar crítico com relação à educação e, nos permitiu entender e “enxergar” que a educação em nosso país não é igualitária, trabalhada diferenciadamente em cada região. Porém, a luta pela educação de qualidade não é deixada de lado.

  38. Fernanda Rissardi disse:

    Na disciplina Sociologia da Educação II discutiu-se todo o envolto da educação no campo propiciando até uma excursão para conhecermos o MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra). Observa-se que há toda uma organização política para que não ascendam no campo os conceitos necessários para se aprender criticamente, eliminando a alienação. Pelo contrário, forma-se, no campo, a mão de obra necessária no intuito de que burguesia mantenha seu status e prestígio.
    Ressalva-se que no meio rural há movimentos legítimos que lutam para a promoção dos direitos e pela justiça da classe trabalhadora. Pode-se citar o MST, que batalha pela reforma agrária. Em suas escolas são disseminados conceitos validados historicamente bem como forma-se cidadãos reflexivos que têm ciência do processo capitalista no qual estamos inseridos. Dessa forma, obtêm-se indivíduos críticos para lutar por melhores condições, ou melhor, para que seus direitos sejam promovidos.

  39. Ludmila Lidiane Liduenha disse:

    Minha concepção de sociologia seria , o estudo sobre a sociedade, estabelecendo relações entre o passado e o presente, tentando-se entender como as relações pessoais, sociais e políticas são construídas ao longo do tempo entre os homens. Tivemos exemplos de uma educação política voltada para o trabalho e para o campo, dentre estes está à escola do MST- Movimento Sem Terra que esta fora da regra da sociedade. Esse movimento rural do MST tem formado cidadãos reflexivos sobre suas ações e relações sociais, sem afastar os saberes acadêmicos da sociedade. Essas escolas de assentamentos e acampamentos tem uma formação voltada para a reflexão dos alunos e são pautadas nos conceitos de respeito a realidade dos indivíduos, fazendo com que estes tenha uma formação consciente e eficiente para a sociedade e a natureza.

  40. Wanderléa Esteves disse:

    Desde o começo do curso, a disciplina Sociologia da educação vem nos permitindo absorver um conhecimento amplo e crítico sobre a educação, de certa forma abrindo nossos olhos ao sistema alienado em que fazemos parte, sobre tudo dentro da própria educação.
    Pudemos observar e estudar várias formas de educação existentes ou já vividas na história da humanidade, suas mudanças e trajetórias. Tantos esforços que filósofos e estudiosos tiveram que fazer para chegarmos aonde chegamos, muito se fez, porém muito há por fazer.
    Tivemos exemplos de uma educação política voltada para o trabalho, no qual o homem é preparado para o mercado de trabalho, ou seja, mão de obra. E também uma educação voltada para o campo, na escola para o campo, têm as escolas dos movimentos agrários MST (movimento sem terra), que tem como objetivo, formar crianças cidadãos críticos e reflexíveis sobre suas ações e relações sociais, procurando também oferecer os conceitos necessários para se viver em sociedade.
    Quando visitamos o movimento sem terra nesse semestre, embora não tenha visto o trabalho dos professores e nem conhecido à escola, pude perceber a riqueza de conhecimentos que trazem os moradores de lá, tratam de todos os assuntos com a maior desenvoltura, com vocabulários ricos e articulados, me levando a crer que da mesma forma é assim nas escolas, mesmo sem muitas possibilidades de infraestrutura, levam da melhor maneira, conceitos e vivencia para seus alunos, dentro de suas possibilidades, cumprindo com seus objetivos, que é o exercício da cidadania, emancipação e valor a vida. Trabalhando com as crianças aquilo que lhes dão sentido, tudo o que está a sua volta em seu cotidiano.
    Para mim foi muito salutar conhecer a forma que se trabalha nessas escolas do campo, mostrando a riqueza que se pode ter mesmo sem muitas condições de infraestrutura ou tecnologias.

  41. Vera Lucia Vançan disse:

    Com a chegada da modernidade e, consequentemente, o desenvolvimento industrial houve uma desvalorização do mundo rural em relação ao mundo urbano, provocando o êxodo rural. Vários fatores são responsáveis por essa desvalorização. Primeiro pela ideia de que desenvolver atividades de produção no campo denota atraso, enquanto trabalhar e morar nas cidades, com acesso a conforto, lazer, educação e infra-estrutura está associado à modernidade e evolução. Com a globalização, o saber torna-se mercadoria conveniente para empregos melhores, o que não é oferecido nas escolas do campo, confirmando a idéia de que o campo não é lugar de educação e sim de trabalho. fazendo com os pais mandem seus filhos estudar em escolas urbanas, podendo ter suas identidades culturais desintegradas, reforçadas ou hibridizadas.
    No documentário dos sem terrinha vimos que, além da luta latifundiária, o MST busca romper a cerca que impede o acesso ao conhecimento. Vê todo processo de luta como pedagógico e toda luta política como educação. Dessa forma a criança (sem terrinha) é inserida nessa luta desde cedo, participando de congressos, com atividades culturais e políticas. Desde a educação infantil a criança tem acesso à educação, conhecendo a cultura popular, participando de brincadeiras, aprendendo noções de coletividade e cooperação. Para isso conta com a escola itinerante, que são reconhecidas pelos conselhos de educação como escolas estaduais e acompanha o acampamento para onde ele for.
    A Sociologia da Educação foi fundamental na compreensão sobre a realidade social no campo, principalmente no que se refere à educação e formação dos jovens, mostrando que não vivemos em uma sociedade igualitária e as diferenças na educação rural e urbana afasta os indivíduos do trabalho no campo.

  42. Flávia Grasieli Mendes disse:

    A disciplina Sociologia da Educação tem nos proporcionado a oportunidade de pensar a Educação num âmbito bem maior que a sala de aula, nos fez refletir mais precisamente na educação rural, algo que dificilmente faríamos sozinhas, pois trata-se de uma realidade distante da nossa que é urbana, no entanto sabemos que a educação nos meios rurais vão além do conteúdo escolar, ensinando aos alunos valores que somente a vivencia e a experiência de quem vive em um ambiente rural possui, de modo que estes desde muito cedo aprendem suas origens e os motivos pelos quais devem lutar e acreditar, dando desta maneira valor a sua historia e tornando-se cidadãos críticos e conhecedores da politica e da cultura que os cercam.

