Ficheiro:Joaquín Torres García - América Invertida.jpg

Bom Dia Caros Alunos! Tudo bem?

Esta é a postagem final da disciplina Trabalho e Educação referente ao Módulo 5.  O desenho acima do artista uruguaio Joaquín Torres-García trabalha com uma representação diferente da usual da Nossa América Latina. Em artigo publicado em 1941, em que apresenta a imagem e trata do assunto, Joaquín afirma: “Quem e com que interesse dita o que é o norte e o sul? Defendo a chamada Escola do Sul por que na realidade, nosso norte é o Sul. Não deve haver norte, senão em oposição ao nosso sul. Por isso colocamos o mapa ao revés, desde já, e então teremos a justa ideia de nossa posição, e não como querem no resto do mundo. A ponta da América assinala insistentemente o sul, nosso norte”. (TORRES-GARCÍA, J. Universalismo constructivo. Buenos Aires: Poseidón, 1941, com adaptações). A partir dos textos da bibliografia básica citados abaixo (todos os textos estão disponíveis para download na internet e na nossa lista de discussão no Yahoo Grupos), aponte quais as perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para Nossa América Latina. Bom trabalho a todos e parabéns aos formandos! Prof. Fábio Fernandes Villela.

[24] FRANCO, Maria A. Ciavatta e TREIN, Eunice. O percurso teórico e empírico do GT Trabalho e Educação: uma análise para debate. In: Revista Brasileira de Educação. n. 24. Set /Out /Nov /Dez, 2003.

[25] RODRIGUES, José; REIS, Ronaldo R. Nós, os educadores que amávamos a Revolução: Origens, desenvolvimento e crise do campo trabalho-educação no Brasil. Revista HISTEDBR On-line, Campinas, número especial, p. 170-191, abr. 2011.

[26] SAVIANI, Dermeval. Marxismo e pedagogia. Intervenção na Mesa IV – Teoria Marxista e Pedagogia Socialista, integrante da programação do III EBEM (Encontro Brasileiro de Educação e Marxismo). Salvador, 14 de novembro de 2007.

[27] TAFFAREL, C. N. Z.. Marxismo e educação: contribuição ao debate sobre a teoria educacional e a transição. Revista HISTEDBR On-line, Campinas, número especial, p. 257-270, 2011.

131 Comentários “Módulo 5 – Trabalho e Educação – Perspectivas da Educação e Trabalho no Limiar do Milênio”

  1. Talita C. L. Nogueira disse:

    As perspectivas em torno de educação e trabalho, segundo Franco e Civatta (2003) centram-se em uma educação politécnica que atende ao interesse da classe dirigente; investindo na profissionalização da classe trabalhadora, o que concorda com a imagem no questionamento de quem dita o norte ou o sul da América Latina. Os autores ressaltam a importância de espaços de discussões coletivas para um desenvolvimento mais crítico e político sobre a vida das pessoas e seus trabalhos.

  2. Betânia Ap. Ferreira Cardoso disse:

    As perspectivas da educação e trabalho no inicio do milênio se dão através de que escolas politécnicas investem em algum tipo de tecnologia, a qual combina com o trabalho de fábrica, onde é inquestionável o poder político, como nos aponta a imagem de Joaquín (1941). No qual TAFFAREL (2011), nos apresenta que o ensino é um dos meios mais potentes de transformação da sociedade, na qual podemos perceber que há uma grande ausência de um debate teórico, “[...] Proposições estas que reconhecem que a educação da classe trabalhadora transcende a escola e, portanto, tem que ser assim considerada, no âmbito da política cultural, econômica e política [...]”. (p. 10) Sendo assim, é essencial que como nos traz o marxismo em sua filosofia, do ser humano e a sua emancipação, é necessário fundamentar a formação de professores, proporcionando que estes sendo mais críticos possam desenvolver isso em seus respectivos alunos futuramente.

  3. maria cristina labrichosa disse:

    Em relação aos autores a perspectiva é de uma educação técnica, profissionalizante da classe trabalhadora, sem nenhum senso crítico e dessa forma consolidando ainda mais os interesses da classe dominante, mas espero que seja diferente, que a educação seja para preparar o individuo para a totalidade da vida, respeitando as diferenças, considerando o aprendizado e tempo de cada um, em relação ao trabalho que esse seja mais humano, que sirva para a evolução de todos e que possa apenas construir e jamais destruir.

  4. Josiane Paula Rodrigues disse:

    No cenário da América Latina do novo milênio tem se destacado o ensino técnico especializado, voltado à formação de mão-de-obra direcionada aos principais setores da economia e capaz de ser atrativo para o investimento externo. Infelizmente, esta formação ignora preceitos básicos do ensino como a problematização e busca de soluções, uma vez que apresenta conteúdo (técnico) estático, que deve ser meramente reproduzido e, quando possível, executado. Não existem discussões para bases teóricas de método e pouca diversidade na estratégia de ensino. Neste sentido, a busca por uma pedagogia crítica libertadora (e a sua aplicação) é fundamental para que se possam romper os paradigmas de “pobre explorado” destes continentes.

  5. Livia Camargo Bini disse:

    Na América Latina atual o ensino tecnicista, voltada para a formação técnica é o auge. Esse ensino forma mão-de-obra direcionada à economia e ao crescimento desta, se tornando um investimento. Pensando apenas economicamente, essa formação dispensa o caráter social e ainda, reflexivo que a educação possa representar para o indivíduo. O conteúdo ensinado se torna estático, usual apenas para o mercado. Esse ensino ainda consegue perpetuar de forma mais forte a alienação e o capitalistmo. Dessa forma, esse tipo de ensino faz com que a necessidade de um ensino reflexivo, uma pedagogia crítica seja cada vez mais real e forte.

  6. Maiara Caroline Pereira disse:

    As perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para a América Latina contemplam escolas politécnicas, ou seja, estão voltadas para uma educação profissionalizante, para que assim seja formada muita mão de obra que execute o trabalho de forma mecânica para um mercado de trabalho que não instigava e nem leva o ser humano a refletir de forma questionadora e critica o trabalho ao qual ele é subordinado, mas sim aceitar de imediato tal situação. Neste sentido e para a formação concreta do ser humano é necessário que exista uma educação que estimule o aluno e o forme pensante, para que assim consigamos alcançar algo que parece estar longe, porém não impossível se formos pensar em uma educação crítica que forme uma sociedade mais justa e atuante.

  7. Roseli Aparecida Francisco disse:

    As perspectivas da educação e trabalho presente no início do milênio, de acordo com os autores estudados, pautam-se na educação politécnica, com o investimento de tecnologias no setor de profissionalização da classe trabalhadora. Diante dessa perspectiva é inerente que a educação forme a criticidade dos alunos para que a sociedade não permaneça na reprodução sem criticidade.

  8. Paula Bastos de Oliveira disse:

    A educação tem como fim a preparação de mão-de-obra para que essa possa gerar cada vez mais lucro para o mercado e em um curto prazo. Antes mesmo de sair do Ensino Médio, o aluno já é “encaminhado” para os cursos técnicos que prometem dar formação em pouco tempo. Não pretende-se que as pessoas cheguem a universidade, ou que despertem-se para o conhecimento que lhe desse uma visão crítica e proporcione a reflexão. A idéia é que cada vez mais cedo as pessoas sejam capazes de fazer atividades básicas para o enriquecimento dos que já estão ricos. Essa forma de educação aliena as pessoas pois para elas trabalhar é garantir não só o sustento básico mas também as suas necessidades supérfulas, mas que são tão instigadas pelo marcketing e pelo grupo dominante.

  9. Janiclei de Fátima Arone Amaral disse:

    Olá profº Fábio e usuários do Blog de Aula,

    A partir dos textos é possível delinear algumas perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para a América Latina.

    Ao lado da intensa mobilização dos educadores contra a política educacional do
    governo federal, houve inúmeras iniciativas municipais e estaduais implantadas por
    prefeituras e governos estaduais “de oposição”, isto é, de oposição ao governo federal empalmado pelos generais-presidentes. (RODRIGUES, 2011). Penso que na educação existirão muitos movimentos (manifestações) por melhores condições de trabalho.

    Percorrendo-se, ao longo dos anos a produção acadêmica do GT Trabalho- Educação ANPEd, podem ser destacados os temas abaixo:
    1. Trabalho e Educação – teoria e história
    2. Trabalho e Educação Básica
    3. Profissionalização e Trabalho
    4. Educação do trabalhador nas relações sociais de produção
    5. Trabalho e educação dos movimentos sociais

    Para finalizar uma reflexão de Florestan Fernandes: coo o “trabalhador não é uma macieira nem a revolução é uma maçã”, a história da sociedade de classes engendra ela própria a luta de classes, devendo esta ganhar centralidade pelas mãos da classe trabalhadora.

    *Obrigada pelos Parabéns! (Formandas)

  10. Daiana Moreno disse:

    A educação para o novo milênio, possui como característica básica um modelo de educação pautado na formação de mão de obra trabalhadora. As escolas de ensino politécnico passam a aumentar cada vez mais na intenção de produzir mais mão de obra, de qualificar cada vez mais indivíduos para o trabalho e que possua competências para resolver qualquer tipo de problema no trabalho, ou seja, os saberes tácitos. É preciso considerar que o homem não vive só de trabalho, e a escola como meio de mobilizar as massas perde o seu lugar de difusão do conhecimento em função de formar pessoas para o trabalho.

  11. Raísa disse:

    O ensino é uma das maneiras mais poderosas que se tem para que a sociedade possa ser transformada. Com isso, trabalho e educação visa uma educação onde seja possível investir em escolas politécnicas, que trabalhem a tecnologia, o trabalho nas fábricas, para que a grande massa da população receba uma educação que os forme seres criticos, prontos para modificar a sociedade em que vivem e não se tornarem seres alienados pelos poderes políticos e pela classe alta da sociedade.
    Para isso, é muito importante a formação dos professores, que são essenciais nesse processo de conscientização da sociedade.

  12. Ana Carolina Aguiar disse:

    A educação e o trabalho para o novo milênio se destinam, segundo os autores estudados, a uma educação politécnica para formação de mão de obra trabalhadora, para assim atender ao interesse da classe dominante. Essa educação não presa pela reflexão e criticidade do ser humano, é apenas uma educação mecânica, onde o indivíduo aprende como trabalhar sem refletir de forma questionadora sobre o trabalho, no qual é subordinado. Desta forma, se torna impossível uma sociedade, em que os indivíduos reflitam e sejam críticos diante a realidade.

  13. Heloisa H. Lemo disse:

    A perspectiva da educação e trabalho no início do milênio para a América Latina é formar mão de obra barata e trabalhadora a partir de escolas politécnicas. Essa formação atende o interesse da classe dominante que visa lucro exacerbado em sua produção, priorizando trabalho de qualidade, sem reconhecer o valor de seu funcionário, que alienado pela sua formação não exige seus direitos e nem tem autonomia sobre sua produção, dando continuidade ao círculo vicioso que o sistema capitalista impõe.
    Uma tentativa para modificar essa situação é o investimento na formação dos professores, que podem passar para seus alunos uma visão diferenciada, crítica e reflexiva, que garanta a autonomia dos mesmos e uma formação mais completa, que englobe educação, trabalho e sociedade.

  14. Sônia Haruko Ito disse:

    Muito interessante a ideia do artista uruguaio Joaquín-Torres Garcia representada na figura da América Latina ao revés. E isso ém 1941!! Não obstante a crítica que já vem desde muito tempo, vemos que tendo em vista que no Capitalismo o grande capital é o ser humano, e que se a educação o meio por onde se estrutura a formação humana, os autores apontam que as perspectivas de educação e trabalho na America Latina neste milênio está voltada para a formação politécnica e profsisionalizante com o objetivo de produzir mão de obra trabalhadora qualificada em detrimento ao indivíduo que tenha um desenvolvimento crítico da sociedade como um todo.
    É possível insistir na idéia do “Sul como Norte”!! Não podemos cruzar os braços.

  15. Caroline disse:

    As perspectivas da educação e trabalho presente no início do milênio, de acordo com os autores estudados, pautam-se na educação politécnica tendo como fim a preparação de mão-de-obra para que essa possa gerar cada vez mais lucro para o mercado e em um curto prazo. Pensando apenas economicamente, essa formação dispensa o caráter social e ainda, reflexivo que a educação possa representar para o indivíduo. Assim sendo, esse tipo de ensino faz com que a necessidade de um ensino reflexivo, uma pedagogia crítica seja cada vez mais real e forte, fundamentando a formação de professores, proporcionando que estes sendo mais críticos possam desenvolver isso em seus respectivos alunos futuramente.

  16. Dayse disse:

    Segundo os autores a perspectiva da educação estaria baseada em uma educação técnica, profissionalizante da classe trabalhadora, sem nenhum senso crítico e dessa forma consolidando ainda mais os interesses da classe dominante, quando na verdade deveria basear-se em uma educação preocupada na transmissão do conhecimento historicamente acumulado onde o individuo conseguisse se apropriar de tal conhecimento no processo formativo.

