A Pedagogia do MST: os Sem-Terrinhas – Fotógrafo: M. A. Dallmann

O Módulo 4 abordou as soluções da educação diante do dilema da América Latina. Vimos alguns representantes do pensamento pedagógico latino-americano e do pensamento pedagógico brasileiro progressista. Do seu ponto de vista, qual a solução para a educação diante do “dilema”  da América Latina? Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

142 Comentários “Módulo 4 – Trabalho e Educação – As Soluções da Educação diante do Dilema da América Latina”

  1. Talita C. L. Nogueira disse:

    Acredito que há solução para o dilema da educação na América Latina se houver uma mudança no por que e para que educar.
    Enquanto estivermos trabalhando para ser mão de obra explorada, a educação ocupará um lugar secundário.
    É preciso uma reforma educacional que não se limite a alcançar índices estabelecido por organismos multilaterais mas que esteja preocupada com a humanização. É necessário investimentos educacionais e a descentralização das decisões.
    Mas ela sozinha não basta! Precisa contar com professores estimulados, gabaritados e preparados para melhorar a qualidade do ensino e o aproveitamento do aluno. A classe precisa se unir em busca de mudanças, pois sem um real envolvimento dos professores, nenhuma reforma educacional terá êxito.

  2. Lais Santa Rosa disse:

    Refletindo sobre o dilema da América Latina, em relação à educação, acredito que essa situação poderia melhorar se o trabalho realizado nas instituições escolares desses países explorados fosse um trabalho em que os individuos poderiam refletir e intervir nessa situação vigente. Vendo um sentido para a educação, seria possível uma melhor formação para os docentes e discentes, visando mudanças significativas no quadro de formação de mão de obra barata. Com os investimentos necessários as pessoas poderiam compreender o sentido da educação e tentar mudar a realidade.

  3. Betânia Aparecida Ferreira Cardoso disse:

    A solução para tal dilema se dá por meio de uma educação mais significativa tanto para os alunos, quanto para os próprios professores, partindo da realidade destes. Necessitamos de uma mudança global, o mais rápido possível, visando mais investimentos (estruturais, pedagógico e profissional), precisamos de decisões descentralizadas, uma melhor formação para estes profissionais, progressão continuada de qualidade, enfim, com todas essas mudanças creio que teremos uma melhoria na qualidade em âmbito nacional.

  4. maria cristina labrichosa disse:

    Acredito que a baixa qualidade da educação é a principal causa dos nossos problemas e fracassos, e como sabemos essa baixa qualidade é necessária para a manutenção do sistema capitalista. Necessitamos de um sistema de educação que cumpra a sua principal função, que é o desenvolvimento das potencialidades latentes das crianças e jovens, alem do desenvolvimento do senso critico, pois dessas forma conseguirão compreender o que há por trás das políticas que influenciam o dia-a-dia deles, e poderão lutar por um sistema melhor.

  5. Marilaine Lopes Barboza disse:

    A educação deveria ser mais respeitada, para formar sujeitos criticos, e não, apenas, mão-de-obra barata e sem valor. Pouco se investe na educação, no professor, para reverter esse quadro que se prolonga a tempos na América Latina. Mais enquanto isso for bom para o mercado continuará. Para mim não há uma solução milagrosa que mudará tudo, o que cada um pode fazer é a sua parte. Isto é, exigir seus direitos, lutar pela igualdade social, acabar com os privilégios.

  6. Mayara Gomes Lapa disse:

    A realidade da educação só poderá mudar se as raízes da sociedade forem mudadas primeiro. É necessário que o pensamento dos regentes do país mudem, é preciso que as políticas nacionais mudem, é preciso que o interesse dos profissionais da educação sejam outros para que haja transformação educacional e assim uma mudança na sociedade, visto que a educação é a coluna principal que sustenta toda a sociedade, no meu ponto de vista. Assim, o dilema da educação só será superado caso hajam verdadeiras transformações na sociedade num todo, principalmente por quem a rege.

  7. Maiara Caroline Pereira disse:

    A mudança não tem que partir somente do âmbito escolar mais da concepção e relevância da educação para a vida do ser humano esquecida muitas vezes pela sociedade em geral. No contexto da América Latina é preciso que seja realizado um trabalho profundo de desalienação do indivíduo e trabalho para a formação de cidadãos pensantes e críticos da situação que permeia seu contexto. Para tal fim é necessário o trabalho demasiado de profissionais responsáveis e altamente qualificados para mudar ou pelos menos amenizar a condição de explorado que muitas vezes o trabalhor se submete sem perceber.

  8. Josiane Paula Rodrigues disse:

    Nos países da America Latina existe um crescente consenso de que a baixa qualidade da educação é a principal causa dos nossos problemas e fracassos pessoais, familiares, profissionais. Nesse sentido, a solução para o dilema da educação na América Latina, seria uma reforma educativa, primeiramente nos cursos de licenciatura e pedagogia que formam os futuros professores e a segunda, estabelecida nas escolas de ensino básico. É necessária uma melhor formação para estes profissionais e investimentos no setor da educação, a fim de mudar a concepção existente que favorece a manutenção do sistema capitalista. E desse modo, desenvolver uma educação mais crítica capaz de transformar o sistema.

  9. Mariana de Oliveira Brandolezi disse:

    A solução é o estabelecimento de uma educação voltada para a ação na sociedade, para a promoção de sujeitos críticos que possam agir de modo a transformar a sociedade, que tenham consciência de seu papel na realidade atual. Para isso, é necessário formar professores igualmente comprometidos com a formação omnilateral. As escolas não devem ter como objetivo a reprodução (velada ou não) do sistema e a formação de mão de obra não pensante para o mercado. A escola desempenha um importante papel para a reorganização da sociedade, apesar de funcionar como aparelho ideológico do Estado, na visão de Saviani, ela pode desempenhar um papel de transformação da realidade, para isso, a escola como um todo, deve promover um trabalho coletivo, que vise a humanização e a emancipação humana. Isso só será possível quando acontecer a tomada de consciência, por parte de professores e gestores, do real papel que tem e que pode desempenhar a educação nessa sociedade.

  10. Ana Teresa S. Fiúsa disse:

    A solução para a educação na América Latina é a de que esta seja significativa para o aluno possibitando que ele possa entender e intevir a realiade a qual está inserido, ou seja, uma educação que forme cidadãos críticos para a sociedade e para isso é preciso uma melhor qualificação dos professores no sentido destes estarem aptos e interessados pela formação omnilateral dos indivíduos. Mas para que tudo possa acontecer de fato é necessário desenvolver políticas públicas mais comprometidas com a realidade do nosso país e não simplismente aceitar essa política que já vem imposta pelos organismos internacionais através dos acordos multilaterais com empresas como o Banco Mundial. A educação precisa de aliados para conseguir a transformação social que queremos, então não basta falar é necessário fazer, só assim a educação um dia conseguirá alcançar o seu objetivo de formar cidadãos críticos para a sociedade.

  11. Patricia Muriel disse:

    Incentivo à educação de qualidade, mas não na qualidade que se propaga no capitalismo, mas na qualidade de formação de professores e alunos que busquem a superação da realidade existente no capitalismo,onde paises como os da America latina, como tantos outros, são explorados e manipulados em busca do bem dos dominadores; temos que buscar o bem comum, investir em nossas crianças, formar adultos críticos e lutadores, revolucionários, investindo na formação docente.
    A educação deve ter sentido para todos, não só nos seus conteudos mas também no uso que se faz deles frente às questões sociais em que estes países estão imersos.
    É necessario que o “poder” esteja nas mãos de cidadãos pensantes e para que as politicas públicas e todas as ações voltadas para a educação e para as mudanças da sociedade sejam realmente benpefica para todos e que este “todos” inclua a classe trabalhadora. Portanto do meu ponto de vista a educação é a base da transformação.

  12. Juliana Saab disse:

    A Educação pública na América Latina não é levada a sério, e nem é respeitada. As crianças somente estão lá na escola para não ficarem nas ruas. E essa é uma maneira barata de formar cada vez mais e mais mão-de-obra para as linhas de produção estrangeiras instaladas na América Latina. Estas por sua vez estão aqui somente para explorar as pessoas e o meio ambiente. Enquanto não houver um governo sério centrado e centralizado que respeita seu país e honra com seus compromissos, e com os seus direitos e deveres (e dos outros) não haverá mudanças. A educação tem que ser mais respeitada, e vista como algo sério, capaz de promover mudanças – para melhor. É claro que isto não envolve só a pedagogia aplicada na sala de aula, mas também todas as políticas públicas, que cuidam das escolas e salários dos professores – que são tratados como palhaços por esses governos.

  13. Livia Camargo Bini disse:

    Em minha opinião a educação, e não somente ela, a saúde também e todos os aspectos sociais só mudarão e melhorarão quando a população começar a votar melhor. Infelizmente os governantes que estão no poder hoje não dão o valor devido à educação, pelo contrário, só querem saber de encher os seus bolsos de dinheiro.
    Os poderosos, que estão no poder querem o povo cada vez mais “burro” e alienado. Isso é bom pra eles. Dessa forma, a educação acaba ficando a mercê de interesses e tudo gira em torno do capital e dos interesses dos capitalistas.
    A educação é contraditória: ao mesmo tempo que ela pode promover mudanças sociais importantíssimas, ela pode ser uma forma de manter tudo como está, que é o que está acontecendo e o que os poderosos mais querem.
    Mudanças profundas deveriam acontecer, iniciando dos que dominam aos que são dominados. Não basta os professores estarem desejosos por mudanças. Tudo deve mudar.

  14. Kathia Jeanice disse:

    O problema da América Latina, em relação à educação, está diretamente ligado ao trabalho realizado nas instituições escolares desses países explorados. É necessário que hajam investimentos educacionais e a descentralização das decisões. Além disso é preciso o esforço de professores que sejam estimulados e preparados para melhorar a qualidade do ensino e o aproveitamento do aluno na sala de aula, em que os alunos possam refletir e intervir na situação vigente de seu país. Assim a educação teria sentido e poder para tentar mudar a realidade.

  15. Lilian Maria da Silva disse:

    A solução para o “dilema” da América Latina, no meu ponto de vista, é a emancipação política, econômica e cultural em relação ao modelo Capitalista. Em particular à questão educacional, acredito que deva ser pensada em um modelo formativo humanizador, que leve os sujeitos a refletirem sobre a realidade e, a partir disso, proporem intervenções nela. Enquanto a educação estiver voltada para a manutenção desse sistema exploratório, a situação da América Latina nada mudará.

  16. Fernanda Mariane disse:

    A solução para esse dilema está não só numa educação significativa, mas também na formação e valorização do profissional da educação. Não se adianta ter toda uma estrutura escolar, se não se tem uma boa formação. Além disso, a valorização desse profissional conta muito para uma aprendizagem significativa por parte dos alunos, pois assim, esse professor estará muito mais estimulado para trabalhar,sem contar que não necessitará ter três jornadas de trabalho para poder se manter, sendo, assim, valorizado, fazendo um trabalho bom e conseqüentemente proporcionando uma aprendizagem significativa aos seus alunos.

  17. Jucélia Pena da Silva disse:

    Muitos buscam uma solução para a educação diante do “dilema” vivido na América Latina. Acredito que a educação seja a solução para muitos dilemas, fracassos e problemas ocorridos nas sociedades, mas muitos não a enxergam, ou não querem enxerga-lá, como uma alternativa eficaz. Entretanto, para que a educação seja uma alternativa de solução eficaz, é necessário que ela seja concebida como algo essencial, transformador. Para isso, é preciso que tenhamos um educação de qualidade, que visa promover no aluno um desenvolvimento físico, cognitivo e cultural. A educação deve formar um indivíduo reflexivo, crítico e consciente. Para mim, a primeira atitude para uma educação de qualidade deve partir dos “poderosos” políticos, pois são eles que podem investir na escola, em materiais, no professor, no aluno, enfim, na educação. Mas, infelizmente, a grande maioria dos políticos querem formar eleitores alienados da sociedade e dos problemas que a cercam.

  18. Tabata Julia disse:

    Acredito que pra sanar esse problema é preciso primeiramente que a sociedade emancipe-se em relação ao capital e assim agindo ativamente, com autonomia conseguiremos uma nova reconstrução da educação, política, economia. Enquanto isso não ocorre, a baixa educação é fruto da precária formação das pessoas, da falta de credibilidade, competencia e habilidades acerca da educação. Precisamos de pessoas que ao entrarem no âmbito educacional, vistam a camisa e vão a luta.