  43. Bruna Belluci disse:

    Durante toda a disciplina de Sociologia II tivemos diversos assuntos que nos fizeram refletir sobre a nossa sociedade. Um dos assuntos que nos aprofundamos devido a nossa viagem foi sobre o MST onde podemos ver uma diferença entre as pessoas que possuem e as que não possuem acesso as novas tecnologias e que devido ao afastamento fica mais difícil .
    Chegamos assim a outro ponto a diferença na nossa sociedade cada um se preocupa com aquilo que possuem, com isso as classes mais pobres lutam por direitos. Vimos então na disciplinas que a luta de classes continua, de maneira diferente.
    Aprendemos então a exercer a crítica através da educação, onde devemos buscar sempreas melhorias.

  44. Luany Pyetra disse:

    Concluindo a Sociologia da Educação II,foi possível fazer uma reflexão sobre as principais relações entre as formas de educação e a educação no campo.Porém podemos notar que embora se diferenciem por diversos fatores,entre eles as desigualdades sociais,é evidente que a vontade de aprender é ponto em comum e de extrema importância entre esses alunos.Infelizmente a educação no campo,onde podemos destacar as escolas dos assentamentos MST,não tem a estrutura que deveriam ter para que fosse disponibilizado todo o acervo educacionais,porém usam os recursos que possuem,partindo sempre da realidade deles e criam indivíduos conscientes e preparados para continuar a lutarem pelos seus ideais.Provando assim,que as escolas do campo realizam e cumprem as mesmas funções que uma escola urbana,e muitas vezes dando resultados muito mais positivos e fazendo assim com que seja,na medida do possível,uma escola de qualidade.

  45. América disse:

    O mundo tecnológico trouxe vários benefícios para a sociedade, todavia, consequentemente muitos transtornos, porque tudo gira em volta dos interesses do Estado, que é manipulado pelo sistema capitalista. As desigualdades sociais aumentaram, os problemas sociais aumentaram. Quando ”passamos” por áreas urbanas achamos lindo as plantações, maa bonito ainda é ver de cima, são verdadeiras obras de artes geométricas…mas cade a mão de obra, onde estão as mãos que trabalham no campo? foram substituídas pelos maquinários , pela tecnologia de última geração. E para onde foi o povo do campo? Tentar a sorte nas ”metrópoles”.Estão morando nos cortiços, nas comunidades ou estão empoleirados em algum cubículo, tentando defender o pão nosso de cada dia.Foram lançados fora de suas terras, de sua cultura de sua historia…perderam sua identidade e estão vivendo a triste realidade do ”salva-se quem puder”. E quem está operando as maquinas do campo? São aqueles que frequentaram escolas técnicas e de profissionalização nas áreas urbanas, são aqueles que possuem ”diploma”. Um privilégio para poucos, um privilégio que o povo do campo não tem, pois não há escolarização a altura nas zonas rurais e universidade é um sonho de muitos , mas uma realidade para poucos.
    Mas tem aqueles que não desistem, insistem, resistem…lutam por um futuro melhor, por um futuro com menos injustiças sociais. Aí, eles se organizam em grupos de pessoas com os mesmo ideais e vão para a batalha, a batalha de enfrentar o sistema, de dizer para esta sociedade tão injusta ”nós também somos gente, nós também temos direitos”.Foi assim que o MST nasceu…eles não tem as facilitações das zonas urbanas, mas eles tem ideias e ideais e usam isto como instrumento para educar sua gente e como ferramenta de luta para diminuir as injustiças sociais que sofrem. Suas crianças correm livremente pelos campos, brincam de pelada, de pega-pega, pisam descalços no chão de terra,,,mas também pensam como gente grande, conversam como gente grande, porque são instruídos, são ensinados a pensar e a refletir sobre mundo, suas vidas tem sentido, porque eles tem um porque para brigarem e um porque para lutarem. Fazem das pequenas e poucas oportunidades, de acesso a informação e a educação, em momentos sacerdotais, participam dos problemas da comunidade, produzem juntos, sofrem juntos, conquistam juntos.Vivem o aqui agora com esperança que amanhã tem de novo.Eles tem gana, eles tem raça, eles tem sonhos…Esta é ”a vida como ela é” para os filhos da terra, nos MST.
    E como estão o povo das zonas urbanas? Na mesmices, atoladas no conforto da alienação. Comprando o ”gato por lebre”, embasbacados pelo entretenimentos tecnológicos , ludibriados por uma educação escolar que só aumenta as discrepâncias sociais, pois esta é a intenção do sistema.
    Percebemos então que a evolução esta fazendo o homem tolhir, retroceder, involuir.

  46. América disse:

    ideais e ideias

  47. Marina Martins disse:

    Através dos textos lidos e das discussões em sala de aula, observa-se que o Movimento Rural dos Trabalhadores Sem Terra (MST), ao longo da história , tem dado à formação um significado que a tem transformado em um espaço que propõe aos alunos do campo a reflexão sobre si mesmo e sobre as relações sociais que encontramos. A inserção destesno mundo social.
    Sobre a educação ,é possível perceber que o MST acredita que deve fundamentar-se em princípios que respeitam a realidade dos indivíduos, garantindo uma intervenção mais qualificada, consciente e eficiente na sociedade e no meio ambiente. Constata-se que formação e educação, para o MST, têm por objetivo a emancipação, o desenvolvimento de competências para o exercício da cidadania e a valorização da vida, tanto no campo quanto na cidade.
    Pudemos observar pelo documentário “Sem Terrinhas”, que seus educadores ensinam a conscientização política inserindo-os na realidade social e colocando como participantes da forma social presente. Indivíduos com deveres e direitos que devem ser respeitados. A relação professor e aluno mostra que os educadores respeitam as necessidades e potencialidades de cada aluno, proporcionando um desenvolvimento maior aos alunos

  48. Pollyana Machado disse:

    Quando pensamos em educação no campo, é de extrema importância que o processo seja permeado pelo respeito às diferenças culturais, estruturais que existem no processo. Também devemos considerar sempre o contexto político de lutas, de educação para o trabalho que envolve o MST e suas escolas. É muito interessante e enriquecedor saber mais sobre esse universo que luta por direitos e educação.

