Mészáros e Antunes (2007).

Bom Dia Car@s Alun@s Tudo bem?!

Esta é a área para postagem dos comentários do Módulo 1 de Sociologia da Educação 3. A questão é a seguinte: quais as dimensões da Reestruturação Produtiva ante a crise estrutural do capital?  Utilizar para referenciar o comentário os seguintes textos trabalhados em sala de aula:

MESZAROS, István. Para além do capital: rumo a uma teoria da transição. São Paulo: Boitempo, 2002.

ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. 2. ed. São Paulo: Boitempo, 2000.

Como atividade complementar vcs podem rever o Roda Viva com o István Mészáros no seguinte link do Youtube:

http://www.youtube.com/watch?v=HaqF9H_Rllg

Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

142 Comentários “Módulo 1 – Sociologia da Educação 3 – Dimensões da Reestruturação Produtiva ante a Crise Estrutural do Capital”

  1. Janiclei disse:

    Olá professor e usuários do blog de aula,

    Levando em consideração o livro Para Além do Capital de MESZAROS (2002), as dimensões da reestruturação produtiva se dariam através de uma atualização histórica da alternativa societal, ou seja, da ofensiva socialista.

    Já em ANTUNES (2000), no livro Os Sentidos do Trabalho o autor faz uma conclusão com fundamentos societais básicos para um novo sistema de metabolismos social, ou, nas palavras do autor:

    Numa forma de sociabilidade superior, o trabalho, ao reestruturar o ser social, terá desestruturado o capital. E nesse mesmo trabalho auto determinado que tornou sem sentido o capital gerará as condições sociais para o florescimento de uma subjetividade autêntica e emancipada, dando um novo sentido ao trabalho.

    Att.

    Jany.

  2. Monica Floriano Lucianelli Lucheta disse:

    A Reestruturação Produtiva se deu por uma necessidade do sistema capitalista, que em crise, procurou outras formas de exploração e consumo para contunuar seu crescimento. Essa nova estrutura tomou niveis mundiais rapidamente. Os trabalhadores continuam sendo explorados e massacrados pela maquina capitalista, mas com maior sutileza. Na entrevista com o prof. Ricardo Antunes achei muito pertinente sua insistencia em alertar que os trabalhadores informais e os tercerizados são exemplos sutis dessa exploração. Seu custo para produção é pequeno, não têm seus direitos assegurados, pois ninguém, nem eles mesmos, lutam por eles. A reestruturação apenas camuflou uma realidade que antes se expunha um pouco mais e aparou as arestas da produção capitalista que estava desajustada.
    att,
    Monica

  3. Ana Carolina Aguiar disse:

    A reestruturação produtiva, com início na década de 70, se deu pela crise do capital, onde se iniciou o toyotismo, sendo os trabalhadores muito prejudicados tendo: o trabalho terceirizado, jornada dupla, precarização do trabalho entre outras coisas. Para Antunes (2000) essa reestruturação prejudicou a subjetividade do trabalhador, assim as dimensões dessa reestruturação deveriam romper com esse modelo de subordinação de trabalho.
    Desta forma, Mészáros (2002) coloca que as dimensões da reestruturação produtiva se dá pela modificação da sociedade, tendo transformações sociais.

    Ana Carolina

  4. Cintia disse:

    A Reestruturação Produtiva surgiu na sociedade contemporânea, na década de 60/70 devido a crise do capital e permanece até os dias de hoje. Algumas das consequencias desse período fi as lutas sociais, o aumento do preço da força de trabalho, redução dos níveis de produtividade do capital, acentuando a tendência decrescente da taxa de lucro. Nessa época surge o Fordismo, em que este fez uma adaptação ao modelo Taylorismo. Este modelo foi utilizado para acelerear a produção de carros. Quem não utilizasse do princípio fordista, ficaria para trás na produção.
    Nos dias atuais é utilizado o modelo de estoque zero, ou seja, é um meio de produção á partir da demanda, não há estoque de produção.

  5. Marina dos Reis Dourado disse:

    A Reestruturação Produtiva ocorreu porque houve uma crise do Capital no sistema Capitalista em meados da década de 70, e nesse momento era necessário pensar uma nova forma de manter as características marcantes do capitalismo como o consumo, a exploração e o crescimento da produção.
    Segundo Antunes ( 2000, p.36) em relação a essa crise do Capital:

    “Embora a crise estrutural do capital tivesse determinações mais profundas, a resposta capitalista a essa crise procurou enfrentá-la tão somente na sua superfície, na sua dimensão fenomênica, isto é, reestruturá-la sem transformar os pilares essenciais do modo de produção capitalista. Tratava-se, então, para as forças da Ordem, de reestruturar o padrão produtivo estruturado sobre o binômio taylorismo e fordismo, procurando, desse modo, repor os patamares de acumulação existentes no período anterior, especialmente no pós-45, utilizando-se, como veremos de novos e velhos mecanismos de acumulação.”

    Sendo assim baseado no que diz Antunes(2000), surge o Toyotismo e o Fordismo, sistemas nos quais os trabalhadores são explorados, com preços de trabalhos baratos, onde a precarização do trabalho é marcante, principalmente pelo fato desses trabalhadores terem que cumprir jornada dupla, com o trabalho que passa a ser terceirizado, as características desses modelos permanece até hoje, e os trabalhadores explorados não se unem para lutar por seus direitos e pela forma de exploração que sofrem em seus trabalhos.
    Característica marcante de ambos (principalmente Fordismo) é a redução ao máximo os custos de produção, ou seja, isso implica no preço da mão de obra do trabalhador. Esses dois novos modelos surgem para organizar o capital dessa crise com o intuito de manter os fundamentos principais do capital.

    Att. Marina dos Reis Dourado

  6. Maria Antonia C. Marques disse:

    Nos anos 70 a crise do Taylorismo e do Fordismo se acentuou com a crise estrutural do capital, com a queda dos lucros justificada,pelo aumento do preço da força de trabalho e lutas sociais dos anos 60, o sistema capitalista fica diante da necessidade de uma reestruturação produtiva, que reinventa o modo de trabalho, precarizando assim, a força do trabalho humano. Nessa nossa estruturação produtiva há uma ênfase na qualidade total das mercadorias, uma descentralização produtiva ( terceirização das empresas) e uma nova técnica de gestão da força de trabalho, do trabalho em equipe, das células de produção, dos times de trabalho, dos grupos semi-autônomos, sendo isso, uma participação manipuladora que em sua essência preserva as condições do trabalho alienado e estranhado.
    Segundo Mészáros ( 2002 ) a reestruturação produtiva implicou na precarização das condições de trabalho, na organização dos trabalhadores e na vida dessas pessoas, consequentemente ocorrendo mudanças sociais.
    Antunes ( 2000) afirma que essa reestruturação levou muitos trabalhador a buscar outros meios de trabalho ( a informalidade).

  7. Heloisa H. Lemo disse:

    Diante da crise do capital, que se inicia nos anos 70, ocorreu a reestruturação produtiva. Nela pensava-se em novas formas de manutenção do capitalismo, visando superar a crise citada. Foi então que surgiu o toyotismo e o fordismo, terceirizando o trabalho, deixando-o precário, explorando os trabalhadores, que passam a fazer jornadas duplas, tudo isso para uma maior produção com menor custo, objetivando sempre maiores lucros e mais consumo.
    Nessa situação Mészáros (2002) diz que a reestruturação produtiva acarreta mudanças sociais, pois modifica a relação dos trabalhadores e seus trabalhos, precarizando-os. Já para Antunes (2000) essa reestruturação irá gerar autenticidade e emancipação do trabalho.

  8. Cassiana Lima Santos disse:

    A crise do capital deu origem a reestruturação produtiva, onde se iniciou o modelo de produção chamado toyotismo que possui como características a terceirização, duplicação da jornada de trabalho etc, prejudicando a forma de trabalhar dos empregados, segundo Antunes (2000), então, essa reestruturação deveria romper com essa forma de produção abusiva.Já Mészáros (2002) diz que essa reestruturação causa modificações na sociedade, alterando as relações de trabalho, deteriorando-as.

  9. Camila de Lucca B. Mendes disse:

    O capital – no seu processo de ampliação, acumulação e reprodução –não tem fronteiras. O seu movimento é insaciável (MARX, 1980). As crises decorrentes são partes do processo metabólico, que é incontrolável (MÉSZÁROS, 2002). O sistema sociometabólico do capital é poderoso e abrangente, seu núcleo é constituído pelo seguinte tripé: capital, trabalho e Estado; três dimensões fundamentais para o sistema, materialmente constituídas e inter-relacionadas (MÉSZÁROS, 2002, p. 16).
    Para Antunes (2000), o processo de reestruturação produtiva, nesse contexto, é uma dessas reconfigurações do sistema sociometabólico, que corresponde à resposta do capital à sua crise estrutural.
    Como conseqüência desse processo paradoxal de crise/revitalização, há os seguintes desdobramentos: a destruição das forças produtivas que serviram de base para o taylorismo, provocando o retorno do desemprego em dimensão estrutural; a precarização do trabalho, de forma ampliada; e a perda dos direitos sociais conquistados historicamente. Estes são os traços constitutivos dessa fase da reestruturação produtiva do capital. Outro aspecto desse paradoxo é a introdução de novas tecnologias de gestão e produção que ameaçam constantemente o emprego, exigindo que o trabalhador se submeta às novas qualificações e competências.
    Nesse contexto, o conhecimento constitui um dos principais insumos no processo produtivo. A educação, principalmente a qualificação profissional, revela-se como fator de desenvolvimento, competitividade, qualidade, empregabilidade e produtividade.
    Investir minimamente em “capital humano” com fins de aumentar os lucros e a competitividade é uma ação inerente à lógica do capital. A exigência de um profissional de novo tipo, com novas habilidades e competências, é considerada condição indispensável para aumentar a produtividade. A exigência da competência e de novas habilidades faz parte de uma ação estratégica do capital: qualificar, com fins de manter os processos de exploração dos trabalhadores.

  10. Samia disse:

    A Reestruturação Produtiva, resultante da crise do capital, foi uma maneira de renovar os modelos de trabalho, a fim de fazer com que o capitalismo continuasse vigente na sociedade. Perante isso, surge o Fordismo, como principais características a produção em massa e limitações no trabalho dos operários e, também, o Toyotismo, que ao contrário do modelo anterior, produzia somente o necessário. Entretanto, os dois modelos exploram e desvalorizam os trabalhadores, pois as empresas visão produção rápida, em grande escala e com o menor custo, refletindo nos baixos salários e nas péssimas condições trabalhistas dadas a estes profissionais.
    Sobre isso, Mészáros (2002), relata que essa reestruturação produtiva causa mudanças na sociedade, tais como precariedades nas condições de trabalho oferecidas às pessoas. E, para Antunes (2000), a reestruturação resulta na terceirização e informalidade de alguns profissionais.

  11. Caroline disse:

    A Reestruturação Produtiva teve início a partir da década de 70 com a chegada da Revolução Tecnológica. Mas, para se entender a Reestruturação Produtiva é necessário compreender os antigos modos de produção capitalista, baseados no binômio taylorismo/fordismo, o qual criou um certo “compromisso” entre capital e trabalho. O padrão de dominação deste binômio, que se configurou nos 30 anos gloriosos, deu sinais de crise como manifestação da crise estrutural do capital, principalmente no que diz respeito à taxa decrescente de lucros. Essa crise ganhou combustível com o ressurgimento da luta de classes dos anos 60. Para Antunes (2000), a reestruturação produtiva causa a flexibilização e a terceirização dos serviços e para Mészáros (2002) transformações sociais.

  12. Larissa L S Lopes disse:

    A Reestruturação Produtiva teve início nos anos 70 com a Revolução Tecnológica, através dos modelos de produção conhecidos como toyotismo, onde o trabalho era terceirizado, a jornada muito extensa e uma alta precariedade. Para Antunes (2000), a reestruturação produtiva causa flexibilização e terceirização dos serviços prejudicando a o trabalhador subjetivo, e já para Mészáros (2002) essa reestruturação gera transformações sociais alterando as relações de trabalho.

  13. Ariadne C. Matos disse:

    Devido a crise do capitalismo, nos anos 70, é que se iniciou a Reestruturação Produtiva, uma nova maneira de renovar os modelos de trabalho. Foi então que surgiu os modelos de produção denominados de toyotismo e fordismo,onde o trabalho era terceirizado. Os trabalhadores eram explorados e desvalorizados, tendo que fazer jornadas duplas para uma maior produção com menor custo, ou seja, os salários eram bem menores. Em relação a isto, Mészáros (2002),diz que essa reestruturação produtiva gera transformações sociais e mudanças nas condições de trabalho, já Antunes (2000) afirma que a reestruturação prejudicou a subjetividade do trabalhador e que deveria romper com esse modelo de subordinação de trabalho.

  14. Dayse disse:

    Com a crise do capital no sistema capitalista (década de 70), foi necessário pensar em alternativas para que o sistema capitalista continuasse com suas características. Segundo
    Antunes ( 2000, p.36) em relação a essa crise do Capital:
    A forma de manter seus pilares, para as forças da Ordem, seria reestruturar o padrão produtivo estruturado sobre o binômio taylorismo e fordismo, procurando, desse modo, repor os patamares de acumulação existentes no período anterior, especialmente no pós-45, utilizando-se, como veremos de novos e velhos mecanismos de acumulação.”
    Segundo Mezáros ( 2002 ) a reestruturação produtiva implicou na precarização das condições de trabalho, na organização dos trabalhadores e na vida dessas pessoas, consequentemente ocorrendo mudanças sociais.

  15. Raísa disse:

    O sistema capitalista que sempre acarretou mudanças ao mundo gerou desta vez uma necessidade de uma reestruturação. A Reestruturação Produtiva procurou outras alternativas e substituiu os meios de produções para que o consumo ainda fosse altamente benéfico para o capitalismo.
    Os trabalhadores continuam sendo explorados e não são beneficiados pelas novas mudanças. Ocorreram mudanças sociais devido à precariedade do trabalho, onde muitas pessoas tiveram que optar por procurar outros meios de ganhar dinheiro, já que o novo modelo afetava ainda mais as classes sociais mais baixas.

  16. Danielli Fernanda da Silva disse:

    Frente à crise do sistema capitalista, houve a busca de novas formas de exploração para expandir o consumo, criando assim a necessidade de uma reestruturação produtiva, o que não tardou em se instalar na sociedade. Surgem ai conceitos de terceirização do trabalho, deixando-o com condições precárias e explorando cada vez mais o trabalhador, visando nesse processo produção com menores custos e maiores lucros. Diante disso, Mészaros (2002) afirma que a reestruturação produtiva gerou mudanças sociais, pois modifica a relção dos trabalhadores com seus trabalhos, tornando o precário. Já para Antunes (2000) essa reestruturação deveria acabar com esse modelo de subordinação de trabalho.