  17. Josiane Castamann disse:

    De acordo com os textos estudados a perspectiva de educação está baseada em escola tecnicas e profissionalizantes isso para a classe trabalhadora, alienando ao trabalho antes mesmo do termino do Ensino Medio o que cnsolida cada dia mais o interesse da classe dominante, formando um cidadão sem senso critico. A educação no formato dos desejos da elite do capitalismo, para transformar essa realidade é necessario pensara sociedade nos moldes do marxicismo, formando educadores com qualidade para que possam formar ccidadãos criticas capazes de pensar e lutar para garantir uma educação de qualidade e igualitaria, uma educação critica,rompendo com o paradigma “classe explorada”…

  18. Nathália Ribeiro disse:

    Para a América Latina, as perspectivas da educação e trabalho no início do milênio perpassam pelas escolas politécnicas, voltadas para uma educação profissionalizante, com o intuito de se formar mão de obra que exerça o trabalho de forma mecânica, impossibilitando os trabalhadores refletirem, questionarem e criticarem seus respectivos trabalhos aos quais são submetidos, subordinadamente.

  19. Claudia disse:

    A partir do desenho do artista uruguaio Joaquín Torres-García que objetiva a superação do domínio cultural europeu, não apenas das representações simbólicas, mas também do resgate da tradição e práticas culturais. As perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para Nossa América Latina de acordo com os textos indicados e diante da amplitude e problemática apresentada na atualidade seriam a retomada concepção marxista em que a educação, bem como o trabalho, possa atuar na qualidade de órgão transformador da ordem vigente, porém esta transformação, não acontece somente no âmbito do trabalho e da educação isoladamente, precisando da união de atividades sindicais, lutas econômicas e políticas, práticas educativas emancipadoras para a edificação de um novo ideal, de um novo pensamento. Seria necessária uma mudança radical de sistema, mas para essa conquista é exigido, um investimento redobrado, uma formação sólida com apropriação do conhecimento a respeito do processo histórico real para a construção de uma forma de sociabilidade para além do capital. Do contrário, como foi postado no módulo 4, dificilmente conquistaremos uma mudança radical de sistema, visto que o “atual” dispõe de todos os mecanismos materiais, políticos, intelectuais, jurídicos e militares para conservar o poder econômico e estatal na classe burguesa, tendo a educação como instrumento da consolidação da ordem social vigente. Diante disto, mostra-se cada vez mais distante (mas não impossível), romper com o capitalismo que corrompe e desiguala a sociedade.

  20. Ariadne C. Matos disse:

    De acordo com os autores estudados, a educação e o trabalho, presente no inicio do milênio, pautam-se em uma educação politécnica, que é destinada para a formação de mão de obra trabalhadora, investindo em tecnologias no setor de profissionalização, para que assim atendam as “exigências” da classe dominante. Com isso, formam seres humanos sem nenhum senso critico, não refletindo sobre o seu trabalho, o qual é subordinado.

  21. Samia disse:

    As perspectivas sobre o trabalho e educação para o novo milênio na América Latina estão centralizadas na educação politécnica, ou seja, uma educação profissionalizante que possui como objetivo formar mão de obra barata a fim de atender os interesses da classe dominante vigente. Dessa forma, a educação priva os sujeitos de uma formação crítica, reflexiva e ativa, fornecendo à eles uma formação mecânica com conteúdos estáticos e contribuindo para a alienação e o capitalismo nas sociedades.

  22. Danielli Fernanda da Silva disse:

    Frente aos autores que estudamos podemos afirmar que a educação e o trabalho se destinam principalmente a um educação politécnica para formação de mão de obra rápida, que atenda aos interesses da elite, ou seja, essa educação não tem como principal objetivo a reflexão e a criticidade do ser humano, tornando-se apenas uma educação mecanizada, sem a modificação da sociedade em função de melhorias para as classes proletárias. Dessa forma, os cidadãos são alienados pelos poderes políticos e pela elite social, sem mesmo ter noção disso. Ressaltamos aqui a importância da formação dos educadores do país, para que o processo de conscientização da sociedade caminhe paralelamente com a educação do ser humano.

  23. Cintia B. Poletto disse:

    Segundo Franco e Trein (2003), as perspectivas em torno de educação e trabalho centram-se em uma educação que atenda os interesses da classe dirigente, tendo por objetivo investir na profissionalização da classe trabalhadora. Esse tipo de trabalho forma uma sociedade alienada, privando a formação integral e reflexiva do homem.

  24. Lilian disse:

    As perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para Nossa América Latina, segundo os autores, é uma educação politécnica, que forma mão de obra barata e trabalhadora atendendo o interesse da classe dominante, que visa apenas o lucro e não dá valor ao seu funcionário.
    Com essa perspectiva, é impossível formar cidadãos críticos, capazes de lutar por uma educação igualitária e de qualidade.

  25. Crislei Mayara disse:

    As perspectivas para o trabalho e educação e trabalho, segundo Franco e Civatta (2003) centram-se em uma educação que visa o interesse da classe dominante; onde investi-se na profissionalização das classes baixas, ou seja a classe trabalhadora, que movimenta as fábricas e comércios do país. Enquanto se educa e politiza as classes dominantes para se tornarem nossos políticos e os próximos empresários de sucesso. Por fim ressalta-se a importância de espaços de discussões para um desenvolvimento crítico e político sobre a sociedade.

  26. Luana Cristina Dias disse:

    O ensino segundo os autores são voltados para uma educação tecnológica, que forma para o trabalho voltado para educação das classes trabalhadoras e para a classe dominante o ensino é voltado para a formação de pessoas capazes de liderar, sendo eles empresários e comerciantes, políticos. Vemos como a desigualdade está presente e o discurso que a educação para todos e de forma igualitária não passa de mero discurso ideológico.

  27. Michele disse:

    As perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para a América Latina, seriam, conforme os textos estudados, a importância da boa formação do profissional docente, para que sejam capazes de formar sujeitos críticos, exercendo plenamente sua cidadania, seus direitos, e o trabalho pensado na formação de trabalhadores reflexivos, críticos nas escolas politécnicas, com o intuito de propiciar uma educação profissionalizante, com formação de mão de obra não mecânica, a fim de valorizar a individualidade e cultura de seu país de origem, não permitindo contaminar-se ou alienar-se diante a dominação capitalista que irradiam do norte do continente americano, transformando essa triste realidade.

  28. Gabriella Bonil disse:

    A educação politécnica, segundo os autores estudados, é a educação para o início do Milênio. Está voltada para a formação de mão de obra trabalhadora para sustento da camada dominante da sociedade. Assim, a formação dada é para que as pessoas não desenvolvam a criticidade nem a reflexão dos diversos assuntos, nem mesmo o questionamento. Com isso, é mais fácil a dominação, pois os trabalhadores estão conformados com a situação.

  29. Monica floriano lucianelli lucheta disse:

    De modo geral, na América Latina, as perspectivas da educação e do trabalho no início do milênio eclodem nas escolas politécnicas, voltadas para uma educação profissionalizante, com o intuito de formar mão de obra especilaizada em diversas funções, mas sem a visão do todo, que exerça um trabalho de forma mecânica e eficiente. Essa educação impossibilita os trabalhadores refletirem, questionarem e criticarem, pois os mantém com olhar congelado em determinados aspectos. Paralelo a isso temos uma educação de elite, voltada para a classe dominante, que visa formar lideres que mantenham a ordem. As duas posições garantem a hegemonia dos paises ricos e a ordem atual da America Latina, que sob uma fachada de desenvolvimento, está sendo colonizada novamente.

  30. Larissa Lopes disse:

    As perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para a América Latina contemplam escolas politécnicas que estão voltadas para a educação profissionalizante onde sejam formadas muita mão de obra para executarem o trabalho de forma mecânica para um mercado de trabalho. Para que haja uma formação concreta do ser humano é necessário uma educação que estimule o aluno e o forme pensante.

  31. Natália Ferreira disse:

    As perspectivas de educação e trabalho atualmente se voltam para a profissionalização dos indivíduos que ao sair do Ensino Médio buscam uma formação rápida para o exercício do trabalho. Neste sentido, a educação tem um objetivo maior que transcende a formação humana e libertadora da alienação, mas pelo contrário, ela se designa para a submissão do outro, que no caso, são os ricos e dirigentes do país. Logo, tal trabalho é fundamentado na fragmentação dos deveres que não permitem uma visão do todo e por isso, um conhecimento absoluto.

  32. Maria Antonia de C.Marques disse:

    A educação e trabalho para a América Latina no novo milênio, pauta-se segundo os autores estudados em uma educação politécnica, cuja interesse é formar o indivíduo apenas para exercer mão de obra no mercado. Este tipo de educação só atende os interesses da classe dominante, que tem como característica a exploração do trabalho humano, para com isso, manter seus lucros e continuarem se enriquecendo cada vez mais.

  33. Aline Naliati disse:

    As perspectivas da educação e trabalho presente no início do milênio, de acordo com os autores estudados, pautam-se na educação politécnica, ou seja, estão voltadas para uma educação profissionalizante. Essa educação visa formar muita mão de obra que execute o trabalho de forma mecânica para um mercado de trabalho que não instigava e nem leva o ser humano a refletir e criticar o seu trabalho. Diante dessa perspectiva é de suma importância que a educação forme a criticidade dos alunos para que a sociedade não permaneça com essa reprodução alienada.

  34. Maria Antonia C. Marques disse:

    A educação e trabalho para a América Latina no novo milênio, pauta-se segundo os autores estudados em uma educação politécnica, cujo interesse é formar o indivíduo apenas para exercer mão de obra no mercado. Este tipo de educação só atende os interesses da classe dominante, que tem como característica a exploração do trabalho humano, para com isso manter seus lucros e continuarem se enriquecendo cada vez mais.

  35. Juliane Marigo disse:

    As perspectivas em torno da educação e trabalho, segundo Franco e Civatta (2003), estão direcionadas a proposta de educação politécnica que atenda ao interesse da classe dominante e assim ofereça “capacitação”, profissionalização para a classe trabalhadora. Neste sentido, não é espaço para formação do pensamento critico, sendo apenas mecânica ensinando o indivíduo a trabalhar sem reflexão e consciência de sua ação transformadora. A importância de espaços de discussões coletivas para um desenvolvimento mais crítico e político sobre a vida das pessoas e seus trabalhos, é destacada pelos autores.

  36. Débora Gervásio disse:

    A educação politécnica é uma educação pautada na instrução de um determinado ofício, preparando o sujeito para o mercado de trabalho! Essa preparação se configura em uma forma totalmente descaracterizada e fragmentada, e em minha concepção, atua como mais uma forma de alienação, degradação do trabalhador, opondo-se a uma educação omnilateral, na qual forma o individuo crítico. Sendo assim, a politecnia é um processo caracterizado pelo sistema burguês, na qual encontra no trabalho estranhado do proletário, mais uma forma de se obter lucro, sendo assim, a força de trabalho humana se caracteriza como uma mercadoria.

  37. Muriele Zaneboni disse:

    A educação e trabalho no início do milênio para a América Latina está pautada nas concepções de interesse das classes dominantes, visando apenas seus lucros a partir de mão de obra barata. Para atender à essas necessidades, criam-se escolas politécnicas, cujo objetivo é a formação (em curto prazo) para o mercado de trabalho. A alienação e heteronomia devido à esse modelo, impede que o cidadão tenha uma posição crítica em relação à sua exploração.

  38. Cassiana Lima Santos Rosa disse:

    A educação e o trabalho no início do milênio para a nossa América Latina pauta-se no conceito de capital humano. Em outras palavras, pauta-se em formar mão-de-obra barata e trabalhadora nas escolas politécnicas profissionalizantes, para satisfazer somente as necessidades da elite. Cumprindo o destino da sociedade capitalista.

  39. Rafaela disse:

    Com relação as perspectivas sobre a educação no novo milénio na América Latina é de formaçõa técnica e profissoonalizandte, para um trabalho de exploração e de industrias, contribuinado para o sistema capitalista. É preciso haver um questionamento e discussões sobre a educação atual da América Latina, sobre uma nova perspectiva de mudanças e lutas por uma educação de qualidade, humanizadora e crítica.

  40. Thaila de Oliveira Souza disse:

    como os textos enfatizam e se traduz no cotidiano escolar, a formação recebida pela população da América Latina, pauta-se em formar a mão de obra barata que seja rentável aos grandes mercantis econômicos e que estes sejam meros reprodutores do sistema, basicamente são ensinados a fazer e não a pensar sobre o que fazem.

  41. Fernanda Janaina Leso disse:

    No que podemos definir como educação para o novo milênio para a America Latina, visto todo o transcorrer do processo de colonização e recolonização e a hegemonia vigente sobre as mão dos Americanos e após toda a inserção que colocaram sobre estes países durante suas ditaduras em especial no Brasil, podemos considerar uma educação voltada para a mão de obra, alienada em um mundo segregado pelo trabalho. Contudo, podemos observar o aumento das escolas técnicas e profissionalizantes, sobre a preocupação na valorização da economia. Se faz necessário um novo pensar e agir sobre o sistema educacional, como muitos já o fizeram e a liderança da classe trabalhadora frente aos processos políticos, questionando, sobre um novo olhar libertador, a forma de emancipação do homem.

  42. Mayara Rocha disse:

    As perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para a América Latina são voltadas para uma educação que valoriza uma formação profissional. Como afirmam autores trabalhados em aula, Assis (2001) e Ferretti (2001), que vivemos numa fase de transmissão para as novas tecnologias, em que a indústria não concluiu o processo de abandono de paradigmas tradicionais e de ruptura com a base técnica precedente, e estava assentada em princípios Tayloristas e Fordistas. Esta valorização da formação profissional pode gerar consequências como a desqualificação do trabalho e até mesmo o modelo de competência, onde prevê um funcionário “flexível”, que consiga dar conta de saber ser o que precisar, em que cada vez mais será exigido maior nível de competências deste. Será exigido um profissional que seja competente e não qualificado, que não pense criticamente sobre o processo de trabalho no qual está inserido.

