Bom Dia Caros Alunos! Tudo bem?

O módulo 3 da disciplina Sociologia da Educação 1 procura expor as interações fundamentais da Sociologia da Educação.  A partir dos textos 9 – 10 – 11, 12 e 13, procure trazer para o debate as interações fundamentais da Sociologia da Educação.  Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

Obs. O aluno poderá assistir o famoso clip do Pink Floyd, “Another Brick In The Wall” (1979), como uma atividade complementar desse módulo:

http://www.youtube.com/watch?v=xpxd3pZAVHI

O filme completo (The Wall), do qual faz parte esse vídeo, vcs encontram no seguinte link:

http://www.youtube.com/watch?v=JlRGaHYMK0Q

111 Comentários “Módulo 3 – Sociologia da Educação 1 – Interações Fundamentais da Sociologia da Educação”

  1. Débora Boulos disse:

    Considerando que as interações da Sociologia determinam a vida social do indivíduo e contextualizando tal afirmação para o mundo do sistema escolar, conforme visto em vídeo da música “Another brick in the wall”, de Pink Floyd, estudado em sala de aula, pode-se dizer que a escola é uma reprodução da sociedade e, por conseguinte, do sistema que a determina, no caso, o capitalismo.
    Assim, da mesma forma que na sociedade capitalista o trabalhador é transformado em máquina e não entende o porquê de sua produção, o que o torna um ser alienado, o aluno, na escola, também se torna um indivíduo alienado, desde que não entende os porquês das informações que lhe são transmitidas, pois elas, propositalmente, existem dentro de um sistema que não deseja que as mesmas tenham sentido para todos, e é assim que são administradas, justamente para não colocar em risco a hegemonia do poder capitalista.
    Dessa forma, esse caminho de alienação em que tanto o trabalhador quanto o aluno são colocados, não permite que eles consigam perceber a necessidade da ampliação do conhecimento como poder “salvador”.
    Nesse sentido, da mesma forma que o produto do trabalho exercido pelo trabalhador é estranho a ele, por ser desconhecido, o conhecimento que chega ao aluno também o é, já que não é ele quem determina o que vai aprender, ou o como, ou o porquê. Logo, ambos olham para a produção e o aprendizado como algo externo, do qual não fazem parte, o que caracteriza o fenômeno da reificação, uma vez que tanto um quanto o outro são vistos apenas como objetivação de um processo que eles não conhecem e ao qual não pertencem.
    Então, postos dessa maneira, tanto a produção quanto o conhecimento são vistos como algo pronto, acabado, fruto de determinada objetivação, o que faz com que trabalhador e aluno não percebam que existe um processo humano necessário e fundamental para os resultados encontrados tanto em um quanto em outro caso.
    Na verdade, existe um excesso de individualização na sociedade capitalista, que se reflete na escola, sobretudo quando se constata que há uma intenção evidente de que as reformas educacionais não ocorram, sob pena de extermínio de uma força de trabalho necessária para a manutenção do controle e subordinação do sistema social, tal qual ele está colocado.

  2. Ana Carolina disse:

    As interações fundamentais da Sociologia da Educação, se agregam ao isomorfismo tratado por ENGUITA (1993) e também pelo clipe da música “Another brick in the wall”, de Pink Floyd, passado na sala de aula, ou seja, a mesma forma que se dá as relações sociais no processo do trabalho e produção ocorre com as relações da escola.
    Esse isomorfismo ocorre, pois do mesmo modo que o trabalhador é visto na produção capitalista, o aluno é tratado na escola. Esse último recebe tudo pronto, carece de capacidade para determinar o seu objeto de ensino e aprendizagem, porque essa capacidade é divida pelo gestor, professor autoridades educacionais entre outros. O aluno vai para a escola e acaba se tornando alienado, pois os meios de aprendizagem pertencem parcialmente para si; aprende desde de pequeno que a jornada normal se divide em 8 horas como o do trabalhador; e também, aprende a aceitar uma autoridade imposta, deve respeitar uma hierarquia. Conclusão, o aluno desenvolve seu processo de trabalho individualmente, o conformismo social e a diligência. Tudo isso, também ocorre com o trabalhador que é transformado em máquina, não entende o porque de sua produção se tornando alienado. O processo educacional é feito para se ter um ciclo vicioso, ou seja, o que ocorre na escola irá acontecer na fábrica, na sociedade capitalista.
    Segundo ENGUITA (1993) “A escola contribui para entregar a juventude no sistema econômico através da correspondência estrutural ( o que denominam o “princípio de correspondência”) entre as relações sociais de uma e outro”.

  3. cintia disse:

    A terceira parte do conteúdo progrático do curso trata-se das “interações Fundamentais da Sociologia da Educação”, em que os textos tratam das passagens sobre a educação. Os textos relatam a divisão do trabalho material x intectual, onde surgem as formas de exploração apresentadas por Marx. Marx dizia que quem transformaria a sociedade seria o proletariado, pois o próprio não teria nada a perder.
    A música apresentada “Another brick in the wall”, demonstra relação entre escola e sociedade em que trabalham de forma padronizada.
    No texto de ENGUITA 1993, fala claramente sobre esse assunto. A escola padronizou-se da mesma forma que as fábricas. O aluno não tem propriedade do próprio conhecimento e, dessa forma, não participa da gestão, tornando-se um auno alienado.

  4. Crislei Mayara disse:

    No texto, “Trabalho, Escola e Ideologia”, Enguita (1993) busca mostrar a análise das relações sociais na educação a partir das relações sociais no processo de trabalho. Quaisquer tipos de relações sociais de dominação e exploração às quais se submetem os homens e as mulheres, não são espontâneas. A esse processo denominamos alienação, antes mesmo que pessoas possam pensar, as cosias já foram pensadas por elas, elas só devem buscar encaixarem -se em um modelo “pré-formado”, e conduzidas pelo poder do capital que as levam a transformar suas relações sociais em materiais, elas caem no fetichismo do consumismo, como bem estar social. Logo, dão mais valor aos objetos, do que as relações de trabalho que os constitui, assim não se vêem no produto de seu trabalho. Posicionando-se em um modo de produção mecanizada devido suas condições sociais.
    Nesse caminho percebeu-se que a lógica do capital penetra no próprio sistema educacional, o que Enguita (1993) chama de isomorfismo, uma vez que a educação institucionalizada se torna uma mercadoria que se vende e se compra inclusive, constituindo-se num grande mercado consumidor em expansão à medida que se universaliza o ensino e se coloca mais gente dentro das escolas. Por meio de uma retrospectiva histórica feita pelo autor do texto, podemos perceber que a classe dominante usava da repressão para submeter a classe dominada ao trabalho nos moldes capitalistas, e para que isso se tornasse possível, instituições como a família e a escola foram essenciais. A família, por ser uma instituição autoritária, já prepara a criança para sua inserção posterior em outras estruturas hierárquicas. Já a escola serviria como facilitadora dessa aprendizagem nos casos em que a família não cumprisse com seu papel. Como podemos observar no clipe “Another brick in the wall” de Pink Floyd, a eficiência da escola reside no fato de tal aprendizagem ocorrer de maneira impostamente disfarçada.

  5. Larissa L. S. Lopes disse:

    As interações da Sociologia determinam a vida social do indivíduo, onde a escola é uma reprodução da sociedade.
    o isomorfismo é considerado o modo como da mesma forma que na sociedade capitalista, o trabalhador e o aluno na escola se tornam indivíduos alienados. Esse caminho de alienação onde o trabalhador e o aluno são colocados, não permite que percebam a necessidade da ampliação do conhecimento. Tanto a produção quanto o conhecimento são vistos como algo pronto, acabado, o que faz com que trabalhador e aluno não percebam que existe um processo humano necessário e fundamental.
    O aluno não tem propriedade do próprio conhecimento e, dessa forma, não participa da gestão, tornando-se um aluno alienado. Desde muito pequenos aprendem que a jornada da vida se divide em 8 horas de trabalho e que deve respeitar uma hierarquia e aceitar a autoridade imposta.
    Os trabalhadores são transformados em maquinas, não entendendo o porquê de sua produção.

  6. Janiclei disse:

    Para iniciar essa postagem, é preciso notar que o texto de Enguita (1993), e uma das principais leituras para se entender a teoria da sociologia na educação. Para compreender as interações da Sociologia é preciso destacar o Isomorfismo. Entende-se que o Isomorfismo acontece no aluno da mesma forma que ocorre no trabalhador no quesito produção capitalista por exemplo. Ou melhor, esse Isomorfismo pode ser entendido a partir da alienação do estudante, da sociedade capitalista e do próprio trabalhador (refém da sua máquina em uma linha de produção). É percebido, que o valor da força de trabalho ocupa um considerável ganho no capitalismo, e o seu valor é determinado pelo tempo de trabalho necessário para a produção e reprodução desta mercadoria, no caso a força de trabalho. Pode-se afirmar, que o ensino no interior desta sociedade, tem cumprido o papel de qualificar a força de trabalho necessária ao atendimento das demandas de produção. Então, a educação caracteriza-se como um processo de qualificação do trabalho em geral, produzindo uma força de trabalho capaz de gerar um valor de troca maior no mesmo tempo utilizado. Segundo Enguita (1993), para produzir isso, é necessário consumir-se toda uma quantidade de horas de trabalho vivo, como são as jornadas dos educadores e as dos próprios alunos (na realidade, os anos), assim como de trabalho morto, cristalizado em objetos como os materiais que se empregam no processo educativo, os edifícios, etc.

  7. Caroline disse:

    Sendo o valor da força de trabalho considerada, no capitalismo, como qualquer outro tipo de mercadoria, o seu valor é determinado pelo tempo de trabalho necessário para a produção e reprodução desta mercadoria, no caso a força de trabalho. O ensino, no interior desta sociedade, tem cumprido o papel de qualificar a força de trabalho necessária ao atendimento das demandas de produção. Desta forma, a educação caracteriza-se como um processo de qualificação do trabalho em geral, produzindo uma força de trabalho capaz de gerar um valor de troca maior no mesmo tempo utilizado. Segundo Enguita (1993): “Para produzir isso, é necessário consumir-se toda uma quantidade de horas de trabalho vivo, como são as jornadas dos educadores e as dos próprios alunos (na realidade, os anos), assim como de trabalho morto, cristalizado em objetos como os materiais que se empregam no processo educativo, os edifícios, etc”. Sendo assim, a escola passa a ser a instituição fornecedora do espaço e dos limites adequados para a aprendizagem que a indústria exige. No decorrer de seu texto, “Trabalho, Escola e Ideologia”, Enguita busca mostrar a possibilidade de análise das relações sociais na educação a partir das relações sociais no processo de trabalho e da existência de um isomorfismo bastante acentuado entre umas e outras. Entendendo o isomorfismo como o modo da mesma forma que na sociedade capitalista, o trabalhador e o aluno na escola se tornam indivíduos alienados.
    O aluno muitas vezes é levado a ficar quieto, sem fazer perguntas.

  8. Nathália V. Ribeiro disse:

    O sistema vigente, capitalismo, reflete em toda a sociedade. Desta forma, o trabalhador vende sua força de trabalho, sendo visto então, como mercadoria. A escola não foge deste processo e o aluno acaba sendo, assim como o trabalhador, alienado; portanto as relações sociais do trabalho ocorre também com as relações da escola. Tais sujeitos estão nestas condições por não saberem os porquês das informações que lhes são transmitidas, e é desta forma que os superiores querem, não existe nada sem uma finalidade proposital por trás. Isto faz com que eles não consigam ampliar seus conhecimentos, tentando mudar suas condições de vida. Assim, o produto do trabalho exercido pelo trabalhador é estranho a ele, o mesmo ocorre com o conhecimento que chega ao aluno. Logo, ambos vêem a produção e o aprendizado como algo externo, do qual não fazem parte,vistos apenas como objetivação de um processo que eles não conhecem muito menos pertencem, deixando então de compreender a existência do processo humano.

  9. Samia disse:

    Se tratando de Interações da Sociologia da Educação, é importante retratar o isomorfismo (ENGUITA, 1993), o qual se trata das semelhanças que há nas relações de trabalho e na situação do estudante. Tanto o trabalhador quanto o aluno, são sujeitos alienados pelo atual sistema financeiro, o capitalismo.
    O aluno desde cedo aprende a respeitar que há uma hierarquia dentro da escola e que para demonstrar melhor compreensão do que está aprendendo deva ficar calado, sem questionar a nada e a ninguém. Desta maneira, não se sente participativo no processo educativo, ou seja, recebe tudo pronto pelos seus professores e gestores, conhecimentos que poderiam ter sido constituídos por ele também, mas que não foram.
    Do outro lado, está o trabalhador, com a realidade nada distante a do aluno. O trabalhador também não se vê na mercadoria que produziu. Tudo é feito tão automático e sem reflexão, que ele acaba se perdendo no processo de produção e ficando cada vez mais alienado. E sem contar que na empresa também há hierarquia como na escola e, a ela deve-se manter o respeito e obediência para não ficar desempregado.
    Diante disso, é notável que o aluno é conduzido a ser mais um trabalhador alienado, conformado com a sua real situação e sem nenhuma perspectiva de mudança social.

  10. Danielli disse:

    Considerando as interações fundamentais da Sociologia da Educação, não podemos deixar de analisar o conceito de isomorfismo apresentado no texto Trabalho, Escola e Ideologia (ENGUITA, 1993), o qual apresenta as semelhanças entre a situação do trabalhador nas fábricas e do estudante na escola, onde ambos se tornam seres alienados ao reflexo da sociedade capitalista a qual são submetidos. Marx ao analisar o trabalho assalariado, a verdadeira vida genérica, a essência do homem, o trabalho – na escola a aprendizagem- que se converte num meio, enquanto o não trabalho se converte num fim. Tal como o trabalhador, com a relação ao seu trabalho, o aluno encontra-se na escola fora de si, e só se encontra em si fora dela. É neste ponto que surge a alienação do trabalhador em relação ao processo de trabalho agora não apenas aos meios de produção ou ao produto. A partir desse momento, o trabalhador insere-se no processo de trabalho como algo já dado, sobre o qual sua capacidade de influencia é nula. De maneira análoga, está já dada e predisposta à organização da escola para o aluno, privado da capacidade de criá-la ou modificá-la.

  11. Lilian Prado disse:

    O texto “Trabalho, Escola e Ideologia”, Enguita (1993) mostra o trabalhador nas fábricas e o estudante na escola, onde ambos são considerados seres alienados.
    O aluno não tem noção dos seus próprios conhecimentos, segue uma rotina de 8 horas diarias, assim como o trabalhador e respeita uma hierarquia.
    Já para o trabalhador, a força do seu trabalho gera o capitalismo.
    Podemos ver tanto em Enguita (1993) quanto no clip “Another brick in the wall” – Pink Floyd, (mostrado em sala de aula) que as interações da Sociologia determinam a vida social do indivíduo, tendo em vista a escola como uma reprodução da sociedade.