  17. Nathália Vieira Ribeiro disse:

    Por uma necessidade do sistema capitalista se deu a Reestruturação Produtiva, a qual procurou outras maneiras de exploração e consumo para continuar se ascendendo. Os trabalhadores continuam sendo explorados pela maquina capitalista. A reestruturação apenas camuflou uma realidade que, até então, se expunha um pouco mais, contrariando o desejo de Antunes (2000), o qual diz que tal reestruturação deveria acabar com esse modelo de subordinação de trabalho.

  18. Débora Gervásio disse:

    Com o inicio na década de 70, a Reestruturação Produtiva se deu por necessidade do capitalismo, pode-se dizer que tal fenômeno foi uma forma de evolução e uma forma de que a essencia e atos do sistema capitalista continuasse a impregnar mais e mais. É importante citar que tal crescimento de dominação e degradação da classe dominada se deu ainda mais com o crescimento da Revolução Tecnologica.

  19. Luana Dias disse:

    A Reestruturação Produtiva começou a partir dos anos 70, sendo uma necessidade do sistema capitalista, que até o presente momento estava em crise, assim necessitava da exploração e do consumo para sair da crise e se desenvolver. Surgiram nessa época o Toytismo e o Fordismo, modelos de exploração de trabalhadores com salários baixos e grandes lucros para os donos da indústria, como também redução ao máximo de matéria prima e custos de produção, os trabalhadores precisam muitas vezes fazer jornadas duplas e como o trabalho passa a ser terceirizado os trabalhadores não se unem para defender seus direitos.

  20. Michele Saçaki disse:

    A Reestruturação Produtiva, que aconteceu em meados dos anos 70, devido à uma crise do Sistema Capitalista, acometeu todas as dimensões da sociedade, principalmente a classe trabalhadora (com o aumento do desemprego e da exploração – Fordismo, Toyotismo), pois, conforme Mészáros (2002, p. 800), “ o capital não pode ter outro objetivo que não sua própria auto-reprodução, à qual tudo, da natureza a todas as necessidades e aspirações humanas, deve se subordinar absolutamente”. Diante da gravidade dessa afirmativa, e antes que nada mais possa ser feito para salvar a humanidade de seus efeitos, seria necessário que ocorresse urgentemente a superação do capital.
    Para Antunes (2000, p. 246), o movimento dos trabalhadores devem caminhar “na direção de um desenho societal estruturado a partir da perspectiva do trabalho emancipado e contrário ao capital, com sua nefasta divisão social e hierárquica do trabalho”.

  21. Crislei Mayara disse:

    A Reestruturação Produtiva instaurou-se por volta da década de 70, e ocorreu em detrimento da crise do capital, que vendo seu crescimento recuar, procurou diferentes formas de se restabelecer. Essas novas maneiras de exploração ganharam o nome de Taylorismo, e mais adiante outra com o nome de Fordismo. E estas deixaram seus traços arraigados no sistema capitalista até os dias de hoje. Para Antunes (2000) a reestruturação deveria romper com esse modelo de subordinação de trabalho. Enquanto Mészáros (2002) aponta que reestruturação implicou na precarização das condições de trabalho.

  22. Lilian Prado disse:

    Para o filósofo húngaro István Mészáros, o qual empreendeu uma crítica ao capital em sua magistral obra “Para além do capital”, a crise estrutural do capital não atingiu só a esfera socioeconômica, mas também todas as dimensões da sociedade, já que “ o capital não pode ter outro objetivo que não sua própria auto-reprodução, à qual tudo, da natureza a todas as necessidades e aspirações humanas, deve se subordinar absolutamente”(MÉSZÁROS, 2002, p. 800).
    Só no capitalismo, em sua maturidade, é que há o domínio absoluto do capital, “o capitalismo é uma das formas possíveis de realização do capital, uma de suas variantes históricas, como ocorre na fase caracterizada pela subsunção real do trabalho ao capital” (ANTUNES apud MÉSZÁROS, 2002, p.16). No capitalismo, o valor de uso (para atendimento das necessidades humanas) é suplantado pelo valor de troca (mercadoria a ser vendida), a produção é destinada para o lucro e a força de trabalho é considerada uma mercadoria.

  23. Débora Boulos disse:

    As dimensões da Reestruturação Produtiva são a do capital, a do trabalho e a do estado, sendo a do capital considerada pela ótica da utilização decrescente do valor de uso das coisas, uma vez subordinado ao valor de troca; a do trabalho, pela eliminação do trabalho assalariado e alienado, fruto da exploração desmedida instalada pela lógica do capital; e a do estado, pela necessidade de criação de um sistema social estruturado integralmente livre do capital e de suas formas de determinação dentro da sociedade.

  24. Natália Ferreira disse:

    Concomitante com as transformações econômicas e sociais as empresas capitalistas visando o acúmulo de capital se aperfeiçoaram por intermédio da utilização das novas tecnologias de modo, a expandir o seu mercado consumidor e garantir consistência para competir globalmente. Partindo deste pressuposto, evidencia a necessidade de se reestruturarem a fim de alcançarem os seus objetivos. Um exemplo nítido da reestruturação produtiva volta-se para o modelo de produção denominado Toyotista que posteriormente foi incrementado a outros aspectos organizacionais dando origem ao Fordismo. De acordo com Antunes (2000) a consequência desse processo volta-se para o enfraquecimento da classe trabalhadora. Contudo para Mészáros (2002) os efeitos atingem a sociedade e a natureza, além de intensificar o desemprego e fragilizar o trabalho.

  25. Aline Naliati disse:

    Na década de 70 houve uma crise nos sistema de produção do Taylorismo e do Fordismo. A Reestruturação Produtiva ocorreu por uma necessidade do sistema capitalista, que estava em crise, achar outra maneira de exploração e de consumo para que o crescimento não cessasse. Reinventou uma nova força de trabalho que rapidamente tomou dimensão mundial. Com isso, surgiu a terceirização do trabalho e uma exploração maior do trabalhador. Esse processo de produção visa maiores lucros com menores custos. Para Antunes (2000) a reestruturação deveria romper com esse modelo de subordinação de trabalho. Já Mészáros (2002), afirma que reestruturação implicou na precarização das condições de trabalho.

  26. Daiana disse:

    Após a crise no sistema capitalista na década de 70, que causou queda da taxa de lucro do capital e desemprego, surgiu a Reestruturação Produtiva, no qual foram necessárias novas alternativas para que o sistema capitalista continuasse em crescimento. Para Antunes (2000)
    A forma de manter seus pilares seria reestruturar o padrão produtivo estruturado sobre o taylorismo e fordismo. De acordo com Mészáros (2002) a reestruturação resultou na precarização das condições trabalhistas e por consequência, também sociais.

  27. Juliane Marigo de Lima disse:

    A Reestruturação Produtiva ocorreu em meados dos anos 70, surgiu como uma necessidade do próprio sistema capitalista. Novas maneiras de exploração e consumo foram criadas, mas a reestruturação não suscitou a mudança do modelo vigente de subordinação do trabalhador, como sugere Antunes (2000). Mészáros (2002) diz que a reestruturação implicou na precarização das condições de trabalho. Os trabalhadores continuaram a serem explorados, realizando jornadas duplas e vivendo em condições precárias.

  28. Gabriella Bonil disse:

    A Reestruturação Produtiva aconteceu devido a uma crise, nos anos 70, do sistema capitalista que procurou outras formas de exploração e consumo para continuar seu crescimento. Essa nova estruturação produtiva dá ênfase na qualidade total das mercadorias, descentraliza a produção através da terceirização, entre outras coisas. Segundo Mészáros (2002) essa Reestruturação Produtiva precarizou as condições de trabalho, a vida das pessoa e a organização dos trabalhadores. Já Antunes (2000) afirma que com a Reestruturação Produtivas, os trabalhadores acabaram por buscar outras formas de trabalhos, sendo eles, informais.

  29. Michelle Silvestre disse:

    Após a crise do capital a reestruturação produtiva era a maneira de renovar os modelos de trabalho para que o capitalismo continuasse vivo. Para
    Antunes ( 2000, p.36) em relação a essa crise do Capital:
    A forma de manter seus pilares, para as forças da Ordem, seria reestruturar o padrão produtivo estruturado sobre o binômio taylorismo e fordismo, procurando, desse modo, repor os patamares de acumulação existentes no período anterior,, utilizando-se de novos e velhos mecanismos de acumulação.” Mas para Mészáros (2002) os efeitos atingem a sociedade e a natureza, além de intensificar o desemprego e fragilizar o trabalho.

  30. Marina T. disse:

    A Reestruturação Produtiva aconteceu nos anos 70 por uma necessidade do sistema capitalista, que estava em crise, achar outra maneira de exploração para que o crescimento não parasse. Essas novas maneiras de exploração ganharam o nome de Taylorismo, e mais adiante outra com o nome de Fordismo e até hoje podemos notar suas consequências. Para
    Antunes ( 2000, p.36) em relação a essa crise do Capital: “ A forma de manter seus pilares, para as forças da Ordem, seria reestruturar o padrão produtivo estruturado sobre o binômio taylorismo e fordismo, procurando, desse modo, repor os patamares de acumulação existentes no período anterior, utilizando-se de novos e velhos mecanismos de acumulação.” Enquanto Mészáros (2002) aponta que reestruturação implicou na precarização das condições de trabalho.

  31. Muriele Zaneboni disse:

    Devido à crise do sistema capitalista, na década de 70, houve a necessidade de uma Reestruturação Produtiva, surgindo o Fordismo e Taylorismo. Esses modelos aumentaram as produções, mas fragmentaram o trabalho dos operários, além de precarizar as condições de trabalho. Com isso, o capitalismo se beneficiou, explorando ainda mais o trabalhador.

  32. Pollyana disse:

    Sistemas em crise requerem mudanças para que haja superação. como o capitalismo na década de 1970 não foi diferente. diante da crise, a solução encontrada rumo à superação foi encontrar novas formas de exploração do trabalhador e novos mercados de consumo para vender seus produtos, daí a A Reestruturação Produtiva do capital, que rapidamente se espalhou. como consequência, temos a continuidade e at´pe mesmo o aumento da exploração do trabalhador, da fragmentação do trabalho e da subordinação do Homem a ele. trabalhos informais, terceirizados, com pouquíssimos ou sem direito nenhum, que custam pouco e dão muito lucro ao capitalista são exemplos claros, segundo Ricardo Antunes em sua entrevista.

  33. Karen Lima disse:

    Os anos 70 se inicia com a crise do capital , com isso ocorreu A Reestruturação Produtiva,onde l foram necessárias novas alternativas para que o sistema capitalista continuasse em crescimento.Segundo Antunes (2000) a reestruturação deveria romper com o modelo de subordinação de trabalho. E nquanto para Mészáros (2002) reestruturação implicou na precarização das condições de trabalho.

  34. Emanuelle Zanchetta Borges disse:

    A Reestruturação Produtiva se deu por uma necessidade do sistema capitalista, que em crise, procurou outras formas de exploração e consumo para continuar seu crescimento como o Taylorismo/Fordismo e o Toyotismo. Os trabalhadores continuam sendo explorados e massacrados pelo capitalismo mas com maior sutileza. A reestruturação apenas disfarçou uma realidade que antes se expunha de maneira mais clara e aparou as arestas da produção capitalista que estava desajustada.

  35. Mayara Rocha disse:

    A sociedade de consumo, por volta dos anos 70 entra em crise. A crise se encontra no momento em que se produz muitas mercadorias, mas as pessoas não tem dinheiro para comprar, acontecendo o esgotamento na produção.
    Com a crise muitos países mudam para o socialismo, mas os capitalistas para não perderem espaço instituem o “Estado de Bem Estar Social”, onde se garantia muitas coisas aos trabalhadores, salários, se produziam bastante, etc.
    As dimensões da crise estrutural do capital se dão por meio do Taylorismo, Fordismo e Toyotismo. No modelo do Fordismo só se produzia, independente da demanda. No Tayotismo os pedidos tinham que ser supridos o mais rápido possível.
    Em 1989, com a crise socialista e o declínio do sistema, como a crise socialista ascende novamente e não é mais necessário zelar desse trabalhador começa a reestruturação produtiva, que envolve todos os setores sociais e econômicos, começando o neoliberalismo.
    A Reestruturação Produtiva e seus impactos sobre a sociedade se deu por meio do Neoliberalismo, da “Terceira Via”, com a figura da Margareth Thatcher, e a implantação do neoliberalismo, reduzindo as empresas estatais e expandindo o setor de serviços privados. As formas mais estáveis de emprego, como a carteira assinada, foram substituídas por formas mais flexíveis, terceirizadas, havendo a desregulação do trabalho, desemprego maciço, a implantação de formas legislativas entre o capital e o trabalho.

  36. Sônia Haruko Ito disse:

    O Capital controla nossas vidas de modo abrangente: social, político, cultural e econômico.
    Segundo Adam Smith, o mercado é a “mão invisível” que controla tudo e, Mészáros completa, o Estado tem importante papel: ele provê o sistema capitalista através de suas políticas.
    Para Marx, o regime capitalista é despótico e autoritário: o poder do Capital, a lógica do Capital e as imposições objetivas do Capital estão sendo representadas na reestruturação produtiva que acontece a nível mundial.
    Segundo Mészáros por conta disto, haverá uma autodestruição da sociedade. As consequências imediatas que podemos perceber são a precarização do trabalho e o desemprego. O Capital têm seus números e dados maquiados, falsificados, com o discurso da aparente modernização e desenvolvimento.
    Ricardo Antunes analisa as mudanças no sistema de trabalho brasileiro e aponta para a exploração e intensificação do trabalho, a precariedade de condições a que somos submetidos, agravados a partir dos anos 70. Diz que vivemos agora o “trabalho flexível” resultado da reestruturação produtiva: a terceirização, as competências, a empregabilidade e o deslocamento das empresas. O reflexo mais intenso é a terceirização com a consequente desregulamentação do trabalho.
    A Educação sofre, através das políticas implementadas, as consequências dessa ideologia e as Universidades não foram poupadas.
    Tudo visando transformar também o subjetivo das pessoas para manutenção do Capital.

