Bom Dia Queridas Alunas! Tudo bem?

A última postagem de Sociologia da Educação 3 diz respeito ao ranking do Brasil no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos). Segundo reportagem da Uol de 2010, a cidade de Xangai, na China, que participou pela primeira vez, obteve a melhor pontuação em leitura do exame. O Brasil ficou na 53ª posição. O exame, feito pela OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), avaliou em 2009 o conhecimento de cerca de 470 mil estudantes em leitura, ciências e matemática de 65 países. Neste ano, a área que teve ênfase na avaliação foi a de leitura. A pergunta para o comentário é a seguinte: por que, apesar de todo o esforço das políticas públicas, PCNs, RCMEIs, ENEM, SAEB, investimentos, etc., o Brasil está na 53ª posição no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos)?

Saudações, Prof. FFV.

OBS. Para ajudar na reflexão vcs podem acessar os seguintes links:

Campanha “Fechar Escola é Crime”: http://www.cecmundorural.com.br/?p=235

Documentários: “Destino: Educação”

Sinopse do documentário: “Destino: Educação”

Vamos começar com uma pergunta: como fazer para a educação de qualidade chegar a todas as crianças? Para responder, nada melhor do que quem vive o dia-a-dia da educação nos países que são exemplo em educação. Vamos entrar na sala de aula, nos aproximar dos alunos, falar com os professores, ir até a casa dos estudantes para mostrar sua rotina de estudos e conversar com seus pais. Tudo para entender como em cenários tão distintos quanto a Finlândia, a Coréia, o Chile, Xangai, o Canadá e o Brasil a educação chega até quem mais interessa. O aluno. Todo aluno.
Qual a preocupação dos governos com o ensino? O que eles têm feito? E como isso se percebe na realidade e no aprendizado destes alunos? Como valorizar e capacitar o elemento-chave nesse processo, o professor? Como lidar com os sindicatos e a qualidade da educação? Quem são as pessoas que estão por trás dos bons resultados do PISA? A família tem realmente papel decisivo na educação? Por quê? Vale tudo para melhorar a aprendizagem? Qual o limite?

A série “Destino: Educação”:

http://www.futura.org.br/blog/2011/09/28/nova-serie-investiga-desempenho-dos-paises-lideres-em-educacao/

Vídeos:

Geral:
http://www.youtube.com/watch?v=AZu9QFufWaw&feature=related

Brasil:
http://www.youtube.com/watch?v=qhD1V1gqwP8

125 Comentários “Módulo 3 – Sociologia da Educação 3 – Análise da Concepção e das Políticas Neoliberais de Educação no Brasil”

  1. Samia disse:

    Políticas públicas e investimentos não garantem qualidade no ensino, isto é, nada adianta os gastos com educação terem aumentado, sendo que o sistema de ensino seja ineficiente. No caso do Brasil, esse ensino ineficiente é refletido na péssima posição 53ª no ranking do Pisa.
    Há itens, apresentados durante o documentário “Destino: Educação”, que colaboram para que a educação brasileira consiga ser melhorada, são eles: formação de professores, interesse dos alunos e participação das famílias na educação.
    De acordo com a entrevistada Priscila Cruz – Diretora Executiva “Todos pela Educação”, por alguns pais e mães terem escolaridade baixa, possuem uma percepção positiva sobre as escolas públicas brasileiras, mesmo que estas apresentem Idebs baixos. Segundo ela, essa confiança nas escolas públicas pode ter seu lado positivo, no caso, usar isso em uma maior participação dos pais na instituição escolar, parcerias entre famílias, gestores e professores.
    Sendo assim, a família tem que se tornar presente na educação de seus filhos, exigindo deles que se dediquem aos estudos, que os auxiliem quando necessário, participem de seus êxitos e dificuldades a fim de fazer com que estes alunos se interessem pelos seus estudos e compreendam a importância que a educação escolar representa em sua vida.
    Escola pública para todos e fim das instituições escolares privadas não é algo tão perto da realidade do Brasil, afinal aqui os interesses da elite são sempre muito mais relevantes do que a igualdade em oportunidades. Por isso no nosso país, diferente de alguns apresentados no documentário, não há como pretensão fazer com que a educação seja igual para todos, em que o pobre e o rico tenham as mesmas fontes de conhecimentos e oportunidades. Entretanto, isso não pode ser motivo de desistência por parte dos profissionais da educação em melhorar o ensino brasileiro.
    O que precisa ser feito, também, é a mudança das avaliações nacionais (Saresp, Prova Brasil etc), pois, precisam medir realmente o que os alunos sabem e fazer sentido e não se pautarem em conteúdos inúteis na formação dos alunos. Sem contar no material didático presente dentro de nossas escolas públicas, em que os lucros das grandes editoras estão acima de qualquer fonte de conhecimento de real eficiência e qualidade.
    Em relação a formação do professor, investimentos também devem ser feitos, mas investimentos sérios, ou seja, não só esses cursos voltados a formação continuada do professor, no intuito de torná-lo ainda mais submisso ao poder e ao material didático. Se o próprio Estado não valorizar a profissão de professor, quem mais há de valorizar? Pior ainda, se o professor não compreender e entender o seu importante papel dentro de uma sociedade, quem fará isso por ele?
    Enfim, foram apresentados nesta reflexão aspectos relevantes para essa baixa e preocupante posição 53ª no rankig do Pisa e, também, alguns aspectos que podem ser úteis na melhoria do cenário da educação pública brasileira.

  2. Janiclei de Fátima Arone Amaral disse:

    Olá professor e usuários do blog,

    Em resposta ao questionamento existem diversos fatores que podem contribuir para a posição do Brasil no Pisa. Como por exemplo a Progressão Continuada, formação dos professores, e a lei que obriga o aluno estar na escola (isso nivela por baixo). O documentário visto em sala de aula nos mostra que os pais estão contentes com a escola. Esse contentamento se dá porque os pais no geral têm uma baixa escolaridade, portanto o que a escola oferece para seus filhos está ótimo, pois muitos não tiveram essa oportunidade. No documentário foi dito que quem consegue cursar o Ensino Médio já é um vencedor. Ouvindo isso temos uma impressão que poucos conseguem cursar uma faculdade. A educação no Brasil exige uma pouco mais de seriedade por toda equipe: pais, professores e governo para que o aluno tenha uma motivação nos estudos, principalmente em uma biblioteca ou no seu ambiente domiciliar. Ouvindo no documentário alguns alunos de outros países dizerem que estuda 8 ou 10 horas por dia parece algo imaginável no Brasil. Mas se tivermos pais motivando seus filhos o estudo transcorrerá com mais facilidade.

  3. Caroline disse:

    Em relação a questão são vários os fatores que contribuem para que o Brasil ocupe a 53ª posição no ranking do Pisa, apontarei alguns: embora a educação seja direito de todos, as horas em classe ainda são poucas, a diferença na qualidade de ensino entre regiões e classes sociais também contribui para isso. Outra questão é a qualificação dos professores, reconhecidos com bons salários, premiações por desempenho e além disso, constantes avaliações do ensino e a participação da família como acontecem em outros países. Podemos perceber em outros países também que há leis para limitar horas de estudo em casa, o que quase não acontece no Brasil. Questões como rigorosa disciplina e uso da tecnologia também pode contribuir. Enfim, essas e outras questões são o que acontece em países que ocupam as primeiras posições do Pisa.

  4. Ana Carolina Aguiar disse:

    Estes esforços que o Brasil realiza por meio dos PCN, do RCNEI, enfim, toda a política pública, infelizmente só fica no papel, na prática é bem diferente. Os recursos que são disponibilizados não chegam até as escolas; o profissional da educação e a escola não são valorizados, sendo que essa é uma questão que acredito que seja cultural, assim fica difícil querer que o Brasil fique entre os dez primeiros no PISA. Como retrata no vídeo, o Brasil levará muito tempo para melhorar, é questão de anos, mas somente será possível essa mudança, se antes a concepção do que é Educação no Brasil ser modificada, aí sim, o Brasil poderá estar classificado entre os primeiros no PISA.

  5. Heloisa H. Lemo disse:

    Primeiramente deve ser destacado que um dos motivos para o Brasil estar na posição 53ª do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) é que para o sistema vigente não é interessante que se proporcione uma boa educação para as crianças, dessa forma não se corra o risco dessas crianças, futuros adultos, se revoltarem contra o sistema, percebendo suas folhas e lutando pelos seus direitos. Aqueles que podem ter uma educação melhor são de classes altas, pois os pais têm condições de pagar por essa educação. Além disso, podemos elencar mais uma porção de itens que tentem explicar o porquê da posição 53ª do Brasil no PISA, alguns deles são: desvalorização do professor, desvalorização da escola, falta de interação entre família e escola, formação inadequada de professores, falta de estrutura nas escolas, verbas disponibilizadas para a educação mais que não são aplicadas na mesma, etc. No documentário visto em sala vimos que em países que estão nas primeiras posições do PISA há uma seriedade na educação, cobrada tanto pela escola como pelas famílias dos alunos, existe disciplina, as crianças estudam fora do ambiente escolar, além de unir outros recursos para se aprimorar a educação, como recursos tecnológicos.

  6. Aline Naliati disse:

    Através desse documentário, pude perceber o sistema educacional em diferentes culturas. O propósito de todos os países mencionados no documentário é o mesmo, porém, a forma com que esses países tratam a educação é completamente diferente. O sistema educacional do Brasil deixa a desejar em várias vertentes, como: desvalorização do professor, a progressão continuada, professores desamparados, entre outros. Nota-se que o nosso país esta mais preocupado com quantidade do que com a qualidade do ensino. As politicas públicas aqui existentes muitas vezes servem para maquiar os verdadeiros índices da educação, com o objetivo de subir de posição no ranking PISA, assim, fingindo ser um país com educação de qualidade. Não adianta equipar escolas com novas tecnologias e aumentar a permanência dos alunos na escola, sem dar a capacitação devida a esses professores e se os alunos não tiverem qualidade no ensino. Com as novas politicas publicas implantadas em nosso país, o Brasil finge ter um sistema educacional eficiente e em ascensão.

  7. Raísa Hernandes Okamura disse:

    De acordo com o documentário, a educação no Brasil necessita de incentivo. Incentivo para todos : professores, melhorando o salário destes, que tentam dia-a-dia melhorar a educação do país, mas não possuem apoio do governo, recebendo péssimos salários e não possuindo valor perante a sociedade. Da parte das famílias, que não colaboram com a escola na formação de seus filhos, não comparecendo a reuniões, não se importando com o andamento dos seus filhos na escola e principalmente não fornecendo o apoio necessário à essas crianças para que sintam vontade de estudar e inverter sua situação de vida.
    Para que a educação no Brasil mude é necessário principalmente que os professores estejam bem formados e possuam apoio de toda a comunidade escolar, para saberem lidar com qualquer situação do cotidiano de uma escola, dando a melhor formação para os alunos, fazendo com que estes façam alguma diferença na sociedade em que vivem.

  8. Crislei Mayara disse:

    Após assistir este documentário a primeira resposta que me veio a mente para os questionamentos levantados foi a questão cultural, nós não somos educados para sermos grandes profissionais de sucesso, dirigentes de grandes empresas ou algo assim, desde muito pequenos aprendemos que devemos estudar e valorizar a escola para conseguirmos um bom emprego, a escola pública visa formar a classe trabalhadora e consumidora que fará a economia do pais se movimentar; de uma lado com mão de obra barata, e de outro com consumistas desenfreados que querem comprar tudo que dizem ser novidade. Se esta questão não for mudada, e começarmos a fazer as mudanças sociais e culturais logo nos primeiros anos de vida de nas nossas crianças, a discussão sobre os demais assuntos se torna inútil e esvaziada, pois de nada adiantará formar bons professores capacitados e competentes se seus alunos de classe média baixa, mais especificamente, acreditarem que seu futuro se resume a realizar trabalhos com baixos rendimentos salariais. E se hoje a posição ocupada pelo Brasil no Pisa é 53ª, o fator culminante para esta posição é principalmente cultural.

  9. Natália Ferreira disse:

    A péssima situação do panorama educacional do Brasil assim como, a sua colocação em termos de leitura e interpretação de textos constatada pelo Pisa equivale-se a desvalorização da formação profissional do pedagogo, além do desprezo que a sociedade atribui a sua atuação. Ou seja, os profissionais de educação são desmotivados a darem continuidade em sua formação uma vez que, seus salários são baixos, os materiais pedagógicos são praticamente inexistentes e a prática de violência contra os professores estão se intensificando cada vez mais. Tais motivos revelam aspectos implícitos no quadro educacional brasileiro que denunciam ao mesmo tempo, uma precarização na alfabetização das crianças contrapondo-se a ideia de uma educação de qualidade que abrange e atinge todos os brasileiros (as). Além disso, a infraestrutura inadequada nos estabelecimentos escolares para o atendimento das crianças, a falta de recursos financeiros destinados às instituições escolares, a carência em fomentar políticas públicas destinadas à educação em longo prazo e o desconhecimento da população sobre o valor que a educação desempenha na instrução das crianças e no desenvolvimento dessas são perspectivas essenciais que necessitam de modificação para o almejo de uma educação de qualidade. No que se refere ao documentário evidencia-se aspectos de uma excelente educação que por sinal, adequa família, professores, alunos, disciplina, investimento e tecnologia em proveito de apenas um objetivo: aperfeiçoar o ensino que já existe.

  10. Michelle Silvestre disse:

    O motivo de a Educação no Brasil estar em 53ª no ranking do PISA é que para o Estado não é bom para ele mesmo formar cidadãos que pensem porque futuramente o cidadão poderá se revoltar contra este sistema. Outros fatores que também interferem são: a falta de disciplina do aluno na escola, a falta de seriedade da família em relação à escola, a falta de estrutura escolar e verbas, e o mais importante que é a falta de qualificação do professor, sendo este desvalorizado socialmente. Segundo o documentário visto em sala de aula “Destino: Educação”, a valorização da educação, a participação dos pais nas escolas ,e, uma boa formação dos professores poderão contribuir para que o Brasil suba no ranking do PISA.

  11. Nathália Vieira Ribeiro disse:

    Lamentável a classificação do Brasil no ranking do PISA, 53º lugar, porém não surpreendente a partir de uma reflexão crítica da nossa realidade Educacional. Compreendemos a classificação do Brasil quando paramos para pensar nas TANTAS falhas que a Educação Brasileira apresenta. Para começar, podemos citar os documentos oficiais ou mesmo os parâmetros norteadores educacionais, tudo tão lindo e maravilhoso, mas que não condiz com a realidade em que vivemos (salas super lotadas, verbas desviadas, falta de autonomia do professor, tempo curto em relação aos tantos e tantos conteúdos, alienação do professor frente o livro didático, transmissão do conhecimento pronto e acabado,..). Sem contar na deficiência da formação profissional, muitas vezes, seguidas pela ausência de uma formação continuada. Escolas vistas como depósitos de crianças/adolescentes, sem que os pais entendam a real função da escola e por este motivo não estabelecem uma parceria com a instituição escolar, dando aos filhos nenhum tipo de acompanhamento em relação aos seus estudos e desenvolvimentos. Salário do professor desmotivador, ao passo de que seu trabalho não é encarado apenas dentro da escola, mas também em suas casas, durante seus feriados e finais de semana. Agora, basta pensar: Será que é surpreendente a colocação do Brasil no ranking?? Aos leigos, talvez…mas aos olhos de quem está dentro desse ‘mundo’, nada além do que a verdade posta! Será que o governo não enxerga isso tudo?? Aos leigos, o governo está buscando alternativas e soluções..mas aos olhos de quem está nesse ‘mundo’, é exatamente desta forma que ele quer!! Sociedade nacional alienada!!

  12. Débora Gervásio disse:

    Ainda bato na tecla de que com o capitalismo sendo o sistema economico de uma sociedade JAMAIS terá a possibilidade de oferecer uma educação de qualidade às crianças de classe média e baixa, não sendo a falta de recursos uns dos maiores obstáculos para isso, mas sim, a falta de interesse do Estado e sabendo que o oferecimento de uma educação boa é sinonimo de cidadãos mais conscientes, mais críticos e consequentemente, mais atentos na forma em que os governantes lideram o país.
    Infelizmente a educação não é prioridade do país, digo infelizmente, porque um país com escolas e profissionais qualificados, materiais e infraestrutura influencia nos resultados e na aprendizagem dos alunos, no entanto, a educação na sociedade em que o capital é um instrumento que muitas das vezes é mais valorizado do que a própria vida do ser humano, tal educação é viés para a formação de trabalhadores (mão de obra) em que o próprio trabalhador não se vê digno do que produz, em que a alienação é como uma doença crônica e incapaz de ser curada, pelo simples fato das autoridades governantes não querer que isso aconteça. Pra quê mudar a educação? Pra que mais pessoas se qualifique e ocupe cargos bons e consequentemente diminua o prestígio da classe dominante? É nessa ”bola de neve” que o país sofre com consequencias gigantescas, capazes de prejudicar toda uma sociedade, é a partir daí que surge a desvalorização do professor, o sub-emprego, a alienação, a falta de motivação tanto em relação aos alunos como em todas as pessoas envolvidas, pois já sabem o resultado, já sabem que o futuro para eles (proletariado) não será nada fácil, com escassez de oportunidades, etc.
    Em relação a família, sim- ela possui uma parcela na educação das crianças, seja na motivação, na inspeção da vida escolar do aluno, no entanto, o maior responsável é o Estado, na manutenção e intervenção de políticas publicas que visem a melhoria da educação, e claro, o professor, pois tem como maior obrigação o ensino do conhecimento às crianças.

