Bom Dia Car@s Alun@s de Sociologia da Educação 1! Tudo bem?

A presença marcante da disciplina Sociologia nos diversos cursos no Brasil, especialmente na área de Educação, se caracteriza pela sua intermitência, conforme foi apresentado nos DVDs da série “Sociologia no Ensino Médio” pelos professores Amaury Cesar Moraes e Nelson Tomazi. Conforme afirmam os autores, ora por motivos políticos, ora pela tentativa de integrá-la nos conteúdos de outras disciplinas. O que fica claro atualmente é que ela desempenha um papel educativo singular. E agora, com a obrigatoriedade da sua presença no Ensino Médio, apresenta-se um enorme desafio aos educadores em torno dos fundamentos, da forma, conteúdos e temas a serem trabalhados. Quais os principais “temas”, vinculados ao pensamento sociológico clássico e presentes no filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982) do diretor Godfrey Reggio, que podem ser transformados em “temas sociológicos”? Bom trabalho a tod@s, Prof. Fábio Fernandes Villela.

39 Comentários “Módulo 2 – Sociologia da Educação 1 – Introdução ao Pensamento Sociológico Clássico”

  1. Bete disse:

    Por seu caráter singular e marcante, a disciplina Sociologia voltou a fazer parte do currículo do Ensino Médio. Agora, tal disciplina apresenta um novo desafio aos educadores: quais temas conteúdos e formas de abordagem devem ser privilegiados na prática pedagógica. Ao assistir o filme do norte-americano Godfrey Reggio, de 1982 “Koyaanisqatsi – uma vida fora de equilíbrio”, pode-se depreender alguns temas, que poderão ser considerados “temas sociológicos”, tais como: o processo de humanização da natureza (e sua consequente destruição); a civilização e o trabalho; a sociedade industrial; controle social; movimentos sociais e a sociedade considerada moderna e, como sugere o título do próprio filme, “vida fora de equilíbrio”, pela constante correria que ocorre de modo mecânico.

  2. Rafaela Pinheiro Alves disse:

    A sociologia é a ciência voltada para os problemas presentes no cotidiano das sociedades, para o ser humano e suas relações em grupos e instituições, por isso trabalhar temas sociológicos na escola é algo muito importante, mas pelo que falam os professores no vídeo, qualquer tema pode ser tema sociológico. No filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” destaco a exploração da natureza pelo homem, que é mostrada no começo do filme, o trabalho em série mostrando as fabrica, como a de salsichas a de carros, a rotina na vida da sociedade moderna e a vida corrida, a alienação do ser humano, a destruição do planeta, o homem que adapta a natureza para as suas necessidades, mas por outro lado o homem que adapta sua vida para o capitalismo.

  3. Elisa Pavani de Oliveira disse:

    Há alguns temas sociológicos que podem ser abordados pelo filme, como por exemplo, as descobertas pelo homem, apresentadas no inicio, e posteriormente a ganância que ele absorveu com relação à essas descobertas e conquistas, assim resultou na destruição do planeta. O homem foi inteligente para criar as coisas do mundo, mas não usou essa inteligência para preservar o planeta, pois a partir do surgimento das fábricas, o capitalismo prevaleceu, assim o importante para o homem era produzir bastante para cada vez gerar mais lucro. Com isso as pessoas tornam-se alienadas do tempo, quanto menos tempo perder, mais lucro, assim ressalta-se a importância de trabalhar, e esquece-se do próprio ser humano.

  4. Mayara Thaís Miler da Rocha disse:

    Trabalhar temas sociológicos no Ensino médio é um grande desafio, mas é um desafio muito importante a ser superado. Como dizem os professores Amaury Cesar Moraes e Nelson Tomazi, no DVD “Sociologia no Ensino Médio”, que existem vários temas que podem ser trabalhados de forma sociológica. Eles falam sobre temas de tradição e temas de emergência. Eles deixam bem explicito que mesmo os temas do cotidiano dos alunos tem caráter sociológico, ele deixa claro quando cita o exemplo do beijo e o quanto pode ser trabalhado através desse assunto tão frequente entre os adolescentes. No filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982), é mostrado muitos temas sociológicos como, a alienação, onde fica explicita na cena em que o homem se barbeia no meio da rua, mostrando a falta de tempo das pessoas, temas também como a destruição do planeta, o trabalho, o envolvimento do homem no ambiente, o homem e a natureza, o capitalismo e a velocidade da vida moderna. Também é mostrada a cena da caverna, que nos remete ao “mito da caverna”, onde o que se é esperado fora desta caverna não é o que realmente se vê e se acontece. Entre outros tantos temas.

  5. thaila de oliveira souza disse:

    O filme trás alguns temas sociológicos, como por exemplo, o fato da exploração da natureza pelo o homem transformando-a a ponto de chegar ao mundo globalizado que temos hoje.
    Outro tema sociológico a ser explorado é a questão da alienação apresentado tanto no filme quanto nos textos estudados e no documentário. No filme há uma passagem que evidencia bem esse fato, quando mecanicamente os homens trabalham numa montadora de automóveis de luxo e quando ao final do dia deixam o emprego voltam para casa em carros populares, isso quando os tem. Esse fato retrata a desvalorização do trabalhador que em uma sociedade capitalista vale apenas seu salário que jamais poderá dar ao trabalhador, por meio da compra aquilo que produz.
    A sociedade capitalista produz no homem o processo de alienação que pode ser comparado ao “Mito da Caverna” de Platão, em que o homem se vê tão preso em seu mundo de trabalhador alienado, que quando consegue parar e pensar em sua condição e ver nitidamente a realidade na qual está inserido não consegue acreditar e muito menos fazer com que seus companheiros percebam que graças a essa sociedade capitalista estão tão sem tempo que nem tem tempo para fazer afazeres cotidianos.