  49. Angelica Camacho disse:

    Durante a disciplina Sociologia da Educação II, foi possível abordarmos vários temas relacionando a educação e sociedade. Um deles foi a diferença entre a escola do campo e a escola urbana.
    Há uma grande preocupação na escola do campo, em os educadores transmitirem toda a sua história para os alunos, como forma de “herança cultural”. Já na escoa urbana, percebemos uma preparação para mão de obra trabalhadora.
    Foi possível perceber esse assunto de forma mais concreta e real através da viagem realizada para os assentamentos, em Promissão.

  50. Ana Claúdia disse:

    Em Sociologia II vimos que a educação no campo é diferente da nossa educação urbana. A educação rural é relacionada ao trabalho e a política. Essas escolas são conhecidas como itinerantes e acompanham o Movimento dos sem terra, conscientizando os alunos a respeito de sua realidade, fazendo com que valorizem sua identidade e lutem pela reforma agrária.

  51. Rebeca Gomes disse:

    Ao fim da Disciplina de Sociologia II, pude obter um olhar mais critico sobre a temática da Educação. Pois muitos políticos dizem que ira promover uma Educação de qualidade, quando vimos que isso é impossível em um país com tantas diversidades culturais. Há uma enorme diferença na educação voltada ao publico da zona urbana para o da zona rural. A educação urbana visa que seus alunos ingressem em universidades, já o da zona rural que se desenvolvam para o trabalho. Pude notar isso ao visitar o acampamento dos sem terra, pois toda a comunidade trabalha unida, e que existe um trabalho diferenciado com os adolescentes, porém não sei ao certo como funciona a educação lá aplicada.
    A disciplina nos leva a enxergar de uma maneira mais clara a sociedade em que vivemos, como ela era e o rumo em que está tomando.

  52. Camila Pavaneli disse:

    Ao final da disciplina de Sociologia II, pude ter acesso a um conhecimento mais amplo e critico acerca da educação, além disso, permitiu que obtivesse um conceito de educação mais critico, fugindo da alienação. Pude ter acesso à educação para o trabalho e o campo, das quais tinha até então um outro olhar. A escola de assentamentos e acompanhamentos tem uma formação voltada para reflexão dos alunos nas quais são pautadas respeito e na realidade do individuo. Essas escolas vem mostrar que a educação é para todos, que todos tem diretos ao acesso aos conhecimentos acumulado historicamente pelo homem.

  53. Ana Marta Gonçalves Regalo disse:

    Na disciplina de Sociologia da Educação II foi estudada a importância da escola formadora do homem omnilateral, uma escola que proporcione a mesma educação para qualquer pessoa, independente da classe social ou onde mora. É importante que o estudante consiga conciliar a teoria com a prática, que a ênfase seja dada às duas vertentes sem sobressair nenhuma.

  54. Ana Régio disse:

    Este último módulo da disciplina de Sociologia proporcionou a aquisição de conhecimentos incógnitos para a sociedade em geral, que não conhece ao menos o funcionamento da educação no meio rural. Assim, foi possível ampliar criticamente tais conhecimentos, visando a ruptura da alienação espalhada por todo lado. Vimos que a educação voltada para o campo, tal como a escola do MST, insere-se num contexto singular, conseguindo formar cidadãos reflexivos, capazes de valorizar sua própria cultura de saberes, levando adiante o conhecimento adquirido, não deixando suas raízes por conta de saberes ditados pela sociedade em geral, sustentando e vivificando seus próprios ideais de busca por uma sociedade mais igualitária, que permita o acesso aos diferentes níveis da humanidade, respeitando a realidade em que se inserem.

  55. Letícia Veste Correia disse:

    Durante a disciplina de Sociologia da Educação II, foi possível adquirir novos conhecimentos e ter uma visão diferente da que eu tinha, tornando-se um cidadão mais crítico e reflexivo. A viagem ao MST também ajudou bastante a conhecer de perto como funciona um assentamento. Foi possível conhecer como essas pessoas vivem nesse meio rural, lutando pelos seus direitos e pela reforma agrária. A educação no campo é diferente da educação na cidade, porém mesmo enfrentando tantas dificuldades, podemos perceber o esforço em formar cidadãos conscientes e críticos.Tudo isso nos coloca diante de reflexões sobre a nossa sociedade e sobre a educação, portanto já passamos por muitas lutas e isso continua, sempre em busca de uma melhoria. Apesar de não termos uma educação igualitária para todos.

  56. maely disse:

    Nesse semestre, o tema educação foi superado em mim, fugi da alienação e adquiri mais criticidade. Conhecer a educação no campo e as sua dificuldades, proporcionaram mais respeito, entendendo que lá a escola consegue formar o cidadão para que sejam pensantes reflexivos e críticos.

  57. Mecia disse:

    Os conteúdos da disciplina muito acrescentaram a minha formação colaborando com riqueza para uma visão de mundo mais crítica. Foi possível concluir que, infelizmente em nosso país, devido raízes históricas-culturais,a educação no campo ou na cidade ainda necessita de ações eficazes e despidas de interesses políticos e econômicos individualistas que perpetuam deficiências e incapacidades. Notei que em outros países que também vivenciaram conflitos e crises porém realizaram esforços para a organização do sistema Educacional eficiente, enquanto no Brasil as Leis e iniciativas, na maioria das vezes, não saem do papel. Fato que alimenta as desigualdades sociais e culturais.O conhecimento dos sociólogos, teóricos e seus estudos nos remete a reflexões sobre a área educacional na qual estaremos atuando brevemente, possibilitando assim pensarmos na construção de uma prática pedagógica que auxilie na formação de indivíduos que pensem e lutem na transformação dessa sociedade, conscientes em nosso trabalho, da influência dos fatores sociais dentro do contexto diário escolar.

