Módulo 1 – Sociologia da Educação 3: Para Além do Capital

On agosto 22, 2011, in SocioEdu3, by Fábio Fernandes Villela

Bom Dia Car@s Alun@s Tudo bem?!

Esta é a área para postagem dos comentários do Módulo 1 de Sociologia da Educação 3. A questão para o debate que o Grupo 1 elaborou foi a seguinte: “De acordo com Mészáros, qual foi o papel do movimento dos trabalhadores socialistas frente a idéia de perfeição do sistema do capital?”

Grande abraço a tod@s, Prof. Fábio Fernandes Villela.

19 Comentários “Módulo 1 – Sociologia da Educação 3: Para Além do Capital”

  1. Bruna Tairine disse:

    Segunto o autor, o sistema do capital é tido, principalmente, como sistema de controle sociometabólico enquanto extrator e acumulador de trabalho, evidenciando a sua idéia de perfeição. Diante disso, os socialistas além de negarem o próprio capital devem ter uma atuação corretiva nas determinações e ações deste, de modo que o seu projeto tem de discutir “as causas como causas no modo de controle sociometabólico” com propósito de superar e acabar com as tendências destrutivas do capital. Assim como a ruptura da atuação do capital dentro do modelo educacional, conseqüentemente o que ele acarreta na educação, principalmente voltado ao trabalho.

  2. Monise Matucci disse:

    De acordo com o autor, o papel do movimento dos trabalhadores socialistas foi demonstrar as falhas estruturais de controle do sistema do capital, as quais gerariam crises que o afetariam em todas as suas dimensões, e não apenas em seu aspecto financeiro. Deste modo, o sistema do capital, em sua busca pela expansão e acumulação, se transforma em perda de controle, aumentando os problemas enfrentados pelo Estado e gerando inúmeros conflitos, inclusive as duas guerras mundiais ocorridas no século XX.

  3. Paula Rocha disse:

    A lógica do capital, impõe um modo totalizante de controle da produção humana de forma autoritária e hiearquica.Conforme Mészáros os trabalhadores socialistas procuraram romper com o conformismo histórico imposto e internalizado pelo capital, fazendo uma crítica radical das contradições inerentes ao capital, negando, assim, o modo hiearquico e excludente imposto pelo capitalismo, formando uma “consciência de massa socialista”

  4. Andrea Petreca disse:

    Mészáros destaca, em seu livro, que as condições do capitalismo são alienantes e desumanizantes. Essas condições afetam o âmbito particular de cada um e, para sairmos dessa “prisão” e destruirmos o sistema de domínio social do capital, só seria possível um movimento radical dos trabalhadores socialistas. Portanto, os socialistas devem negar o próprio capital, criando, dessa forma, uma nova consciência, capaz de perceber a ideia falsa no que diz respeito à perfeição do sistema do capital, explicitando as falhas e consequências causadas por um sistema que aliena e desumaniza.

  5. Joyce Longo disse:

    O capital, segundo Mészáros, é o modo totalizante de controle sobre a atividade produtiva humana, que se configura de maneira hierárquica e autoritária. Mészáros denomina de pluralismo socialista, um princípio de organização que visa superar as contradições inerentes à imposição da unidade política. A unidade política não pode ser um objetivo porque a classe trabalhadora não é, por sua própria condição, unificada. Na verdade, ela constitui um complexo de setores variados, muitas vezes antagonicamente estruturado, em contraposição à pluralidade de capitais em torno da qual se baseia o sistema vigente . Por isso, o que é desejável no movimento revolucionário é a articulação pluralista, e não a unidade, que pressupõe camuflar diferenças dos diversos grupos que combatem pela causa dos trabalhadores. De acordo com Mészáros, somente o pluralismo socialista pode impedir que, dentro de um movimento de luta social e política ocorra a imposição do interesse de uma das suas partes sobre as demais. As implicações políticas de tal proposta são claras: o agente social da transformação revolucionária deve ser buscado no trabalho como um todo, que, reconhecendo sua constituição múltipla e heterogênea, age no sentido de atingir o interesse que permeia a classe em sua totalidade.