  6. Patrícia Carla Zarpelon disse:

    A expressão Koyaanisqatsi significa “vida fora fora do equilíbrio”. No início do filme aprecem cenas de água, de fogo, de terra e isso nos remete a pensar em como o homem vem transformando a natureza através do trabalho. A sociedade presente neste filme é uma sociedade de consumo, onde existe guerra, e isso fica evidente quando aparece em cena os tanques de guerra. Uma cena bem forte do filme que marcou bastante, é a cena em que os prédios do EUA são demolidos. A cidade fica abandonada quando as indústrias acabam e acontece a destruição. Tudo gira em torno da indústria, do capital, da exploração do homem pelo homem. Uma outra cena interessante, é cena que passa a mulher utilizando a máquina de costura, ela ada vez mais quer produzir em menos tempo, o que chamamos de produção em série, típica característica do capitalismo.Desse modo, fica evidente a marca do capitalismo, onde consequentemente tem como função fazer com as pessoas se alienem cada vez mais. A Sociologia surge num contexto que tenta explicar a sociedade, hoje a disciplina de Sociologia no Ensino Médio é obrigatória.
    Segundo o documentário de Amaury Cesar Moraes e Nelson Tomazi, no DVD “Sociologia no Ensino Médio”, a abordagem temática parece ser a melhor saída para trabalhar a sociologia neste respectivo nível de ensino. O trabalho também deve ser um tema tratado, pois, cada vez mais é dominado pela tecnologia. Outros temas como preconceito, meio ambiente, racismo também podem ser trabalhados e até mesmo motivados a serem trazidos pelos próprios alunos. Enfim, os temas tratados devem condizer com a realidade presente na escola, gerando uma perspectiva de superação da exploração do homem pelo homem.

  7. Maria Luciana C. Brito disse:

    O filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982) do diretor Godfrey Reggio é uma reflexão sobre o agir do homem sobre a natureza e sobre o próprio homem. A partir do momento em que o homem passou a alterar o ambiente ao seu redor para benefício próprio, desencadeou-se uma série de modificações em seu habitat natural. Mas foi a industrialização e a produção em quantidade que deixou o homem escravo do trabalho. O filme nos mostra bem a influência do homem sobre a natureza e a rapidez com que as coisas se transformam; como os valores mudam e como as grandes quantidades desvalorizam a força de trabalho do homem, mais do que a mercadoria, tornando-o alienado.Toda essa transformação da sociedade; o modo como as pessoas passaram a se acumular em cidades; a trabalhar durante muitas horas seguidas; a inserção de mulheres e crianças no mercado de trabalho; a desvalorização da força de trabalho; a propriedade privada; o aumento de homicídios, prostituição e o abandono de crianças são algumas das causas que despertaram em alguns pensadores a necessidade de se pensar sobre o novo modo de vida do ser humano. A Sociologia nasceu na tentativa de compreender todas esses acontecimentos. Hoje, todos esses assuntos ainda são temas a serem estudados pela Sociologia. Os primeiros filósofos como: Durkheim, Weber e Marx introduziram o pensamento sobre a necessidade de se compreender e estudar os fenômenos que ocorrem dentro da sociedade e devido a essa necessidade de se compreender tais fenômenos é que a Sociologia é destacada como disciplina muito importante na área da educação.

  8. Fabiano da Silva Costa disse:

    Vários temas, entre eles a massificação de tudo que constitui a nossa vida, através da fabricação em série, tambem podemos falar sobre as intervencoes humanas na natureza. Outro temas pouco difundido é a questão da automatização e rotinização das ações humanas, o filme procura mostrar coisas de nossa rotina diária atrvés de um olhar diferenciado para retirar do lugar comum coisas normais, assim como fez o pintor René Magritte ou o artista Marcel Duchamp através de conceitos como “deslocamento” e “estranhamento” que vem do mundo da literatura mas que podem ser usados tambem na sociologia.