  58. Adriane Paulino disse:

    Neste semestre, estudamos vários assuntos em Sociologia II que nos permitiram melhor entendimento a respeito da educação dentro do nosso país. O último tema foi sobre a educação rural e nos assentamentos dos sem terra. As escolas dos assentamentos são itinerantes para que os filhos dos assentados tenham o direito à educação. Isso é muito importante, pois tais escolas conscientizam seus alunos acerca da realidade em que vivem, despertando nessas crianças a valorização de sua identidade de forma que eles façam parte da luta pela reforma agrária.
    Segundo o nosso professor, existem hoje no Brasil aproximadamente duas mil escolas rurais. Isso mostra um pouco da preocupação em se formar cidadãos conscientes em qualquer parte do nosso país.

  59. Letícia Gabriela de Oliveira disse:

    A disciplina Sociologia da Educação II, me proporcionou a aquisição de novos conhecimentos e reflexões acerca de minha prática docente. Mudei a visão que tinha sobre várias coisas, sobretudo sobre o MST, sua organização e educação no campo. Vimos também que nenhuma forma de educação é neutra, de modo que é essencial que a utilizemos como ferramenta para levar aos nosso alunos uma formação ampla que propicie a mudança do meio em que vivem e uma fuga a alienação imposta. Vivemos em meio a lutas e desigualdades, nos como professores temos que auxiliar na busca por uma educação/sociedade mais igualitária.

  60. Maiara Carnelossi disse:

    Os estudos de sociologia deste semestre foram voltados para a educação que acontece no campo, principalmente a dos sem-terra que pudemos vivenciar no passeio feito até o acampamento, que visam, de maneira geral, à reforma agrária e a educação voltada para a realidade em que eles vivem, para as situações que vivenciam, também para os objetivos que almejam com suas lutas e o reconhecimento de sua identidade. Assim como vimos a educação do campo, vimos também outros tipos de se pensar a educação e como ela acontece, entendendo que para que a educação aconteça realmente é preciso que o professore adapte uma concepção e leve ao aluno todo o conhecimento, baseado no tipo de educação que acredite ser a melhor e igual para todos.

  61. Silmara disse:

    Durante os estudos da disciplina de sociologia II, foi abordado e aprofundado as questões do trabalho e educação, as zonas rurais, os assentamentos, encontram dificuldades para se estruturarem e também para manter suas escolas, já que fica para os municípios próximos a oferta de vagas para essas crianças e em alguns casos, eles possuem a escola no local. As características da educação no e do campo são bem peculiares, eles possuem uma consciência política e social bem aprofundada, lutando de maneira constante por seu direito à educação e como a comunidade rural, mesmo com suas dificuldades luta para manter uma base de trabalho e educação que vários sociólogos já imaginavam: trabalho e educação atrelados, uma forma de lutar contra trabalho alienado. Foi muito gratificante conhecer mais esta realidade do mundo do trabalho e educação da nossa sociedade, para uma melhor compreensqão dessa realidade pouco abordada .. mas que carrega em si uma história de lutas e reflexões muito relevantes para os educadores.

  62. janaine Braga Ramos disse:

    Considerando que sociologia é o estudo da sociedades, das relações social e históricamente estabelecidas, englobando aspectos políticos, econômicos e sociais são instituídas ao longo do tempo entre os homens.Fazendo uma estreita relação com o âmbito da educação apreende-se que há um empenho de um pensamento ideológico hegemônico o conhecimento seja dual e desigual, de modo que aquisição do conhecimento integral fique restrito à burguesia, apropriada do grande capital,visto que essa classe busca nas camadas populares mão de obra necessária para a manutenção de sua vida elitista e de luxo.Há de se considerar também as rebelações dos trabalhadores, bom exemplo de um povo que luta é o (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra), que lutam pela justiça para classe trabalhadora e buscam a tão esperada reforma agrária. Nesses assentamentos a escola tem um papel fundamental de disseminar o conhecimento acumulado historicamente, junto com a educação para o trabalho e a formação política. E esta formação vai além da sala de aula, pois a todo momento os filhos destes homens do MST vem construindo uma consciência política e social de como a sociedade está organizada, participa de toda construção coletiva seja nos protestos ou seja na coleta dos alimentos para o preparo do almoço. Ainda assim, essas escolas e esses assentamentos enfrentam a dificuldade de serem mantidas, visto que poucos são os recursos obtidos pela prefeitura, que muitas vezes não ajuda em nada.
    A disciplina de sociologia foi importante para compreender como uma outra educação visada para a formação política e para o trabalho, contrária a uma formação conteudista e tecnicista é possível e vem acontecendo em várias partes do mundo. Deste modo , apreende-se que encarar a escola também como espaço para revolução ideológica é um meio de lutar contra o sistema capitalista.

  63. Ana Cláudia de Oliveira Pereira disse:

    A educação do campo é um projeto que busca diminuir as dificuldades e preconceitos que os alunos oriundos do campo sofrem ao entrarem no meio urbano. Esse é um pensamento, infelizmente, não é da maioria, já que as pessoas nem reparam nessa questão e muitos dos alunos do campo nem enxergam que sofrem preconceito. E assim, a luta também não é de muitos.
    A educação nos assentamentos do MST, passou a existir na década de 90 e a partir dai ganhou força, já que o objetivo da educação é criar mais militantes para o movimento. A educação do movimento tem como princípio educativo o trabalho. O MST mistura e transforma diferentes componentes educativos, produzindo uma síntese pedagógica que não é original, mas também não é igual a nenhuma pedagogia já proposta, se tomada em si mesma, exatamente porque a sua referência de sentido está no Movimento. O MST propõe o desenvolvimento da consciência política na base, a construção da organicidade, a articulação com outros setores da sociedade, a vivência de novos valores e um novo cooperativismo, fora da lógica do capitalismo, capaz de fazer frente ao neoliberalismo e ao cooperativismo tradicional.