  13. Danielli Fernanda da Silva disse:

    Acredito que esse tipo de políticas públicas e investimentos implantados aqui no Brasil não tem a finalidade de realmente garantir qualidade no ensino, pois não adianta aumentarem os gastos com educação, sabendo que o sistema de ensino não é eficaz. Diversos fatores podem contribuir para a posição do Brasil no Pisa, alguns exemplos seriam a Progressão Continuada, má formação dos professores, e a lei que obriga o aluno estar na escola, o que nivela por baixo pois os alunos tem o direito de estar na escola, mas não lhe são oferecidas oportunidades para que permaneçam nesta escola com ensino de qualidade.
    O documentário “Destino: Educação”, apresenta maneiras que colaborariam para melhoria da educação brasileira, que seriam a formação de professores, um maior interesse dos alunos e maior participação e incentivo das famílias na educação. A escola pública brasileira visa formar a classe trabalhadora e consumidora que fará a economia do país se movimentar; de um lado com mão de obra barata, e de outro com consumistas desenfreados que querem comprar tudo que dizem ser novidade. Por isso no nosso país, diferente de alguns apresentados no documentário, não há como prioridade fazer com que a educação seja igual para todos, em que o pobre e o rico tenham as mesmas fontes de conhecimentos e oportunidades. Entretanto, isso não pode ser motivo de desistência por parte dos profissionais da educação em melhorar o ensino brasileiro. O documentário também nos mostra que os pais estão contentes com a escola. Esse contentamento se dá porque os pais no geral têm uma baixa escolaridade, portanto o que a escola oferece para seus filhos está ótimo, pois muitos não tiveram essa oportunidade. A educação no Brasil necessita de um pouco mais de seriedade por toda equipe: pais, professores e governo para que o aluno tenha uma motivação nos estudos

  14. Cintia disse:

    Olá Professor e meninas,

    Em relação a posição do Brasil no PISA, fica claro a qualidade do ensino administrado hoje, ou seja, péssima. Ao decorrer do documentário, foram apresentados itens que podem melhorar a qualidade da educação, que vejo como prioridade, a melhoria na formação dos professores e melhor participação da família na escola, pois, muitos professores já reclamaram que não apenas ensinam o conteúdo didático, mas também. precisam fazer o papel dos pais, ou seja, educar.
    O que é preciso inicialmente, é fazer um estudo para avaliar a situação dos estudantes em escolas públicas, avaliando suas necessidades para permanência na escola e seu o nível de aprendizagem. Á partir disso, formular novas propostas de ensino que visam a melhoria na formação do professor e progresso na qualidade de ensino da criança.

  15. Ariadne C. Matos disse:

    Penso que apesar de todo o esforço das políticas públicas, PCNs, RCMEI, infelizmente, quase tudo isso só fica na teoria, porque a realidade é totalmente outra e podemos ter certeza verificando a posição do Brasil (53ª posição) no ranking do Pisa.
    Há vários fatores que explicam o porque dessa posição, podemos citar, entre eles: má formação dos professores, a falta de valorização destes, por parte do governo, com péssimos salários e também por parte da população, desvalorização da escola, falta de interesse do pais na educação dos filhos, que muitas vezes nem comparecem nas reuniões, entre outros fatores.
    No documentário “Destino: Educação” podemos ver diversas formas que colaborariam para melhoria da educação brasileira, alguns deles seriam, a formação continuada dos professores, um maior interesse dos alunos e também das famílias, estas interagindo com a escola, participando da vida escolar de seus filhos.

  16. Larissa disse:

    Dentre os fatores que podem contribuir para a posição do Brasil no Pisa estão: a Progressão Continuada, formação dos professores, a lei que obriga o aluno estar na escola, o fato do brasil deixar que todas as politicas publicas fiquem apenas no papel, os recursos disponibilizados a educação não chegarem até as escolas e os profissionais não serem valorizados. Como nos mostra o vídeo o Brasil ainda vai levar muito tempo para melhorar a educação, porem essa mudança só se realizara se antes mudarmos a concepção do que é educação.

  17. Cassiana disse:

    A posição do Brasil no Pisa é consequência de políticas públicas brasileiras não efetivas, ou seja, permanecem no papel e se contradizem, portanto são impraticáveis. O professor é desvalorizado em sua profissão, além de sua precária informação.
    A escola é também desvalorizada, tanto pelas entidades governamentais (como o desvio da verba destinada à escola), quanto pela comunidade escolar.
    Essa colocação do Pisa não mudará tão rapidamente enquanto a realidade brasileira não mudar.

  18. Maria Antonia C. Marques disse:

    A educação no Brasil está longe de conseguir ficar entre as melhores posições no ranking do PISA, pelo fato de que existe uma grande lacuna entre onde se quer chegar e o que se deve fazer efetivamente para isso ocorrer. Enquanto não se pensar em priorizar a qualidade de ensino dos alunos, melhorar as escolas com estruturas adequadas e com menos criança por adulto em sala, ter uma formação inicial e continuada de qualidade para os professores , melhores condições de trabalho dos docentes, enfim, ter um cuidado maior com o futuro da educação no país, essa posição provavelmente não irá prevalecer ou até piorar.

  19. Camila disse:

    Apesar de todo o esforço das políticas públicas, o Brasil está na 53ª posição no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) alguns fatores ainda devem ser trabalhados para que esses resultados comecem a melhorar como: a progressão continuada deve ser novamente discutida; a situação socioeconômica familiar (onde a família poderia criar um ambiente favorável ao estudo dentro de suas possibilidades, conversas com seus filhos sobre diversos temas também influenciam na aprendizagem, criar um pequeno espaço para o estudante em casa estimulando a criança a pegar um livro na biblioteca pública; interação escola com a família; baixo investimento em educação (cerca de 5% do PIB equivalente US$ 1.150); aumentar horas de estudos e incentivo na própria escola (como já se o aumento de oito para nove anos de escolaridade no ciclo fundamental), melhorar os salários dos professores bem como exigir uma boa formação e o cumprimento das legislações nacionais (cerca de um quarto dos professores brasileiros não têm escolarização legalmente exigida); dentre outros fatores a serem realmente discutidos para que possamos refletir sobre o cenário educacional brasileiro e priorizar a qualidade de ensino.

  20. Marina dos Reis Dourado disse:

    O fato do Brasil estar em 53% no ranking do pisa está ligado a política do Estado que acha mais apropriado não investir em educação porque sendo assim, a escola não formará sujeitos reflexivos e críticos que queirão reivindicar seus direitos e melhorar a sociedade em que vive.
    Além disso a desqualificação do professor, infraestrutura péssima de muitas escolas, quantidade grande de alunos por sala para cada professor, pouco programas de formação continuada , todos esses fatores acarretam para a precarização da educação.

  21. Gabriella Bonil disse:

    O Brasil ocupa a 53ª posição no ranking do Pisa por diversos fatores como por exemplo, a formação dos professores, a qualificação destes. A educação como direito a todos mas as poucas horas diárias em sala. O uso de tecnologia e de uma rigorosa disciplina podem contribuir. Em outros países há uma rotina de estudo em casa que aqui no Brasil quase não ocorre, mas se o incentivo fosse maior através da escola e família isso poderia mudar. O Brasil precisa de melhora no salários de professores e que estes tenham apoio da família e da própria escola e governo para uma boa atuação.

  22. Luana Dias disse:

    O Brasil está nesta classificação do ranking pois a educação no Brasil não é por falta de programas e incentivo a educação o que acontece no Brasil é a desvalorização da educação. Não se investe em educação porque é mais fácil manter as pessoas alienadas quando essas não possui um conhecimento para que façam reflexões e critiquem e reivindiquem seus direitos.

  23. Monica Floriano Lucianelli Lucheta disse:

    Levando em consideração os seminário que estamos assistindo durante as aulas e as discussões em cima dos Pcns, uma das coisas que mais chamaram a atenção nos videos foram os métodos de ensino. Teve método tradicional, construtivismo, libertário, enfim, quatro maneiras diferentes de se entender a Educação, todas peculiares e intrinsecamente ligadas as culturas dos países que estavam sendo usadas. Interessante… No Brasil se culpabiliza os métodos educacionais pelo fracasso na Educação e esquece-se dos devios de dinheiro da Educação, de Politicas Publicas criadas para organizações internacionais e não para os alunos e do “jeitinho” brasileiro que não precisa de educação para acontecer. É impossivel acreditar que a 6ª maior economia mundial não tenha dinheiro para valorizar os professores, que não tenha verba para estruturar escolas e que o professor precise apenas mudar o seu jeito de dar aula. As politicas publicas neoliberais brasileiras só fizeram aumentar a população alienada do pais, desvalorizando a educação e seus profissionais e formando mão de obra barata para operar minimamente a produção das empresas. Somos um pais que compra tecnologia, para não ter que formar produtores de tecnologia. As politicas servem para manter a ordem e o Estado e não para a Educação. Temos vários pesquisadores discutindo sobre o assunto, com pesquisas carissimas, que geram livros, documentos e nenhuma utilidade real. As escolas estão lotadas de crianças que consomem uma Educação pobre, desarticulada da realidade, com professores no limite de sua produção e produzem cidadãos alienados, acriticos e perfeitos para manter “ditaduras democraticas” que estão há cerca de 20 anos no poder. Valorizar os profissionais da Educação, estruturar a escola, qualificar os cursos de formação e proporcionar espaços para educação continuada são ações que estamos cansados de saber que dão certo, que devem ser realizadas e que provavelmente continuarão apenas nas pesquisas carissimas apresentadas as organizações internaçionais e a alguns cursos de formação…

    • Dayse disse:

      De acordo com a entrevistada Priscila Cruz é necessária uma parceria das escolas com afamilia para que aquela seja mais eficiente, pois com pouca esclaridade os pais dos alunos ainda acreditam na escola. Com relação ao ensino o Brssil é um dos países com pior recorde no mundo, mesmo com investimentos visto que os livros utilizados são deficientes fornecendo uma educação diferente da que é recebida pela elite (para que continue sendo elite), com relação ao professor deveria ter investimentos em sua formação continuada para este faça seu papel da melhor forma possível.

  24. Michele Saçaki disse:

    O Brasil é o país onde o profissional da educação não tem sido valorizado nos últimos anos, a formação inicial de um professor é carente, os livros didáticos são usados de forma inadequada, pois o professor, na atualidade, em sua grande parte, o utiliza sem uma reflexão ou mesmo preparação de sua aula, entre tantos outros fatores que tem contribuído para que o Brasil não esteja bem colocado no ranking do Pisa.

  25. Juliane Marigo de Lima disse:

    A classificação do Brasil na posição 53ª do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) pode ser explicada por diversos fatores, considerando o principal a não realização efetiva das teorias que as políticas públicas nacionais impõem. Isso ocorre, pois como não é novidade para nenhum de nós, nesses documentos é abordada uma realidade inexistente em nosso país, em que as reais condições são totalmente desconsideradas. Sendo assim, idealizam-se alunos, professores, ambiente escolar, e esquecem as dificuldades dessas crianças, a má formação do profissional, bem como sua desvalorização, a escola em situações precárias, falta de estrutura, etc. Isso tudo porque para o Estado não é conveniente investir na Educação, muito menos formar alunos de classes sociais baixa e média criticamente para que assim não se voltem contra o Estado. É necessário valorizar os profissionais dessa área, investir na formação de qualidade, fornecer estrutura ao ambiente escolar, e principalmente mudar a visão, atenção e importância que hoje é dada a Educação escolar.

  26. Marina T. disse:

    A má formação do professor, uma infra-estrutura precária, o grande numero de alunos na sala de aula, colaboram e muito, para a posição que se encontra o Brasil no ranking do Pisa, 53ª. O governo faz projetos para que a mudança seja feita, mas, infelizmente, isso não sai do papel. De nada adianta projetos feitos e não praticados. É importante deixar claro que não se investe na educação, pois é muito mais “negocio” deixar as pessoas alienadas para que no futuro esses educandos não se revoltem contra o Estado. A educação no Brasil não está sendo encarada da forma como deveria, é visível no documentário que os estudantes brasileiros tratam a educação como uma coisa não importante e sem seriedade.

  27. Daiana disse:

    Os fatores que contribuem para a colocação do Brasil no ranking do Pisa, estão ligados à ma formação do profissional da educação, a falta de investimentos nas escolas públicas. O governo esta preocupado apenas com a formação de alunos nos cursos técnicos, ao invés de proporcionar melhores condições para as escolas públicas e valorizar o professor criando planos de carreira. As camadas populares não estão recebendo um ensino adequado para que no futuro encontrem melhores condições de vida. O aluno que sai do ensino médio tem de procurar suprir suas necessidades de ensino por conta própria se quiser passar em um vestibular público. Colocar um ensino apostilado não resolverá o problema da educação, se o país não melhorar as condições de formação e salários para os professores.

  28. Muriele Zaneboni disse:

    O principal fator que contribui para a péssima posição do Brasil no Pisa (53ª) é a desvalorização do professor. A falta de compromisso para com a educação se inicia nesse sentido. Os baixos salários dos professores, a defasagem em sua formação, falta de uma tempo para o melhor planejamento de suas aulas ( que levam alguns professores a se desmotivarem, utlizando modelos já prontos sem adequá-los à realidade de seus alunos) e a má qualidade (em relação ao ensino e, também, à recursos oferecidos às escolas) são algumas questões que merecem atenção e reflexão. A participação da família na vida escolar dos alunos também é outro ponto que deve ser discutido nas escolas, sendo a gestão uma das responsáveis por realizar essa mediação.

  29. Pollyana disse:

    Investimento em políticas públicas, produção de documentos e investimento em avaliações não são sinônimo de educação de qualidade. A concretização de uma educação de qualidade é um processo que requer que se enxergue além! do jeito com as coisas são postas hoje, as políticas públicas, os documentos e tudo o mais servem à manutenção do sistema e da situação tal qual são! Ou seja, se o interesse é manter a condição de exploradores/explorados, de capitalistas/consumidores cegados pelo consumismo desenfreado, de dono do capital/trabalhador explorado, nada mais interessante do que formar pessoas que não sejam capazes de ler e entender o que leram, de ter raciocínio matemático para que entendam de juros e lucros, de geografia para compreender conflitos mundo afora e se psicionar de maneira consciente sobre eles. falta vontade política para que as raízes da boa educação sejam firmadas; falta boa formação dos professores para que eles sejam críticos de sua realidade e consigarm orientar os alunos a também sê-lo; faltam investimentos maciços em infra estrutura, não o maquiamento que há para que o resto do dinheiro pare em algum bolso poderoso por aí. A escola, a educação, os pais, os alunos e os professores precisam tomar novos rumos para que o Brasil chegue a posições mais satisfatórias e, rankings como o PISA. É preciso que (re) aprendamos a pensar para começar a vislumbrar uma educação diferente do que se vê hoje.

  30. Karen Lima disse:

    O Brasil está nesta classificação do ranking devido a desvalorização da escola, da educação e do professor. Não se investe em educação porque caso haja essse investimento as pessoas deixariam de serem s alienadas, pois formariam-se cidadões críticos, com conhecimento para refletir e criticar.

  31. Sônia Haruko Ito disse:

    Realmente, são muitos os “esforços”, esforços das políticas públicas (PCNs, RCMEIs, ENEM, SAEB, investimentos (“direcionados”), etc). E aí?!
    Nossa formação até agora em Pedagogia e, principalmente através das disciplinas de sociologia, filosofia e políticas públicas, nos permitem ver o quanto as ações do Governo dos países são importantes para direcionar o desenvolvimento humano na Educação.
    Aqui no Brasil, as ações do Governo com suas políticas públicas visam o preparo da mão de obra trabalhadora e não a formação humana, consequência da política de sociabilidade neoliberal, onde subjulgados a “orientações internacionais” ficamos atrelados a estruturas políticas que nos direcionam para longe da formação humana.
    Como fazer a educação de qualidade chegar a todas as crianças?
    No Brasil, com todas as ações do Governo que orientam as práticas escolares imperando, é indiscutível dizer que vontade política é o fio que une todas as pérolas. Políticas que articuladas seguem num trabalho de continuidade e valorização e respeito ao professor são características de um interesse na Educação. Aqueles que fazem parte da classe dirigente de uma nação devem ter como interesse vital a formação humana em detrimento às demandas de mercado.