  19. Tatiani disse:

    Acredito que embora seja difícil ainda existe uma mudança na situação da educação na América Latina. Para essa mudança acontecer precisamos repensar na função da educação. Não podemos continuar educando para somente atender o sistema capitalista, pois sabemos que para o sistema precisamos de indivíduos cada vez mais alienados.
    É necessário que se reconstrua a educação,investindo e valorizando principalmente nos profissionais para que eles se sintam motivados a mudar o quadro da educação. É impossível que essa mudança ocorre com professores demotivados não somente no aspecto financeiro, mas também no fato de reconhecerem a importância de seu trabalho. Enfim, a luta é dura mas necessitamos de uma educação humanizadora capaz de modificar a situação expolratória em que a América Latina está submetida.

  20. Roseli Aparecida Francisco disse:

    Em meu ponto de vista uma solução para a educação da América Latina seria esta educação deixar de ser voltada para formar a mão de obra exigida pelo alienante sistema capitalista, pois desta forma deixaria de preocupar-se apenas com questões quantitativas e passaria a preocupar-se mais com a qualidade do ensino.

  21. Simone F. Lopes disse:

    Para que ocorressem mudanças significativas na realidade da educação na América Latina seriam necessárias melhorias na qualidade do ensino superando os fracassos, os quais podemos presenciar constantemente. Outro fator de grande importância seria a melhoria e cumprimento efetivo de políticas públicas voltadas ao ensino de fato, e não que sejam manipuladoras de indivíduos em função do sistema. É preciso dizer ainda que os profissionais da educação precisam estar aptos a formar indivíduos capazes de refletir e agir criticamente sobre a suas realidade. Os professores devem, assim como os alunos, ter esse processo de formação crítico e reflexivo para que se consiga obter mudanças no contexto educativo.

  22. Michele C. F. S. Silva disse:

    Acredito que a solução da educação diante do dilema da América Latina, seria primeiramente a mudançã de toda a ideologia educacional dos órgãos públicos que importaram o modelo educacional e visam a formação para o trabalho, ou para a exploração do trabalho. Toda a estrutura educacional deveria ser reformulada, os educadores deveriam passar por essa reformulação. A estrutura educacional latino-americana é algo que não tem significado para as crianças e suas famílias, já que, elas terão que trabalhar por míseros salários até a morte. A falta de valorização da cultura, dos valores sociais de um povo e dos valores da educação e sobretudo do educador, deveriam ser os eixos principais para essa reformulação da educação.

  23. Maria Isabel Gomes de Araujo disse:

    A solução para a educação na América Latina e em qualquer lugar é complexo mas não é impossível, não existe receita, apesar de estar prestes a me tornar uma “especialista” no assunto, sou apenas uma especuladora, pois sei que não existe formulinha, mas está claro que algo deve ser feito como: conscientização dos docentes- o que estou fazendo, porque e como farei; políticas públicas: salários compatíveis com a árdua função doscente, plano de carreira, formação de fato e valorização da categoria professor; sociedade: todos devem saber ou buscar entender quais são seus papéis nesse contexto social contemporâneo- pais ou palhaços. Enfim, reafirmo que tem jeito de mudar algo sim, aí estão as dicas…

  24. Camila Tanure Duarte disse:

    Do meu ponto de vista, a solução para a educação diante do “dilema” da América Latina é parar de educar indivíduos para servirem apenas de mão-de-obra acrítica. Priorizar uma educação consciente, que objetive formar cidadãos críticos e livres, valorize e se interesse por um corpo docente preparado e qualificado seriam soluções.

  25. Carla Rhaissa disse:

    Visto que a escola é uma aparelho ideológico a favor do capital, e que as politicas em relação a educação são controvérsias, onde a teoria é uma coisa e a prática é outra. Fica bem complicado a situação da Educação nesses países, seria necessário uma serie de mudanças, teríamos que quebrar grandes paradigmas construídos ao longo da história, desmistificar uma serie de conceitos, e formar inicialmente professores de qualidade, para que estes promova uma educação de qualidade. Formar professores críticos, reflexivos, e atentos a realidades, para que esses também possam formar cidadão críticos e reflexivos

  26. Fernanda Vollet disse:

    Primeiramente, para se ter mudança na Educação na América Latina é necessário rever os conceitos sociais, mudar a conscientização dos sujeitos explorados, fazê-los conscientizar-se de sua função social. Acredito que deve haver um maior compromisso no campo da educação no sentido de humanização, de desenvolvimento das capacidades em potencial, e não simplesmente de produção de mão de obra barata e em massa. Portanto, além da emancipação é necessária uma formação crítica.

  27. Paula Bastos de Oliveira disse:

    A educação não é valorizada como um fundamento na vida dos individuos, mas sim como uma mercadoria, sendo o professor os operários nas mãos dos poderosos, que não se preocupam com a educação em si, mas sim com o lucro que isso pode trazer com as mãos de obra que a escola pode formar. Se todas as camadas da sociedade se preocupassem com a educação, não apenas com uma faze em que o individuo passa, mas como o fundamento de descobertas, conhecimento e mudança, já seria o suficiente. Entretanto vejo que somos tão dependentes de “ordens superiores” que fica dificil pensar que um dia ocorrerá essa mudança.

  28. Franciele Baptista disse:

    A solução para a educação na América Latina seria os países abrirem mão da educação importada dos “países desenvolvidos” para desenvolverem a educação de acordo com a realidade do próprio país e por consequência de seus educandos. E ainda, não formando somente mão-de-obra barata, mas sim cidadãos intelectuais, críticos e reflexivos e possam atuar e modificar a realidade em que estão vivendo.

  29. Bárbara disse:

    Ao refletir sobre o dilema da America Latina, juntamente com a educação, pode-se chegar a uma conclusão de que a solução desse dilema se dá por meio da Educação, que aconteça de modo que seja significativa e que melhore e aborde todos os aspectos do desenvolvimento humano integral e social, começando a construir assim uma mudança global, de que necessitamos, pois, atualmente,
    o que se vê é apenas a preparação da mão de obra e não de indivíduos questionadores, críticos e reflexivos.

  30. Andréa Petreca disse:

    Em 19 de setembro de 2011, “O Globo” divulgou a notícia que organizações não governamentais formadas por empresários, educadores e profissionais de diferentes áreas em 13 países da América Latina lançaram a Rede Latino-Americana de Organizações da Sociedade Civil pela Educação, mobilizando-se para auxiliar o poder público a melhorar a qualidade e o acesso ao ensino na América Latina. Isso porque cerca 23 milhões de crianças e jovens entre 4 e 17 anos estão fora da escola no continente. Além disso, para os que estão na escola, a qualidade do aprendizado é muito baixa em todos os níveis e muito desigual entre grupos socioeconômicos e étnicos.
    A partir dessas informações, a solução para a Educação na América Latina está na qualidade da educação, que depende de políticas de saúde, segurança pública e combate à pobreza. Essa qualidade só será atingida através de uma Educação Popular, visando à formação de cidadãos críticos e capazes de refletir sobre o sistema em que estão inseridos. Para tal, os educadores devem ter formação para tal, proporcionando uma formação integral aos seus alunos.

  31. Josy Fernandes disse:

    Para mim a educação é a solução para sanar esses problemas, dilemas e fracassos das sociedades. Mas, para que ela seja realmente essa solução, é necessário entendê-la como essencial e transformadora da sociedade, formando um indivíduo reflexivo, crítico e consciente. Pois, os problemas vêm da precária formação das pessoas, da falta de credibilidade, competência e habilidades acerca da educação. Mas isso, infelizmente, não acontece devido às autoridades que deveriam ser competentes querer formar eleitores alienados dos problemas que os cercam.

  32. Michelle Azevedo disse:

    Acredito que não há fórmulas para que seja solucionado este dilema, mas é preciso que se tenha uma proposta amparada nos verdadeiros moldes da educação. Ter a clareza sobre a realidade que se busca transformar, é importante para que as medidas sejam criadas de acordo com os fatos que a mesma apresenta. Fazer este diagnóstico facilitará, as possíveis propostas de trabalho buscando melhores resultados em virtude da formação de um indivíduo que seja capaz de refletir e modificar sua condição em sociedade. A educação de qualidade deveria fazer com que os processos de transformação da mesma fossem voltados para o desenvolvimento mais justo e igualitário para todos os cidadão.

  33. Silvana Teles disse:

    Para se solucionar a Educação diante do dilema da América Latina é necessária a implantação de um governo que se preocupa e se responsabiliza pela Educação, principalmente da classe trabalhadora. Renunciando o modelo de Educação dos países desenvolvidos e implantando uma Educação voltada para a realidade de todos que a cercam, tornando-os sujeitos reflexivos, críticos, intelectuais e autônomos, podendo assim contribuir para a melhoria do pais.

  34. Damires disse:

    De modo geral, vemos hoje que estamos longe de uma solução para a educação. Pois as instituições escolares que deveriam ser meio para se alcançar a democracia, se tornaram “aparelhos de ideológicos” do estado impedido a verdadeira educação para os cidadãos. Assim, concluo que precisamos de uma mudança estrutural e ideológica de nossos governantes para alcançar uma educação de qualidade Popular, que vise uma formação integral, formando cidadãos críticos e capazes de refletir sobre o sistema em que estão inseridos.

  35. Monise Matucci disse:

    No meu ponto de vista, a solução para a educação diante do “dilema” da América Latina seria capacitar efetivamente educadores, a fim de torná-los aptos para formar cidadãos integralmente, em todos os aspectos, sendo críticos e conscientes de seu papel na sociedade.O Estado deve assegurar que as leis sejam efetivadas, quanto a proposta de uma educação de qualidade para todos. Entretanto, podemos observar que as escolas na atualidade somente formam pessoas para o mercado de trabalho. Assim, acredito que, primeiramente, as escolas devem prover que seus ensinamentos sejam significativos para todos os alunos, e não somente para a elite, o que acaba por aumentar a desigualdade.

  36. Renata Luiza disse:

    Para mim, a solução para os problemas que permeiam a sociedade, seria repensar a educação, ou seja, uma educação voltada para a formação de um individuo crítico e reflexivo. Percebo que a justificativa para os problemas que a sociedade enfrenta, são gerados pela má formação do cidadão que está ao longo dos tempos aliendado e inculcado pela sociedade dominante. Por isso, se queremos mudar a sociedade, devemos começar pela educação de qualidade permeada pela continuidade do conhecimento.

  37. Paula Rocha disse:

    Acredito que para que ocorra uma mudança real na sociedade latino americana, é necessário que se rompa com a dominação hegemônica imposta. Para isso a educação pode contribuir na formação dos indivíduos, capacitando-os para um protagonismo social. Infelizmente, compartilho da ideia de que a escola serve a ideologia dominante, portanto, não consigo imaginar um rompimento com os ideias neo liberais. O discurso do capitalista emerge de tal forma consolidado em nossa sociedade que para uma mudança verdadeira, primeiramente seria necessário uma mudança ideológica. Mas como disse, a engrenagem é a mesma e a máquina serve ao capital. Talvez, uma retomada de nossa cultura, valorizando o que temos de singular, possa a longo prazo favorecer as mudanças que que fazem necessárias.

  38. Carla Mariana Bonfim disse:

    Em relação às soluções da Educação diante do dilema da América Latina é importante pensar e definir os objetivos da educação, considerando também cada realidade escolar específica. Investimentos educacionais e na formação docente para que se possa oferecer aos alunos uma educação significativa e reflexiva. Deste modo, eles podem pensar criticamente e ser capazes de compreender, questionar, relacionar a realidade à sua volta. Caso contrário os alunos continuarão sendo formados apenas para mão-de-obra barata, desvalorizada, voltados para os interesses do sistema capitalista.

  39. Emerson Roberto disse:

    A educação é discutida até hoje como um dos pontos fundamentais nos processos e ações da sociedade.É um processo que para muitos, felizmente é deve ser discutido e elaborado como patrimônio necessário a novas mudanças das realidades existentes em muitos setores sociais e econômicos.
    A América Latina é um destes setores onde podemos encontrar dificuldades que podem desfavorecer as reais necessidades e os sonhos de muitos integrantes das cidades envolvidas nessa região. A educação se mostra como uma das soluções para diversos problemas presentes. Um investimento preciso e consciente, buscando valorizar docentes e funcionários envolvidos nos processos educacionais são de fundamental importância par a a concretização das ações propostas.