  12. Michelle Pereira disse:

    No texto, “Trabalho, Escola e Ideologia”, Enguita (1993) mostrar a análise das relações sociais na educação a partir das relações sociais no processo de trabalho. Todos os tipos de relações sociais de dominação e/ou exploração que homens e as mulheres são submetidos, não são de vontade própria ,esse é o processo de alienação,
    Do mesmo modo que o trabalhador é visto na produção capitalista, o aluno é tratado na escola, recebendo tudo pronto, falta aplicar a capacidade para determinar o seu objeto de ensino e aprendizagem, já que, isso já foi definido por instancias superiores.Deste modo,o aluno vai para a escola e acaba se tornando alienado, assim como o trabalhor, o aluno passa a aceitar tudo o que lhe é imposto, produzindo seu trabalho individualmente, devendo sempre respeitar uma hierarquia. A música apresentada “Another brick in the wall”, demonstra relação entre escola e sociedade em que trabalham de forma padronizada.

  13. Aruana disse:

    Para entender as interações fundamentais é necessário trazer a tona o isoformismo, que é citado no texto de (ENGUITA, 1993). O isoformismo traz as semelhanças que há nas relações sociais do trabalho com as relações da escola, ou seja, o isoformismo acontece no aluno do mesmo jeito que ocorre no trabalhador. A mesma alienação que acontece com o trabalhador no meio de produção capitalista ocorre com o aluno na escola, pois este recebe tudo pronto e acabado, obedecendo a uma hierarquia. Mesmo quando não esta entendendo o conteúdo e ao mesmo tempo não compreende o porquê de estar aprendendo aquilo, ou mesmo o porque de estar na escola, ela se posiciona de forma inexpressiva e é a mesma coisa que acontece com o trabalhador que é transformado em máquina , sem saber e compreender o porque esta fazendo aquilo tudo.
    A partir disso é possível afirmar que a escola tem um caráter extremamente capitalista,portanto, esta voltada para a formação de trabalhadores, ou seja, cidadãos que exerçam uma força de trabalho que esteja distante de seu reconhecimento na mercadoria que produziu, tornando-se mais um trabalhador conformado com sua situação de alienação, sem incentivo a mudar sua situação e lugar diante da sociedade.
    É possível concluir que a educação é um ciclo vicioso, pois o que ocorre na escola irá ocorrer na fabrica e é isso que ocorre o sistema capitalista.

  14. Heloisa disse:

    No texto de Enguita “A Aprendizagem das Relações Sociais de Produção” fica claro que o Capitalismo atinge todas as formas de interações sociais, e a educação não é uma exceção. A escola tem um caráter alienante, no qual aluno bom é aquele que fica quieto para não atrapalhar o andamento da aula e do restante da turma, que obedece e faz todas as tarefas passadas pelo professor, que não questiona o porquê de estar ali e de aprender aqueles conteúdos, que são sempre “ensinados” de forma que o aluno não entenda sua relação com a sociedade e com ele mesmo. Esse caráter alienador é proposital, já que o sistema necessita de trabalhadores com esse perfil, que obedece e não questiona. Prova disso é a indústria, onde o trabalhador não se encontra naquilo que produz, não tendo, nem mesmo, o conhecimento de todas as etapas de produção do objeto que ajuda a construir.
    Isso mostra o ciclo vicioso em que a sociedade está inserida: a escola está alienada, os professores estão alienados e seguem a risca tudo o que é proposto pela escola, sem refletir sobre suas ações, os alunos, por consequência, também ficam alienados e levam essas características aos seus futuros trabalhos. O clipe da música Another Brick In The Wall do Pink Floyd mostra de maneira crítica a padronização da sociedade que o texto de Enguita fala. Esse ciclo tende a infinito, a não ser que os trabalhadores se organizem e façam uma revolução, porém é difícil acreditar que a sociedade tem como reverter esse quadro, com pessoas tão alienadas, cegas para a verdadeira realidade em que se encontram.

  15. Karen Lima disse:

    ENGUITA(1993) apresenta a relação entre o trabalhador e a escola, onde tanto o trabalhador quanto o aluno são seres alienados. A escola torna-se uma reprodução da sociedade, como exemplo dessa reprodução temos o clip “‘Another brick in the wall” – Pink Floyd que nos mostra a relação entre escola e sociedade ,que trabalham de forma padronizada.

  16. Cassiana disse:

    O texto de ENGUITA (1993) trata do isomorfismo, ou seja, a mesma forma que se dá as relações sociais no processo do trabalho e produção ocorre no processo educacional.A música “Another brick in the wall”, do Pink Floyd, também trata dessa relação. A escola é vista como um modo de “capacitar” os futuros trabalhos para fazer apenas seu trabalho e nada mais. Da mesma forma que o trabalhador é conduzido na fábrica – não participa da produção em geral, apenas é mandado – também ocorre com o aluno – este não participa de seu processo de ensino/aprendizagem, o produto (conhecimento) lhe é “dado” pronto, tornado o aluno alienado e submisso a autoridade que lhe é imposta.
    Seu processo de ensino/aprendizagem é pautado nos princípios capitalistas do individualismo, e busca da propriedade privada.

  17. Ariadne C. Matos disse:

    No texto “A aprendizagem das Relações Sociais de Produção” de Enguita (1993), fica evidente que o sistema Capitalista faz com que os trabalhadores e até mesmo os alunos, fiquem alienados em relação ao produto. Essas semelhanças de trabalhadores e alunos é visto no texto como isomorfismo. Nas relações de produção capitalista, o trabalhador está alienado em relação ao produto de seu trabalho e também ao processo de trabalho, pois não é ele que determina como se deve produzir um objeto ou um serviço qualquer e sim o capital. O mesmo acontece na escola, pois o aluno não determina de que forma deve adquirir os conhecimentos dispostos para ele e não decide sobre a forma da aprendizagem, ou seja, este recebe tudo pronto e acabado pelos professores, obedecendo uma hierarquia e uma padronização, igual nas fábricas, em que o homem é transformado em máquina. Podemos perceber essa padronização de maneira critica nas escolas, através do clipe da música Another Brick In The Wall do Pink Floyd, mostrado em sala de aula.

  18. Maria Antonia de Castro Marques disse:

    No texto de Enguita( 1993) assim como no clipe de “Another Brick in the Wall” é evidenciado que a educação é pensada a partir da relações sociais do processo do trabalho. Sabemos que no capitalismo, homens e mulheres são submetidos em relações de exploração e dominação, seja por necessidade de subsistência ou pelo fato de não entenderem a lógica do sistema.
    Assim, a educação, que já vem pré-estabelecida (pronta), não possibilita que o educando seja dono do seu próprio conhecimento; o indivíduo se torna um alienado do mesmo modo que um trabalhador da fábrica.

  19. Daiana M. Torres dos Santos disse:

    É possível compreender a partir de ENGUITA (1993), a presença do isomorfismo dentre as relações sociais na educação e as relações sociais no processo de trabalho. O texo relata observações históricas, na qual, os indivíduos submetem-se de forma coerciva à relações de dominação e exploração. Alguns exemplos de coerção presentes no texto foram a utilização de índios e escravos para o trabalho, tendo em vista a extração de mais-valia. Logo perceberam que estes não se importavam com o trabalho. Nesse sentido, a situação não foi muito diferente na Inglaterra, no século XVI, quando grandes massas de camponeses foram tirados de suas terras, restando para si apenas sua força de trabalho. Esse futuro proletariado, na qualidade de “tabalhadores livres” preferiram desfrutar de seu tempo ocioso, do que trabalhar. Diante desta situação a classe dominante utilizou métodos sangrentos para obrigar os indivíduos a venderem sua força de trabalho e se conformarem com o capitalismo. O texto cita também que a hierarquia presente na família também se tornou uma forma de incorporar o indívíduo às relações de produção capitalista. A escola, no entanto, também propaga as relações sociais do mundo da produção, podendo este ser compreendido através de seu currículo e das relações sociais imperantes dentro da instituição.

  20. Marina T. Ferreira disse:

    Para compreender as interações da Sociologia é preciso destacar o Isomorfismo. Este pode ser entendido a partir da alienação do estudante, da sociedade capitalista e portanto as relações sociais do trabalho ocorre também com as relações da escola. Tais sujeitos estão nestas condições por não saberem os porquês das informações que lhes são transmitidas. Tanto a produção quanto o conhecimento são vistos como algo pronto.
    O texto “Trabalho, Escola e Ideologia” (ENGUITA, 1993), mostra as semelhanças entre a situação do trabalhador nas fábricas e do estudante na escola, onde ambos se tornam seres alienados ao reflexo da sociedade capitalista a qual são submetidos. Os alunos são submetidos a uma hierarquia da mesma maneira dos trabalhadores em fábricas e assim passa a aceitar tudo o que lhe for imposto.

  21. Mônica Lucheta disse:

    Como temos observado no decorrer das aulas de Sociologia 1 e nas leituras propostas a escola vem exercendo um papel fundamental na manutenção e disseminação das relações de produção capitalista. Essa instituição não pode ser considerada única responsavel pela aprendizagem ou não dessas praticas, mas segundo Enguita (1993), tem isso como sua fundamental função. Esse autor traz em seu texto uma formalização de como foi sendo construida, ao longo dos seculos, essa função da escola e porque foi atribuida a esta instituição esse papel. a escola apresenta-se como grande formadora do sujeito alienado, que precisa ser treinado para o trabalho e cegado por ideologias vigentes propostas pelas classes dominantes. A função de entendermos essas relações não é a revolta, mas sim a reflexão sobre nossa própria formação e como iremos formar nossos alunos. Deixarmos de ser alienados não significa viver vexcluido da sociedade, mas refletir sobre nossas ações de maneira consciente.

  22. Natália Ferreira disse:

    As interações da Sociologia possui relação com o sistema escolar no que se refere ao âmbito politico em que a sociedade esta inserida, sendo que atualmente este designa ao capitalismo. Segundo o texto: “Trabalho, Escola e Ideologia”, Enguita (1993), tanto a sociedade como a escola seguem as normas politicas regentes na população, mas o que as diferem entre si diz respeito à transmissão e reprodução que a escola faz dos princípios deste sistema. Partindo deste pressuposto, as pessoas são alienadas e “forçadas” de certa forma a trabalharem nas fabricas por não possuírem alternativas, ou seja, não existe trabalho suficiente para todos, fato que faz com que as pessoas aceitem qualquer serviço, mesmo que este não forneça condições viáveis ao seu bem-estar. Já no caso dos alunos, eles são colocados na instituição escolar para serem manipulados por livros didáticos que traduzem o pensamento do governo.
    Essa dominação não é espontânea, cujo nome é dado: alienação. E por meio dela as pessoas são induzidas a comprar e a se viciar em um ciclo de consumismo que visa à exploração de recursos naturais e gastos excedentes de mercadorias que poderiam ser reaproveitadas ou utilizadas em longo prazo. Nesse processo de alienação atribui-se a culpa desse ciclo vicioso aos indivíduos, deixando de culpar o sistema que nos rege, que nos induz por meio de propagandas a comprarmos produtos, pois dessa maneira, dispersamo-nos em meio às crises existentes, a fim de fingir que “tudo anda muito bem” e que nada acontece.
    O isomorfismo nada mais é do que a escola tornar-se um instrumento difusor do consumismo, pois é por intermédio dela que a ideia de independência/autonomia cidadã é difundida, sem levar em consideração a sua limitação construída pelo governo e a controvérsia existente em seu termo, pois este designa a desigualdade social e a não ruptura da exploração do homem. Pressuposto este detectado no vídeo: “Another brick in the wal” de Pink Floyd, e que evidencia a imposição da aprendizagem do consumismo camuflado pelo estabelecimento escolar.

  23. Michele Saçaki disse:

    Conforme o texto de Enguita (1993), podemos fazer uma relação da instituição escola, com uma fábrica, pois a escola, no sistema capitalista, se tornou mais uma ferramenta, capaz de alienar os sujeitos que ali se encontram, disseminando dessa forma, a ideologia dominante; tem-se aqui, um caso de isomorfismo. Assim como na fábrica, na escola, o sujeito aprende certas habilidades e deve ter um bom comportamento, a fim de manter a ordem estabelecida. Uma analogia com a música do Pink Floyd, “Another Brick In The Wall”, pode ser feita, porque tanto no clipe, quanto na letra da música, podemos ver o ser humano se transformando em coisa, tratado como um sujeito sem qualidades pessoais. A mecanicidade na reprodução do conhecimento e dos valores que a escola transmite, é semelhante à organização das fábricas, mostrando claramente a alienação dessas pessoas que saem de lá, formadas para assegurar a ideologia dominante.

  24. Juliane Marigo de Lima disse:

    O texto de Enguita “Trabalho, Escola e Ideologia” mostra como as relações no trabalho estão inseridas no contexto escolar. O trabalhador é alienado, pois como já discutimos, perde-se de sua própria produção, não se vê em seu trabalho, se adéqua a padrões já estabelecidos, se conforma e reproduz, esta nada mais é do que uma conseqüência do capitalismo. Na escola, o mesmo acontece com os alunos. Estes estão longe de adquirirem o conhecimento que o próprio homem produziu historicamente, o que ouvem na escola está distante de suas realidades, é algo estranho a eles. E é exatamente isso que o capitalismo, ou melhor, os capitalistas querem. Não querem alunos que aprendam, que sejam críticos e busquem transformações, não querem alunos que aprendam apenas “competências” para serem uteis a eles em suas fábricas, servindo apenas de mão-de-obra, sendo apenas mais um trabalhador alienado. Na música da banda Pink Floyd é perceptível essa transposição de características da fábrica para a escola, onde os alunos também estão sujeitos a uma hierarquia, só fazem o que lhes é imposto, e não são levados a “buscarem mais”.

  25. Gabriella Bonil disse:

    No texto de Enguita (1993), é evidente a questão de que o capitalismo faz com que os trabalhadores e alunos, ficam alienados em relação ao produto. Essas semelhanças de trabalhadores e alunos é visto no texto como isomorfismo. O trabalhador é alienado em relação ao produto e a sua produção, pois segue uma hierarquia e ordens de como o produto deve ser feito. Na escola, o mesmo acontece com os alunos que não decidem como vão adquirir o conhecimento, pois o que chega nas mãos dos professores é acabado e e é daquele jeito que deve ser passado aos alunos. Através da musica da banda Pink Floyd podemos ver essa relação que a fábrica acaba transferindo suas práticas para a escola.

  26. Aline Naliati disse:

    O texto de ENGUITA (1993) trata do isomorfismo, isto é, a mesma forma que se dá as relações sociais no processo do trabalho e produção ocorre no processo educacional. A relação entre o trabalhador e a escola é que tanto o trabalhador quanto o aluno são seres alienados. A música “Another brick in the wall”, do Pink Floyd, trata dessa relação. A escola é vista como um modo de “capacitar” os futuros trabalhos para fazer apenas seu trabalho, para formar a mão de obra. Nas relações de produção capitalista, o trabalhador está alienado em relação ao produto de seu trabalho. O homem é transformado em máquina. Da mesma forma que o trabalhador é conduzido na fábrica, apenas mandado, também ocorre com o aluno, este não participa de seu processo de ensino/aprendizagem, o produto (conhecimento) lhe é “dado” pronto, tornado o aluno alienado e submisso a autoridade que lhe é imposta.

