Boa Tarde Car@s Alun@s! Tudo bem?

Esta é a área para a postagem dos módulos 10 – 11 – 12 da disciplina Sociologia da Educação 3.  A reforma do Estado e da Educação, segundo o verbete do Glossário do Histdbr (Minto, 2011), são uma série de amplas reformas institucionais iniciadas ao final dos anos 1980, no Brasil, com o intuito de adequar o Estado brasileiro aos ditames do novo padrão da acumulação capitalista. Nos anos 1990, após as eleições presidenciais de 1994, ganha maior corpo e torna-se uma prioridade do governo federal brasileiro. Em 1995, é criado o Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado (MARE), com o intuito de formular um plano integrado para as reformas. As diretrizes fundamentais da reforma advém da doutrina neoliberal e expressam-se na necessidade de reestruturar todas as grandes áreas de atuação do Estado, com especial destaque para as sociais: educação, saúde, previdência social e legislação trabalhista.

Ainda segundo Minto (2011), de um modo geral, preconiza-se a redução dos gastos estatais, tidos como ineficientes e ineficazes, e a transferência de tais “serviços” para o setor privado, supostamente mais eficiente, flexível e menos burocrático. Da mesma forma, a reforma do estado pressupõe a criação de condições favoráveis à atuação do setor privado – aquele que declara visar lucros, ou não – tais como a oferta de incentivos fiscais, a garantia de mercados cativos e programas governamentais que possibilitem o acesso das camadas mais pobres da população brasileira ao ensino pago, sobretudo no nível superior. Para o estudo da Reforma do Estado e educação, é fundamental consultar o Plano Diretor da Reforma do Aparelho de Estado (1995), documento do Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado. Sobre os impactos da reforma do Estado na educação brasileira, é fundamental consultar as obras de João dos Reis Silva Jr. e Valdemar Sguissardi, Novas faces da educação superior no Brasil: reforma do Estado e mudança na produção (1999); João dos Reis Silva Jr., Reforma do Estado e da educação no Brasil de FHC (2002). A questão é a seguinte: aponte algumas concepções e políticas neoliberais de educação no Brasil abordada pelos seminários em sala de aula. Bom trabalho, boas férias! Prof. Fábio Fernandes Villela.

Website do Glossário do HISTDBR:  http://www.histedbr.fae.unicamp.br/navegando/apresentacao.html

 

30 Comentários “Módulos 10 – 11 – 12 – Sociologia da Educação 3 – Análise da Concepção e das Políticas Neoliberais de Educação no Brasil”

  1. josiane castamann disse:

    A educação é uma das maiores estrategia do neoliberalismo traduz mais uma forma de mater a hegemonia politica e social do país para atender aos propositos das industrias e das empresas reestruturando a sociedade com ideologias onde o individuo se torna responsavel pelas suas conquistas ou fracassos tirando do Estado as responsabilidades de manter uma educção de qualidade passando geralmente para o setor privado as responsabilidades de manter a grande massa sob controle pra não acontecer um anova revolução.
    O que encontramos hoje é uma escola que prepara para o mercado de trabalho para a competitividade,criando barreiras e dioficultando cada vez mais o ingresso da massa popular nas universidades ou ensino superior oferecendo cursos de tempo menor com qualificação tecnica que nada mais é que produzir mão mde obra qualificada para as industrias o numero de vagas das universidades publicas sempre menor que o numero de inscritos no vestibular masi uma form,a de fazer com que muitos desistam de ingressar no ensino superior.Assim acontece um garnde esforço por parte dos neoliberias para mudar o curriculo não so para a preparação para o trabalho mas pra tentar passar como conteudo uma ideologia que deixe legitima as propostas e reformas previstas pela classe dominante.
    Neste mesmo ambito os neoliberais fazem com que cresça a procura pelo conhecimento e educação criando mais uma vez uma forma onde todos caiam sob os dominos do privado surge neste contextos inumeras universiades particulares para suprir esse deficiit de vagas acontece tambem inumeras reformas na educaçaõ neste periodo onde o privado ainda com todos os seu sganhos recebe um aparte em dinheiro do governo par manter um numero minimo de bolsas para estudantes que pertencem a grande massa popular.O neoliberalismo nada mais é que um verdadeiro projeto hegemonico se reestruturando sempre para manter sua dominação politica e social tendo pra a educação os mesmos objetivos socias e economicos que é a expandir o mercado livre e diminuir cada vez mais as responsabilidades do Estado criando mais e mais espaços para o terceiro setor como as ongs que hoje ocupam um cenário onde os neoliberias expressam suas ideias para evitar novas crises na sociedade.
    Fica claro quais as politicas neoliberaispara a educação uma educação mercantilista onde o que vale é a lei da oferta e da procura do serviço de educação e demanda da sociedade onde o que impera é o individualismo e a competitividade,e o fica a cargo do Estado apenas a responsabilidade de garantir o minimo da educação que é a Educação Basica e os outros niveis fica a cargo da iniciativa privada baseado nas leis de mercado,o que não podemos esquecer é que esse modelo hoje é de grande sucesso no nosso país e que a educação por eles pensada e de formar individuos para uma sociedade racional e harmoniosa porem que pode ser controlada e planejada pelos proprios individuos socias que dela fazem parte.