  37. Patricia C. Zarpelon disse:

    Nos anos 70, o capitalismo está em crise por conta do uso desenfreado dos meios de produção, ou seja, há um grande excedente com relação ao que se produzia,e poucas pessoas com dinheiro que compravam.
    Com essa crise, muitos países mudam para o socialismo, e o sistema vigente com medo de perder para a oposição, institui o Estado de Bem estar social, que “garante aos trabalhadores seus direitos trabalhistas”, ou seja, esta implementação pode ser entendida como uma política de contenção e de controle com relação aos operários, uma vez que são oferecidos direitos aos trabalhadores,eles não tem direito nenhum de fazer uma greve, por exemplo.
    No ano de 1989, a crise atinge o socialismo, que por sua vez, ascende o capitalismo novamente.Nesse caso, não é necessário “zelar por esse trabalhador”, instaurando-se então, a restruturação produtiva, que envolve os setores sociais e econômicos.
    Por sua vez, instaura-se também o Neoliberalismo, que divide com o Estado as responsabilidades. Há em grande maioria a privatização das empresas.O Neoliberalismo pode ser descrito e compreendido por alguns autores como a Terceira Via, e nesse caso, não ha mais excedente na produção, só se produz conforme a demanda de vendas.

  38. thaila de oliveira disse:

    a reestruturação produtiva tem inicio na década de 70, com a derrocada do sistema socialista que até então estava em crescente propagação mundo a fora desde 1929 com a crise capitalista.
    a terceira via, como ficou conhecida esse processo, é o sistema no qual vivemos hoje (neoliberalismo) que causa impactos tanto nos meios produtivos com a organização produtiva baseando-se no lucro e exploração trabalhista, quanto na organização hierárquica da sociedade em que os direitos são vistos como favores.
    outro local altamente influenciado pela reestruturação produtiva é a escola, que na busca por manter as classes torna-se hegemônica e coerciva, pautada na meritocracia individualizando o sujeito em detrimento da solidariedade

  39. Elisa Pavani de Oliveira disse:

    Em decorrência da crise do capitalismo da década de 70, outras maneiras de exploração e produção como, por exemplo, o toyotismo, o fordismo e o taylorismo foram colocadas em prática, buscando “disfarçar” a realidade que já existia anteriormente à crise já que o trabalhador continua sendo explorado.

  40. Carla Cristina Gomes Nogueira disse:

    A Reestruturação Produtiva aconteceu por conta da crise do sistema capitalista nos anos 70, já que a produção nas fábricas era desregrada, assim produzindo e estocando muitos produtos e correndo riscos de perdê-los, já que não havia tanta procura quanto o estoque. As empresas adaptavam-se, então, ao enxugamento da produção, à introdução de maquinários, à “japonização” e ao toyotismo e à acumulação flexível. A forma de trabalho e o ser do trabalhador herdadas do fordismo são substituídas pelas formas de trabalho flexibilizadas , terceirizadas, o que resultou num mundo de trabalho totalmente desregulamentado, aponta Antunes (2000). Nessa nova estruturação produtiva a força sindical é expulsa das empresas, devido ao risco da perda do emprego, levando o trabalhador a não aderir a greves com medo de ficar desempregado. O Neoliberalismo, chamado também de Terceira Via, é instaurado privatizando muitas empresas estatais e causando em virtude da reestruturação produtiva, o aparecimento de muitos operários trabalhando como semi ou autônomos, no trabalho manual/artesanal, entre outras formas de trabalho informal. Atualmente vivemos esse modelo em que são privilegiados conceitos como o individualismo, a competição, a exploração do trabalhador e a meritocracia, ou seja, “culpabilização” pelo seu fracasso ou sucesso, independentemente da influência da sociedade e do modo de produção vigente.

  41. Deise Scardelato disse:

    Reestruturação produtiva refere-se aos sucessivos processos de transformação nas empresas e indústrias, caracterizados pela desregulamentação e flexibilização do trabalho, fruto da Acumulação Flexível e das novas tecnologias da Terceira Revolução Industrial.Ela emergiu a partir da década de 1970, em função da grande crise do capitalismo e da derrocada do paradigma fordismo/taylorismo em meio ao processo de produção e acumulação industrial. O trabalho especializado, marcado pela alienação da complexidade da linha fabril e pela repetição de uma mesma função pelo trabalhador, foi substituído pela flexibilização das funções: o empregado passava a ser deslocado em seu posto conforme as necessidades da empresa, chegando a realizar diversas tarefas ao mesmo tempo. Além disso, a produção passou a se concentrar a partir da demanda do mercado, não mais existindo a acumulação de bens e produtos industrializados.

  42. Rafaela disse:

    A reestruturação produtiva é uma nova maneira de exploração globalizado do sistema capitalista. Um exemplo de trabalhados explorados é os trabalhadores terceirizados e informais, onde nem eles nem ninguém lutam para melhores condições de trabalho. Com a reestruturação esse problema foi mascarado, mas continua na sociedade.

  43. Ana Beatriz Galbin Gomes disse:

    A Reestruturação Produtiva é resultado da crise do capital. Com essa reestruturação surgem novas formas de produção como o Fordismo e o Toyotismo, como forma de manter o capistalismo vigente, porém segundo Meszarus essa reestruturação precariza as condições de trabalho e os trabalhadores continuam sendo explorados.

  44. Fabiano da Silva Costa disse:

    Apesar das diversas crises, nao ha um enfraquecimento do capitalismo, ao contrario , ocorrem as reestruturacoes do modo de produção, seja nas terceirizações, nas iimplementações tecnologicas, nas flexibilizações trabalhistas. O enxugamento da produção é sempre um sinal de que alguma adequação está sendo feita, além do mais tempos o aumento do exército de reserva para frear o aumento salarial. As grandes reestruturações do trabalho tiveram como consequencia a criação do Fordismo, taylorismo e toyotismo, como forma de adaptar a produção ao ritmo e necessidades capitalistas, sempre comprometendo a condição do trabalhador.

  45. Gleicer Correia disse:

    Conforme aponta Ricardo Antunes (2009, p.22) em seu texto “Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho” a fase de reestruturação produtiva tem como traços constitutivos: “Desemprego em dimensão estrutural, precarização do trabalho de modo ampliado e destruição da natureza em escala globalizada”. Logo, percebe-se que essa resposta à crise estrutural atinge não só o campo econômico e do trabalho como também, engloba aspectos relativos ao meio ambiente. E, ainda segundo o autor, quanto mais há aumento da competitividade e concorrência inter-capitais mais “nefastas são suas conseqüências”.

  46. Elisa Rincon disse:

    Com a crise do capital surgiu a necessidade de uma reestruturação produtiva como forma de reafirmação do sistema, fazendo com que os trabalhadores fossem cada vez mais massacrados, o que acontece até os dias atuais. Essa reestruturação faz surgir novas formas de produção como o Taylorismo, Fordismo e Toyotismo, fazendo com que se aumentasse a produção e se desvalorizasse cada vez mais o trabalhador menosprezando seus direitos.

  47. Mariana disse:

    Com a crise do capital, que se inicia nos anos 70, ocorreu a reestruturação produtiva. Nela pensava-se em novas formas de exploração e de consumo para que o crescimento não cessasse. MESZAROS (2002) afirma que as dimensões da reestruturação produtiva altera as relações de trabalho, deteriorando-as. Já para Antunes (2000) essa reestruturação deveria acabar com esse modelo de subordinação de trabalho.

  48. Annelize dos Santos Martins disse:

    A Reestruturação Produtiva, aconteceu por uma crise do Capital no sistema capitalista em meados da década de 70.
    As dimensões da Reestruturação Produtiva atingiu duramente a classe trabalhadora, no aumento de sua exploração e do aumento do desemprego, que se tornou crônico, através de mecanismos e inovações, tanto na área da produção, como na área de gestão produtiva, além dos processos de terceirização, relocalização de indústrias, entre outros.
    Essa reestruturação produtiva, cooperou para que existisse os modelos de produção denominados de toyotismo e fordismo, o trabalho se tornou terceirizado. Os trabalhadores eram explorados e desvalorizados, trabalhavam mais para ganhar menos.

  49. Annelize dos Santos Martins disse:

    A Reestruturação Produtiva, começou com uma crise do Capital no sistema capitalista em meados da década de 70.
    As dimensões da Reestruturação Produtiva atingiu duramente a classe trabalhadora, no aumento de sua exploração e do aumento do desemprego, que se tornou crônico, através de mecanismos e inovações, tanto na área da produção, como na área de gestão produtiva, além dos processos de terceirização, relocalização de indústrias, entre outros.
    Essa reestruturação produtiva, cooperou para que existisse os modelos de produção denominados de toyotismo e fordismo, o trabalho se tornou terceirizado. Os trabalhadores eram explorados e desvalorizados, trabalhavam mais para ganhar menos.

  50. Viviane Borges disse:

    Em meados da década de 70 houve uma crise do capital no sistema capitalista o que resultou na reestruturação produtiva, e com isso se fez essencial pensar uma nova forma de manter as características mais acentuadas do capitalismo como o crescimento da produção, o consumo e a exploração.
    “A Ordem de reestruturar o padrão produtivo estruturado sobre o binômio taylorismo e fordismo, procurando, desse modo, repor os patamares de acumulação existentes no período anterior, especialmente no pós-45, utilizando-se, de novos e velhos mecanismos de acumulação.”(ANTUNES. pg.36).
    Esses novos modelos Toyotismo e o Fordismo surgem para regular o capital da crise com desígnio de manter os princípios do capital.

  51. Poliana Billar Elios Aniceto disse:

    A Reestruturação produtiva se sucedeu em resposta a crise estrutural do capital ocorrida a partir dos anos 70 , com a finalidade de recuperar os patamares de expansão capitalista anterior.
    Esse processo de reestruturação da produção acirrou a competição intercapitalista , tendo como consequências a ampliação da precarização do trabalho humano e a maior destruição da natureza .

  52. João Theodoro disse:

    A Reestruturação Produtiva é algo esperado diante um sistema capitalista que em tempos em tempos instala-se uma crise na qual a produção cai e para de gerar capital para o mercado. Nesta situação podemos analisar as diversas reestruturações que estudamos como o Fordismo, Taylorismo e Toyotismo que em suma objetivou-se, a partir da década de 70, para a volta do trabalho de produção em massa e o retorno da produtividade necessária para a manutenção do sistema com algumas modificações nos ambientes de trabalho. Essas reestruturações vem acontecendo em diversas fases em que se identifica uma crise no capital mas que em geral surgem das precarizações das condições não só dos trabalhadores mas que a sociedade em geral é submetida num sistema que somente impõe seus interesses de uma maneira hierárquica de classes e de caráter autoritário.

  53. Luciana Brito disse:

    Quais as dimensões da Reestruturação Produtiva ante a crise estrutural do capital?

    Para Meszáros (19956) “O sistema de metabolismo social do capital nasceu como resultado da divisão social que operou a subordinação estrutural do trabalho ao capital” (p.19).
    Segundo Ricardo Antunes, como resposta à crise estrutural do capital “iniciou-se um processo de organização do capital e de seu sistema ideológico e político de dominação, cujos contornos mais evidentes foram o advento do neoliberalismo, com a privatização do Estado, a desregulamentação dos direitos do trabalho e a desmontagem do setor produtivo estatal, da qual a era Thatcher-Reagan foi expressão mais forte; a isso se seguiu também um intenso processo de reestruturação da produção e do trabalho, com vistas a dotar o capital do instrumental necessário para tentar repor os patamares de expansão anteriores”(p.31). ” Uma vez encerrado o ciclo do pós-guerra, presenciou-se, então, a completa desregulamentação dos capitais produtivos transnacionais, além de forte expansão e liberalização dos capitais financeiros. As novas técnicas de gerenciamento da força de trabalho, somadas à liberação comercial e às novas formas de domínio técnico-científico, acentuaram o caráter centralizador, discriminador e destrutivo desse processo [...]” (p.32). “Quanto mais aumentam a competitividade e a concorrência inter-capitais, mais nefastas são suas consequências, das quais duas são particularmente graves: a destruição e/ou precarização, sem paralelos em toda a era moderna, da força humana que trabalha e a degradação crescente do meio ambiente, na relação metabólica entre homem, tecnologia e natureza, conduzida pela lógica societal voltada prioritariamente para a produção de mercadorias e para o processo de valorização do capital. [...] Desemprego em dimensão estrutural, precarização do trabalho de modo ampliado e destruição da natureza em escala globalizada tornaram-se traços constitutivos dessa fase de reestruturação produtiva do capital” (p.34).

  54. Eliane Rosa Policarpo disse:

    Segundo Mészáros,o capital é um modo abrangente de controlar nossa vida,ele tem uma grande falha histórica,metade da população não reproduz suas condições de existência,para isso,deve-se regulamentar a força de trabalho e o grande elemento dessa regulamentação é a política.
    Para ele o alvo da transformação só pode estar além do capital.
    Ricardo Antunes afirma que a reestruturação levou muitos trabalhadores a buscar outros meios de trabalho(a informalidade).

  55. Valéria Paes disse:

    Com a crise do capital surgi a necessidade de uma reestruturação produtiva, essa reestruturação fez surgir novas formas de produção como o Taylorismo, Fordismo e Toyotismo, fazendo com que os trabalhadores fossem cada vez mais desvalorizados, explorados e menosprezados seus direitos, o que acontece ainda nos dias atuais. Para o filósofo húngaro István Mészáros, o qual fez uma crítica ao capital em sua magistral obra “Para além do capital”, a crise estrutural do capital não atingiu só a esfera socioeconômica, mas também todas as dimensões da sociedade, ele ainda afirma que o capital surge antes da formação do capitalismo e que essa crise estrutural afeta todo o processo de reprodução do sistema de valores do capital afirmando que as instituições que contribuem para a reprodução dos valores burgueses como: a família, a igreja e as instituições de educação também se encontram em crise.

  56. Patrícia Santos disse:

    A crise dos anos 70 foi “sanada” com a instituição do fordismo e taylorismo, que adequaram a produção e o mercado em crise às orientações capitalistas, provocando uma alienação ainda maior nos trabalhadores, explorados e vilipendiados na sua força de trabalho. O que se viu foi apenas uma reestruturação do sistema, sem mudanças significativas na base de todo o processo. O “Estado do bem estar social” implantado na época apenas mascarou essa exploração através de supostos “benefícios” aos trabalhadores. Já a reestruturação produtiva do Neoliberalismo, implantado a partir de 1998, divide a responsabilidade social entre as esferas governamentais, trazendo novas formas de exploração do trabalhador, baseadas nos valores da meritocracia e do individualismo exacerbado.