  9. Geisinara Fernanda B. Dias disse:

    Koyaanisqatsi é um documentário de 1982, dirigido por Godfrey Reggio, realizado apenas com imagens e uma trilha sonora, composta por Philip Glass. Fica evidente que, a ideia dos autores foi mostrar como a vida moderna está fora do eixo natural, cada vez mais acelerada e como a tecnologia tem influência sobre esta aceleração. Porém, ao invés de utilizar a linguagem falada, as imagens contam uma história muito mais densa e comovente. A ausência do diálogo também é um ponto importante, pois segundo o compositor Philip Glass, a ausência de diálogos cria um vácuo entre a imagem e a música, vácuo este que permite ao espectador refletir ao invés de simplesmente aceitar ou rejeitar uma ideia.
    O filme é constituído de estranhamentos por meio do movimento. Essa escolha formal, no entanto, proporciona uma estranheza crítica que permite à montagem um olhar de dúvida, novidade ou espanto ao se deparar com o óbvio. Nesse óbvio, menos óbvias parecem as imagens realmente naturais. Se há algo que nos é alheio ou desconhecido é a própria natureza, constituída de movimentos cíclicos e repetidos. E este é, talvez, o primeiro sintoma de nossa pobreza: a inquestionável familiaridade que nos transmite as cenas urbanas. As cenas urbanas, por sua vez, nos demonstram uma segunda natureza, cuja naturalidade e inevitabilidade contribuem para desconstruir na medida em que transcorre o filme.
    Na bolsa de valores, os truques de montagem produzem sombras. Seria isso o caráter fantasmagórico do fetichismo da mercadoria? Ou o aspecto metafísico do dinheiro? Certamente é um espelho da nossa frágil e apressada miséria, sempre passível de ruir como pó.
    Ao nada, soma-se uma síntese da banalidade urbana, da sua ausência de experiência, do grau acentuado de alheamento da sua, tão louvada pelos liberais, liberdade de ir e vir. De que serve ela quando nada nos transforma, nos ensina ou não nos fixa a lugar nenhum? É, em última instância, a escada rolante do metrô o único ponto de unificação entre as individualidades soberanas que caminham pelas ruas.
    O filme mostra que os Hopi tem algo a nos ensinar, a nos dizer. Eles dizem Koyaanisqatsi: o mundo fora do equilíbrio. O problema é que nada pode ser ensinado para uma sociedade que não possui mais a sua própria experiência diária. Consumir ou ser, esta é a nova questão.
    Percebe-se, pois, que não há um significado único deste filme, e cabe a cada pessoa encontrar sua mensagem. Não há roteiro, não há personagens e nem diálogos, apenas esta “invasão” do homem em nosso planeta, o interessante é que o homem e a tecnologia são um só, já estão ligados e talvez fadados às cinzas.
    Portanto, de acordo com a minha reflexão, os principais “temas”, vinculados ao pensamento sociológico clássico e presentes no filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982) do diretor Godfrey Reggio, que podem ser transformados em “temas sociológicos” são: relação homem/natureza, relação homem/tecnologia, sociedade capitalista e alienação, fetichismo da mercadoria, aspecto metafísico do dinheiro, liberdade de ir e vir, consumir ou ser, movimentos sociais, destruição do planeta Terra, entre outros.

  10. Carla Cristina Gomes Nogueira disse:

    O filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982), já pelo seu nome mostra que se trata de uma visão da vida humana no sistema capitalista, onde vários fatos sociológicos existentes na sociedade atual. Ainda que não traga falas, nem explicação acerca dos temas que trata o filme apresenta pelas imagens fortes, desastrosas e comoventes que atualmente o homem vive em uma sociedade que desde os primórdios explora a natureza por meio do trabalho, que ao passar do tempo vem tomando formas cada vez mais exploratórias, destruindo os meios naturais de sobrevivência e, além disso, explorando o trabalho produzido pelo homem. A industrialização, que dá consequência às repetitivas atividades denominadas produção em série, muito bem apresentada pelo filme, explicita de forma clara a exploração do trabalhador que por horas repete a montagem de um carro que no final do mês não terá como pagamento pelo seu trabalho duro e cansativo. São justamente os temas apresentados acima , assim como, a alienação do trabalhador, a civilização, sua produção e destruição, a desumanização do ser humano, a vida moderna e agitada, “o mito da caverna” e outros temas que têm a intenção de instigar nos alunos de Ensino Médio, onde a disciplina de Sociologia hoje é obrigatória e de grande importância, a relação de todos esses temas com a nossa vida atual e a relevância de mudanças para não voltarmos ao inicio do mundo novamente, como mostra o filme no final, criando um circulo em que o homem explora para criar e explora até cessar.

  11. Raiza Oliveira disse:

    O filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982) traz vários temas que foram e são estudados pela sociologia, já que esta é a ciência que estuda a sociedade em que vivemos, em todos os seus aspectos e tudo aquilo que interfere na vida da humanidade. O filme, com seu estilo singular, nos mostra a natureza, sua biodiversidade e tudo o que ela tem para “oferecer” para o homem, mas, por um modo de vida incessantemente consumista, o homem passa a exigir da natureza mais do que ela pode oferecer em seu equilíbrio natural. A partir daí, começa o desequilíbrio do mundo, as guerras, a industrialização, o consumo exagerado de todos os recursos naturais, a construção de máquinas e indústrias imensas, que abalam o ecossistema, a interferência prejudicial do homem na natureza e, consequentemente, no futuro da humanidade no mundo. Os donos dos meios de produção exploram os recursos naturais por meio da exploração dos próprios homens (trabalhadores), a fim de gerar lucro e acumular bens e riquezas. Mas tudo isso tem um preço, preço este, que um dia, todos nós iremos pagar.
    Os temas sociológicos que o filme aborda são: as relações entre o homem e o meio ambiente, a esgotamento dos recursos naturais, a destruição da natureza, a guerra, a industrialização, o consumismo, a alienação, a exploração do homem pelo homem, o trabalho, o aumento populacional, o capitalismo, a divisão de classes, etc.