  2. Paula Rocha disse:

    De acordo com a justificativa neoliberal a falta de competitividade do trabalhador é devido ao excedente gerado no setor produtivo que matem trabalhadores assalariados improdutivos e dependentes dos serviços sociais. Esse quadro, segundo o neoliberalismo, acarreta grandes investimentos no setor social, verba que deveria ser destinada às políticas de industrialização. A maior conseqüência destes gastos seria a inflação gerada pelo déficit estatal com a eminente redução da produção e por tabela o aumento do desemprego. A política neoliberal propõe então uma mudança no papel do Estado, redefinindo sua função. Desse modo, o Estado passa a fazer uma política de “estado mínimo de direitos” para seus cidadãos, deixando o mercado livre para agir de acordo com seus interesses puramente econômicos.
    Na educação a política neoliberal segue o mesmo molde, assim, o Estado garante apenas a oferta à educação básica. Nos demais níveis educacionais a política segue o princípio da privatização. No Brasil as ações neoliberais favoreceram principalmente as privatizações dos níveis superiores da educação além de subsídios governamentais a esse setor privado. Políticas de incentivo fiscal às empresas que fornecessem educação básica a seus funcionários também foram um recurso adotadoem uma determinada época para eximir a responsabilidade do estado com a educação.
    Hoje o discurso está pautado na qualidade total da educação e principalmente nas competências, que transfere para o campo individual uma questão que é essencialmente social. Além disso, há um favorecimento por parte das políticas públicas às pesquisas pragmáticas, que conforme leva a crer o ideal neoliberal são importantes ao desenvolvimento do país por serem mais úteis e produtivas

  3. Cláudia disse:

    Algumas concepções e políticas neoliberais de educação no Brasil abordadas pelos seminários em sala de aula são entre outras, no seminário “Pedagogia Empreendedora” e “Pedagogia da Qualidade Total”. Que revelam estratégias exclusivamente individuais, em que o governo transfere para o indivíduo toda a responsabilidade pelo seu sucesso ou fracasso. Modelo de educação que busca promover a disciplina no ensino, por meio de consciência e responsabilidade de todos, de forma a tornar o ambiente escolar agradável, seguro, produtivo e eficiente. Também no texto NEVES, 2005. “A nova pedagogia da hegemonia do Brasil: experiências concretas.” Em que a autora apresenta a mudança curricular existente nos Parâmetros Curriculares Nacionais com a política de igualdade, baseada em acordos internacionais; destaca-se também a habilidade política da Igreja Católica e das ONGs com ações de ajudam os “menos abastados” com discursos para o fortalecimento do sentimento de conformismo, transferindo novamente a responsabilidade social do governo para a sociedade. As ações educativa da Fundação Belgo Mineira que visa adequar o ensino às próprias necessidades, ou seja, formar sempre mais trabalhadores. Vale lembrar que todas essas ações, apresentam as estratégias de transferência de responsabilidade do Estado para a sociedade, no que se refere à educação como, por exemplo, privatizações, formação de professores, currículos, materiais didáticos. Não existindo uma proposta de rompimento com o modelo de produção capitalista e sim de fortalecimento do mesmo aumentando assim as desigualdades sócias.