  57. Edinaldo Nascimento disse:

    A crise capitalista dos anos de 1970 gerou uma reestruturação no processo de produção, instalados como forma de reconstituição do capital, o fordismo, taylorismo e o toyotismo surgem objetivando a estabilização da produção e seguimento do crescimento. Segundo Mezáros, as novas estruturas de produção proporcionaram a exploração do homem no trabalho ao mesmo tempo em que produziu a flexibilização do trabalho e, consequentemente, a precarização das condições trabalhistas.

  58. ANGELA M. DAVANZO disse:

    As dimensões da Reestruturação Produtiva ante a crise estrutural do capital, na perspectiva de uma mudança estrutural da sociedade, entre as relações sociais de produção baseadas na propriedade privada dos meios de produção e na exploração do trabalhador, distintamente interpelam por meio da educação sua contribuição para a formação integral do ser humano, acabando-se com a unilateralidade na formação dos indivíduos, a qual é inerente à sociabilidade onde sobressai a divisão do trabalho.
    O acesso à educação tem sua importância, diga-se fundamental, na vida do homem, embora o fato de vivermos sob a divisão do trabalho, em uma sociedade submetida às relações alienadas e alienantes, inclina-se ao modelo de educação que forma para a submissão a essas relações, formando indivíduos unilaterais, competitivos e altruístas, sendo que, mesmo que se tenha acesso às noções críticas educativas, isso não se alternará, pelo fato de que, a sociedade só permanece entorno de relações que dessecam o homem.
    Resumindo, as relações reprodutivas presentes na nossa realidade estão fixadas historicamente com base na personificação das coisas e reificação das
    pessoas.

  59. Aruana Menegasso disse:

    Durante a crise do Taylorismo e do Fordismo que se iniciou nos anos 70 a crise estrutural do capital se agravou. Dessa maneira, ocorrendo a reestruturação produtiva. A reestruturação produtiva fez com que muitos trabalhadores fossem prejudicados desenvolvendo assim o trabalho terceirizado, jornada dupla, precarização. Além, de prejudicar a subjetividade do trabalhador. Reinventar e precarizar o modo de trabalho humano era uma maneira de se pensar em novas formas de manutenção do capitalismo com o objetivo de superar a crise do capital.

  60. Marina Peixoto disse:

    Em meados da década de 70, por causa a crise do sistema capitalista, houve a necessidade da Reestruturação Produtiva. Nela era necessário no entanto, manter o sistema de consumismo. Com o surgimento do Taylorismo e do Fordismo, vieram os meios de manter esse sistema, com os princípios de exploração que fora questionado nas manifestações da década de 60, no entanto, de maneira mais “disfarçada”, por assim dizer, como a tentativa da diminuição de custo de produção, por meio da desvalorização dos trabalhadores, jornadas duplas, terceirização, trabalhos informais, além das inovações tecnológicas que substituem as intervenções humanas e a necessidade de adaptação para esse mercado de trabalho. Segundo Antunes (2000), a reestruturação Produtiva trouxe a terceirização e informalidade do trabalho. Para Mészáros (2002), essa causou mudanças sociais, precarizando ainda mais as condições de trabalho. Visa-se profissionais cada vez mais qualificados, com diversidade de competencias e habilidades mas mantendo a exploração e a depreciação desses.

  61. Geisinara Fernanda B. Dias disse:

    Em crise, o sistema capitalista procurou outras formas de exploração e consumo para elevar seu crescimento. Daí, portanto, surgiu a necessidade da Reestruturação Produtiva, a qual ocorreu em meados da década de 70, com a intenção de garantir a manutenção do sistema (consumo, exploração e crescimento da produção). No entanto, observa-se que não ocorre o enfraquecimento do capitalismo, e sim novas reestruturações do modo de produção. De acordo com Antunes (2000, p. 36), “embora a crise estrutural do capital tivesse determinações mais profundas, a resposta capitalista a essa crise procurou enfrentá-la tão somente na sua superfície, na sua dimensão fenomênica, isto é, reestruturá-la sem transformar os pilares essenciais do modo de produção capitalista. Tratava-se, então, para as forças da Ordem, de reestruturar o padrão produtivo estruturado sobre o binômio taylorismo e fordismo, procurando, desse modo, repor os patamares de acumulação existentes no período anterior, especialmente no pós-45, utilizando-se, como veremos de novos e velhos mecanismos de acumulação”. Constata-se que, destas grandes reestruturações do sistema capitalista surgiram o Fordismo, Taylorismo e Toyotismo, como forma de adaptar a produção ao ritmo e necessidades capitalistas, sempre comprometendo a condição do trabalhador. Os trabalhadores continuam sendo explorados e massacrados: os trabalhadores informais e os terceirizados são exemplos sutis dessa exploração. Para Mészáros (2002), a reestruturação produtiva implicou na precarização das condições de trabalho, na organização dos trabalhadores, isto é, para o autor, as dimensões da reestruturação produtiva se dá pela modificação da sociedade – transformações sociais.

  62. Amanda Amaral Perles disse:

    Com a crise do Capital no sistema capitalista nos anos 70, ocorre a Reestruturação Produtiva, esta que traz novas formas de produção para manter o sistema, como o binômio Taylorismo/Fordismo e o Toyotismo. Essas reestruturações não rompem com o modelo de trabalho subordinado (ANTUNES, 2000) e acabam por desencadear o trabalho em massa, que por consequência gera a precarização do trabalho, o aumento do desemprego, a desvalorização e exploração do trabalhador, desenvolvendo também o trabalho terceirizado.

  63. Bete disse:

    As dimensões reprodutivas diante da crise do capital foi amoldada ao meio, favorecendo, de certo modo, aos trabalhadores, do ponto de vista da organização de sindicatos para a defesa do trabalho e da criação de grupos. O Capitalismo integrou o que lhe causou a crise, o que lhe fortaleceu e que Mészaros (2002) chamou de “ordem sociometabólica”. De todas as causas contra o capitalismo e que originou sua crise, a única que não foi absorvida foi a ambiental, por ser considerada uma questão única e isolada. A reestruturação produtiva renovou os modelos de trabalho e o capital tornou-se mais forte, mesmo com mudanças no mundo do trabalho, como a terceirização e a informalidade.

  64. Raiza Oliveira disse:

    A Reestruturação produtiva no sistema capitalista ocorre devido a necessidade de elevar seu crescimento, por meio da exploração e do consumo, ela tornou ainda mais precária a situação do trabalhador, gerando o desemprego e aumentando a desvalorização e a exploração. A crise, impulsionou esse crescimento e com ele todos os efeitos nocivos as sociedades capitalistas e à humanidade em geral. Dessa forma, o capitalismo se tornou mais forte, o consumo cada dia mais enraizado no subconsciente da sociedade, a divisão entre o homem, seu trabalho e o fruto de seu trabalho ainda mais nítida e vista como natural e inalterável. Os trabalhadores se submetem ao processos de trabalho capitalistas e vendem por muito pouco sua força de trabalho, de modo a manter o sistema, sem perceber o quanto estão sendo explorados, isso gera consequências em toda a sociedade, sem contar a destruição dos ambientes e recursos naturais, tudo em prol do desenvolvimento e da superação da crise estrutural capitalista.

  65. Daniela C Negrini disse:

    Para o filósofo húngaro István Mészáros, o qual empreendeu uma crítica ao capital em sua magistral obra “Para além do capital”, segundo ele, a crise estrutural do capital não atingiu só a esfera socioeconômica, mas também todas as dimensões da sociedade. Sob o sistema capitalista, o mercado passa a estruturar o nexo produtivo e reprodutivo-social.
    A crise do sistema do capital tem um caráter estrutural e neste sentido, não se trata de renovar e adaptar as antigas estratégias de luta contra a desigualdade e a miséria, nos espectros desfavorável, supostamente em consequência às ações global da humanidade. Visto que, a ordem social sócio metabólico do capitalismo tornou-se um sistema social sustentável, frente às suas incapacidades de instituir os princípios positivos de um desenvolvimento amplamente conduzidos por critérios subjetivos, cegamente opostos à perseguição da elevação do capital.
    Pois o trabalho humano torna-se o intercâmbio orgânico permeados à natureza e mediados pela consciência, técnica e social. Tal mediação construída pela forma social distinta do mundo natural propriamente dito.
    Uma vez que o sistema do capital não funciona como um sistema de produção cuja tônica não está na distribuição de riqueza, mas sim, na concentração de riqueza. Já que as fagulhas de todo esse processo apontam fortemente em todos os vãos da sociedade, principalmente no tocante a formação do homem sapiens no mundo contemporâneo, frente a educação a ele imposto.
    Através do processo produtivo, os homens produzem as próprias condições de sua existência. A história seria então o resultado das lutas contínuas entre os interesses das diferentes classes sociais. Esse conflito só apareceria com a instalação da sociedade comunista, concebida como igualitária e justa. Nela, o Estado é abolido, não há divisão social nem exploração do trabalho humano e cada indivíduo recebe recompensas de acordo com sua capacidade e necessidade.
    Segundo o marxismo, o capitalismo é um sistema no qual a burguesia concentra o capital e os meios de produção (instalações, máquinas e matérias-primas), e explora o trabalho do proletariado, mantendo-o numa situação de pobreza e alienação. Por estar baseado nessa característica contraditória, a de explorar o seu próprio alicerce – a classe trabalhadora-, o sistema prepara o caminho para a sua própria destruição.

  66. Mariana Santini Arroyo disse:

    A reestruturação produtiva se tornou necessária para o sistema capitalista após sua crise na década de 70, porém o objetivo era reestruturar superficialmente, para que se mantivesse a base do sistema, ou seja, os meios de produção, o consumo e a exploração dos trabalhadores. Por esse motivo, tal reestruturação resultou em uma maior exploração e desvalorização dos trabalhadores, terceirização, jornada dupla e desemprego em massa. O capitalismo mascara a realidade, fazendo com que os trabalhadores se conformem e alienem a situação, “vendendo-se” por muito pouco e consumindo cada vez mais, desse modo, fez com que o sistema superasse a crise e se mantivesse no poder.

  67. Maria Rodrigues disse:

    Considerando o livro Para Além do Capital de MESZAROS (2002), na visão do autor o sistema capitalista concedeu ganhos que na realidade resultaram em vantagem produtiva para o próprio capital e não o contrário.
    Ele denomina esse processo como a ordem sociometabólica, ou seja, quando se pensa que os obstáculos são superados, na verdade , eles são assimilados e integrados ao sistema.

  68. Jorgeana disse:

    1. A necessidade de uma reestruturação produtiva, se dá com a crise do capital. Surge então essa reestruturação com novas formas de produção como o Taylorismo, Fordismo e Toyotismo, transformando os trabalhadores em escravos e vez mais desvalorizados, explorados e menosprezados. Para István Mészáros, o qual fez uma crítica ao capital em sua magistral obra “Para além do capital”, a crise estrutural do capital não atingiu só a esfera socioeconômica, mas também todas as dimensões da sociedade, ele ainda afirma que o capital surge antes da formação do capitalismo e que essa crise estrutural afeta todo o processo de reprodução do sistema de valores do capital afirmando que as instituições que contribuem para a reprodução dos valores burgueses como: a família, a igreja e as instituições de educação também se encontram em crise.

  69. Silmara Comino disse:

    A Reestruturação Produtiva começou a partir dos anos 70.As empresas adaptavam-se, então, ao enxugamento da produção, essas novas maneiras de exploração ganharam o nome de Taylorismo, e mais adiante outra com o nome de Fordismo. E estas deixaram seus traços arraigados no sistema capitalista até os dias de hoje.Os trabalhadores eram explorados e desvalorizados, tendo que fazer jornadas duplas para uma maior produção com menor custo, ou seja, os salários eram bem menores.
    Por sua vez, instaura-se também o Neoliberalismo, que divide com o Estado as responsabilidades. Há em grande maioria a privatização das empresas.O Neoliberalismo pode ser descrito e compreendido por alguns autores como a Terceira Via, e nesse caso, não ha mais excedente na produção, só se produz conforme a demanda de vendas.

  70. Danny Lima disse:

    Com a crise estrutural do capital, as dimensões da Reestruturação Produtiva deveriam romper com o modelo antigo de trabalho, através de uma atualização histórica da alternativa da ofensiva socialista. Isto foi necessário, pois com a crise na década de 70 precisou elevar o seu crescimento, com a exploração do consumo. O objetivo era reestrutura superficialmente, mantendo a base do sistema Capitalista. Os trabalhadores continuariam a serem explorados. As novas formas de produção foram o Taylorismo/Fordismo e o Toyotismo.

  71. Veridiana Santana de Oliveira disse:

    Com a necessidade da reestruturação produtiva surge as novas formas de produção como o Fordismo e o Taylorismo modificando a forma de se organizar a produção e a maneira de pensar do trabalhador tendo origem a alienação de massa trabalhadora. Neste processo a desvalorização do trabalhador e do individuo, lutas de classes e desigualdade social aparecem como resultado desta forma de reorganização econômica.

  72. Beatriz Stefanie da Silva disse:

    No início dos anos 70 houve a reestruturação produtiva, que surgiu como uma necessidade do sistema capitalista. Foram criadas novas maneiras de exploração e consumo ao trabalhador, como por exemplo, o Fordsimo, Taylorismo, e o Toytismo. Segundo Mészáros (2002) diz que a reestruturação implicou na precarização das condições de trabalho. Os trabalhadores continuaram a serem explorados, realizando jornadas duplas e vivendo em condições precárias.
    Isso ocorreu para que houvesse uma maior produção com menor custo, com o objetivo de atingir maiores lucros e mais consumo.
    Segundo Antunes (2000) essa reestruturação prejudicou a subjetividade do trabalhador, assim as dimensões dessa reestruturação deveriam romper com esse modelo de subordinação de trabalho.
    Para Mészáros (2002) coloca que as dimensões da reestruturação produtiva se dá pela modificação da sociedade, tendo transformações sociais.

  73. Gisele Lopes disse:

    A Reestruturação Produtiva que ocorreu em meados dos anos 70, surgiu como uma necessidade do próprio sistema capitalista. Segundo Antunes (2000), novas maneiras de exploração e consumo foram criadas, mas a reestruturação não suscitou a mudança do modelo vigente de subordinação do trabalhador. Mészáros (2002) diz que a reestruturação implicou na precarização das condições de trabalho. Os trabalhadores continuaram a serem explorados, realizando jornadas duplas e vivendo em condições precárias. Ainda para Mészáros (2002) coloca que as dimensões da reestruturação produtiva se dá pela modificação da sociedade, tendo transformações sociais.