  64. Edmar Ferreira Dias disse:

    A disciplina de Sociologia II vem a contribuir para nossa formação em Pedagogia visto que as reflexões de ordem social nos auxiliam a entender o verdadeiro descompasso que nossa Educação vive hoje. Essas escolas vem mostrar que a educação é para todos, que todos tem direto e acesso aos conhecimentos acumulado historicamente pela humanidade. O que mais me chamou a atenção foi o seminário de das escolas Itinerantes, pois de imediato fiz uma relação com o quadro de Portinari ( Os Itinerantes) e só compreendi, realmente, qual a finalidade desses escolas quando percebi que desconhecia a existência delas. Assim como apresentei no meu seminário em dupla que segundo Lenin, a educação deve existir mesmo que não tenha um caráter político.

  65. Maísa Gonçalves Lima disse:

    A disciplina de sociologia II, contribuiu para entendermos as experiências educacionais alternativas, como a escola do trabalho de Pistrak, que hoje são responsáveis por orientar a educação no campo. Essa educação diferenciada para as crianças e jovens do campo é importante, uma vez que hoje, em um mundo urbanizado, as dificuldades dos moradores do campo são muitas e a escola pode-se apresentar como grande repressora e preconceituosa. Nesse sentido a escola faz cada vez mais importantes lutar pelas escolas do campo, pois essas funciona não somente com objetivos pedagógicos, mas também com visando o fortalecimento da identidade cultural desses moradores e de seus lutas.

  66. Carolina Longo disse:

    As aulas de sociologia da Educação II nos permitiram ter conhecimento de como a educação no Brasil ainda é desigual e não busca a emancipação humana. É necessário que se respeite as diferenças, a cultura, a identidade de cada povo, pois cada região necessita de um atendimento diferente, de acordo com suas necessidades. As questões centrais desses textos, especificamente, nos proporcionaram o conhecimento sobre a diferença que há entre a educação rural e a urbana. Aprendemos sobre as cirandas, sobre as escolas itinerantes, realidade no âmbito rural, que são exemplos de escolas que trabalham de acordo com a necessidade de quem as frequenta; escolas estas, que, muitas vezes se encontram em forma precária, mas visam garantir que as crianças de acampamentos e assentamentos tenham garantido o direito à educação, aprendem os conteúdos escolares contextualizados com a sua realidade, permitindo que eles sejam capazes de refletir sobre suas ações e o meio em que vivem, tornando-os cidadãos que valorizam a sua identidade, as suas lutas, seus ideais, em meio de uma sociedade tão urbanizada em que vivemos.

  67. Carolina Puga disse:

    Na disciplina Sociologia da Educação II, conhecemos diversas experiências educacionais, que não tínhamos ouvido falar até então. Aprendemos sobre a escola do trabalho de Pistrak e Makarenko, as escolas itinerantes e experiências educacionais no âmbito rural. Essas experiências educacionais são interessantes pois, apesar de na maioria das vezes, contarem com estruturas precárias, proporcionam a educação as crianças da zona rural e proporcionam uma reflexão ao relacionarem a realidade em que eles vivem com os conteúdos escolares.

  68. Alan da Silva Marques disse:

    A Educação do Campo e a Educação de assentados, também as demais educações que envolvem o rural, devem ser mais exploradas pelas pesquisas e teorias, pois esses povos estão construindo a sua identidade nessa sociedade. Com o pós-modernismo eles ficam sufocados com o urbano e suas consequências. Devemo-nos entender, ouvir, ser militantes para que nessa sociedade seja garantido a igualdade cultural. Queremos a emancipação humana e para isso temos que ir a luta contra toda essa burocracia e essas barreiras que o capital coloca.

  69. Maria Paula Reis disse:

    É notado que a Sociologia, como estudado em aula, deve ser ferramenta para o saber docente, considerando as culturas, organizações e arranjos em país com tanta diversidade. A educação nos assentamentos tem características peculiares, mas não menos importante do que a das grandes cidades e nem tampouco nas áreas rurais ao serem organizadas por este movimento. Há de se considerar toda a visão de mundo e saberes contidos no processo de cada realidade e, a partir daí, elaborar seu plano de trabalho escolar. Este ato de considerar o conhecimento prévio de cada grupo, cultura ou região, nos deixa atentos a minimizar os preconceitos de quem apenas adota uma forma de educação pronta e padronizada e, consequentemente, com menor interação e interesse na relação aluno-professor.
    O olhar do professor deve contemplar as crenças, costumes, culturas, moral, valores e geografia do local e da comunidade, onde os educandos estão inseridos, evitando o olhar preconceituoso e o uso de nomenclaturas discriminatórias como sitiante, caipiras e até o uso pejorativo da palavra indígena para identificar certo grupo que deveria ser apenas uma representação social.
    O que se deve ter em mente são as práticas de inclusão na ação educativa, evitando criar rótulos que seriam paradoxais ao propósito do processo de se educar, como já visto nos textos de Gramsci, quando fala das Classes subalternas, que no Brasil, procurava impor os padrões éticos e estéticos vigentes na Europa demonstrando uma hegemonia em contrapartida com o que então seriam denominados atrasados ou de culturas chamadas primitivas.

  70. Thainá Carmona disse:

    Segundo Serra e Sobrinho da Universidade Estadual de Maringá, Sem educação a reforma agrária não se completa. Foi pensando dessa forma que o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra propôs e conseguiu institucionalizar uma proposta de educação no campo, apropriada à realidade do campo. A proposta pedagógica do MST prega que, além da terra, os camponeses precisam de uma transformação pela educação; uma educação não igual, mas diferente daquela praticada na cidade e no próprio campo, fora do mundo sob a influência direta do movimento social.
    Desta forma, de acordo com os textos lidos nas aulas de Sociologia II nos possibilitou entender melhor que a educação não se resume apenas às atividades rotineiramente desenvolvidas dentro de uma escola, mas todo o processo de vivência, dentro do movimento, é também educativo.