  4. Monise Matucci disse:

    De acordo com os seminários, as políticas neoliberais de educação no Brasil estão ligadas aos interesses capitalistas, pois dentre suas características podemos citar o Estado responsável pela educação básica, enquanto que nos outros níveis de ensino ocorre a privatização. Outra característica apontada pelos seminários foi a municipalização do ensino, com o Estado deixando a responsabilidade pela educação para os municípios e muitas vezes, para as próprias escolas, bem como a despreocupação com a qualidade do ensino para todos, assegurando a todos somente “vagas” nas escolas, e não a aprendizagem efetiva. Desta maneira, o que podemos observar no cenário da educação atual é um ensino mais preocupado em “profissionalizar” o cidadão do que torná-lo “crítico”, uma vez que é por este meio que o capital garante sua supremacia.

  5. Janiclei de Fátima Arone Amaral disse:

    Olá professor e usuários do blog de aula,

    Percebe-se que a educação no neoliberalismo desloca-se de uma educação igualitária, democrática, pública e para todos, para uma educação desigual de qualidade, sendo esta mercadológica, ofertada para quem puder pagar por ela, submetida aos interesses e controle das empresas privadas, sedentas de capital intelectual. Levando em consideração os seminários podemos citar a Pedagogia das Competências. Sabemos ainda que as políticas neoliberais de educação no Brasil tem algumas consequências:
    –> Nova linguagem, com a utilização de termos neoliberais na educação, parcerias com a sociedade civil (empresas privadas e organizações sociais);
    –> Autonomia é apenas administrativa pois as avaliações, livros didáticos, currículos, programas, conteúdos, curso de formação, critérios de “controle” e fiscalização, continuam dirigidos e centralizados, mas no que se refere à parte financeira (ex: merenda e transporte) passa a ser descentralizada;
    –> Modismo da qualidade total (no estilo das empresas privadas) na escola pública a partir de 1980;
    –> Privatização das Universidades. Pois a educação começa a sofrer das influências do neoliberalismo pelas universidades, que passam cada vez mais a receber investimentos das grandes multinacionais e a servir aos seus interesses e, posteriormente, ao seu controle.

  6. Ana Carolina Aguiar disse:

    As concepções e a política neoliberal abordada pelos seminários está baseada no sistema capitalista, em que propõe: a competitividade, o individualismo, e coloca a responsabilidade no sujeito em relação a seu próprio fracasso, assim essas concepções foram possíveis notar na “Pedagogia da Qualidade Total” e na “ Pedagogia Empreendedora”, em que a escola prepara o aluno para o mercado de trabalho, ou seja, quer profissionalizar o aluno, e não torná-lo crítico, mantendo assim a hegemonia política e social do país para atender as indústrias e as empresas privadas.
    Desta forma é possível notar pelo modo que essas novas “Pedagogias” propõem seu modelo, ou seja, com nomenclaturas próprias de empresas, como por exemplo: a “Pedagogia da Qualidade Total”, que coloca a escola como uma “empresa, os profissionais da Educação como “ funcionários”, e os alunos como “clientes”. É a educação servindo os interesses da iniciativa privada.

