Bom Dia Caros Alunos! Tudo bem?

Esta é a área para postagem dos comentários do Módulo 9 da disciplina “Trabalho e Educação”. Claudia Korol no texto: “Pedagogía de las resistencias y de las emancipaciones” afirma que: “CUANDO HABLAMOS DE EMANCIPACIONES, no nos referimos a una utopía de futuro, sino a la realidad que es esperanza de sí misma – parafraseando a Paulo Freire. No se trata, por lo tanto, de una esperanza ingenua, sino de aquella que se moviliza para poder concretarse. Hablamos también desde un tiempo y un espacio concretos: la Argentina post-rebelión. Un país que sigue pujando por nacer, y que intenta cuidar y multiplicar lo ganado en las jornadas que imaginaron y propusieron el que se vayan todos, consigna que configura los alcances y límites de nuestro imaginario rebelde. Hablamos desde una práctica teórico-práctica: la educación popular, concebida como pedagogía de la resistencia y de las emancipaciones, de la rabia y la indignación frente a las injusticias, de la rebelión y de la revelación de los nuevos mundos que pugnan por crecer y por forjar relaciones políticas, culturales, sociales, económicas, de género, opuestas a las que reproducen y refuerzan la dominación. Las jornadas del 19 y 20 de diciembre en Argentina, y la multiplicación de energías que de ellas se desprendieron, permitieron volver a plantear la diversidad de dimensiones emancipatorias de las resistencias, y anunciaron algunas tendencias que -al margen de avances y retrocesos coyunturales- marcan la subjetividad de nuevas franjas de protagonistas sociales y políticos con señales que indican la recuperación de la confianza en las propias fuerzas, la deslegitimación del orden que nos condena, el desarrollo de una nueva institucionalidad que abre paso a la posibilidad de repensar la política, la insinuación de distintas maneras de amasar identidad y proyecto, sobre la base de un esfuerzo colectivo que, al tiempo que sueña el proyecto, intenta construirlo en las prácticas cotidianas, modificando las relaciones de opresión y dominación”. [...]

Os textos trabalhados em sala de aula foram: 1) “Outra América Latina é Possível” e 2) “O Ser Humano como Ser Político”, ambos da autora Claudia Korol, disponíveis para baixar na internet e em nossa lista de discussão no Yahoo Grupos. A pergunta para o debate elaborada pelo grupo é a seguinte: como formar “hoje” seres humanos realmente políticos, e que estejam dispostos a lutar contra as políticas neoliberais? Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

26 Comentários “Módulo 9 – Trabalho e Educação – Pedagogia das Resistências e das Emancipações”

  1. Maria Isabel Gomes de Araujo disse:

    como formar “hoje” seres humanos realmente políticos, e que estejam dispostos a lutar contra as políticas neoliberais?
    Inicialmente “formar” é colocar em formas, padronizar e se assim for entendido, se nos propormos a “formar seres realmente políticos” nada mudaria, pois todos continuariam ideológicamente iguais não havendo contextação e nem a busca por mudanças. Continuando, se entendermos política como resolução de conflitos, todos somos politizados, todos temos diversas formas de resolver os diversos problemas que no decorrer da vida temos, e o fato de não contextarmos o sistema é a opção que escolhemos para resolver os conflitos que este nos trás, ou seja, é a nossa opção política, não querer contextar é uma escolha política que cada um de nós fazemos para não vermos o que nos destrói.

  2. Jucélia Pena da Silva disse:

    De acordo com a autora, outra América Latina é possível sim, mas é necessário que todos os países se conscientizem da barbárie civilizatória que está acontecendo, onde os países mais ricos são os detentores do poder. Para formar seres realmente políticos, isto é, seres humanos desalienados, que através da sua relação com a sociedade constrói seus ideais e projetos, individuais e coletivos, é necessário que uma grande transformação aconteça, pois não somos intruídos para conscientizar seres humanos e sim formar trabalhadores desalienados. E principalmente, para formar seres políticos dispostos a lutar contra as políticas neoliberais, é preciso fazer com que identifiquem as formas de dominação dessas políticas, e criem ações de resistência. Mas não se trata de uma facíl tarefa, por esse motivo, quando falamos em transformação na sociedade parece que estamos falando de algo utópico.