  6. Sônia H. Ito disse:

    O papel do Movimento Socialista foi de evidência das contradições existentes no Capitalismo que surgem nas manifestações da sociedade.

  7. Carolina Liso Valeretto disse:

    Segundo Mészáros, O capitalismo é uma das formas de realização do capital, a forma dominante nos últimos três séculos, o sistema de metabolismo social do capital tem seu núcleo central formado pelo tripé capital, trabalho assalariado e estado, três dimensões fundamentais e inter-relacionadas, sendo impossível superar o capital sem a eliminação do conjunto dos elementos que compreende este sistema, o sistema do capital se mostrou impermeável á reforma, até mesmo de seu aspecto obviamente mais destrutivo, sendo um sistema que não tem limites para a sua expansão, o capital acaba por tornar-se incontrolável e essencialmente destrutivo, o capital global é obrigado a frustrar todas as tentativas de interferência, até mesmo as mais reduzidas em seus parâmetros estruturais, sentido no qual o obstáculo a ser superado é na verdade comum ao trabalho, sendo que este não é apenas não-integrável, mas precisamente como a única alternativa estrutural viável para o capital, pode proporcionar o quadro de referências estratégico abrangente, no qual todos os movimentos emancipadores de questão única podem conseguir transformar em sucesso sua causa comum para a sobrevivência da humanidade, com o fracasso histórico da social-democracia destacou claramente o fato de que, sob o domínio do capital, somente se podem legitimar as demandas integradas, o capital portanto, é visto como uma entidade material, caracterizada por um mecanismo racionalemente controlável, se articula e consolida como estrutura de comando singular, adequado as suas importantes funções, um modo de controle que se sobrepõe a tudo o mais, qualquer tentativa de superar este sistema de metabolismo social que se restrinja à esfera institucional e parlamentar está fadada à derrota.

  8. Damires disse:

    De acordo com Mészaáros, a lógica do capital impõe o modo totalizante de controle sobre a atividade produtiva humana, que se configura de maneira hierárquica e autoritária. Diante a esse cenário de perfeição do capital os movimento dos trabalhadores socialistas procuraram romper com as imposição capitalista, fazendo uma crítica radical das contradições inerentes ao capital, lutando por melhores condições de trabalho e formando a conscentização das massas por ,meio do “movimentos socialista”.

  9. Cláudia disse:

    De acordo com Mészáros, o papel do movimento dos trabalhadores socialistas frente à idéia de perfeição do sistema do capital, foi de confrontar o controle sociometabólico, exercido por este sistema, com movimentos revolucionários, bem como demonstrar suas falhas e/ou imperfeições, buscando a possibilidade de transformação e uma transição do sistema capitalista para o sistema socialista.

  10. Susa Karen disse:

    O capitalismo é uma forma incontrolável de controle sociometabolico, pois controla tudo e a todos. Esse sistema se baseia na alienação dos produtores, e nesse processo de alienação o capital degrada o trabalho, sujeito real da reprodução social. Os trabalhadores socialistas buscaram mostrar as falhas existentes nesse sistema, buscando o rompimento com o capitalismo, propagando os ideais socialistas.

  11. Débora Guerzoni disse:

    A despeito da sua concepção de crise estrutural, o livro de Mészáros oferece importantes contribuições para o reencontro do pensamento socialista com a luta revolucionária – sobretudo por sua crítica devastadora do reformismo. As lutas dos movimentos socialistas frente ao sistema do capitalismo, que controla tudo – controle sóciometabolico- é uma busca por humanização, correção, superação e término das tendências destrutivas do capital.