  7. Samia disse:

    A educação é uma das melhores maneiras do neoliberalismo manter os interesses do capitalismo dentro da sociedade. É a partir dela e de sua privatização que o individualismo, a competitividade e o fracasso posto sobre o indivíduo ocorrem, pois, os interesses de iniciativas privadas e organizações sociais são priorizados no momento de conduzir a educação brasileira. Dessa forma, o preparo dos alunos para o mercado de trabalho é cada vez mais nítido e frequente, como podemos ver nos seminários de “Pedagogia Empreendedora” e “Pedagogia da Qualidade Total”, em que a escola é vista como uma empresa e não como uma instituição que educa os alunos a fim de torná-los indivíduos reflexivos, críticos e atuantes na sociedade.
    Portanto, o fortalecimento do modo de produção capitalista começa dentro da escola e se expande para universidades de baixa qualidade ou instituições de ensino técnico. Qualificar mão de obra para as empresas privadas é a meta do ensino brasileiro, fazendo com que a minoria tenha oportunidade de frequentar boas escolas e universidades, enquanto a maioria fica a mercê de uma educação voltada aos interesses de quem detém poderes econômicos e sociais.

  8. Heloisa H. Lemo disse:

    O neoliberalismo veio para manter interesses capitalistas, e para isso utiliza inclusive da educação. Por meio dele ocorrem privatizações, aumento da competitividade, do individualismo e o mais grave, o sujeito é colocado como o único responsável pelo seu sucesso ou fracasso. Se esse sujeito for bem sucedido é porque é merecedor, se esforçou e estudou para esse objetivo, já se for mal sucedido é porque não fez tudo o que devia, não se esforçou o suficiente, não merece ser reconhecido pelo seu trabalho.
    A escola vem perdendo sua verdadeira função de emancipar o aluno, de formar um sujeito que pensa, reflete e critica sua realidade, para manter interesses capitalistas, se tornando um lugar onde os alunos aprendem como devem se comportar no trabalho, visando uma profissionalização, uma mão de obra para o mercado. São esses conceitos que apareceram nos seminários da Pedagogia da Qualidade Total e da Pedagogia Empreendedora, conceitos esses que estão transformando não só a escola, mais o sistema de educação como todo em uma empresa que gera bons trabalhadores.

  9. Caroline disse:

    O modelo liberal deriva de uma forma ou de outra, do liberalismo econômico, político e social. Dentre os princípios defendidos pelo liberalismo, tem-se: o individualismo, a liberdade e a propriedade. Foi possível notar essas concepções nos seminários relacionados à “Pedagogia da Qualidade Total” e na “ Pedagogia Empreendedora”, onde aposta exclusivamente nas iniciativas individuais, jogando para o sujeito toda a responsabilidade pelo seu sucesso ou fracasso. Assim a escola é vista como qualificadora de mão de obra para as empresas, onde a maioria tem uma educação voltada para os interesses do que possuem poderes.

  10. Maria Antonia C. Marques disse:

    As políticas neoliberais têm como concepção uma educação para o sistema capitalista, que prepara o indivíduo apenas para o mercado de trabalho. Essa educação é pautada na competitividade, no individualismo, de modo que quando o sujeito não consegue se inserir neste contexto, sente responsável pelo seu fracasso.
    As pedagogias da qualidade total e a empreendedora são as que perduram no ambiente escolar; a escola que deveria formar o indivíduo com conhecimentos plenos apenas o forma somente para exercer sua função no mercado de trabalho. É a educação obedecendo a hegemonia neoliberal.

  11. Aline Naliati disse:

    Nos seminários foi abordado um pouco sobre a política neoliberal. Ela é baseada no sistema capitalista. A educação neoliberal caracteriza-se por ser mercadológica, em que propõe a competitividade, o individualismo e que o sujeito seja responsável pelo seu próprio fracasso. Na “Pedagogia Empreendedora” e na “Pedagogia da Qualidade total”, a escola caracteriza-se por preparar o aluno para o mercado de trabalho, colocando a escola como uma empresa e os alunos como clientes, para servir os interesses da iniciativa privada. Esses conceitos estão fazendo do sistema educacional uma empresa preocupadas em lançar novos trabalhadores e não, a de formar um sujeito que pensa.