  3. Michele C. F. S. Silva disse:

    Formar seres humanos políticos é primeiramente respeitar seus costumes sua cultura. O massacre da educação latina se dá através da adesão dos modelos neoliberais de educação, ou seja, educação para o trabalho, para que permanece a exploração do homem pelo homem. A formação de indivíduos políticos que não sejam passivos à dominação nacional e internacional, deveria ser propiciada pelos sistemas de ensino, mas, estes também são dominados pelo capital. Essa dominação resume-se a restrição da formação de cidadãos políticos capazes de resistir as políticas neoliberais. A formação de cidadãos críticos exige muitas transformações na estrutura educacional de um país, e da maneira como a educação está posta é muito difícil que algo mude no cenário educacional dos países latino-americanos.

  4. Lais Santa Rosa disse:

    Quando nos deparamos hoje com a formação de um cidadão devemos considerar que ele vive em uma sociedade em que o capitalismo é o sistema vigente. Esse sistema traz consigo as marcas da exploração do homem pelo o homem e a sociedade em uma zona de conflitos que alienam as pessoas. Desse modo, pensar na formação de cidadãos realmente políticos, dispostos a lutar contra as políticas neoliberais, é trazer para essa realidade a possibilidade de reflexão e superação dessa ideologia que nos cerca. É proporcionar para os individuos uma visão crítica e libertadora. Com essa formação os seres humanos poderiam enxergar as contradições e seriam capazes de lutar contra esses ideais neoliberais.

  5. Juliana Saab disse:

    Para pensarmos em mudanças, devemos considerar a realidade atual: um sistema capitalista manipulador, alienador e explorador de mão-de-obra barata. Pensar em uma política de libertação é necessário em primeiro lugar essa conscientização, e praticar um olhar crítico em relação ao mundo, trazendo assim reflexões para as mudanças ocorrerem. Deve-se levar em conta para se ir contra a política neoliberal, o respeito das culturas, e sempre pensar na formação crítica do cidadão. com uma visão clara da realidade seria possível estabelecer objetivos para as lutas contra as forças alienadoras e exploradoras.

  6. Camila Tanure Duarte disse:

    Para formar “hoje” seres humanos realmente políticos, e que estejam dispostos a lutar contra as políticas neoliberais necessita-se de uma educação que priorize a formação de um cidadão crítico, consciente e livre, oposta à observada atualmente. Pois, a educação que tem-se hoje, por motivos ideológicos capitalista, é apolítica e mantém os valores neoliberais para perpetuação do sistema.

  7. Tabata Julia disse:

    Não é uma tarefa simples formar “hoje” seres humanos realmente políticos pois, com a sociedade capitalista, o individuo torna-se consumista, individualista. É um cidadão preocupado com suas necessidades e interesses pessoais, mas acredito que com uma boa formação escolar, com professores dedicados ao trabalho docente poderemos conseguir mudar essa realidade. É um trabalho de formiguinha, mas um dia conseguiremos nossos objetivos.

  8. Talita C. L. Nogueira disse:

    Para se lutar contra as políticas neoliberais, a formação pode começar na escola e se expandir para toda a sociedade em torno da transformação social e da formação plena das pessoas para a construção de novas estruturas e relações sociais baseadas na justiça, eqüidade, solidariedade (no sentido que vimos no mód. 14), paz, tolerância e respeito ao meio comum a todos e aos recursos naturais.

  9. Tatiani disse:

    Formar cidadãos relamente políticos atualmente não é uma tarefa fácil. Cada vez mais estamos sendo inseridos em uma sociedade alienada, que não tem consciência da barbárie que estamos sofrendo. Por isso acredito que o que possibilita uma resistência à essas políticas neoliberais é a conscientização. Os indivíduos precisam se organizar individualmente e coletivamente para que seja possivel resistir. A educação, possui um essencial papel para essa conscientização, porém que a escola sozinha não consegue tal tranformação. Necessitamos nos concientizar e transformar nossa sociedade como um todo para que possamos lutar verdadeiramente contra as políticas neoliberais exploratórias.