  40. Patrícia Toledo disse:

    A educação é reflexo da organização política, econômica e social de um país e, institucionalizada, serve para preservar e perpetuar as concepções, interesses e privilégios da classe dominante.
    Assim, acredito que mudar o sistema educacional, na atual conjuntura, é algo quase impossível. Seria necessário transformar primeiro a sociedade. A América Latina precisa romper com os laços de dominação que há anos impõe modelos pouco favoráveis ao seu desenvolvimento social.

  41. Juliana Constâncio disse:

    Cada vez mais fica claro que as políticas educacionais elaboradas nos países da América Latina estão pautadas em uma ideologia neoliberal e servem à reestruturação do capital e das relações de trabalho que caracterizam o capitalismo contemporâneo. O discurso elaborado para justificar esse processo é muito coeso e perverso, pois reverte conceitos a princípio favoráveis à emancipação real do homem para desumanizá-lo cada vez mais. Conceitos como “cidadania”, “liberdade”, “diversidade”, “direitos humanos”, “democracia”, entre outros, são agora empregados para justificar a responsabilidade individual do homem no rumo de sua própria vida e a isenção do poder público na garantia de oportunidades iguais a todos. Tal discurso permeia todas as instâncias da sociedade atual, inclusive a escola. Nesse sentido, só é possível quebrar essa lógica por meio da organização popular e da criação de uma escola pautada nos interesses humanistas dessa organização, como ocorre no movimento do MST. Enquanto a escola for o lugar de preparo de mão de obra para o mercado de trabalho e não o lugar de formação humana, nada vai mudar. Enquanto esse sistema em que vivemos existir, nada vai mudar. Por isso, iniciativas como a do MST são importantes por irem contra a lógica do capital. Se tais iniciativas crescerem cada vez mais, mais pessoas serão formadas nesses moldes, elas não aceitarão o sistema como tal e lutarão por uma educação igual para todos e por uma sociedade de fato democrática.

  42. MªCristinaMarquesGuimarães disse:

    A solução para esta questão da Educação na América Latina é que todos estejam sempre de olho crítico nas ações dos Estados Neoliberais Capitalistas e que haja mais movimentações populares de reivindicações diversas como pregou Che Guevara, ao incentivar o estudo constante e a marcha de luta sempre, como segue o MST no Brasil e outros movimentos semelhantes nos vários países latino-americanos; libertando de fato as comunidades e indivíduos desta dominação neoliberal que sempre consegue criar novos modismos de “libertação” dos seres humanos, apenas maquiando o que sempre fizeram que é dominar-nos através da divulgação de conceitos como “cidadania”, “inclusão”, “liberdade”, “direitos humanos”, “democracia”. Enquanto continua desativando, desarticulando, “matando no ninho” qualquer luta por melhoria sociopolítica e econômica, pois através da mídia e das redes educacionais públicas por intermédio de manipulações cada vez mais subliminares, qualquer tentativa de revolução, de tentar evoluir, de sair deste círculo que escraviza o homem ao trabalho alienado, mesmo depois deste ter se esforçado nas salas de aulas de cursos universitários renomados nesta região abaixo da linha do Equador, todos se frustram e se acomodam à mesmice da exploração ideológica. Se ay goberno soy contra!

  43. Saulo disse:

    O sistema, enquanto maquinário socioeconômico, coloca os trabalhadores em um carcere “aberto”. Enquanto cidadães nós consumimos, produzimos e defendemos o sistema sem consciência de que nossa posição reforça as mesmas forças que oprimem. Mas apesar da aparente modificação ao longo dos seculos o sistema continua articulando as relações econômicas, sociais e politicas do ser humano, áreas que são a chave para uma ruptura. Devemos romper com o contrato-social e estabelecer um novo com enfoque no ser humano e não no capital e isso somente será possível através de sacrifícios que abalaram a psique humana: noções de diferença, de trabalho e de necessidades deveram ser revistas. Um liderança politico econômica deve ser criada para uma mudança social.

  44. Nathalia Neves disse:

    Acredito que para que o “dilema” seja resolvido ou pelo menos amenizado é necessária a valorização do profissional de educação, aumento de salários, respeito, subsídios para uma boa atuação. Quando os profissionais e a população conseguirem refletir o significado da educação, da boa educação e o porque ensinar. E com a questão dos salários de valorização profissional entra o governo, a política, a centralização de verbas públicas e etc.

  45. Priscila disse:

    Ao meu ver a Educação precisa repensar uma reestruturação educacional frente aos problemas da America Latina, onde o governo se responsabilize evidentimente por ela reestruturando-a aos moldes de seus países, considerando suas necessidades e peculiaridades, afim de propor uma educação libertadora formando sujeitos livres.

  46. Letícia Bortolozo disse:

    Os problemas de educação na América Latina são oriundos de diversos outros problemas, como distribuição de renda, de financiamento para educação, formação profissional, educação voltada para o capitalismo, entre outros.
    Dessa forma, pensar a solução para a educação neste continente é pensar na solução de diversos outros fatores sociais, econômicos e culturais que estão incutidos na ideologia dos governantes locais.
    Vimos com a apresentação dos pedagogos da América Latina, que muitos problemas foram resolvidos com educação voltada para a realidade dos educandos, para suas necessidades e partindo de suas realidades, educação livre, gratuita e, principalmente, de qualidade. Ao falar nesse assunto, sempre me lembro de Cuba, que apesar de todos seus problemas, possui uma educação invejável em muitos países desenvolvidos, pois apreende que educação forma na totalidade do indivíduo.
    Por isso o sonho de uma educação omnilateral, que seja de qualidade e gratuita, com financiamento do Estado e para todos, resolveriam diversos quesitos debilitados da educação Latino-americana.

  47. Caroline disse:

    A solução para a educação na América Latina é a de que esta seja significativa para o aluno possibilitando que este possa intervir e entender a realidade a qual está inserido, ou seja, uma educação que forme cidadãos críticos e para isso deve-se haver melhor qualidade de formação de professores. A educação deve ter sentido para todos e para que isso aconteça é necessário desenvolver políticas públicas mais comprometidas com a realidade do nosso país e não simplesmente aceitar políticas já impostas por organismos internacionais. Enfim, a educação precisa de aliados para conseguir a transformação social.

  48. Cintia disse:

    Para a solução deste “dilema”, segundo (TONET, 2007, p.02), é o aperfeiçoamento da ordem vigente, ou seja, “ou a barbárie cada vez mais intensa do capitalismo, ou a superação dele em direção á emancipação humana, ao comunismo, devido ao período contra-revolucionário que a sociedade está passando. A educação deve-se voltar para a emancipação humana e não a emancipação política. Pois, a formação humana integral é necessária para a apropriação do patrimônio material e espiritual. Diante da realidade, o que se pode fazer hoje é um conjunto de atividades educativas emancipadoras, de caráter revolucionário.

  49. Gabriella Bonil disse:

    A educação é algo que diz muito da sociedade, da política existente e da economia e é uma forma de dominação da classe dominante. A mudança do sistema educacional é algo muito difícil, pois a sociedade está submissa a este tipo de educação. A primeira mudança, para mim, deveria ser da organização da sociedade e a luta do povo da América Latina contra a dominação.

  50. Ana Carolina Aguiar disse:

    Refletindo sobre este “dilema”, acredito que os primeiros passos para se ter uma solução é repensar a reestruturação educacional, ou seja, pensar em uma educação que os indivíduos entendam por que e para que estudar; sendo um ensino pautado na formação integral do homem, onde esse seja capaz de refletir, criticar e se posicionar diante do que está a sua volta.
    Outro ponto importante para essa questão é a valorização do profissional da educação, oferecendo aumento de salário, plano de carreira e formação continuada de qualidade para esses profissionais. Desta forma, conseguiriamos, pelo menos, começar a modificar a Educação.

  51. Sônia Haruko Ito disse:

    Estudos e pesquisas publicadas e documentários nos apresentam e apontam as estratégias do Capitalismo para manter a sua hegemonia em detrimento à formação do ser humano integral.
    O resultado das contradições que sempre surgem e surgirão dentro deste sistema econômico, político, social e cultural desigual são os conflitos civis que acontecem em diversas e diferentes regiões e também na América Latina.
    De acordo com Neves (2005) , “A escola é vista por Gramsci como um dos espaços em que se inscreve a batalha de idéias e a luta pela hegemonia e pelo consenso, e a educação, por sua vez, é compreendida como estratégia fundamental no processo de formação do “novo homem”, também na perspectiva da superação das relações capitalistas”.
    Diante disto, vimos que, como grande estratégia para o consenso, do projeto de sociabilidade capitalista implantado pela Terceira Via no Brasil, o sistema educacional está formatado para atender aos interesses do capitalismo em detrimento à formação humana.
    Ainda assim, o homem consegue modificar a sua trajetória de submissão, no mínimo possível que lhe é permitido, sofrendo consequências de ditaduras governamentais implacáveis e maquiadas pelas idéias de reformas democráticas.
    Diante disto penso que a Educação é a única arma que existe que pode libertar ou escravizar o homem no contexto contemporâneo.
    Dos reflexos desta nova estrutura que se forma talvez surgirão novos líderes que arrebanharão pessoas em direção oposta ao que se impõe na atualidade.
    O consenso está se ampliando… mas ainda embora escravizados não estamos totalmente alienados… embora estejamos muito atrelados ao modo de vida capitalista…
    A esperança é que novos líderes políticos possam surgir e
    atuar em prol da humanidade e valorizar sua cultura, seu povo, suas tradições, e resgatar a Educação de qualidade.

  52. Larissa Lopes disse:

    Podemos ver que estamos longe de uma solução para a educação, pois as instituições escolares se tornaram “aparelhos de ideológicos” do estado impedindo a verdadeira educação para os cidadãos. Dessa forma, precisamos de uma mudança estrutural e ideológica de nossos governantes para alcançar uma educação de qualidade que vise uma formação integral, formando cidadãos críticos e capazes de refletir sobre o sistema em que estão inseridos.

  53. Samia disse:

    Acredito que a solução para o dilema da educação na América Latina encontra-se tanto na sociedade como um todo, quanto na maneira de se educar propriamente dita dentro das escolas.
    Primeiramente, é preciso que a sociedade compreenda a importância de uma educação significativa e de qualidade para o povo, assim como, o poder de ter indivíduos críticos, reflexivos e empenhados em melhorar a realidade na qual estão inseridos.
    E a grande promovedora disso tudo é a escola, uma instituição social capaz e com dever de promover igualdade nas oportunidades para todos, educação mais humanizadora, visando o desenvolvimento integral de seus alunos com conhecimentos científicos e também sociais. E para tanto, é imprescindível a valorização dos professores e gestores das instituições de ensino, tal reconhecimento deve ser oriundo de toda comunidade escolar, através do respeito e melhores condições de salário e trabalho.

  54. Nathália Ribeiro disse:

    A solução para o dilema da educação na América Latina, ao meu ver, possui um caráter amplo, perpassando desde os interesses políticos até a rotina da sala de aula. Assim, quando o sistema educacional, de fato, oportunizar aos alunos situações que os fação refletir, criticar, entender os ‘porquês’ das coisas, ter autonomia de lutar a favor de seus princípios diante à sociedade/ à sua realidade e, concomitantemente, obter melhorias na vida dos docentes quanto a formação inicial e continuada, salário, valorização, recursos na instituição, enfim, motivações significativas, a educação tomará um rumo diferente, um rumo melhor.

  55. Débora Gervásio disse:

    Na minha concepção, uma educação significativa e de qualidade, é uma educação pautada na omnilateral, uma concepção marxista contrária da concepção unilateral (formação para o exercício do trabalho alienado), sendo assim, uma educação pautada na omnilateralidade significa educar e formar um cidadão capaz de refletir sobre sua real situação, e tem sentido real na luta contra a alienação do trabalhador, se caracteriza como a formação do ser humano na sua integralidade, isso significa o desligamento alienante do homem frente as concepções capitalistas, no entanto, esse individuo é capaz de compreender intrinsecamente os fenômenos sociais, culturais, econômicos e políticos, se enxergando como parte do processo histórico, superando ideologias burguesas e ao dinamismo social imposto. A educação omnilateral é forma da revolução proletária acontecer, uma vez que, no ensino e reflexão dessa prática, o homem é estimulado a pensar e relacionar o mundo com as suas próprias condições, se posicionando criticamente frente ao sistema capitalista, essa concepção educativa preza uma revolução intelectual educativa, em que represente a construção de uma sociedade igualitária. O desenvolvimento de uma educação que priorize a educação omnilateral humana, tem o objetivo de proporcionar condições na qual o individuo é capaz compreender conscientemente e de forma autônoma.