  43. Bete disse:

    As perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para a América Latina mostra uma educação voltada para o ensino técnico e profissionalizante, como afirma Franco (2003). A intenção é que continue a manutenção do do poder e que, os dominados, continuem sem perceber que estão sendo preparados para o trabalho em fábricas, indústrias, comércio, enfim, em lugares em que não é necessário conhecer o que foi produzido culturalmente pelo homem ao longo da história. Tem-se como exemplo o próprio Ensino Médio, em que há o impasse entre preparo para o “trabalho” ou para o” vestibular”.

  44. Veridiana Santana de Oliveira disse:

    Segundo os textos a formação do ensino técnico profissionalizante é resultado da formação de mão obra treinada para atender as necessidades do mercado de trabalho formando assim cada mias indivíduos alienados a sua realidade e antenados em suas ambições de consumo.

  45. Fabiano da Silva Costa disse:

    As perspectivas na realidade são as piores possiveis, já que nos aprofundamos nas reformas educacionais que o capital realiza nos ultimos 20 anos. O destino da educação já nao está nas mãos dos educadores, nem pensadores da educação, nem nos pedagogos de que matriz ideologica seja. Quem estabelece os rumos da educação nos dias atuais são os economistas que já escolheram o modelo de escola publica que irá prevalecer pelos proximos anos: a escola neolliberal tem como meta o controle de qualidade total toyotista e taylorista, e ainda pensa na fabricação em massa – fordismo – de alunos não-criticos para um mercado de trabalho que exige obediência e gratidão mesmo com salários irrisórios e cada vez menos direitos trabalhistas. A função do pedagogo assim como a de seus colegas docentes está relegada cada vez mais a de um operário de “chão de fabrica”, em nada lembrando a função que exigia seres humanos intelectuais e mentalmente preparados

  46. Deise disse:

    A base educacional do nosso país é voltada para o mercado de trabalho, uma formação fragmentada que visa somente o mercado de trabalho e o acumulo de mão de obra barata. Esses aspectos são incorporados de outras culturas e aceitos por nós como verdades absolutas. Mesmo que pesquisadores afirmem que a formação deve ser para a apropriação do conhecimento como forma de ser critico e reflexivo da realidade que nos cerca, esses estudos pouco contribuem para efetivas mudanças na educação, assim ficamos reféns de um conhecimento que não faz parte da nossa cultura.

  47. Deise disse:

    A base educacional do nosso país é voltada para o mercado de trabalho, uma formação fragmentada que visa somente o mercado de trabalho e o acumulo de mão de obra barata. Esses aspectos são incorporados de outras culturas e aceitos por nós como verdades absolutas. Mesmo que pesquisadores afirmem que a formação deve ser para a apropriação do conhecimento como forma de ser critico e reflexivo da realidade que nos cerca, esses estudos pouco contribuem para efetivas mudanças na educação, assim ficamos reféns de um conhecimento que não faz parte da nossa cultura. Reis e Rodrigues (2011) afirmam sobre a dualidade estrutural que discorre sobre o ensino médio X ensino técnico, a quem defenda um e a quem defenda o outro, assim políticas publicas defende o que lhes convém e será mais vantajoso.

  48. Patricia Zarpelon disse:

    As perspectivas de Educação e trabalho no início do milênio estão pautadas em uma educação que caminha em consonância com o sistema vigente atual, o sistema capitalista, e portanto, procuram atender a mão de obra barata. As relações de trabalho também estão subordinadas à esse sistema, e procuram portanto, mão de obra barata, fazendo com que o trabalhador venda a sua própria força de trabalho. Nesse sentido, a perspectiva da Educação para o novo milênio deveria estar voltada para uma educação cuja formação tomasse como princípio uma educação omnilateral, ou seja, que prevê a formação do homem como um todo. Contudo, a educação atual se encontra arraigada em princípios capitalistas, creditando uma formação fragmentada, mão de obra barata e a desqualificação do trabalhador, pois, procura-se por trabalhadores com diversas competências e menos qualificação profissional.

  49. João Theodoro de Alvarenga Junior disse:

    A perspectiva que temos é de um trabalho contínuo contra a a maré do sistema econômico capitalista e desigual. A escola somente reforça o objetivo final da burguesia: domesticar e aculturar as sociedades não desenvolvidas. Esta é a razão de ficamos tão a mercê da economia mundial. Os grandes capitais precisam de mão de obra e o caminho é desde cedo treinar a submissão dos filhos dos trabalhadores para que cresçam conformados e prontos para o trabalho. Complementando o que Trein e Ciavatta (2003) chamou de “amesquinhamento do ser humano, geradas pela produção e pela sociabilidade do capital”. Se não bastasse o preparo para o mercado de trabalho, a escola precisa reforçar a cultura hegemônica na mais oculta preparação para a cidadania consumista.
    Certamente que, como Saviani traz, é preciso pensar na construção de “procedimentos pedagógicos-didáticos que movimentarão um novo éthos educativo voltado à construção de uma nova sociedade, uma nova cultura, um novo homem”. Já não sei se a construção de uma pedagogia marxista é o caminho, mas sem dúvida alguma coisa precisa ser feita.
    Particularmente, não vejo outra maneira a não ser de dentro das escolas, disseminar novos valores de sustentabilidade, humanização, solidariedade, ética, respeito, paz para que possamos ver nas gerações futuras transformações sociais. Mas o que mais vemos dentro delas é uma reprodução da cultura individualista e competitiva. A escola até hoje cumpriu seu papel, mas o papel pra quem?

  50. Aruana Menegasso disse:

    As perspectivas de educação e trabalho para a América Latina no inicio do milênio infelizmente estão centradas em atender as necessidades das classes dominantes. Formando por meio de uma educação fragmentada, mão obra barata e trabalhadora que vise o mercado de trabalho, movimentando a produção dos países. Essa produção visa o lucro exacerbado, valorizando somente o trabalho de qualidade em valorize e reconhecer os direitos de seus funcionários, que pela sua formação alienadora não exige e nem luta pelos direitos e igualdade de classes, somente cumpre seu papel imposto sem qualquer tipo de autonomia. Para se evitar esse tipo de formação alienadora é necessário que a educação seja reflexiva e critica sobre a realidade que nos cerca, garantindo autonomia e uma formação completa.

  51. Sandra P. Silveira disse:

    Os apontamentos mostram que a perspectiva para o próximo milênio é uma educação voltada para o ensino técnico e profissionalizante. A nossa educação se baseia na formação para o mercado de trabalho, visando somente a mão de obra barata. Infelizmente enquanto a sociedade for regida por um regime capitalista, a educação se torna escrava de sua vontade.

  52. Patrícia Santos disse:

    Conforme estudado, observamos o predomínio do ensino técnico especializado, voltado apenas para o mercado de trabalho, priorizando funções mecânicas / reprodutivas. Esta perspectiva de trabalho atende o interesse de grandes conglomerados, interessados em mão de obra barata e conformada com o pouco que lhe é oferecido (“benefícios” e alguns “direitos sociais”, por exemplo). Mas essa alienação vem desde os primórdios da vida escolar, a educação politécnica é apenas a porta final de um sistema rigorosamente planejado para a alienação e para a omissão.

  53. Evaldo César de Oliveira disse:

    As esperanças sobre mudanças na educação e trabalho no início do milênio no contexto da América Latina apresenta de certa forma uma educação voltada para o ensino tecnicista e profissionalizante. Percebe-se uma clara intenção da manutenção do poder por aqueles que já os detém através dos caudilhismos e consequentemente como resultado de uma massa sem consciência da ideologia que prega a total obediência nos setores fabris. O discurso do desemprego dissemina uma preocupação em aceitar as mazelas do jeito que se encontram. A perspectiva do mapa com a cabeça para baixo denota um chamamento para a possibilidade de uma consciência de classe que lute por seus direitos civis.

  54. Camila Mendes disse:

    A educação e trabalho para a América Latina no novo milênio, pauta-se segundo os autores estudados em uma educação politécnica, cuja interesse é formar o indivíduo apenas para exercer mão de obra no mercado que passam a aumentar cada vez mais na intenção de produzir mais mão de obra, de qualificar cada vez mais indivíduos para o trabalho e que possua competências para resolver qualquer tipo de problema no trabalho, ou seja, os saberes tácitos. É preciso considerar que o homem não vive só de trabalho, e a escola como meio de mobilizar as massas perde o seu lugar de difusão do conhecimento em função de formar pessoas para o trabalho.
    Este tipo de educação só atende os interesses da classe dominante, que tem como característica a exploração do trabalho humano, para com isso, manter seus lucros e continuarem se enriquecendo cada vez mais.

  55. Mariana Santini Arroyo disse:

    As perspectivas em torno da educação e trabalho estão direcionadas a proposta de uma educação que atenda aos interesses da classe dominante. Por meio da educação politécnica, com a profissionalização para a classe trabalhadora, não há formação do pensamento critico, apenas mecânica, ensinando o indivíduo a trabalhar sem reflexão e consciência de sua ação transformadora e formando indivíduos alienados e longe da criticidade necessária para enfrentar a luta por uma sociedade mais justa e igualitária.

  56. Carla C.G.Nogueira disse:

    A educação no nosso país é baseada no sistema vigente, o capitalismo, sendo então, uma educação que dá prioridade e preferência ao ensino técnico, especializado, fragmentado e que foca apenas no mercado de trabalho e no acumulo de mão de obra barata, com muitas competências, especialidades e nenhuma qualificação. Ainda que esteja assim, espera-se que que a educação do novo milênio esteja realmente preocupada com a formação do homem, e que desenvolva métodos e metodologias que foquem na formação completa e plena desses indivíduos. Esta deve estar pautada numa sociedade diferente da que vivemos. Que preocupe-se com a educação das classes mais pobres e trabalhadoras e que tenha também a atenção voltada à educação ambiental. Que forme um indivíduo que pense, reflita, critique e seja capaz de intervir na sociedade em que vive.

  57. Geisinara Fernanda B. Dias disse:

    As perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para nossa América Latina deveriam consistir na busca pela formação integral do ser humano e pelo fim da desigualdade socioeconômica da população, que visa o desenvolvimento da autonomia e da emancipação humana de modo a formar pessoas éticas, críticas, reflexivas, democráticas, solidárias, criativas e transformadoras de sua realidade, valorizando uma cultura ambiental nos indivíduos e grupos comunitários que possibilite o desenvolvimento de um local sustentável. Para tanto, seria necessário promover e intensificar a educação do campo, a cultura ambiental e o uso das tecnologias para contribuir com a formação omnilateral do ser humano e estabelecer a sustentabilidade ambiental para se viver. No entanto, o sistema capitalista vigente nos leva a prever o predomínio de uma educação para o mercado de trabalho por meio do ensino politécnico e profissionalizante, que objetiva formar cidadãos alienados, conformados, não críticos, consumistas; formar profissionais “flexíveis” que assumam diversas competências sem qualificação especializada; formar mão de obra barata; aumentar as produções e lucros de grandes multinacionais; aumentar ainda mais a desigualdade socioeconômica; incentivar uma cultura individualista e competitiva que valoriza o consumo, prevalecendo assim o poder das classes dominantes sobre toda a população desfavorecida da América Latina.

  58. Gisele Lopes disse:

    As perspectivas da Educacao e trabalho no nosso milenio sao baseadas na producao de mao de obra. As classes mais baixas recebem formacao para o mercado de trabalho e procuram ensinos profissionalizantes. Quando pensamos que a escola e um espaco de construcao e reconstrucao social e que deveria formar os sujeitos por completo vemos que o real papel da educacao nao esta sendo cumprido. Em uma sociedade capitalista onde o que predomina e a desigualdade, a escola precisa formar as criancas para que estas se tornem pessoas mais criticas e reflexivas e que possam pensar nos direitos e deveres de todos. Para uma educacao ser completa e preciso deixar de lado essa formacao em massa e pensar na qualidade do ensino e o que queremos para o futuro.

  59. Franciane disse:

    Conforme os textos dos autores mencionados, as perspectivas da educação e trabalho no início do milênio na América Latina estão mais direcionadas para o ensino técnico e profissionalizante visando, principalmente, a formação de mão de obra especializada que atenda aos interesses do sistema capitalista neoliberal e do intenso processo atual de globalização da economia mundial. De maneira geral, a educação não está direcionada para a formação ética, social, reflexiva e crítica do indivíduo e sim para a lógica do mercado onde o fundamental, sempre, é produzir mais com a maior margem de lucro possível.

  60. Camila Pavaneli disse:

    A educação e trabalho centram-se em uma educação politécnica, voltada para o mercado de trabalho, formando homens parciais, esvaziados ou alienados. Nesse sentido, a escola apenas reforça os objetivos do capital – aculturar as sociedades não desenvolvidas e explorá-las. Desse modo, além de preparar para o mercado de trabalho, reforça a cultura hegemônica.