  27. hélio disse:

    A educação, que já vem pré-estabelecida (pronta), não possibilita que o educando seja dono do seu próprio conhecimento; o indivíduo se torna um alienado do mesmo modo que um trabalhador da fábrica.

  28. Dayse disse:

    No texto “A Aprendizagem das Relações Sociais de Produção”de Enguita podemos ver o quanto o capitalismo está presente em todos as interações sociais. Vemos também o quanto a escola está alienada e é alienante para o aluno, de forma que em sua cultura está arraigada o fato de o aluno ser bom quando fica quieto e não quando questionador. Com isso vemos no meio da indústria do trabalho, trabalhadores que não se reconhecem e não conseguem ver os processos pelos quais os produtos de sua criação precisam passar, pois não tem a capacidade de relacionar sua existência e seu valor dentro dessa sociedade capitalista. O que podemos ver no clipe da música Another Brick In The Wall do Pink Floyd é bem o que Enguita trata pois esse sistema continuará assim um processo padronizado de seres alienados e manipulados, que só mudará com uma revolução em massa dos trabalhadores em luta por uma sociedade menos injusta.

  29. Raísa disse:

    O texto tras a alienação imposta pela sociedade capitalista aos alunos e trabalhadores. Ambos sofrem uma hierarquização. O trabalhador, ao produzir o produto, que é imposto como o produto deve ser feito e não mais realizado apenas com o “trabalho” de fato, do homem. Assim ele fica alienado em relação ao seu trabalho. O aluno também se torna alienado através da escola, que ja emprega o consumismo quando o aluno não é nem um adulto formado. O conhecimento chega ao professor de uma maneira acabada e é isso que ele transmite ao seu aluno. No clipe e na letra da música de Pink Floid, podemos observar as pessoas vivendo a alienação, sendo tratadas como coisas, objetos, sendo manipuladas pela classe dominante, influenciadas ao consumismo. Enfim, é este isomorfismo, chamado por Enguita, onde a escola pode ser comparada à fábrica, por terem sujeitos alienados, que leva a este ciclo sem fim.

  30. Débora Gervásio disse:

    A Sociologia da Educação permite que o indivíduo reflita o seu papel na sociedade e consiga problematiza-la de tal forma que o mesmo passa a entender suas diversas transformações. No entanto não é o que vemos nesse sistema capitalista, ora, uns dos combustíveis principais para a propagação desse presente sistema é a própria alienação do ser humano, que o mesmo acaba incapacitado de refletir e se reconhecer como classe, como ser histórico, e consequentemente se degrada.
    A Sociologia esta diretamente ligada com a intelectualidade do ser humano, é o momento no qual ele reflete sobre a sociedade no qual esta inserido, e o sistema capitalista não anseia isso, portanto, a divisão entre mão de obra x pensamento intelectual (inteligível) é exacerbadamente pregada e existente.
    A escola é a instituição que mais sofre desde mal, ora, o aluno de forma alguma é convidado a pensar sobre política, sobre a situação real do proletário, o que ele ”aprende” na escola são conteúdos que não oferecera risco nenhum a classe dominante, uma vez que esses conteúdos são próprios para aliena-los mais e mais, como diz Harry Braverman (1974), o próprio proletário se torna o facilitador involuntário de sua própria exploração.
    Então, pode-se dizer que as interações da Sociologia estão ligadas efetivamente com a vida de todo o indivíduo, tendo a escola uma grande e imprescindível papel nisso.
    Isso também se emprega no trabalho, onde o proletário vende na maioria das vezes apenas sua força de trabalho, na qual não se vê digno de usufruir de sua própria produção (mercadoria) se tornando alienado, ora, assim como Karl Marx citou em sua obra Ideologia Alemã, e a M. Chauí o toma como base em sua obra, isso tudo tem um nome: ideologia, na qual a classe dominante apresenta dogmas a classe dominada e essa o respeita e o toma como verdadeiro.

  31. Numiá disse:

    Em seu texto, Enguita (1993), fala sobre o isoformismo e as interações fundamentais da sociologia. Vemos que o processo de alienação do trabalho se percebe também no processo de educação, pois as coisas são repetidas por padronização, onde o aluno não é considerado como ser pensante, apenas reproduz o que vem sendo ensinado sem nunca questionar e se indignar. Tudo se tornou mercadoria, inclusive a educação. Essa criança, é “lapidada” desde o nascimento pela família e pela sociedade. Vimos no clipe Another brick in the wall” de Pink Floyd, como a escola pode exercer extremo poder disciplinar sobre seus alunos, onde a aprendizagem ocorre de maneira imposta e não natural.

  32. Luana Dias disse:

    Ao abordar as relações sociais da educação nos módulos 8, 9 e 10, refere-se às relações sociais dos alunos, que envolvem as relações que estes mantêm entre si, com os professores, com o estabelecimento escolar em seu conjunto, bem como com os materiais escolares (espaço físico, objeto, etc.), com o conhecimento escolar e com a instituição educacional em geral.
    Destacando, então, algumas especificidades das relações sociais capitalistas, a alienação aparece como uma de suas principais expressões. Neste sentido, a alienação do trabalhador apresenta-se como sua alienação em relação ao produto de seu trabalho, em relação ao processo de trabalho, em relação aos meios de produção, em relação à vida genérica da espécie – que seria reconhecida a partir do trabalho social – e, também em relação aos demais homens – através do trabalho de outros.
    A reprodução desta característica na educação pode ser analisada, por exemplo, através da alienação do trabalhador em relação ao seu produto. Nas relações de produção capitalista o trabalhador, tanto individual como o conjunto dos trabalhadores, perde a capacidade para determinar o que há de produzir, pois são os capitalistas que determinam o que se produz. Ou seja, em nossos dias, tem sido o capital que gera a demanda, bem como modela, as necessidades de satisfazê-las.
    Tal situação, ou tipo de relação, dá-se também na escola capitalista. O aluno carece de capacidade para determinar o produto de seu trabalho, ou seja, o objeto do ensino e da aprendizagem; ficando esta função dividida, de forma variada, entre professores, direção das escolas, autoridades educacionais e as empresas fornecedoras de diversos instrumentos que auxiliam no ensino (materiais didáticos em geral, livros texto, etc.). Assim, ao longo de todo esse o processo, os alunos aprendem a aceitar que não é assunto seu a determinação do conteúdo de seu estudo, da mesma forma que amanhã não será assunto seu o conteúdo do seu trabalho.
    A música “Another Brick In The Wall” do Pink Floyd é basicamente uma crítica ao rígido sistema educacional, especialmente de internatos, o que levou a música e todo o álbum a qual pertencia ser banida da África do Sul.

  33. Mayara Thaís Miler da Rocha disse:

    É possível analisar a educação pelas relações sociais do processo de trabalho.
    O texto 9 traz passagens em que o Marx comenta sobre a educação. Marx defende que a educação não tem que ficar a cargo da família e sim do Estado. Ele acreditava que a abolição da alienação aconteceria com um confronto de classes.
    Marx fala da Pedagogia do Trabalho. Segundo ele, a criança a partir dos 9 anos já tem que estar trabalhando, ela já tem que aprender o valor do trabalho, não um trabalho escravo.
    Quem determina que “as crianças não podem trabalhar” é a burguesia, que prefere que a criança fique só em casa assistindo televisão, e muitos só vão trabalhar depois de se formarem em uma faculdade.
    Marx também defende os direitos das mulheres. Ele diz que ela também tem que trabalhar e não ficar só em casa cuidando dos filhos.
    O texto 10 traz em debate a divisão do campo e da cidade. Segundo Marx a divisão manufatureira acorre dentro da oficina e a divisão social do trabalho ocorre dentro da sociedade. A partir da divisão do trabalho que aparecem as máquinas.
    O texto também traz debates sobre a unilateralidade capitalista e a proposta de Marx para uma omnilateralidade.
    Ao longo do texto 12, de Enguita, vai ser explicitado, século por século, a relação educação e trabalho. A relação na escola deve ser realizada por meio das relações sociais.
    Ele acha que o trabalhador já deveria ser acostumado a ser explorado.
    E neste texto também traz em debate o conceito de Isomorfismo (mesma forma de sociedade e de escola), um exemplo bem explicitado no vídeo da música “Another Brick In The Wall” do Pink Floyd.
    O texto 13, de Ricardo Antunes, fala do trabalho para o ser social, para o homem. Diz que o homem só é homem porque trabalha. O trabalho transforma o homem e o homem transforma o meio para o seu trabalho. Este texto também fala sobre a omnilateralidade, que se tem como exemplo Leonardo Da Vinci.
    Debates como, que o trabalho vira mercadoria para produzir mercadoria. Que se têm estranhamento pode ocorrer a ominiteralidade e que o ser social só trabalhar apenas para manter-se vivo, também são debates trazidos neste texto.

  34. thaila de oliveira souza disse:

    Como podemos observar no clipe “Another brick in the wall” de Pink Floyd busca explicitar conceitos estudados em sala de aula, a alienação na qual o homem passa na sociedade capitalista e individualista em que professores e alunos são apenas pequenos “tijolos” na construção da hierarquia social estabelecida previamente pelo sistema, que não é necessário que se pense sobre as relações apenas aceitar. Nesse momento Enguita percebe que essa relação de coisificação do homem no processo de trabalho permeia no âmbito educacional, a essa relação ele chama de isomorfismo, ou seja, essa relação de semelhança de entre escola e sociedade, essa exploração, essa unilateralidade do homem. Marx e Ricardo Antunes procuram em seus pensamentos recuperar o sentido da questão trabalho como algo característico do homem e que o diferencia dos demais animais, e exatamente a necessidade de fazer com que o homem saia da unilateralidade e se introduza a omnilateralidade como é apresentado no vídeo sobre Leonardo da Vinci.

  35. Fabiano da Silva Costa disse:

    A massificação das atividades humanas em prol do capital gera o automatismo que já foi denunciado em diversos filmes ou documentarios. Um destes é o clip “Another brick in the wall” onde é mostrada a educação como geradora de consumidores alienados, seres sem senso critico que apenas fazem o que é mandado. A pedagogia tecnicista é fruto deste tipo de visao da escola, baseada na linha de montagem fordista, onde o objetivo era utilizar a escola como base para satisfazer as necessidades das empresas e do mercado em geral, fazendo com que se adapte ao trabalho repetitivo, e como instrumento de reproducao social, condenando as crianças a um mundo de consumo, onde os desejos materiais devem ser satisfeitos a todo custo. Desta forma o aluno é alienado de sua educação, nao sabendo sequer o que faz na escola.

  36. Elisa Pavani disse:

    Como foi estudado no terceiro módulo de sociologia I, as interações sociais ocorrem em uma sociedade capitalista, onde o combustível que a rege é a alienação estabelecida sobre o homem. Na educação, os alunos são submetidos ao sistema, como se pode observar no clipe “Another brick in the wall” de Pink Floyd. Segundo Durkheim, a educação é a responsável pela inserção do indivíduo na sociedade, assim, a educação é um reflexo da sociedade, podendo-se afirmar o conceito de isomorfismo apresentado por Enguita, que significa mesma forma,ou seja, mesma forma que se dá a educação, se dá a sociedade, pelo trabalho industrial, manufatureiro.
    Pode-se comparar um aluno à um produto. Na escola, ele é produzido, preparado para o mercado de trabalho, quando está pronto, é vendido, ou seja, ele vende sua força de trabalho para o sistema.

  37. Geisinara Fernanda B. Dias disse:

    Conforme apresentado por Enguita (1993), observa-se que o sistema capitalista atinge todas as formas de interações sociais, o que inclui, é claro, a educação. O clipe da música Another Brick In The Wall (Pink Floyd) apresenta, criticamente, a padronização da sociedade que o texto de Enguita (1993) descreve. Vale destacar que, para entender as interações fundamentais da Sociologia da Educação, é preciso compreender o isoformismo, explicitado por Enguita (1993). O autor (ENGUITA, 1993) afirma que o isoformismo é a relação de semelhança entre a coisificação do homem no processo de trabalho com o papel da escola na manutenção da exploração do homem pelo homem e da unilateralidade deste ser. Constata-se que, ao longo do tempo, a escola vem exercendo um papel fundamental na manutenção e disseminação das relações de produção capitalista.
    A finalidade da classe dominante consiste em organizar a sociedade, ditando as normas e as condutas sociais, culturais e econômicas que devem ser seguidas para a manutenção do capitalismo. Na educação, verifica-se que a classe dominante trouxe o livro didático, o qual define o conteúdo e a maneira como deve ser ensinado. Pode-se afirmar que, atualmente, a instituição escolar manipula seus alunos e professores por meio dos livros didáticos, os quais podem ser considerados como instrumentos de alienação que impedem o ser humano de pensar, questionar, propor, desenvolver e avaliar suas ações.
    Verifica-se, portanto, que a educação escolar, regida pelo modelo da classe dominante, é organizada segundo a ordem capitalista, prevalecendo a exploração do homem pelo homem, ou seja, a educação escolar está voltada para a formação de cidadãos que exerçam uma força de trabalho e que desconheçam a valorização de sua produção na mercadoria, tornando-se mais um trabalhador alienado e conformado com a sua situação, sem incentivo algum de mudança diante desta sociedade.
    Nesse contexto, pode-se concluir que a transformação da sociedade, como um todo, incluindo a escola, vincula-se, rigorosamente, à mudança do regime político que pode ser conquistado somente por uma revolução realizada pela classe trabalhadora, a qual deveria lutar por uma sociedade justa, livre e igualitária.

  38. Emanuelle Zanchetta Borges disse:

    O clip “Another Brick In The Wall” de Pink Floyd nós deixa claro o que Enguita (1993) evidencia no seu texto a respeito da alienação que o capitalismo gera para trabalhadores e alunos. Na educação alunos e professores tornam-se alienados a partir do que é proposto pela classe dominante a qual faz uso dos livros didáticos para escolher o que é dado e como é dado para os alunos, fazendo com que eles aprendam o básico e nada mais para não sair da alienação que estes se encontram.

  39. Danny Hellen disse:

    Podemos observar tanto no clip “Another Brick In The Wall” de Pink Floyd como nos textos do Enguita, a relação da escola com a sociedade. A escola fez o mesmo processo das fabricas, a padronização. Mostra que o capitalismo domina todas as formas de relações sociais. O ensino padronizado, os professores alienados nas escolas formam alunos alienados, o aluno exemplar é aquele que obedece todas as regras impostas sem se questionar porque as coisas acontecem dessa maneira, sem entender ou refletir sua relação com o mundo e com ele mesmo. Simplesmente por ser mais fácil controlar as pessoas assim. O capitalismo precisa de pessoas nas indústrias, mão-de-obra barata, que obedece sem questionar, não precisa de gente crítica que pense.