  56. Maria Antonia de C. Marques disse:

    Penso que este dilema só vai começar a ser superado, quando a educação ocorrer de maneira diferente nos países da América Latina. Quando os governantes e todo restante da população, perceber que estamos nós deixando ser comandados pelos países centrais, do modo que eles bem querem, reproduzindo uma educação que somente vai atender o mercado. Precisamos formar cidadãos que consigam ser críticos, e assim, lutem em busca de uma sociedade mais igualitária e justa. Neste contexto nós professores temos uma arma poderosa “ a sala de aula”, espaço educativo que é possível começar a superar as ideologias neoliberais disseminada no país

  57. Heloisa H. Lemo disse:

    A grande solução da educação e superação do dilema da América Latina, em primeiro lugar, exige um ensino que seja de qualidade, voltado para uma formação humanizadora, social, integral, que busque a emancipação humana, para que os indivíduos se desenvolvam de maneira crítica e reflexiva e que possam participar da sociedade de forma autônoma.
    Para tanto se faz necessário uma boa formação dos profissionais da área da educação, capazes de qualificar pessoas que atenderão as necessidades dos alunos, visando uma formação continuada e cada vez mais especializada.
    Também é imprescindível colocar a educação em um nível que seja mais importante do que as relações de poder e interesses políticos, que interferem negativamente nas instituições de ensino, fazendo a manutenção dos poderes e interesses, alienando o restante da população.

  58. Ariadne C. de Matos disse:

    Acredito que para se ter mudança na Educação na América Latina é primordial rever os conceitos sociais, mudando a conscientização dos sujeitos explorados, fazê-los conscientizar-se de sua função social. E é a escola (instituição social) que pode e deve promover isso tudo. Deve-se visar uma educação mais humanizadora, igualitária, maiores investimentos educacionais, podendo oferecer aos alunos uma educação significativa e reflexiva. Assim, formando seres capazes de pensar criticamente, capazes de compreender, questionar, relacionar a realidade à sua volta. Outra questão deste dilema, é a valorização do profissional da educação, em que teria que oferecer aumento de salário, plano de carreira e formação continuada de qualidade para esses profissionais.

  59. Monica floriano lucianelli lucheta disse:

    A educação é reflexo da organização da sociedade e serve para preservar e perpetuar as concepções, interesses e privilégios da classe dominante. Mudar o sistema educacional é romper com essa lógica, o que acredito ser muito dificil. No entanto, também acredito que o inicio dessa mudança depende das Universidades. É na formação dos professores que as coisas podem fazer diferença. A sala de aula contempla muitas coisas, mas ela pertence ao professor. É nela que podem acontecer mudanças, mesmo que pequenas.

  60. Ariadne C. Matos disse:

    Acredito que deve haver uma mudança não só no âmbito escolar, mas sim em toda a sociedade, é preciso que esta compreenda a importância de uma educação significativa e de qualidade para o povo, para que assim possa se formar indivíduos críticos e reflexivos, e não apenas a formação alienada ao capitalismo. Outra questão é a valorização dos profissionais da educação, que deveria ter aumento de salário e uma formação continuada de qualidade.

  61. Claudia disse:

    Falar em solução para a educação diante do “dilema” da América Latina não é tarefa fácil e sim muito complexa, visto que o sistema capitalista dispõe de todos os mecanismos materiais, políticos, intelectuais, jurídicos e militares para conservar o poder econômico e estatal com a classe burguesa, tendo a educação o papel de instrumento da consolidação da ordem social vigente. Vale lembrar, que alguns representantes do pensamento pedagógico latino-americano pagaram com suas próprias vidas na luta para construir uma contra-hegemonia. Uma possível solução seria compartilhar desta luta ao retomarmos a concepção marxista em que a educação possa atuar na qualidade de órgão transformador desta mesma ordem capitalista vigente, tendo em vista desfazer todos os mecanismos causadores das desigualdades sociais, da concentração da riqueza para poucos, repressão a movimentos sociais e violação dos direitos humanos. Uma educação que propõe que a ênfase deve ser na formação humana, bem como, na estimulação da auto-organização, levando os alunos ao exercício da emancipação, numa sociedade democrática que propicie a formação omnilateral, valorizando a totalidade do seu pleno desenvolvimento para a superação da alienação.

  62. Raísa Hernandes disse:

    O que deveria ser feito em primeiro lugar para que o “dilema” fosse solucionado seria uma modificação nos processos educativos, onde os individuos pudessem entender o verdadeiro motivo dos estudos, da função da educação, formando o homem por inteiro fazendo com que ele fosse capaz de refletir e tomar uma posição sobre as coisas que acontecem sobre o seu redor. O que seria essencial nessa modificação nos processos educacionais seria a valorização do educador, que é o maior responsável pela educação integral dos sujeitos e se este fosse visto com grande importância pela população e pelo governo, propiciando a ele boa qualidade no serviço, bons salários, infra-estrutura, plano de carreira, seria possivel fazer com que o paradigma da educação mudasse.

  63. Danielli Fernanda da Silva disse:

    Acredito que a solução para a educação na América Latina seria primeiramente torná-la significativa para o aluno possibilitando que este possa sentir-se parte da realidade, entendendo-a por meio dos conteúdos ensinados, ou seja, uma educação de qualidade, mas que possa formar cidadãos que reflitam sobre a sua situação real na sociedade. A formação de professores também é um ponto que deve ser considerada, pois, sem base teórica o professor não tem argumentos para planejar uma prática educativa que vise a formação plena do aluno. Concordo também que a educação tem que ter sentido fundamental para todos e para que isso aconteça é necessário considerar o contexto das políticas públicas, para que sejam mais comprometidas com a realidade do nosso país, considerando também a regionalidade. Para esta transformação social, é necessário que nos aliemos a causa, buscando sempre melhorias fundamentadas em uma sociedade mais igualitária e justa.

  64. Josiane Castamann disse:

    não seria uma tarefa facil solucionar o problema da Educação na America Latina pois hoje o que encontramos é uma educação como mercadoria que forma mão de obra barata tudo isso produto do capitalismo, que esta relacionado com varios outros problemas sociais como distribuição de renda, formação profissional, luta de classes,etc pensar em uma solução para educação é pensar em outros fatores solucionar problemas sociais culturais de um anção ao qual impera o capitalismo e faz do cidadão produto do seu proprio trabalho.
    seria necessário um transformação social trazendo as escolas um ensino com significado ao aluno e não seja um repasse dos interesses da elite, uma nova maneira de fazer politica onde valorize a cultura e a formação de um cidadão critico que sejam capazes de refletir e ir em busca de seus interesses rompendo com os laços da dominação burguesa.

  65. Cassiana Lima Santos Rosa disse:

    Creio eu que para que o “dilema” da Educação na América Latina fosse solucionado seria necessária uma transformação nos processos educativos, bem como a mudança de pensamento dos sujeitos envolvidos na educação, buscando formar o homem ominilateral, ou seja, o homem em todos os seus aspectos. No entanto, isso não poderá ser feito se o educador não receber um lugar de destaque e mérito nesse processo, pois este é a principal personagem do ensino, pois sem este, não há processo de ensino e muito menos de aprendizagem.

  66. Janiclei de Fátima Arone Amaral disse:

    Olá Profº Fábio e usuários do blog de aula,

    Do meu ponto de vista a solução para a educação diante do “dilema” da América Latina seria a de propor uma educação voltada para a aprendizagem e não somente para a mão-de-obra. É necessária uma reforma educacional, com políticas públicas que considerem a formação do aluno e do professor como elementos essenciais para uma educação de qualidade.
    Em suma, a escola que tem como foco somente a preparação para o mercado de trabalho deixará a formação humana em segundo plano. Portanto deixará de formar seres com senso crítico e passará a deixar a sociedade de forma mais “confinada” possível.

  67. Daiana Moreno disse:

    A solução para a educação diante do dilema da América Latina, seria uma educação que deixasse de contemplar aspectos voltados para a formação do trabalho e conduzisse o indivíduo ao desenvolvimento crítico e reflexivo, com uma educação que ensine o conhecimento historicamente acumulado, ao invés de priorizar o conhecimento tácito e as competências. É necessário também que seja valorizada a profissão docente e que se invista em educação de forma proporcional ao tamanho do país, para que se alcance uma educação qualitativa.

  68. Michele Saçaki disse:

    O que poderia contribuir fortemente para a educação dos futuros cidadãos da América Latina, diante o “dilema” da recolonização e dominação pela hegemonia capitalista, mais especificamente EUA, seria a preocupação por parte dos governantes em formar professores capacitados e altamente críticos, a fim de fornecer aos alunos uma educação de qualidade, e consequentemente, uma formação omnilateral, desenvolvendo principalmente sua criticidade e autonomia diante os problemas e acontecimentos que os acometem não somente em seu dia a dia, mas também os de ordem global, a fim de que possam futuramente endossar as contra-hegemonias existentes, e lutar para que a individualidade e características de cada país da América Latina sejam mantidos e respeitados.

  69. Dayse disse:

    Acredito que a solução para a educação da América Latina seria que essa deixasse de ser voltada para formar a mão de obra exigida pelo alienante sistema capitalista, pois desta forma deixaria de preocupar-se apenas com questões quantitativas e passaria a preocupar-se mais com a qualidade do ensino. Pois vemos claramente que a escola perdeu o sentido para a sociedade.

  70. Lilian disse:

    A solução para a educação diante do “dilema” da América Latina, no meu ponto de vista, seria desenvolver as potencialidades latentes das crianças e jovens para que eles sejam menos vulneráveis e mais auto dependentes na solução dos seus principais problemas cotidianos.
    O sistema escolar, deve melhorar o ensino dos conteúdos do currículo convencional, reforçar o componente de atitudes, princípios e valores que a maioria dos pais não teve condições de proporcionar aos seus filhos.

  71. Crislei Mayara disse:

    Provavelmente, não há uma solução para a educação diante do dilema da América Latina, pois esta questão envolve diversas coisas, como políticas públicas e governamentais, tanto quanto a cultura dos países que compõem a América Latina. O que podemos ressaltar são pontos que possivelmente corroborariam para a sua amenização, como por exemplo, a mudança da concepção de educação presente nas escolas da atualidade, educa-se para o trabalho e não para as lideranças, grande parte dos adolescentes, saem do ensino médio, e o que almejam é apenas trabalhar, para poderem tão logo, ganharem o próprio dinheiro. Assim, o que se faz necessário neste momento é o investimento na educação.

  72. Luana Cristina Dias disse:

    Quando pensamos o ensino na América Latina, vimos que existe muita luta por parte dos professores, porém nem todos aderem as manifestações, pois existe muitos professores, se todos fossem unidos e lutassem pela valorização da profissão, partindo primeiramente dos próprios professores e de toda a sociedade, sem deixar que a educação fique para segundo plano. Solução para a educação a curto prazo é difícil de se falar, mas a longo prazo se medidas forem tomadas para que o descaso que a educação vem sofrendo acabe o mais breve possível, algo que ajudaria em uma possível solução seria mais investimentos para a formação de professores, mais infraestruturas nas escolas e também melhores condições de trabalho com classes menos numerosas.

  73. Natália Ferreira disse:

    O quadro educacional da América Latina se baseia em uma heterogenia social que se agrega ao capitalismo com o intuito de preparar os indivíduos para a classe trabalhadora, assim, poucas são as pessoas que lideram os países e ditam as regras para os demais que se encontram a margem. Neste sentido, mudar tal panorama é reverter os papéis por meio de uma educação que possibilite uma reflexão crítica acerca da realidade e daquilo que é ensinado nas escolas públicas. Em contraponto, para que isso ocorra faz-se necessário que novas políticas educacionais sejam criadas tendo em mente o público em questão e as falhas presentes nas instituições escolares em prol de um aperfeiçoamento educacional eficaz e inovador.

  74. Aline Naliati disse:

    A meu ver, uma solução pra esse dilema da educação na América Latina acontece através de uma educação mais significativa para os alunos, partindo da sua realidade. Estimular nesses indivíduos o senso critico, fazendo com que eles reflitam e interfiram nas situações vigentes de seu país. Para isso, é necessário formar professores comprometidos com a formação omnilateral desses indivíduos. Também vale ressaltar que é necessário que reconstrua a educação, investindo e valorizando os profissionais da educação para que eles se sintam motivados a mudar o quadro educacional. É difícil essa mudança acontecer com professores desmotivados não somente no aspecto financeiro, mas também no fato de reconhecerem a importância de seu trabalho.