  12. Poliana Billar disse:

    “O documentário Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982) do diretor Godfrey Reggio ,como o próprio nome já diz, através de imagens e sons, apresenta o estado de desequilíbrio em que se encontra o mundo , retratando a ocupação da natureza pelo homem e as intensas transformações e conseqüências causadas.Do filme pode-se extrair vários temas que podem ser transformados em temas sociológicos , como o processo de industrialização acompanhado pela destruição da natureza , a pressão do sistema capitalistas sobre o trabalhador e o estado de alienação dos indivíduos, a violência ,a guerra , a mecanização humana e a busca intensiva pelo lucro , o consumismo exagerado, entre outros.

  13. Marcelo George do Amaral B. Longhi disse:

    Quando falamos em equilibrio, logo pensamos em um todo que se sustenta idefinifdamento, onde cada parte tem sua devida medida, de forma orquestrada e simetrica. Contudo, como vemos no documentário Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982) do diretor Godfrey Reggio, esta sociendade atual é fruto de um caos, resultado de longos periodos de desequilibrio entre homem e o meio, e dele consigo mesmo.
    Apesar de o curta metragem não possuir diágolos ou comentários, as imagens falam por si sá, um grito unissono que exprime: “colapso eminente!” Ficam as indagações: ” Qual nosso papel nisso?”, “Até onde este padrão de existência se sustentará?”. Uma reflexão a respeito destas questões logo nos levará a reformular nossas concepções de realidade, de mundo e de sociedade, e que tipo de conhecimento deve ser transmitido, na tentativa de buscar o utôpico equilibrio.

  14. Deise Scardelato disse:

    O filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982), mostra a modificação da natureza pelo homem, que primeiro a modifica de acordo com sua necessidade e posteriormente produz em grande escala para obter lucro e enriquecer, porém quando isso acontece o homem perde contato com o que produz, deixando de consumir o que ele mesmo produs, tornando-se assim um ser alienado. A sociedade de consumo, a alienação da sociedade e a transformação da natureza pelo homem são alguns do tema que podem ser abordados em salas de aula do ensino médio, proporcionando uma reflexão por parte dos alunos, de qual o seu verdadeiro papel na sociedade capitalista.

  15. Annelize dos Santos Martins disse:

    No filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982) do diretor Godfrey Reggio, mostra como o mundo tem sido modificado, como as pessoas, as formas como eram feitas as cidades estão mudando.. O filme que possui apenas imagens e músicas, mostra a realidade que o mundo vem passando, sua transformação. No início, imagens da natureza, mostrando as nuvens, águas, a vegetação, mostra a exuberância da natureza, e a força que ela tem, nos mostra pequenos diante das coisas que ela pode fazer. Porém, logo após as imagens da natureza, conseguimos ver que o ser humano também age contra a natureza, construindo prédios, casas, ruas, bombas, fazendo assim com que a natureza sofra as consequencias de nossos atos. Por ser um filme contendo apenas imagens, nos choca por vermos a realidade que vem acontecendo. O mundo moderno e capitalista que nos cerca, e faz parte do nosso dia a dia, o que mostra também o diálogo da sociologia nas que são abordados na sala de aula… pois a Sociologia complementa e tem sua importância por levar o aluno entender a política social, o que ele representa no mundo atual, estuda a sociedade como um ser e impõem suas definições, mostra como somos alienados ao mundo, mostra as guerras, a violência, de como o mercado tem nos levado a consumir cada vez mais, mesmo que isso tenha consequencias para o futuro, pelo desgaste da natureza, criação de máquinas, etc. No filme, mostra também cenas que muitas vezes chocam, um exemplo é dos prédios..Grandes prédios, que demoram meses, anos para serem construidos, casas aonde pessoas já moraram lá, tiveram histórias naqueles comodos, e com uma máquina, em 5 minutos, são colocados ao chão, se transformam em pó. Mostra que muitas pessoas não estão preocupadas com o que acontece ao redor delas, por exemplo, os banhistas tomando sol na praia ao lado da Estação Geradora Nuclear de San Onofre, mostrando quão esquecidos os banhistas estão por estarem tão perto da mesma energia das bombas atômicas.
    Conclui que o filme passa a ideia de que devemos ver aquelas imagens e percebermos o que temos feito no mundo, como a tecnologia, a vontade de mudança, a modernidade tem nos influenciado. Cada um deve ver o vídeo, e tirar as próprias conclusões, pois as imagens tocam em cada ser humano. Como diz o título do filme: “A vida fora de equilíbrio”, ou seja, um estado de vida que pede uma outra maneira de se viver.

  16. Emanuelle Zanchetta Borges disse:

    O filme Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982) do diretor Godfrey Reggio comunica mesmo sem palavras os efeitos da modernização da humanidade. Que embora sem um trama no sentido tradicional, existe um enredo marcado sendo filmado entre 1977 e 1982. Podendo a partir disto ser retirado vários temas que podem ser transformados em temas sociológicos, entre eles alguns temas tradicionais e emergentes como o trabalho (industrialização), a violência, o capitalismo, a alienação.