  32. Mayara Rocha disse:

    O documentário “Destino: Educação” nos faz analisar sobre esta questão proposta, nos faz refletir sobre a realidade educacional de outros países apresentados, Xangai, Finlândia, Chile, Coréia do Sul e Canadá e pensar no Brasil. É comprovado pelo documentário que a formação dos professores no Brasil não vai bem, segundo o comentário é pouco pautada em didática. Que esta profissão no Brasil não é de prestígio, sendo uma das menos desejadas, que segundo o comentário fazer parte desta profissão acaba se tornando uma falta de opção. Que as horas em classe são poucas, e que o ensino integral não chega a todos, e que nem todos que existem são eficientes. Que no Brasil há uma grande diferença na qualidade de ensino entre as regiões e as classes sociais, sendo comprovado isso na “Campanha: Fechar a escola é crime”, que traz dados marcantes, como que os piores indicadores estão nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, seguidas da região Norte, e que no Nordeste, o índice de não alfabetizados é de 18,41%, no Centro-Oeste de 13,86% e no Norte de 11,06%, que em todas as regiões do País, a metade da população, em média, tem apenas 4 anos de escolaridade e que um quarto da população conclui o ensino fundamental. Enfim, todas estas informações mostram o porquê o Brasil ficou em 53ª posição no ranking do Pisa. Para que haja uma mudança, para que a educação de qualidade se expanda a todos, é necessário que haja uma mudança de pensamento sobre o que é a educação para os governantes e também para a sociedade, que se criem políticas que efetivamente leve a qualidade de educação a todos, que haja valorização dos professores, que vejam a educação como formação humana, que haja melhoras na formação dos professores e que estes tenham boas condições para o seu trabalho.

  33. thaila de oliveira disse:

    a meu ver somente políticas públicas educacionais não bastam… ações reais é que mudam o cenário educacional nacional.
    Precisamos de formação profissional adequada, uma escola com o mínimo necessário para que se possa dar aula, o nosso país é muito grande e muito diversificado, algumas regiões são realmente esquecidas e a educação torna-se cada vez mais um bem inalcançável.
    esses indicadores, mais a falta de comprometimento com a escola e a educação dos grandes órgãos ja mostram o por que o Brasil está tão longe do tão sonhado top 10 quando o assunto é educação

  34. Luciana Brito disse:

    Por que, apesar de todo o esforço das políticas públicas, PCNs, RCMEIs, ENEM, SAEB, investimentos, etc., o Brasil está na 53ª posição no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos)?

    Não basta somente a implementação de políticas públicas em um país, é imprescindível que haja por parte tanto do governo como da população e dos profissionais da área uma cooperação para um trabalho em conjunto visando não só a educação, mas uma educação de qualidade. A educação particular, tem como objetivo se destacar entre as unidades educacionais oferecendo um ensino de qualidade a seus alunos (clientes) investindo por exemplo em laboratórios para práticas educacionais. O ensino público, ao contrário, dificilmente oferece algo além do material didático em escolas públicas; não investe na capacitação de professores e muito menos valoriza essa profissão quanto a remuneração salarial. Na maioria dos casos, não há uma interação entre os pais, a escola e o governo, o que prejudica e muito a qualidade do ensino. Hoje em dia prega-se muito que o ensino deve partir da realidade do aluno e guardada as devidas proporções é exatamente o que acontece, se a família do aluno tem condições de lhe proporcionar bons estudos, o coloca em uma escola particular que se destaca entre as demais e investe na formação de seu “cliente” aluno. Os demais indivíduos que frequentam as escolas tanto publicas como particulares de menos destaque, apenas cumprem sua programação educacional e se conforma em poder se integrar no mercado de trabalho. Essa é a realidade na educação no Brasil que lhe proporcionou o 53º no Ranking do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos).

  35. Mariana disse:

    Apesar de todo o esforço das políticas públicas, PCNs, RCMEIs, ENEM, SAEB, investimentos, etc., o Brasil está na 53ª posição no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) porque políticas públicas não é suficiente para mudar o cenário educacional do Brasil. Há outros diversos fatores responsáveis pela 53ª posição do Brasil no ranking do Pisa entre eles: má formação docente; baixa remuneração paga aos professores; falta de um sistema que beneficie os profissionais mais eficientes; carência em sistemas eficientes de aperfeiçoamento, capacitação e educação continuada para professores;
    currículo pouco interessante para os alunos ou desconectados da realidade; baixa participação dos pais na vida escolar dos filhos e nos assuntos da escola; investimentos públicos insuficientes para atender com qualidades as necessidades educacionais; uso em excesso de métodos de ensino ultrapassados (questionários, cópias de lição na lousa, muitas aulas teóricas sem participação dos alunos, etc.); falta de conexão entre os níveis de ensino (infantil, fundamental e médio) e carência de condições materiais em escolas de regiões pobres.

  36. Carla Cristina disse:

    Acredito que ainda que existam tantas políticas públicas e se tenha no Brasil uma quantidade financeira suficiente para melhorias na Educação, o alcance ao topo do ranking, nas pesquisas em relação à qualidade da Educação, não acontece pela deficiência em efetivamente investir na educação e em aspectos que são fundamentais para a educação de qualidade. Como se vê, através do documentário “Destino: Educação”, a preocupação com o estudante é o principal foco da escola e do Estado. Com todos os estudantes, sejam eles de elite ou não. Isso não acontece na prática brasileira e a prova disso está no fechamento das escolas do campo, nos indicadores que demonstram a distância de tantos alunos das escolas. Considerar que cada aluno, de cada região, tem sua especificidade e necessidade de modelos de educação variada para sua efetiva aprendizagem, assim como a formação do docente e sua valorização é mais do que pensar na educação, é também, pensar no ser humano e nos seus direitos. A participação das famílias na escola e na educação dos filhos também é muito importante. É relevante ressaltar ainda, que é importante o entendimento tanto pelos alunos, familiares, como também pela própria escola e o Estado da função da escola e da sua importância na vida dos indivíduos, o que infelizmente não acontece no Brasil.

  37. João Theodoro disse:

    O conhecimento e a aprendizagem não se dá apenas pela habilidade de acertar questões objetivas e técnica de escrever e reconhecer frases prontas. Atualmente os responsáveis pela educação no Brasil estão pouco preocupados com a qualidade da educação e sim com a impressão que tem que passar para os outros países já que somos um país com alta potencialidade e que estamos em progresso. E esse progresso é avaliado pelas notas desses alunos, que cada ano temos que melhorar os indíces de avaliação nas provinhas Brasil, Saresp, Enade, entre tantos outros. Mas alguns questionamentos ficam pendentes: estamos formando seres pensantes? estamos preocupados com a humanização dessas pessoas? o que estamos ensinando para nossos alunos? Que ensino é esse que é voltada para a burocracia de apenas cumprir obrigações? Que ensino é esse que é baseado no certo e no errado? Por que pensar num progresso linear? Sempre estaremos progredindo, acertando? Analisando os livros didáticos e as atividades desenvolvidas nas escolas percebemos o quanto estamos caminhando para sermos um país sem analfabetos porém sem nenhuma capacidade de comunicar com os outros e nem ao menos saber interpretar o mundo em que vivemos. O ensino virou automático, os textos das crianças são simplistas e sem sentido algum e as perguntas de interpretação podem ser facilmente encontrados nas linhas do texto, bastando uma cópia dos estudantes. E essa questão é totalmente cultural porque está se instalando essa estrutura de ensino voltado para essas avaliações que o governo implementa. E isso afeta toda a sociedade, pois uma via de solução é se os pais pudessem colaborar com uma formação mais humana para essas crianças, porém nem eles conseguem perceber o desastre que estamos passando no âmbito da educação, quando não piora, questionando porque o filho não está decorando a tabuada, o que me causa mais tristeza. A escola tem que mudar, nossa cultura tem que mudar, precisamos, nós professores, reunir-mos e revolucionarmos do modo que pudermos a escola, nem que seja necessário voltarmos lá como Paulo Freire fez, dar aula na rua, na praça, descalço sem lousa, sem caderno. Precisamos nos humanizar para começarmos a pensar na educação e como está organizado nosso país e quais são os objetivos de quem consegue ter o controle social e o que querem do Brasil. Temos uma história inteira de exploração e continuamos sendo explorados das mais diversas formas sem nos questionarmos a nada.

  38. Deise Scardelato disse:

    Políticas públicas e investimentos na educação aqui no Brasil não tem o objetivo de garantir qualidade no ensino, na verdade a maior intenção e manter o status quo, ou seja, manter a realidade existente na sala de aula, formar a classe trabalhadora, alienada que futuramente será a classe consumidora. Mesmo com a criação de diversos documentos que embasem a educação e a melhor qualidade na escola e no ensino, ainda temos a má formação dos professores, a falta de infra estrutura das escolas, o excesso de alunos por sala e a falta de oportunidades de permanência dos alunos na escola. A família deve estar presente no desenvolvimento educacional de seus filhos, dessa forma o professor tem mais confiança para trabalhar, pois sabe que em casa ele tem um aliado no processo de aprendizagem da criança.

  39. Maria Rodrigues disse:

    Caberia à escola atenuar os efeitos da desigualdade ao invés de reforçar a exclusão de minorias e a diferenciação para o mercado de trabalho e da convivência social. Assume-se a ideia de que a escola é igual para todos e de que, portanto, cada um chega onde suas capacidades e seu trabalho pessoal lhes permitem. Impõe-se a ideologia aparentemente contraditória do individualismo e do conformismo social.

  40. Elisa Pavani de Oliveira disse:

    Acredito que muitos fatores sociais deveriam ser mudados para que a educação brasileira tenha melhoras. Um dos fatores é a grande valorização da competitividade, do “ter” ser mais importante do que “ser”. Essas crenças ideológicas deveriam ser mudadas começando pelo governo brasileiro e, posteriormente, refletindo na educação. Há grande necessidade do governo compreender a educação em sua plenitude, como ela realmente é, para que entenda sua importância e ocorra maiores investimentos.

  41. Emanuelle Zanchetta Borges disse:

    O motivo de a Educação no Brasil estar em 53º no ranking do PISA é que não é de interesse do Estado formar cidadãos que pensem, pois futuramente o cidadão poderá se revoltar contra o sistema presente. Outros fatores que também interferem são a progressão continuada aplicada de maneira errônea, a falta de disciplina do aluno, a falta acompanhamento da família e o mais importante que é a falta de qualificação do professor, sendo este desvalorizado.

  42. Viviane Borges disse:

    A escola pública brasileira quer formar a classe trabalhadora, consumidora, é ela que faz a economia do país se movimentar; mão de obra barata e consumidores desenfreados que querem comprar tudo que é lançado no mercado, não existe prioridade em fazer com que a educação seja igual para todos, não se investe em educação no nosso país para que as pessoas não saiam da sua alienação. A educação no nosso país precisa ser levada a sério por todos: pais, professores, governantes, pois a desvalorização da escola e da educação no Brasil é muito grande. Precisamos começar a formar cidadãos pensantes, críticos que sejam capaz de criticar e refletir a realidade em que vivemos.

  43. Geisinara Fernanda B. Dias disse:

    A partir de uma reflexão crítica da educação brasileira, não nos surpreendemos com a classificação (53ª posição) do nosso país no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), pois investimentos em políticas públicas, produção de documentos oficiais, parâmetros norteadores educacionais e investimentos em avaliações NÃO podem garantir educação de qualidade e SIM a manutenção do sistema neoliberal. O capitalismo precisa formar cidadãos alienados e consumistas, incapazes de refletir e criticar o sistema vigente. Nesse sentido, esta classificação pode ser justificada por meio de diversos fatores, como: investimentos públicos insuficientes para atender com qualidades as necessidades educacionais devido à corrupção (verbas desviadas), deficiência na formação inicial e continuada de professores, falta de infraestrutura e de materiais nas escolas, ensino “conteúdista” fora da realidade do aluno, alienação do professor em relação ao uso do livro didático, falta de autonomia do professor, salas superlotadas, baixa remuneração dos professores, falta da participação dos pais e comunidade na escola, entre outros.

  44. Elisa Rincon disse:

    A educação brasileira estaria em melhores colocações se os alunos e professores, que são os elementos principais nesse processo, são vistos como meros robôs que estão na escola apenas para receberem os conteúdos e se tornarem trabalhadores incessantes. E educação ideal seria alcançada a partir do momento em que os alunos professores fossem considerados como seres conscientes sendo formados como cidadãos críticos, transformando a escola como local de produção de conhecimento.

  45. Rafaela disse:

    Para melhorar a educação no Brasil é preciso entre várias ações, uma formação profissional de qualidade, estrutura para a educação, condições básicas para o estudo, e principalmente a consciência que a educação é primordial entre todas as ações que o governo deve investir, afinal sem educação de qualidade não há como melhorar as outras questões. Garantir a educação de qualidade para todos deveria ser a ação principal do governo. Mas diante da sociedade capitalista e desigual, a educação do Brasil não tem muitas condições de alterar.

  46. Valéria Paes disse:

    Sim, não podemos negar que o Brasil vem apresentando avanços que refletem uma melhora no ensino em relação a última década, mas estes esforços não é nada expressivo na aprendizagem dos alunos ainda, talvez porque esteja faltando uma melhor distribuição nestes esforços, com politicas públicas que realmente atendam as necessidades de nossos alunos, o foco precisa ser na aprendizagem é preciso ter metas mais claras que facilitem também a formação de nossos professores, porque afinal os professores precisam de uma boa formação e de ferramentas para que os alunos aprendam, ou seja, os recursos para educação precisam ser melhor distribuídos. Poderíamos citar inúmeros problemas, mas acredito que o principal problema esta na forma como o governo vem gerindo a educação no país, ou seja, demonstrando que é incapaz de planejar e de estabelecer prioridades para que o ensino brasileiro em todos os níveis melhore realmente para quem sabe melhorar a posição no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos).

  47. Bete disse:

    No documento “Destino: Educação”, mostra que, de modo geral, a família está satisfeita com a educação recebida por seus filhos por não terem tido a mesma oportunidade. Pensam que a conclusão do Ensino Médio já seja uma vitória.
    Com tal pensamento, investir em educação e políticas públicas, não haverá melhoria concreta na educação, o que é comprovado pela 53ª posição que o Brasil ocupa na avaliação PISA.
    É preciso ter-se uma seriedade no educar por partes de todos. Deve-se considerar que a escola, sendo obrigatória, será frequentada por todos, inclusive pelos que não tem interesse em estudar, aprender, o que incindirá em um nível educacional baixo. Deve-se repensar o conceito de escola para todos, com conteúdos e currículos homogêneos, uma vez que o público é diverso e heterogêneo.

  48. ANGELA M. DAVANZO FÁVARO disse:

    De acordo com o conteúdo exposto, vídeos e debates que norteia a temática, percebe-se que o crescimento econômico de um país assemelha-se à ascensão social de qualquer cidadão, que depende de uma boa educação para garantir seu sucesso profissional. Porém, com a péssima qualidade do ensino brasileiro, esse sucesso constitui-se desafio não tratado com a necessária urgência, dada a 53ª posição do Brasil na avaliação educacional de 65 países feita pelo PISA.
    Entre os fatores apontados entre as greves de professores que acontecem em diversas partes do país refletem a necessidade de uma melhor remuneração. Quanto ao baixo salário é apenas um dos problemas. A porcentagem do PIB destinada à educação é mal investida, pois, enquanto rumamos aos 10%, a Coreia do Sul, que apresenta um dos melhores sistemas educacionais do mundo, utiliza apenas cerca de 4%.
    A democratização do ensino superior no Brasil é bastante complexa diante da brutal desigualdade social, da natureza polêmica do problema e da reduzida parcela do ensino gratuito e de qualidade.
    Em todas as escalas e planos de governos deveria ser reestruturadas ao invés de apontar os problemas da ponta: o processo avaliatório.
    Mudanças devem ser feitas!!!