  74. Evaldo disse:

    Na realidade Mészáros faz uma crítica severa ao sistema capitalista mais precisamente à atuação da superestrutura em relação a infraestrutura e a coisificação do elo dessa cadeia ideológica que é o trabalhador no sentido literal da palavra. Outro ponto destacado pelo autor e por seu contemporâneo Ricardo Antunes é que apenas romper com o sistema capitalista por si só não basta, é necessário uma organização da sociedade que possa favorecer todos os organismos que a compõe através da retomada de uma consciência crítica acerca do consumismo exacerbado que impera atualmente.

  75. Angelica Camacho disse:

    A Reestruturação do capitalismo ocorreu nos anos 70, a partir da crise estrutural do capital. Dessa forma novas maneiras de exploração do trabalhador surgiram como o Taylorismo (caracterizado pela ênfase nas tarefas, objetivando o aumento da eficiência ao nível operacional) e o Fordismo (forma de racionalização da produção capitalista baseada em inovações técnicas e organizacionais que se articulam tendo em vista, de um lado a produção em massa e, do outro, o consumo em massa). Esses modelos estão presentes no Sistema Capitalista, na alienação do trabalhador até os dias de hoje.

  76. Thais Leite de Melo Rodrigues disse:

    Particularmente na década de 1970 o mundo passou a presenciar uma crise do sistema de produção capitalista. Mas logo após um excelente período de acumulação de capitais, o auge do Fordismo e do Keynesisnismo das décadas de 1950 e 1960 o capital passou a dar indícios de estar entrando em um quadro crítico, através de alguns indícios, tais como: O esgotamento do padrão de acumulação taylorista/fordista; a tendência decrescente da taxa de lucro decorrente do excesso de produção, entre outros. Com a vinda dessa crise, impulsionou diversas transformações que afetaram de diversas formas a estrutura social, assim, o sistema capitalista buscou recuperar seu ciclo produtivo. Neste contexto o modelo de produção taylorista/fordista também mostrou-se em decadência.
    Assim, podemos afirmar que o sistema taylorista/fordista caracterizou-se pelo padrão de produção em massa e objetivou reduzir custos de produção e ampliar o mercado consumidor.Contudo, essa reestruturação capitalista pode caracterizar-se por aspectos como a globalização da economia, a utilização massiva das novas tecnologias nos sistemas produtivas, a reestruturação organizacional e a renovação das técnicas de administração das empresas incrementos fortes na produtividade do trabalho buscando níveis cada vez mais sofisticados da formação da força de trabalho.

  77. Hayanne Zahra disse:

    A Reestruturação Produtiva teve início juntamente com uma crise do Capital diante o sistema capitalista. Tal Reestruturação dirigiu-se diretamente a classe trabalhadora, havendo declínio no processo e áreas de produção, e interrompimento da produção do capital no/para mercado. Com isso, odemos fazer uma análise das diversas reestruturações, modelos de produção (Fordismo, Taylorismo e Toyotismo) objetivadas em meados da década de 70 para o retorno da produtividade para a manutenção do sistema com alterações nos locais de trabalho. O trabalho tornou-se terceirizado, e os trabalhadores trabalhavam por mais tempo para ganharem menos.

  78. Daniela Alves disse:

    A Reestruturação Produtiva que surge nos anos 70 por causa da crise no capital, busca uma ordem e transformam os trabalhadores em alienados no seu próprio trabalho “escravizado”, pois os direitos do trabalhador são precários e não ocorrem lutas para uma situação melhor, por isso a reestruturação surge para camuflar a exploração do capital.
    Para Antunes (2000) surge a ideia de Toyotismo e o Fordismo, que exploram os trabalhadores de forma barata e terceirizam o trabalho para obter mais lucros e gastar pouco, para esse autor poderia ter uma emancipação do trabalho se tivesse lutas, enquanto para Mészáros (2002) essa reestruturação acarreta mudanças sociais atuais sempre buscando um lucro para o capital. No capital tem sempre a compra e troca, é um longo processo histórico do organismo do ser social.
    A ideia de estoque zero é uma ideia trazida pela reestruturação, pois só produz se tiver demanda, pois o consumo só é valorizado se tem vendas do capital. Portanto, essa reestruturação é uma forma amenizada de mostrar como o trabalhador é explorado no seu próprio trabalho que garante sua sobrevivência precária.

  79. Andressa Parra disse:

    De acordo com a questão base “Quais as dimensões da Reestruturação Produtiva ante a crise estrutural do capital?” e segundo as aulas podemos entender que para MESZAROS (2002), essa estruturação que por sua vez se daria a atualização histórica da alternativa, como a ofensa socialista. Já de acordo com Antunes (2000), o autor se refere ao novo sistema, se referindo ao trabalho como uma forma de reestruturar o ser social e que o trabalho toma um novo sentido.
    As dimensões da reestruturação produtiva, ou seja, a crise estrutural do capital, ressalta as novas formas de exploração do trabalho conhecida como Taylorismo e Fordismo. Essa forma de exploração caracteriza nossa sociedade capitalista, pautada na alienação.
    Sucintamente entendemos que a reestruturação do se deu pelo fato do sistema capitalista encontrar-se em crise, e para não ter problemas em seu crescimento exacerbado buscou outras formas de sobrevivência, o que isso percorreu o mundo, mesmo assim os trabalhadores ainda continuaram sendo explorados pelo capitalismo, no entanto de uma outra maneira.

  80. Fernanda Janaina Leso disse:

    A reestruturação Produtiva se deu a partir dos anos 70, com a Revolução Tecnológica, como forma de dominação e acumulação do capital. Essa reestruturação é fruto da produção e distribuição em massa para o consumo, respaldada no taylorismo e fordismo que, devido a grande exploração trabalhadora gerou diversas crises entre o trabalho e o capital, formada pelos sistemas operários. Assim, surge o Capital flexível, que busca a informatização e gera a queda da mão de obra, além da queda dos direitos sociais. A grande expressão do capital flexível está na era Tatcher, que foi uma das primeiras a integrar este sistema ao seu regime político.

  81. Bruna Belluci disse:

    Foi a partir dos anos 70 que se iniciou a Reestruturação Produtiva devido a uma necessidade do Sistema Capitalista, que por estar em crise precisava de uma forma e exploração e consumo para se desenvolver. Surgem então o Fordismo ou Taylorismo e o Toyotismo que são modelos que exploram os trabalhadores com salários baixos e muito lucro aos donos das empresas, diminuição das matérias primas , diminuindo assim o custo de sua produção.Desencadeando o trabalho em massa, e por consequência as péssimas condições de trabalho, desvalorização, exploração, trabalho terceirizado e o aumento do desemprego.

  82. Denise Franciane disse:

    De acordo com as leituras realizadas podemos dizer que a partir dos anos 70 ocorre a Reestruturação Produtiva como necessidade do próprio sistema capitalista.
    Para Mészáros (2002), tal reestruturação acarretou nas condições de trabalho, condições precárias vividas pelos trabalhadores.
    A crise do capital põe em evidência novos modelos de produção e exploração do trabalho (Taylorismo e Fordismo) , os quais xaeacterizam nossa sociedade capitalista em crise e alienada.

  83. Silmara Dias disse:

    A reestruturação produtiva, inicia a partir dos anos 70, Segundo Ricardo Antunes, como resposta à crise estrutural do capital, ficando mais evidente na “era Thatcher” … as formas de exploração dos trabalhadores se caracterizam nos modelos fordistas, tayloristas e toyotista em todos está presente a alienação do trabalhador quanto ao sentido do seu trabalho, de maneira mais visivel no taylorismo e fordismo, a inovação do justin in time no toyotismo como uma aperfeiçoamento deste modelo, reduzindo os gastos com excedentes e estoques. Infelizmente as formas de exploração do trabalhador estão cada vez mais aperfeiçoada, a implantação de conceitos como qualidade total, funcionario polivalente, trabalho em equipe, etc…muita das vezes “camufla” a real intenção da lógica capitalista: explorar ao maximo não apenas a força, mas tb o intelecto dos trabalhadores, percebemos também, que a educação não escapa desta lógica, onde as condições e imposições levam o professor a ter cada vez menos tempo de refletir sua a pratica, e trabalhar mecanicamente para produzir resultados (ex:avaliações externas) sem significado real, o peleguismo também dificulta união da classe, o desvio de funções também é muito presente, enfim, cada vez, torna-se mais complexo compreender a lógica do capital, e pensar em uma forma, além dele, penso que isto constitui um grande desafio para a educação: que as pessoas se tornem cientes, a respeito da sociedade em que vive, e a sua lógica desumanizadora.

  84. Maiara Carnelossi disse:

    Para responder a pergunta em questão podemos ressaltar alguns pontos que caracterizam essa reestruturação que teve inicio nos anos 70 e foi “criada” com o intuito de suprir uma necessidade da sociedade capitalista que estava em crise e precisava se reeguer. Desse modo surgiram o Fordismo, taylorismo e o toyotismo que são conhecidos como métodos de produção implantados que tornam o trabalhador um ser alienado e pouco remunerado pelo seu trabalho, e que por introduzir o just in time faz com que não haja mercadorias nos estoques e nem gastos além dos que fossem muito necessários (trabalhavam com uma quantidade reduzida ao extremo de matéria-prima). Isso fez com que o patrão lucrasse grande quantidade de capital encima do muito trabalho dos trabalhadores.
    Tudo isso é chamado de reestruturação. Na verdade esse nome é dado apenas para ocultar os reais prejuizos que os trabalhadores e a sociedade sofrem diretamente. Muito se fala também que essa reestruturação produtiva traz meios de socialização ao trabalhador, mas de que maneira? Se o trabalho é arduo, consecutivo, em massa e está cada vez mais sendo desvalorizado ou substituído? O que podemos ver é que na verdade uma socialização, para que aconteça adequadamente, deve ter como principio a homogeneidade da sociedade e e uma aprendizagem metódica, no qual o individuo construirá sua identidade social.
    Em suma, a Reestruturação produtiva nada mais é do que um meio de explorar ainda mais o trabalhador, visando sempre o lucro, que é a principal questão na sociedade capitalista.

  85. maely disse:

    A reestruturação produtiva se deu início nos anos 70, com a finalidade de suprir as necessidades capitalistas, que segundo Ricardo Antunes, o capital estava em crise e precisava de novas expansões de consumismo para se reestabelecer. Com isso, o Fordismo (taylorismo) e o tayotismo surgem, dando um novo exemplo de lucros para o capital. Eles era especialistas em explorar os trabalhadores de empresas, pois diminuíam as matérias primas consequentemente o custo das produções, além do baixíssimo salario que era pago aos trabalhadores.

  86. Fernanda Rissardi disse:

    O século XX foi repleto de debates abarcando as mudanças propiciadas no mundo do trabalho através da Reestruturação Produtiva. Modificação essa, que se propaga pela instauração do denominado “Modelo japonês” ou “Toyotista” cuja produção apresenta diversas práticas de gestão abrangendo a automatização; a flexibilidade do trabalhador; a subcontratação; o trabalho em grupo, entre outras características.
    A implantação da Reestruturação Produtiva acarreta que o trabalhador tenha uma socialização à submissão, à renúncia de pensamentos pessoais e ao conformismo. O trabalhador torna-se paciente em torno de sua realidade, torna-se alienado, não refletindo sobre sua existência.

  87. Letícia Veste Correia disse:

    A Reestruturação Produtiva emergiu a partir da década de 70, em função da grande crise do capitalismo. Assim, surgiram novas formas de produção: Fordismo e Taylorismo (que são modelos presentes até hoje, na alienação do trabalhador). Nesse sistema há muita desvalorização do trabalhador e desigualdade social, dessa forma essa exploração do trabalhador caracteriza a sociedade capitalista (alienação da massa trabalhadora).

  88. Camila Pavaneli disse:

    A crise estrutural do capital atingiu todas as esferas da sociedade, uma vez que o capital tem como objetivo a sua própria autoreprodução. Desde a natureza até as necessidades mais básicas do homem está subordinada ao capital. A Reestruturação Produtiva procurou alternativas e substituiu os meios de produções para que o consumo ainda fosse altamente benéfico para o capitalismo. Para Mészáros não há nenhuma crise estrutural se as dimensões estiverem funcionando normalmente, se não afeta o tripé do capital – capital, trabalho e Estado. Durante a crise do Taylorismo e do Fordismo, a crise estrutural do capital se agravou, ocorrendo então à reestruturação produtiva. No que se refere à educação pode-se dizer que com o surgimento das políticas neoliberais, vem sendo tratado como nos mesmo moldes de uma empresa, uma vez que passou a ser um campo de investimento para o capital.

  89. Mariana Lemes disse:

    De acordo com István Mészáros, a crise estrutural do capital não atingiu somente a área socioeconômica, porém todas as dimensões da sociedade. A reestruturação produtiva começou com essa crise no capital na década de 70, essa reestruturação atingiu a classe trabalhadora, com o aumento do desemprego, tornando-se extenso, através de mecanismos de inovações na área de gestão produtiva, como na área da produção, além dos processos de terceirização, entre outros.
    Essa reestruturação produtiva, portanto cooperou para que aparecessem os modelos de produção Taylorismo/Fordismo e Toyotismo, fazendo com que o trabalho tornasse terceirizado, os trabalhadores explorados e desvalorizados, ganhando menos e trabalhando mais, era uma tentativa de manter o capitalismo vigente, mas de acordo com Mészáros as condições de trabalho e os trabalhadores continuavam sendo explorados.

  90. Marina Martins disse:

    Para conter uma crise do sistema capitalista, ocorreu nos anos 70 a reestruturação produtiva. Nela pensava-se em novas formas de exploração e de consumo para que o crescimento não cessasse. MESZAROS (2002) afirma que as dimensões da reestruturação produtiva alteram as relações de trabalho, deteriorando-as. A reestruturação prevê a padronização e ampliação da produção de mercadorias, a sistematização das formas de trabalho com objetivo de produzir capital em qualidade total. As consequências se dão no aumento excessiva na produção dos trabalhadores e afeta diretamente as condições de trabalho e organização da classe operária. Novas formas de sistema de trabalho são desenvolvidas e caracterizam a reestruturação como o Toyotismo e Fordismo. Para Antunes (2000), o processo de reestruturação produtiva, nesse contexto, é uma dessas reconfigurações do sistema sociometabólico, que corresponde à resposta do capital à sua crise estrutural. Toda a organização do capital tem como base a exploração de trabalhadores e a produção mais e mais de capital, sua autorreprodução. E na educação como avaliar esta perspectiva? É preciso ter consciência e a visão de que o sistema está articulado com objetivos voltados ao capital e não a formação humana. A educação também corresponde a um dos aparelhos do estado que também é voltada a produção capitalista, assim sua forma e manutenção pelos poderes maiores visa sustentar a diferença de classes.