  40. Carla Cristina Gomes Nogueira disse:

    Os textos discutidos em sala de aula, assim como o clip “Another brick in the wall”, de Pink Floyd, nos mostram que a escola perdeu a sua função social no sistema capitalista da sociedade atual. O aluno é formado para o trabalho e adquire apenas os conhecimentos necessários para o trabalho e sua sobrevivência a partir dele. Quando entra no mercado de trabalho, é explorado pelo próprio homem e exigido dele a unilateralidade, a qual foi a sua única formação oferecida, justamente o contrário do que defende Marx, Engels, Enguita e Antunes. Estes autores propõem a formação do homem omnilateralmente para não ser um trabalhador alienado. Marx, quando trata de educação, defende que a alienação e a divisão do trabalho só terão fim quando houver um embate entre trabalhadores e patrões, o que romperia com o círculo vicioso da alienação do sistema capitalista. Marx defende ainda que as crianças tem que trabalhar desde a tenra idade, não como forma de exploração, mas como formação omnilateral
    Há na sociedade capitalista a falsa consciência de que somos patrões, ou seremos se ‘vestirmos a camisa da empresa’, o que nos faz aumentar a individualidade, competitividade e a meritocracia que nada mais é do que a vontade da burguesia, pois assim produzimos mais e somos cada vez mais alvo da “coisificação” e “reificação”.
    Enguita aponta também para a visão da escola que o aluno alienado tem, pois não acredita que o conhecimento é seu direito e é seu. È o conceito de Isomorfismo: a escola e a produção na mesma forma. Ressalta para o estudo como o trabalho em que a nota no final do bimestre é o salário no final do mês. Ricardo Antunes trata especialmente da função do trabalho na vida do homem e como o trabalho se torna estranho para o homem de modo que o próprio homem não se vê e não obtém o fruto do seu trabalho. Aponta ainda que a forma de superação desse modo de trabalho da sociedade burguesa é por meio da formação omnilateral do homem, assim como teve Leonardo da Vinci. O clip de Pink Floyd é exatamente o retrato da sociedade que aliena os trabalhadores e estudantes, oferecendo a formação unilateral e atribuindo à escola a função de formar o aluno para ser o trabalhador do futuro.

  41. Rafaela disse:

    A história do modelo da escola da nossa sociedade é baseada no modelo de trabalho capitalista, fragmentado, alienando os trabalhadores e estudantes, controlando atitudes, pensamentos e a vida da sociedade, a favor da manutenção da sociedade capitalista, padronizando o homem.
    O conhecimento que vem para a escola, para que o professor repasse para o aluno, vem pronto, e nem o professor nem o aluno se apropriam do conhecimento produzido historicamente pela sociedade, apenas reproduzem o que a classe dominante quer.
    Assim nem a escola nem o trabalhador questionam criticamente a forma do sistema capitalista, nem tem meios para tal crítica, pois o que é repassado na escola serve apenas para mante-los no trabalho da forma capitalista.

  42. Veridiana disse:

    Teste.

  43. Patrícia Carla Zarpelon disse:

    Podemos perceber nestes textos, que Marx prevê que a Educação fique a cargo do Estado e não da família, pois esta última transmite valores, mas não propicia a aprendizagem. Marx acredita também que através da contradição entre trabalhadores e proprietários, se abole a alienação. Marx adota a Pedagogia do trabalho , assegurando que a criança deve trabalhar. A classe capitalista deseja que crianças não trabalhem para serem persuadias por comerciais de tv, entre outros meios, para assim se renderem ao capitalismo. Marx ainda propõem que a modificação da família, defendendo que a mulher tem o direito de trabalhar, mas não o dever de se submeter ao homem como empregada.
    Com a classe Capitalista, instaura-se também a divisão de tarefas. Essa divisão é forçada e não natural como as vezes pensamos ser, pois, retira de cada indivíduo o saber como um todo, permitindo e contribuindo que este se torne cada vez mais alienado. Ao contrário desta divisão que prevê a unilateralidade transformando o trabalho em mercadoria para produzir mercadoria, Marx diz sim que é possível a formação do homem como todo, como um ser completo,e apresenta então a omnilateralidade. Um exemplo de omnilateralidade é Leonardo da Vinci.
    Podemos observar em um dos documentarios assistidos em sala, o exemplo de uma escola de modelo espanhola em que as crianças trabalham desde pequenas , assim como prevê a teoria pedagógica de Marx, contribuindo assim para a formação do homem como todo.

  44. Patricia Santos disse:

    Os textos estudados nos mostram a relação entre o sistema escolar e o sistema capitalista, revelando que a escola acabou se tornando um espaço de manipulação e alienação, atendendo plenamente aos interesses de manutenção da hegemonia da classe dominante. Os conteúdos ensinados visam atender as exigências do mercado de trabalho, sem preocupação com a formação integral do indivíduo: o que se espera é a formação de mão de obra subordinada e alinhada a conceitos como a meritocracia, a competitividade e ao individualismo exacerbado. O vídeo da música “Another brick in the wall” da banda Pink Floyd retrata com maestria essa situação de manipulação e alienação através da obediência e disciplina, valores que a escola deseja incutir na consciência de seus alunos, a próxima classe de trabalhadores que servirá aos interesses da burguesia. Um fato relevante é que o vídeo foi lançado em 1979, e a crítica feita naquele momento continua atualíssima. Os textos apontam ainda que a formação omnilateral, onde o indivíduo é detentor do saber capaz de gerar questionamentos e a busca pelo conhecimento pleno é que poderão tirar o homem dessa situação de opressão, por meio da luta de classes e da superação da dominação imposta pelo capital.

  45. Mariana Pires Calijuri disse:

    A partir dos textos 9 – 10 – 11, 12 e 13, podemos ressaltar algumas interações fundamentais da Sociologia da Educação, entre elas, o isoformismo (ENGUITA, 1993) o qual se trata das semelhanças que há entre a situação do trabalhador e do aluno. Ambos totalmente alienados ao sistema capitalista. Se na indústria o operário não pode questionar o patrão, na escola o aluno é quem não pode questionar o professor. No clipe do Pink Floyd, “Another Brick In The Wall” (1979) dá para ver bem o carater alienante que a escola possui, onde o aluno exemplar é aquele que fica quieto para não atrapalhar a aula, que obedece e faz todos os deveres passados pelo professor, que não questiona o professor em nada. Nesse sentido, podemos concluir, que se repete na na escola o que acontece na indústria!

  46. Maria Luciana C. Brito disse:

    Para falar das Interações Fundamentais da Sociologia da Educação é preciso recorrer a todo o processo histórico no que diz respeito ao trabalho.
    Partindo do sistema artesanal à necessidade da produção em quantidade, ou seja, a manufatura, até chegarmos ao capitalismo, a revolução industrial e a tecnologia avançada dos tempos modernos, temos um longo processo de transformação do trabalho, da sociedade e dos valores humanos. A escola, para o sistema capitalista, é um lugar de reprodução da sociedade trabalhadora – Isomorfismo. Este é o pensamento que norteia as interações fundamentais da sociologia da educação, pois é com base nessa ideologia que a educação é desenvolvida. A escola passou a ser a reprodução da sociedade quando tomou para si o modelo de produção do sistema capitalista, e tem em todo o seu aspecto a imagem do sistema de produção e reprodução do capital. A escola, segundo o capitalismo, prepara o aluno para ser o profissional capacitado, para assumir seu posto de operário no futuro, para isso, sua função é reproduzir os métodos do trabalho coletivo. Para Marx, o sistema de educação vinculado aos métodos de trabalho industrial aliena o indivíduo e tira dele a oportunidade de emancipação humana. Quando o conhecimento é fragmentado, como ocorre no sistema educacional vigente, o indivíduo (aluno) passa a ignorar a totalidade, seu trabalho passa a ser estranho a ele, o que o leva a ser alheio a valorização de seu próprio trabalho, ponto de partida para a humanização de seu ser, como ser social. Torna-se unilateral, pois tende a especializar-se. Torna-se individual e competitivo, já que acredita que é por seu esforço que terá melhor desempenho e alcançará melhor posição na classe social. Torna-se alienado, pois não sabe que é um ser histórico e não se apropria de sua própria cultura. Todos os textos e vídeos estudados em sala de aula, clareiam a nossa visão a respeito da intencionalidade do sistema capitalista. O texto “Trabalho e Estranhamento” de Ricardo Antunes diz: “O trabalho mostra-se como momento fundante de realização do ser social, condição para sua existência; é o ponto de partida para a humanização do ser social e o motor decisivo do processo de humanização do homem”. Este deveria ser o alicerce do sistema educacional, segundo Marx, pois para ele, o trabalho é a condição do gênero humano, o que o diferencia de outras espécies animais. Para Marx, Engels, Enguita e Antunes, o homem omnilateral é o exemplo de indivíduo preparado e consciente para se apropriar de todo o bem cultural acumulado pela história da humanidade e apto para valorizar seu trabalho. É um modo de superação do sistema atuante, porém, só poderá ter exito, quando houver um confronto entre a classe trabalhadora e a classe dominante.
    o vídeo de Pink Floyd “Another brick in the wall” tenta reproduzir a escola do ponto de vista de uma classe oprimida pela sociedade. Mostra crianças indo para a escola sem motivação, sem saber o que estão aprendendo e sem saber para que estão adquirindo aquele conhecimento. Logo no inicio da música, o garotinho pergunta em pensamento para o pai “Papai, o que mais você deixou para mim?”.
    Esta frase representa bem a intensão do sistema capitalista em relação a grande maioria da população representada pelos operários; o indivíduo não troca a sua força de trabalho para adquirir algo, mas somente para a sua subexistência e seus filhos devem seguir o mesmo caminho. O vídeo também mostra a reprodução da violência, quando mostra o professor levando uma bronca da esposa e ao mesmo tempo, mostra ele espancando crianças na escola, também enfatiza que a escola é uma local de reprodução da sociedade. Um trecho da letra da música diz: “Tudo era apenas um tijolo no muro.Todos são somente tijolos na parede”.
    Estas frases traduzem o sentimento do coletivo, do ensino sem propósito, de uma vida sem propósito, de uma sociedade capitalista.

  47. Annelize dos Santos Martins disse:

    O professor está sempre em contato social e estabelecendo comunicação com seus alunos; eles passam a cada ensinamento por uma modificação, existindo assim uma interação social entre eles.
    A interação social, deve haver reciprocidade nas ações entre os indivíduos, porém existem novos tipos de contato social, como a interatividade, que é a troca simultânea de informações.
    Porém como mostra no clipe Pink Floyd – Another Brick In The Wall, podemos perceber que a interatividade entre aluno e professor é a mínima possível. Vivemos em um mundo que somos alienados ao capitalismo, é ele quem dita as regras e nós cidadãos muitas vezes não temos o direito de ir ao contrário do que ele dita.
    No clipe, percebemos que os alunos são tidos praticamente como robos, que devem seguir a linha, andar uns iguais aos outros, aquele que não questiona nenhuma atitude do professor, aquele que não pode ter dúvidas pois deve ser um aluno exemplar, entendendo tudo o que o professor dita, obedecendo suas ordens. E como diz a letra da música, os professores podiam fazer o que quisessem com as crianças, mostrava aos outros suas fraquezas, consequentemente humilhando-os.
    E assim também era no trabalho. Os operários também seguiam regras feitas por seus chefes e mesmo que não os agradava, eles eram obrigados a seguir corretamente essas normas sem questionar nada; Com isso, percebemos que o trabalho, a indústria, está sempre interligada com a escola, o que atinge um, afeta no outro.

  48. Mariana Santini Arroyo disse:

    Os textos estudados nos mostram como o capitalismo está presente na educação. Fazendo com que o ambiente escolar perca seu verdadeiro propósito e se torne um lugar de alienação, autoritarismo, fragmentação e de favorecimento ao sistema posto. O clipe Another brick in the wall – Pink Floyd faz uma crítica ao sistema educacional que se baseia no sistema de produção capitalista, onde o aluno pode ser facilmente comparado a um trabalhador manufatureiro (Isoformismo). O professor é a autoridade dentro da sala de aula e, o conhecimento que este passa para o aluno é pronto e não deve ser questionado, o aluno por sua vez, deve cumprir suas obrigações dentro da sala de aula, para que no final obtenha uma nota; Tudo isso como algo padronizado, como um sistema fabril. Dessa maneira, formam-se cada vez mais, alunos e professores alienados. Contrário ao isoformismo, os textos apresentam a omnilateralidade cujo individuo torna-se capaz de superar o sistema atual e obter uma formação de conhecimento completa.

  49. Raiza Oliveira disse:

    O sistema capitalista atinge e influencia diretamente todas as relações sociais. As relações de trabalho, as relações pessoas, e também, as relações estabelecidas dentro da escola. Desse modo, a escola ocupa um papel fundamental de manutenção e reprodução das relações sociais capitalistas.
    As crianças aprendem a respeitar as regras impostas, a organização, a desigualdade, etc. Assim, esse tipo de coisa para a se tornar natural, ou seja, inalterável.
    O sistema capitalista depende da exploração do homem pelo homem, e do lucro que essa exploração gera, apenas para uma pequena parcela dos homens, e nunca para aqueles que são explorados.
    O homem vende sua força de trabalho, assim, o produto se torna exterior a ele e este, já não se reconhece mais. A alienação ocupa papel principal neste processo, pois o homem passa acreditar que o seu trabalho, o produto do seu trabalho, os bens materiais e culturais não são seus por direito.
    Neste sentido. o papel da classe dominante, também alienada, é de organizar esta sociedade, a fim de atender seus objetivos, gerar lucros e principalmente, manter as coisas como estão.
    Neste ponto pode-se perceber o papel da escola, como mantenedora e reprodutora desse sistema explorador e injusto, no qual os trabalhadores são meros executores padronizados e do qual todos nós fazemos parte.

  50. Edinaldo S. Nascimento disse:

    Vivemos uma era Capitalista, a educação, a saúde, a arte e até mesmo os direitos humanos sofrem reflexos do capitalismo. A industrialização da era Fordista nos impregnará até o fim dos tempos, dos tempos de alienação, alienados e alienantes conviverão eternamente no mundo globalizado. Os protestos, marchas e revoluções serão necessárias para a manutenção mundial, para a “ordem” dos seres humanos, até que o indivíduo rompa a tensão gerada na relação comandado/comandante e gere uma nova tensão que o contemplará, desta vez, como comandante. Ou seja, o ciclo alienante da classe dominante sobre a classe dominada não cessará, este continuará nos dando paliativos “regalos maquiados” a fim do contínuo processo de fabricação de alienação em massa. The Pink Floyd Band em Another Brick in the Wall protestara por meio de comunicação audio/visual habilmente o processo de massificação da alienação, e nós, “Homo Sapiens” seguimos uma tradição.