  49. DANIELA CARLA NEGRINI disse:

    Temos péssimas estruturas de ensino: escolas com má infraestrutura e com pouca ou nenhuma tecnologia, como acesso à Internet; corpo docente muitas vezes mal formado e com péssimo desempenho; educação infantil que proporciona, em grande parte, uma base de analfabetismo funcional; e, mesmo, inacessibilidade à educação no interior do Brasil, que deixa muitos jovens à parte de qualquer desenvolvimento.
    Portanto, a exemplo dos coreanos do sul, a educação deve ser considerada pela sociedade e governo brasileiros alta prioridade, desde o primeiro até o último ano de estudo. É necessário investir em melhores salários, tecnologias de ensino e bem-estar escolar, bem como exigir melhores profissionais de ensino e alunos na escola. Essa será a garantia de que uma boa educação seja um dever social e não um privilégio de poucos.
    Concomitante a esses projetos, as políticas de acesso ao ensino superior devem ser articuladas com a reforma da educação pública fundamental e média no sentido do alcance da qualidade para que os filhos das classes trabalhadoras possam chegar ao vestibular em condições de igualdade com estudantes oriundos de escolas particulares.
    Somente buscando maior equidade em termos de resultados, pode-se falar efetivamente em políticas de democratização e inclusão em todos os âmbitos da educação.

  50. Aruana Menegasso disse:

    Para começar gostaria de fazer uma comparação de alguns dados no nosso país. Hoje estamos em 53º no ranking do PISA, estamos em 82º no índice de desenvolvimento humano (IDH) e ironicamente somos atualmente a 7ª economia mundial. Pois é um país que é a sétima economia mundial tem esses índices de educação e desenvolvimento tão desproporcionais.
    O fato estarmos em 53º no PISA, revela uma grande contradição entre os “investimentos” que o governo vem fazendo e os resultados obtidos, pode-se afirmar que algo há de errado com as atuais políticas públicas e esses tais investimentos. Há um desinteresse imenso por parte do nosso governo em formar pessoas críticas, pensantes, desenvolvidas etc., isso, pois essas pessoas podem se tornar uma arma contra o sistema regente, portanto essas políticas presentes para educação são políticas compensatórias, ou seja, não há a preocupação de fato com a melhora da educação no país.
    As ações governamentais geram várias consequências que nos faz estarmos em tal colocação no PISA, como, desvalorização do professor e da escola, formação inadequada de professores, falta de estrutura nas escolas, desvio de verbas etc.
    Nos países que estão em boa colocação no PISA, a educação é levada e maneira séria por todos os cidadãos, governantes, pais e alunos, estes estão preocupados com a formação humana de seus alunos para o futuro do país.

  51. eliane rosa policarpo disse:

    Acredito que o contexto social é uma grande força nos resultados de ensino,boas políticas públicas e boa educação diminuem o impacto do contexto social.
    E que o sucesso dos estudantes não depende muito do seu contexto social,bons professores aceitam a diversidade social e utilizam o potencial de todas as crianças.

  52. Silmara Comino disse:

    De acordo com o documentário, a educação no Brasil necessita de incentivo. Incentivo para todos : professores, melhorando o salário destes, que tentam dia-a-dia melhorar a educação do país, mas não possuem apoio do governo, recebendo péssimos salários e não possuindo valor perante a sociedade.
    Em relação a formação do professor, investimentos também devem ser feitos, mas investimentos sérios, ou seja, não só esses cursos voltados a formação continuada do professor, no intuito de torná-lo ainda mais submisso ao poder e ao material didático. Se o próprio Estado não valorizar a profissão de professor, quem mais há de valorizar? O fato do Brasil estar em 53% no ranking do pisa está ligado a política do Estado que acha mais apropriado não investir em educação porque sendo assim, a escola não formará sujeitos reflexivos e críticos que queiram reivindicar seus direitos e melhorar a sociedade em que vive.

  53. Amanda Amaral Perles disse:

    Do que adianta Políticas Públicas e investimentos na educação se estas não atingem mudanças na qualidade do ensino. Por muito tempo a preocupação do país esteve voltada a erradicação do analfabetismo, desprezando-se a qualidade. É claro que o país busca formar cidadãos que não sejam capazes de agir criticamente, pois qual seria a vantagem se isso ocorresse? Afinal, uma população alienada e consumidora leva o país pra “frente”.
    Assim, vale destacar que apenas políticas públicas e investimentos, não resolvem o problema da qualidade da educação, pois os meios de atingir essa qualidade ainda não foram superados e nem colocados como pontos primordiais para resolução dos problemas, sendo: desvalorização do professor, baixos salários, infraestrutura ruim, salas lotadas, deficiência na formação inicial e continuada de professores, entre outros.

  54. Poliana Billae Elios disse:

    O Brasil está na 53ª posição no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), pois, apesar de todo os esforço das políticas públicas , ainda existem inúmeros fatores que não são considerados pelo governo , como a má formação docente , a infra- estrutura inadequada , a desvalorização do professor , entre outros . Também ocorre que na maioria das vezes a teoria é apenas teoria, não há realmente uma aplicação na prática. Percebe-se que a governo está mais preocupado com quantidade do que com qualidade

  55. Poliana Billar Elios disse:

    O Brasil está na 53ª posição no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), pois, apesar de todo os esforço das políticas públicas , ainda existem inúmeros fatores que não são considerados pelo governo , como a má formação docente , a infra- estrutura inadequada , a desvalorização do professor , entre outros . Também ocorre que na maioria das vezes a teoria é apenas teoria, não há realmente uma aplicação na prática. Percebe-se que a governo está mais preocupado com quantidade do que com qualidade.

  56. Raiza Oliveira disse:

    A educação no Brasil sofre as graves consequências das falhas do sistema capitalista e também perece diante do alto índice de corrupção no governo brasileiro, bem como a falta de interesse em investir na área e na criação de políticas publicas efetivas e eficientes. Dessa forma, na escola pública, os professores são mal formados, mal pagos e desvalorizados, pouco dinheiro chega as escolas para ser investido na qualidade de ensino, as crianças e jovens não aprendem, muitas instituições sobrevivem em situações precárias, dentre outras dificuldades que só serão superadas quando houver a ação e a preocupação do Estado para com a educação do povo. Parece claro que não é de interesse do Estado que as escolas públicas sejam boas e ofereçam um ensino de qualidade capaz de formar pessoas na perspectiva da totalidade humana, pessoas críticas e reflexivas, capazes de entender e compreender o mundo que as cercas e as relações na quais estão inseridas, pessoas capazes então de buscar o rompimento de um história de injustiças e discrepâncias sociais tão marcantes. Se as escolas formassem esse tipo de sujeito, certamente as coisas mudariam para quem está no poder.

  57. Patricia C. Zarpelon disse:

    Os países como Finlândia, Chile, Xangai possuem educação de qualidade porque ao contrário do Brasil investem no sistema educacional, para que se formem cidadãos conscientes que irão atuar na sociedade. O Brasil ao adotar o sistema capitalista e consequentemente uma política neoliberal, mantém 92% das crianças de 4 a 17 anos de idade na escola. Mas qual será a qualidade dessa educação? Apesar de investir em políticas, elaborar documentos, ainda faltam muitos investimentos para que se chegue ao topo de uma educação de qualidade, e uma das necessidades é o investimento na formação de professores, o incentivo, a valorização desse profissional. A educação brasileira gira em torno de uma política neoliberal portanto atende às suas necessidades, não se preocupando com a formação omnilateral do indivíduo, fazendo com que muitas vezes o professor aliene a sua prática por meio do livro didático.

  58. Mariana Santini Arroyo disse:

    O sistema educacional brasileiro não proporciona uma educação de qualidade, pois não considera interessante formar cidadãos conscientes e atuantes, mantendo o país na 53º posição no PISA as chances dos futuros adultos se revoltarem com as falhas do sistema são menores.
    Para uma melhora na educação do nosso país é necessário muitos investimentos, a começar pela valorização e formação de qualidades aos professores, passando por uma melhora nas políticas e documentos já existentes e resultando em verdadeiras ações para a mudança.
    No entanto, a educação atende as necessidades do Estado capitalista, sendo assim alienam professores e alunos favorecendo o sistema.

  59. Patrícia Santos disse:

    Os problemas que assolam a educação em nosso país são de naturezas diversas. Um fator preponderante é a desvalorização da carreira docente e isto fica claro quando observamos as políticas públicas ineficientes que buscam apenas remediar a situação com ações paliativas. Investe-se em fracos cursos de formação continuada para professores apenas para atender os programas de meritocracia, quando na verdade deveria também se preocupar mais com a formação inicial desses profissionais: o governo estimula a entrada dos jovens em cursos superiores, porém, estes oferecem uma formação precária, formando um círculo vicioso. Baixos salários, salas lotadas, falta de condições físicas e material didático limitador são apenas algumas das dificuldades encontradas por esses profissionais. Outro ponto relevante é a questão cultural que envolve nosso país. A intelectualidade não é valorizada pelo governo e pela sociedade em geral, que vê a escola apenas como um local de formação para o mercado de trabalho, atendendo às demandas mais urgentes, deixando de lado a formação integral do ser humano. Busca-se a formação suficiente apenas para a inserção no mundo do consumo.
    Os documentos legais citados estão distantes da realidade brasileira. Apesar de tentarem estabelecer padrões mínimos de qualidade, desconsideram as gritantes desigualdades sociais e econômicas do nosso país. As escolas pouco os conhecem e, quando os conhecem, tem um baixíssimo grau de aproveitamento de suas diretrizes. A questão de quantidade de investimentos já foi superada, resta agora a preocupação com a qualidade do ensino oferecido, só assim o Brasil se afastará de índices tão vergonhosos.

  60. Gleicer Correia disse:

    Há vários fatores que contribuem para essa colocação alcançada pelo Brasil no Ranking do Pisa. A formação do indivíduo não busca uma formação completa, que leve esse indivíduo a pensar e refletir sobre ele, sobre as outras pessoas, suas condições, sobre a organização da sociedade em que está inserido.
    A escola procura manter o modelo capitalista de sociedade vigente, e aliado à corrupção, má distribuição de verbas, má remuneração dos profissionais da área da educação, má formação -muitas vezes- desses profissionais, falta de interesse público com as classes mais baixas, inversão de valores no que se refere às necessidades reais do país, entre outros fatores, a educação acaba por perder seu real sentido. Os indivíduos não reconhecem o valor e a importância da escola e esta, por sua vez, não se reconhece como algo fundamental nesta ou em qualquer sociedade.
    Nesse sentido, documentos e políticas públicas de nada adiantam se o país não assume a responsabilidade de oferecer educação de qualidade para todos, maior valorização do professor, escolas com infraestrutura adequada, tendo em vista formar o ser na perspectiva omnilateral, capazes de tornarem-se cidadãos críticos, pensantes e formadores de opinião.

  61. Danny Lima disse:

    Existem vários motivos para o Brasil está na 53ª posição no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Alunos. Podendo apontar que a preocupação do país esta voltada somente na erradicação do analfabetismo. O sistema educacional brasileiro sofre as graves consequências das falhas do sistema capitalista, não proporciona uma educação de qualidade, por não querer cidadãos conscientes e críticos, querem apenas mão de obra barata e alienada. A desvalorização da docência agrava ainda mais, investindo em fracos cursos de formação continuada para professores apenas para atender os programas de meritocracia. Outros fatores que também interferem são a falta de envolvimento/ entendimento entre a escola, a família, o aluno e a comunidade.

  62. Veridiana Santana de Oliveira disse:

    As políticas públicas no Brasil voltadas para a Educação contemplam a manutenção do sistema capitalista formando cidadãos para o mercado de trabalho, neste processo o ensino oferecido tem um déficit de qualidade muito grande. Este problema é percebido desde a formação dos professores que atuarão na escola, a falta de condições para que os professores trabalhem e a baixa remuneração corrobora para o surgimento de mais problemas neste setor.

  63. Edinaldo Nascimento disse:

    Estar em 53º posição no ranking do “PISA” (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), deveras, denota-se um profundo e longo descaso com a educação brasileira. Matematicamente, analisando, para estar entre os “Top 10” de excelência em educação, deveria o Brasil, retornar, ao menos, cinco décadas em sua história para inferir o rumo errôneo que tomara na educação de seus brasileiros. Anteriormente à “era” capitalista, a profissão docente era sobremaneira almejada, substancialmente, valorizada e, socialmente, respeitada.
    Penso que, a partir do momento em que a escola tornara-se um refúgio de cuidado, enquanto os pais trabalham, e um órgão de obtenção de diploma para a atuação dos educandos no mercado de trabalho, o brasileiro tomou a escola e seus “atores” como parte de um “estágio obrigatório” para o sucesso profissional e, consequentemente, se esqueceu de que é na escola, por meio do professor, e a socialização vivenciada na instituição, que se forma o cidadão.
    Se na Finlândia 90% das escolas são públicas e de boa qualidade, no Brasil, a escola pública está, há muito tempo, perdendo espaço qualitativo para a escola privada que, por sua vez, corrobora para o aumento e fortalecimento do capitalismo, desse modo, afastando, cada vez mais, a educação brasileira do ranking de excelência, pois, olhar o profissional docente como um elemento “iluminador”, está para além de implementações de políticas públicas, pois, estas, sem fiscalização efetiva, não passarão de tópicos “utópicos” grafados. O olhar deve focar a valorização de sua prática como profissional capacitado e suportado pelo Estado, contemplando sua formação, sua condição de trabalho e, ainda, obviamente, uma justa e atrativa remuneração.

  64. Ana Beatriz Galbin Gomes disse:

    Não adianta apenas o governo investir em políticas públicas voltadas a educação, pois os cursos de licenciatura, em sua maioria, não formam profissionais capazes de entender a realidade em que estão inseridos. Desse modo, a formação dos alunos também é prejudicada, pois as crianças não são educadas para pensar, refletir, questionar e se apropriar dos conhecimentos produzidos ao longo da história humana, o que vemos é a formação de sujeitos que aceitam tudo da forma como lhes é apresentada, sem ao menos se questionarem se o que é apresentado realmente corresponde a sua realidade ou necessidade. Enquanto o governo não criar políticas que realmente favorecem a formação inicial e continuada de professores, para que esses profissionais ensinem as crianças a serem seres pensantes, não haverá nenhuma mudança na educação.

  65. Gisele Lopes disse:

    A educação no Brasil não pode ser considerada de qualidade, pois não considera interessante formar cidadãos conscientes e atuantes. Não sei se esta forma de pensar é cultural, mas esta distante de ser ideal.
    Acredito que para uma melhoria na educação do nosso país é necessário muitos investimentos, principalmente na valorização e formação de qualidade para os professores, passando por uma melhora nas políticas e documentos já existentes, como por exemplo os PCNs, que é muito importante. Este seria o começo para a mudança, para a renovação e ainda assim, teríamos que deixar de favorecer o sistema educacional do Estado, que é capitalista e atender as verdadeiras necessidades educacionais de nosso país.

  66. Evaldo disse:

    Algumas políticas públicas e investimentos programados para nosso país ainda dependem de muita força de vontade para sua devida aplicação em todos os Estados da Federação, vale lembrar que em todos os seminários elaborados para essa disciplina pudemos perceber uma análise critica ao sistema capitalista e sua mutação para sobreviver e ampliar seus tentáculos agora em países considerados em desenvolvimento. Se antes a economia era tida como a premissa para alavancar o status quo de uma nação , hoje ainda continua neste patamar, mas existem preocupações em outras áreas que demandam conhecimento e análise, que em nosso caso,é a educação e principalmente educação ecológica. Em seu livro Ecologia e lutas sociais no Brasil, Mauricio Waldman (1992) lembra que é unânime a ideia de que o meio ambiente tem que ser preservado, sem descuidar dos modelos ideológicos das campanhas que possuem slogans inconsequentes. O autor lembra ainda, também tema desse semestre em nossa disciplina, que a ecologia deve ser analisada na perspectiva dos trabalhadores.
    O documentário “Destino: Educação”, demonstra algumas possíveis saídas para fortalecer o ensino no País e sair da posição em que se encontra, (apesar de ser questionável o método utilizado para classificar as posições) , que seriam a formação de professores, interesse dos alunos e efetiva participação e incentivo das famílias na educação.
    O documentário também nos mostra que os pais estão satisfeitos com a escola e seu modelo de ensino, essa situação pode ser explicada pelo fato de a grande maioria de uma geração de desprovidos de ensino já tem em seu filho uma maior escolaridade que a sua que em tese já um fator positivo para aquele que vive em situação de miséria, ou seja, o conformismo e a esperança de uma realidade melhor para seu descendente já uma garantia do que está por vir.