  10. PATRICIA MURIEL DE SOUZA disse:

    Para formar cidadãos realmente políticos, é necessário investir em educação de qualidade que comece desde a infância, é necessário inculcar nas pessoas toda a lógica da sociedade neoliberal e toda a exploração pela qual estão sendo submetidos. porém, isto não é facil, já que a educação está a serviço do capital.
    portanto, é necessário desenvolver nas pessoas o espírito da resistencia, da luta contra o neoliberalismo e a emancipação da cidadania

  11. Lilian Maria da Silva disse:

    A formação de cidadãos políticos dispostos a lutar contra o neoliberalismo, não é uma tarefa fácil. Para que isso aconteça, em primeiro lugar, devemos pensar a educação que é oferecida nesta sociedade, que visa tão somente manter as relações sociais como estão, onde não é de interesse do capital pessoas críticas e conscientes das explorações que sofrem. Nesse sentido, acredito que só se alcançaram indivíduos políticos, quando a educação estiver inclinada para tal.

  12. Betânia Ap. Ferreira Cardoso disse:

    Para essa formação política, é necessário que cada vez mais, nas escolas sejam passados para os alunos, uma reflexão perante tudo o que acontece hoje na nossa sociedade, levando estes a serem pessoas mais reflexivas e críticas, conscientizando as crianças, e proporcionando possibilidades para que essas tenham uma visão livre, de um sujeito que não esteja alienado a tudo que circunda ao seu redor, teremos naturalmente pessoas lutando contra as políticas neoliberais do sistema capitalista.

  13. Fernanda Mariane disse:

    Essa questão é um tanto quanto complicada, pois estamos inseridos numa sociedade capitalista cujo único objetivo é o lucro. Acredito que para exista seres humanos realmente políticos, temos que mudar primeiramente a sociedade em que vivemos, pois infelizmente, o próprio sistema tem tantas “brechas” que não permite com que o cidadão possa lutar contra as políticas neoliberais. De modo positivo, penso que a escola é o único viés para que o se humano possa criticar a sociedade em vive e saber lutar pelos seus direitos e pensamentos.

  14. Roseli Aparecida Francisco disse:

    De acordo com alguns autores vistos na disciplina, para formar seres humanos políticos é necessário que ocorra a conscientização da disputa capitalista a qual gera a barbárie. Dessa forma, reconhecendo a atual situação e na ânsia por melhoras é que os seres humanos lutariam para chegar a igualdade. Porém antes disso torna-se necessário a eliminação da alienação que toma conta do indivíduo que passa a ser manipulado desde a infância.

  15. Simone F. Lopes disse:

    Para que possamos ter a formação de seres humanos envolvidos com a política e afim de lutar por um ideal e contra as políticas neoliberais é preciso que algumas mudanças ocorram nos fundamentos da educação, a começar pela formação de indivíduos reflexivos e críticos acerca da realidade atual. Infelizmente não é o que temos hoje, pois não é de interesse do sistema formar indivíduos que o questione, o sistema capitalista precisa de pessoas apolíticas e acríticas para “alimentá-lo”.

  16. maria cristina labrichosa disse:

    É necessária uma mudança total, onde os indivíduos se conscientizem da sua atual condição de explorado e dessa forma se unam e promovam uma revolução no modo de pensar e agir, tornando-se mais críticos, conscientes e livres, e para que haja essa transformação no Brasil a escola seria essencial, pois hoje todos passam por ela, mas se faz urgente também mudar a sua estrutura, conteúdo e a sua pedagogia

  17. Josiane Paula Rodrigues disse:

    A formação de pessoas verdadeiramente politizadas, capazes de interagir e interferir em sua realidade social pressupõe uma revolução no modelo educacional aplicado na América Latina atualmente. Faz-se necessária a conscientização dos males sociais gerados pelas políticas neoliberalistas e a dominação estrangeira. É fundamental a implementação de uma cultura de resistência, nacionalista com respeito a tradições locais e regionalismos. Entretanto, é difícil verificar a efetividade destas propostas e o efeito resultante delas só deve ser percebido a longo prazo. Estas medidas esbarram ainda no modelo de estruturação política de nossos países, que precisa lidar com uma massa eleitora fortemente influenciada por resultados de curto prazo.