  75. Juliane Marigo disse:

    Discutir sobre uma solução para a educação na América Latina requer reflexão e embasamento teórico profundo, pois isto é um dilema que há anos não foi resolvido. Em minha visão, a educação que não vise formar mão de obra só poderá ocorrer quando não houver mais capitalismo, caso contrário, ela sempre estará a favor da classe dominante. Entretanto, isso não impede que um professor com outra visão de mundo tente fazer da sua aula a unidade de ensino preocupada em formação humana e não apenas política. É necessário pensar e refletir sobre o que vou ensinar, por que vou ensinar, e para que vou ensinar. Essas questões respondidas redirecionam a aula para uma proposta significativa para os alunos! Claro que problemas na formação e a desvalorização do profissional desmotivam neste sentido, e a união da classe em lutas e manifestações é uma possibilidade de mudança nesse quadro.

  76. Muriele Zaneboni disse:

    É necessário que a educação tenha como objetivo principal a formação de um cidadão crítico e omnilateral. O modelo de educação imposto atualmente, que acompanha a visão e necessidades do capitalismo, impede que a mesma seja vista como um meio de libertação do oprimido. Os educadores devem se unir para modificar esse quadro, exigindo uma educação de qualidade, tanto para seus alunos quanto para sua formação, acompanhado pela valorização desses profissionais

  77. Rafaela disse:

    É preciso uma reforma educacional e mudanças na finalidade da educação, pois a educação na América Latina tem a função de formar mão de obra para a exploração e não uma educação de qualidade, humanitária e com sentido para o alunos. A educação latino- americana é focada nos índices estabelecidos pelo sistema, onde o principal é a quantidade e não a qualidade. A classe de professores precisaria de mundanças também, unindo-se para uma reforma educacional, recebendo uma formação de qualidade para que pudessem melhoras a educação, podendo esta ser de equidade.

  78. Thaila de Oliveira Souza disse:

    A América Latina vive um caráter explorativo que só será revertido com base em uma educação que vise a formação crítica e reflexiva, sendo necessária também uma união dos professores para que estes percebam sua importância perante seus dessa forma promover mudanças que rompam com o sistema e incitar a busca por uma revolução pedagógica, para que se pense em políticas públicas que traduzam a qualidade da formação ominilateral em vez de prezar pela formação de mão de obra

  79. Patricia Zarpelon disse:

    A América Latina é marcada por um momento de subordinação e exploração. Como foi abordado no módulo 3, a América Latina passa por um processo de recolonização, tornando a burguesia americana a administradora colonial. A maneira para reverter tal situação é pensar em uma educação que preza pela formação omnilateral do homem. Nesse sentido, faz-se necessário pensar em uma educação crítica e reflexiva que possibilita refletir sobre tal situação, despertando o desejo de transformação. Simón Rodriguez defende uma educação para todos e assume a educação primária como prioridade, destacando que a educação não é o fim, mas o meio de transformação da sociedade. “A educação não é um fim, mas um meio de transformação de um tipo de sociedade para criar outra [...] Trata-se de um sistema de socialização para desenvolver a capacidade de atuar eficazmente de maneira coordenada no plano social, com vista ao exercício do poder através do diálogo, com liberdade, segundo a razão, a ética e a moralidade” (JORGE, 2005 apud STRECK, 2010, p. 15).

  80. Mayara Rocha disse:

    A solução para a educação diante do “dilema” da América Latina seria uma formação pautada na reflexão, no pensamento crítico frente às situações vigentes, visando a formação integral do homem, ou seja, a omnilateralidade. Mas para que esta formação possa acontecer, deve-se pensar em uma reestruturação educacional, deve-se levar em conta também a valorização do professor, a união da classe docente para mudanças, entre outros problemas geradores do grande dilema da educação Latino Americana.

  81. Fernanda Janaina Leso disse:

    O processo educacional que rege a educação brasileira se enquadra nos moldes da hegemonia em que se perpetua a emancipação da classe dominante frente a trabalhadora, isto acontece por toda América Latina, com o processo de descolonização. Para redefinirmos uma nova solução é preciso antes de qualquer ação rever a forma educacional posta, colocando em vigor uma educação para emancipação do homem e da classe desfavorecida, que torne o homem um ser conciente e crítico de suas ações, autônomo e conhecedor da história da sociedade, este processo se encontra na formação do homem omnilateral de Marx. Desta forma, pode-se pensar em uma emancipação hegemônica e uma nova forma de governo.

  82. Raiza Oliveira disse:

    Como já se sabe, os países da America Latina vem sofrendo um processo de recolonização estadunidense, que visa os mais altos níveis de exploração em todos os setores desses países. Um tentativa de solução para o dilema sofrido por esses países, é o forte investimento na área da educação popular, que permita formação de qualidade aos profissionais da Educação e que garanta às crianças, jovens e adultos que frequentam as escolas, uma formação no sentido da totalidade e da emancipação humana, ou seja, uma formação omnilateral, que privilegie a reflexão, o debate, a ética e o pensamento crítico frente à realidade social na qual estão inseridos.

  83. Bete disse:

    A solução para o “dilema” da educação na América Latina, talvez, fosse, ir na contramão que está posta, implementada pelas ideologias capitalistas que, com seu discurso de “direitos iguais para todos”, alienam as pessoas e continuam a exploração do trabalho humano. Ir contra esse sistema, imposto, confrontaria com mudanças pedagógicas, de formação e infraestrutura para adequação de uma real educação de qualidade, de que todos são merecedores, mas poucos querem sair de seu lugar comum, cômodo em busca de melhorias e mudanças.

  84. Veridiana Santana de Oliveira disse:

    Segundo o sistema de ensino aplicado no nosso país que forma mão de obra treinada para ser alienadamente explorada esta situação só mudará quando houver uma mudança na maneira de pensar e agir dos indivíduos e dos seus objetivos. O dilema apresentado trás urgência de mudanças no sistema de ensino para a de um individuo capaz de refletir e requerer condições de vida digna para si e de seus filhos, esta mudança implica também nas mudanças do sistema de formação dos professores dando condições melhores de trabalho e remuneração adequada para tanto.

  85. Edinaldo Nascimento disse:

    Devido ao sistema de formação educacional que abarca a simples reprodução de conteúdos pressupostos pelo Estado Brasileiro, vê-se tanto na perspectiva da formação profissional, quanto na formação do aluno, um mero exercício de manutenção do sistema capitalista.
    Para que se alcance uma formação crítico-reflexiva, a meu ver, existe a necessidade premente da auto valorização docente, na qual o educador desenvolva o exercício educacional consciente de seu poder frente à alienação humana pró-labor incutida na intenção das camadas superiores.
    Isto é, ao despertar no educando a capacidade omnilateral do ser, o docente, ao mesmo tempo, além de exercitar a própria potencialidade de sujeito lato de direitos e deveres, proporcionará o desenvolvimento da capacidade prática na identificação do poder de contestar de seu alunado diante ao sistema engessado social, política e economicamente imposto.

  86. Geisinara Fernanda B. Dias disse:

    A partir dos seminários apresentados em sala de aula sobre alguns representantes do pensamento pedagógico latino-americano e do pensamento pedagógico brasileiro progressista, compreende-se que pensar em uma solução para a educação diante do “dilema” da América Latina implica pensar em uma educação que busca a formação integral do ser humano – a omnilateralidade –, com enfoque em sua emancipação humana, ou seja, uma educação que visa a formação de sujeitos democráticos, participativos, éticos, críticos, reflexivos, criativos e transformadores de sua realidade. Conforme apontado por Neves (2005), “a escola é vista por Gramsci como um dos espaços em que se inscreve a batalha de idéias e a luta pela hegemonia e pelo consenso, e a educação, por sua vez, é compreendida como estratégia fundamental no processo de formação do ‘novo homem’, também na perspectiva da superação das relações capitalistas”. Nesse sentido, pode-se dizer que a escola é a instituição social que pode promover tal educação por meio da formação omnilateral e, portanto, pode reorganizar e transformar a sociedade. Para tanto, destaca-se a necessidade de uma reforma educacional, pois o modelo escolar atual promove a reprodução de conteúdos curriculares, não assegura o processo de ensino-aprendizagem, não desenvolve a autonomia dos alunos e dos professores e objetiva a formação somente para o mercado de trabalho. Ressalta-se também a urgente necessidade de formar educadores para atuarem na perspectiva de formação integral do ser humano, capacitando-os, valorizando a profissão docente com melhores condições de trabalho, de carreira profissional e salarial. Tal reforma educacional nos traz a esperança de formar uma sociedade sem alienação, comprometida com a emancipação humana de todos.

  87. Fabiano da Silva Costa disse:

    Não restam duvidas de que qualquer dirigente minimamente preocupado com o aprendizado das crianças na américa latina deve observar a educação tendo como base: 1 – a apreensão dos saberes sócio historicamente construidos pela humanidade de forma integral e não diluida e fracionada para melhor atender a atual divisão mundial do trabalho, somente pensando o ser humano e sua necessidade de conhecimento integral podemos buscar a omnilateralidade de que tanto necessitamos. 2 – o conhecimento nao pode ser mercadoria, e sua função deve ser atender a todos de igual forma, nao podem se coadunar duas escolas distintas, uma para o pobre onde será treinada a mão de obra barata para servir ao capital e outra para o rico onde serão educados os dirigentes do futuro

  88. Deise disse:

    América Latina que passa por um processo de recolonização sofre uma alta exploração por parte do Estados Unidos que atinge também a educação, esta por sua vez, fica presa aos aspectos dessa cultura invasora. Assim esse “dilema” só será desfeito com o reconhecimento que todo sujeito é formador de conhecimento historicamente acumulado, sendo este integrante reflexivo e critico da História. É necessário pensar na cultura como parte integrante do seres humanos, uma formação omnilateral que fuja da fragmentação.

  89. João Theodoro de Alvarenga Junior disse:

    Do meu ponto de vista precisamos de mais pedagogos, precisamos de mais pesquisadores de educação, professores, sociólogos, filósofos que pensem a educação a partir de nossa própria realidade.
    Vivenciamos na américa latina um processo não só de americanização estaduniense mas também somos sempre comparados a educação dos países desenvolvidos, modelo europeu de ensino, burguês, branco e elista e simplesmente o modelo dos outros não servem para o nosso, por isso tamanho fracasso da nossa educação.
    Na verdade nem sei se podemos chamar o nosso atual projeto de educação nosso, visto os acordos com a Usaid, Bird e outros trampolhos ditos desenvolvidos.
    Nós, como futuros professores, precisamos analisar cada uma de nossas crianças, tentando sempre valorizar, e muito mais que isso, enfrentar e propor uma educação contra hegemônica, não só descartando uma educação meramente modelar memorizativa como também construindo os valores populares, nossa cultura, nosso jeito de aprender e de conviver com a nossa diversidade tão menosprezada nos tempos de “american way of life”.

  90. Aruana Menegasso disse:

    Como foi visto Diversos são os fatores que causam problemas da educação na América Latina. Acredito que a melhora desta, se iniciaria a partir de uma real preocupação do Estado com a educação. Quando a educação deixar de servir pelo estado para a formação de mão de obra explorada e passar a ser levada a sério como meio de aquisição de conhecimento e desenvolvimento humano pelos governantes.
    A partir das ideias dos pedagogos, a educação deve estar voltada para uma formação na realidade dos alunos, partindo das suas necessidades e particularidades, gerando uma educação livre e de qualidade, tratando os indivíduos em sua totalidade, pois é necessário que se formem cidadãos críticos que saibam lutar por uma sociedade justa e igualitária.

  91. Sandra P. Silveira disse:

    Para melhorar a situação desses países é preciso que haja uma educação mais significativa. Enquanto a educação é necessária para a manutenção do sistema capitalista, sua qualidade sempre deixará a desejar. A educação deve ser forjada para formar pessoas críticas, capazes de fazer reflexões, compreender os seus direitos e o poder que tem nas mãos, e não apenas para preparar pessoas para um trabalho praticamente escravo.