  67. Mécia Conti disse:

    A Educação dos brasileiros sempre foi tratada com desprezo por autoridades responsáveis pela área educacional, desde o Brasil colônia e até os dias atuais. Mudam os partidos, as ideologias, as gerações enfim.Troca-se os atores mas o drama é sempre o mesmo: falta de recursos financeiros, políticas educacionais de caráter assistencialista, o professor é desvalorizado por toda sociedade, os pais acham que fazem um favor em deixar o filho na escola, não ensinam sequer hábitos de higiene. O professor com salas super lotadas é responsável pela “transformação” do país. O Brasil perdeu 300 anos de educação , soma-se a esse fator o descaso dos políticos responsáveis pela área da educação que criam Leis que não saem do papel, desviam recursos destinados as escolas e as prefeituras que superfaturam as compras e economizam na merenda e nos materiais destinados aos alunos. Alguns pais não se importam se o filho(a) está aprendendo o que importa é que ele está lá, trancado dentro da escola e longe. Nas últimas décadas observamos algumas iniciativas que melhoram um pouco o cenário, porém recuperar o tempo perdido custará muitos anos de trabalho sério, ,de líderes que não usem a educação com arma de alienação e controle de massas, líderes comprometidos com propósitos de formação humana e não apenas usar os recursos em benefício próprio. Seria necessário também que as escolas não sejam vistas como “cabide de empregos”, pois muitas pessoas fingem que trabalham e recebem seus salários no final do mês…e as crianças ficam lá….”guardadas” até a hora do sinal de saída. De um modo geral a Educação é como os outros setores neste país: ninguém tem a responsabilidade de melhorar e de fazer a coisa certa , mas todos tem o direito de discutir sobre.

  68. Fernanda Janaina Leso disse:

    A política educacional do Brasil é voltada para uma educação da hegemonia, ou seja, em que busca consolidar o pensamento e ideologias que favorecem o poder burgues em que rege a regra do “o bom para poucos”. Desta forma, a classe menos favorecida, a trabalhadora, não consegue enfrentar os poder vigente, pois seus intelectuais não possuem formação capaz para tal, tendo que ir além das correntes vigentes e buscando novos ideias.
    Para suprir a defasagem e mascarar a hegemonia ali proposta e alienar ainda mais seus estudantes, são criados mecanismos, como disciplinas que busquem trazer o debate ideológico a tona.

  69. Angelica Camacho disse:

    A posição do Brasil no PISA pode ser entendida a partir da falta de políticas públicas que deem a real importância a educação.
    Falta investimento, falta interesse, falta comprometimento do governo para com a educação tanto para com a Educação Básica quanto para os cursos de licenciatura e formação continuada dos professores.
    A educação no Brasil é voltada para o Sistema Capitalista, buscando sempre os interesses da classe burguesa.

  70. Beatriz Rincão disse:

    O Brasil ocupa o 53º lugar no ranking da educação segurando os dados do PISA, isso se dá pelo fato do mal planejamento ou até mesmo pela falta de políticas públicas ou até mesmo pela péssima administração nesse setor entre outros também. O Brasil sofre uma grande falta de investimento em educação, eu acredito que seja falta de interesse, pois para os políticos existem programas mais ”interessantes” do que a educação e educar cidadãos críticos, os quais no futuro irão fazer críticas ao governo… é nítido o descaso com a educação básica e a educação superior, principalmente pelas licenciaturas e a formação continuada dos professores, a qual é um complemento do ensino superior e que não é complementado devidamente. A educação como os demais ambitos do Brasil é por base do capitalismo… ou seja é capitalista… notamos portante que a educação considerada boa é educação particular, ou seja, a que favorece a elite, pois somente a elite e outras pessoas por meio de bolsas e outroas programas que as escolam privadas oferecem consegue educar um pouco melhor seus filhos. A instuição privada é nada mais e nada menos do que um comercio, o qual a escola é uma empresa e os alunos são clientes… como na escola pública quem banca é governo, logo ao meu ver o lucro não, então pra que investir não é mesmo? Esse é o sistema capistalista, quem tem, tem, paga, vive de maneira, quem não tem aguenta o capitalismo e tenta dar o melhor para seus filhos, porém se torna meio que impossível visto que educação pública não tem ” valor”. E a tendencia dessa posição da educação é continuar ou cair, se é possível cair mais,

  71. Bruna Belluci disse:

    O que acontece com o Brasil, que acompanhamos com a sua posição no PISA é que as políticas públicas e os investimentos na educação não atingem as mudanças na qualidade do ensino.
    A educação no Brasil é voltada para os moldes capitalistas, sofrendo com as graves consequências.
    Vemos uma sociedade alienada, consumista e nada crítica, que é o que agrada o poder, pois assim não se sentem ameaçados.Vale destacar então que apenas políticas públicas não resolvem o problema da educação pois os meios de atingir essa qualidade ainda não foram superados e nem colocados como pontos primordiais para resolução dos problemas ( desvalorização do professor, baixos salários, infraestrutura , salas lotadas, deficiência na formação de professores, entre tantos outros).

  72. Daniela Aparecida Alves disse:

    Apesar de todo o esforço das políticas públicas e os documentos elaborados, a educação que está nos documentos não avalia a realidade dos alunos, o que eles necessitam realmente e o que eles sabem, antes de aprofundarem nos conhecimentos que deveriam ser trabalhados com qualidade. Para uma educação de qualidade seria preciso se atentar as reais necessidades da escola em si e de cada aluno que são os principais personagens no ambiente, fornecendo uma formação docente de qualidade e a valorização do ensino mais crítico e reflexivo.
    Mas a realidade mostra que a sociedade atual não se preocupa com essas questões, pois, não querem formar cidadãos críticos e reflexivos que queiram futuramente transformar a subordinação que o capital causa numa sociedade mais justa e ativa.
    O governo brasileiro não valoriza o nosso ensino, pois, só vê a parte burocrática e gosta de garantir a dominação do capital, por isso é que o ensino costuma ser mecanizado e tecnicista. Assim, para se ter uma mudança e ter uma educação de qualidade seria preciso valorizar o que o aluno sabe, motivar e capacitar os professores, envolver a família na escola com atividades com os filhos, e estabelecer regras que não desvincule do objetivo de formar um bom cidadão com conhecimento pleno e aprofundado. Por fim, observa- se que a educação brasileira necessita de mudanças para começar a atingir uma posição de qualidade nos rankings de avaliações existentes.

  73. Daniela Aparecida Alves disse:

    Apesar de todo o esforço das políticas públicas e os documentos elaborados, a educação que está nos documentos não avalia a realidade dos alunos, o que eles necessitam realmente e o que eles sabem, antes de aprofundarem nos conhecimentos que deveriam ser trabalhados com qualidade. Para uma educação de qualidade seria preciso se atentar as reais necessidades da escola em si e de cada aluno que são os principais personagens no ambiente, fornecendo uma formação docente de qualidade e a valorização do ensino mais crítico e reflexivo.
    Mas a realidade mostra que a sociedade atual não se preocupa com essas questões, pois, não querem formar cidadãos críticos e reflexivos que queiram futuramente transformar a subordinação que o capital causa numa sociedade mais justa e ativa.
    O governo brasileiro não valoriza o nosso ensino, pois, só vê a parte burocrática e gosta de garantir a dominação do capital, por isso é que o ensino costuma ser mecanizado e tecnicista. Assim, para se ter uma mudança e ter uma educação de qualidade seria preciso valorizar o que o aluno sabe, motivar e capacitar os professores, envolver a família na escola com atividades com os filhos, e estabelecer regras que não desvincule do objetivo de formar um bom cidadão com conhecimento pleno e aprofundado. Por fim, observa- se que a educação brasileira necessita de mudanças para começar a atingir uma posição de qualidade nos rankings de avaliações existentes.

  74. Fernanda Rissardi disse:

    Pontua-se que dentre os motivos dispostos para o Brasil encontrar-se na 53ª do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) é o fato do sistema não se mostrar disposto a promover integralmente uma educação de qualidade para as crianças brasileiras, visto que, com a promoção de boa educação é possível que as crianças, futuramente, revoltem-se contra o próprio sistema e gerem uma revolução. Pode- se também salientar que a formação inicial falha do docente bem como sua não formação continuada e excedente desvalorização contribuem para a colocação desse ranking. É necessário afirmar também que a desvalorização e falta de compromisso da família com o aprendizado da criança também interfere diretamente na vida escolar da criança e, consequentemente, com a colocação do Brasil no ranking.

  75. Camila Pavaneli disse:

    Na sociedade capitalista a alienação do trabalho é a base fundamental da exploração de uma classe sobre a outra na sociedade contemporânea. A ideologia neoliberal está presente nas escolas brasileiras através dos documentos, nos referencias, nas legislações, das quais foram feitas para atender o capital. Na escola pública os professores são mal pagos, desvalorizados, ganham pouco, e são mal formados, por isso sua prática não é consciente. O professor deve optar conscientemente de que ao compreender o papel da educação escolar na sociedade capitalista ele deve possibilitar aos alunos se apropriem dos conhecimentos historicamente produzidos e acumulados pelo homem para que possam tornar realmente um ser humano/social, dos quais inserir-se no ambiente que o cerca numa perspectiva da totalidade. Devendo formar o homem integral capaz de ser cidadão crítico, autônomo e participativo nas decisões políticas, culturais e científicas. O professor deve levar o aluno, como diz Saviani (2008), a dominar o que os dominantes dominam. Para finalizar, acredito que para que a educação melhore e comece a quebrar o ciclo vicioso do capital é preciso que o professor, em especial e fundamental os pedagogos, tenham consciência do seu papel nessa sociedade, pois só assim poderá melhorar a educação.

  76. Mec Conti disse:

    Acredito que a educação no Brasil não atinge melhores resultados por diversos fatores: as políticas públicas embora sejam criadas em nome de “melhorar a vida de todos” “democratizar”, na verdade camuflam os ideais neoliberais e perpetuam as desigualdades quando criam instrumentos que reproduzem as diferenças sociais e principalmente culturais. No atual sistema de Ensino as crianças mais pobres entram e saem da escola sem conseguir acessar os bens culturais que a família não tem condições de oferecer, pois, o sistema está engessado em métodos e fórmulas do passado, o professor mal formado pelo mesmo Sistema desconhece as intenções neoliberais e seguindo suas concepções limitadas ensina de acordo com o que o Sistema permite. A família muito ocupada em prover de bens materiais a criança não tem tempo de pensar que seu filho precisa “ser humano” e não apenas “ter” bens materiais, os pais não percebem que pagam(impostos) por uma educação de qualidade, mas a corrupção desvia grande parte dos investimentos.Enquanto a sociedade como um todo não pensar uma reformulação do sistema de Educação, uma nova forma de educação em que a escola seja um local de aprendizagem e conhecimento, não apenas um depósito de crianças e adolescentes nada mudará. Enquanto a grande maioria explorada aceitar passivamente, todos os absurdos que são impostos por uma minoria de ricos e beneficiados, nada irá melhorar, apenas trocam-se os atores mas o “drama” se repete. Em todos os níveis, a sociedade brasileira precisa é de educação, sobre direitos e sobre os deveres de cada um, só assim, haverá a possibilidade de limpar a sujeira das classes políticas dominantes e construir condições mais dignas de vidas e consequentemente todos os indicadores se elevarão. Educação não se restringe a escola, educação é para vida.

  77. Jacqueline Rezende disse:

    Foi visto no documentário, que a educação no Brasil necessita de incentivo. Incentivo em vários âmbitos : professores, melhorando o salário deles e sua formação, eles até tentam dia-a-dia melhorar a educação do país, mas não possuem apoio do governo, recebendo péssimos salários e não possuindo valor perante a sociedade. Em relação as famílias, que não colaboram com a escola na formação de seus filhos, não comparecendo as reuniões, não se importando com o andamento dos seus filhos na escola e principalmente não fornecendo o apoio necessário à essas crianças para que sintam vontade de estudar e inverter sua situação de vida.
    Para que a educação no Brasil mude é necessário principalmente que os professores estejam bem formados e possuam apoio de toda a comunidade escolar, para saberem lidar com qualquer situação do cotidiano de uma escola, dando a melhor formação para os alunos, fazendo com que estes façam alguma diferença na sociedade em que vivem.

  78. Nayara Koseki disse:

    Apesar de todo o esforço das politicas públicas como o PCN’s, RCMET’s, ENEM, SAEB e investimentos, o Brasil está na 53ª posição do ranking do PISA, porque na realidade não são elas que vão garantir um ensino de qualidade para o país. O que garante é o comprometimento do professor com a sua sala, mas infelizmente isso não ocorre, devido a uma série de problemas que o professor vem sofrendo, como: desvalorização, salários baixos, infraestrutura ruim, salas lotadas, deficiência na sua formação inicial e continuada de, entre outros.
    Para finalizar, acredito que, é necessário que os professores tomem consciência dos problemas que vão enfrentar ao chegar em sala de aula e se comprometam em formar cidadãos críticos para a sociedade, pois só assim a educação no Brasil irá melhorar e subir no ranking do PISA.

  79. Daniela Alves disse:

    Apesar de todo o esforço das políticas públicas e os documentos elaborados, a educação que está nos documentos não avalia a realidade dos alunos, o que eles necessitam realmente e o que eles sabem, antes de aprofundarem nos conhecimentos que deveriam ser trabalhados com qualidade. Para uma educação de qualidade seria preciso se atentar as reais necessidades da escola em si e de cada aluno que são os principais personagens no ambiente, fornecendo uma formação docente de qualidade e a valorização do ensino mais crítico e reflexivo.
    Mas a realidade mostra que a sociedade atual não se preocupa com essas questões, pois, não querem formar cidadãos críticos e reflexivos que queiram futuramente transformar a subordinação que o capital causa numa sociedade mais justa e ativa.
    O governo brasileiro não valoriza o nosso ensino, pois, só vê a parte burocrática e gosta de garantir a dominação do capital, por isso é que o ensino costuma ser mecanizado e tecnicista. Assim, para se ter uma mudança e ter uma educação de qualidade seria preciso valorizar o que o aluno sabe, motivar e capacitar os professores, envolver a família na escola com atividades com os filhos, e estabelecer regras que não desvincule do objetivo de formar um bom cidadão com conhecimento pleno e aprofundado. Por fim, observa- se que a educação brasileira necessita de mudanças para começar a atingir uma posição de qualidade nos rankings de avaliações existentes.

  80. Noemi disse:

    O sistema educacional do Brasil deixa a desejar em várias vertentes, como: desvalorização do professor, a progressão continuada, professores desamparados, entre outros. Nota-se que o nosso país esta mais preocupado com quantidade do que com a qualidade do ensino. As politicas públicas aqui existentes muitas vezes servem para maquiar os verdadeiros índices da educação, com o objetivo de subir de posição no ranking PISA, assim, fingindo ser um país com educação de qualidade. Para que a educação no Brasil mude é necessário principalmente que os professores estejam bem formados e possuam apoio de toda a comunidade escolar, para saberem lidar com qualquer situação do cotidiano de uma escola, dando a melhor formação para os alunos, fazendo com que estes façam alguma diferença na sociedade em que vivem. Não adianta equipar escolas com novas tecnologias e aumentar a permanência dos alunos na escola, sem dar a capacitação devida a esses professores e se os alunos não tiverem qualidade no ensino. Com as novas politicas publicas implantadas em nosso país, o Brasil finge ter um sistema educacional eficiente e em ascensão.

  81. Hayanne Zahra disse:

    Com relação a posição em que o Brasil se encontra no Pisa é o resultado do declínio da educação que, aliás, sempre foi algo em que esteve em condições precárias no país, hoje, pior por conta das falhas no/ do sistema capitalista, falta de investimentos na área e também falta de criação de políticas públicas efetivas. Nas escolas públicas, por exemplo, pouco se é investido para melhoria da qualidade do ensino, os professores apresentam-se desestimulados pelo fato de encontrarem-se em situação de desvalorização, má formação e, consequentemente, sua prática não é consciente, assim, ajudando a prejudicar cada vez mais o rendimento escolar e a educação do sujeito. A situação em que se encontra o ensino nas redes públicas no nosso país de fato esclarece que o Estado não faz esforços para que tal situação melhore. A campanha “Fechar escola é crime!” mostra com clareza como a educação não tem seu valor. A situação demonstrada pela campanha é referente às escolas do campo, as quais foram fechadas a grande maioria,impedindo com que muitas crianças frequentem uma rede de ensino parando de estudar ou fazendo com que se desloquem para a cidade em busca de um ensino.Se a preocupação e atenção fosse diretamente para que atendessem os alunos de maneira a formá-los na perspectiva da totalidade humana, torná-los pessoas críticas e reflexivas, certamente as coisas seriam diferentes.