  71. Júlia Neves Ferreira disse:

    O conteúdo trabalhado na disciplina Sociologia da Educação II nos permitiu conhecer novas e diferentes concepções de escola e educação sendo possível nos posicionar de maneira mais crítica e reflexiva com relação a esses temas. Por meio dos vídeos assistidos, das leituras realizadas e da viagem que fizemos para conhecer o MST e a Escola Nacional Florestan Fernandes, tivemos a oportunidade de conhecer a educação, o contexto e a realidade que em essas pessoas vivem. As escolas do MST possuem uma formação voltada para a reflexão dos alunos e são pautadas nos conceitos de respeito a realidade dos indivíduos permitindo que seus integrantes tenham a consciência do seu direito a educação, independente da onde estejam, sem esquecer os demais direitos das crianças. Sendo assim, pudemos observar e pensar a educação em um âmbito fora da sala de aula sendo possível comparar os aspectos da educação rural e da educação urbana.

  72. Marina Casadore Bianchi disse:

    A disciplina Sociologia da Educação II nos forneceu conhecimentos para que tivessemos a oportunidade de compreender a dimensão da desigualdade presente na Educação no Brasil, sobretudo as disparidades da educação rural e da educação urbana. Por isso, é certo que as diferenças entre cada cultura devem ser respeitadas, de modo que cada região possa ter atendimentos diferentes, de acordo com sua realidade.
    Uma questão interessante vista nesta disciplina em relação à educação no campo são as escolas itinerantes, que garantem o direito à educação de crianças que vivem em acampamentos e assentamentos. Assim, estas crianças podem aprender conteúdos escolares de acordo com o contexto em que vivem, permitindo reflexões e discussões acerca de sua realidade, para que haja uma valorização de sua identidade e seus ideais.

  73. Thailene disse:

    Neste último módulo da disciplina de Sociologia da Educação II, foi para “fechar com chave de ouro” tudo o que vimos durante esse semestre.
    Ao conhecer as propostas e projetos do MST, pude ter uma reflexão de como eles enfatizam o direito a educação e como eles valorizam a sua cultura.
    Por fim, esses temas, como o MST devem ser trazidos na sala de aula como proposta para quebrar certos preconceitos.

  74. Adriane Ruis da Silva disse:

    A Educação do Campo está em luta para que consiga se estabelecer, mas já garantiu algumas vantagens. Ela é uma educação para os trabalhadores e as trabalhadoras rurais e também para todos os militantes envolvidos nos Movimentos Sociais. A Educação do Campo dialoga com a teoria pedagógica na realidade particular dos camponeses e preocupa-se com a educação da população trabalhadora do campo e com a formação humana. Observa-se que quando alunos do campo vão estudar em escolas urbanas há certo preconceito contra eles, o professor deve conscientizar-se para que esse preconceito não exista e fazer um trabalho coletivo para os alunos entenderem que a realidade do campo é muito importante para todos. Uma das características marcantes do movimento é os camponeses assumirem-se como sujeitos de seu próprio projeto educativo, afinal objetiva-se uma escola característica, que seja a identidade dos sujeitos que se pretende formar, para que os camponeses não tenham vergonha de se assumirem como trabalhadores do campo.

  75. Verbênia Dias Araújo disse:

    Pudemos ver em Sociologia II, a Educação Escolar em difrentes momentos ao longo da história. A sociologia da Educação contribuiu para que conhecêssemos a escola do campo, a qual nos faz perceber a grande desigualdade que ainda há na educação (Educação Rural e Educação Urbana). Existe um grande número de pessoas que recebem essa educação, porém alguns aspectos infelizmente ainda fazem parte da realidade da educação do campo, como a falta de estrutura que existe para essas pessoas. Isso nos faz refletir sobre a realidade da educação no país. Mas foi muito enriquecedor saber mais sobre a educação nos assentamentos do MST e conhecer mais sobre esse universo que luta por direitos e educação. É de extrema importância o respeito pelas diferenças culturais, que deve ser ensinado pelos professores aos seus alunos.

  76. Amanda Vivan disse:

    A disciplina Sociologia II foi fundamental para buscarmos as raízes das diferenças e desigualdades na nossa sociedade, sobretudo, em relação à educação. Ao longo das leituras pudemos perceber que esses fatos não são naturais, e sim possuem causas históricas e materiais. No caso da educação, a escola não é neutra, ela reflete a sociedade de classes, suas contradições, desigualdades e ideologias. Verificamos que a imposição do modelo burguês de educação fragmenta a relação entre trabalho e educação, atingindo de maneira nítida a cultura camponesa, submetendo-a à inferioridade e à desvalorização. No caso dos movimentos camponeses, pudemos conhecer em algumas organizações ,ainda que com inúmeros desafios, a busca da superação desta realidade através da produção teórica e da prática pedagógica adequada à realidade camponesa voltada para a emancipação humana.

  77. Cristiane Lilian disse:

    Este semestre foi bem produtivo pois pudemos adentrar por várias escolas pedagógicas, conhecendo as diversas concepções e tentativas de implementações dentro da escola. Percebi que a visão de ser humano e do que vem a ser Educação vai permear toda a atividade pedagógica, e que sendo assim, e necessário conhecer a fundo as teorias, bem como suas aplicabilidades e inconsistências na sociedade atual. Contudo, e principalmente, creio que deve-se pensar em uma educação que rompa com o sistema vigente e que possa propiciar mais igualdade de direitos e oportunidades, além de uma distribuição econômica mais justa para as pessoas. A Educação do Campo é um grande exemplo dessa luta. Quando se fala de movimentos pela reforma agrária, estamos tocando em um dos pontos mais nevrálgicos e necessários de se buscar resolução dentro do nosso país. Através dos vídeos e seminários pude perceber como as crianças do MST são criadas de forma diferente das crianças urbanas. Ali elas tem um objetivo de vida, uma politização que lhe é inculcada desde tenra idade. Essas crianças sabem o que querem e como querem. O admirável, é que um assunto que muitos adultos consideram espinhoso e não palatável e abstraído por crianças, que mesmo a par disso, não deixam de ser crianças, que brincam sorriem, e que, melhor ainda, estão cientes de que não são o Sol do mundo, que a vida não é uma festa, e que as coisas devem ser conquistadas para que possamos tê-las. Seria muito profícuo e louvável que a iniciativa do MST fosse propagadas nas escolas de fundamental I.