  92. Patrícia Santos disse:

    Diante do processo de recolonização instalado na América Latina, surge o questionamento de possíveis mudanças nesse sistema…sim, mudanças são possíveis, mas dependem do interesse dos governantes de cada país para que sejam instaladas! Não podemos ser ingênuos a ponto de pensar que a atual situação do nosso país, por exemplo, seja fruto de “erros” dos nossos líderes políticos. Acredito que o que está posto – educação deficiente e alienadora, voltada apenas para o mercado de trabalho- seja fruto de acertos e conchavos que favoreceram financeiramente grandes grupos e poucas pessoas. Assim, acredito que a mudança na educação só será possível com uma reforma política, quando não mais elegermos mais pessoas/partidos sabidamente envolvidos com fraudes e roubos, mas pessoas comprometidas com o bem estar coletivo e com a ética (elas existem!). Aí sim poderemos pensar em uma educação voltada para a formação omnilateral, para a criticidade e para o exercício da verdadeira cidadania.
    Para mim, essa mudança passa necessariamente por investimentos significativos em todas as etapas da educação, especialmente na base, a educação infantil. Valorização da carreira docente e mudanças nos cursos de formação; adequação dos espaços físicos e recursos pedagógicos são fundamentais para que, desde muito pequena, a criança perceba o valor da educação em sua vida e não cresça apenas “frequentando” uma escola, mas vivenciando com consciência tudo o que ela pode lhe oferecer. Mais do que garantir o acesso à educação, é preciso torna-la significativa na vida de nossos estudantes, da educação infantil até o nível superior.

  93. Elisa Rincon Vieira disse:

    Após os seminários apresentados sobre os pedagogos da América Latina, vimos que em sua maioria lutam pelos direitos dos sem voz, a instrução é a arma dos oprimidos contra a força opressora. Monsenhor Romero, por exemplo, lutava pelos camponeses que estavam sendo oprimidos com a crise econômica instaurada em El Salvador, este pedagogo foi morto durante a celebração de uma missa por um franco atirador por lutar pelos sem voz.

  94. Silmara de Oliveira Comino Formagge disse:

    Os problemas de educação na América Latina são oriundos de diversos outros problemas, como distribuição de renda, de financiamento para educação, formação profissional, educação voltada para o capitalismo, entre outros. A mudança não tem que partir somente do âmbito escolar mais da concepção e relevância da educação para a vida do ser humano esquecida muitas vezes pela sociedade em geral. A educação não é valorizada como um fundamento na vida dos indivíduos, mas sim como uma mercadoria, sendo o professor os operários nas mãos dos poderosos, que não se preocupam com a educação em si, mas sim com o lucro que isso pode trazer com as mãos de obra que a escola pode formar.

  95. Camila Mendes disse:

    A necessidade de formar professores igualmente comprometidos com a formação omnilateral para que as escolas não reproduza o sistema e a formação de mão de obra não pensante para o mercado. A escola desempenha um importante papel para a reorganizacao da sociedade, apesar de funcionar como aparelho ideológico do Estado, desempenhando um papel de transformação da realidade, para isso, a escola como um todo, deve promover um trabalho coletivo, que vise a humanização e a emancipação humana. Isso só será possível quando acontecer a tomada de consciência, por parte de professores e gestores, do real papel que tem e que pode desempenhar a educação nessa sociedade.
    Sendo assim, talvez, o estabelecimento de uma educação voltada para a ação na sociedade, para a promoção de sujeitos críticos que possam agir de modo a transformar a sociedade, que tenham consciência de seu papel na realidade atual.

  96. Mariana Santini Arroyo disse:

    Considero que a solução para educação começa com uma mudança no sistema, o que nos parece um tanto utópico diante da realidade atual. Necessitamos de uma educação baseada na realidade de nossos alunos, para formar pensadores, críticos e capazes de lutar por uma sociedade mais justa, entretanto, isso só será possível a partir de ações do Estado e seus governantes, valorizando a Educação e seus educadores, proporcionando a estes condições de trabalho dignas e valorizando-os. Profissionais críticos e capacitados para formar indivíduos com o mesmo proposito, esta seria a solução para a educação.

  97. Daniela Alves disse:

    A mudança que a educação da América Latina precisa é que o professor e aluno saiba qual são os países que eles têm na escola, garantindo lutas pelos seus direitos e procurando dar um novo sentido para o ensino, como saber unir a realidade vivida e o conceito, deixando o aluno mais próximo do conhecimento real.
    Os professores precisam ser pesquisadores e procurar formar alunos críticos, reflexivos e participativos, diferentemente daqueles que o capital quer. Assim, teremos o foco de acabar com o ensino alienado e o fracasso escolar.
    Por fim, o professor deve valorizar o ensino e a aprendizagem do aluno, partindo da sua realidade e fazendo relação com o conhecimento de mundo e o cientifico. Para isso, é preciso conhecer todos os envolvidos no processo de educação, principalmente os alunos, possibilitando um ensino de qualidade e de valores para formar os cidadãos críticos que almejamos para um futuro melhor.

  98. Thais Leite disse:

    O dilema da educação só será superado caso haja verdadeiras transformações na sociedade num todo, principalmente por quem a rege, visto que, A mudança não tem que partir somente do âmbito escolar mais da concepção e relevância da educação para a vida do ser humano esquecida muitas vezes pela sociedade em geral. É necessário que haja um processo de desalienação dos indivíduos, necessário também que se foque na formação de seres críticos, seres pensantes, para que assim, não haja “submissão” e amenize a condição do (s) explorado (s), e assim, estes, capacitem-se a transformar todo esse sistema.

  99. Bruna Belluci disse:

    A mudança começa quando pararmos para pensar no por que educar e para que educar, pois enquanto estivermos educando para a mão de obra, a educação nunca alcançará o seu lugar.
    Se faz necessário então uma reforma educacional que esteja acima de tudo preocupada com a humanização, precisamos de investimentos educacionais, e descentralização das decisões.
    Só que só isso não basta, precisamos de professores engajados, comprometidos, preparados, estimulados para melhorar a qualidade de ensino e o aproveitamento do aluno. Professores precisam se unir em busca de um novo ideal, em busca de mudanças e não se acomodar.
    Sem o envolvimento da classe, dos professores, nada terá sentido e muito menos um bom resultado.

  100. Caroline Teixeira Alves de Novaes disse:

    Acredito que a solução “dilema” da América Latina está em uma reforma educacional. Reforma essa que nos faça pensar sobre qual é a real função da educação. Oque vemos nos dias de hoje é uma educação que ocorre com uma única finalidade: introduzir pessoas no mercado de trabalho. Deve-se parar de pensar em educar para mantermos a base capitalista, visto que este sistema está em busca de seres alienados e de mão de obra barata. Devemos priorizar nesta reforma uma educação que forme pessoas conscientes, críticas e livres. Devemos também investir nesta educação, investir em professores para que haja um incentivo dos mesmos (não somente no aspecto financeiro, mais também em valorização da docência). A luta é para que consigamos uma educação humanizadora, que supere a exploração e desvalorização da mesma.

  101. Beatriz Rincão disse:

    Na América Latina a educação ainda está voltada inteiramente para o trabalho, pois são países os quais foram colonias de exploração e ainda são explorados por países de primeiro mundo como o EUA. Justamente por isso é necessário que haja investimento na educação para formar cidadãos críticos capazes de pensar e resolver dilemas que envolve seu país, desde a educação até político, então é necessário que a educação de modo geral os preparem para a vida e para uma visão mais crítica e argumentativa dos problemas que cerca o país e não mais voltada para formar mão-de-obra barata.

  102. Ana Claudia disse:

    Visto que a escola é uma aparelho ideológico a favor do capital, e que as politicas em relação a educação são controvérsias, onde a teoria é uma coisa e a prática é outra. Fica bem complicado a situação da Educação nesses países, seria necessário uma serie de mudanças, teríamos que quebrar grandes paradigmas construídos ao longo da história, desmistificar uma serie de conceitos, e formar inicialmente professores de qualidade, para que estes promova uma educação de qualidade. Formar professores críticos, reflexivos, e atentos a realidades, para que esses também possam formar cidadão críticos e reflexivos

  103. Viviane Borges disse:

    A saída para a educação diante do “dilema” da América Latina seria uma formação marcado na reflexão, no pensamento crítico, visando a formação integral do homem (omnilateral). Mas para que esta formação possa acontecer, deve-se pensar em uma reestruturação educacional, deve-se levar em conta também a valorização do professor, a união da classe docente para mudanças, para que assim pensem em políticas públicas que traduzem a qualidade da formação emancipatória, entre outros problemas geradores do grande problema da educação Latino Americana.

  104. Angelica Camacho disse:

    Quanto ao dilema da América Latina, oferecer uma educação de qualidade, uma educação que não atenda aos interesses do sistema capitalista, mas que valorize o aluno e o professor se constitui como uma solução para esse problema. É preciso que haja uma reforma na educação, e para que essa reforma faça sentido, antes de tudo é preciso conscientizar os professores, sobretudo os que estão em formação e assim fazê-los críticos do período escasso de educação que vivemos hoje.

  105. Maiara Carnelossi disse:

    A solução para esse “dilema” têm que se dar como uma reforma educacional, no qual esta é voltada não só para uma educação significativa, mas também para a formação e valorização do profissional da educação. Não adianta ter toda uma estrutura escolar, se não se tem uma boa formação.
    Além disso, a valorização desse profissional conta muito para uma aprendizagem expressiva por parte dos alunos, pois se esse professor é reconhecido e estimulado, o trabalho será produtivo e proporcionará uma aprendizagem significativa às crianças, voltada para conhecimentos que os preparem para a vida em sociedade, e não apenas para mão-de-obra/preparação para o trabalho na fábrica.

  106. Rebeca Gomes disse:

    A educação pode contribuir na formação dos indivíduos, capacitando-os para um protagonismo social, para que possa ocorrer uma mudança real na sociedade latino americana e se rompa com a dominação hegemônica. Infelizmente, acredito que a escola serve a ideologia dominante, portanto, como imaginar um rompimento com as ideias neoliberais?
    O Estado deve assegurar que as leis sejam efetivadas, quanto a proposta de uma educação de qualidade para todos. Entretanto, podemos observar que as escolas na atualidade somente formam pessoas para o mercado de trabalho. Assim, acredito que, primeiramente, as escolas devem prover que seus ensinamentos sejam significativos para todos os alunos, e não somente para a elite, o que acaba por aumentar a desigualdade.

  107. Fernanda Rissardi Gonçalves disse:

    No decorrer destes quatro anos quase completados de graduação foi possível aprender argumentos sólidos no que concerne à educação. Diante disso, creio que para a possível solução do “dilema” da educação na América Latina seja necessário rever três aspectos: relação professor-aluno; relação pais-escola e valorização docente.
    Pontua-se que o professor deve mediar o ensino e estabelecer uma relação horizontal com os alunos, considerando-os também agentes de pesquisa, sujeitos com direitos e necessidades. O aluno, por sua vez, deve enxergar o professor como um amigo, estabelecendo entre ambos parceria e confiança para que os projetos sejam propostos e a aprendizagem se dê de forma crítica e em sua totalidade. A escola pode e deve trazer os familiares para a instituição, convidando-os e deixando-os cientes das particularidades, das dificuldades e das conquistas, seja de seus filhos, seja da escola como um todo. Por fim, os professores, como também todos os funcionários da instituição, devem ser estimulados, tanto salarialmente quanto psicologicamente para enfrentar positivamente todos os percalços. Ressalva-se a necessidade de formação continuada constante para que professores, formados de forma sólida, possam ensinar seus alunos a criticidade e a autonomia, promovendo uma educação que respeite e promova os direitos dos alunos, assim como uma educação que prepara para a vida.

  108. Andressa Parra disse:

    De acordo com a educação frente ao “dilema” da América Latina, bem como o pensamento pedagógico latino-americano e do pensamento pedagógico brasileiro progressista. Pensamos em um quesito muito complexo: uma possível solução para a educação diante do dilema. É necessário e essencial uma luta e reformulação educacional que vise a humanização, emancipação, formação integral do homem, o que foi muito ressaltado em nossas aulas o ser omnilateral. Não é interessante que a educação esteja voltada apenas para a mão de obra e classe trabalhadora, pois bem sabemos que atualmente tem-se reforçado essa ideologia capitalista. Os pensamentos pedagógicos progressistas, por exemplo, poderiam ser inseridos nos muros escolares, pois as propostas que vimos durante as apresentações nas aulas foram muito relevantes.

  109. Nayara Koseki disse:

    Diante do “dilema” da América Latina , só será possível uma solução para a educação quando se tornar mais significativa tanto para os alunos, quanto para os próprios professores, partindo da realidade destes. Mas para isso é preciso que as raízes da sociedade mudem primeiro, como os pensamentos do regentes, as políticas nacionais, o interesse dos profissionais da educação, só assim haverá uma transformação educacional e consequentemente uma mudança na sociedade, visto que a educação é a coluna principal que sustenta toda a sociedade. Portanto, é necessário pensarmos na formação de professores críticos e reflexivos, para que, assim, formem novos cidadãos críticos e reflexivos.