  82. Mylena Pereira disse:

    Não é surpresa nenhuma a classificação do Brasil no ranking do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos). O Brasil é um país que através das políticas públicas , PCNs, RCMEIs, ENEM, SAEB e outros investimentos acaba mapeando o sistema Educacional, não há um comprometimento e formação educacional para que o Brasil consiga alcançar uma boa classificação no ranking. A educação é infelizmente direcionada aos moldes capitalistas na qual os investimentos são desviados, não é aplicado o dinheiro adequado do PIB do Brasil para que a educação de qualidade e para todos aconteça, portanto, as políticas públicas em nada resolve a qualidade do Brasil porque não é tratado com seriedade. Um exemplo da falta de comprometimento com a Educação Brasileira pode ser destacadas em: má formação docente; baixa remuneração paga aos professores; falta de um sistema que beneficie os profissionais mais eficientes; carência em sistemas de aperfeiçoamento, capacitação e educação continuada para professores, , falta de estrutura nas escolas, falta de verbas disponibilizadas para a educação, baixa participação dos pais na vida escolar dos filhos e nos assuntos da escola; investimentos públicos insuficientes para atender com qualidades as necessidades educacionais; uso em excesso de métodos de ensino ultrapassados falta de conexão entre os níveis de ensino (infantil, fundamental e médio) e carência de condições materiais em escolas de regiões pobres são algumas pontuações que podem explicar o tal posicionamento do Brasil no PISA.

  83. Janaine Braga Ramos disse:

    ter exito em questões objetivas pode demonstrar que o aluno adquiriu conhecimento, entretanto isso não quer dizer que o aluno se apropriou plenamente do conhecimento histórico-cultural elaborado/acumulado pela humanidade. O conhecimento e a aprendizagem não se dão apenas pela habilidade de acertar questões objetivas e técnica de escrever e reconhecer frases prontas. Atualmente os responsáveis pela educação no Brasil estão pouco preocupados com a qualidade da educação e sim com a impressão que tem que passar para os outros países já que somos um país com alta potencialidade e que estamos em progresso. Deste modo, apreende-se que é urgente revolucionar o modelo educacional e a postura que todo o corpo docente adota, pressionando para que a educação seja realmente vista como prioridade, propiciando aos indivíduos, independentemente a qual classe social pertencem, que possam aprender os conhecimentos ensinados na escola. Vale ressalta que uma educação emancipadora, que ensine o real valor do trabalho, permite ao homem evoluir não somente na esfera individual como também no âmbito da coletividade.

  84. Ana Claúdia disse:

    Infelizmente o sistema educacional do Brasil deixa a desejar em várias vertentes, como: desvalorização do professor, a progressão continuada, professores desamparados, entre outros. Nota-se que o nosso país esta mais preocupado com quantidade do que com a qualidade do ensino. As politicas públicas aqui existentes muitas vezes servem para maquiar os verdadeiros índices da educação, com o objetivo de subir de posição no ranking, assim, fingindo ser um país com educação de qualidade. Não adianta equipar escolas com novas tecnologias e aumentar a permanência dos alunos na escola, sem dar a capacitação devida a esses professores e se os alunos não tiverem qualidade no ensino. Com as novas politicas publicas implantadas em nosso país, o Brasil finge ter um sistema educacional eficiente e em ascensão.

  85. maely disse:

    Com todas as políticas públicas que se diz benéfica à educação brasileira, ainda existem muitas carências neste contexto, pois tais políticas não correspondem à realidade dos alunos. O que falta para a educação é mais apoio dos governos estatais perante os alunos, os professores e todos os demais agentes ativos que atuam na educação. A falta de formação de professores é um fator muito importante a ser destacado, além da carga horária que deixam os professores sobrecarregados e como também péssimo salário. O governo deve se atentar mais aos que os alunos realmente precisam para que seus processos de ensino/aprendizagem sejam mais qualitativos. De todos os casos precários referentes à educação, o pior que posso destacar é falta de interesse em formar cidadãos críticos, ou seja, pois todos sabem que cidadãos críticos e reflexivos podem intervir ativamente na realidade do mundo e nos acontecimentos, daí gera se o medo.

  86. Silmara Dias disse:

    As Politicas Educacionais implantadas no Brasil, não surgem da necessidade de qualificar o ensino, mas para atender interesses e acordos economicos entre os paises e organizações como o Banco Mundial. Os nossos educadores não participam da discussão sobre quais medidas tomarem, recebem o “pacote de cima para baixo”. Por isso, no Brasil,a uma preocupação com indices, com ranking, mas não com a educação, por parte dos governantes, é claro que temos educadores e pesquisadores que lutam pela qualidade da educação, mas muita das vezes isso se restringe ao debate na academia, pois a luta não parte da classe, que foi estrategicamente divida, algumas tentativas isoladas mostram que é possivel melhorar, mas o descaso e a alienação é uma grande obstaculo que ainda não superamos. Por isso nessa tentativa de “maquiamento” da realidade, surge essas contradições, tanto na relação da educação do Brasil com outros paises, quanto internamente, entre o ensino das massas e da elite.

  87. Nicole Sangalli disse:

    No ranking geral do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), o Brasil é o 53º colocado entre os 65 países participantes.
    Para que haja uma mudança neste quadro é preciso que a sociedade como um todo esteja convencida que todos precisam contribuir para tanto, inclusive elegendo representantes que partilhem desta convicção e não estejam pensando somente nos seus benefícios pessoais. Sobre a educação formal, aquela que pode ser conseguida nos muitos cursos que estão se tornando disponíveis no Brasil, nota-se que muitos estão se convencendo que eles ajudam na sua ascensão social, mesmo sendo precários. São inúmeros os fatores que contribuem para a colocação do Brasil no ranking do Pisa, e o principal, ao meu ver, está ligado à má formação do profissional da educação e a falta de uma formação continuada de qualidade e consequentemente, a sua desvalorização. Fatores como a falta de investimentos nas escolas públicas, infraestrutura extremamente precária com salas de aula superlotadas influenciam, e muito, a colocação no Brasil no ranking do Pisa.

  88. Caroline Teixeira disse:

    Ao meu ver, inúmeros fatores contribuem para a colocação do Brasil no ranking do Pisa. Dentre eles, o que eu considero como principal seria a falta de uma formação continuada de qualidade para os professores. Tendo em vista que, hoje temos uma educação completamente desvalorizada, contribuindo para a falta de estímulos para s professores, com isso esbarramos em aulas desinteressantes e em alunos que não são motivados a aprender.
    Claro que, o sistema dá toda a motivação para que a educação continue como está. A forma com que eles tratam os profissionais da educação, dando uma falsa liberdade de ensino ( digo falsa, pois o professor não tem controle sobre quais conteúdos ensinar, ou seja, não mantém o controle da sua aula, oque é muito preocupante). Há sempre um interesse por trás de cada conteúdo trazido no livro didático, essa é uma medida trazida de cima, sem participação de professores.
    Nota-se muita preocupação em se ensinar técnicas, mais não uma real preocupação com a aprendizagem dos alunos. Temos salas de aula superlotadas, alunos desinteressados, professores desmotivados, falta de investimento na educação pública para torna-la realmente de qualidade, esses fatores influenciam muito na colocação do Brasil no ranking do Pisa.

  89. Andressa Parra disse:

    São inúmeros os questionamento que nos fazemos diariamente, é gritante o distanciamento que nosso país se encontra em relação a outros do ranking no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos). É nítido também que ao nos referirmos a lugares diferentes, também estamos nos referindo a pessoas, costumes, tradições diferentes, bem como esses fatores faz com que entendemos que além dessas ações a forma como enxergam a educação nos outros países é de modo diferente do Brasil. Lembrando-nos sobre as questões da hegemonia, o poder de poucos que está sempre em discussão e a educação não fica de fora desse pressuposto. Percebemos que agora o Brasil está mencionando mais sobre as questões educacionais, o que houve um pequeno avanço, agora já ouvimos falar sobre o programa voltado para a educação de nosso país. Infelizmente muitas vezes as políticas públicas deixam muito a desejar em suas aplicações, bem como a desvalorização do professor, a progressão continuada de alunos, a formação reduzida do profissional, entre outros inúmeros fatores. Além do mais a falta da família hoje em dia é muito citada entre os professores, que tem que lidar com mais questões do que devem.

  90. Rebeca Gomes disse:

    Essa questão que foi apontada é a mesma que carregamos o curso de Pedagogia inteiro, como e o que fazer para melhorar os índices de educação no Brasil. As causas para que o Brasil esteja tão mal são inúmeras, começando pela ruim qualidade do ensino, que é padrão em todos os estados, sendo que cada estado encontra-se em um nível de alfabetização. A formação de professores também é um problema que está se agravando mais a cada dia, pois se criam cursos rápidos e a distância, sendo que em quatro anos de curso presencial não nos sentimos preparados o bastante para estar na sala de aula. Por fim, um outro fator que acho que prejudica é a tal progressão continuada, pois o aluno sabe que não precisa estudar, pois vai passar de ano da mesma forma que aquele que estuda. acredito que se esses três fatores fossem repensados, já era uma boa tentativa de alcançar uma melhoria no índice de qualidade de ensino no Brasil.

  91. Maiara Carnelossi disse:

    Há vários fatores que caracterização a situação do ensino no Brasil e a sua colocação nesse ranking do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos). Podemos começar citando tantos programas e políticas públicas que direcionam o sistema de educação brasileiro e de nada adiantam muito (PCN, RECENEI, entre outros), pois apenas o que conseguem é que suas leis sejam cumpridas, e isso nada equivale na formação do aluno, na sua formação para atuação na sociedade. Na verdade creio que o sistema capitalista queira isso mesmo, a formação de pessoas passivas e que não “entendam” muito do que é certo ou errado, por que eles têm a certeza de que um cidadão bem formado e capacitado é capaz de provocar revoltas.
    Precisaríamos de um maior comprometimento com a educação do nosso páis; maiores valores precisariam ser investidos na formação de professores, na formação continuada desses, nos sistemas de ensino, na própria remuneração do professor, e em outros fatores que fazem com que o próprio professor se valorize. A desvalorização dessa classe provoca uma falta de compromisso para com os alunos e uma desmotivação no trabalho realizado. Afinal uma boa formação do aluno começa na própria formação do professor e no seu comprometimento, é ele quem chama a criança para a aula, os pais para a vida escolar; é ele quem faz a sala de aula e é capaz de transformar a realidade em que vivemos.
    São por esses e mais motivos que é preciso que a educação do Brasil posicione seus olhares a novos horizontes, proporcione novos caminhos e metas, não mascare a educação que vivemos hoje com políticas públicas que aparentam ser eficientes. Só assim mudaremos a realidade desse ranking, por exemplo.

  92. Vera Lucia Vançan disse:

    No Brasil, apesar dos investimentos na educação e as políticas públicas, os direitos constitucionais não são para todos, embora deveriam. Dessa forma, como vimos na campanha “Fechar escola é Crime”, o direito à educação muitas vezes é negado à população rural de alguns estados. Ainda temos o problema da desvalorização do professor. Muitos profissionais com vocação para dar aulas acabam partindo para outras profissões enquanto muitos sem vocação e mal preparados acabam escolhendo a profissão por falta de opção. Temos ainda o problema do método único de educação que acaba excluindo o aluno dentro da escola. Dessa forma temos o excluído da escola e o excluído na escola.

  93. Franciane disse:

    A partir do início da década de 1970 o sistema capitalista apresenta uma crise econômica que se agrava com a crise do petróleo que ocorreu em 1973. Então, surge, na Inglaterra, no governo de Margaret Thatcher, e nos EUA, no governo do presidente Ronald Reagan, a política econômica do neoliberalismo cuja ideologia fundamental era de que o Estado, de maneira geral, não deveria interferir na organização do capital produtivo e financeiro e deveria, também, flexibilizar as relações trabalhistas, inclusive favorecendo a privatização das empresas estatais (cuja maioria era considerada improdutiva ou deficitária) para ser organizado e administrado pela iniciativa privada que tornaria estes setores da economia mais produtivos e lucrativos. Conforme Neves (2005), em “A nova pedagogia da hegemonia”, o neoliberalismo te estratégias para o fortalecimento dos organismos que se opõem à educação para o consenso. Existem vários exemplos dessas estratégias na atualidade como alguns programas sócio-econômicos do governo federal (Bolsa família, PROUNI, Programa de cotas raciais, etc.) que procuram auxiliar as classes sociais menos favorecidas e assim acaba desarticulando movimentos políticos reivindicatórios desses grupos sociais.

  94. Luany Pyetra disse:

    Infelizmente era de se esperar que o país estivesse em uma posição distante das “ideiais”, porém atualizando, em 2012 obteve pioras e passou para 55º posição no ranking do Pisa. Esse resultado pode ser justificado, pois somente as políticas públicas não são suficientes para conseguirmos ter uma educação de qualidade e eficiente para suprir o que realmente deseja e se espera de uma escola de qualidade, ainda mais que para o Estado seja de grande utilidade formar individuos não críticos e alienados ao sistema em que estão inseridos,fazendo então que se acomodem e deixem que permaneçam os resultados de pioras no âmbito educacional.

  95. Franciane disse:

    É muito preocupante e lamentável o fato de o Brasil, que possui o 7° maior PIB mundial, na atualidade, ter sido classificado na 53° posição no ranking mundial do pisa assim como ocorre com a posição do Brasil no ranking mundial do IDH que nos últimos anos tem sido classificado entre a 70° e 80° posição. Vários motivos podem ser destacados para explicar os principais problemas relacionados com a questão da educação no Brasil, principalmente, da educação pública, cuja qualidade de ensino tem apresentado resultados ineficientes em vários aspectos. Como melhorar, de maneira geral, a situação de ineficiência e desvalorização da educação no Brasil? Como fazer para a educação de qualidade chegar para todas as crianças e adolescentes no Brasil como ocorre em muitos países do mundo especialmente na Europa Ocidental, Coréia do sul, Japão, Canadá, etc?
    No Brasil o Programa Bolsa Família do Governo Federal conseguiu índices excelentes de crianças matriculadas no Ensino Fundamental em escolas públicas de todo o país. Entretanto, a qualidade de ensino é muito baixa sendo que muitos alunos concluem o Ensino Fundamental sem estarem devidamente alfabetizados. Muitos alunos ingressam no Ensino Médio como analfabetos funcionais e grande parte destes alunos não concluem o Ensino Médio apesar de muitos pais possuírem uma visão positiva da escola pública e desejarem que os filhos se dediquem aos estudos, pois sabem da importância da educação escolar na formação do indivíduo.
    Em relação de como valorizar e capacitar o professor, os problemas não são simples. Mais de 25% dos professores que lecionam no Brasil não possuem curso superior completo. Muitos professores para conseguirem ter um padrão de vida razoável têm que trabalhar em várias escolas ministrando mais de 40 ou 50 aulas por semana devido aos baixos salários. Fica muito difícil um profissional destes conseguir estudar e se atualizar de forma adequada para melhorar seu desempenho em sala de aula e consequentemente contribuir de forma decisiva para a formação de mão de obra especializada.
    Os gastos públicos em educação tem aumentado nos últimos anos, mas é necessário que haja uma gestão dos recursos mais eficiente para melhorar a qualidade de ensino principalmente nas escolas públicas.

  96. Thaís Leite disse:

    Penso que, apesar de todo o esforço das políticas públicas, PCNs, RCMEIs, ENEM, SAEB, investimentos, etc…o Brasil está na 53ª posição no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) devido à desmotivação e má formação dos professores juntamente com o demasiado desinteresse dos alunos. Grande parte dos alunos frequentam a escola apenas para cumprirem a porcentagem de presença exigida nos programas do governo, por exemplo, o Bolsa Família. Assim, grande parte dos alunos saem do Ensino Fundamental e passam para o ensino médio devido a tão famosa e desastrosa Progressão Continuada, formando assim cidadãos alienados. E ainda que haja esse esforço das políticas públicas e investimento nessa área da educação nada resultam visto que fazem-se restritos.

  97. Mariana Lemes disse:

    O documentário relata que a educação necessita de incentivo. O Brasil em questão, necessita de incentivo para os professores, melhora no salário, pois eles tentam melhorar a educação do país, porém não á apoio do governo, recebendo assim péssimos salários e não possuindo valor diante da sociedade. Outro fator é a falta de disciplina dos alunos, a falta de seriedade da família em relação á escola, e a falta de estrutura e verbas.
    Portanto para que a educação no Brasil mude é necessário que os professores estejam bem formados e possuam apoio de toda comunidade, para que assim haja uma sociedade melhor.

  98. Marieli Bianchi disse:

    A estrutura social atual em relação a educação escancara tamanha desvalorização. São inúmeras politicas e programas educacionais, porém nenhuma ampara a educação em seu real sentido, o de formar cidadãos críticos e conscientes. A desvalorização em termos de formação e salario dos professores também contribui para a posição da educação brasileira, pois a partir da ideologia neoliberal implantada nas escolas desde a formação dos professores não resta ao sistema formar mão de obra. Porém há muitos professores (mesmo que a minoria) que tem plena consciência de seu papel formador e humanizado lutando por uma verdadeira educação como direito de todos e principalmente às classes trabalhadoras. Acredito que quando ensinarmos e aprendermos integramente se apropriando verdadeiramente do conhecimento tanto professor como aluno a mudança acontecerá.