  61. Hayanne Zahra disse:

    A partir dos textos mencionados podemos nos atentar à algumas perspectivas de educação e trabalho no início do milênio para a América Latina. A perspectiva que temos, tanto de trabalho como educação, é de movimento contínuo, voltados para o mercado de trabalho, para a economia, para gerir o sistema capitalista. Isso fica claro e complementa ao/com o que Trein e Ciavatta (2003) chamam de “amesquinhamento do ser humano, geradas pela produção e pela sociabilidade do capital”.
    Desse modo, é certo pensarmos de acordo com Saviani (2007) que enfatiza a busca e construção de procedimentos pedagógicos-didáticos para o ‘surgimento’, talvez, “de uma nova sociedade, uma nova cultura, um novo homem”.

  62. Ana Regio disse:

    Conforme estudos realizados na disciplina,segundo os autores, a educação e trabalho para a América Latina no novo milênio, pauta-se em uma educação politécnica, que visa a formação do indivíduo somente para exercer trabalho manual no mercado de trabalho, aumentando a produção que beneficia o capitalismo, ou seja, atende aos interesses da classe dominante, tendo como principal característica a exploração do trabalho humano. Sendo assim, a escola perde a função de formação do pensamento crítico, de espaço para discussões que desenvolvam o pensamento político, que reflitam sobre o meio em que vivem, buscando transformações.

  63. Daniela Alves disse:

    O artista representou o mapa de ponta cabeça para mostrar que existem diversas formas de ver o mundo em que vivemos. E a educação tem diversas perspectivas também, como por exemplo no inicio do milênio a educação politécnica prevalece, mas para uma educação de qualidade é preciso que o professor busque a formação crítica dos alunos, para que a classe trabalhadora não seja alienada nas suas tecnologias no setor profissional.
    Apesar do capital buscar formar mão de obra barata, o ser humano que busca uma qualificação deve ter uma consciênciacrítica sobre seu papel na sociedade.
    O verdadeiro cidadão deve lutar pelos seus direitos, pelos seus valores de funcionário e que tenha autonomia para produzir melhores produtos que satisfaçam realmente o ser humano e não apenas o capital.
    Por fim, a educação de qualidade precisa formar o aluno para um futuro melhor e acabar com o capital que busca alunos alienados sobre seu papel no mundo.

  64. Andressa Parra disse:

    É muito interessando o trabalho do artista uruguaio Joaquín Torres-García, o qual representa a América Latina de forma contrária do usual. Levando em consideração as discussões realizadas em sala sobre as perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para Nossa América Latina, destaco que o intuito e o foco principal se relaciona com a formação do homem visando o trabalhador, o ensino técnico e profissional, tendo sempre como base o sistema que estamos inseridos, o capitalismo. Sendo assim, não se tem uma visão crítica para com o educando, pois além de formar para o mercado de trabalho aliena, visando apenas o lucro.

  65. Maiara Carnelossi disse:

    De acordo com os autores estudados, a educação e o trabalho presentes no inicio do milênio, pautam-se em uma educação politécnica, que é destinada para a formação de mão –de- obra trabalhadora e barata, investindo em tecnologias no setor de profissionalização, para que assim atendam as exigências da classe dominante, e desse ciclo capitalista imposto à sociedade.
    Com isso, formam seres humanos sem nenhum senso crítico, que não refletem sobre o seu trabalho, o qual é subordinado. O ideal é que uma boa educação (incluindo boa formação de professores) dê uma formação de criticidade aos alunos para que estes atuem na sociedade de maneira efetiva e não vivam a mercê de conhecimentos oferecidos que sequer fazem parte de nossa cultura, sem ter entendimento específico para poder contestá-los.

  66. Letícia Veste Correia disse:

    Conforme os autores estudados, as perspectivas da educação e trabalho, presente no início do milênio, pautam-se na educação politécnica, que é designada para a formação de mão de obra trabalhadora, com a aplicação de tecnologias no setor de profissionalização, para que dessa forma respondam às “exigências” da classe dominante. Assim, acaba-se formando cidadão sem nenhum senso crítico, que não possuem práticas reflexivas sobre o seu trabalho. Diante dessa situação, é pertinente que a educação forme a criticidade dos alunos, com o objetivo que a sociedade não permaneça apenas na reprodução. Porém, é preciso levar em consideração que o homem não vive somente de trabalho, e a escola como meio de estimular as massas, perde o seu lugar de difusão do conhecimento em função de formar pessoas para o trabalho.

  67. Fernanda Rissardi Gonçalves disse:

    A perspectiva de educação e trabalho no início do milênio para a América Latina fundamenta-se no promover da educação politécnica, ou seja, evidencia-se a educação profissionalizante. Com essa educação, a classe dominante visa formar mão de obra trabalhadora e barata, obtendo lucros cada vez maiores, como também alienando o trabalhador que executa o trabalho de maneira mecânica sem refletir e/ou criticar seu desenvolver. Para a possível resolução deste dilema, pondera-se a formação continuada docente para que, futuramente, os alunos deste professores não se encaixem na alienação do sistema, havendo criticidade e indagação.

  68. Luany Pyetra disse:

    Com os textos estudados, podemos concluir que as perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para Nossa América Latina é o da educação voltada para o mercado de trabalho por meio do ensino politécnico e profissionalizante, formando indivíduos aos moldes capitalistas e que não sejam críticos e reflexivos. Enquanto na verdade deveria ser ao contrário, a escola deve propiciar uma educação que visa a formação plena dos alunos e assim, reverteria esta concepção.

  69. Angelica Camacho disse:

    As perspectivas da educação e trabalho no início do milênio são de uma formação politécnica que visa a preparação para o mercado de trabalho, predominando os interesses da classe dominante, tendo como princípio o sistema capitalista. Para reverter essa situação é preciso que invistamos em um educação crítica e reflexiva, que tenha preocupação com a formação plena dos alunos, e que não tenha seu objetivo baseado na reprodução.

  70. Ana Claudia disse:

    As perspectivas da educação e trabalho de acordo com os autores estudados, baseiam-se na educação politécnica, com o investimento de tecnologias no setor de profissionalização da classe trabalhadora. Diante disso é inerente que a educação forme a criticidade dos alunos para que a sociedade não permaneça na reprodução sem criticidade.

  71. Nayara Koseki disse:

    As perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para Nossa América Latina, em relação aos autores citados é pautado numa educação técnica e profissionalizante da classe trabalhadora. Nesse sentido, a perspectiva da Educação para este novo milênio deveria estar voltada para uma formação que tomasse como princípio a omnilateralidade, ou seja, prevê a formação do homem como um todo. Uma educação que se preocupa com as classes mais pobres e trabalhadoras, que forme indivíduos que pense, reflita, critique e seja capaz de intervir na sociedade em que vive.

  72. Mecia disse:

    Com base nos estudos e discussões em sala foi possível compreender que os “verdadeiros educadores” na América Latina encontram em sua prática pedagógica um grande desafio: trabalhar dentro de um sistema que reproduz os interesses da classe dominante e do capital. Estes através de seu poder buscam formar indivíduos para serem cada vez mais explorados e negando seus direitos legítimos compram a força de trabalho sob condições cada vez mais alienantes. É uma realidade histórica e cultural, cabe aos educadores contribuir para a superação deste cenário através da educação crítica, na formação de indivíduos que conheçam as estruturas do Sistema na qual a sociedade capitalista se apoia e assim reconheçam seus direitos e aprendam a lutar por eles valorizando o trabalho coletivo e cooperativo e estabelecendo uma nova ordem social na qual ocupem espaço político e busquem meios de diminuir as desigualdades econômicas, culturais e sociais. Será UTOPIA?

  73. Wanderléa Esteves disse:

    A perspectiva de educação e trabalho na America Latina no inicio do milênio, segundo os autores, está centrada em atender apenas a classe dominante. Por meio de uma educação fragmentada, incentivando a profissionalização das classes menos favorecidas, de trabalhadores que movimentam o mercado de trabalho, ou seja, mão de obra barata, formando indivíduos alienados a sua realidade e ligados em suas ambições de consumo, visando lucro aos detentores de poder. Para romper este estigma, faz-se mister promover uma formação concreta do ser humano, estimulando o aluno a se tornar um individuo com voz e com sede de aprender, um ser crítico, reflexivo e autônomo, a fim de que alcancemos uma educação que contribua na formação de uma sociedade mais justa e atuante.

    Caro Professor Fábio e colegas de sala,

    Agradeço os 4 anos que estivemos juntos, envolvidos no processo de ensino e de aprendizagem proposto por esta instituição. Que ao sair daqui, sejamos profissionais competentes e dedicados e que tenhamos a vontade e a ousadia de sermos diferentes a tudo o que vemos e que tanto nos tem incomodado Aprendi a ama-los e desejo muito sucesso a todos…bjs…Léa.

  74. Marina Martins disse:

    As perspectivas em torno de educação e trabalho, segundo Franco e Civatta (2003) centram-se em uma educação politécnica que atende ao interesse da classe dirigente. Essa formação atende o interesse da classe dominante que visa lucro exacerbado em sua produção, priorizando trabalho de qualidade, sem reconhecer o valor de seu funcionário, que alienado pela sua formação não exige seus direitos e nem tem autonomia sobre sua produção, dando continuidade ao círculo vicioso que o sistema capitalista impõe.
    Uma tentativa para modificar essa situação é o investimento na formação dos professores, que podem passar para seus alunos uma visão diferenciada, crítica e reflexiva, que garanta a autonomia dos mesmos e uma formação mais completa, que englobe educação, trabalho e sociedade.

  75. Marieli Bianchi disse:

    De acordo com os estudos da disciplina e a bibliografia, observamos as perspectivas do ensino técnico especializada para o mercado de trabalho com enfase nas funções mecânicas / reprodutivas atendendo os interesses em mão de obra barata e conformada. o profissional polivalente e “flexível” são os “pedidos” para atender as demandas do mercado e essa formação é uma tendencia previstas pelos pesquisadores.
    A alienação da população se inicia na vida escolar. entende-se que o professor cumpre o importante papel em contribuir para a formação do cidadão crítico e reflexivo de forma integral, capaz de olhar de maneira diferenciada para a estrutura social em que se insere, com o intuito de promover as condições para s as transformações necessárias.

  76. Nicole Sangalli disse:

    As perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para Nossa América Latina estão pautadas na educação politécnica que tem como finalidade a preparação da mão-de-obra que gera cada vez mais lucros para o mercado, em pouco tempo. Essa formação não requer qualquer tipo de ensino que vise uma formação social reflexiva. Nesse sentido é fundamental um ensino que forme seres críticos, que buscam modificar a sociedade em que vivem e estão livres de todo tipo de alienação. Para que, de fato, isso aconteça, é fundamental incentivar uma formação de professores pautada em uma formação crítica, para que estes possam formar alunos conscientes e pensantes na sociedade.

  77. Ana Marta disse:

    A educação politécnica, do início do milênio tem o fim de preparar a mão-de-obra para gerar mais lucro em um prazo de tempo reduzido. Os cursos técnicos tem essa finalidade, de uma formação em pouco tempo e que capacita o estudante a funções específicas, não tendo a expectativa que ele chegue à universidade, nem mesmo que desperte uma visão crítica.

  78. Maely Xavier disse:

    Segundo Franco e Civatta (2003), os aspectos sobre a educação e o trabalho envolve uma educação técnica, politécnica que visa as classes dirigentes. No entanto, para mudar esse fato apostamos na formação de docentes que respeitem a diversidade possibilitando aos seus alunos oportunidades de construção de pensamentos e reflexões mais criticas e autônomas em relação a toda sociedade.

  79. Caroline Teixeira Alves de Novaes disse:

    Por meio da bibliografia estudada podemos definir que as perspectivas de educação e trabalho para a América Latina têm como finalidade um ensino politécnico pautado em uma educação para mão-de-obra, fazendo com que gere cada vez mais lucro para a classe dominante. Partindo desse pressuposto nota-se que essa educação não tem como finalidade central educar e formar seres humanos críticos/reflexivos, a única finalidade é manter o sistema vigente. Para que haja uma mudança significativa nesse panorama geral, precisa acontecer uma valorização da educação como emancipadora do homem. Sendo assim, precisa ocorrer a formação de professores mais críticos para que eles consigam formar alunos mais conscientes.

  80. Viviane Borges disse:

    Segundo nossos estudos, pode-se observar o predomínio do ensino técnico especializado, que se volta apenas ao mercado de trabalho, priorizando funções mecânicas / reprodutivas.
    Este modelo de trabalho atende o interesse de grandes conglomerados, interessados em mão de obra barata e conformada com o pouco de “benefícios” e alguns “direitos sociais”, que lhes são oferecido; a educação politécnica é apenas a porta final de um sistema rigorosamente planejado para a alienação e para a omissão e essa alienação vem desde os primórdios da vida escolar.

  81. Vera Lucia Vançan disse:

    O novo milênio tem início com propostas de um ensino básico para todas as crianças, eliminando disparidades, tanto no básico como no ensino secundário. Porém, o que se observa é uma renovação do discurso de desenvolvimento e progresso, visando unicamente atender um mercado capitalista. Continua a dualidade do sistema educacional, que prepara indivíduos de classes menos favorecidas socialmente em escolas politécnicas, unicamente para servir como mão-de-obra nas indústrias, enquanto continuam as classes mais abastadas com maiores oportunidades de ascensão por meio da educação escolar.

  82. Beatriz Rincão disse:

    Como aponta os autores, a educação está sempre relacionada ao trabalho, porém desde o inicio do milenio a educação está voltada para o ensino tecnico ou politecnico, visando o investimento de tecnologia para a classe trabalhadora. Por isso é dificil formarmos alunos os quais sejam capazes de serem seres críticos na sociedade, reproduzindo assim conceitos e coisas sem argumentos e se acomodando com que a mídia ou os demais canais de manobra proliferam.