  110. Letícia Veste Correia disse:

    Acredito que, primeiramente, para haver a mudança na Educação na América Latina é preciso que seja realizado um trabalho profundo de desalienação do indivíduo, rever os conceitos sociais, mudando a conscientização dos sujeitos explorados, fazendo os conscientizar-se de sua função social. Além disso, é necessário uma formação crítica, formar cidadãos pensantes e críticos, que agem ativamente e com autonomia, ou seja, uma “reforma na educação”.

  111. Luany Pyetra disse:

    Pensando na solução para este “dilema”, acredito que primeiramente seja repensado a reestruturação educacional, pensando em uma educação que os indivíduos tenham uma formação integral do homem, capaz de ter uma visão crítica e reflexiva. A educação tem que ter um caráter libertador e não reacionário (manipulador), levando o individuo, por meio da educação, ao seu desenvolvimento pleno.
    Outro ponto a ser destacado para essa questão, é a valorização do profissional da educação, proporcionando melhores condições de trabalho. Enfim, o objetivo deve ser de formar uma sociedade que não seja alienada, e comprometida com a formação integral do ser humano.

  112. Ana Regio disse:

    Para solucionar a educação da América Latina, a mesma deveria deixar de cumprir o papel de formadora do capitalismo, que preocupa-se tanto com a questão quantitativa e não com a qualidade de formação integral, de busca pela transformação desse sistema consumidor, abrindo mão, também, da educação importada dos países que se dizem desenvolvidos, implantando uma educação de acordo com a realidade presente em cada país, investindo, de fato, nesta educação transformadora, de cidadãos intelectuais, críticos e reflexivos, capazes de modificar esta realidade tão bruta.

  113. Mylena Pereira disse:

    A partir dos seminários apresentados em sala de aula sobre alguns representantes do pensamento pedagógico latino-americano e do pensamento pedagógico brasileiro progressista, compreende-se que pensar em uma solução para a educação diante do “dilema” da América Latina implica em pensar em uma reforma educacional. O Estado enxerga a educação de modo automático, servindo-o com mão de obra barata. È preciso investir na educação, nos alunos, na família, na estrutura das escolas, na formação de professores e no acesso à educação, pois muitas pessoas querem estudar, mas o Estado não oferece apoio. Faz-se necessário pensar nos alunos como sujeitos íntegros, sujeitos democráticos, participativos, éticos, críticos, reflexivos, criativos e capazes de transformarem sua realidade.

  114. Franciane disse:

    Apesar dos índices de analfabetismo terem diminuído, de maneira geral, nos países da América Latina nas últimas décadas o analfabetismo funcional ainda é um problema muito grave. Pois, existem pesquisas de várias instituições internacionais como a OEA (Organização dos Estados Americanos) e o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) que apresentam dados preocupantes porque ainda são considerados elevados. Sem dúvida, esse problema está diretamente relacionado à qualidade do ensino público que neste países é realmente precário, pois os professores não são devidamente valorizados pelos governos e pela própria sociedade que deveria exigir uma educação pública de qualidade. Um país que não investe em educação e pesquisa tecno-científica fatalmente terá uma grande parte de sua mão de obra sem a devida qualificação e continuará a apresentar uma grande dependência econômica e tecnológica estrangeira. São necessárias reformas estruturais urgentes, mais investimentos na área de educação pública e uma gestão e administração mais eficientes para que estes países consigam melhorar seus índices de desenvolvimento econômico e social. Um desenvolvimento econômico social mais amplo e que não seja excludente para não deixar grande parcela da população dos países da América Latina marginalizada.

  115. Camila Pavaneli disse:

    Haverá soluções quando mudarmos o pensamento sobre educação. Para isso, é necessário reformular a educação, visando a humanização, emancipação, formação integral do homem e não apenas essa formação voltada para a mão de obra a ser explorada no mercado.Uma escola que seja “blindada” aos interesses do capital. Além disso, essa reformulação tem que começar desde a formação do educador. Acredito que apenas profissionais formados para serem críticos e reflexivos serão capazes de começar essa mudança.

  116. Hayanne Zahra disse:

    A partir dos seminários apresentados à disciplina Trabalho & Educação, a solução para tal “dilema” na América Latina visa na necessidade de mudanças, no que diz respeito aos pensamentos sobre educação, sobre o que ensinar, porque ensinar e como ensinar, buscando uma reformulação em busca de uma educação que visa a emancipação e formação integral do homem, não apenas a formação voltada ao mercado capitalista. Para isso, é necessário que haja investimentos educacionais, juntamente com os profissionais, os quais fazem parte e são essenciais para essa educação que visamos, esse ensino de qualidade que tanto se almeja, deixando-a em um patamar significativo, com maior importância que as relações de poder e os interesses políticos, os quais fazem “pouco caso” do ensino.

  117. Nicole Sangalli disse:

    Ao meu ver, a solução para a educação diante do “dilema” da América Latina seria a mudança na forma como as crianças e jovens latino-americanos vem sendo educados. Educação essa de baixa qualidade, que consequentemente gera uma mão de obra barata e que mantém, assim, o sistema capitalista vigente. Para que ocorra tal mudança, é fundamental que o sistema de educação exerça sua principal função que é o de desenvolver criticamente as potencialidades de cada indivíduo, além da melhoria nos cursos de formação de professores, para que eles também tenham essa visão crítica e saibam ensinar seus alunos a enxergar criticamente o meio que os cerca, e dessa forma lutar por mudanças.

  118. Wanderléa Esteves disse:

    Como vimos, a América latina nos últimos anos, foi objeto de uma ofensiva colonização econômica, política e militar em sua maior parte pelos EUA, causando mudanças negativas na vida cotidiana das pessoas.
    Refletindo sobre o dilema da América Latina em relação a Educação, vimos que as propostas dos intelectuais educadores era de transformar o universo educacional e sócio cultural, em função do desenvolvimento de homens plenos e de um elevado compromisso com a comunidade, onde prevalece a justiça social e a solidariedade. Essas múltiplas razões fazem com que as ideias desses intelectuais mantenham uma atualidade e uma autenticidade na solução dos dilemas da educação de jovens e crianças do campo na América Latina.
    Em síntese é necessário rever os conceitos sociais, mudar a conscientização dos sujeitos explorados, levando-os a reconhecer sua função social. Nesta perspectiva é preciso que haja um maior compromisso da educação no sentido da humanização, no desenvolvimento das capacidades em potencial e não apenas na reprodução de mão de obra barata e em massa, por meio de uma formação crítica e reflexiva.

  119. Marina Martins disse:

    Uma possível solução para a superação do “dilema” da América Latina perpassa a transformação social, a superação da ordem vigente, a superação do capital. Para isso é preciso pensar na transformação através da educação, que exige um ensino que seja de qualidade, voltado para uma formação humanizadora, social, integral, que busque a emancipação humana, para que os indivíduos se desenvolvam de maneira crítica e reflexiva e que possam participar da sociedade de forma autônoma. Enquanto estivermos trabalhando para ser mão de obra explorada, a educação ocupará um lugar secundário.
    É preciso uma reforma educacional que não se limite a alcançar índices estabelecido por organismos multilaterais, mas que esteja preocupada com a humanização. É necessário investimentos educacionais e a descentralização das decisões.

  120. Marieli Bianchi disse:

    A partir dos estudos realizados durante o curso e a disciplina Trabalho e Educação, hoje entendendo que para qualquer “dilema” seja educacional ou não, na vida dos seres humanos para que aja qualidade há de ter e fazer sentido, ideias, fatos, atos, ações.
    Vivemos em uma realidade regida por interesses de diversas esferas principalmente a capitalista e política.
    Na educação, vejo que o ensino deve transgredir os interesses capitalistas e do Estado, não formamos apenas “mão de obra” para o mercado de trabalho, mas sim sujeitos, com identidade, nome, etnia, realidades distintas, entre outros aspectos que deveriam ser considerados no processo ensino-aprendizagem.
    Como formar Sujeitos críticos, reflexivos e ativos sem valorizar sua identidade?
    Concordando com o Pedagogo que estudei “José Vasconcelos”, o resgate e valorização da realidade, cultura, identidade local e principalmente dos alunos darão “cor” e sentido ao ensino e a educação institucional.
    Acredito que a valorização humana, com a educação direcionada a formar sujeitos autônomos e capazes de refletir de maneira critica e ativa a realidade são cruciais para a transformação e resolução de “dilemas” que encontramos atualmente.

  121. Ana Marta disse:

    Acredito que a solução para o “dilema” seria a formação integral do aluno, tornando-o um cidadão crítico de sua própria realidade e consciente de seus deveres, mas acima disso, de seus dreitos. Claro que, para isso, é necessária a valorização da categoria docente.

  122. Maely Xavier disse:

    A solução para o “Dilema” acredita em mudanças e reflexões sobre as propostas didáticas nas escolas, pensando em que se ensina, como e por que. Contudo, para que as mudanças se concretizem, faz-se necessário mais investimento na educação, não apenas em apoio financeiro, mas em reflexões e cooperatividade dos profissionais envolvidos com os processos educativos.

  123. Vera Lucia Vançan disse:

    “É exatamente o fim que torna algo mais importante” (Leandro Karnal)

    Enquanto a finalidade da escola for produzir ferramentas que gerem lucros para o sistema, então, pouca importância terá a educação escolar para o aluno. O aluno não encontrará significado no ensino, o professor continuará como o detentor do conhecimento. Mas, se o objetivo da escola for a formação do homem integral, sujeito pensante, crítico, pesquisador, que luta por seus direitos de forma fundamentada, que seja respeitado em suas crenças, cultura, identidade, então essa escola se tornará extremamente importante na formação das crianças e jovens.

  124. Janaine Braga disse:

    O dilema pontuado nas escolas da América Latina é fruto direto da hegemonia ideológica, bem como afirma o pensamento gramsciniano, a mão invisível que mantém o processo de persuasão ideológica dos oprimidos deixando os sempre passivos e explorados, faz com que a educação latino-americana encontre- se em conflito sempre que de algum modo ela tenta buscar outros propósitos. Visto que, no sistema capitalista a escola está posta somente para a reprodução das divisões das classes sociais, o sistema dual de ensino (elite/proletário) reforça os papéis sociais, entretanto em nenhum dos dois modelos comtempla uma educação emancipadora, se pensarmos do ponto de vista de formação humana íntegra, já que nem a elite e nem os trabalhadores tornam-se indivíduos plenamente humanizados, ressaltando que mesmo desse modo a elite tem infinitas vantagens em relação à classe trabalhadora.
    Tendo em vista esse panorama e toda a perversidade e complexidade do sistema do capital, não há como pensar em uma solução para os dilemas educacionais sem articular à uma transformação de todo o sistema socioeconômico, ou seja, apenas uma revolução no âmbito educacional, bem como em todos os outros pode trazer uma verdadeira solução para os problemas enfrentados pela educação. Enquanto a educação for espaço para manutenção e reprodução do capital, ao invés de ser lugar de formação e emancipação humana, não haverá solução para os dilemas das escolas da América Latina.

  125. Flávia Grasieli Mendes disse:

    Penso eu que diante do dilema da educação na América Latina, não haja uma solução. Não ao menos a médio ou curto prazo, talvez a longuíssimo prazo, algumas mudanças ao que se refere à Educação possam acontecer, tendo em vista o “dilema” da América Latina tem suas raízes em diferentes aspectos tais como a falta de políticas públicas que apoiem a educação, aspectos culturais e sociais que pouco valor atribui a Educação. Sendo assim a mudança da concepção de educação presente nas escolas da atualidade, na qual se educa para o trabalho e não para as lideranças, só mudará quando culturalmente se mudar o pensamento sobre a educação, conforme dizia Immanuel Kant: O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele. Ou seja, enquanto se pensar educação meramente como mercadoria e para o mercado de trabalho, não conseguiremos vivenciar o verdadeiro sentido da Educação. Como educadores e futuros educadores, cabe a nós começarmos um educar para a vida, visando à formação integral dos nossos alunos, de forma que os mesmos sejam críticos, pensantes e saibam se posicionar diante do mundo.