  99. Adriane Paulino disse:

    Embora o país invista em políticas públicas e parâmetros norteadores educacionais, isso não garante que tenhamos uma educação de qualidade, a fim de ocupar uma classificação diferente da atual (53ª posição) no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos). Alguns fatores que podem ser considerados como causa para este fato são: falta de infraestrutura e de materiais nas escolas, investimentos públicos insuficientes para atender com qualidades às necessidades educacionais devido à corrupção (verbas desviadas), má formação acadêmica, falta de autonomia, desvalorização e desmotivação do profissional fundamental no sistema educacional, o professor.

  100. Ana Régio disse:

    A partir do documentário assistido foi possível compreender que para que a educação em determinados países, líderes no PISA, obtenha resultados favoráveis e visíveis, há a preocupação de todos os envolvidos, seja o governo, que investem mais em tecnologia e, também a cobrança das famílias, que acompanham e dão continuidade ao trabalho da escola fora dela, estando a par do que acontece na mesma. Ou seja, há todo um aparato entre os envolvidos, uma aliança que visa promover uma educação de qualidade, ao contrário da educação no Brasil, que ocupa a 53ª posição no PISA, estando do lado oposto ao citado anteriormente. Os problemas se caracterizam por variados fatores, não havendo esta aliança entre os envolvidos, o que gera este resultado. O cenário educacional se configura em ações desconexas, onde o professor não obtém uma formação qualitativa, o dinheiro público não é bem investido, os recursos tecnológicos são inviáveis pois não podem ser bem aproveitados pela falta de capacitação de uso, as famílias não se importam com o que seus filhos estão aprendendo e, além de tudo, o próprio sistema não se esforça para fiscalizar e fazer valer o investimento, pois, talvez para o mesmo seja mais viável não formar o “cidadão” de forma integral, mas sim superficial. Para este cenário mudar de verdade, há que se fazer uma rígida fiscalização e aliança, como já citado, entre os envolvidos, favorecendo a formação integral de todos os alunos. Sendo assim, todos devem mobilizar-se para que isso mude, pois a culpa não é só do sistema, mas de quem o compõe e de quem se “beneficia” dele.

  101. Adriane Ruis da Silva disse:

    O Brasil investe em políticas públicas, as quais não surgem da necessidade de melhorar a qualidade do ensino, o interesse está apenas em questões econômicas e politicas, a fim de melhorar o ranking em que se encontra em relação aos outros países; porém ainda acontece de os investimentos serem desviados e, portanto esse deixa de melhorar o ensino e atender a todos as crianças e adolescentes que ainda hoje estão fora da escola. De que adianta, então investir em políticas públicas? O ensino público que temos visa a manutenção do Estado, ou seja, não estamos formando cidadãos críticos que sejam capazes de refletir sobre a sua realidade, esse ensino fragmentado faz isso, sendo, portanto, um ensino sem qualidade, ensina-se o básico para que os alunos “sirvam” para a mão-de-obra. Se a educação tivesse uma perspectiva crítica esses índices estariam melhores, afinal os alunos entenderiam o que lhe és ensinado. A falta de qualidade no ensino existe por que a maioria dos professores não possui formação adequada/completa, por isso ensina o que lhe será cobrado apenas e também pela desvalorização profissional. E nas condições que o ensino se encontra os alunos não são motivados a estudar, seja também pelas más condições estruturais das escolas, pelo ensino fragmentado que não tem significância para o aluno, o qual muitas vezes é ensinado de modo tradicional e os pais também muitas vezes não possuem conhecimento sobre o acontece na escola com seus filhos para que possam auxiliar no processo pedagógico. Para melhorarmos a educação precisamos de professores que possuam visão crítica, existem alguns que atuam na educação atualmente, mas são a minoria, que querem formar cidadãos que sejam capazes de refletir, opinar sobre o mundo em que vive, mas não só professores e gestores precisam mudar, mas todo sistema educacional. Assim como vemos atualmente, quando alunos e professores lutando por melhores condições dentro das escolas e contrariam o governo, o qual quer apenas manter o status quo, esse responde mandando policiais “atacarem” alunos, professores e quem mais estiverem ocupando as escolas em busca de melhores condições.

  102. Carolina Puga disse:

    Ao investir em políticas públicas, o Brasil se interessa somente em questões públicas e econômicas, a educação é deixada de lado, pois o que interessa é somente os rankings. Portanto, mesmo com investimentos, não estão melhorando a educação de fato, visto que não estão formando cidadãos críticos. Para ocorrer uma melhora da educação de fato, o professor deve ter uma melhor formação e ser melhor valorizado. O ensino não deve ser fragmentado e deve ter significado para o aluno.A mudança não deve ocorrer somente dentro da escola, mas também do próprio governo, que tem interesse nessa má formação que não transforma o aluno em um cidadão crítico. Podemos ver como o governo não tem interesse em formar um cidadão reflexivo ao mandar policiais atacarem os estudantes que estão ocupando escolas contra a reestruturação proposta pelo governo do estado.

  103. Júlia Neves Ferreira disse:

    Existem diversos fatores que contribuem para que o Brasil ocupe a 53ª posição no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), sendo eles a falta de qualificação dos professores, salários muito baixos, diferença na qualidade de ensino entre regiões e classes sociais, recursos disponibilizados que não chegam até as escolas, a grande diferença e desigualdade entre o ensino público e o privado e falta de estrutura das escolas. Todos esses poucos fatores citados são consequências de políticas públicas brasileiras não efetivas, pois acredito que para o sistema vigente não é interessante proporcionar uma boa educação já que estariam formando pessoas críticas e questionadoras do sistema capazes de lutar pelos seus direitos. Em países que estão nas primeiras posições do PISA há uma seriedade na educação, cobrada pela escola e pela família dos alunos, as crianças estudam fora do ambiente escolar, além de unir outros recursos para se aprimorar a educação.

  104. Marina disse:

    Vários fatores podem explicar a situação atual do ensino no Brasil e a sua colocação no ranking do PISA. A prioridade do Brasil são os investimentos em questões econômicas e políticas, deixando o investimento em educação em segundo plano. Esta é vista apenas como um instrumento de manutenção do Sistema Capitalista, visto que não há uma efetiva formação de cidadãos com capacidade crítica e questionadores da realidade em que vivem.
    A falta de qualidade do ensino brasileiro deve-se a diversos motivos, dentre eles a péssima formação dos docentes, bem como sua desvalorização enquanto profissional, as péssimas condições da maioria das escolas, a desmotivação dos próprios alunos em relação ao ensino, pois este é ministrado de forma tradicional, fazendo assim com que os alunos não compreendam o real significado da educação e da escola em suas vidas, dentre outros vários motivos que depreciam a educação em nosso país.
    Para modificar este quadro precário é necessário maior investimento do Governo na Educação como um todo, isto é, desde para uma melhoria da infraestrutura das escolas até uma melhor formação dos profissionais da educação. Portanto, é fundamental que haja uma completa mudança em todo sistema educacional brasileiro de modo que todos enxerguem a importância da educação para a formação de um cidadão consciente de seu papel na transformação da realidade social.

  105. Danielle Oliveira disse:

    Sabemos que apesar de o Brasil contar com esforços das políticas públicas, o sistema ainda não se mostra capaz de providenciar uma educação de qualidade, não só para as crianças, como também para a formação de futuros professores. Desconsidera-se o fato que de as crianças são o futuro da nação e são elas que vão lutar pelo país e os professores tem uma grande contribuição na formação crítica de seus alunos. Vemos um descaso com a qualidade que o professor e o aluno é tratado no Brasil, desde a precária formação, os baixos salários, a falta de condições com relação a estrutura dentro da sala de aula e os diretos, que não são para todos e privilegiam apenas algumas classes sociais. Com esse tipo de ensino, é de se esperar que o Brasil ocupe a 53º posição no PISA. O governo deve tratar a educação como primordial dentre as suas preocupações, para que assim traga uma digna formação docente e condições básicas para o ensino; só assim será possível formar cidadãos críticos e pensantes, que sejam capazes de modificar essa triste realidade.

  106. Ana Cláudia disse:

    O problema das políticas públicas como os PCNs, RCMEIs, ENEM, SAEB, investimentos é que eles normalmente ficam muito na teoria, eles não condizem com a realidade escolar. Os fatores que explicam a posição do Brasil no ranking do PISA são diversos: A má formação dos professores, a falta de valorização e salário baixo dos mesmos, a desvalorização da escola e do ensino, a falta de interesse na educação por maior parte da população, entre outros. Mas o problema principal da educação não está na educação, é um problema que vem se perpetuando durante toda a história da educação…é o problema da distribuição de renda. A diferença de renda no país faz com que o interesse das pessoas sejam guiados pelas suas necessidades. Quando você está passando fome você não vai pensar em estudar, você vai querer saciar a sua fome, então vai procurar um trabalho para conseguir o dinheiro para comprar o alimento para saciar a fome. Esse é o principal problema com o qual devemos nos preocupar em resolver.

  107. Thailene disse:

    O documentário “Destino: Educação”, nos faz refletir na questão proposta, e nos responde o porquê que o Brasil ficou em 53ª posição no ranking do PISA.
    Podemos perceber que a essa colocação no PISA, é consequência de políticas públicas não efetivas, que permanecem no papel, que são impraticáveis.
    Podemos perceber também, o sistema educacional em diferentes culturas. O propósito de todos os países mencionados no documentário é o mesmo, porém, a forma com que esses países tratam a educação é completamente diferente.
    O sistema educacional do Brasil deixa a desejar em várias vertentes, como: desvalorização do professor, a progressão continuada, professores desamparados, entre outros.
    Essa colocação do Pisa não mudará tão rapidamente enquanto a realidade brasileira não mudar.

  108. Thalita Blanco Penha disse:

    A posição do Brasil no ranking do PISA, apesar dos “investimentos” na educação por parte do governo, possui diversas explicações.
    O problema da educação no Brasil são diversos como, má formação docente, maneiras de trabalhar com os alunos que fogem da realidade e se tornam desinteressante, falta da participação familiar na escola, etc, e também não existe um real interesse por parte do governo em promover uma educação de qualidade, para que assim seja mantido o atual sistema do capitalismo e na escola sejam formados cidadãos competentes para o trabalho.

  109. Natália Diniz Feltrin disse:

    O Brasil apesar de todo o esforço das políticas públicas e de seus investimentos se encontra da 53ª posição no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) porque ao investir existe somente o interesse econômico e político. Além disso, podemos mencionar diversos fatores que contribuem para isso: como a má formação dos professores que ainda seguem aquele modelo tradicional e propedêutico, em que, apenas transmitem o conhecimento sem fazer nenhuma ligação com a realidade do aluno e não levam em conta que o mesmo faz parte do processo de ensino/aprendizagem; insatisfação por parte dos professores, pois quando decidem sair às ruas protestando a condição de trabalho são taxados pelo governo; a falta de materiais didáticos em algumas escolas; a super lotação das salas de aulas que dificulta o trabalho pedagógico entre outros. Além disso, a formação dos alunos do sistema educacional atual está inteiramente ligada para a manutenção do status quo e para a adaptação á ordem vigente, tendo como ferramenta um ensino homogêneo. Diante disso, se faz necessário formar profissionais que tenham um olhar crítico sobre esse sistema capitalista que vivemos que não aceitem tudo o que é imposto sem ao menos refletir e que possam transmitir isso para os seus alunos.

  110. Celene Gomes Orives disse:

    Existem vários fatores diferentes que acabam contribuindo para que o Brasil ocupe a 53ª posição no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), entre eles estão: a falta de qualificação dos professores, salários baixíssimos , diferença gritante na qualidade do ensino entre as distintas regiões e classes sociais, sem contar os recursos disponibilizados que acabam desviados, ou de alguma forma não chegam até as escolas.
    Apesar do Brasil contar com alguns esforços das políticas públicas atuantes, o sistema vigente continua incapaz de oferecer uma educação de maior qualidade, não só para nossas crianças,mas também para a formação dos futuros professores do país.

  111. Luis Henrique dos Santos Barcellos disse:

    O Baixo rendimento do Brasil nesses exames como o PISA se dá dentre outras coisas pelo descaso com a educação. Embora exista um “esforço” em políticas públicas para educação, o que se perpetua no Brasil é um “aparente descompasso” em que os objetivos proclamados não são na maior parte das vezes efetivados.
    O governo assume em sua campanha o bordão “Brasil, pátria educadora”, porém ao mesmo tempo faz sucessivos cortes na pasta da educação; em greves recentes como a do estado do Paraná os professores e alunos são agredidos fisicamente, ameaçados e caçados como animais; em São Paulo o governo do estado pretende fechar mais de 80 escolas com o pretexto de uma “reorganização do ensino”.
    Em meio a todo esse descompasso o Brasil vive um atraso educacional. A população não é 100% alfabetizada, tendo um nível escolar pequeno e o pessoal escolar também tem baixo nível de educação, haja vista que grande parte das vagas nos cursos de licenciatura, são oferecidas em faculdades privadas sucateadas (que funcionam como fábrica de diplomas) e não dão o apoio necessário ao estudante. Adentrando a escola, percebem-se também problemas básicos, como estrutura, falta de alimentação, de materiais etc; faltam também proposições e a aplicação de pedagogias compatíveis com a realidade e que de fato ensinem e transformem socialmente os alunos, assim como também falta uma base curricular nacional forte e que garante o acesso aos bens culturais historicamente produzidos. Outro grande problema diz respeito aos professores, desde a sua muitas vezes fraca formação, até sua constante desvalorização, salários baixos e condições precárias de trabalho.
    A legislação prevê que a educação de qualidade é direito de todos os cidadãos. Para o Brasil alcançar isso é necessário fazer o básico bem feito, respeitando tudo o que foi dito anteriormente e o Estado (Nação) precisa se envolver mais diretamente na educação, especialmente financeiramente.

  112. Amanda Vivan disse:

    Se observarmos a história da educação no Brasil poderemos constatar que embora houvesse um discurso a respeito da importância da educação pública para o desenvolvimento do nosso país, apenas há algumas décadas houve a universalização do acesso à escola pública. Atualmente, problemas como a desvalorização do professor, a evasão, os problemas de aprendizagem e o baixo desempenho dos alunos (não apenas em avaliações externas) ainda são persistentes. Por outro lado, junto à universalização do ensino veio a influência de organismos internacionais na formulação de nossas políticas internacionais desde a elaboração do currículo até o estabelecimento de metas, com base nos padrões de qualidade de países considerados desenvolvidos. Penso que cabe refletir a respeito das particularidades de cada país e seus respectivos contextos socioeconômicos, como no caso do Brasil, onde a educação pública não era compatível com o seu papel econômico durante séculos, porém, no contexto atual do neoliberalismo, no sistema político democrático e diante da presença das tecnologias nos meios de produção convém promover o mínimo de escolaridade à população, o que é compatível com os objetivos da educação básica brasileira: formar para a cidadania e para o mercado de trabalho. Assim, a educação é uma contradição entre o preparo da mão de obra minimamente qualificada e o cidadão ativo e participante do regime democrático, portanto, a consistência da qualidade do ensino e a formação crítica nunca foram e não são necessárias para o sistema de ensino brasileiro. A meu ver, geralmente, os resultados obtidos por avaliações internacionais, colaboram mais para o estabelecimento de metas em prol do desenvolvimento com justificativas de mudanças legais e curriculares sem que de fato se atentem para os reais problemas educacionais e sociais envolvidos.

  113. Vivian Blanco disse:

    É curioso pensar nos esforços das políticas públicas sendo avaliadas, pelo PISA, já que generalizam vários fatores, que ao meu ver pode favorecer ou não em determinadas regiões. Porém até mesmo na avaliações internas do país, onde se cobram muitos índices e acabam por minimizar a educação, já que ler, escrever e realizar as quatro operações, seria suficiente para a população se manter ” organizada” e “qualificada” para a mão de obra, e sem aprofundar na questão da criação do currículo escolar, da intervenção do BM, entre outras investidas externas, existe uma falta de direcionamento, uma vez que, não é a finalidade das políticas públicas uma educação de qualidade que irá corromper o sistema, ou seja, mantém uma “teia” de má formação de professores, salários irrisórios, más estruturas de trabalho, falta de recursos (materiais educacionais até na alimentação – merendas), pessoas mal preparadas porém com seus cargos de confiança, entre outros fatores que contribuem para que este sistema seja não corrompível, fazendo com que, não só as avaliações externas como as internas, os índices que são tão cobrados a ponto de quantificar o saber e o conhecimento dos alunos, sejam apontados como baixos.
    Seria proposital ou não?