  83. Flávia Grasieli Mendes disse:

    A educação e o trabalho para o novo milênio se destinam, segundo os autores estudados, a uma educação politécnica para formação de mão de obra com a finalidade de atender ao interesse das classes dominantes. Essa educação não presa pela formação do se humano como um ser reflexivo e crítico, ou seja, é apenas uma educação mecânica, onde o indivíduo aprende como trabalhar sem refletir de forma questionadora sobre o trabalho, sendo sempre um mero subordinado. Uma tentativa para modificar essa situação é investindo na educação e na formação dos professores, para os mesmos ensinem a seus alunos uma visão crítica e reflexiva, promovendo a autonomia dos mesmos e uma formação mais completa, que englobe educação, trabalho e sociedade.

  84. Bruna Belluci disse:

    Uma das grandes armas para uma transformação social é a educação. Para isso, , trabalho e educação visa uma educação onde seja possível investir em escolas politécnicas, que trabalhem a tecnologia, o trabalho nas fábricas, para que a grande massa da população receba uma educação que os forme seres críticos, prontos para modificar a sociedade em que vivem e não se tornarem seres alienados pelos poderes políticos e pela classe alta da sociedade. Para que isso realmente ocorra se faz necessário a formação dos professores, peças fundamentais no processo de conscientização de uma sociedade.

  85. Thais Leite disse:

    Para a formação concreta do ser humano é necessário que exista uma educação que estimule o aluno e o forme pensante, para que assim consigamos alcançar algo que parece estar longe, porém não impossível se formos pensar em uma educação crítica que forme uma sociedade mais justa e atuante. As perspectivas da educação e trabalho presente no início do milênio, de acordo com os autores estudados, pautam-se na educação politécnica, com o investimento de tecnologias no setor de profissionalização da classe trabalhadora.A idéia é que cada vez mais cedo as pessoas sejam capazes de fazer atividades básicas para o enriquecimento dos que já estão ricos. Essa forma de educação aliena as pessoas pois para elas trabalhar é garantir não só o sustento básico mas também as suas necessidades supérfulas, mas que são tão instigadas pelo marcketing e pelo grupo dominante.

  86. Ludmila Lidiane Liduenha disse:

    Segundo os autores estudados, a educação e o trabalho, presente no inicio do milênio, pautam-se em uma educação politécnica, que é destinada para a formação de mão de obra trabalhadora, investindo em tecnologias no setor de profissionalização, para que assim atendam as “exigências” da classe dominante. Com isso, formam seres humanos sem nenhum senso critico, não refletindo sobre o seu trabalho, o qual é subordinado. Pensando apenas economicamente, essa formação dispensa o caráter social e ainda, reflexivo que a educação possa representar para o indivíduo. Assim sendo, esse tipo de ensino faz com que a necessidade de um ensino reflexivo, uma pedagogia crítica seja cada vez mais real e forte, fundamentando a formação de professores, proporcionando que estes sendo mais críticos possam desenvolver isso em seus respectivos alunos futuramente.

  87. Janaine Braga disse:

    As propostas de educação para a América Latina no inicio do milênio se pautam na politecnia, ou seja, em uma articulação coerente e emancipadora de educação e trabalho.
    Franco e Civatta (2003), afirmam que nos moldes atuais o modelo de educação politecnica está posto para reafirmar as posições das classes e capacitar somente para a exploração os trabalhadores, desse modo pode-se ter uma perspectiva de quem dita onde é o norte e onde é o sul no mapa anteriormente ilustrado. A partir da bibliografia pode-se apreender também a necessidade de escolas politecnicas que usem a tecnologia de modo articulado ao trabalho que educa e liberta o homem, tornando as pessoas menos alienadas e mais ativas, é sempre nesse sentido que trabalho e educação devem estar articulados!

  88. Janaine Braga disse:

    As propostas de educação para a América Latina no inicio do milênio se pautam na politecnia, ou seja, em uma articulação coerente e emancipadora de educação e trabalho.
    Franco e Civatta (2003), afirmam que nos moldes atuais o modelo de educação politecnica está posto para reafirmar as posições das classes e capacitar somente para a exploração os trabalhadores, desse modo pode-se ter uma perspectiva de quem dita onde é o norte e onde é o sul no mapa anteriormente ilustrado. A partir da bibliografia pode-se apreender também a necessidade de escolas politecnicas que usem a tecnologia de modo articulado ao trabalho que educa e liberta o homem, tornando as pessoas menos alienadas e mais ativas, é sempre nesse sentido que trabalho e educação devem estar articulados!

  89. Rebeca Gomes disse:

    A educação voltada para o novo milênio, é a educação politécnica, onde visam educar para o trabalho, mão de obra barata, investindo em cursos de profissionalização. Cada vez mais os alunos se distanciam das universidades e vão para esses cursos profissionalizantes, por conseguirem trabalho mais rápido. Porém isso cria uma sociedade praticamente analfabeta funcional, só sabe repetir aquilo que aprende, não sabe pensar, discutir o que é melhor, e isso se pode ver quando pessoas votam em candidatos por uma cesta básica.

  90. Jacqueline Paiva de Rezende disse:

    A educação é uma das maneiras mais poderosas que se tem para que a sociedade possa ser transformada. Com isso, trabalho e educação visa uma educação onde seja possível investir em escolas politécnicas, que trabalhem a tecnologia, o trabalho nas fábricas, para que a grande massa da população receba uma educação que os forme seres críticos, prontos para modificar a sociedade em que vivem e não se tornarem seres alienados pelos poderes políticos e pela classe alta da sociedade.
    Para isso, é muito importante a formação dos professores, que são essenciais nesse processo de conscientização da sociedade.

  91. Mylena Pereira disse:

    As perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para Nossa América Latina de acordo com os textos indicados e diante da grandeza e problemática apresentada na atualidade é a formação de mão de obra barata e trabalhadora a partir de escolas politécnicas. Essa formação atende o interesse da classe dominante e é dito como ciclo vicioso – característica do sistema capitalista. Para evitar esse tipo de formação um dos caminhos é a retomada do modelo marxista em que a educação, bem como o trabalho, possa atuar na qualidade de órgão transformador da ordem vigente. Além disso, é fundamental a qualidade da formação do profissional docente, para que os docentes sejam capazes de formar sujeitos críticos nas escolas politécnicas , exercendo plenamente sua cidadania, seus direitos e que se tornem trabalhadores reflexivos, desta forma , o funcionário não será alienado por uma formação que faça com que ele não exige seus direitos e não possuem autonomia.

  92. Letícia Gabriela de Oliveira disse:

    A partir da bibliografia sugerida e discutida erm sala de aula, percebe-se que os currículos da América Latina n “Novo Milênio, são voltados a educação politécnica, que atenda aos interesses da burguesia, deixando de lado conteúdos como a sociologia e a história, em prol da formação do técnico, com o intuito de atrair investimento externo. Infelizmente, esta formação ignora preceitos básicos do ensino como a problematização e busca de soluções, uma vez que apresenta conteúdo (técnico) estático, que deve ser meramente reproduzido e, quando possível, executado..

  93. Letícia Gabriela de Oliveira disse:

    A partir da bibliografia sugerida e discutida em sala de aula, percebe-se que os currículos da América Latina no“Novo Milênio, são voltados a educação politécnica, que atenda aos interesses da burguesia, deixando de lado conteúdos como a sociologia e a história, em prol da formação do técnico, com o intuito de atrair investimento externo. Infelizmente, esta formação ignora preceitos básicos do ensino como a problematização e busca de soluções, uma vez que apresenta conteúdo (técnico) estático, que deve ser meramente reproduzido e, quando possível, executado..

  94. Bruna Jacomin disse:

    Com relação às perspectivas sobre a educação no novo milénio na América Latina de formação técnica e profissionalizante, para um trabalho de exploração e de industrias, contribuindo para o sistema capitalista. É preciso haver questionamentos e discussões sobre a educação atual da América Latina, sobre uma nova perspectiva de mudanças e lutas por uma educação de qualidade, humanizada a e crítica. Como os textos enfatizam e se traduz no cotidiano escolar, a formação recebida pela população da América Latina, pauta-se em formar a mão de obra barata que seja rentável aos grandes mercantis econômicos e que estes sejam meros reprodutores do sistema, basicamente são ensinados a fazer e não a pensar sobre o que fazem.

  95. Numiá disse:

    Cada vez mais a educação está sendo levada ao lado tecnicista, onde os custos são menores, pois os cursos são de formação mais rápida e ‘rasa’ voltados ao mercado de trabalho, formando a mão-de-obra popular de forma mais qualificada. Este tipo de educação politécnica investe na formação técnica, mas sem criticidade alguma, para que possa continuar a reprodução do sistema.

  96. Noemi Morelli disse:

    Trabalhos até 1996 indicavam trabalhos com os princípios em Marx (materialismo histórico) e incorporava teóricos da escola de Frankfurt com a ênfase na formação do sujeito. Um dos autores citados Tumolo (1996) “conclui que quaisquer que sejam os processos de trabalho modelos ou trajetórias, é necessário compreendê-los como processos subordinados ao processo de valorização do capital, ou seja, ao processo de produção capitalista. Ainda por Frigotto (1998) há reflexão sobre a questão teórica que assinala os desafios teórico-metodológicos da relação trabalho e educação em contextos de crise nos paradigmas das ciências sociais e a forma como estudiosos da área se posicionam.
    Apresenta que é necessário colocar em pauta a reestruturação produtiva, a globalização excludente e a crise estrutural do trabalho assalariado. Salienta que as escolhas teóricas não são aleatórias, mas se integram à luta ético-política na compreensão e transformação do mundo.

  97. Silmara disse:

    A partir do desenho de Joaquín Torres-García compreendo que a superação do domínio cultural europeu, não é apenas das representações simbólicas, mas também do resgate da tradição e práticas culturais, e isto faz parte das perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para América Latina. Segundo a bibliografia indicada, a retomada concepção marxista em que o trabalho e educação possa atuar na qualidade de órgão transformador da ordem vigente, juntamente com a união de atividades sindicais, lutas econômicas e políticas, práticas educativas emancipadoras, são perspectivas para a construção de uma forma de sociabilidade para além do capital.

  98. América jaqueline disse:

    Podemos afirmar que a educação politécnica é o um divisor de águas nos interesses neoliberais dos meios de produção e a formação escolar do trabalhador. Esta explícito que a educação profissionalizante esta voltada para as necessidades de desenvolvimento e produção de riquezas, onde o foco é mão de obra especializada para a produção em massa na era de tecnologia. Os investimentos beneficiam cursos profissionalizantes para a demanda do mercado, desvalorizando outras formações, inclusive de nível Superior. Atualmente vemos isto bem explicito, aqui no Brasil, com a criação das MP e da PEC., que interferem no currículo escolar do Ensino Médio, desprivilegiando alguns conteúdos( História, Geografia, Artes, Filosofia…) e privilegiando outros, como Ciências Exatas. Biológicas e Língua Portuguesa, porque o Sistema Neoliberal precisa de mão de obra para os interesses tecnológicos e científicos do século 21. A escola politécnica veio para fabricar mão de obra barata e qualificada, obedecendo a lei da oferta e procura. Ela vende a ideia de aprendizado rápido e emprego imediato, a custo de baixos investimentos em conhecimento , só o necessário para preencher as vagas no mercado para profissionais subordinados. Todos os semestres milhares de alunos com certificado de ensino profissionalizante, são lançados no mercado de trabalho, esta demanda criar muitas expectativas e concorrências entre o proletariado, quem pode se especializa mais, pois qualquer diferencial é uma vantagem sobre outros candidatos a vaga de emprego, com isso, o empregador fica no lucro, pois o mercado pede um trabalhador polivalente em troca de uma remuneração salarial depreciada. Nesta febre da escola politécnica as mulheres perdem mercado de trabalho, pois os cursos oferecidos são aqueles cuja clientela, em sua maioria, é masculina. Isto aumenta as diferenças sociais econômicas entre classes e de gêneros.
    O que fazer diante desta realidade e outras tantas, que massacram e desvalorizam a classe trabalhadora, desde e principalmente, a partir da educação escolar?
    O remédio é revolucionar!
    As literaturas nos norteiam e nos oferecem respaldo teórico.
    Mas como fazer isto efetivamente?
    Eis a questão!