  78. Danielle Oliveira disse:

    A disciplina de sociologia II me fez refletir um pouco mais sobre a educação em todos os âmbitos sociais. A desigualdade social é evidente, porém todos os alunos merecem recursos e tem direito a uma educação de qualidade.
    As escolas no campo possuem objetivos de preparar o aluno para enfrentar sua realidade. Infelizmente, o meio rural é mais afastado das tecnologias e das pesquisas. Isso faz com o Movimento Do Sem Terra (MST) lutem por justiça e pela reforma agrária, para garantir igualdade a formação das crianças desse meio.
    O MST ainda busca ir na contramão do capitalismo e da alienação proposta pela Estado, lutando por ações sociais opostas a essas, buscando formar indivíduos críticos, dispostos a aceitar a sua realidade, a respeitarem o próximo, e visando sempre a emancipação humana.

  79. Natalia Diniz. Feltrin disse:

    A disciplina nos possibilitou refletir sobre as desigualdades da sociedade atual, principalmente em relacao a educacao no campo. Pudemos perceber que muito se tem feito para que a realidade dessas pessoas mudem, no entanto, ha muita luta pela frente. Alem disso, pudemos conhecer a vida dessas pessoas, quais os desafios enfrentados e como elas lutam para que sua cultura tenha um lugar. Ressaltamos tambem a importancia de se valorizar e respeitar todas as culturas. A nossa disciplina foi pautada em inumeras leituras, entre elas a teoria Pistrak que e responsavel por orientar a educacao do campo.

  80. Luis Henrique dos Santos Barcellos disse:

    A disciplina Sociologia da Educação II possibilitou pensarmos mais profundamente e experienciar as relações de classes presentes na sociedade, e ainda mais a “suposta” dicotomia, diferenças e aproximações de uma educação Urbana e outra Rural. Como vimos, o mundo não é plano, e os espaços sociais se perpassam, existindo portanto um mundo não plano e essa fronteira entre Rural e Urbano pode ser repensada com o conceito de mescla, o Rurbano.
    A escola não é neutra e reflete o modelo socioeconômico vigente. O modelo burguês de educação fragmenta a relação entre trabalho e educação, trabalho intelectual e trabalho manual. Pensadores como Marx e Engels e Gramsci, defendem uma educação que não separe trabalho e educação, mas que estes se completem, a fim de formar um ser humano mais completo, a formação omnilateral.
    A visita a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), escola do MST permitiu a visão de uma tentativa de educação diferenciada, que integra a formação do homem que trabalha manual e intelectualmente, preocupada com a terra e com o bem comum, a escola é simbolo de resistência e luta.

  81. Aline Stelzer disse:

    A educação do campo é pautada na diminuição do preconceito, pois, quem vive na zona urbana tem preconceito de quem provem da zona rural. O MST luta pela reforma agrária e luta em prol de uma educação de qualidade aos assentados. Contudo a disciplina proporcionou-me uma ampla visão da sociedade,onde o capitalismo rege a desigualdade de classes, o que contribui para a alienação do ser, e a manutenção do sistema.

  82. Tainara Rosa Teixeira Leandro disse:

    A disciplina Sociologia da Educação II propiciou uma reflexão de como escontra-se a educação no nosso país, que está longe de ser igual para todos, em que a sociedade capitalista só se preocupa com a manutenção do sistema, perpetuando a alienação do ser. Mas ainda há escolas diferenciadas, movimentos que lutam por uma educação que visa formar o homem omnilateriamente, com a sua integralidade, como o MST, porém ainda há muito o que ser construído, há muita luta pela frente, sendo preciso muita resistência. Uma educação do campo que não seja diferenciada, que não seja vista como menos importante, que haja políticas públicas e financiamentos suficientes.

  83. Thalita Blanco Penha disse:

    A educação rural sofre com diversos problemas, falta de estrutura, dificuldade de locomoção, dificuldade em relação a tecnologias por falta de infraestruturas. Porém podemos ver a partir desse modulo a maneira como o MST luta por uma reforma agrária e pelos direitos fundamentais da educação no campo. Podemos compreender fatores históricos sociais que refletem até hoje em nossa sociedade. A partir das teorias de Pistrak, Marx, Engels e Gramsci podemos ter uma melhor compreensão de educação no campo, de menos favorecidos e de que maneira trabalhar para alterar essa condição.

  84. Rayane Silva disse:

    A disciplina de Sociologia da Educação permitiu que tivesse um maior conhecimento sobre a educação, através de um conhecimento crítico fugindo da alienação da educação. Tivemos exemplos de uma educação voltada para o trabalho e para o campo, destacando a escola do MST – Movimento sem Terra, que tem formado cidadãos reflexivos sobre suas ações e relações sociais. Essas escolas tem uma formação voltada para a reflexão dos alunos, pautadas em conceitos de respeito e realidade dos indivíduos, fazendo com que estes tenham uma formação consciente para a sociedade e a natureza.
    A disciplina proporcionou a oportunidade de pensar a educação num âmbito maior que a sala de aula, fez refletir na educação rural, algo que não faria sozinha, pois é uma realidade distante da urbana, e nessa educação conseguem ir além do conteúdo escolar, ensinam valores da vivência e da experiência, capaz de aprender sua origem e motivo de lutar e acreditar na sua cultura.

  85. Andréia Centurion disse:

    Nas aulas de Sociologia da Educação II, permitiu que eu pudesse aprender de que forma acontece a educação no campo, sendo esse um assunto pouco discutido em cursos de formação em pedagogia, o preconceito existente em torno do assunto, o descaracteriza.
    O trabalho realizado nas escolas itinerantes por exemplo, em que elas nasceram das necessidades e da luta dos acampados do MST, para que as crianças e os jovem que moram nos acampamentos não fiquem sem estudar, é um belo exemplo de educação rural.
    Um outro exemplo é a escola nacional Florestan Fernandes, em que tivemos a oportunidade de conhecer, a sua missão é de atender as necessidades da formação de militantes de movimentos sociais e organizações que lutam para um mundo mais justo.
    Assim, ao estudar sobre a educação rural, é despertada a possibilidade de se libertar um pouco da alienação em que vivemos, e começar a refletir o quão necessário é a vida no campo, e a partir disso, dar o real valor para as pessoas e a educação que eles recebem.