  91. Mecia disse:

    A partir dos estudos (Meszaros) e participação nas aulas foi possível compreender que através da Historia das sociedades, um pequeno grupo de indivíduos acumulou capital por meio de diferentes fatores e circunstâncias e assim obteve uma posição de poder; para legitimar sua posição e mantê-la foi articulou a construção do Estado, que se tornou responsável pela a manutenção da estrutura do capital em troca de benefícios e poder também. E assim a estrutura do capital cresceu e se desenvolveu como uma máquina que, utiliza e escraviza aqueles que não tem o poder do capital e necessitam trabalhar para “sobreviver”. dentro de um ciclo vicioso o capital explora a natureza de forma desenfreada e estimula cada vez mais o consumo para que o ciclo nunca termine. Porém, sempre que a estrutura demonstra sinais de crise, o Estado busca meios de salvá-la, porque depende dela para se manter e criar ideologias para controlar as “massas” trabalhadoras e incutir a ideia que o capitalismo é o melhor para todos, mesmo que esta estrutura destrua a natureza e a vida humana em benefício do grupo dominante. Meszaros defende que, somente a partir de propostas socialistas será possível superar esta estrutura destruidora, a aprtir do trabalho coletivo, organização de um Estado dirigido pelos trabalhadores e de uma sociedade que lute pelo fim das desigualdades sociais tão gritantes em nossos dias. Parece utópico, impossível. Porém torna-se urgente, pensar em outras maneiras de produção de vida, que não seja a exploração do homem pelo homem, porque o próprio capital irá se consumir e destruirá toda a sociedade.

  92. Jacqueline disse:

    Com o capital em crise eis que surgi a necessidade de se reestruturar o setor produtivo, onde se faz surgir novas formas de produção como o Taylorismo, Fordismo e o Toyotismo, fazendo com que os trabalhadores fossem cada vez mais desvalorizados, explorados e menosprezados seus direitos, o que acontece ainda nos dias atuais. Para o filósofo húngaro István Mészáros, o qual fez uma crítica ao capital em sua magistral obra “Para além do capital”, a crise estrutural do capital não atingiu só a esfera socioeconômica, mas também todas as dimensões da sociedade, ele ainda afirma que o capital surge antes da formação do capitalismo e que essa crise estrutural afeta todo o processo de reprodução do sistema de valores do capital afirmando que as instituições que contribuem para a reprodução dos valores burgueses como: a família, a igreja e as instituições de educação também se encontram em crise.

  93. Luany Pyetra disse:

    Na década de 70,devido ao sistema capitalista estar em crise,houve a Reestruturação Produtiva que podemos definir como uma maneira de tentar manter o capitalismo.Surge então,os modelos de produção fordismo, taylorismo e o toyotismo,em que teve o trabalho em massa,desvalorizando o trabalhador e os explorando,visando,pelos donos,sempre o lucro.

  94. Mylena Pereira disse:

    A Reestruturação produtiva refere-se á uma mudança no mundo do trabalho e diversas transformações nas empresas e indústrias. Ela emergiu a partir da década de 70 devido á crise capitalista e se propagou a instalação do modelo japonês ou Toyotista. O trabalho manual empregado como forma de alienação na qual o trabalhador era responsável por uma única função, foi substituído pela flexibilização das funções, ou seja, socialização por submissão. O trabalhador passou a ser transferido do seu papel de acordo com as necessidades das empresas, de tal forma que não existe mais acumulação de bens. Desta forma, trabalhador realiza várias tarefas ao mesmo tempo, ou seja, ele passa a ser paciente, não refletindo sobre sua realidade.

  95. Noemi disse:

    A terceira via é uma corrente que surge no Distributismo e mais tarde na ideologia social-democrata, porém, é também promovida por alguns partidários do liberalismo social. Tenta reconciliar a direita e a esquerda, através de uma política econômica ortodoxa e de uma política social progressista. À primeira vista, parece ser uma corrente que apresenta uma conciliação entre capitalismo de livre mercado e socialismo democrático. Entretanto, os defensores da terceira via veem-na como algo além do capitalismo de livre mercado e do socialismo democrático. Esta afirmação baseia a concepção alternativa da terceira via como “centrismo radical”.A terceira via tem sua origem no governo trabalhista que emergiu na Austrália no final da década de 1980. Popularizou-se durante o governo de Bill Clinton nos Estados Unidos, sendo também defendido pela esposa dele, Hillary, durante a campanha presidencial de 2008. O primeiro-ministro britânico Tony Blair e sua facção dentro do Partido Trabalhista, o New Labour, foram os defensores mais entusiastas da corrente.Este pensamento defende um “Estado necessário”, em que sua interferência não seja, nem máxima, como no socialismo, nem mínima, como no liberalismo. Também defende, entre outros pontos, a responsabilidade fiscal dos governantes, o combate à miséria, uma carga tributária proporcional à renda, com o Estado sendo o responsável pela segurança, saúde, educação e a previdência.

  96. Mariana Lemes disse:

    De acordo com István Mészáros, a crise estrutural do capital não atingiu somente a área socioeconômica, porém todas as dimensões da sociedade. A reestruturação produtiva começou com essa crise no capital no sistema capitalista na década de 70, essa reestruturação atingiu a classe trabalhadora, com o aumento do desemprego, tornando-se extenso, através de mecanismos de inovações na área de gestão produtiva, como na área da produção, além dos processos de terceirização, entre outros.
    Essa reestruturação produtiva, portanto cooperou para que aparecessem os modelos de produção Taylorismo/Fordismo e Toyotismo, fazendo com que o trabalho se tornasse terceirizado, os trabalhadores explorados e desvalorizados, ganhando menos e trabalhando mais, era uma tentativa de manter o capitalismo vigente, mas de acordo com Mészáros as condições de trabalho e os trabalhadores continuavam sendo explorados.

  97. Nicole Sangalli disse:

    A reestruturação produtiva ocorrida nos anos 70 se deu por causa da crise capitalista que estava ocorrendo na época. Pelo que eu entendi durante as aulas, essa reestruturação fez com que a forma de se produzir fosse alterada, pois anteriormente o trabalhador acompanhava todas as etapas da produção, ele sabia como fazer, conhecia todas as etapas, pois poucos detinham esse conhecimento, e isso o tornava praticamente indispensável. Já com a reestruturação o trabalho foi “dividido” de maneira com que cada trabalhador exercesse apenas uma função, ou seja, não conhecia todas as etapas da produção, exercia apenas uma de maneira alienada e mecânica (exemplo: filme Tempos Modernos), tornando-o uma mão de obra barata e descartável.

  98. Rebeca Gomes disse:

    As medidas postas em prática para a reestruturação do capitalismo em face da crise estrutural deflagrada nos anos 1970, tendo entre suas estratégias principais a mundialização da economia, a financeirização do capital e a flexibilização das relações de produção e de trabalho, associadas com o emprego das novas tecnologias, promoveram transformações sem precedentes nas relações de trabalho.
    As reestruturações provocaram enorme aumento do desemprego e do trabalho informal. Nos países pobres e nas economias ditas emergentes, verificou-se considerável piora nos seus já escandalosos indicadores sociais, fenômeno do qual não ficaram imunes nem mesmo os países de capitalismo central, onde o padrão do “Welfare State” tem decaído crescentemente.
    Para Antunes (2000), o processo de reestruturação produtiva, nesse contexto, é uma dessas reconfigurações do sistema sociometabólico, que corresponde à resposta do capital à sua crise estrutural.
    Para o filósofo húngaro István Mészáros, o qual empreendeu uma crítica ao capital em sua magistral obra “Para além do capital”, a crise estrutural do capital não atingiu só a esfera socioeconômica, mas também todas as dimensões da sociedade, já que “ o capital não pode ter outro objetivo que não sua própria auto-reprodução, à qual tudo, da natureza a todas as necessidades e aspirações humanas, deve se subordinar absolutamente”(MÉSZÁROS, 2002, p. 800).
    Ao final deste módulo pude me perguntar e concluir que é impossivel modificar essa sociedade, que ninguém por mais que tente conseguiria organizar a sociedade de outra forma a não pelo Capitalismo.

  99. Marieli Bianchi disse:

    Com base nos textos estudados, a reestruturação produtiva é umas da maneiras da reprodução e perpetuação do capitalismo em meio as tantas crises e falhas estruturais e como sempre desvalorizando de forma “camuflada” as questões ordem sociais e valores humanos.
    Nota-se que os interesses em torno do capital está muito além até mesmo da vida humana, o homem capitalista se distancias cada vez mais do real sentido de sua especie sendo capaz de explora – la. Está explicito tais razões quando olhamos a estrutura fragmentada da sociedade atual a qual autores desconhecem a “solução dos problemas” consequentes, porém inferem na possivel reconstituição por meio do socialismo o que seria possivel de renovar e transformar os sentidos da vida humana como cita MESZAROS em “Para além do capital”.

  100. Franciane disse:

    A Reestruturação Produtiva assim como a Crise do Capital tiveram seu início no sistema capitalista. Essa reestruturação influenciou fortemente a classe trabalhadora de modo negativo uma vez que afetou o processo e as áreas de produção, declinando e interrompendo por sua vez o mercado. A partir de então surgiram novas estratégias a fim de recuperarem e estruturarem com novos modelos a forma de produção que havia até então. O Taylorismo, Fordismo e Toyotismo foram um deles. Foi na década de 70 que essa nova concepção de trabalho e modo de produção passa a ganhar espaço e a tornar o trabalho terceirizado o que desencadeou um ritmo frenético no modo de produção e grande insatisfação por parte da classe trabalhadora que passou a trabalhar mais e em péssimas condições, além de continuarem a ganhar mal.

  101. Beatriz Rincão disse:

    A Reestruturação Produtiva apareceu por meados da década de 60 e 70, por causa da crise do capital (capitalismo). Essas décadas foram marcadas por lutas sociais, inflação, aumento do preço, força de trabalho, gerando assim um ”caimento” dos lucros. Com isso surge o Fordismo que foi uma adaptação do Toyotismo, que teve como função aumentar a produção dos carros na década e para não ficarem para trás as grandes industrias começaram a utilizar os principios do Fordismo para manter ou aumentar a produção. Hoje podemos notar que o modo de produção é feito de acordo com a demanda o que acaba não tendo um certo estoque.

  102. maely disse:

    A reestruturação produtiva, ocorrida em 70, se trata de uma reprodução e perpetuação do capitalismo devido às crises, falta de infraestrutura e a valorização superficial das questões sociais humanas. O capital não se interessa na vida cotidiana do homem, seu interesse está muito além dessa realidade, ou seja, do concreto humano. Contudo a reestruturação produzia uma fosse alterada e a reestruturação trabalhista foi dividida aos trabalhadores dando-lhes a cada uma apenas uma função. Sendo assim, a reestruturação contribuiu com as produções de Taylorismo, Fordismo e Toyotismo, pois com isso o trabalho se terceirizou e manteve o capitalismo vigente.

  103. Janaine Braga Ramos disse:

    Partindo da perspectiva que o sistema do capital, é um modelo que bem como tem poder de construção traz também a característica de ser altamente destruidor, visto que carrega em sua essência várias contradições que inevitavelmente se se repetem, ou seja a crise é estrutural, para se manter o capitalismo precisa realizar a Reestruturação Produtiva. Sendo assim, pode-se analisar reestruturações como o Fordismo, Taylorismo e Toyotismo que em suma objetivaram-se, a partir da década de 70, para a volta do trabalho de produção em massa e o retorno da produtividade necessária para a manutenção do sistema com algumas modificações nos ambientes de trabalho. Essas reestruturações vem acontecendo em diversas fases em que se identifica uma crise no capital mas que em geral surgem das precarizações das condições não só dos trabalhadores mas que a sociedade em geral é submetida num sistema que somente impõe seus interesses de uma maneira hierárquica de classes e de caráter autoritário. Essas reestruturações produtivas, reinventam o capital por um tempo, contudo não solucionam seus problemas, aliás elas depois de um determinado período, provocam crises ainda maiores. Deste modo, percebe-se que reformar o capital é trabalho inútil e que apenas um ato revolucionário, ou seja a construção de um outro modelo socioeconomico pode proporcionar uma vida melhor à sociedade.

  104. Ana Claúdia disse:

    A Reestruturação Produtiva surgiu na sociedade contemporânea, na década de 60/70 devido a crise do capital e permanece até os dias de hoje.
    Algumas das consequências desse período foram as lutas sociais, o aumento do preço da força de trabalho, redução dos níveis de produtividade do capital, acentuando a tendência decrescente da taxa de lucro.
    O Fordismo, que fez uma adaptação ao modelo Taylorismo. Este modelo foi utilizado para acelerear a produção de carros. Quem não utilizasse do princípio fordista, ficaria para trás na produção.
    Nos dias atuais é utilizado o modelo de estoque zero, ou seja, é um meio de produção á partir da demanda, não há estoque de produção.

  105. Caroline Teixeira disse:

    Nos anos 70 o mundo passou a presenciar uma crise, com essa crise do capital surgiu uma necessidade de uma reestruturação produtiva, esta se dá com novas formas de produção denominadas: Taylorismo, Fordismo e Toyotismo.
    Segundo MESZAROS (2002), a reestruturação produtiva alteram as relações do homem com o trabalho. Essa reestruturação prevê uma padronização/sistematização do sistema de produção de mercadorias, com o objetivo de aumentar a produção. Esse aumento da produção afeta diretamente as condições de trabalho da classe operária.
    Já segundo ANTUNES (2000), a reestruturação produtiva seria uma forma de manter os pilares do sistema atual, deste modo (reestruturando) seria possível repor os patamares de acumulação existentes no período anterior.
    A força de trabalho é vista como uma mercadoria.

  106. Vera Lucia Vançan disse:

    Com a crise no sistema capitalista ocorre a reestruturação produtiva acarretando transformações no processo produtivo e mudanças sociais, determinando consequencias sinificativas para o mundo do trabalho, as quais permanecem até os dias atuais. Com a introdução dos métodos de produção conhecidos como fordismo, taylorismo e toyotismo vamos encontrar trabalhadores alienados e mal remunerados, além do aumento do desemprego e aumento do trabalho informal, situação que favorece a manutenção do capitalismo.