  12. Raísa Hernandes Okamura disse:

    No sistema capitalista o neoliberalismo produz indivíduos individualistas, e a induz à competitividade. A educação é uma das formas do sistema controlar os indivíduos, tornando-os responsáveis pelos seus fracassos.
    A escola mantem as pessoas presas a esse sistema capitalista, formando trabalhadores, formados para a mão-de-obra e torna-se assim mais uma empresa do que uma instituição de ensino.
    Nota-se a suposta transformação em empresa, pelos nomes adotados às Pedagogias, como a “Pedagogia da Qualidade Total” e a “Pedagogia Empreendedora”.
    Essas novas políticas juntamente com redes privadas acabam manipulando a educação e ocorre uma transformação em alguns setores, como a privatização de algumas universidades, ou outros fatores que poderão prejudicar as camadas menos favorecidas, tudo girando em torno do controle do sistema privado

  13. Débora Gervásio disse:

    Tomando como norteador que as políticas neoliberais possuem concepções, características e objetivos degradadores do proletariado (assim como o sistema capitalista), pode-se dizer que, a educação também é uma arma e um instrumento que a classe dominante possui para que seus objetivos e ideais continuem sendo pregados e obedecidos.
    A educação forma o indivíduo para o mercado de trabalho, é uma forma de manter a hegemonia política e social imposta. A educação, consequentemente a escola, não tem como objetivo a formação de cidadãos críticos, etc., mas sim, cidadãos competitivos, individualistas, e incapazes de enxergar a responsabilidade do Estado quando sua vida profissional e social está em declinio ou fracassada. É uma educação que não preza o ingresso do proletariado em instituições de ensino superior e de qualidade. É uma educação que não qualifica de modo intenso e necessário. É uma educação pobre propositalmente, tal qual, que leva o próprio indivíduo a degradação.

  14. Natália Ferreira disse:

    Ao longo deste semestre compreendemos que as políticas públicas possuem relação com o poder, dominação e subordinação estabelecida na sociedade uma vez que, os membros políticos que governam o Estado interferem nestas segundo os seus próprios interesses e concepções de mundo. Partindo deste pressuposto, a área da educação sofre influencias das instancias governamentais que designam conteúdos didáticos voltados para a economia e mão-de-obra qualificada, por exemplo. Essa ideia refere-se à Pedagogia Empreendedora que forma os indivíduos para a praticidade do mercado de trabalho tendo como justificativa a competitividade e o individualismo.
    Ao mesmo tempo, torna-se válido mencionar a exposição de fundamentações pedagógicas durante os seminários de Sociologia III posto que, a finalidade destes voltava-se para a sistematização de diferentes teorias e suas respectivas metodologias pedagógicas. Neste sentido, vários conceitos foram abordados ao longo dos trabalhos, dentre eles: “Liberalismo”, “Neoliberalismo” e “Economicismo”.
    Em suma, a educação atualmente vincula-se com o consumismo em excesso aonde pais e filhos tornam-se consumidores e a educação propriamente dita equivale-se a mercadoria que se restitui mais eficientemente quando o ensino é privatizado.

  15. Gabriella Bonil disse:

    As políticas neoliberais de educação no Brasil estão ligadas aos interesses capitalistas, propondo a competitividade, o individualismo, e colocando a responsabilidade no sujeito em relação a seu próprio fracasso. É possível notar essas características na “Pedagogia da Qualidade Total” e na “ Pedagogia Empreendedora”, que são pedagogias com o objetivo de preparar o aluno para o mercado de trabalho e não para torná-lo crítico,dessa forma há o atendimento das indústrias e empresas privadas que acabam usando a educação como forma de manter os interesses de poder.

  16. Cassiana Lima Santos disse:

    As políticas neoliberais de educação brasileira estão ligadas à interesses capitalistas, que possuem como características intrínsecas a competitividade, o individualismo e responsabilizando o sujeito em relação ao próprio fracasso. Essas características se encontram também na “Pedagogia de Qualidade Total” e na “ Pedagogia Empreendedora”, tê como objetivo preparar o aluno para o mercado de trabalho, de forma que ele não se torne um ser humano com pensamento crítico. Assim, há o atendimento das indústrias e empresas privadas que acabam usando a educação como forma de manter os interesses de poder.