  86. Tainara Rodrigues disse:

    Durante os estudos da disciplina de Sociologia da Educação II, pudemos analisar a veracidade que compõe a sociedade brasileira, referente à área da educação. Pudemos tomar por conhecimento a realidade existente nas escolas do campo e nos assentamentos, em que se existe a busca pela qualidade de ensino, porém, as condições para a realização da relação ensino/aprendizagem carecem de recursos que sustentem a mesma. As crianças que vivem nesses meios são conscientizadas da realidade que as rodeiam, através da tentativa dos professores de formá-las criticamente e socialmente. Estas têm suas devidas individualidades, que não podem ser deixadas de lado, já que levam consigo suas experiências particulares, hábitos, práticas, políticas e modo de ser únicos.
    A desigualdade presente entre a educação difundida no meio urbano e rural é extremamente alta, o que nos fez enxergar, durante os estudos desse semestre, a realidade da nossa educação, que ainda necessita do reconhecimento de outras culturas que não a do meio urbano, como partes também constituintes do sistema educacional, livre de preconceitos formadores de barreiras da aprendizagem, tomando, assim, como modelo de escola o modelo igualitário, visando sempre a formação omnilateral de todos os pequenos cidadãos que hoje estão em plena formação.

  87. Wanessa B. Cardozo disse:

    A disciplina Sociologia da Educação II pode proporcionar um maior aprofundamento sobre a realidade educacional brasileira, tanto a educação rural quanto a educação urbana ainda possuem um longo caminho a percorrer para que possam chegar a um patamar estável que proporcione uma formação mais crítica perante a sociedade .Quanto a educação rural, que inclui trabalho rural, educação do campo e educação em assentamentos, todas estas dialogam com a teoria pedagógica na realidade particular dos camponeses e preocupa-se com a educação da população trabalhadora do campo e com a formação humana.

  88. Vivian Blanco disse:

    Com a disciplina de Sociologia da Educação II, ficou mais claro as desigualdades partindo das análises das leituras; É fato que a escola não é neutra e reproduz o modelo burguês capitalista, que em relação às escolas rurais são vistos como inferiorizados e futura mão de obra barata, evidenciando a relação entre trabalho e escola tanto na zona rural quanto urbana. Mesmo em regiões de pobreza urbana, é nítida a diferença entre a escola rural.

  89. Talita G. O. Ribeiro disse:

    A partir das aulas de sociologia II pode-se ver a existência do preconceito de origem geográfica (das pessoas de localidades urbanas em relação as pessoas de localidades rurais), e que as pessoas de localidades rurais podem reconhecer ou não, em função de um processo de rururbanização.
    Este se manifesta no ambiente escolar em forma de bullyng ou em forma de brincadeira inofensivas, mas considerando que o Bullying pode esconder, por trás de sua expressão, opressões diversas como a xenofobia e outros (machismo, racismo, capacitismo).Sendo assim, dentro do contexto da sala de aula, os professores que recebem estudantes destas duas localidades (ou mesmo estudantes apenas do espaço urbano e vice-versa) devem trabalhar as questões geográficas e o preconceito, disseminado desde monteiro lobato, contra origem geográfica. Nesse sentido, compreendi que o professor tem que promover uma contra-hegemonia cultural a hegemonia cultural da classe dominante.
    No que tange a educação nos assentamentos, pude perceber um modelo de que destoa do modelo educacional vigente, uma vez que a escola é uma extensão da comunidade, responsável pela socialização dos conhecimentos historicamente acumulados, e que o modelo comunitários dos assentamentos tem uma visão a partir das necessidades do conjunto dos trabalhadores e não da visão da ideologia dominante burguesa. Os modelos educacionais pedagógicos se baseiam em Paulo Freire, Pistrak, propondo uma educação que possibilita aderir a atividades de processos revolucionários.
    Em suma, embora não tenhamos a possibilidade de grandes aprofundamentos, pude na disciplina aprender sobre perspectivas de educação que vão para além do modelo educacional burguês vigente; e a possibilidade de, minimamente, tentar atuar, dentro das brechas do sistema, de alguma maneira que vise a luta pela superação desta sociedade, compreendendo a base social em que estou inserida, ou seja, uma sociedade que se organiza em classes, havendo a exploração de uma classe sobre a outra.

  90. POATAN PINOTI disse:

    Educação no campo é uma modalidade da educação que ocorre em espaços denominados rurais, é destinada às populações rurais nas diversas produções de vida. Segundo a legislação, os camponeses e seus filhos deveriam ter assegurados organização escolar própria, calendário escolar adaptado, conteúdos curriculares e metodologias apropriadas às reais necessidades e interesses da zona rural. Os movimentos sociais, como o MST, ao longo de sua trajetória, têm dado à formação um significado que a tem transformado em um espaço que permite aos sujeitos do campo refletir sobre suas ações, sobre as relações sociais, seu meio e si mesmo, sem dissociar os saberes acadêmicos da história da sociedade. Em relação à educação, o MST acredita que ela deve pautar-se em princípios que respeitam a realidade dos indivíduos, garantindo uma intervenção mais qualificada, consciente e eficiente na sociedade e no meio ambiente. Não dá para olhar a escola do campo e enxergar um único problema. Por isso, os movimentos sociais têm defendido uma política nacional de educação do campo. Percebemos que, cada vez mais, a escola do campo está sendo renegada à ‘não-necessariedade’ na sociedade. Há um conjunto grande de ausências. Nenhuma política pode ter um olhar único sobre a escola do campo.
    Por meio dos estudos sociológicos, foi possível analisar os fatos sociais de uma maneira global e atemporal, ou seja, estabelecendo relações entre o passado e o presente, compreendendo como as relações pessoais, sociais e políticas são construídas ao longo do tempo entre os homens. Objetivando a desnaturalização dos acontecimentos.

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