  114. América disse:

    Primeiro precisamos refletir sobre quais os interesses que estão por detrás das ”cortinas” desta nova reestruturação do Ensino Gratuito Estadual?
    Se o Brasil estava em 53º no ranking, o certo seria investir em estruturas e em um ” programa mais escolas”. Após 03 anos desta publicação a conversa deveria ser outra, porém estamos vivenciando uma dura realidade: escolas estaduais sendo fechadas.
    Esta mais do que claro de que o Estado nãoe sta preocupado em oferecer educação de qualidade, ao contrário, querem complicar, ainda mais, o acesso à educação escolar.
    Aí tem aquele velho discurso sobre os países de primeiro mundo que adotaram tal politica e deu certo. No Brasíl não há subsídios para fazer tal analogia.
    O manifesto dos estudantes é legítimo, a escola é deles. Eles tem que se apropriarem daquilo que foi construido em pró do futuro destes jovens.Infelizmente, o país não se mobilizou. isto é um grande motivo para o Brasil parar e enfrentar o Estado.
    As escolas na zona rural já sofreram com estas políticas e inúmeras foram fechadas, são não for quase todas.
    Estive em uma escola dentro de um Quilambola, no norte de MG, a única. O que vi e o que não vi me deixou estarrecida.
    Quanto a educação continuada dos profissionais da educação, isto é um verniz.Primeiro porque não há nada de con tinuo, na maioria das vezes são palestras e apresentações, sem um feedback dos resultados em sala de aula. O que as universidades precisam é de ensino de qualidade, contendo um currículo que supra a demanda de conteúdos que a geração século 21 necessitam, formação universitário do professor para ele ser de fato um professor, mas a verdade é que muitos estão despreparados , desestimulados, desinteressados, etc.
    Um ensino de qualidade desde a educação infantil à universitária não corresponde aos interesses dos neo liberais, que necessitam de uma sociedade alienada e quem não questionam. Formação e ensino de qualidade significa: tiro pela culatra e/ou tiro no próprio pé(esta expressão diz tudo).
    Os PCNs idealizam um sistema de ensino pontual, porém, no dia-a-dia dentro da sal de aula a realidade é outra. Professores continuam a reproduzir o mesmo modelo de aula de suas próprias vivências, ou seja, no qual estiveram inseridos durante a própria trajetória escolar. Mais do que rever o sistema, é muito mais importante revolucionar o pensamento. Esta realidade educacional e suas consequências para a sociedade não vai mudar , se não acontecer mudanças na mente dos educadores, na forma de ver o mundo e de entender o papel da escola.
    É a cultura escolar do Brasil que precisa ser transformada e modificada.
    Se isto não acontecer este ” empurra – empurra de responsabilidade ” nunca irá ter fim, e sempre o maior prejudicado é o cliente: o aluno e sua família sem comprometimento.
    . As vitimas sentam no banco dos réus.
    O Brasil sofreu várias mudanças política governamentais, e a educação publica gratuita sempre foi a maior prejudicada.Desde os tempos da ditadura nosso sistema educacional esta sendo monitorado , influenciado e idealizado para suprir interesses capitalistas. O Modelo foi implantado por consultores e supervisores educacionais proveniente dos EUA. Com a queda deste governo, implantou-se a democracia. O Sistema Político mudou, de Ditadura para Império Capitalista, ou seja, só mudou o mandante, continuamos na condição de oprimidos e dominados, a diferença é que as estratégicas são outras, mas os interesses os mesmos; Brasil Colônia.

  115. Carolina Longo disse:

    Apesar de todo o esforço das políticas públicas, PCNs, RCMEIs, ENEM, SAEB, investimentos, etc., o Brasil está na 53ª posição no ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), segundo o que aprendemos e segundo o documentário, são vários fatores que precisam ser levados em conta. É preciso que realmente haja preocupação do governo com o ensino, é preciso perceber a realidade do aprendizado do aluno, a valorização e capacitação do professor, a família, uem são as pessoas que estão por trás dos bons resultados do PISA?, etc. Não bastam Políticas Públicas e investimentos na educação se estas não atingem mudanças na qualidade do ensino. Por um longo período a preocupação do país esteve voltada a erradicação do analfabetismo, desprezando-se a qualidade, o real letramento. Os meios de atingir essa qualidade ainda não foram superados e nem colocados como pontos primordiais para resolução dos problemas, sendo: desvalorização do professor, baixos salários, infraestrutura ruim, salas lotadas, deficiência na formação inicial e continuada de professores, entre outros.

  116. Verbênia Dias Araújo disse:

    Apesar de todo o esforço das políticas públicas, o Brasil se encontra na 53ª posição no ranking do Pisa, por que como vimos em Socio 3, com o Neoliberalismo, existem pedagogias que já preparam o aluno para se manter nesse sistema, ou seja, para que haja a manutenção da ordem. Portanto, a educação com o objetivo de formar o cidadão não é a prioridade.
    Sabendo-se que a função social da escola é a de ensinar ao indivíduo o que foi historicamente acumulado e socialmente produzido, vemos que por estar inserida em uma sociedade capitalista, a escola é apenas mantenedora dessa ordem e, com os seus conteúdos de aprendizagem, a sua forma de tratar o aluno de maneira homogênea, não considerando a diversidade, não forma da maneira a qual se propõe. Como pode então haver um maior rendimento em exames como o Pisa, se existe uma contradição entre o que se propõe e os investimentos que são dados e o que se ensina e a forma como se trata a educação?
    Para que o Brasil suba nesse ranking, pode-se elencar diversos fatores, dentre eles é preciso que o professor tenha uma melhor formação, seja valorizado e a educação no país seja tratada com seriedade, com a participação das famílias e o comprometimento do Estado para que de fato o aluno seja ensinado e auxiliado na construção de seu conhecimento. É necessário uma consciência educativa no nosso país, ou seja, de nada adianta se esforçar em investimentos e políticas públicas quando não se têm uma prática adequada, que leve a formar o aluno de forma integral para viver nessa sociedade complexa.

  117. Cristiane Silva disse:

    Assunto para uma vida esse post… Se formos analisar são diversos os motivos. E todos com o mesmo peso de importância. Podemos citar alguns aqui: a crença falsificada na autonomia da educação e igualmente da leitura. O que ensinamos? O que lemos? Transmitir dados sem articulação e ensinar a decodificar o sistema linguístico não é o mesmo que educar e ensinar a ler. Que cultura estamos ensinando? A cultura válida para que meu aluno realmente pense ou o texto pra prova do Estado para eu não perder o bônus? O texto que minha visão burguesa de ordem e de vida correta pedem? Temos que entender que temos diversas culturas neste país. A questão é você apresentar estas diversas culturas de forma a fazer sentido pro aluno ao invés de enfiar goela abaixo seu ensino muitas vezes puritano e institucionalizado. Outro motivo é que o papel aceita tudo. Temos inúmeras políticas públicas, programas disso, daquilo e do outro. Mas vai em uma escola, veja se isso realmente acontece, se tem toda essa qualidade, se os projetos realmente existem ou se você só encontrará relatórios fajutos enviados para receber verba. Outra questão nevrálgica é que os próprios professores estão desacreditados: sem formação, sem salário que lhe permita o luxo de trabalhar em menos escolas, sem perspectiva de carreira, sem quase nada ele se nega a tentar um ensino novo, algo diferente da receita mastigada e regurgitada há anos pelo ensino tradicional. Temos aí o ensino tradicional pela reprodução de dados, pelas provas repetidoras e o professor desvalido tentando fazer o papel de pai e mãe de crianças sem limites, sem educação (porque não é este nosso papel, nosso papel é o ensino), sem visão de mundo, quase que animalizados, que acham que tudo se resolve no tapa. Quando se passa a maior parte do tempo implorando silêncio nota-se que não querem ouvir o que temos a dizer, então tentar o diferente não se mostra tão atraente assim. E com estes e muitos outros motivos caminhamos num círculo vicioso e assassino, que se não for quebrado com urgência vai continuar matando milhares de mentes infantis e dos poucos adultos que se propõe a esta profissão tão falida. Temos mesmo que arregaçar as mangas e propor a mudança primeiro de nós, da nossa sala de aula e partir para a cobrança do Estado. Porque como está não dá mesmo para ficar. Sigamos os exemplos dos alunos das escolas ocupadas…

  118. Leila Garbelini Soares disse:

    “Empresa, política e mídia”: eis aí o “tripé” que sustenta o plano de poder do atual contexto neoliberal do Brasil… Nesse plano, está posto o quadro cultural da maioria dos brasileiros, maioria essa composta por trabalhadores mal remunerados e, portanto, explorados pela elite social, econômica e cultural.
    Por ser ideologicamente dominada, essa maioria, infelizmente, não percebe, não vislumbra o “poder de união, de coletividade” que ela deveria representar, de modo autêntico, dentro da sociedade brasileira (dentro dos interesses de tal sociedade…). Por consequência lógica desse domínio, a escola, dita democrática, entra “em cena” para atuar como “marionete” que forma o consenso, voltado para o consumo sem fim, para a rapidez absoluta, para a facilidade absoluta…
    No neoliberalismo, essa é a “máquina que engrena” a educação pública de países emergentes, educação essa, claro, engendrada para nunca ter qualidade nenhuma (aí, os resultados das avaliações de larga escala servem como uma “boa” – e um tanto “confusa” – “sopa de números”; aliás, sopa em que se molham os pães comidos nos circos…).

  119. Rayane Silva disse:

    A educação dos brasileiros é tratada com desprezo pelas autoridades da área educacional. Existe falta de recursos financeiros, desvalorizando o trabalho do professor. As salas de aula são super lotadas acarretando uma má educação, o que explica a posição no ranking do Pisa. Para ocorrer uma melhor educação, o professor deve ter uma boa formação e ser valorizado. O ensino deve ter significado para o aluno, proporcionando uma mudança dentro e fora da escola, formando cidadãos críticos e conscientes, capaz de mudar a realidade de hoje.

  120. Maria Paula dos Reis disse:

    Por que o Brasil está na 53ª posição no ranking do Pisa, apesar de todo o esforço das políticas públicas (PCN, RCNEI, ENEM, SAEB, investimentos etc.)? Está aí uma pergunta difícil de ser respondida, se avaliarmos todo o percurso da história da educação até a sua atualidade, visto que há muitas lacunas ainda a serem preenchidas e situações a serem esclarecidas nesse percurso todo. O Brasil ainda engatinha no âmbito da educação em comparação aos países que participaram do ranking, a começar até mesmo pela diferença cultural. Será que as políticas brasileiras realmente “se esforçam” tanto assim para melhorar o seu ensino? Há, de fato, um real investimento e preocupação governamental a respeito da melhoria da educação no Brasil? A população brasileira verdadeiramente se preocupa e valoriza o ensino e a formação acadêmica? O professor é valorizado pelo seu trabalho diário, dedicação e esforço em fazer o que, na atual conjuntura, é algo quase que surreal: fazer outros acreditarem que só por meio da educação o Brasil pode melhorar? O governo valoriza e acredita no docente atribuindo-lhe um salário digno e respeitoso que condiga à sua real tarefa? A “boa” formação docente é preocupação tangente que circunda as universidades particulares e públicas no Brasil? Às crianças que frequentam a escola são dadas iguais oportunidades independentemente de classe social, status, raça, crença ou religião, posição econômica, nas quais lhes são garantidos os elementos básicos de sobrevivência para que possam dedicar a maior parte do seu tempo aos estudos em vez de trabalho para auxiliar o sustento da própria família? Às famílias dessas crianças em idade escolar são oferecidas iguais oportunidades e condições de trabalho e/ou sobrevivência de qualquer família digna de apoiar seus filhos de permanecerem na escola o tempo necessário para seu crescimento pessoal, cultural, social, acadêmico e, por que não dizer, profissional? Etc., etc., etc… Há mais um montante de questionamentos que eu poderia listar aqui a respeito desse assunto, mas posso dizer que, se você, ao ler todas essas perguntas, respondeu não para mais do que três, ao meu ver, já está respondida à questão central que desencadeou toda essa reflexão feita por mim. Resumidamente, enquanto não existir uma sociedade culturalmente mais evoluída no pensamento com relação aos verdadeiros princípios e valores que nos norteiam, que faça acreditar que só por meio da melhoria da educação o nosso país poderá avançar, estaremos ocupando uma posição aquém de países que sabem como construir um mundo mais civilizado, onde a educação sirva para satisfazer às necessidades das diversas comunidades e não o contrário.

  121. Aline Stelzer disse:

    A posição do Brasil no PISA ( Programa Internacional de Avaliação de Alunos) pode ser explicada pelas politicas publicas vigentes em nosso país. A desvalorização do professor, a precariedade de materiais disponíveis para uso dos alunos, o excesso de alunos em sala de aula, ou seja, a desvalorização da educação contribui para o país ocupar a posição 53 no PISA, infelizmente essa é a atual realidade que tem influencia direta na classificação do país. Nossa atual educação visa a manutenção do sistema capitalista, não investindo em educação e deixando a sociedade cada vez mais alienada.

  122. Alan da Silva Marques disse:

    O rankeamento do Brasil no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) só ilustra como as políticas educacionais brasileiras são falhas, pois, essas políticas educacionais estão preocupadas com um “produto” final educacional, não considerando a desigualdade de classes que existe no sistema educacional brasileiro. O Brasil é considerado em meio ao cenário econômico internacional como um país periférico, e essa talvez seja a justificativa para a globalização para o não investimento em tecnologia no Brasil. E como mesmo a educação não é vista por ela mesma, ou seja, ela não é vista como um direito fundamental do ser humano, e sim, como parte do sistema produtivo, talvez a educação seja a válvula que a industria regula e consequentemente isso rebate na qualidade educacional.

  123. Talita Gabriela de Oliveira Ribeiro disse:

    É sabido que desde o início da educação brasileira permeiam as propostas internacionais, baseadas em parâmetros econômicos, na educação brasileira. Conforme alguns especialistas trazem em uma das séries “Destino Educação”, (sério 7- Geral), o Brasil caminhou a passos curtos nos primeiros cem anos, depois que ele foi colonizado, ainda assim, mesmo com os pequenos avanços, não conseguiu atingir bons índices educacionais. Nesse contexto de neoliberalismo, a proposta escolar tenta se enquadrar de tal forma que seus parâmetros, provas avaliativas, investimentos estão em função de adequação da escola ao sistema societário, de alienação das massas, formação para o consenso e mercado de trabalho. A série citada trás países que apresentam bom rendimento no PISA. É demonstrado, por meio dos relatos de estudantes e professores, o desgaste dos estudante, abdicação de outras atividades em função do estudo, vivencia da competitividade a fim de garantir “um futuro melhor” e sobrevivência da família. No mais, diferente dos países apontados com bons rendimentos escolares, no Brasil não existe uma cultura de participação da família na vida escolar dos filhos, de valorização tanto salarial como social do professor e cultura de estudos intensos, como apresentado em países ocidentais por exemplo, por parte dos estudantes. Isso difere o Brasil destes países e, em termos de ranking que devem ser alcançados- sendo estes pautados por critérios também econômicos e de interesses de elite, o coloca abaixo de outros países que investem e valorizam mais a educação tratada nestes termos.

  124. POATAN PINOTI disse:

    A instituição escolar brasileira ainda carrega as chgas de seu modelo sócio-histórico de criação e evolução. Nascida de um modelo destinado as elites, o ensino brasileiro foi se construindo de maneira decrescente, ou seja, das faculdades ao ensino infantil. Além disso, ainda caracteriza-se pela práxis utilitárista do modelo capitalista, em que devemos praparar as grande massas para o mercado de trabalho, numa produção de educandos em série, por meio de um processo de ensino-aprendizagem com conceitos rasos e de pouco senso crítico.
    Dentre os problemas que ainda enfrentamos, pode-se citar: má formação profissional, tanto no nível superior quanto na formação continuada; baixa qualidade dos processos de ensino-aprendizagem que não respeitam a realidade e a contemporaneidade dos educandos; desvalorização dos profissionais da educação; falta de infraestrutura dos ambientes escolares; escassez e negligência das verbas destinadas à educação; falta de vagas e superlotação das salas de aula; violência interna; evasão e repetência.
    Creio que o início da superação dessas deficiências apenas se dará quando os modelos escolares começarem a deixar de ser propedêuticos ou visarem apenas resultados a curto prazo. É preciso estabelecer uma escola que promova a emancipação humana, com um ensino que vise a autonomia e a reflexão crítica, preparando os indivíduos para o desenvolvimento social por meio da valorização das ciências exatas, humanas e biológicas.

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