  99. mariele sampaio ananias disse:

    A disciplina ‘Trabalho e Educação’, foi muito importante para a minha formação acadêmica. Com a disciplina discutimos assuntos ‘antigos’ que se fazem presentes em nossas vidas até os dias de hoje, e, percebemos que de lá pra cá pouca coisa mudou (ou quase nada). Conseguimos ver como o processo de educação brasileiro está intrinsecamente ligado a formação de mão de obra para o mercado de trabalho. A educação perde o seu caráter humanizador e libertador e dá lugar a uma educação mecânica. Isso ficou muito bem claro quando assistimos ao documentário ‘Granito de Areia’, em que pudemos ver como a precarização do ensino público se faz presente em vários lugares do mundo, mas que, no entanto, mesmo diante dessa situação, algumas pessoas ainda acreditam e lutam por melhorias educacionais em seus países.
    Durante as reflexões dos textos trabalhados, percebemos que o capitalismo também adentrou ao processo de educação do país. Isso pode ser fortemente verificado através das disputas que existem entre as escolas particulares, onde uma tenta ofertar um produto melhor do que a outra. Exibem com orgulho os profissionais que fazem parte das suas escolas e expõem os alunos aprovados nos vestibulares com grande honra e mérito. Os textos abordados durante a disciplina foram de grande importância e ajuda para as nossas reflexões sobre os assuntos estudados. Lemos textos de grandes e importantes autores, como por exemplo, Mészáros.
    Tivemos a oportunidade de conhecer e apresentar seminários sobre o pensamento latino-americano, que trouxe autores como Anísio Teixeira e Paulo Freire. Estes, dois grandes pensadores que foram e são muito importantes para a educação. Alguns outros seminários chamaram muito a atenção como a Educação Escolar Indígena e a Educação Escolar Quilombola, ambas muito atentas e preocupadas na formação integral do indivíduo. Podemos ver também, como a militarização tem sido presença frequente na América Latina e como isso tem sido prejudicial para as pessoas, para a economia, enfim, afetando drasticamente todo o território. Sendo esta militarização um dos principais mecanismos dos EUA de garantir a sua soberania e dominação econômica e territorial, como o objetivo de afastar e ‘domesticar’ os povos que não estão ‘adequados’ ao seu povo, como os sem’terra brasileiros, estudantes, mineradores, entre outros.
    Em um contexto geral, a disciplina foi muito importante para a nossa formação, as discussões sempre muito produtivas nos possibilitam aprender coisas novas e até mesmo desmistificar outras. Com certeza as discussões e ensinamentos, tanto através dos textos, quanto das aulas expositivas e seminários, sempre serão lembrados e irão ser úteis, não só para a nossa formação profissional, como também, para a nossa formação humana.

  100. Hellen Isaltina da Silva disse:

    Para finalizar a disciplina de trabalho e educação, foram estudados alguns tópicos a respeito da riqueza e miséria dos processos de trabalhos na América Latina, onde foi possível constatar que, segundo Cecenã, as políticas neoliberais e as instalações de novas bases militares nos países da América são características dos processos de recolonização da América, que tem como base principalmente o poder dos EUA que visa a todo momento garantir suas riquezas com a exploração de outros países que acabam por ser seus dependentes, tendo em vista que os Estados Unidos é um país com grande influência e busca a todo momento manter o seu poder com a exploração de mão de obra barata, privatização de serviços, diminuição das políticas públicas, etc.
    Também foram estudados no decorrer da disciplina grandes pensadores como Anísio Teixeira, Paulo Freire e Manoel Bomfim, esses que, de forma geral, defendiam uma educação de qualidade e, principalmente, significativa para todos, tendo em vista que, assim como aponta Anísio Teixeira, o papel da escola é educar, formar cidadãos livres preparados para viver um futuro desconhecido e ensina-los a viver de maneira crítica.
    Ao falarmos da perspectiva de educação e trabalho no limiar do milênio, estamos falando de uma educação que se destina às escolas politécnicas. Levando em consideração que vivemos em uma sociedade onde o capitalismo é vigente, o ensino técnico vem a prevalecer, isso, pois, forma mão de obra barata e, dessa forma, esse ensino não visa uma formação reflexiva e crítica que a educação deve representar ao individuo.
    Por fim, por meio da disciplina de trabalho e educação, foi possível concluir que o ensino e a educação é uma das maneiras mais poderosas de transformação da sociedade e do mundo, sendo assim, é pertinente a defesa de uma educação que forma seres críticos, dispostos a transformar a sociedade em que vivem e que não se tornem alienados pelos poderes políticos e pela classe dominante, ou seja, uma educação que visa garantir a autonomia e a formação completa, onde seja possível o envolvimento de educação, trabalho e sociedade.

  101. Celene Orives disse:

    Sobre o aprender no ultimo seculo: A incapacidade do individuo em aprender não está relacionada com a dificuldade de entender o tema proposto,está na insensibilidade daquele que propoe,em não comunicar atraves da realidade do sujeito que está em função de aprender algo. A premissa está inversa, quem aprende deveria ter autonomia sobre o que ensina e o que ensina deveria se adaptar aquele que esta que esta aprendendo. Quem sabe pode buscar outras outras referencias, o que aprende não. Esse resultado se faz aidna mais presente nos dias atuais, com a desvalorização do trabalho do professor, assim como sua terceirização.
    Sobre o estado: Os seres livres são a grande ameaça para o estado. O estado não pode suportar a liberdade de um cidadão diante do seu poder porque se rompe. Não há mais poder e consequentemente, não há mais Estado, pelo menos não nos moldes que está estruturado. A dependência do individuo é o braço direito do Estado, sem ele tudo vai por água à baixo. Os seres livres sempre estarão à margem de uma sociedade cega que não é capaz de enxergar que está presa em outro corpo,sem suas pernas, seus braços,seu tronco e sua felicidade.
    Podemos perceber um reflexo dessa realidade na proposta da escola sem partido, onde o estado joga sujo com seus estudantes, os privando do conhecimento.

  102. Jéssica Aparecida Correa Camacho disse:

    Com os estudos realizados ao decorrer da disciplina foi possível notar que as perspectivas referentes ao trabalho e educação no início do milênio na América Latina eram baseadas no sistema capitalista, na mão de obra da classe operária para gerar lucros as empresas, ou seja, era embasada na educação politécnica. Os autores abordam a necessidade de um ensino que vise a formação social e crítica, livres de alienação. A Pedagogia histórico crítica recebeu grande influência de Marx, com o objetivo de transformar o indivíduo através da educação em um sujeito crítico, autônomo, capaz de analisar, compreender e criticar de forma consciente os fatos que ocorrem na sociedade no desejo de que ela seja cada vez mais igualitária e justa. Para que isso ocorra, a formação de professores críticos é essencial para que os alunos tenham essa consciência e preocupação com a sociedade, por isso a importância da disciplina trabalho e educação e sua reflexão para a atualidade em que vivemos.

  103. Marcos Sena disse:

    O momento histórico que vivemos evidencia o quão importante são as relações estabelecidas entre o trabalho e educação. Esse processo é fundamental para entendermos a máquina que gira as concepções neoliberais e norteiam os interesses dos governantes brasileiros. Neste contexto, a disciplina Trabalho e educação, ministrada pelo Professor Fábio Villela no quarto ano do Curso de Pedagogia na UNESP/Rio Preto veio de encontro com o momento político vivenciado no atualmente no Brasil.
    A leitura da bibliografia indicada na disciplina foi fundamental para compreender as relações de trabalho e educação construídas ao longo do tempo. As aulas expositivas e os seminários serviram para nortear as leituras indicadas, contribuindo para decifrarmos os motivos que levaram aos currículos educacionais serem voltados para a educação politecnia, no qual seu objetivo é manter os interesses burgueses.
    Desse modo, as propostas de educação para a América Latina seguiram o modelo de garantir a manutenção das classes e também da manutenção da exploração do trabalho. Neste sentido, entende-se que a educação não pode seguir aos modelos alienadores de exploração do trabalho, a educação e o trabalho devem seguir os princípios de libertação do homem e conscientização crítica da emancipação humana.

  104. Jéssica Aparecida Correa Camacho disse:

    om os estudos realizados ao decorrer da disciplina foi possível notar que as perspectivas referentes ao trabalho e educação no início do milênio na América Latina eram baseadas no sistema capitalista, na mão de obra da classe operária para gerar lucros as empresas, ou seja, era embasada na educação politécnica. Os autores abordam a necessidade de um ensino que vise a formação social e crítica, livres de alienação. A Pedagogia histórico crítica recebeu grande influência de Marx, com o objetivo de transformar o indivíduo através da educação em um sujeito crítico, autônomo, capaz de analisar, compreender e criticar de forma consciente os fatos que ocorrem na sociedade no desejo de que ela seja cada vez mais igualitária e justa. Para que isso ocorra, a formação de professores críticos é essencial para que os alunos tenham essa consciência e preocupação com a sociedade, por isso a importância da disciplina trabalho e educação e sua reflexão para a atualidade em que vivemos.

  105. Adriele Freitas Batista disse:

    Pensar a disciplina Trabalho e Educação significa refletir sobre os modelos de sistema e sua efetivação na vida prática de qualquer cidadão. A disciplina trata-se de descontruir paradigmas hegemônicos, os quais reforçam a divisão de classes sociais, que dificultam e até mesmo impossibilitam construir novas alternativas além do modelo neoliberal.
    Em razão das aulas expositivas, dos seminários e das discussões em sala, pudemos compreender e destacar os efeitos do modelo atual sobre nosso cotidiano como, por exemplo, a violação dos direitos humanos, a opressão sobre movimentos sociais, e a perda da identidade cultural dos povos. Desse modo, torna-se evidente a necessidade da disciplina, uma vez que oferece reflexões e discussões críticas à estrutura e à organização social.
    Pensando, portanto, as perspectivas em educação e trabalho no início do milênio na América Latina temos que houve um maior incentivo a profissionalização, ou seja, ao ensino técnico das classes menos favorecidas que serviu de estopim para a formação de mão de obra barata e sujeitos acríticos, intensificação do niilismo, da necessidade de consumo e de lucro, bem como o aumento do exército de reserva.
    Como forma de resistência aos padrões impostos durante o início do milênio, as instituições escolares, e principalmente o educador, tornam-se alternativas para a construção de novos princípios a fim de garantir a apropriação do patrimônio material, intelectual e cultural da humanidade, além da formação do gênero humano e a própria emancipação humana ao alunado.

  106. Natália Fernanda Birolim disse:

    A disciplina trabalho e educação foi organizada através de seminários individuais, seminários em grupo sobre os principais pedagogos e suas relações com a América Latina, além de aulas expositivas sobre os diversos temas. Em relação ás perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para Nossa América Latina, acredito que o trabalho é o principal fator constituinte e com isso a formação do trabalhador através da politecnia e isso caminha de acordo com o sistema capitalista que está em vigência atualmente, tendo como princípios principalmente uma mão de obra barata, uma formação fragmentada toda pautada nos princípios de uma sociedade capitalista. Acredito que a disciplina e toda a bibliografia que foi estudada na mesma vem de encontro há isso para mostrar que o necessário seria um outro tipo de formação que levasse em consideração primeiramente a formação integra e completa dos indivíduos, a formação do homem como um todo. A formação deve ser para a apropriação do conhecimento como forma de ser crítico e reflexivo da realidade que nos cerca gerando uma emancipação humana. E isso não é o que acontece atualmente, quando a educação serve para controle da classe trabalhadora e como alienante. A disciplina foi importante para tratarmos da educação e entendermos como é vista e quais os princípios deveriam ser realmente os mais importantes, invertendo seus valores.

  107. Lara Cristina Ribeiro Luciano disse:

    Na disciplina Trabalho e Educação foi possível fazer um apanhado geral sobre os principais pedagogos da América Latina, assim como refletir sobre suas teoria e experiências. No decorrer da displina foi ficou ainda mais evidente que o que se prega nesse inicio de milênio é a educação politécnica, que vai de encontro com a manutenção do sistema de divisão de classes sociais imposto e ao que o mercado de trabalho esta buscando: mão de obra barata. Desta forma o que encontramos atualmente é uma escola que não visa a construção de um sujeito reflexivo, mas sim de um sujeito que esteja apto a executar as funções designadas pelo sistema. Para que esse quadro posso se reverte é necessário que nós, futuros educadores, pensemos em novas prática educativas, para assim formar sujeitos pensantes, que conseguem olhar para a realidade em que estão inseridos e refletir sobre a mesma, pensando em possíveis mudanças para o sistema vigente.

  108. Daiane Correa de Macedo disse:

    A discilplina Trabalho e Educação nos deu uma visão geral de como o trabalho vem afetando diretamente a educação na atualidade.
    A educação pensadas nos moldes do sistema capitalista, tem como principal caracteristica a educação voltada para a formação de mão de obra para o mercado de trabalho. Desta forma o que temos atulamente é uma escola que vem perdendo sua identidade de instituição que deve formar o aluno integralmente, estimulando o pensamento crítico.
    Ao pensarmos nas perpectivas do trabalho e educação no início do milênio temos entao uma educação tecnica, voltado para a formação das massas, que atende aos interesses do capitalismo, e que reforça ainda mais as carcteristicas desse sistema, como a divisão de classe.
    Dessa forma, a disciplina nos permitiu refletir sobre a educação, de modo que esta nao venha a formar um ser alienado, mas sim um ser crítico e reflexivo.

  109. Maísa Gonçalves Lima disse:

    Através da disciplina Trabalho e Educação foi possível refletir sobre o momento histórico que vivemos, pois pudemos observar e discutir sobre as mudanças ocorridas na economia e também na política brasileira e mundial que influenciaram significativamente no campo educacional. Percebemos que trabalho e educação caminham juntos e que atualmente a organização educacional volta-se para atender as necessidades e os interesses do sistema capitalista. No decorrer das discussões, das aulas expositivas e também das apresentações, tomamos conhecimento de teorias que buscam compreender este processo e ao mesmo tempo oferecer alternativas à este impasse, alternativas estas que vão ao encontro de uma formação integral do ser humano, voltada à igualdade para a classe trabalhadora e/ou preocupadas com temas atuais, como o meio ambiente. Acredito que a disciplina em questão, deixou a importante tarefa de lutarmos enquanto educadores por uma educação que forme criticamente indivíduos capazes de intervir na realidade social.