  107. Ludmila Lidiane Liduenha disse:

    A Reestruturação Produtiva surgiu na década de 60/70 devido a crise do capital e permanece até os dias de hoje. Os anos 70 se inicia com a crise do capital , com isso ocorreu A Reestruturação Produtiva,onde l foram necessárias novas alternativas para que o sistema capitalista continuasse em crescimento.Segundo Antunes (2000) a reestruturação deveria romper com o modelo de subordinação de trabalho. Enquanto para Mészáros (2002) reestruturação implicou na precarização das condições de trabalho.Nos dias atuais é utilizado o modelo de produção á partir da demanda, não há estoque de produção.

  108. Ludmila Lidiane Liduenha disse:

    A Reestruturação Produtiva surgiu na década de 60/70 devido a crise do capital e permanece até os dias de hoje.Foram necessárias novas alternativas para que o sistema capitalista continuasse em crescimento. Segundo Antunes (2000) a reestruturação deveria romper com o modelo de subordinação de trabalho. Enquanto para Mészáros (2002) reestruturação implicou na precarização das condições de trabalho.Nos dias atuais é utilizado o modelo de produção á partir da demanda, não há estoque de produção.

  109. Adriane Paulino disse:

    A Reestruturação Produtiva ocorreu devido à crise do Capital no sistema capitalista nos anos 70. Apesar de tal reestruturação ter oferecido novas formas de produção para manter o sistema, como por exemplo, o binômio Taylorismo/Fordismo e o Toyotismo, seu principal objetivo foi reestruturar superficialmente o sistema, para que se mantivesse a base, ou seja, os meios de produção, o consumo e a exploração dos trabalhadores. Por esse motivo, tal reestruturação resultou em uma maior exploração e desvalorização dos trabalhadores, terceirização, jornada dupla e desemprego em massa, o que concorda com a afirmação de Antunes (2000) que “essas reestruturações não rompem com o modelo de trabalho subordinado”.

  110. Ana Régio disse:

    A Reestruturação Produtiva se deu a partir da crise do capitalismo, ocorrida nos anos 70, sendo uma nova maneira de renovar os modelos de trabalho, surgindo então o toyotismo e fordismo, terceirizando o trabalho, com exploração e desvalorização dos trabalhadores que tinham de trabalhar cada vez mais para obter um salário baixíssimo. Mészáros diz que essa reestruturação produtiva causa mudanças na sociedade, como as precariedades nas condições de trabalho, tal qual citado acima e Antunes diz que essa reestruturação causa flexibilização dos serviços, prejudicando o trabalhador.

  111. Carolina Puga disse:

    A partir da década de 1970 ocorre uma crise do Capital, a Reestruturação Produtiva surge como uma forma de superar essa crise. A Reestruturação Produtiva trouxe também novas formas de produção, o taylorismo e o fordismo. Essas formas de produção exploravam os trabalhadores, tirando parte dos seus direitos e fazendo com que eles trabalhassem mais por salários mais baixos devido à produção feita por demanda e não mais por estoque. Esse tipo de produção, próprio do toyotismo e conhecido como “just in time” trouxe a flexibilização dos serviços, mas acabou prejudicando o trabalhador.

  112. Júlia Neves Ferreira disse:

    A reestruturação produtiva surge na década de 70 em decorrência da crise do capital, trazendo como objetivo pensar uma nova maneira de manutenção do capitalismo por meio da busca de outras formas de exploração e consumo para manter o crescimento do mercado e alcançar a superação da crise. Entretanto, a nova reestruturação traz consigo novos modelos de produção denominados Fordismo e Toyotismo, trazendo também muitas concequências negativas como lutas sociais e precarização e o aumento da força de trabalho, visando uma maior produção com menor custo para gerar mais lucros. Essa diminuição na produção era denomina Just in time, característica do Toyotismo, onde os trabalhadores produziam apenas aquilo que seria consumido, não havendo estoque. Os dois modelos exploram e desvalorizam os trabalhadores. De acordo com Meszáros (2002) a reestruturação implicou na precarização das condições de trabalho, na organização dos trabalhadores e na vida das pessoas, trazendo como concequência muitas mudanças sociais.

  113. Marina Casadore Bianchi disse:

    A Reestruturação Produtiva, que ocorreu em meados da década de 70, surgiu com o intuito de promover a manutenção e o crescimento do sistema capitalista, devido à sua crise. Tratava-se então de reestruturar o padrão produtivo estruturado sobre o fordismo e o taylorismo, buscando assim novos mecanismos de acumulação. A partir dessas reestruturações surgiram novas formas de adaptar a produção ao ritmo e necessidades capitalistas, porém, sempre comprometendo o trabalhador já que este continua sendo explorado. De acordo com Mészáros (2002), a reestruturação produtiva desencadeou a precarização das condições de trabalho., já que promoveu inúmeras transformações sociais.

  114. Carolina Longo disse:

    A Reestruturação Produtiva ocorre nos meados dos anos 70, com a crise do Capital no sistema capitalista, iniciando, assim, novas formas de produção como o Taylorismo, Fordismo e Toyotismo. Essas reestruturações não rompem com o modelo de trabalho subordinado (ANTUNES, 2000) e acabam por desencadear o trabalho em massa, que por consequência gera a precarização do trabalho, o aumento do desemprego, a desvalorização e exploração do trabalhador, desenvolvendo também o trabalho terceirizado. Para Mészáros (2002), essa reestruturação produtiva causa mudanças na sociedade, tais como precariedades nas condições de trabalho oferecidas às pessoas.

  115. Tainara Rosa Teixeira Leandro disse:

    A existência do capital antecede o capitalismo, em que o capital é o sociometabólico da sociedade, ou seja, o dominador. Na década de 70 devida a crise do capital surge a reestruturação produtiva, que afeta fortemente o mundo de trabalho. Em que no século XIX predominava a manufatura, no século XX a grande indústria e nos anos 20/30 o binômio taylorismo e fordismo, que se baseava na produção em massa de mercadorias, no trabalho parcelar e fragmentado, na decomposição das tarefas, em que uma linha rígida de produção articulava os diferentes trabalhos. Reduzindo a atividade de trabalho a uma ação mecânica e repetitiva.
    É nos anos 70/80, a era da automação, que a reestruturação produtiva conta com o toyotismo como colaborador para a superação da crise do capital, que segundo Antunes, aumentava a produção sem aumentar o contingente de trabalhadores.

  116. Alan da Silva Marques disse:

    O metabolismo social do capital é resultado de um processo histórico que prevalece o capital e estabelece uma subordinação do capital sobre o trabalho. O capital considera o valor de troca como mais importante que o valor de uso.
    A reestruturação produtiva do capital é uma resposta do capital as crises. A cada crise do capital ele se renova, um exemplo é a crise de 1929, antes da crise os ideias do liberalismos clássicos eram hegemônicos, depois da crise a reestruturação produtiva lança o keynesianismo. Essa reestruturação do capital se torna parte de um metabolismo social. A crise de 1970 lança o neoliberalismo.

  117. Natália Diniz Feltrin disse:

    Os anos 70 foi um período de crise do capital, pois houve uma queda nas produções. Nesta mesma época predominavam o fordismo e o taylorismo como modelos de produção, em que, se produziam em grande escala em pouco tempo, levando a precarização, a exploração e alienação dos trabalhadores. Com a reestruturação produtiva surgiu o Toyotismo com as técnicas de just time; caban e o trabalho coletivo, tendo como finalidade tentar superar essa crise produzindo de acordo com a demanda ( estoque zero). Segundo Meszaros (2002) essa reestruturação ocasionou modificações no âmbito social e do trabalho.

  118. Andreia Centurion disse:

    O taylorismo e o fordismo teve seu inicio a partir da década de 20, focando na produção em massa de mercadorias, homogeneizada e verticalizada. Um sistema de trabalho totalmente repetitivo e fragmentado, em que não era necessário desenvolver um trabalho intelectual, apenas mecânico. Sendo “uma mescla da produção em serie fordista com o cronometro taylorista”. Implementando a acumulação intensiva de mercadorias. A reestruturação produtiva se deu a partir da crise do fim dos anos 60 e o inicio dos anos 70, teve como papel central o estancamento econômico, com grande acumulo de mercadorias paradas, e a intensificação das lutas de classes, realizada pelos trabalhadores. A resposta do capital para esta crise foi a implantação toytismo ou modelo japonês, por meio de uma reestruturação em que valorizava a criatividade, a qualidade total e novas técnicas de gestão. Com o objetivo também de controlar as lutas sociais.No toytismo possibilita que o trabalhador seja qualificado, participativo, polivalente. A produção é voltada a sua demanda, se tornando variada e heterogênea. Destaca o trabalho em equipe, com uma multivariedade de funções, operando simultaneamente varias maquinas. O Just in time é um de seus princípios e o sistema de Kanban também. Apresenta uma estrutura horizontalizada, priorizando somente a produção de sua especialidade, terceirizando as outras peças e eliminando desperdícios. A criação do emprego vitalício também faz parte do toytismo. Esse modelo fez com que o Japão teve esse índices grandes de acumulo de capital em um período curto. O capitalismo para sobreviver necessita que as pessoas consumem, para que isto sempre aconteça foi criada a “qualidade total”, em que traz como principio a redução da durabilidade das mercadorias, e um de seus pilares é a taxa decrescente do valor de uso das mercadorias. Assim, é investido cada vez mais no aprimoramento do supérfluo e na aparência. Desse modo, é uma produção destrutiva, voltada ao desperdício.

  119. Ana Cláudia disse:

    Devido a crise do sistema capitalista surge a reestruturação produtiva que procura maneiras para exploração e consumo, continuando com o seu crescimento. Essa reestruturação tomou níveis mundiais, alcançando todos os países. “Esses movimentos procuravam estabelecer uma base de apoio político em muitos países capitalistas por meio da atuação dos partidos verdes de tendência reformista”. Os trabalhadores continuam sendo explorados e sem perspectiva de melhora. Antunes alerta a sutil exploração dos trabalhadores informais e terceirizados. No capitalismo, o valor de uso é suplantado pelo valor de troca, a produção é destinada para o lucro e a força de trabalho é considerada uma mercadoria. Esses trabalhadores não possuem seus direitos assegurados por ninguém, mas ainda lutam por eles.

  120. Thainá Carmona disse:

    No começo dos anos 70, o capitalismo sofreu um quadro crítico acentuado que afetou fortemente o mundo do trabalho, fez com que fosse implementado um processo de reestruturação do capital que buscava reestruturar o padrão produtivo estruturado sobre o taylorismo e fordismo, utilizando assim novos e velhos mecanismos de acumulação. O Taylorismo e Fordismo era o sistema produtivo que buscava combater o “desperdício” na produção, reduzir o tempo e aumentar o ritmo de trabalho, o que intensificava as formas de exploração em países do terceiro mundo.
    Opondo-se ao contra-poder que emergia das lutas sociais, o capital iniciou um processo de reorganização das suas formas de dominação societal, que procurava gestar um projeto de recuperação da hegemonia nas mais diversas esferas da sociabilidade. Essas transformações econômicas, resultantes de fatores históricos e geográficos, possibilitaram a implantação de um trabalhador mais qualificado, participativo, multifuncional. Assim, foi implantado o sistema Just In Time, que baseava em conjunto de técnicas de administração da produção que tinha como principal eixo a eliminação de estoques; eliminação de desperdícios; e uma melhoria contínua dos processos.
    O Toyotismo é uma forma de organização do trabalho que nasce na Toyota, no Japão. É caracterizado pela sua produção que atende exigências mais individualizadas do mercado consumidor; trabalho operário em equipe, com mutivariedade de funções; possibilita ao operário operar várias máquinas; tem como princípio o just in time; funciona com o sistema kanban. O Toyotismo reinaugura um novo patamar de intensificação do trabalho, combinando as formas relativas e absoluta da extração da mais-valia.

  121. Thalita Blanco Penha disse:

    Com a reestruturação Produtiva e a Revolução Tecnológica ocorreu para uma dominação e acumulação do capital que é amparada pelo taylorismo e fordismo para um consumo em massa. A partir de então a classe trabalhadora foi extremamente explorada o que gerou diversas crises e greves.
    A partir de então foi criado o capital flexível que diminui os direitos sociais.

  122. Thailene disse:

    A Reestruturação Produtiva surgiu na sociedade contemporânea na década de 70, devido a crise do sistema capitalista.
    Foi necessário pensar uma nova forma de manter as características marcantes do capitalismo, como o consumo, exploração e o crescimento da produção.
    Segundo Mészáros (2002), a reestruturação produtiva implica na precarização das condições de trabalho, na organização dos trabalhadores, ocorrendo então mudanças sociais.
    Na Educação, a reestruturação produtiva emergirá novas pedagogias.

  123. Luis Henrique dos Santos Barcellos disse:

    As contradições e antagonismos estruturais presentes no capital fizeram com que esse sistema ficasse fadado à crises também estruturais que se dão por se tratar de um sistema de metabolismo social do capital e de mediações de segunda ordem. A resposta frente à crise estrutural se deu pela Reestruturação Produtiva, buscando elevar o capital as glórias anteriores.
    As medidas dessa Reestruturação perpassam uma ofensiva mais forte do capital com a classe trabalhadora, desregulamentação e expansão dos capitais, do comércio, da tecnologia, e das condições de trabalho.
    Outros marcos também são a desestruturação de grande parte dos países de “terceiro mundo” e dos países “pós-capitalistas”, afetando todo um sistema global. Ainda grandes problemas são a desvalorização e destruição das forças produtivas, do próprio trabalhador, como com o aumento das jornadas de trabalho e da natureza e do meio ambiente, portanto, essas características são traços da reestruturação produtiva.

  124. Adriane Ruis da Silva disse:

    Com a crise do Capital (com a produção Fordista e Taylorista) em meados da década de 1970 necessitava-se de uma Reestruturação Produtiva como forma de superá-la. Afinal nessa época produzia-se mais com menor quantidade de trabalhadores, havia uma intensificação do trabalho (maior exploração); terceirização; aumento da mão-de-obra feminina, a qual era ainda mais desvalorizada pelo capital; o desemprego em massa; as más condições de trabalho, alienando assim cada vez mais o trabalhador. Ascendeu, como uma maneira de superar a crise o Toyotismo que utiliza-se da técnica Just-in-time, como uma maneira de retornar a produção necessária para manter o sistema, presava-se nesse modo de produção, o trabalho coletivo .