  51. Veridiana Oliveira disse:

    Ao fazer uma análise de “Another Brick In The Wall” de Pink Floyd após ter noção de Enguita (1993) a alienação do cidadão será realizada com sucesso, visto que as políticas querem a perpetuação deste regime na classe trabalhadora. O indivíduo crítico, capaz de tomar e decidir suas atitudes é combatido nesta sociedade, a escola propõe a formação de um cidadão alienado conformado com a situação que vigora em sua sociedade.

  52. João Theodoro de Alvarenga Junior disse:

    Precisamos encarar a escola como uma Instituição historicamente construída e pertencente ao sistema político regente, estando envolvida nos princípios burgueses, capitalistas e do liberalismo. A escola tem como objetivo reproduzir as formas que a burguesia impõe para a manutenção desse sistema capitalista. A todo momento, a escola sofre as mudanças externas da sociedade, trazendo para a sala de aula muito dos princípios que o sistema precisa para se manter no poder. A questão é mostrar a comodidade do seu sistema, tornando as pessoas cada vez mais alienadas e acostumadas despertando o sentimento de incapacidade de mudar ou opinar sobre a sociedade. Para tanto, a música do Pink Floyd mostra bem como a ordem é imposta e que se deve formar pessoas capazes para obedecer as regras estabelecidas por uma supremacia. Na verdade o clipe mostra como a educação trata de moldar as pessoas segunda uma hegemonia, e que esta é direcionada para os princípios capitalistas.

  53. Amanda Amaral Perles disse:

    No vídeo “Another brick in the wall” de Pink Floyd, notamos que ele se relaciona bem com os conceitos estudados. A sociedade capitalista conduz cada vez mais o homem para a alienação, estando presente em todas as interações sociais, inclusive na escola. No trabalho o homem passou a ser objeto, é manipulado e sofre com as influências do consumismo, vê o produto de seu trabalho pronto, mas sequer pode consumi-lo. Em comparação está o aluno, que é manipulado pelo produto pronto do conhecimento, sendo influenciado ao consumismo. A escola assim introduz permanentemente a alienação e contribui para a perpetuação da ideologia dominante.
    Enguita chama de isomorfismo a relação semelhante que existe entre escola e sociedade. Em contrapartida está a omnilateralidade, onde o indivíduo é capaz de obter todo o conhecimento, se tornando um ser completo e superando o que o sistema dominante tenta incutir na sociedade.

  54. Deise disse:

    1. A economia de hoje é capitalista forma indivíduos consumistas e alienados perdendo assim o sentido, o valor dentro da sociedade. A educação que tem como objetivo formar esses indivíduos tornando-os críticos da verdadeira realidade do sistema, é mais uma refém das atitudes que vem de cima, ou seja, fala amém para o sistema e aliena seus alunos e professores, onde o professor está descrente do seu trabalho e o aluno por sua vez já não sabe mais o sentido de ir para a escola. No clipe de Pink Floyd – Another Brick in the Wall vemos o autoritarismo do professor, mas ainda sim o seu esvaziamento como ser que forma indivíduos e a alienação dos alunos. Assim ao entrar para o mercado de trabalho esse indivíduo será explorado pelo homem trabalhando na unilateralidade, fornecendo somente sua força de trabalho, condição essa oposta a que Marx pregava que era a omnilateralidade, um ser que faz tudo e sabe o sentido do que faz.

  55. Elisa Rincon Vieira disse:

    Relacionando o vídeo de Pink Floyde e os conteúdos estudados com a realidade nas escolas, vemos uma grande influencia do capitalismo e seu sitema de ensino fragmentado. As escolas atuais colocam o trabalho como uma consequencia do conhecimento, e não como todo o processo de aquisição desse conhecimento até as consequências de sua produção. Na atualidade e no vídeo não conseguimos encontrar casos em que exista a “omnilateralidade”, pois o ensino de conteúdos fragmentados não permitem aos alunos se tornem seres completos e superem o sistema dominante.

  56. Evaldo disse:

    Na realidade o vídeo do Pink Floyde é muito legal para se ouvir pois a melodia lembra o verdadeiro rock, a letra em sí tem que ser analisada no seu contexto já que o sistema educacional ali criticado era o britânico.
    A escola hoje passa por várias transformações que determinam a ótica do mercado mas ainda existe uma luz no fim do túnel, para isso é necessário que se conscientize a classe trabalhadora e a ferramenta está nas mãos do professor, esse que é tão criticado ainda pode fazer a diferença.

  57. Deise Scardelato disse:

    Nossa economia é baseada no sistema capitalista onde a educação é toda fragmentada, quando na verdade deveria ser total, que forme o indivíduo para contestar o sistema imposto que não seja mero reprodutor de idéias. No clip Another Brick in the Wall os alunos são meros ouvintes sem poder dar sua opinião sobre a aula, ou seja, são seres alienados não pensantes que simplesmente fazem o que o sistema manda. Educação essa contrária a que Marx propunha. Marx idealizava o homem omnilateral que sabe onde quer chegar tem um objetivo e se reconhece ao final da produção.

  58. Beatriz Stefanie da Silva disse:

    Através dos textos estudados e depois de ter assistido o famoso clip do Pink Floyd, “Another Brick In The Wall” (1979), percebemos a grande presença do capitalismo na sociedade, afetando principalmente a educação, que se torna cada vez mais fragmentada e com o objetivo de alienação, fazendo com que as pessoas sejam cada vez mais alienadas. Outro aspecto que podemos apontar que aparece nos textos e no clipe é que mostra como as relações no trabalho estão inseridas no contexto escolar.
    No clipe podemos ver o que muitas vezes acontece em nossa realidade mostrando que o professor é a autoridade dentro da sala de aula, onde ele passa o conteúdo e o aluno não questiona nada e exige que o aluno cumpra as suas obrigações escolares. Tudo isso como algo padronizado, como um sistema fabril.
    O trabalhador é alienado, se adéqua a padrões já estabelecidos, se conforma e reproduz, esta nada mais é do que uma conseqüência do capitalismo. Na escola, o mesmo acontece com os alunos. E é exatamente isso que o capitalismo querem os aunos aprendam “competências” superficiais para serem uteis a eles em suas fábricas, servindo apenas de mão-de-obra, sendo apenas mais um trabalhador alienado.
    Os textos estudados em sala de aula apresentam a omnilateralidade cujo individuo torna-se capaz de superar o sistema atual e obter uma formação de conhecimento completa, esse o homem que Marx idealizava.

  59. Gleicer Correia disse:

    O vídeo ” Another Brick In The Wall ” de Pink Floyd explicita bem o contexto alienado em que a sociedade se encontra ainda hoje, regidas pelo capitalismo que, de uma forma ou de outra, impede que o indivíduo pense e desenvolva suas capacidades. Esse regime e essa forma de pensar reflete também na educação. Os alunos são pensados como meros ouvintes seguidores de regras, impedido de explicitar ideias, interagir com a aula e com o professor.

  60. Bete disse:

    Por meio das leituras feitas no módulo 3, da disciplina Sociologia da Educação 1, percebe-se que há uma crítica ao modelo capitalista, cujo poder se encontra nas mãos de poucos, que procura explorar e controlar ao máximo os todos os setores de nossa sociedade, inclusive da Educação.
    A leitura de M. Enguita é um exemplo desse olhar, em que o aluno, ser alienado, não vê o conhecimento como um direito seu, mas como se fosse um dever. A essa reação é dado o nome de Isomorfismo, em que escola e produção “trabalham” do mesmo modo.
    Já Ricardo Antunes mostra a da função do trabalho na vida das pessoas, que não se reconhecem nesse trabalho. Para ele, superar isso só pode ser por meio da omnilateralidade do homem.
    Quanto ao clip de Pink Floyd, que mostra a rígida educação britânica, há uma comparação entre o trabalho mecânico e a escola tradicional e unilateral, formando o homem somente de uma forma e de modo alienado.

  61. Poliana disse:

    Os textos estudados no módulo 3, fazem uma crítica ao sistema capitalista, que na busca intensiva pelo lucro , causa uma desumanização do ser social. Este se torna um ser alienado , que nao se reconhece frente a si mesmo.
    Observando o vídeo do do Pink Floyd, “Another Brick In The Wall” (1979) , pode se perceber que esse sistema de produção apresenta um reflexo direto na eduação , que se torna um espaço de manipulção e reprodução da lógica capitalista.

  62. Poliana disse:

    Os textos estudados no módulo 3, fazem uma crítica ao sistema capitalista, que na busca intensiva pelo lucro , causa uma desumanização do ser social. Este se torna um ser alienado , que nao se reconhece frente a si mesmo.
    Observando o vídeo do do Pink Floyd, “Another Brick In The Wall” (1979) , pode se perceber que esse sistema de produção apresenta um reflexo direto na educação , que se torna um espaço de manipulação e reprodução da lógica capitalista.

  63. Ana Beatriz Galbin Gomes disse:

    A partir dos textos e das discussões do modulo 3, temos a afirmação de que o sistema capitalista, vigente em nossa sociedade, prega a formação de cidadãos críticos, porém o que vemos são pessoas alienadas e exploradas pela burguesia. Na educação não é diferente, pois as falhas da formação docente fazem com que os professores reproduzam tudo o que lhes é imposto sem saberem quais são as verdadeiras intenções da classe dominante: pessoas alienadas, formadas pela unilateralidade, que conhecem seus direitos, porém não se movem para exigi-los.

  64. Viviane Borges disse:

    Observamos nos textos do Enguita e no clip Another Brick In The Wall (Pink Floyd) o modelo de escola burguesa onde tanto professores quanto alunos são alienados , pois a escola capitalista impede a formação de alunos pensantes (omnilateral) .Os alunos devem obedecer as regras sem refletir o por que da mesma ; isso os torna fáceis presas do sistema capitalista que não precisa de seres pensantes e sim de operários alienados que não refletem sobre as suas atividades e nem sobre o mundo que vive, o que torna o homem ser explorado pelo próprio homem.

  65. Marcelo George do A. B. Longhi disse:

    ENGUITA (1993) denuncia a coisificação do ser humano no sistema regido pelo capital, onde a escola torna-se um meio de manutenção e reprodução deste processo. A dramatização desta afirmativa toma vida no clip do Pink Floyd, “Another Brick In The Wall” de 1979, nele as crianças são disciplinas por uma hierarquia rigida, intolerante e sistematica, para enfim se tornarem sujeitas e alienadas, ou seja, mais tijolos na construção do muro do sistema. No Brasil, podemos ver a padronização da educação ao molde “taylorista” no livro didatico, todo saber fragmentado, dosado e subvertido, para atender aos interesses de classes dominantes.

  66. Camila Matos disse:

    Enguita, em seu texto “A Aprendizagem das Relações Sociais de Produção”, esclarece que o Capitalismo atinge todas as formas de interações sociais, inclusive a educação. A escola tem um caráter alienante; reproduz a ideologia da classe dominante e garante sua hegemonia, exercendo função de controle social. Esse caráter alienador é proposital, já que o sistema necessita de trabalhadores com esse perfil, conformados com a padronização e fragmentação; a indústria é representante desse sistema, pois o trabalhador não se encontra naquilo que produz, não tendo o conhecimento de todas as etapas de produção do produto e, quase sempre, não tem nem condições de adquirir tal produto, o qual ele mesmo ajudou a produzir. Assim como na indústria, o conhecimento proporcionado pela instituição escolar é fragmentado, não tendo espaço nem tempo para reflexão; só se discute o que o Estado propõe e o professor é condicionado a seguir sua ideologia.
    O clipe da música Another Brick In The Wall do Pink Floyd mostra de maneira crítica a padronização da sociedade que o texto de Enguita discute. Tudo se tornou mercadoria, inclusive a educação. A criança é “lapidada” desde o nascimento pela família e pela sociedade, tornando-se reprodutora do sistema capitalista e da ideologia burguesa, que busca, através de mecanismos variados conformar os indivíduos a respeito da manutenção das classes sociais, essenciais à manutenção e soberania do sistema capitalista.

  67. Eliane Rosa Policarpo disse:

    A partir da discussão dos textos e do clip Another Brick in the Wall(Pink Floyd)podemos observar o esquema produtivo capitalista ,que visa um disciplinamento material como responsabilidade de formar nos alunos hábitos e comportamentos apropriados a indústria ,tornando tanto alunos como professores indivíduos alienados ,a superação desse probelma envolve mudanças estruturais da escola e da sociedade.

  68. Infelizmente o vídeo é tão atual, que parece ter sido produzido hoje. É o que está acontecendo, “produz-se” pessoas que não conseguem pensar e reagir. O consumismo tomou conta de tudo, as pessoas valem pelo que tem e não pelo que são, e os assuntos se restringem na maioria das vezes em :”vou fazer plástica”, ou ainda: “onde você comprou essa bolsa?” Tudo para agradar a uma sociedade que não tem um pingo de piedade dos menos favorecidos. É uma pena.

  69. Sandra disse:

    Excelente este vídeo do Pink Floyd, nos mostra a relação da escola com o trabalho, onde todos são preparados para ocupar seu lugar nesta máquina desenfreada do capitalismo, somos todos peças de uma grande engrenagem moldada nos modelos burgueses. Ainda nos dias de hoje a escola trabalha com um curriculun baseado no modelo capitalista, e os professores preparam suas aulas para produzirem apenas trabalhadores a serem explorados por tal regime. Marx imaginara uma sociedade onde o proletariado seria a parte dominante, e todos trabalhariam visando o bem geral, sendo tudo compartilhado, mas nos encontramos em uma realidade bem diferente.

  70. Erika Caroline disse:

    Podemos fazer uma reflexão de como não seria uma educação para a formação do homem omnilateral. Pois retrata uma educação autoritaria, onde o aluno é uma tabua rasa (principalmente quando o professor lê o que o aluno escreveu em seu diário) e o professor detentor do saber. Acredito que o professor tem que ensinar com uma relação dialógica, pautada na formação integral do aluno para atingir o objetivo de formar um cidadão que pensa, que discute e critique.

  71. GISELE REGINA GUBOLIN NARDELLI disse:

    ASSIM COMO O CAPITALISMO, A ESCOLA É A REPRODUÇÃO PERFEITA DA SOCIEDADE.
    NO CAPITALISMO O HOMEM ASSUME O PAPEL DE MÁQUINA NÃO PENSANTE, APTO A DESENVOLVER APENAS SEU TRABALHO SEM PENSAR SOBRE O QUE ESTÁ FAZENDO E TORNANDO-SE UM SER ALIENADO, O MESMO TEM ACONTECIDO NAS ESCOLAS ONDE CADA VEZ MAIS CRIANÇAS ESTÃO SAINDO SEM APRENDER NADA, É COMO SE ESTIVESSEM COM OS OLHOS TAPADOS E NÃO CONSEGUISSEM ENXERGAR A NECESSIDADE DE SE AMPLIAR O CONHECIMENTO PARA QUE POSSAM SE APOSSAR DE UM MUNDO ILIMITADO.
    DEVE-SE PENSAR NA OMNILATERALIDADE E ADQUIRIR O CONHECIMENTO NA SUA FORMA TOTAL SEM FRAGMENTAÇÃO.