  110. Letícia Naves Zampieri disse:

    Ao longo da disciplina “Trabalho e Educação” conhecemos um pouco mais sobre a história da América Latina e seus principais pedagogos, como Manoel Bonfim e Paulo Freire, que tinham em comum a visão de que a educação seria a única maneira de modificar a sociedade capitalista que vivemos, por proporem uma mudança profunda na maneira de pensar dos alunos, proporcionando uma tomada de consciência. Assim, os textos e discussões da disciplina nos levam a refletir sobre os processos de colonização e de exploração até os dias atuais dos países da América Latina, refletindo na situação socioeconômica desses países, caracterizados pela extrema desigualdade social, exploração do trabalhador, alienação do trabalhador, desqualificação docente e predominância de uma educação politécnica, isto é, espaço de formação de mão de obra trabalhadora para o mercado de trabalho, sem finalidade de formação crítica do homem.
    Para rompermos com o modelo capitalista da sociedade contemporânea que vivemos, as propostas de Manoel Bonfim e Paulo Freire nos orientam a fim de que a educação seria o único caminho para esse rompimento, defendendo a educação e o trabalho nos pressupostos da emancipação humana, isto é, a formação crítica, reflexiva, que tenha como finalidade a libertação e conscientização da realidade que nos cerca, possibilitando a sua transformação, e mudanças no modelo vigente.
    Portanto, a disciplina foi fundamental para compreender os processos e relações entre o trabalho e a educação, que nos permitem entender a organização da sociedade atual vigente e buscar caminhos e propostas que modifiquem essa organização, e tenham como finalidade uma educação emancipadora, consciente e integral do ser humano.

  111. Denis Maciel disse:

    Não é possível pensar em educação sem estabelecer suas relações com o trabalho, visto que esta é a atividade fundante e que organiza nossa sociedade em sua múltiplas esferas . Assim sendo, ao longo de nossa história enquanto pátria educadora os moldes educacionais foram se ajustando conforme o desenvolvimento e necessidade do mercado capitalista que regula as relações de trabalho e de nossa sociedade. A escola assumiu ao longo de sua história diferentes papéis e funções, e atualmente o caráter de formar o individuo para este mercado de trabalho de maneira que atendam ao capital e mantenham a hegemonia de determinadas classes. Ou seja, de uma formação de uma massa alienada que contribua com sua força de trabalho mas não tenham consciência do poder desta força. Diante desta realidade surgem filósofos e pedagogos com seus ideais de uma escola transformadora, revolucionária que emancipe humana e politicamente os indivíduos e tome para si um caráter revolucionário. Para isso é necessário uma formação mais humana e crítica de nossa realidade a fim de desenvolver os indivíduos na sua integralidade e consencientes de sua realidade. Além do mais, na educação contemporânea muito se idealiza o estabelecimento de uma nova organização social e de uma nova ordem que permeie as relações humanas e destes com o meio, afim de garantir a sustentabilidade de nossa sociedade de uma forma mais justa e consciente e isso só é possível através de uma formação crítica e reflexiva da realidade.

  112. Tainara Brandão disse:

    Considerando as contribuições da disciplina Trabalho e Educação e os estudos e discussões em sala por meio de aula expositiva e seminários, foi possível compreender as perspectivas da Educação e Trabalho para a America Latina, desenvolvido por meio de estudos sobre o pensamento pedagógico de pedagogos. Nessa perspectiva, desenvolveu-se importantes debates, de forma direta ou indiretamente repercuti nos modelos que reprodução da escola contemporânea, como por exemplo, a reestruturação produtiva, a profissionalização, a produção acadêmica educacional, os processos sociais, a educação e o trabalho. Desenvolvendo aprofundamento na discussão do trabalho nos processos educativos dentro do modelo de produção capitalista discutindo a politecnia e a polivalência frente as demandas produtivas e o desenvolvimento das relação sociais.
    Assim, por meio desses debates, desenvolveu-se reflexões críticas sobre a realidade dos processos educativos da America Latina, salientando a importância do desenvolvimento de uma formação na perceptiva de consciência crítica na formação de professores e a importância da educação em superar o sistema, rompendo com paradigmas com a forma reprodutiva da escola na qual se encontra, isto é, a escola atualmente oferece um ensino pautado na manutenção do capital, voltado para formação de trabalhadores alienados e distantes de qualquer reflexão crítica, nesse aspecto é importante salientar que as discussões da disciplina desenvolvem uma perspectiva de mudanças sociais para além do capital. Assim, que se construa um espaço educativo, que contribua com a formação humana.

  113. Ariana Vaz Teixeira disse:

    Quando pensamos na função social da escola, sempre nos deparamos com uma de suas finalidades sendo a formação do individuo para o mercado de trabalho. Daí a importância de se estudar a disciplina Trabalho e Educação, uma vez que esta nos leva a pensar os caminhos da educação e do trabalho desde a “descoberta” do Brasil e dos países da América Latina.
    Nenhuma prática pedagógica acontece sem estar amparada por uma teoria pedagógica constituída para alimentar uma determinado estado social e econômico , a materialidade da prática nunca é neutra ela é sempre conduzida pelas relações institucionais e morais do que achamos que é certo ou errado. Assim cada momento econômico dentro da sua historicidade carrega em si uma luta ideológica e também uma determinada prática pedagógica, que mais sobressalente as demais de sua época, dá sentido e legitima as práticas econômicas do período.
    Fica evidente, apesar da curta exposição e escassez de exemplos, que os modelos pedagógicos não são aplicados aleatoriamente em cada período histórico, muito pelo contrário, vemos que o que se é ensinado na escola é influenciado diretamente pelos anseios dos industriais. Exemplo claro desse fato nos dias atuais é a reforma educacional brasileira chamada de “Reforma do Ensino Médio” que tem como principal objetivo a formação de mão de obra barata para o mercado de trabalho, utilizando para convencer a população jovem o discurso de que ela pode escolher o que quer fazer no futuro, quando na verdade não há escolha. Entre os mecanismos de restrições estão a separação das áreas do conhecimento das quais o estudante apenas poderá escolher uma, ficando em defasagem com as disciplinas não eleitas, é importante lembrar que essas disciplinas continuaram sendo cobradas no Enem – Exame Nacional do Ensino Médio, exame este que dá acesso à inúmeras universidades públicas brasileiras.
    Pensemos, pois, no retrocesso que essa reforma nos traz em termos educacionais ao entendermos que a dicotomia trabalho intelectual e trabalho braçal retornará com força para a sociedade, além é claro, das conquistas da classe trabalhadora ao acesso as universidades estar em cheque com essa reforma.

  114. Hugo Bastos disse:

    A disciplina Trabalho e Educação través de textos e vídeos apresentados, estruturou as propriedades no decorrer da história do processo de trabalho capitalista, a formação da riqueza e consequente miséria gerada pelo mesmo processo na América Latina e possíveis propostas para redimensionar tal dano num novo olhar para o futuro na perspectiva da educação. Proporcionou movimentos de elaboração e correlação de ideias e conhecimento de seus autores, assim como, suas experiências a respeito de como se estabeleceu e ainda se faz valer as mediações entre trabalho e educação em sociedades capitalistas. Fatos estes que influenciaram rica e significativamente dinâmicas engendradas por toda América Latina. Oportunidade rica de concatenar um passado que se vislumbra extremamente presente em nossa realidade; possibilidade de pelo viés de se identificar a base do problema, burilar meios de mudança de atitude e ou pelo menos tomar conhecimento do sistema em que está inserido, assim como, suas regras e terminalidades.

  115. Diana de Castro disse:

    Na disciplina “Trabalho e educação” refletimos sobre a maneira que as ideologias mercadológicas afetam a educação e estudamos autores da América Latina que quebraram com essas ideias hegemônicas a partir da crítica dos modelos impostos e pelo desenvolvimento de novas iniciativas educacionais que prezam pela criticidade.
    Ao longo do semestre, conhecemos vários pedagogos que se debruçaram na relação entre a escola e o sistema capitalista na América Latina. A partir dos textos e discussões tentamos compreender a luta política que esses autores realizaram, as contradições históricas e a realidade que vivenciaram.
    A disciplina, ainda, aprofundou discussões estudadas nas disciplinas de Sociologia, em especial, na relação entre os sistemas econômicos, modelos de produção e as instituições escolares de maneira ampla, uma vez que as ideologias mercadológicas penetraram na educação e influenciam em diversos aspectos como o currículo, o modo de organização escolar, as disciplinas elencadas, as metodologias aplicadas, a disciplina exigida, o controle corporal parecido com o de fábricas.
    Ao compreender essas questões e relaciona-las com as discussões realizadas sobre a América Latina, foi possível desenvolver uma reflexão acerca do momento histórico que vivemos atualmente, uma vez que tivemos oportunidade de compreender mais a história de lutas política e ideológica ocorridas na região. Dessa maneira, acredito que a disciplina nos mostra caminhos e demonstra a necessidade de uma formação crítica, tanto na educação básica como no ensino superior, que não reproduza os modelos impostos pela sociedade capitalista.

  116. POATAN PINOTI disse:

    De acordo com os estudos da disciplina “Trabalho e Educação”, no âmbito do sistema capitalista, o trabalho – fator fundante da identidade humana – torna-se alienado, negando a existência e a essência dos indivíduos. Este processo tem como consequência a venda da força de trabalho a fim de garantir a subsistência do trabalhador, já que ele não detém os meios de produção.
    Estando inserida no meio social, a escola, mediante o sistema dominante, no caso o capitalismo, se organiza de acordo com as mudanças ocorridas nos modos de produção vigentes, o que influenciará de maneira prejudicial na formação do indivíduo, o qual terá sua essência negada por ser moldado num princípio de produção.
    Dentro desta perspectiva, temos as propostas de educação para a América Latina no início do milênio se pautando no ensino politécnico, ou seja, com uma articulação coerente e emancipadora de educação e trabalho, reafirmando as posições das classes e capacitar somente para a exploração os trabalhadores, além de reforçar uma educação hegemônica e de preparação para o consumismo.
    A fim de superar este sistema, é necessário a formação de educadores que realizem em sua prática um processo de ensino-aprendizagem que vise a emancipação humana dos indivíduos, por meio de propostas pedagógicas crítico-reflexivas.
    Por fim, reafirmo a citação de Paulo Freire citada em nosso seminário sobre o autor: “Quando o homem compreende a sua realidade, pode levantar hipóteses sobre o desafio dessa realidade e procurar soluções. Assim, pode transformá-la e o seu trabalho pode criar um mundo próprio, seu eu e as suas circunstâncias.”

  117. Natalia Regina disse:

    A disciplina “Trabalho e Educação” proporcionou momentos de discussões e reflexões sobre a relação entre ambos e quais foram os progressos e retrocessos que os envolvem. Estes dois pontos estão relacionados, onde um afeta diretamente o outro. A educação , na sociedade em que vivemos, tem como finalidade a formação da mão-de-obra qualificada, para a manutenção do sistema capitalista. A escola perde o seu objetivo de formar um indivíduo crítico, reflexivo, dando lugar á um ensino que busca a alienação e com isso exploração do trabalhador. Com esta educação voltada para as técnicas de produção, onde as elites têm acesso ao conhecimento intelectual, enquanto a classe popular fica destinada aos conhecimentos técnicos (manual), fica ainda mais evidente a divisão de classes.
    Também foram trabalhados grandes nomes que contribuíram para a construção da educação, que trazem a ideia da educação como forma de transformação do indivíduo e com isso da sociedade. Foi apresentado o quanto as pessoas lutaram para ter o direito há educação, como em Cuba e em outros países, mostrando que as pessoas estão cada vez mais lutando por seus direitos.

  118. Alessandra Orsi disse:

    A disciplina Trabalho e Educação, nos leva a pensar como o trabalho afeta diretamente a educação nos dias de hoje. A educação pensada através do sistema capitalista, tem como característica a educação voltada para a formação de mão de obra barata para o mercado de trabalho. Desta forma o que temos atualmente é uma escola quase que sem identidade de instituição, que deve formar o aluno integralmente estimulando o pensamento crítico.
    Ao pensarmos em Trabalho e Educação no início do milênio temos uma educação técnica, voltada para a formação das massas, que atende aos interesses do capitalismo, e que reforça ainda mais as características desse sistema, como a divisão de classe.
    Dessa forma, a disciplina nos faz refletir sobre a educação, de modo que esta não venha a formar um ser alienado, mas sim um ser crítico e reflexivo. Para rompermos com esses paradigmas, as propostas de Manoel Bonfim e Paulo Freire nos mostra que a educação seria o único caminho para esse rompimento, defendendo a educação e o trabalho nos pressupostos da emancipação humana, a formação crítica, reflexiva, com a finalidade da libertação e conscientização da realidade que nos cerca, possibilitando a sua transformação, e mudanças no modelo vigente.