  126. Mecia disse:

    A partir dos estudos realizados sobre os pedagogos foi possível compreender um ponto em comum na trajetória de vida de todos eles: a luta por mudanças sociais e culturais da sociedade de forma incansável e determinada. Muitos morreram pela causa.Acredito que não ocorrerá mudanças na educação sem que se efetive mudanças nas estruturas políticas,sociais e econômicas vigentes. Observamos em Cuba a construção e estruturação de escolas modernas e de qualidade e sucesso no combate ao analfabetismo, resultado de ações políticas. Não basta esforços dos profissionais da educação se não tiverem estruturas e condições decentes de trabalho, não basta esforço dos alunos se faltar merenda, transporte, materiais e livros ou se ao retornar para casa a família não reforçar a importância da educação. Além de econômica é questão social e cultural. Historicamente a América Latina carrega o estigma de “subdesenvolvida” e reproduz por gerações traços culturais, sociais e econômicos da dominação colonizadora. Esta impõe grandes desafios em todas as esferas de desenvolvimento. Acredito ser necessário mudanças estruturais profundas na América Latina, no sentido de unir a sociedade num objetivo comum de desenvolvimento global, ou seja, todos os cidadãos (famílias) devem ter consciência de seus direitos (entre eles educação de qualidade) e cobrar dos políticos de forma revolucionária e constante a aplicação dos impostos no bem comum; os profissionais da educação devem exercer seu papel com a responsabilidade de educar para a libertação dessa dominação imposta naturalmente. Acredito que o maior desafio é a união de todos pelo bem comum com o trabalho que vise o mesmo objetivo: uma sociedade mais justa. Na minha opinião não basta mudar as estruturas das escolas, mesmo com muitos recursos financeiros nada adiantará se não mudarmos as ideologias dominadoras e individualistas. Sem trabalho coletivo e cooperativo consciente prevalecerá sempre a lei dos mais fortes. E a escola perpetuará essa lei.

  127. Ludmila Lidiane Liduenha disse:

    Por meio da reflexão sobre a questão da América Latina em relação à educação, acredito que essa situação poderia melhorar se o trabalho realizado nas instituições escolares desses países explorados fosse um trabalho em que os indivíduos adquirissem consciência crítica por meio de estudos que direcionassem ao conhecimento como ferramento para isto. Vendo um sentido para a educação, seria possível uma melhor formação para os docentes e discentes, visando mudanças significativas no quadro de formação de mão de obra barata. Com os investimentos necessários as pessoas poderiam compreender o sentido da educação e tentar mudar a realidade.Para a solução deste “dilema”, segundo (TONET, 2007, p.02), é o aperfeiçoamento da ordem vigente, ou seja, “ou a barbárie cada vez mais intensa do capitalismo, ou a superação dele em direção á emancipação humana, ao comunismo, devido ao período contra-revolucionário que a sociedade está passando. A educação deve-se voltar para a emancipação humana e não a emancipação política. Pois, a formação humana integral é necessária para a apropriação do patrimônio material e espiritual. Diante da realidade, o que se pode fazer hoje é um conjunto de atividades educativas emancipadoras, de caráter revolucionário.

  128. Jacqueline Paiva de Rezende disse:

    Primeiramente, para se ter mudanças na Educação na América Latina é necessário rever os conceitos sociais, mudar a conscientização dos sujeitos explorados, fazê-los conscientizar-se de sua função social. Acredito que deve haver um maior compromisso no campo da educação no sentido de humanizar, de desenvolver as capacidades em potencial, e não simplesmente de produção de mão de obra barata e em massa. Portanto, além da emancipação é necessária uma formação crítica para que estes sujeitos possam enxergar o mundo de maneira diferente.

  129. Letícia Gabriela de Oliveira disse:

    Como minha ultima postagem na disciplina gostaria de expressar minha gratidão com o professor pelos conhecimentos compartilhados. Respondendo a questão, infelizmente vivemos em meio a uma série de mitos, como o mito da democracia racial e mito liberal da educação, onde o ultimo fada a educação escolar, curricular e moldada em ideais burgueses ,como os responsáveis pela ascensão social e os diversos problemas que existem em nossa pátria. Acredito no poder da educação, mas uma educação onde os educandos possam participar e ter voz, uma educação de viés humanizador e colaborativa, que tanto necessitamos em um mundo repleto de egocentrismo e exclusão,como o que vivemos.

  130. Bruna Jacomin disse:

    Em relação às soluções da Educação diante do dilema da América Latina é importante pensar e definir os objetivos da educação, considerando também cada realidade escolar específica. Investimentos educacionais e na formação docente para que se possa oferecer aos alunos uma educação significativa e reflexiva. Deste modo, eles podem pensar criticamente e ser capazes de compreender, questionar, relacionar a realidade à sua volta. Caso contrário os alunos continuarão sendo formados apenas para mão-de-obra barata, desvalorizada, voltados para os interesses do sistema capitalista, uma vez que a educação é reflexo da organização política, econômica e social de um país e, institucionalizada, serve para preservar e perpetuar as concepções, interesses e privilégios da classe dominante.

  131. Numiá disse:

    A educação está passando por um período muito difícil, ela é hoje um ‘joguete’ nas mãos do governo e dos bancos internacionais. Nossa meta deveria ser a formação integral do ser humano, não do trabalhador, as metas deveriam ser maiores que a formação para o vestibular ou para o mercado de trabalho, enquanto nossa educação estiver pautada por estes conceitos, nunca teremos liberdade em sala de aula. O professor deve ter liberdade, formação constate e de qualidade para estar motivado a realmente ensinar. A solução seria uma reforma geral, onde o poder de decisão e escolha fosse dado a cada escola, a cada professor para que pudesse dar suas aulas de acordo com sua realidade.

  132. Noemi Morelli disse:

    As escolas não devem ter como objetivo a reprodução (velada ou não) do sistema e a formação de mão de obra não pensante para o mercado. A escola desempenha um importante papel para a reorganização da sociedade, apesar de funcionar como aparelho ideológico do Estado, na visão de Saviani, ela pode desempenhar um papel de transformação da realidade, para isso, a escola como um todo, deve promover um trabalho coletivo, que vise a humanização e a emancipação humana. Isso só será possível quando acontecer a tomada de consciência, por parte de professores e gestores, do real papel que tem e que pode desempenhar a educação nessa sociedade. Conforme apontado por Neves (2005), “a escola é vista por Gramsci como um dos espaços em que se inscreve a batalha de idéias e a luta pela hegemonia e pelo consenso, e a educação, por sua vez, é compreendida como estratégia fundamental no processo de formação do ‘novo homem’, também na perspectiva da superação das relações capitalistas”.

  133. Silmara disse:

    Os países da America Latina vem sofrendo um processo de recolonização estadunidense, que visa os mais altos níveis de exploração em todos os setores desses países. A educação desses países também sofrem fortes influenças e acabam por promover esses ideários, contribuindo para o processo de hegemonia. Acredito que uma possível solução, seria conhecer os problemas da América Latina, pelo olhar dos Latinos Americanos, pesquisar, promover nas instituição formativas o estudo dos autores que realmente são contra -corrente, e que reflitam sobre a educação popular, que privilegie a reflexão, o debate, o pensamento crítico frente à realidade social na qual estão inseridos.

  134. Ana Paula Nunes Borges disse:

    O presente módulo trata sobre o processo de formação do homem visto em Leonardo da Vinci no período de transição do feudalismo para o capitalismo, que é o período do renascimento político, cultural, econômico, social e etc. Gramsci pensa em uma formação unilateral, que seria uma formação pautada na emancipação humana, e a apropriação do conhecimento social e histórico. Para Gramsci a escola deve integrar as pessoas em todas as dimensões, para ele a escola unitária deve ser constituída da totalidade, onde todos os conhecimentos sejam de responsabilidade da escola e nos ensinado tudo o que nos for de direito. Portanto, para alcançarmos essa emancipação humana só será alcançada após a superação do capitalismo.

  135. America disse:

    Acredito que para acontecer uma mudança na qualidade de ensino e no processo de ensino e aprendizagem dos países da América Latina, se faz necessário romper com a hegemonia Americana que influencia o sistema educacional na América Latina, na a parte que nos toca, ´podemos falar sobre a realidade educacional do Brasil. Nosso sistema educacional de rede tem o proposito, camuflado e algumas vezes escancarados, de formar mão de obra especializada e barata, para venda da força do trabalho sem valorização do empregado, cujo , estes trabalhadores não recebem instrução para fazerem questionamentos ou reflexões, pois o intuito e que permaneçam na alienação, recebendo dentro dos espaços escolares o preparo necessário para serem mandados e dominados. Enquanto os interesses neoliberais estiverem por detrás dos sistemas educacionais de rede, fica praticamente impossível uma restruturação educacional, que vise o ensino pleno ou a formação integral do aluno, principalmente no quesito ensino de qualidade para o nível superior , especialmente as licenciaturas, o que consequentemente, em efeito dominó, desqualifica a Educação Escolar, desde o ensino da Educação Infantil à Educação Superior. Não querem mentes pensantes querem mentes alienadas. Leis e Diretrizes são muitas, que norteiam um ensino escolar de qualidade, porém, tudo é politica, e os interesses políticos falam mais alto, o que gera grandes prejuízos para a educação escolar. È preciso quebrar o elo e o império do ‘’Tio San’’, para haver uma revolução politica e educacional nos países da América Latina. E cada países deve decidir quais são os melhores métodos e metodologias para ensinar suas crianças e seus jovens, da mesma forma se deve ter este cuidado nas divisões regionais, que implica os interesses culturais e respeito as diversidades, considerando a identidade de cada região. Os problemas instalados vão muito além da formação desqualificada dos educadores, envolve politica e interesses neoliberais.

  136. Joice de Oliveira Silva disse:

    Pensando no cenário da América Latina, se faz necessário que haja uma “revolução educacional” que rompa com a hegemonia americana que influencia o sistema educacional. Que esta traga uma educação de qualidade, que valorize o aluno e o professor, que permita uma formação crítica e reflexiva de ambos. A educação tem que se dar em caráter libertador, para que o individuo por meio da educação de desenvolva plenamente, para que assim possar lutar contra a força opressora, retirando a sociedade de um estado de alienação.

  137. Ana Carolina Da Silva Garcia disse:

    A America latina é marcada por lutas e manifestações. A solução seria uma revolução, entender a educação como formadora, critica e emancipatória, que atenda a todos sem distinção e não como um produto para o capital. Que seja uma educação de qualidade, que valorize o aluno, professor e o papel da escola, formando o educando para o exercício da cidadania, não sendo um deposito de conhecimento, como é pregado na educação alienadora, onde o aluno tem que receber o conhecimento sem indaga-lo.
    É necessário que rompa com essa repressão e lute contra as forças hegemônicas,que só querem formar mão de obra barata e pessoas alienadas, tornando-os emancipados, críticos, reflexivos. Só assim poderão modificar a realdade em que vivem.

  138. Caroline Silva Machado Necchi disse:

    É preciso que haja uma reforma na educação, já que essa é vista como a solução da maior parte dos problemas dos países sub desenvolvidos. Essa reforma é necessária em todos os níveis, primeiramente no nível superior destinado à educação, os professores formados precisam aprender que seus alunos são seres à serem educados de maneira unitária, fazendo com que esse aluno se torne um membro ativo, crítico e reflexivo na sociedade. Os professores ja formados precisam contar com a formação continuada, para também estudarem e não deixar essa responsabilidade para os professores recem formados, é necessario que haja um integração nas instituições escolares com a finalidade de compreender aquele aluno como único e torná-lo independente dentro e fora da escola. Depois de mudar os profissionais que lidam com a educação, é necessário mudar as próprias instituições escolares, estas são as únicas que não atualizam seu modelo de funcionamento a mais de 50 anos, tendo como o militarismo sua base opressora e conservadora.

  139. Vitória Helena Proni disse:

    Diante do “dilema” da América Latina, há que se pensar na solução para a educação e no papel social que a mesma desempenha. Nesse sentido, é possível fazer referência aos pensamentos pedagógicos progressistas, como o de Paulo Freire, voltado ao serviço da mudança.
    Sob essa perspectiva, espera-se que os educadores reconheçam o seu trabalho como uma especificidade humana e façam de sua prática educativa a garantia para o desenvolvimento da autonomia e da criticidade dos educandos, assumindo o compromisso com uma formação libertadora. Só assim, promove-se uma conscientização acerca da atual conjuntura política e social, com vistas à luta contra a força opressora e à transformação deste cenário.

  140. Laís Narciso disse:

    Os países da America Latina vem sofrendo um processo de recolonização estadunidense, que visa os mais altos níveis de exploração em todos os setores desses países. A educação desses países também sofrem fortes influenças e acabam por promover esses ideários, contribuindo para o processo de hegemonia. Acredito que uma possível solução, seria conhecer os problemas da América Latina, pelo olhar dos Latinos Americanos, pesquisar, promover nas instituição formativas o estudo dos autores que realmente são contra -corrente, e que reflitam sobre a educação popular, que privilegie a reflexão, o debate, o pensamento crítico frente à realidade social na qual estão inseridos.

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