  72. Thaís Leite disse:

    Baseado no Isomorfismo (ENGUITA,1993), onde se trata das semelhanças que existem nas relações de trabalho e nas situações do estudante, da mesma forma em que o trabalhador torna-se um ser alienado em uma sociedade capitalista, o aluno, na escola, torna-se o mesmo, sem entender o porquê de estar onde está fazendo o que faz. Estes, sendo educados pela Pedagogia Tecnicista, onde o aluno deve-se adaptar ao processo de trabalho; esta, não sendo para formar sujeitos críticos. Sendo, então, uma aula mecanizada, com tudo pronto o que deve ser ensinado. Sendo considerada marginal a criança da qual não se adapta a esse modo. Sabendo que, no capitalismo, o valor da força de trabalho não é valorizado pela função exercida, mas sim pelo tempo de trabalho, já que este, quanto maior, mais producente torna-se. Marx assinala que a aparência das relações entre mercadorias com relação entre coisas não é falsa. No capítulo “Fetichismo da Mercadoria”, discute-se isso. A simplicidade do Fetichismo é o ponto de partida para outras teorias de Marx; uma delas sendo a Reificação. Esta, sendo o ato de transformação da propriedades, relações e ações humanas em propriedades; relações de coisas produzidas pelo homem que se tornaram independentes. Transformação dos seres humanos em seres semelhantes as coisas, que não se comportam de forma humana. Tomando como exemplos, os escravos, as relações patrão/empregado.
    Sendo então, a exteriorização a característica principal do ser humano que diferencia o ser humano dos demais animais.

  73. Caroline Teixeira disse:

    Tendo por base os textos, e conforme visto em vídeo da música “Another brick in the wall”, de Pink Floyd, vemos na escola uma reprodução da forma como a sociedade impulsiona o nosso modo de agir e pensar (Isomorfismo). No vídeo vemos claramente os alunos transformados em bonecos, e os que não servem são descartados pelo sistema.

  74. Daniela Alves disse:

    De acordo com o vídeo assistido em aula e através dos textos ficou claro que as interações fundamentais da Sociologia da Educação age de acordo com a classe dominadora, no vídeo mostra que o ensino inglês da época era muito rígido e no fim eles mostram novas possibilidades a ser pensadas e trabalhadas.As interações sociológicas é quem determina a vida social do sujeito e muitas vezes o aluno é um ser alienado, ele simplesmente reproduz o que está sendo exigido.
    Tanto na relação do trabalho quanto da educação, o sistema impõe que sejamos alienados, assim as coisas do mundo são postas a nós objetivamente e por isso não somos acostumados a lutar pelo processo humano.
    Nos textos também eles trazem a explicação do isomorfismo em que o aluno desde muito novo aprende que quem tem o poder é a classe dominante e o sistema é quem governa. Nossa educação não é acostumada a buscar mudanças e desde muito cedo o processo do trabalho está presente na escola e é o capitalismo o grande responsável pelas interações sociais.
    Enfim, até que não haja consciência de que devemos lutar pelas mudanças na educação, essa situação nunca mudará , assim sendo cada vez mais o ser humano se tornará mais alienado.

  75. Fran (Denise Franciane) disse:

    Conforme o vídeo do clip da música “Another Brick In The Wall” o sistema educacional trata as crianças, nesse contexto, como sujeitos passivos sem direitos a expor suas ideias, seus sentimentos e desejos. Isso ocorre devido elas fazerem parte de uma sociedade capitalista que valoriza mais os bens materiais e os lucros. Dessa forma, o sujeito é tratado como ser alienado desses direitos e, ao mesmo tempo, como um ser reificado. Por isso, é necessário que sejam feitas algumas reformas na Educação, de maneira geral, porque ela, em todo mundo, trata seu aluno como mais um tijolo no muro, ou seja, simplesmente para atender as leis do capital e manter esse sistema forte e se reproduzindo, continuamente, para atender aos interesses das elites sociais, econômicas e políticas para se manterem no poder.

  76. Maiara Carnelossi disse:

    Neste módulo, que trata das interações sociais, vemos através do vídeo clipe “Another Brick In The Wall” que a escola esta mantendo as crianças como pessoas não-criticas, que não se expressam, que são apenas sujeitos que recebem ordens, etc. Isso tudo acontecendo no sistema educacional, que é movido pela sociedade capitalista atualmente que faz com que o sujeito se torne uma pessoa sem direitos.
    Aqui também vemos claramente as relações que a escola tem com as fábricas, com os trabalhos, pois ambos são dominados pelos capitalistas que apenas visam o lucro através da escola e do trabalho, cada um de sua maneira. Essa relação é chamada de Isomorfismo no texto de Enguita (1993).
    Portanto é preciso que o professor vise um planejamento de aula em que o aluno possa expressar suas ideias deixando de ser alienado dos direitos que têm, e a área educacional precisa ser repensada para que mudem o conceito de aluno e deixem de dar aquela aula do sistema capitalista que visa apenas o capital que isso gera, onde o aluno vai a aula, assisti quieto, e vai embora e termina por isso. Por isso acontece a revolta que vimos ao final do vídeo transmitido em aula.
    É preciso também que os professores trabalhem para mudar esse conceito de que a escola é a instituição que trabalha para formam pessoas que cumprem o sistema que está ai, e para mudar a escola apenas o trabalho consciente do professor pode fazer isso, “libertando” seu aluno para que este nao se torne um ser alienado e saiba impor o que deseja e o que pensa. Este é o intuito desse módulo, trazer para discussão esse isomorfismo; essas interações de trabalho, escola, sociedade, capitalismo,

  77. Fernanda Rissardi disse:

    No clipe do Pink Floyd “Another Brick In The Wall”, é nítido que a escola retratada comporta indivíduos sujeito à ordens que de modo algum expressam-se. Esse fato é atribuído ao atual sistema capitalista que cada vez mais sustenta indivíduos não-críticos conduzidos pela classe dominante. No clipe assistido também é possível observar o quão autoritário é o docente, ordenando que seus alunos apenas cumpram funções já determinadas sem que haja diálogo entre ambas as partes, fato esse que nos remete ao sistema fabril, no qual o proletário visa somente o lucro “escravizando” os proletariados. Essa relação de alienação no trabalho e na educação é citada no texto de Enguita (1993) no qual é reiterado que a alienação sofrida pelos alunos na instituição de ensino corresponde à alienação dos trabalhadores no processo de trabalho.
    Essa alienação no processo de educação é proposital visto que o sistema carece de indivíduos não questionadores que submentem-se à cargas horárias de trabalho cada vez maiores sem ao menos poderem usufruir dos objetos fabricados por eles mesmos, enquanto que o dono da empresa agarra todo o capital obtido para si.

  78. Andressa Parra disse:

    Podemos observar que as principais interações que se tornam fundamentais para a Sociologia da Educação estão associadas ao isomorfismo que é abordado por Enguita (1993) e pelo clip de Pink Floyd, “Another Brick In The Wall” (1979), este clip que se refere a um contexto escolar, onde pode ser relacionado com o trabalho, ambos o trabalho e a educação acabam se associando de uma forma totalmente alienada e mecânica, onde o aluno e o trabalhador não tem voz, sendo submetidos a ações corriqueiras, obedecendo a regras estabelecidas pela burguesia que tem o poder de “mandar” e delimitar nossas ações, tratando os alunos como apenas um número a mais. Esse isomorfismo esta associado à união de inúmeras circunstâncias que se diferem, no caso o trabalhador e o aluno. Bem como sabemos que o interesse da nossa sociedade é puramente capitalista e pautado na alienação e consumismo, acaba não priorizando o necessário, a nossa escola brasileira dentro da sociedade capitalista está submetida ao choque do individualismo e competição, o interesse do capital é o que se leva em consideração. O capitalismo faz com que nossa sociedade se torne pautada na fragmentação em algo apenas jogado e nada fundamentado.

  79. Bruna B. disse:

    No clip Pink Floyd-Another Brick In The Wall podemos ver a escola bem como tratamos na sala de aula. A sociedade marcada pelo trabalho inicia-se já dentro da escola, onde vão preparando as crianças.
    Vimos em Marx a alienação, do trabalhador em relação ao que ele produz, onde o produto não pertence ao trabalhador.
    Assim visando a alienação da sociedade paralela a alienação da escola onde o aluno vai aprendendo que ele não tem capacidade de determinar o ensino, nem se quer de demonstrar seu interesse; as crianças não tem palpite em nada tudo já vem pronto e mastigado sobrando para elas apenas obedecer, uma sociedade onde tudo já é determinado.
    Alienação característica da sociedade capitalista, não querem cidadãos críticos, querem apenas aqueles que produziram.

  80. Angelica Camacho disse:

    A escola, é uma reprodução da sociedade capitalista em que ela está inserida, Dessa forma, o aluno é alienado da mesma forma em que o trabalhador, pois na escola, o aluno se encontra fora de si, e só se encontra em si fora dela. Na escola, o aluno aprende que não tem a capacidade para determinar o produto de seu trabalho, ou seja, o objeto de ensino e de aprendizagem.
    No clipe Pink Floyd “Another Brick In The Wall”, essa alienação do aluno fica bem evidente e explicita, pois o sistema capitalista, trata o aluno como “produtos” a serem produzidos, ou seja, fragmenta-se tudo aquilo que o sistema quer que o aluno aprenda, a fim de que não forme cidadãos críticos, já que a sociedade capitalista não precisa disso.
    Dessa forma, o aluno assim como o trabalhador, não se sente satisfeito na escola, não sente prazer em estar lá.

  81. Camila Pavaneli disse:

    A escola é uma das ferramentas do sistema capitalista. A partir do processo aprendizagem direcionado e tendencioso, do qual foca-se no pensamento das elites, a fim de massificar as pessoas e torna-las alienadas as mazelas apresentadas pelo sistema capitalista. O aluno antes do processo final do ambiente escolar tem um comportamento indisciplinado e questionador, no passar dos anos, este passa a ser disciplinado e alienado, sendo assim facilmente adestrado pelas elites, para continuar sendo subordinado e acrítico em relação ao ambiente degradante que o capitalismo proporciona. Assim como o trabalhador estranha o seu produto fruto do processo do seu trabalho, o aluno estranha sua aprendizagem, visto que é imposto a eles conteúdos das quais ele não tem nem o direito de questionar.
    Uma das principais características do capitalismo é a transformação dos seres humanos em mercadorias e, principalmente, em máquinas geradoras de riquezas. A principal ferramenta é a escola cujo seu papel é a formatação do homem para o trabalho alienado, os alunos acabam sendo transformados em mero produto capitalista. As ações intelectuais são legadas a pequenos grupos elitistas que são os detentores do capital e são os responsáveis pela exploração da mão de obra formada nas escolas.
    A escola voltada para o trabalho alienado é difundida no ensino público e particular, tendo como premissa a ótica capitalista de galgar escalas sociais superiores a partir do trabalho. Com isso as pessoas se submetem a um ensino mecanicista e reprodutivo em todas as esferas do âmbito acadêmico. A reflexão, análise e crítica social ficam de lado, já que não interessa ao sistema capitalista pessoas que questionem a usurpação de direitos sociais que lhe convêm. Esses direitos sociais se baseiam no consumismo e na falsa liberdade que ele lhe oferece.
    A Sociologia com seu caráter questionador busca ter uma visão holística das mazelas sociais e leva o aluno a perceber e ir contra a formatação do ambiente escolar e da própria sociedade do capital.

  82. Letícia Veste Correia disse:

    De acordo com os textos que falam sobre as interações fundamentais da Sociologia da Educação e também do clipe de Pink Floyd, “Another Brick In The Wall” que assistimos em aula, podemos perceber a relação que existe entre a educação e o trabalho, ou seja aluno e trabalhador, em que ambos encontram-se inseridos na alienação: não são críticos, são apenas submetidos a cumprir ordens, obedecer as regras estabelecidas pelo professor e pelo dono (patrão). Por exemplo: o aluno vai aprender o que o sistema vai estabelecer que ele aprenda.
    Tudo isso deve-se ao fato de que na nossa sociedade os interesses estão sempre voltados ao capitalismo e também que a classe dominadora detém todo o poder nas mãos.
    No final do clipe podemos perceber uma grande revolta a tudo isso.

  83. Beatriz Rincão disse:

    O presente módulo irá trabalhar a relação da escola com o capitalismo, ou seja o trabalho. Nessa perspectiva podemos notar que tanto o aluno quanto o trabalhador são alienados, porque vivem, trabalham e estudam para o seu mudo, assim eles se torna pessoas acríticas, ou seja, não criticam, não são críticos e tudo que é lhe dado é aceito sem ser questionado, como por exemplos: ordens de um superior.
    No Clipe do Pink Floyd, ”Anhother Brick In the Wall, podemos notar a principio que os alunos estão sempre reprimidos cumprindo ordens do sistema capitalista escolar, então eles andam em filas, sentam em filas e carteiras, não conversam ” são tapados” para não enxergar o mundo a sua volta. E isto se dá pelo fato na nossa sociedade ser capitalista e tudo que acontece nela é para o capital, ou seja, trabalhamos para o sistema que não nos favorece que não nos dá nada em troca e também para as classes dominantes.

  84. Noemi disse:

    No Clipe do Pink Floyd, ”Anhother Brick In the Wall”, retrata uma escola modelo do capitalismo, onde todos fazem aquilo que o professor quer que façam, só aprendem e não podem se expressar. no capitalismo tanto o aluno quanto o trabalhador são alienados, pois só fazem aquilo que lhes mandam e não questionam. no texto do Ricardo Antunes (2010), diz que o trabalho humaniza o ser humano, pois ele coloca todo o seu conhecimento no objeto e este toma forma daquilo que o homem pensou onde nos diferencia dos animais , mas chega uma tempo em que esta atividade começa a ficar tão repetitiva que causa um certo estranhamento, onde o trabalho deixa de ser algo prazeroso e sim um fardo, uma atividade odiosa, algo que é imposto e não mais uma necessidade. Segundo Marx a mais valia perde seu total sentido, o homem perde sua ominilateralidade, o trabalhador trabalha unicamente pra satisfazer as necessidades do patrão e assim acontece na escola o aluno finge que presta atenção para o professor se sair bem com os colegas e direção. No final eles descobrem que se rebelar pode ajudar a se livra daquilo que os oprime, pois que faz uma aula ou uma produção são os alunos e trabalhadores e não o patrão quando todos descobrirem isso tudo pode mudar.