  17. João Theodoro de Alvarenga Junior disse:

    Partindo do conceito do que é sociologia, entendemos que é a ciência que estuda os fenômenos sociais. Esta está inserida ao meio em que os homens convivem, ou seja, em sociedade. Tudo o que aconteceu e continua acontecendo como fatos históricos e ações/reações da ação humana pode-se depreender conceitos sociológicos. Parte primeiramente, da organização dessa sociedade, da vinda do sistema capitalista, dos bens de consumo, venda e troca de objetos, até a alta tecnologia desenvolvida pelos homens. Tudo ao redor da humanidade, modifica e transforma o ambiente em que ele vive. Sendo assim, o filme trouxe numa perspectiva chocante e reflexiva da inserção, ou melhor, da “invasão” do homem na natureza, da exploração de suas fontes de energia, a exploração do homem pelo homem para a produção de bens materiais, e o quanto o acúmulo de capital causa desigualdades, conflitos, guerras, e revoluções.
    Todos esses acontecimentos são temas sociológicos, partindo de um estado natural (gênese) até a transformação obtida pelo homem, estudando os motivos e as consequências de sua ação em seu meio ambiente.

  18. Ana Beatriz Galbin Gomes disse:

    Como vimos em um dos videos da série “Sociologia no Ensino Médio” até mesmo o beijo pode ser um assunto a ser trabalhado em uma aula de sociologia, uma vez que essa disciplina estuda os fenômenos que ocorrem na sociedade. Portanto, no documentário “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” podemos identificar vários temas que podem ser tratados a partir de uma visão sociólogica, como o consumismo, produção em massa, a natureza sendo transformada pelo ser humano e o homem sendo transformado por ela, a relação do trabalho humano e sua produção, a alienação do homem, os avanços tecnológicos relacionados aos beneficios e prejuízos para a sociedade e o desequilibrio da natureza devido a necessidade do homem em obter lucro e riquezas sem analisar as consequencias posteriores.

  19. Viviane Borges disse:

    Oemas vinculados ao pensamento sociológico clássico e presentes no filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982) do diretor Godfrey Reggio

  20. Danny Hellen disse:

    São muitos os “temas” que podemos destacar do filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982), do diretor Godfrey Reggio, pois temos um documentário com apenas imagens e trilha sonora, com uma ausência de diálogos, com isso se possibilita refletir sobre suas informações, em vez de puramente aceitar ou rejeitar a ideia que é apresentada.
    No início do filme aparecem imagens dos elementos que compõem a natureza, em seu equilíbrio natural, mostrando como o homem vem modificando o eco sistema com seu trabalho no decorrer dos tempos. A partir das mudanças intensivas começa o desequilíbrio do planeta. No filme mostra o desenvolvimento da sociedade, que procura relacionar os acontecimentos com os nossos dias.
    Podemos enfatizar então como “temas sociólogos” as relações do homem com a natureza; esgotamento dos recursos naturais; destruição do meio ambiente; as relações do homem com a tecnologia; a automatização; a industrialização; a produção em série; fetichismo da mercadoria; a sociedade capitalista; o consumismo; a exploração do homem pelo homem; a liberdade do ser; a necessidade do possuir e não do ser; as guerras; o trabalho; o aumento populacional; a divisão de classes; e acredito que principalmente a alienação.

  21. Viviane Borges disse:

    Dos temas, vinculados ao pensamento sociológico clássico que esta presente no filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio (1982) do diretor Godfrey Reggio destaco uns de certa forma tradicionais que são : a transformação da natureza pelo homem que nos é mostrado no início do filme (como a inteligência humana pode transformar a natureza por meio do trabalho) , alienação humana diante dos seus afazeres pois com a correria do dia a dia não nos é permitido tempo para pensar o que nos torna cada vez mais alienados e sendo assim aqui se enquadra também o tema trabalho . Pode-se identificar o desequilíbrio ambiental , a exploração do homem por ele mesmo e as consequências do sistema capitalista .

  22. Elisa Rincon Vieira disse:

    Após assistir os vídeos sobre Sociologia no Ensino Médio pude perceber que vários temas trabalhados no filme podem serem vistos como temas sociológicos. O primeiro aspecto a ser destacado é o fato de não ter diálogo, pois a vida corrida do dia-a-dia acaba fazendo com que as pessoas esqueçam aimportância do diálogo. Outro fato que considero importante é a grande expanção das cidades e da quantidade de pessoas que é bem explorado no filme. Enfim o filme mostrou a vida moderna como um grande desastre no qual o homem é o principal destruidor.

  23. Amanda Amaral Perles disse:

    O filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982) do diretor Godfrey Reggio, nos trás de uma forma diferente as transformações que ocorreram e ocorrem a todo tempo no mundo. O filme apenas exibe imagens acompanhadas por trilha sonora, não dispondo de diálogo algum. A natureza impecável está logo no início do filme, nos mostrando tudo que ela tinha a oferecer, mas que rapidamente foi tomada de forma incessante pelo homem. Com o desejo de querer mais e mais, o homem já alienado passa a “contribuir” diretamente com o capitalismo, abusa dos recursos naturais disponíveis e passa a industrializar sem controle a sociedade, transformando a tecnologia em algo essencial a sua sobrevivência, vindo então a causar um intenso desequilíbrio no planeta, com conseqüências irreversíveis.
    Através do filme pode-se desprender uma série de temas para serem trabalhados com o ensino médio, assim como meio ambiente, alienação humana, industrialização, consumo desenfreado, capitalismo, entre outros. Tais temas podem contribuir para situar o estudante na sociedade em que ele vive, ligando o passado ao futuro e fazendo-o compreender as diversas modificações que ocorrem em nossa sociedade.