  119. Giovanna Alves disse:

    De acordo com os estudos bibliográficos e com as aulas ministradas no âmbito da disciplina “Trabalho e Educação”, constatamos que as perspectivas da educação e do trabalho para o início do milénio na América Latina visam ao ensino politécnico, ou seja, a formação técnica e profissionalizante.
    Tal perspectiva de educação e trabalho tem como consequência a manutenção do sistema capitalista, a exploração da mão de obra e da força de trabalho, a alienação e a divisão de classes. Portanto, o trabalho, como atividade humanizadora, é negado e assume o caráter de uma atividade para subsistência do homem.
    A escola, por sua vez, ao longo do tempo, tornou-se instituição fundamental não só da manutenção do sistema vigente, mas também da reprodução dos modos de organização capitalista. O ensino profissionalizando é mais um fator que revela a lógica do pensamento capitalista dentro da educação.
    A lógica do ensino politécnico, pautado nos modelos de educação modernizada, segundo Franco e Trein (2003, p. 148), “assenta-se no falso pressuposto da correlação direta entre educação e emprego, na ideologia da “empregabilidade””. Com a “ilusão” da empregabilidade, perde-se de vista as condições que colocam em risco a formação científica e cultural, a emancipação do trabalhador, seu direito ao exercício de cidadania plena, além da superação das diferenças de classe, uma vez que o conhecimento torna-se privado e, por isso, privilégio de poucos.
    Em épocas de reforma do Ensino Médio para que este se torne profissionalizante (e para isso faça com que a Filosofia, a História, Artes cedam espaço ao ensino tecnicista) e também de ampla e rápida expansão da teleducação e a comercialização de cursos técnicos na modalidade à distância, faz-se necessário aos estudiosos e profissionais da educação, a reflexão acerca das condições de trabalho e da privatização do conhecimento historicamente acumulado.
    É um desafio posto aos educadores e a todos os profissionais da educação resistir as condições impostas no sistema educacional e propor aos seus alunados meios para compreender a realidade social, tornando-os capazes de problematiza-la, refletir, agir sobre ela, para então, transformá-la. Desse modo, a apropriação do patrimônio intelectual, material e cultural, construído historicamente, será garantido a todos e a emancipação humana será possível.

  120. Patrícia Almeida Florêncio disse:

    A disciplina ” Trabalho e Educação” é essencial para a formação do professor, pois é através dela que conseguimos compreender o quanto o processo histórico social e do trabalho influenciam no processo histórico da educação. Com todas as aulas expositivas e os videos apresentados durante a disciplina fica claro a influência do trabalho na educação, nos dias de hoje por exemplo, a educação é moldada pelo sistema capitalista, quem tem mais dinheiro tem uma educação melhor, enquanto os pobres ficam apenas com o suficiente para conseguir um emprego.
    Ter acesso a toda essa discussão que a disciplina trás é importante pois com todas essa informação e entendendo todo esse processo, quando estivermos na sala de aula como professores, podemos apresentar tudo isso para nossos alunos e tentar formar adultos mais críticos.

  121. Mariana Malzyner disse:

    A disciplina nos leva a uma reflexão acerca do modo como a educação se configura em uma sociedade capitalista e extremamente mercadológica. A educação disponibilizada pelo Estado volta-se para o sistema capitalista, propiciando uma educação para o mundo corporativo, onde os educandos são formados para as necessidades do mercado, e o Estado os mantém alienados de seus direitos. O contato com educadores da América Latina traz uma visão mais humana por parte dos mesmos, que buscam desenvolver a criticidade por parte dos educandos, e, dessa forma, possibilitar que a educação seja pautada em questões sociais e transversais, buscando a igualdade e a humanização para os seres humanos, independente de sua esfera social.

  122. Mariana Malzyner disse:

    A disciplina nos leva a uma reflexão acerca do modo como a educação se configura em uma sociedade capitalista e extremamente mercadológica. A educação disponibilizada pelo Estado volta-se para o sistema capitalista, propiciando uma educação para o mundo corporativo, onde os educandos são formados para as necessidades do mercado, e o Estado os mantém alienados de seus direitos. O contato com educadores da América Latina traz uma visão mais humana por parte dos mesmos, que buscam desenvolver a criticidade dos educandos, e, dessa forma, possibilitar que a educação seja pautada em questões sociais e transversais, tendo como base a igualdade e a humanização para os seres humanos, independente de sua esfera social.

  123. Beatriz Marques Zanuto disse:

    Tendo em vista o trabalho como atividade fundante do gênero humano, desvinculá-lo da educação é um modo errôneo de pensar. Para nos auxiliar com esse entendimento, a disciplina Trabalho e Educação discutiu acerca da América Latina e seus pedagogos como Anísio Teixeira, Manoel Bomfim e Paulo Freire. Destacamos, nesse breve texto, o papel do renomado educador brasileiro por último citado.
    As leituras propostas e diálogos em aula nos fizeram refletir, criticamente, a colonização e a exploração de toda a América Latina e a influência direta desses fatores na atualidade. Como característica dos países latino-americanos, temos a desigualdade social e econômica, exploração do trabalho, alienação e estranhamento, precarização do trabalho docente e da educação de modo geral, e da formação de alunos para atender os interesses do mercado, ou seja, fortes elementos do modelo socioeconômico capitalista.
    Paulo Freire denuncia a hegemonia do opressor sobre o oprimido e aponta para uma educação voltada à emancipação humana, na qual se eduque para a formação de sujeitos crítico-reflexivos, com consciência do contexto social em que se inserem para, assim, o modificar.
    Pelo exposto, a escola não deve ser instrumento de reprodução capitalista, difusora de um ensino politécnico para atender interesses burgueses. Trata-se de um desafio a nós, futuros pedagogos, lutarmos, dentro do atual sistema educativo, por uma educação problematizadora, reflexiva, que vise a formação integral dos sujeitos e o acesso ao conhecimento historicamente acumulado e não limitada ao conhecimento tácito para o trabalho. Assim, a educação será, de fato, para a emancipação, liberdade, humana, como defendia, Freire: “Quando o homem compreende a sua realidade, pode levantar hipóteses sobre o desafio dessa realidade e procurar soluções. Assim, pode transformá-la e o seu trabalho pode criar um mundo próprio, seu eu e as suas circunstâncias.”

  124. Wanessa Buzo Cardozo disse:

    Ao londo da disciplina pudemos estudar as perspectivas da educação e do trabalho no início do milênio para a América Latina, segundo os autores estudados, é uma educação politécnica, que forma mão de obra barata e trabalhadora, atendendo o interesse da classe dominante, ou seja, essa educação não tem como objetivo a reflexão e criticidade do indivíduo, tornando-se uma educação mecanizada; Seria necessária uma mudança radical de sistema, mas para essa conquista é exigido, um investimento redobrado, uma formação sólida com apropriação do conhecimento a respeito do processo histórico real para a construção de uma forma de sociabilidade para além do capital.

  125. Camila Cristina disse:

    A disciplina de Trabalho e Educação proporcionou ao longo do seu percusso discussões pertinentes à realidade social, nas quais, pudemos compreender as relações entre essas duas categorias e como uma sofre influência da outra. Pensando no trabalho como atividade fundante do gênero humano, portanto diretamente relacionada à formação humana que é objeto da educação, se faz, extremamente necessário a compreensão das estruturas produtivas para nós futuros educadores.
    Ao enfocar a América Latina, percebemos que a relação entre o trabalho e educação é evidente, formação técnica de mão-de-obra acrítica para atender as necessidades das classes dominantes. Ou seja, o acesso à universidade continua sendo negado, o destino reservado à classe trabalhadora são escolas técnicas que garantem uma formação rasa, porém que atende a necessidade do individuo de conseguir uma vaga no mercado de trabalha, que, por sua vez, atende a necessidade do capitalismo de força de trabalho com habilidades e competências, porém sem fundamentação teórica para criticidade.
    Para se contrapor a uma educação alienante como esta, é preciso posicionamento político do professor em defender e propagar uma educação reflexiva e critica garantindo uma formação que humaniza para além dos interesses do sistema capitalista proporcionar ao sujeito compreender melhor a realidade e suas nuances.

  126. Natiele Aparecida Monteiro disse:

    Conforme discutido nas aulas a escola se tornou uma instituição fundamental para a manutenção do sistema capitalista em um modelo individualista e competitiva, reforçando a hegemônica e a divisão social.
    O ensino profissionalizante demonstra os objetivos do capitalismo dentro do sistema educacional, que forma para o atender ao mercado de trabalho, formando pessoas alienadas.
    A disciplina contribuiu para a minha formação como docente, através das textos e discussões feitas em sala, percebi como é importante romper com o ensino alienado, pensar na pratica docente de forma crítica voltada para a formação humana que garanta a autonomia dos mesmos e uma formação mais completa em uma perspectiva histórico-crítica.

  127. Ester Paula Corrêa Silveira disse:

    Pensar o trabalho e a educação juntos, foi de extrema importância para minha formação enquanto pedagoga, uma vez que são aspectos fundamentais para a formação social do homem.
    As reflexões a respeito da América Latina nos mostraram que essa relação entre trabalho e educação é muito presente, uma vez que as intenções e interesses de classes dominantes são seguidas para que as necessidades mercadológicas dessas mesmas classes sejam atendidas. A América passa por uma uma colonização e uma recolonização com um movimento de alcance estrutural que privatiza e desnacionaliza, utilizando o militarização como principal instrumento. Entretanto também discutimos a respeito das lutas de um povo resistente. E é, justamente, esse povo que quero ser e formar enquanto pedagoga. Cidadão conscientes com pensamento crítico e questionador, e que veja e entenda os interesses do sistema que os rodeiam.

  128. EDMAR FERREIRA DIAS disse:

    Dentro dos textos e diálogos estabelecidos em sala de aula. Não é possível refletir sobre a área da Educação sem estabelecer suas relações e especificidades com a categoria trabalho, uma vez que esta atitude filosófica se organiza em nossa sociedade nas inúmeras instituições sociais de poder. O que mais me impactou nas aulas foi o módulo que discutimos a relação entre pobreza e desigualdade social ambas andam juntas e refletem a dificuldade de superar o meio de produção capitalista e suas contradições.
    Nesse sentido, a instituição escolar, ao longo do tempo, tornou-se a instituição que projeta e mantém a ordem do sistema de produção vigente: o capitalismo. Nessa perspectiva, o ensino profissionalizante se tornou mais um fator que revela a lógica do pensamento capitalista dentro da educação.
    A imagem representada do quadro acima mostra como é formada ideologicamente as relações de norte e sul em nosso mundo, Logo a disciplina nos ajudou a desconstruir as relações impostas historicamente pelas instituições sociais. Nada é dado e sim construído.

  129. Beatriz Vale disse:

    É comum vermos o atual sistema de ensino ser objeto de diversas críticas, pois se baseia em um modelo sustentado pela sociedade mercadológica, que procura massificar o conhecimento transmitido para que, futuramente, tal estratégia possa servir de amparo para o mercado de trabalho.
    A disciplina de trabalho e educação permitiu refletir que o arquétipo de escola majoritariamente tradicional, na qual os conteúdos tendem a ser transferidos aos educandos de forma segregada de suas percepções de mundo, tornando a rotina discente exaustiva, à medida que não possibilita práticas que incentivem o censo criativo e crítico dos alunos são uma resposta ao modelo econômico sustentado por tal sociedade mercadológica.
    Então, este paradigma escolar acaba por não acompanhar o desenvolvimento intrínseco da sociedade, pois, nele acaba se constituindo um esquema hierárquico no qual o professor passa a ser considerado o detentor de todo o conhecimento e os alunos apenas meros aprendizes.
    Como esperarmos superar este caráter arcaico de ensino sem almejar um transcurso de desconstrução? Percebamos então, que hoje o que se procura fazer é traçar um caminho inverso, pretende-se acabar com os patamares distintos de conhecimento dentro das instituições de ensino, sugerindo ações nas quais o professor passe de detentor a mediador do saber. Tais reconstruções se baseiam no ato de valorizar a natureza sociocultural do aluno, de maneira a valorizá-lo enquanto ser humano.
    É possível identificar como essencial o trabalho do professor neste processo de mediação de conhecimento, pois certamente é a partir deste processo que o aluno desenvolverá suas capacidades questionadoras e analíticas sobre o mundo em que está inserido. Portanto, cabe salientar a relevância desta disciplina para nós, futuros professores.

  130. Amanda Pinheiro Martinelli disse:

    Na disciplina de Trabalho e Educação discutimos a transição da industria existente para as tecnologias. Com a criação destas novas tecnologias são necessárias adaptações por meio dos trabalhadores e do mercado de trabalho para o novo público.
    A América Latina desde o princípio teve desafios devido aos processos hegemônicos de colonização e ao eurocentrismo.Para que estes processos sejam superados, é necessário que a educação latino americana seja para além do capital, ou seja, que ela não apenas forme mão de obra, e sim que contribua para o crescimento do indivíduo como ser humano.

  131. Franciny Gomdes de Oliveira disse:

    Através das aulas expositivas, discussões, vídeos e estudos dos pedagogos proporcionadas pela disciplina Trabalho e Educação, ficou claro a relação que é estabelecida entre os meios de produção e a sala de aula. Permitindo nos refletir sobre o contexto em que vivemos diante a educação e a economia política capitalista, uma vez que a mesma sofre diretamente com as mudanças que ocorrem no meio econômico e social.
    A formação do aprendiz iniciada na escola tem por principal objetivo formar a futura mão-de-obra para o mercado de trabalho, uma vez que com as inovações desses meios se faz necessário novos trabalhadores.
    E com os estudos dos vários pedagogos latino-americanos podemos refletir que a educação que eles propunham visavam uma mudança no contexto escolar, uma educação não alienada e sim, integral que ensine e proporcione o desenvolvimento do indivíduo como um todo, como por exemplo a Pedagogia Histórico-Crítica de Dermeval Saviani.

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