  85. Nicole Sangalli disse:

    Nas relações de produção capitalista, o trabalhador está alienado também em relação ao processo de trabalho. Não é ele, mas o capital quem determina como se deve produzir um objeto ou serviço qualquer. O mesmo acontece na escola: o aluno não determina de que forma haverá de adquirir os conhecimentos dispostos para ele, não decide sobre a forma de aprendizagem. A cultura e os conhecimentos apresentam-se ao aluno com uma entidade acabada, reificada, com lógica e vida própria, estática, e dificilmente modificáveis. O estudante que não encontra motivações nem satisfações intrínsecas nem no processo nem no produto de seu trabalho, é motivado por meio de notas, boletins e etc, As notas e títulos são as metáforas do salário, do status. O estudante aprende assim a se desinteressar pelo conteúdo de seu trabalho, escolar primeiro e produtivo depois, e a se ajustar a um sistema extrínseco de recompensas. Assim como o adulto não pode senão considerar o trabalho como uma obrigação, independentemente de qualquer interesse intrínseco e só um meio indireto para satisfazer suas necessidades pessoais (fora do trabalho), assim se ensina às crianças a considerar o trabalho escolar.

  86. Hayanne Zahra disse:

    A partir das leituras dos textos é possível sintetizar que dentre as diversas formas de interações sociais o capitalismo está instalados, e também na educação. O aluno encontra-se alienado à escola, a qual pode-se afirmar que possui caráter capitalista, dominante.
    Assistindo ao clipe “Another Brick in the Wall” da banda Pink Floyd, é possível enxergar de maneira mais clara essa alienação e domínio do capitalismo. Os alunos agem como se fossem “robôs”, seguindo a linha da classe dominante, sendo o aluno exemplar aquele que não discute e nem questiona o professor, obedecendo às ordens e mandos dele.
    As interações devem ser recíprocas entre ambas as partes, no caso professor e aluno, onde haja interação entre os indivíduos, sem moldar os alunos mediante os princípios do capitalismo.

  87. Marina Martins disse:

    O sistema instaurado na sociedade que tem por fundamento a exploração e o consumo, o capitalismo pode ser explicado por alguns autores. Podemos apresentar Marx, que caracteriza a exploração do trabalhador e tem o conceito de trabalho alienado. O que seria o trabalho alienado? O trabalhador produz em seu trabalho, mas o seu produto é estranho a ele. Ele não reconhece o que produz na sociedade e trabalha e mais e mais para consumir o que ele mesmo produziu. Não trabalha por um sentido e sim pela necessidade financeira apenas. O ciclo do sistema passa a ser vicioso. Trabalhar para consumir mais e mais. A sociedade então considera normal e natural as condições de classes. Passa a ser culpa ou responsabilidade do indivíduo a ascensão social. Está ascensão estaria através da educação. Na educação, o que se pode encontrar é também um sistema alienado. Motivados pelo sistema capitalista e totalmente influenciado por este, seguem um modelo de formar massas e classes no mesmo modelo. O aluno não vê sentido no que produz e sua permanência na escola passa a ser para obedecer. No clipe da música o modelo escolar acontecia de forma severa. Mas será que o modelo escolar atual mudou? Está presente ainda o modelo que tem como o capital e a geração dele a principal formação humana. Uma formação voltada para a emancipação política e de capital. Neste sentido é necessário para a transformação escolar como na revolução do vídeo e mesmo na transformação social trabalhar a emancipação humana. A emancipação humana tem como objetivo o olhar humano, não como principal objetivo o capital e sim as características e condições humanas, valorizando o ser. Um modelo que deveria ser seguido na educação para obter resultados não associado ao capital e sim resultados plenamente humanos.

  88. Mylena Pereira disse:

    No terceiro módulo da sociologia vimos que o capitalismo influencia o mundo inclusive a escola, que acaba sendo uma reprodução da sociedade. A escola é uma ferramenta do capitalismo por gerar lucros e seguir os padrões da burguesia, segundo Marx , que por sua vez, assim como as máquinas a escola trata seus alunos como seres alienados como vimos no clipe Pink Floyd, “Another Brick In The Wall”. No vídeo os alunos não tem expressão, não são críticos seguindo a mesma lógica e a mesma regra- são tratados como robôs e percebe-se também como o professor é autoritário não questionando e nem dialogando com seus alunos, apenas segue regras que são atribuídas á eles não se preocupando com o aprendizado dos alunos.
    Os alunos seguem um único padrão – como mercadoria, e assim como os trabalhadores não conseguem entender aquilo que está sendo transmitido á eles, e também não conseguem ter acesso aquilo que eles mesmos produziram. Como estão dentro de um sistema capitalista na qual tudo tem um mesmo sentido para todos, os alunos são seres alienados.
    Esse modelo de escola ainda está presente em várias instituições que seguem o padrão do material apostilado – não dando sentido e nem alterações na maneira que vai ensinar, tratando todas as pessoas da mesma forma. É preciso acontecer a mesma revolta que aconteceu no vídeo, uma revolução contra essa alienação e uma emancipação humana para que tratem o indivíduo como ser social e suas particularidades.

  89. Marieli Bianchi disse:

    De acordo com os textos o modelo de escola atual é uma reprodutora e uma das sustentadoras sociais do sistema capitalista. Trabalhadores e alunos alienados sem perceber o motivo de suas ações e tendo-as fragmentadas não entendendo sua relação com o todo, assim o homem distancia-se sem perceber de sua omnilateralidade acarretando sua desumanização.
    A educação gira em torno dos interesses das classes dominantes, portanto a burguesia impõe que a criança não deve trabalhar, assim desvalorizando a possibilidade de todos serem humanizados de acordo e de estar em contato com algo que lhe proporciona transformações e significa sua existência e suas ações.
    O vídeo Pink Floyd, “Another Brick In The Wall” traz no clipe um modelo escolar tradicional onde o aluno não tem voz, autonomia e interação. Estes apenas acatam as ordens sem questioná-las inserindo-se nos processos da alienação no sistema capitalista. no remetendo a reflexão sobre tais aspectos presentes na real atualidade.

  90. Nayara Koseki disse:

    Pelo clip do Pink Floyd, “Another Brick In The Wall” (1979), percebemos um modelo de escola na qual o aluno não tem voz, que é dominado pela sociedade em que vive. Essa determinação da vida social do individuo, faz parte das interações fundamentais da sociologia, principalmente na área da educação,pois o sistema educacional tem pregado somente o que a sociedade e a mídia manda.
    Assim, estamos vivendo q nossa vida social de forma alienada, onde o individuo esquece de ser para se preocupar com o ter, ou seja, ele passa viver para poder ter/consumir.

  91. Janaine Braga Ramos disse:

    A partir das leituras efetuadas na disciplina e da análise do clipe “Another Brick In The Wall” (1979)- Pink Floyd. Pode-se compreender a relação estabelecida entre educação e trabalho que existe na sociedade capitalista. O capitalismo é a sociedade na qual os indivíduos da classe trabalhadora estão em um nível de alienação tão intenso que a única tarefa a ser cumprida na vida é trabalhar, mas trabalhar no capital tem um conceito completamente distorcido se comparado ao proposto por Marx, pois no capitalismo os homens trabalham apenas para reproduzir o capital, para os patrões, e garantir a própria sobrevivência. Sendo o capitalismo um sistema complexo e articulado suas instituições estão postas para reproduzir os modelos sociais e segmentar ainda mais as classes, sendo assim, a escola é o espaço onde os trabalhadores aprendem o mínimo, ou seja , apenas o que precisam para manipular as máquinas nas fábricas e em uma educação na qual nunca questionam, aprendem também a ser passivos e aceitar as relações sociais como naturais.

  92. Ana Claúdia disse:

    Os estudos do 3º módulo de Sociologia da Educação I evidenciam que os textos discutidos em sala de aula, assim como o clip “Another brick in the wall”, de Pink Floyd, mostram que a escola perdeu a sua função social no sistema capitalista da sociedade atual, o aluno é formado para o trabalho e adquire apenas os conhecimentos necessários para o trabalho e sua sobrevivência a partir dele. Marx, quando trata de educação, defende que a alienação e a divisão do trabalho só terão fim quando houver um embate entre trabalhadores e patrões, o que romperia com o círculo vicioso da alienação do sistema capitalista. Marx defende ainda que as crianças tem que trabalhar desde a tenra idade, não como forma de exploração, mas como formação omnilateral.

  93. Rebeca Gomes disse:

    Através dos textos apresentados e em particular o que apresentei, pude compreender através das análises de MARX como funcionou a modificação do sistema brasileiro, até chegar ao capitalismo existente nos dias atuais e como se relacionam trabalho e educação. Nesses dois ramos as pessoas se tornam alienadas ao processo em que estão inseridos. No trabalho o funcionário já não sabe mais o que faz, muitas vezes não tem acesso ao produto que ajudou produzir, e cada vez é mais desvalorizado com esse desenvolvimento unilateral, onde cada um faz uma parte, se especializa naquilo e não enxerga que está sendo usado, que a carga horário de trabalho é muito grande mediante o que ganha. Já na educação, os alunos também são alienados, pois na maioria das vezes só aprende aquilo que é passado na escola, que é escolhido pelo classe dominante que não quer que os dominados tenham acesso ao mesmo saber que eles, para que não haja ações revolucionarias em busca de uma mudança nessa sociedade. Quando Marx fala da falsa consciência é pelo fato da pessoa já estar tão alienada que acredita que as coisas estão certas assim, que não está envolvida num processo de alienação, que as coisas tem que ser assim mesmo.

  94. maely disse:

    Conforme lido nos textos, a escola atual também é vítima da sociedade capitalista, onde os próprios professores como também os alunos não tem voz, pois educação também é alvo das classes de interesse, ou seja, os professores devem trabalhar conforme mandado e o aluno aprende conforme ensinado, de uma maneira alienada a criança entende que “ter” é mais importante que “ser”. No clip de Pink Floyd, “Another Brick In The Wall” (1979), é retratado um modelo de escola, onde os alunos e professoras são dominados pela própria sociedade, como se não fizessem parte dela, isso acontece porque o sistema educacional quer que a criança aprenda a ser o que a sociedade no momento esta sendo, ou seja, o que a mídia publica.

  95. América disse:

    A criança nasce em um meio cuja razão é o trabalho.Não o trabalho que enobrece, que enaltece, que leva ao desenvolvimento integral do individuo, mas antes o trabalho em pró do trabalho, o trabalho que escraviza o homem a condições mínimas de dignidade, muitas vezes se limitando, apenas, a sobrevivência. A mentalidade dos pais em relação a educação escolar esta voltada ao desenvolvimento das habilidades e potencialidades, para se conseguir um emprego nos meios de produção. . Ninguém diz a sua prole : ‘’você precisa ir para a escola para se tornar uma pessoas sabia, reflexiva, contestadora,intelectual,revolucionária,transformadora da realidade social,etc.
    Quando o aluno chega no ensino fundamental, começa sua ‘’iniciação’’ à alienação e os instrumentos usados, como praticas e ações pedagógicas, é em pró do fortalecimento do sistema do capital. Não somos visto como pessoas, mas como meras mercadorias , onde o saber se limita, apenas, em formar o individuo para a lógica do trabalho. A ideia de conhecimento não esta articulada com a emancipação humana, mas sim com a emancipação política e econômica, entre aspas.Neste mesmo ambiente alimenta-se as disputas entre os pares, onde só os mais ‘’fortes’’ prevalecem e fortalece-se o espírito do consumismo.Tudo colabora para a alienação , dentro e fora do ambiente escolar . Nisto, percebemos que a escola perdeu seu norte e se distanciou de sua verdadeira função social , pois em suas entrelinhas sua função é a de ‘’fabricar’’ comandados. Qualquer que ouse ser ‘’diferente ou conteste’’ sofre retaliação. Um exemplo , que explica com propriedade este processo, é o dá teia de aranha. A aranha, estrategicamente e arquitetonicamente, tece sua linda teia com o intuito de garantir sua sobrevivência. Quando um inseto fica preso entre os fios tenta escapar de todas as maneiras possíveis, mas quanto mais se mexe mais preso fica. É assim que acontece o processo de alienação onde a aranha se chama sistema capitalista. Para o sistema prevalecer ele precisa de mãos que trabalham e cérebros encolhidos e, a escola , com sua postura conivente se tornou a ‘’câmara da sociedade’’.Já havia assistido este clip de Pink Floyd , há alguns anos atrás, dentro de uma sala do curso de enfermagem, na aula de saúde pública, onde discutíamos sobre o sistema capitalista e a saúde no Brasil.
    Enguita faz uma excelente colocação em seus textos, quando relaciona o trabalho com a educação escolar, no sistema capitalista.Na escola, o ensino se limita em ensinar o necessário para que o aluno ocupe um lugar nos meios de produção, tendo uma formação onilateral, que o habilite para os meios de produção Dentro do ambiente escolar , o individuo não usufruir de seu direito de se apropriar do conhecimento segundo os princípios do materialismo histórico , o qual esta pontuado na ontologia do ser social segundo Marx, para uma formação omnilateral.. Quando este aluno é inserido no mercado de trabalho a única coisa que interessa ,para o capitalista ,é sua capacidade de produzir , por intermédio da força de seu trabalho. Nos meios de produção, o trabalhador sofre a expropriação e, na maioria das vezes não pode possuir aquilo que suas mãos produzem e nem desfrutar dos bens culturais.
    O agravante desta realidade é que as pessoas não conseguem enxergar esta condição alienada a qual vivem, com isso, acham que esta tudo bem, tudo certo, que as coisas funcionam desta maneira e não há como modificar, aumentando o processo de alienação dentro da sociedade.
    É sobre esta realidade social, dentro do sistema capitalista , que o módulo três aborda.

  96. Luany Pyetra disse:

    Os textos estudados fazem um paralelo com o clipe do Pink Floyd “Another Brick In The Wall”,em que demostra como o sistema é capaz de influenciar desde as interações socias,até a educação.No vídeo,é nítido ver a alienação que é imposta,não permitindo que o aluno exponha seus pensamentos e muito mais que isso,que ele seja um sujeito crítico perante as situações em seu cotidiano.Desta forma,ao ser “sufocado”,chega um determinado momento em que os alunos se rebelam,deixando assim de acreditar na educação, “não precisamos de nenhuma educação”,como dito na música. Tudo isso mediante ao sistema.

  97. Ana Régio disse:

    Tanto nos textos estudados em sala quanto no clipe da banda Pink Floyd-Another Brick In The Wall, é perceptível visualizar as interações fundamentais da Sociologia da Educação, pois os mesmos remetem-se à questão do Isomorfismo, que se trata da ação da sociedade sobre os indivíduos, de como a sociedade impulsiona o modo de agir e pensar baseada numa sociedade capitalista. Sendo assim, Enguita (1993), retrata o Isomorfismo destacando as relações sociais na educação e no trabalho, onde o trabalhador e o aluno são comparados como seres alienados, alheios ao que lhes cabe saber e conhecer para tornarem-se seres conscientes de suas ações. O aluno é visto como mero recebedor do ensino, conhecimentos que lhes são entregues prontos, sem sua participação na formulação ou na separação daquilo que lhe é necessário. O trabalhador é visto como mero produtor de bens, tornando-se alienado por não compreender ao menos o processo de seu trabalho, o porque produz determinado produto. Tudo isso leva ambos ao conformismo social, pois não participa do processo de seu próprio conhecimento e processo de trabalho. Ambos devem respeitar uma hierarquia e aceitar daqueles que estão “acima” a palavra final. A escola torna-se um local de qualificação da força do trabalho, onde o aluno é preparado para desenvolver funções mecânicas.