  17. Larissa L. S. Lopes disse:

    As políticas neoliberais têm como objetivo uma educação voltada para o sistema capitalista, preparando o indivíduo apenas para o mercado de trabalho. Essa educação tem como resultado a privatização, a competitividade e o individualismo, fazendo com o sujeito se sinta responsável pelo sucesso ou fracasso alcançado.
    A pedagogia desse modelo se encontra pautada na pedagogia da qualidade total e na empreendedora, obedecendo a hegemonia neoliberal.

  18. Dayse disse:

    As políticas neoliberais de educação no Brasil estão ligadas aos interesses capitalistas, pois dentre suas características podemos citar o Estado responsável pela educação básica, enquanto que nos outros níveis de ensino ocorre a privatização. Outra característica apontada pelos seminários foi a municipalização do ensino, com o Estado deixando a responsabilidade pela educação para os municípios e muitas vezes, para as próprias escolas, bem como a despreocupação com a qualidade do ensino para todos, assegurando a todos somente “vagas” nas escolas, e não a aprendizagem efetiva. Desta maneira, o que podemos observar no cenário da educação atual é um ensino mais preocupado em “profissionalizar” o cidadão do que torná-lo “crítico”, uma vez que é por este meio que o capital garante sua supremacia.

  19. Monica Floriano Lucianelli Lucheta disse:

    As políticas neoliberais surgiram para fortalecer o capitalismo e consolidar o consumo como primeira necessidade dos sujeitos. A educação, realizada nas instituições de ensino, se presta ao papel de manter e perpetuar essa cultura. Tanto as políticas públicas educacionais quanto as novas pedagogias tem ajudado com a manutenção dessa educação que serve apenas para formar mão de obra barata e consumidora. Ao longo do semestre foram propostas reflexões para compreendermos o quanto esse discurso neoliberal é cegante. Observamos o surgimento de diversas Pedagogias e propostas de mudança, percebendo que são propostas vazias produzidas por um Estado, junto a iniciativa privada para calar a massa de trabalhadores que continua alienada e oprimida. Uma escola que eduque para a coletividade, que forme cidadãos pensantes e atuantes está fora da realidade brasileira, nesse momento. Incluo ai estudantes das classes dominantes também, pois mesmo a eles é negado a possibilidade de pensamento, ja que são massacrados por ondas imensas de um ensino tradicional conteudista, que não prima pelo diálogo ou pela discussão. A atual sociedade brasileira tende a se perpetuar por pura falta de conhecimento de que pode haver mudança. A 6ª maior economia mundial não consegue produzir sua própria tecnologia, pois não possui sujeitos criativos para isso…

  20. Ariadne C. Matos disse:

    Como podemos perceber através dos seminários, as políticas neoliberais, para manter os interesses da sociedade capitalista, usam principalmente da educação. Essa políticas, por sua vez, propõe: a privatização, a competitividade, o individualismo, e além disso, toda a responsabilidade em relação ao fracasso é da própria pessoa. Essas concepções foram abordadas nos seminários “Pedagogia Empreendedora” e “Pedagogia da Qualidade Total”, em que o objetivo maior, ou talvez único, é da escola formar o aluno para o mercado de trabalho. A escola então, é vista como uma empresa e os alunos como cliente, em que se forma apenas mão de obra qualificadora (interesse dos capitalistas) e não sujeitos criticos,o que seria, na verdade, a função da instituição escolar.

  21. Daiana disse:

    As políticas neoliberais apresentam uma concepção de educação voltada para o capitalismo, no qual, prepara o indivíduo somente para o trabalho. Essa educação tem como base a competitividade e o individualismo, pois quando o individuo não consegue se inserir socialmente no mercado de trabalho, acaba por acreditar que é culpado por seu próprio fracasso. No ambiente escolar, ao trabalhar a pedagogia da qualidade total e empreendedora, a escola assume um caráter propedêutico, ao formar indivíduos para o mercado de trabalho.