  24. Gleicer Cristina Correia disse:

    Os principais temas presentes no filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982), são a natureza, o homem, a sociedade, o trabalho. A partir desses temas é possível obter “temas sociológicos” como “O homem e suas implicações na natureza”, “A exploração do homem pelo homem através do trabalho” “Consumismo”, entre outros.

  25. Mariana P. Calijuri disse:

    Como já foi muito bem citado em comentários anteriores, Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982) trata-se de um documentário dirigido por Godfrey Reggio, realizado apenas com imagens e uma trilha sonora, composta por Philip Glass. Apesar de não se utilizar da linguagem falada as imagens falam por si, mostrando como o homem com sua tecnologia, na vida moderna tem acelerado a ordem natural dos fatos. Com toda essa tranformação/aceleração alguns pensadores sentiu a necessidade de se pensar sobre o novo modo de vida do ser humano. E para tentar explicar esta sociedade “surge” a sociologia, disciplina já obrigatória no Ensino Médio. Na intenção de fazer um paralelo entre o filme e tal disciplina, podemos citar temas como: Relaçãohomem/meio ambiente, Relação homem/tecnologia , Civilização, Trabalho, Industrialização, Capitalismo, Consumismo, Divisão de Classes, Alienação que estão vinculados ao pensamento sociológico clássico e presentes no filme, e podem ser transformados em “temas sociológicos’ para se trabalhar na sala de aula.

  26. Edinaldo S. Nascimento disse:

    A Sociologia que tardiamente foi integrada a grade curricular do ensino médio em nosso País, traz consigo indagações relevantes ao propósito vinculado ao futuro da humanidade. Os fazeres educacionais da atualidade deveriam manter-se profundamente arraigados a objetivos e reflexões do cotidiano humano, pois, se a educação visa à formação de indivíduos capacitados para o desenvolvimento cognitivo em sua plena essência, os assuntos referentes às atuações e consequências da vida humana seguramente seriam tópicos de suma importância aos pressupostos a serem desenvolvidos nas salas de aula. O filme do norte-americano Godfrey Reggio, de 1982 “Koyaanisqatsi – uma vida fora de equilíbrio” nos mostra uma contemporaneidade relacionada aos temas sociológicos presentes nos dias de hoje, mesmo este sendo desenvolvido sob a perspectiva do cinema mudo e com a brilhante atuação minimalista da música de Phillip Glass, o longa contempla em sua totalidade o “desequilíbrio” instaurado pelo homem na natureza. As cenas do cotidiano humano se mesclam em variantes ritmos de alienação política, social e econômica, segundo as pregações dos sociólogos Marx, Weber e Durkheim, ao minimalismo reflexivo que indagam, por si mesmas, o espectador a questionar-se acerca de seu papel como indivíduo consciente e ativo na sociedade.

  27. Patricia Santos disse:

    Através de imagens marcantes, o filme Koyaanisqatsi- Uma vida fora do equilíbrio- nos mostra o contraste entre a harmonia das paisagens naturais e o caos e desequilíbrio gerado pelas intervenções humanas. É um convite à reflexão sobre os rumos traçados pela humanidade e quais as perspectivas para o futuro se mantivermos essa busca desenfreada pelo ter, pela urgência em viver e consumir cada vez mais intensamente, por um padrão que nos é imposto e aceito sem maiores questionamentos. Esta reflexão está intrinsecamente ligada à Sociologia, pois esta é a ciência que estuda as relações entre o indivíduo e a sociedade em que está inserido e, se pensarmos na perspectiva da globalização, estas relações tornam-se ainda mais importantes, pois nossas ações cotidianas passam a refletir em um plano muito mais amplo. O filme nos mostra o homem alienado, produzindo mercadorias que jamais conseguirá consumir; o caos e a violência urbana; a divisão de classes, a destruição da natureza e muitos outros frutos nefastos do sistema capitalista, onde a exploração do homem pelo homem deixa a marca profunda da desigualdade social.

  28. Hiromy Tukamoto disse:

    “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982) do diretor Godfrey Reggio, permite através de imagens e sons diferentes interpretações, já que não tem fala. De um modo geral ele mostra o desequilibrio causado pelo homem na natureza e na sociedade, o que mais me chamou atenção no documentário é como tudo que o homem faz parece “ridículo” e meio sem noção, a maneira como nos locomovemos, nosso trabalho, como nos divertimos, etc.
    Como temas sociologicos podemos retirar do filme, “A destruição da natureza”. ” Os meios de produção e a alienação do homem” ” A divisão de classes sociais” ” Materialismo e consumismo desenfreado” ” O capitalismo e a destruição que ele causa”…

  29. Mariana Santini Arroyo disse:

    Koyaanisqatsi – Uma vida fora do equilíbrio, é um documentário que através de imagens e trilha sonora nos mostra as mudanças que ocorreram no mundo ao longo dos anos, e praticamente todas essas transformações foram causadas pelos homens. Os videos sobre sociologia no ensino médio destacam ainda mais os aspectos importantes do filme como: a produção capitalista, a super população, a alienação, a modificação da natureza causada pelo homem e os malefícios que isso pode causar, a guerra, o consumo, entre outros.

  30. Eliane Rosa Policarpo disse:

    Baseando-se no princípio que a Sociologia estuda o comportamento em sociedade e no filme Koyaanisqatsi que nos mostra uma vida em turbilhão,uma vida fora de equilíbrio e que nos leva a pensar em uma outra maneira de se viver a vida,podemos destacar vários “temas” que podem ser transformados em “temas sociológicos” ,como por exemplo Natureza e sociedade,Trabalho ,Religião,Consumismo,Evolução e Tecnologia.