  12. Juliana Constâncio disse:

    De acordo com Mészáros, o capital é uma forma incontrolável e totalizadora de controle sociometabólico. Dentro da lógica do capital, a sociedade se estrutura em classes antagônicas entre si, já que as funções de produção e controle do processo de trabalho devem estar separadas, o que caracteriza a divisão social hierárquica do trabalho. A razão de ser do capital é a extração máxima do trabalho excedente dos produtores, sendo estes explorados pelos controladores do processo. Para que tal situação perdurasse, criou-se a justificativa ideológica de que essa desigualdade é natural dentro do sistema e que não há alternativa válida para ele, pois ele também se caracteriza pela igualdade de oportunidades para todos (de acordo com a capacidade de cada um) e a liberdade de escolha.
    No entanto, ao mesmo tempo em que é dominador, o capital perde o controle sobre os processos de tomada de decisão por se basear na “mão invisível” que controla o mercado. Assim, surgem crises que são remediadas superficialmente apenas, já que é impossível solucioná-las por completo sem que haja mudanças na estrutura do sistema, caracterizada pela exploração do proletariado pelos detentores dos meios de produção. Nesse contexto, os movimentos organizados pela classe trabalhadora vêm apontar essa falha do sistema, ou seja, a incapacidade do sistema de se manter como tal sem a exploração que o define, exploração essa que perpetua a injustiça social, ainda que ideologicamente o sistema pregue a igualdade e a liberdade entre todos. O capital, com sua dominação sociometabólica, neutraliza os movimentos trabalhistas, rachando-os em vários movimentos diferentes, destruindo sua unidade. Mesmo assim, a contradição do capital permanece e é periodicamente questionada pelos trabalhadores.

  13. Jéssica Carla disse:

    Segundo o autor, o papel do movimento dos trabalhadores socialistas é mostrar as deficiências do sistema capitalista, pois que este se revela dominante na sociedade atual – dominação sociometabólica – de forma autoritária e hierárquica.

  14. Letícia disse:

    O capitalismo como acumulador de capital e trabalho desperta questões em trabalhadores socialistas como falhas no sistema de controle e estrutura deste sistema sociometabólico vigente, rompendo as relações do conformismo e impondo um novo pensar social. Por isso os trabalhadores socialistas procuraram apresentar as relações contraditórias vigentes no sistema capitalista a partir da sociedade. A maneira como estas relações, contradições e falhas são apresentadas à sociedade surgem pelas manifestações sociais.

  15. Andreia Fidelis disse:

    O capital superou a muitos bombardeios, porém não conseguiu colocar um capital sustentável, aparentemente imbatível ainda apresenta falhas que dentre elas o autor descreve a produção e controle serem tratados de maneira isolada, produção e consumo nem sempre estão alinhados, ou seja, independentes um do outro.

  16. Saulo disse:

    O papel dos trabalhadores e do movimento operario frente a ideia do capitalismo perfeito foi o de apontar falhas estrurais do capital como sistema regular socio-econômico metabolico. As contradições, como a expansão exponencial e infinita do capital e o metodo de extração de trabalho excedente do capital, são fundamentalmente ilusorias com o objetivo de reproduzir o sistema e gerar capital, real ou não, atravês do fluxo do valor de troca em detrimento do valor de uso. Os intelectuais operarios e os movimentas trabalhistas tem tentado apontar para a massa estes defeitos, porem sem resultados promissores.

  17. Renata Luiza disse:

    Segundo Mészáros, o sistema do capital é visto como sociometabólico, demonstrando assim uma certa perfeição e conformismo com ideias impostas pelo capital. Então os trabalhadores socialistas atuam com a ideia de destruir o modelo do capital e consequentemente apontam muitas falhas na estrutura do mesmo.

  18. Luciana Ciencia Apostolo disse:

    O papel dos trabalhadores socialistas, frente o sistema do capital, é de ruptura com o sistema, negando-o e apontando falhas na sua estrutura. Criando, assim, uma nova consciência, uma percepção da falsidade da perfeição do capital e as consequências de um sistema que desumaniza e aliena.

  19. Silvana Teles disse:

    Segundo o autor o papel do movimento dos trabalhadores socialistas foi de confrontar com o sistema capitalista, superando a ordem sociometabólica do capital, expondo suas falhas estruturais que possivelmente gerariam crises, procurando possibilidades de transformações para o sistema socialista.

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