  18. Livia Camargo Bini disse:

    Como formar “hoje” seres humanos realmente políticos, e que estejam dispostos a lutar contra as políticas neoliberais? Não é uma pergunta fácil, não é uma questão fácil de se colocar em prática. Formar cidadãos críticos é dificil se considerarmos a alienação em que a maioria da população se encontra hoje. No entanto, uma formação política que faça com que as pessoas lutem contra o neoliberalismo pode acontecer se aos poucos todos se unirem nesse sentido. Deve haver uma mudança inicial, mas que se estenda a todos, começando pela escola que pode e deve ensinar seus alunos a criticidade e a política.

  19. Marilaine Lopes Barboza disse:

    Pensar em uma maneira para formarmos sujeitos políticos que vão contra as políticas neoliberais é necessário mudar as relações sociais vigentes, e consequentemente a isntituição escola. Mas como é muito difícil mudanças na conjuntura social visando a igualdade acho que se surgirem homens lutando contra as políticas neoniberais serão fruto de uma minoria que acretida que essa sociedade ainda tem solução. A educação é a esperanaça de muitos para essa mudança.

  20. Maiara Caroline Pereira disse:

    Para se formar seres humanos políticos e críticos é necessário uma mudança na postura das pessoas que os formam, ou seja, é preciso que os profissionais que transmitem conhecimentos para o ser humano desde a mais tenra idade formem cidadãos críticos da sociedade vivente, questionadores de tudo e de si mesmos e atuantes, despreendendo-os assim da formação alienada de meros espectadores da vida. Assim o que é mais relevante para a formação do ser político é a atuação das instituições de educação bem como de seus profissionais na aprendizagem de seus alunos.

  21. Carla Rhaissa disse:

    Como formar “hoje” seres humanos realmente políticos, e que estejam dispostos a lutar contra as políticas neoliberais?

    Acredito que o primeiro passo formar indivíduos ativos nesse sistema, abandonando a visão de passividade. Educar com o propósitos de inseri-los nesse quadro políticos, despertando o interesses destes por lutar e buscar pelos seus direitos.

  22. Fernanda Vollet disse:

    Para uma formação política e que enfrente o neoliberalismo é necessário uma formação crítica, em que os seres reflitam sobre o papel e o conteúdo político em que estão envolvidos e que tipos de valores e ideias estão envolvidos no sistema dominante. É necessário, portanto, entender o sistema de exploração capitalista e conscientização para a emancipação política.

  23. Paula Bastos de Oliveira disse:

    Acho que seria educar buscando alcançar o pensamento crítico e reflexivo, que seria capaz de enxergar a sua realidade e de seus semelhantes e mediante reflexão fosse capaz de lutar por causas justas buscando mudança nos diversos setores da sociedade. Ao contrário da educação reproduzida pelo sistema capitalista, a educação visaria mais do que a emancipação política, e sim a emancipação humana, que capacita o homem e lhe proporciona a verdadeira liberdade.

  24. Ana Teresa S. Fiúsa disse:

    Acredito que formar seres humanos politicos deve ir ao encontro de uma formação mais critica do inviduo, o qual pudesse olhar a realidade na qual está inserido e poder muda-la com com consciência, e para que essa formação aconteça é necessário que as formas alienantes de Educação sejam abandonadas em função de formar seres mais críticos e participativos para mudar as políticas neoliberais, as quais estamos inseridos.

  25. Mayara Gomes Lapa disse:

    A intenção de formar seres humanos realmente políticos, atualmente, só poderá se efetivar se as pessoas que estão se propondo a tal também sejam seres humanos políticos. Para lutar contra as políticas neoliberais, é necessário, em primeiro plano, uma revolução no modo de pensar. A reflexão, a crítica, a formação de um sujeito questionador e descontente com o sistema capitalista e toda a patifaria que dele advém são essencialmente a chave para que existam mudanças e para que seres humanos políticos sejam formados.

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