  31. Patrícia Almeida Florêncio disse:

    O filme aborda as modificações feitas pelo homem na natureza e mostra também os estágios com que elas são realizadas, por exemplo: no começo do filme o homem a modifica conforme a sua necessidade de sobrevivência, na segunda parte o homem modifica conforme a necessidade que ele tem de produzir e por ultimo, ele a modifica com ganancia, mas assim ele deixa de consumir o que esta produzindo tornando se um alienado e destruindo o planeta.
    No Ensino Médio podemos abordar o filme através de uma reflexão, sendo uma delas sobre até onde esta transformação da natureza é saudável para o homem.

  32. veridiana disse:

    O filme nos leva a reflexão de que se não mudarmos nosso modo de agir hoje amanhã poderá ser tarde demais, a sociologia nos permite perceber através das atitudes da sociedade o que e como nossa vida é regida e será o mundo em uma ótica com outra perspectiva . A possibilidade de voltarmos à caverna é um passível de acontecer.

  33. Beatriz Stefanie da Silva disse:

    No filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982) do diretor Godfrey Reggio, podemos visualizar imagens chocantes que mostram as modificações feitas pelo homem na natureza e mostra também os estágios com que elas são realizadas, através de imagens e uma trilha sonora. Apesar de não se utilizar da linguagem falada as imagens falam por si, mostrando como o homem com sua tecnologia, na vida moderna tem acelerado a ordem natural dos fatos.
    Acredito que no Ensino Médio podem ser trabalhados temas sociolóicos abordando diversos assuntos, como: as relações do homem com a tecnologia, destruição e ações dos homens para o planeta (como vimos no filme), a relação do homem com a natureza, a sociedade capitalista e alienação, a fragmentação do trabalho humano e diversos aspectos do trabalho, o consumismo, movimentos sociais, outros temas como bulling, meio ambiente e diversos temas, de uma maneira que desperte o interesse do conhecimento nos alunos.

  34. Camila Matos disse:

    A Sociologia proporciona reflexões importantes ao entendimento da constituição social, da existências das classes sociais, do consumismo, que tem como objetivo a sustentação do sistema capitalista, com seu discurso empreendedor, criativo e dinâmico, mas que só nos últimos anos vem percebendo as fortes ameaças a manutenção da vida na terra e a qualidade de vida que os trabalhadores, alicerce do capitalismo, tem tido. Tendo em vista sua importância para o entendimento de nossa condição social, se faz essencial a disseminação dos estudos sociológicos e o conhecimento de seus precursores durante a formação escolar.
    O filme do norte-americano Godfrey Reggio, de 1982 “Koyaanisqatsi – uma vida fora de equilíbrio”, traz a realidade do mundo globalizado e capitalista, com sua lógica mecanicista e coersitiva; aborda as modificações feitas pelo homem na natureza e mostra também os estágios com que elas são realizadas. Muitos temas sociológicos podem ser depreendidos do filme, como: a exploração do homem pelo homem; a civilização e o trabalho; a evolução da sociedade e dos meios de produção e a agressão ao meio ambiente; a sociedade industrial; controle social; o homem alienado e comprometido com a hegemonia da divisão de classes, fruto do sistema capitalista; dentre outros temas.

  35. América disse:

    O filme aborda fatos que transformaram nossa sociedade e foram fundamentais para perpetuar um sistema que caracterizou a era da modernidade e definiu a pós- modernidade. Irei pontuar temas que podem ser muito explorados nas aulas de Sociologia, de ensino médio e superior
    *O homem transformou a natureza em pró de seu desenvolvimento, porém sua ganância a explorou desenfreadamente aquém de sua subsistência,visando o acumulo de riquezas e domínio sobre os monopólios, isto trouxe graves consequências para a humanidade, interferindo catastroficamente e diretamente na maneira de viver dos indivíduos em sociedade..
    *A ciência revolucionou , transformou, descobriu, conquistou e trouxe muito benefícios para a humanidade, porém esta têm sido usada em pró de interesses econômicos e políticos, onde objeto de pesquisa é: ‘’o que eu ganharei com isso?’’. Consequentemente , estes fatos têm favorecido a decadência do ‘’homo sapiens’’.Isto esta bem claro na engenharia mecânica e bélica, na física nuclear e nas ciências biológicas/químicas, etc.
    *O desenvolvimento deveria ser um aliado em pró do aperfeiçoamento de nossa espécie, mas seu mau uso, tem feito com que o ‘’homem seja lobo do homem’’. Aqueles que retêm o poder econômico tem explorado s menos favorecidos econômica e socialmente. Com o surgimento da industrialização e da automação, a mão de obra humana foi substituída pelas máquinas e, o trabalho braçal passou a ser visto como trabalho de produção na lógica de Taylorismo e Fordismo, onde o trabalhador não consegue adquirir com suas retiradas salariais mensais , aquilo que sua mãos produzem, diariamente, em uma linha de montagem ou produção industrial. ‘’Produzo carros Top de mercado, mas ando de ônibus ou com um carrinho velho’’.
    *Muito se fala a respeito das evoluções tecnológicas, porém os efeitos colaterais estão em letras minúsculas, e pouquíssimos se propõem em lê-las em voz alta. As tecnologias em nosso presente século têm servido de ‘’quartel de alienação’’ onde mundo é mostrado em formas geométricas, quadrado ou retângula , basta apertar o botão e tudo é possível, tudo esta ao alcance dos olhos, os seus desejos serão realizados, tudo esta sob seu controle, numa interação solitária. Uma ilha, é nisto que o homem tem se tornado, no sentido negativo: impenetrável, intocável, insensível, inconsequente, imparcial,incomunicáveis, irracional, inconsciente,impotente, indiferente…Alienado! A cena da mulher fechando o vidro do carro remete claramente esta ideia…estou ocupada vivendo meu mundinho, não quero saber o que esta acontecendo a minha volta, esta bom assim.