  125. Verbênia Dias Araújo disse:

    A partir dos anos 70 com a crise do capital, o modo de produção fordista/taylorista, deu lugar à uma nova forma de produção, a qual foi sendo implementada na reestruturação produtiva com o neoliberalismo. Segundo Antunes, o modelo toyotista foi sendo implementado no Ocidente e os trabalhadores nessa nova forma de produção trabalhavam com novas tendências de trabalho, como just-in-time, team-work, entre outros, as quais tinham a finalidade de acelerar o trabalho, contudo levando o trabalhador a um trabalho precário e exaustivo. No setor de serviços o número de trabalhadores se ampliavam, assim como ampliava-se o trabalho feminino, mas de forma precária como acontece nos dias atuais. Portanto, as dimensões da Reestruturação Produtiva ante a crise estrutural do capital levaram ao aumento do trabalho precarizado, terceirizado e a desregulamentação do trabalho, além de levar o trabalhador à uma maior alienação.

  126. Celene Gomes disse:

    Por volta da década de 70 , a reestruturação produtiva se deu por uma necessidade capitalista, uma crise no capital. Surge então, uma questão : como manter uma estrutura baseada na subordinação e exploração dos trabalhadores, o incentivo desenfreado do consumo e o crescimento descontrolado da população? Questões essas, que garantiam em pé os pilares do modo de agir do sistema capitalista.
    A partir dessas questões, surgem algumas formas de produção como o Fordismo e o Taylorismo, que continuavam a explorar seus trabalhadores, junto com seus direitos e salários, não rompendo com o antigo modelo de subordinação e gerando diversas mudanças na sociedade, tanto nas condições de trabalho como em suas vidas pessoas.

  127. Rayane Silva disse:

    A reestruturação produtiva surgiu na sociedade através da necessidade do sistema capitalista e a crise do capital, que deu início ao Toyotismo com o trabalho terceirizado, jornada dupla e precarização do trabalho. Teve também o Fordismo utilizado para acelerar as produções, tendo a necessidade da sua utilização para um maior desempenho de produção.
    Nos anos 70 como Ricardo Antunes analisa, as mudanças no sistema de trabalho brasileiro aponta para a exploração e intensificação do trabalho, a precariedade de condições a que somos submetidos. A produção passou a ser concentrada a partir da demanda do mercado, não mais existindo a acumulação dos bens e produtos industrializados.
    Houve também impactos sobre a educação com a implantação e aprofundamento do modelo societário neoliberal, desenvolvendo novos ideais, práticas voltadas para a construção de uma nova pedagogia da hegemonia, uma educação para o consenso sobre os sentidos de democracia, cidadania, privados do grande capital nacional e internacional.

  128. Vivian Blanco disse:

    A partir da crise do capital, deu início à uma reestruturação produtiva onde o capitalismo passa por um desdobramento e revitalização retornando com novos modelos de trabalho sendo o toyotismo/fordismo, assim desse modo mesmo precarizando as condições de trabalho com jornadas de trabalho extensas, consequentemente segundo o autor MEZÁRIOS (2002) explica que essa precarização do trabalho implica na reorganização das pessoas resultando em mudanças sociais.

  129. Amanda Vivan disse:

    De acordo com as ideias de Marx, o capitalismo possui em sua própria estrutura os elementos contraditórios que contribuiriam para a sua crise. Podemos perceber que após décadas de produção aos moldes do Taylorismo e Fordismo, os sindicatos foram se fortalecendo com consequentes conquistas para os trabalhadores, ao mesmo tempo em que houve um aumento dos custos com a produção e a diminuição do lucro, tornando-se potenciais ameaças para a sobrevivência do capitalismo. A partir da década de 1970, o modo de produção capitalista em crise passa por uma reformulação que se faz presente até os dias atuais. Esta produção é marcada pela redução dos custos com trabalhadores, substituindo a grande essa grande massa das últimas décadas, pela automação, além disso, a produção na medida certa, reduzindo-se desperdícios com estoques. Como consequência dessa nova fase do capitalismo, houve o enfraquecimento dos sindicatos e a intensificação do trabalho sob a ideologia de horizontalização, trabalho em equipe, empresas terceirizadas, trabalhador polivalente, falácia da obsolescência programada, etc.

  130. Talita G. Oliveira Ribeiro disse:

    A partir das aulas, apresentação do texto de Mészáros, entrevista com o mesmo e texto de Antunes, pode-se compreender alguns aspectos das dimensões da reestruturação produtiva ante a crise estrutural do capital.
    O capital tem um sistema próprio de funcionamento. Sua existência precede a própria existência do capitalismo, sendo que a possibilidade de sua forma mais desenvolvida acontece mediante a mercatilização da força de trabalho. Este sistema apresenta contradições que o faz entrar em crises, e a superação destas e requer a reestruturação dos modos de produção – crise esta entendida como estrutural por fazer parte da própria constituição estrutural do capitalismo. A exemplo disso citemos o fordismo, o taylorismo, toyotismo, os quais surgiram como modelos de resstruturação ante as crises que surgiram.

  131. Wanessa B. Cardozo disse:

    A reestruturação produtiva derivou-se da crise do capital que ocorreu nos anos 70, contudo ainda priorizava-se as características marcantes do capitalismo: consumo, exploração e crescimento da produção, padrão produtivo marcante no taylorismo/fordismo que tinha por objetivo reduzir o tempo e aumentar o ritmo de trabalho.
    Transformações econômicas resultantes de fatores históricos e geográficos, culminaram no sistema de produção just in time, no qual priorizava a eliminação de estoque, desperdício e uma crescente melhoria dos processos, resultando assim em um trabalhador mais qualificado e participativo.

  132. Leila Garbelini Soares disse:

    Diante de uma crise estrutural, a reestruturação econômica (produtiva) do capital precisa ocorrer em três dimensões: a do próprio Capital, a do Estado e a do Trabalho (“tripé” que deve estar articulado para a manutenção e “sobrevivência” do modo de produção capitalista). Esses redimensionamentos aconteceram na transição do fordismo/taylorismo para o toyotismo, em que: o Capital passou de produtivo a financeiro; o Trabalho passou a ser otimizado (acelerado), desregulamentado pelo Estado e significativamente privatizado; e o Estado, mínimo, passou a sujeitar-se às “leis” de mercado (livre especulação do capital financeiro).

  133. Maria Paula Reis disse:

    A reestruturação produtiva surge com a crise estrutural ocorrendo nas grandes indústrias nos anos 20 e 30. O Toyotismo e o Fordismo foram uma forma de inovar os modelos de trabalho que tinham como características, no primeiro um sistema de controle da produção, ou seja, se produzia somente o que era necessário (modelo Just in Time e Kanban) e no segundo gerava-se uma linha de produção de massa, onde a mão de obra dos trabalhadores era desvalorizada e explorada, já que aumentou a carga de trabalho, as condições trabalhistas eram aquém do esperado pelos operários e além disso, os salários ainda continuavam baixos. Com a reestruturação produtiva, surgem também os sindicatos com o objetivo de aumentar o ‘preço’ da força de trabalho. E é na década de 70 e 80 que ocorre a automação (o Japão produz máquinas para substituir a mão de obra nas indústrias – “Japonização” – e surge a CQI (Control Quality Improvement) com o objetivo de melhorar a qualidade da empresa.

  134. Danielle Oliveira disse:

    Para suprir a crise capitalista, foi implantado no início dos anos 70, a reestruturação produtiva. Essa mesma visava alternativas para que o consumismo e o crescimento da produção ainda se mantivessem em alta. Assim surgiram novas formas de produção: o Fordismo e o Taylorismo. Esses modelos exploraram os trabalhadores com baixos salários e muito lucro para os donos de empresas, acarretando na desvalorização no emprego, péssimas condições de trabalho, exploração e um alto índice de desempregados. Isso trouxe diversas crises e greves promovidas pela classe trabalhadora; além de contribuir ainda mais para a alienação da sociedade.

  135. Tainara Rodrigues disse:

    A crise estrutural do capital atingiu todas as esferas da sociedade, uma vez que o capital tem como objetivo a sua própria auto reprodução, fazendo com que todas as classes pertencentes a sociedade existente, desde a natureza até as necessidades mais básicas do homem, se subordinem ao capital, de maneira altamente dependente. Para Antunes (2000, p. 246), o movimento dos trabalhadores devem caminhar “na direção de um desenho societal estruturado a partir da perspectiva do trabalho emancipado e contrário ao capital, com sua nefasta divisão social e hierárquica do trabalho”. A Reestruturação Produtiva procurou alternativas e substituiu os meios de produção para que o consumo ainda fosse benéfico para o capitalismo. Para Mészáros não há nenhuma crise estrutural se as dimensões estiverem funcionando normalmente, definidas em capital, trabalho e Estado, ou seja, quando um desses elementos sofre qualquer alteração negativa, são ressaltadas as novas formas de exploração do trabalho, conhecidas como Taylorismo e Fordismo. Essa forma de exploração caracteriza nossa sociedade capitalista, pautada na alienação.

  136. Numiá disse:

    A partir da crise do capital ocorrida na década de 70 acontece a reestruturação produtiva para a manutenção do capital. Surgem então o Toyotismo e o Fordismo como formas de organização e otimização do sistema produtivo nas fábricas, onde a exploração do trabalhador continua de forma mais evidente, com dupla jornada de trabalho, baixos salários, aceleração do trabalho de forma desumana…

  137. América disse:

    As formas de produção fordista e Taylorista foi a saída para que acontecesse o fortalecimento do Capital, mediante as crises no setor industrial em meados da década de 70 foi preciosa fazer uma reestruturação produtiva, pela estabelece novas relações de trabalho. O dois modelos de produção. foram aprimorados e fortalecido, e nisto foi adotado um terceiro modelo que é o Toyotismo, este triangulo corporativista de meios de produção, acuou ainda mais as massas trabalhadoras. Diminuiu gastos com mão de obra, aumentou jornada trabalho, estabeleceu normas e protocolos em pró do capitalismo, com a substituição da mão de obra do trabalhador pelas ”máquinas” houve uma grande desvalorização da força do trabalho e desempregos em massas, exigindo um profissional mais qualificado e multi funcional, mas em condições precárias de trabalho. A tercerização da mão de obra, fui outra carta na manga dos neo liberais, pois favoreceu o novo modelo reestrutural, o lema era: mais qualidade, mais lucros, menos prejuízos, menos desperdícios e menos gastos. Tudo isto fez com que aumentasse a exploração do trabalhador e estimulasse, ao mesmo tempo, a cultura do consumismo. Estes fatores foram responsáveis pelo fortalecimento e crescimento do Sistema Capitalista, e a disseminação das ideologias neo liberais. Esta crise trouxe grande prejuízo à sociedade, em questões sociais, econômicas e políticas.
    As consequências disto tudo vemos no nosso dia a dia, pois em nome do lucro cada vez mais a vida humana é desvalorizada, o meio ambiente é explorado e depredado, as condições de subsistência e dignidade humana estão fazendo com que a sociedade passe por um processo permanente de afunilamento e o Capital de alargamento.

  138. Cristiane Silva disse:

    O sistema capitalista já passou por diversas crises. Cada momento de desestruturação obrigou a que se encontrasse uma nova forma de fazer o capital trazer os lucros antes obtidos, sempre com enfoque no crescimento dos dividendos. De alguma forma o capitalismo tem se reinventado crise após crise. Os que o defendem sempre acham um novo caminho para se chegar no acúmulo de riqueza. Durante as crises do capitalismo outras formas de reestruturação social foram implementadas em alguns países, na tentativa de se buscar uma divisão social mais justa. o socialismo da União Soviética foi um destes momentos. Contudo a falta de êxito naquele momento fez com que muitos desacreditassem em uma sociedade igualitária. O socialismo foi deturpado e maldito até os dias atuais. A grande parcela da sociedade brasileira abomina o socialismo por tê-lo igual à ditadura e restrição de direitos, além de racionamento de alimentos,falta de trabalho e desmandes do Estado. Em uma das tentativas de se manter um capitalismo “mais brando” se desenvolveu a chamada 3ª via; modelo de economia que tenta maquiar o capitalismo, dando-lhe ares de democracia e equidade social. Este modelo libera um pouco de migalhas à grande maioria do povo, possibilitando condições menos indignas de vida, enquanto os ricos e milionários ainda continuam vivendo uma vida de ostentação e desperdício. Talvez o que mais me preocupa em relação ao capitalismo não seja nem a própria economia, pois temos visto que de alguma maneira ela sempre se reinventa, sempre nos adaptamos. Mas não podemos negar, e isto sim me deixa bem reflexiva, o fato de que os recursos naturais estão se esgotando em uma velocidade muito grande. Todos os dias temos notícias e sentimos na pele o quanto estamos saturando a natureza com nossa demanda desmedida sempre por mais dinheiro, esquecendo que matamos dia-a-dia o lugar onde vivemos: água, combustível, matéria-prima, alimento limpo, etc.. Me pergunto como será o dia que mesmo com dinheiro em mãos não teremos o que comprar, não teremos como sobreviver em um planeta tão insalubre por causa de nossos egos e falta de consciência. Precisamos com urgência de um nova divisão social. Sistema em que o ser humano e o meio ambiente sejam vistos não como coisa e sim como partes integrantes entre si.

  139. Aline Stelzer disse:

    A Reestruturação Produtiva deu – se pela crise do capitalismo, dando inicio a novas formas de produção, como: Taylorismo, Fordismo e Toyotismo. Essas formas de produção contribuíram para a manutenção do capitalismo, não rompendo com o trabalho subordinado. De acordo com Antunes a reestruturação explorava o trabalhador, sendo assim teria que haver um fim. Mezaros por sua vez, justifica a precarização do trabalho como sendo decorrência de organizações, gerando mudanças sociais.

  140. POATAN PINOTI disse:

    O sistema do capitalista é um modelo que tem poder de construção, mas traz também a característica de ser altamente destrutivo, pois carrega contradições que se se repetem intermitentemente, como as crises estruturais. Para se manter de pé, este sistema realiza as Reestruturações Produtivas, como exemplos, pode-se citar as reestruturações Fordista, Taylorista e Toyotista. Essas reestruturações vêm acontecendo em diversas fases em que se identifica uma crise no capital mas que em geral surgem das precarizações das condições não só dos trabalhadores, mas que a sociedade em geral é submetida num sistema que somente impõe seus interesses de uma maneira hierárquica de classes e de caráter autoritário.
    A internalização, entendida como o esforço do capital em fazer com que cada indivíduo incorpore como suas as metas de reprodução do sistema, legitimando sua posição na hierarquia social e conformando suas expectativas e sua conduta ao estipulado pela ordem estabelecida, insere-se como instrumento que conforma a totalidade das práticas sociais, entre elas, a educação, ao interesse do capital.
    Romper com o sistema capitalista por si só não basta, é necessária uma organização da sociedade que possa favorecer todos os organismos que a compõe através da retomada de uma consciência crítica acerca do consumismo exacerbado que impera atualmente.

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