  22. Danielli Fernanda da Silva disse:

    A Educação, na perspectiva neoliberalista, visa manter os interesses do sistema capitalista dentro da sociedade. Nos seminários podemos observar que este tipo de Educação propõe como situações de destaque para os alunos a competitividade, o individualismo, e também coloca no aluno a responsabilidade do seu fracasso ou ascensão ao sucesso escolar. Podemos observar também que essas “novas pedagogias” vêem em um modelo empresarial, como se visasse o lucro em seu aluno mesmo, ou seja, aquele que se esforçar mais vai se destacar como o melhor entre a maioria, tendo alguma vantagem nisso.
    Esse modelo de políticas neoliberais na sociedade apresenta algumas conseqüências, que faz com que a Educação seja simplesmente uma forma de servir aos interesses da iniciativa privada, tais como a privatização de serviços, falta de autonomia por parte do professor, descentralização do ensino, dentre outros. A educação acaba somente por formar o indivíduo para o mercado de trabalho, sendo assim, uma forma de manter a hegemonia política e social imposta.

  23. Marina dos Reis Dourado disse:

    Na “pedagogia da Qualidade Total” e na “Pedagogia Empreendedora” estão marcadas as características do Neoliberalismo na Educação. Porque em ambas há o propósito de prepara o aluno para o mercado de trabalho, profissionalizá-lo, não tornando o aluno um ser crítico, e , assim, portanto, manter a hegemonia política e social do país para atender as indústrias e as empresas privadas.

  24. Luana Dias disse:

    A educação no neoliberalismo atribuiu-se ao sistema educacional a tarefa de preparar recursos humanos para atender às demandas dos projetos no campo econômico. A educação passou a ser pensada como forma de apropriação de capital, enquanto melhoria da qualificação da mão-de-obra, intensamente vinculada ao desenvolvimento que se faz com base na tecnologia, na criação e implementação dessa tecnologia e na sua relação com a produtividade. Neste enfoque, o homem não é visto como ser humano e sim como força de trabalho, necessária aos vários níveis e tipos de qualificação técnica. No Brasil, o reflexo das políticas neoliberais é calcado na formação dos docentes, que seguirá um currículo mínimo de desintegração dos conteúdos de educação geral, e determinará a posição de técnico do professor, enquanto mero transmissor de conhecimentos.
    Essa concepção de política educacional encontrou espaço no governo social democrata de Fernando Henrique Cardoso com a reforma do estado, tornando a educação um instrumento a serviço das exigências do mercado. A educação não pode ser reduzida ao treinamento do conhecimento funcional e deve-se observar de forma critica “que o caráter circular da teoria do capital humano deriva necessariamente da concepção de homem, de sociedade, que ela busca veicular e legitimar, e da função de evitar relações de produção que ocorrem concretamente na sociedade capitalista”.
    Analisando o campo político ideológico, é preciso entender que o investimento em capital humano no processo educacional está associado ao fator da produtividade para o desenvolvimento econômico. Esse fator torna-se primordial para compreender a subjetividade da educação na atualidade pela analise da incorporação do sentido do trabalho ao processo de formação humana, estabelecendo a critica política ao determinismo reducionista do investimento em educação a serviço do interesse econômico.

  25. Cintia disse:

    Sendo estratégia do neoliberalismo, a educação é uma das maiores formas de mater a hegemonia politica e social do país para atender aos propositos lucrativos da sociedade com ideologias implantadas em que o individuo se torna o único e responsavel pelas suas conquistas ou fracassos, isentando o Estado das suas responsabilidades de manter uma educção de qualidade, mantendo assim, uma contenção da classe subordinada a este poder econômico, político e social. No decorrer do semestre foram apresentadas algumas teorias do discurso neoliberal com diversas propostas de mudanças, mas, percebe-se que são propostas vazias produzidas pelo Estado e a iniciativa privada com o intuíto de propor uma forma que prive o ser humano de ter posse de todo o conhecimento histórico acumulado, ou seja, um conhecimento fragmentado, com o objetivo que a maioria da massa, a trabalhadora, continue calada.