    *Em nome do desenvolvimento a as privacidades são invadidas, violadas, desapropriadas. O progresso passa por cima das gentes destruindo sua história, suas lembranças, sua identidade, ultrajando-as. Não existe livre arbítrio de fato. Não existe poder de decisão sobre a própria sorte. Não existem direitos…casa são derrubadas e arranha céus são construídos no lugar, para a construção de centros comerciais, tudo é feito em nome da modernidade que o seguimento milionário imobiliário permite.
    * o Homem não vivem em harmonia com a próprio espécie… não vive em harmonia com a natureza… não vive em harmonia com o meio… não vive em harmonia com o planeta… não vive em harmonia com ele mesmo. Esta falta de harmonia coloca tudo em desequilíbrio e este desequilíbrio causa um efeito colateral:.
    guerras, misérias, revoltas,atritos, conflitos,doenças psicossomáticas e fisicas, desigualdades sociais, injustiças, criminalidades, exploração e destruição da natureza, exploração e destruição da raça humana, medos, insegurança,etc
    *Carros que vão e que vem…pessoas que vão e quem vem…transportes que vão e quem vem …vidas que vão e que vem…tudo esta em ritmo acelerado, na era do capitalismo o mundo esta desfrutando do ‘’PAC’’: Programa de Alienação Compulsiva.
    A Disciplina de Sociologia é muito importante e fundamental para a construção de mentes pensantes. Este filme mostra por intermédio do gênero ”’cinema mudo” uma realidade invesível, pois muito têm olhos mas não vêm…muitos têm boca mas não falam…muitos têm ouvidos mas não ouvem…muitos têm cérebro mas não pensam..por isso, ”apenas fecham a janela”…

  36. Nicole Sangalli disse:

    Trabalhar a sociologia nas aulas de Ensino Médio e Ensino Superior é fundamental, pois exige que o aluno pense sobre a sociedade no qual ele está inserido. Através do filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982) do diretor Godfrey Reggio podem ser trabalhadas atividades e discussões em torno da introdução do envolvimento humano no ambiente de tal forma que modifica-o completamente, gerando um verdadeiro caos. O filme mostra, sem usar nenhuma palavra, a não ser “Koyaanisqatsi” que significa fora do equilíbrio, que o excesso de transformação da natureza, realizada pelo homem, acaba gerando malefícios a própria sociedade. Através desse filme podem ser trabalhados reflexões importantes tais como: as modificações da natureza causadas pelo homem, a exploração do homem pelo homem, alienação do trabalho, a relação natureza/homem, o capitalismo, a industrialização, evolução e tecnologia, consumismo, divisão de classes entre outros temas sociológicos importantes que podem ser trabalhados em sala de aula.

  37. maely disse:

    É muito importante trabalhar os temas “ecologia e sustentabilidade” no ensino médio, pois os alunos que ainda são jovens e tem a “esperança” de um futuro melhor, terá a compreensão de que as transformações na natureza e os fenômenos naturais negativos, são de responsabilidade dos próprios seres humanos, pois são eles os causadores de tudo isso. Como se dá para ver no filme “Koyaanisqatsi – Uma Vida Fora de Equilíbrio” (1982) do diretor Godfrey Reggio, as modificações na natureza e os seus estágios, é desesperador o que visualizamos nele. Trabalhar esse tema no ensino médio será muito produtivo e significativo, pois o professor pode utilizar de vários métodos para o ensino, conscientizando os alunos sobre a importância de manter organizado o planeta onde eles próprios vivem.

  38. Raquel Pereira Piocoppi disse:

    A sociologia integrada na educacao do ensino medio possibilita finitas discussoes a respeito sa vida do homem e sua relacao co, a natureza e comflitos humanos universais. Assim, aproveitar recursos de midia que trazem a pratica desse discurso consiso e latente das adversidades e situacoes do homem como no filme de Godfrey Reggio e permitir ampla visao critica do ser em formacao que necessita dessa base para se tornar critico e reflexivo nas questoes de cunho social, com enfase capitalista, nas consequencias positivas e negativas da sociedade.

  39. Raquel Pereira Piocoppi disse:

    A sociologia integrada na educação do Ensino Médio possibilita uma visão ampla do homem e suas relações com a sociedade e o ambiente dentro da perspectiva atual e histórica do desenvolvimento capitalista. Desse modo, o filme de Godfrey Réggio só tem a agregar valores de conhecimento para a reflexão e o pensamento crítico dos jovens e formação e, ainda confrontar ideias positivas e negativas dessa interação do homem com o ambiente em que vive, transformando seu espaço e, consequentemente a sociedade.

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