  98. Ludmila L.Liduenha disse:

    No clip Pink Floyd “Another Brick In The Wall” é possível perceber que a escola reproduz a sociedade capitalista e esta longe de como propoe Marx em que afirma que por meio do trabalho o homem se humaniza, portanto por meio do trabalho ele se “educa”. A sociedade é divida e desigual, tanto que certas camadas baixas se alienam a tal ponto que desprezam a educaçao e o trabalho, pois isto perdeu o sentido.
    Como retratado no cilp o individuo se revolta contra a escola pois esta nao apresenta sentido. Os conceitos apresentados na escola são pre determinados pela classe dominante para atingir os seus interesses , nao sento a realidade de todos.

  99. Adriane Paulino disse:

    Com a leitura dos textos do módulo 3, sobretudo o texto que apresentei em meu seminário (Texto 9), compreendi o papel da criança na sociedade capitalista. Marx & Engels, no capítulo sobre educação, trabalho infantil e feminino, alegam que “qualquer criança deve ser um trabalhador produtivo a partir dos nove anos”, não escapando da lei da natureza, “segundo a qual aquele que quer comer tem de trabalhar, não só com o seu cérebro, mas também com suas mãos”.
    Marx & Engels afirmam que as crianças e jovens da classe operária se dividiam em três categorias, sendo a primeira dos nove aos doze e eles deveriam trabalhar, na fábrica ou no domicílio, por duas horas. A segunda categoria, dos treze aos quinze anos e deveriam trabalhar quatro horas. A terceira, que era dos dezesseis aos dezessete, os jovens deveriam trabalhar seis horas, com direito a uma hora para se alimentar e descansar.
    Outro ponto discutido no texto foi a respeito das leis fabris, que defendiam o direito da criança de estudar. Um inspetor de fábrica na Escócia visitou escolas onde os alunos não faziam nenhuma atividade, pois os professores não sabiam nem ler, nem escrever. Os atestados de frequência eram emitidos para que os alunos pudessem trabalhar, porém não havia ensino. Nas escolas onde os professores eram competentes, também não havia ensino, porque eles tinham que colocar o máximo de crianças, com três anos ou mais, em uma sala. Esses professores recebiam pela quantidade de alunos na sala. E, além disso, faltava material didático e o ambiente era fétido.
    Acreditava-se também que as crianças que trabalhavam e estudavam tinham um rendimento escolar melhor que os outros que só estudavam. “O sistema de metade trabalho e metade escola torna cada uma das duas ocupações descanso e recreação em relação à outra, sendo por isso mais apropriado para a criança do que a continuação ininterrupta de uma das duas.”

  100. Flávia disse:

    Tanto o clip, quanto os textos nos fala do aprisionamento do ser, nos mostra o sistema da alienação, a formação de sujeitos não pensantes que são absorvidos pelo mercado capitalista e que são produzidos exatamente para atender este mercado, demonstrando deste modo como o sistema interfere e influencia as interações sociais. A escola deveria ser o lugar de libertação deste tipo de pensamento, mas muitas vezes ela é a precursora dele, talvez seja por isso que precisemos de uma outra educação, ou “nenhuma” como na música.

  101. Letícia Gabriela de Oliveira disse:

    Neste módulo estudamos como a escola serve ao sistema capitalista/elites, impondo currículos homogeneizadores , limitando conhecimentos e atividades, fazendo com que os alunos/massas sejam moldados de acordo com os interesses da sociedade capitalista, ou seja, para o trabalho braçal e que como ovelhas obedeçam as regras impostas pela classe dominante, o que relaciona-se ao vídeo clip Another brick on the wall (perfeito) que demonstra com maestria essa relação entre a educação e a alienação , ressaltando a imposição de conhecimentos, a docilização dos corpos e o desrespeito das massas.
    Vimos que esse trabalho ensinado/imposto pela sociedade capitalista é distinto daquele que diferencia os seres humanos dos demais animais, é um trabalho alienado, no qual o homem não se enxerga na atividade e muito menos no produto, é um trabalho imposto que só lhe traz mal estar. Para Marx a única forma de furgirmos da alienação imposta, é partir da revolução operária ,onde os operários tomariam os meios de produção e fundariam uma sociedade socialista uma transição para uma sociedade sem classes (comunismo)..

  102. Marinelli Almeida disse:

    A partir do momento que a configuração social da espécie se transforma em um fator decisivo para a hominização e humanização do homem a educação se torna primordial para o individuo, por cumprir a função de socialização. A espécie humana elabora mecanismos imprescindíveis para a sobrevivência dos grupos e da espécie, mas essas aquisições adaptativas não se fixam biologicamente nem se transmitem por herança genética. Dessa forma, a espécie cria sistemas de transmissão para garantir a sobrevivência nas novas gerações.
    Em sociedades primitivas, a aprendizagem dos produtos sociais ocorre mediante a participação dos jovens nas atividades cotidianas dos adultos, mas este processo de aquisição se torna ineficaz e insuficiente nas novas estruturas sociais, que estão cada vez mais complexas e povoadas. Dessa maneira, ao longo da historia, surgiram diversas formas de socializar os jovens (tutor, preceptor…), que conduziram aos sistemas de escolarização obrigatório. Esses sistemas não só conceberam a escola como transmissora dos bens culturais e humanísticos, mas particularmente como instituição especificamente mantenedora do processo de socialização puramente conservador, que garante a sobrevivência da sociedade como ela é.
    Para as correntes da sociologia da educação o objetivo básico da socialização dos alunos e incorpora-los no mundo do trabalho, mas há ainda divergências sobre como ocorre esse processo dentro da escola e quais são suas contribuições: para promoção da igualdade de oportunidades ou para reafirmar as diferenças sociais. Outro fator importante da socialização pela escola é a preparação do aluno para a vida pública. Dessa forma, assume-se a ideia da escola igual para todos e que cada indivíduo consegue aquilo que a sua capacidade e trabalho pessoal lhe permitem. É um paradoxo significativo que o individualismo e o conformismo social coexistam como partes da mesma ordem social dentro das sociedades avançadas.
    A maneira mais eficaz de socializar as novas gerações na desigualdade é viver numa escola sob a égide da “igualdade de oportunidades”, sendo que a todo momento o indivíduo e classificado e discriminado pelo grupo social a qual pertence.
    Para que haja uma mudança satisfatória nessa função socializadora da escola o autor discorre sobre desenvolvimento radical da função compensatória, que requer a lógica da diversidade pedagógica dentro do marco da escola compreensiva e comum para todos. O profissional docente deve olhar as diferenças como um desafio pedagógico. E acima de tudo a escola obrigatória não se pode dar o luxo de aceitar o fracasso escolar do indivíduo. A organização da aula e da escola, e a formação profissional do docente, devem garantir o tratamento educativo das diferenças trabalhando com cada aluno desde sua situação real, e não do nível homogêneo da suposta maioria estatística de cada grupo de classe.
    O papel da escola, para a sociologia, não é o da igualdade de oportunidades, mas sim o de atenuar, em partes, os efeitos da desigualdades e de preparar cada indivíduo para lutar e se defender, na melhor maneira possível, no cenário social
    Dessa forma, a escola deve ser tida como o local onde se facilita o processo de aprendizagem permanente, não somente o aprendizado para o vestibular, ajudando assim o indivíduo a compreender que todo o conhecimento está condicionado pelo contexto.
    Enfim, a escola tem que ter a função de facilitar e estimular a participação ativa e crítica dos alunos nos diferentes trabalhos que são propostos na sala de aula e que constituem o modo que se opera a comunidade democrática da aprendizagem.

  103. Ana Régio disse:

    Tanto nos textos estudados em sala quanto no clipe da banda Pink Floyd-Another Brick In The Wall, é perceptível visualizar as interações fundamentais da Sociologia da Educação, pois os mesmos remetem-se à questão do Isomorfismo, que se trata da ação da sociedade sobre os indivíduos, de como a sociedade impulsiona o modo de agir e pensar baseada numa sociedade capitalista. Sendo assim, Enguita (1993), retrata o Isomorfismo destacando as relações sociais na educação e no trabalho, onde o trabalhador e o aluno são comparados como seres alienados, alheios ao que lhes cabe saber e conhecer para tornarem-se seres conscientes de suas ações. O aluno é visto como mero recebedor do ensino, conhecimentos que lhes são entregues prontos, sem sua participação na formulação ou na separação daquilo que lhe é necessário. O trabalhador é visto como mero produtor de bens, tornando-se alienado por não compreender ao menos o processo de seu trabalho, o porque produz determinado produto. Tudo isso leva ambos ao conformismo social, pois não participa do processo de seu próprio conhecimento e processo de trabalho. Ambos devem respeitar uma hierarquia e aceitar daqueles que estão “acima” a palavra final. A escola torna-se um local de qualificação da força do trabalho, onde o aluno é preparado para desenvolver funções mecânicas.

  104. Jacqueline Paiva de Rezende disse:

    As interações determinam a vida social do indivíduo, onde a escola é uma reprodução da sociedade.
    o isomorfismo é considerado a meneira como na sociedade capitalista, o trabalhador e o aluno na escola se tornam indivíduos alienados. Esse caminho de alienação onde o trabalhador e o aluno são inseridos, não permite que percebam a necessidade da ampliação do conhecimento. Tanto a produção quanto o conhecimento são vistos como algo pronto, acabado, o que faz com que eles não percebam que existe um processo humano necessário e fundamental.
    O aluno não tem propriedade do próprio conhecimento portanto não participa da gestão, tornando-se um aluno alienado.

  105. Silmara T. Dias disse:

    O clipe retrata a escola como uma fábrica de pessoas, os alunos não tem expressão e são tratados como robôs.
    O isomorfismo que trata a ação da sociedade sobre o indivíduo, influenciando suas ações os tornando alienados, sem consciência do processo de seu trabalho, como visto no clipe, a escola apenas introduz e reproduz isso, pois os alunos saem de lá com a qualificação necessária para o mercado, os conhecimentos sobre o mundo, a vida, a sociedade não lhe são apresentados, o individuo não precisa de consciência para este modelo de sociedade, apenas precisa “vender” sua força de trabalho.

  106. Raquel Ap. Pereira Piocoppi disse:

    Quebrar a barreira já instaurada do ensino nos moldes capitalista é um desafio conjunto da escola e da sociedade em querer construir mentes pensantes e efetivas na maneira de compreender e agir na sociedade capitalista alienante em que vivemos atualmente. Desse modo, a não conformidade perante as imposições é um processo lento de construção e formação do indivíduo que deve aprender a viver em sociedade, mas não aceitar toda imposição de poucos que dominam para um bem próprio e, assim garantir uma qualidade de vida física e mental do homem.

  107. Vera Lucia Vançan disse:

    O capitalismo tem como principal característica transformar o homem em mercadoria. O trabalho do homem está voltado para a reprodução do capital e não para atender as necessidades dos indivíduos. Dessa forma o homem vende sua força de trabalho e não consegue se ver no produto de sua atividade. Ao vender sua força de trabalho não questionam e submetem-se à dominação dos mais fortes aumentando, cada vez mais as diferenças sociais. A escola nos moldes em que se encontra também está sendo manobrada para atender aos interesses do capital. Assim como o trabalho, a escola tem desenvolvido seres alienados, que não conseguem questionar e não encontra sentido na educação. A desigualdade se reproduz através da escola, uma vez que os indivíduos favorecidos economicamente acaba tendo mais riquezas que os menos favorecidos e esses não questionam, apenas aceitam a condição de homens preparados para servir e ser dominados por outros homens.

  108. wanderléa disse:

    O Clipe que assistimos em sala de aula do Pink Floyd, ”Anhother Brick In the Wall”, traz uma escola onde o modelo é capitalista, todos fazem aquilo que o professor determina que façam, apenas seguem os modelos, sem nenhuma expressão e ação, no clip as crianças se mostram como robôs. No sistema capitalista o aluno pode ser comparado ao trabalhador, pois ambos são alienados.
    (ENGUITA,1993), traz a tona o isoformismo, que são as semelhanças entre as relações sociais do trabalho com as relações da escola, acontecendo no aluno do mesmo jeito que acontece no trabalhador. A mesma alienação se dá com o trabalhador no meio de produção capitalista como também com o aluno na escola, que faz aquilo que é determinado, sem saber o que ele pode fazer com o que tem nas mãos. O aluno não compreende pra que vai a escola e nem o que vai fazer com o que aprendeu (quando se aprende algo), nem sabe como usar tais conhecimentos, o aluno não se posiciona em nenhum momento, se tornando inexpressivo, o mesmo acontece com o trabalhador, que não toma posse do que produz, gera riquezas para outros sem nem conhecer aquilo que faz.
    Portanto, nesta visão, a escola tem caráter capitalista, está preocupada apenas em formar trabalhadores, alienados ao que fazem, não enxergando a força que possuem pra mudar o rumo das coisas na sociedade em que vivem.
    Ao contrário do modelo escolar do clip, a escola deveria ser o lugar de libertação e não de aprisionamento, dar as ferramentas necessárias para o aprendizado e crescimento do ser humano em sua totalidade.

  109. Bruna Jacomin disse:

    No clipe Pink Floyd “Another Brick In The Wall”, a alienação do aluno fica bem evidente e explicita, pois o sistema capitalista trata o aluno como “produto” a ser produzido, ou seja, fragmenta-se tudo aquilo que o sistema quer que o aluno aprenda, a fim de que não forme cidadãos críticos, já que a sociedade capitalista não precisa disso.
    A escola torna-se então mais produto do capitalismo, pois forma apenas o que é necessário e conveniente para o mercado de trabalho. Vimos em Marx à alienação, do trabalhador em relação ao que ele produz, onde o produto não pertence ao trabalhador.
    Assim visando a alienação da sociedade paralela a alienação da escola onde o aluno vai aprendendo que ele não tem capacidade de determinar o ensino, nem se quer de demonstrar seu interesse; as crianças não tem palpite em nada tudo já vem pronto e mastigado sobrando para elas apenas obedecer, uma sociedade onde tudo já é determinado.

  110. Giovanna Alves disse:

    Penso que, por meio das aulas sobre este módulo pudemos compreender como a escola pode ser um “fábrica” para moldar pessoas, a fim de manterem o Sistema Capitalista. No filme, “Another Brick In The Wall” da banda Pink Floyd, esse fato é claramente evidenciado na cena em que as crianças formam uma linha de produção e saem de lá mascaradas e sentadas em carteiras, ou seja, moldadas para o que o sistema determina, ou seja, o sistema escolar corrobora com a exploração do homem pelo homem, por isso, o estudo da Sociologia e de outras ciências também, como Filosofia e História, por exemplo, são de suma importância, para que nós, futuros professores possamos colaborar para a realização de um ensino diferente, capaz de despertar nos indivíduos consciência para revolucionarem a sociedade, lutando por igualdade, justiça e liberdade.

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