  26. Camila Mendes disse:

    A visão neoliberal das politicas educaionais atuais, estão expressas nos conceitos de Pedagogia da Qualidade Total e Pedagogia Empreendedora. A Escola se aproxima muito das empresas com estas concepções e portanto se tornam de certa maneira um complemento da mesma. Apesar de alguns pontos em que conceitos como o Fordismo e Taylorismo são substituidos pelo Toyotismo (conceitos de 5S e etc); é clara uma tendência de preparo do aluno para as empresas (ambiente competitivo – principalmente no modelo capitalista) e não para mundo (ambiente cooperativo), o senso crítico é alienado nesse contexto. Essa tendência juntamente com o conceito de Pedagogia Empreendedora; conceito que remete o sucesso ou fracasso do indivíduo a ele mesmo, reduzindo ou eliminando o papel do Estado nesse contexto; traz claramente a visão neoliberal adotado no modelo atual de politicas publicas na educação.

  27. Nathália Vieira Ribeiro disse:

    No ponto de vista neoliberal, a Educação visa manter os interesses do sistema capitalista na sociedade. Podemos, assim, observar nos seminários apresentado em aula este tipo de Educação, o qual propõe como situações para os alunos a competitividade, o individualismo, e caso haja fracasso ou não, este é colocado como responsabilidade do aluno. As ‘novas pedagogias’, por sua vez, visam um modelo empresarial, seguindo os perfis citados anteriormente. Tal modelo, faz com que a Educação seja simplesmente uma forma de servir aos interesses da iniciativa privada. Desta forma, a hegemonia política e social é mantida e a educação estabelece, apenas, formar os sujeitos para o mercado de trabalho.

  28. Muriele Zaneboni disse:

    A concepção de educação das políticas neoliberais está voltada para a formação e preparo dos indivíduos para o mercado de trabalho. Nessa concepção, baseada na competitividade e no individualismo, o sucesso do aluno é responsabilidade do próprio. Atendendo ao interesse do sistema capitalista, a educação neoliberal transforma a instituição escolar, onde se deveria formar cidadãos críticos, em uma “empresa” com empregados obedientes e conformados, como podemos notar na “Pedagogia da Qualidade Total” e na “Pedagogia Empreendedora”.

  29. Michele Saçaki disse:

    O neoliberalismo tem permeado as políticas educacionais no Brasil, por encontrar na escola, um campo privilegiado para disseminação da ideologia. A escola então, tem sido tratada por nossos governantes como sendo um espaço produtivista e empresarial. Na educação, com as políticas neoliberais, encontramos uma carência de qualidade nas escolas, em oposição à universalização, quantidade e extensão dos sistemas educacionais.
    A educação então, no neoliberalismo, serve apenas para formar o indivíduo com algumas competências, como por exemplo, pudemos ver no seminário “Pedagogia das Competências”, em que o aluno é tratado como sendo responsável por seu sucesso ou seu fracasso, detentor de competências, que estarão em constante processo de adaptação e mudanças, capazes de colocá-lo no mercado de trabalho. Essas adaptações do indivíduo o tornará qualificado para exercer uma determinada função no trabalho, nos dias atuais.
    Com essa educação na concepção neoliberal, o Estado tem construído nos indivíduos uma ideologia muito forte, no que diz respeito a transferir os seus fracassos para o plano individual, livrando-se assim das revoltas, por meio de cidadãos passivos, que não são capazes de exercerem um comportamento crítico. Livram-se, também da responsabilidade para com a sociedade, transferindo suas obrigações para o setor privado, aumentando-se desta forma, as desigualdades sociais, e o conformismo geral da sociedade menos favorecida.

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