Módulo 1 – Sociologia da Educação 2 – O Mundo Rurbano

On junho 20, 2011, in SocioEdu2, by Fábio Fernandes Villela

Rurbanismo

Esta é a área para a primeira postagem de Sociologia da Educação 2. A partir da definição de um dos mundos “não-planos”, o rurbano, aponte os desafios da educação nesses espaços. Segundo Gilberto Freyre, essas transformações podem ser definidas como: “um processo de desenvolvimento socioeconômico que combina, como formas e conteúdos de uma só vivência regional – a do Nordeste, por exemplo, ou nacional –a do Brasil como um todo – valores e estilos de vida rurais e valores e estilos de vida urbanos. Daí o neologismo: rurbanos. [...] Numerosas populações poderiam viver com vida mista: juntando a urbanismos, ruralismos como que desidratados sem deixarem de corresponder ao apego que parece haver na maioria dos seres humanos a contatos com a natureza. Com a terra. Com a água de rios, com árvores, plantas e até matas”.

Um grande abraço a todos, Prof. Fábio Fernandes Villela.

PS. Como atividade complementar os alun@s poderão assistir ao seguinte documentário:

O Povo Brasileiro: Capítulo 7: Brasil Caipira: https://www.youtube.com/watch?v=rLSXvtCJb_k

170 Comentários “Módulo 1 – Sociologia da Educação 2 – O Mundo Rurbano”

  1. Bruna Tairine disse:

    O mundo não é plano devido à miséria e a fome, conseqüentemente, devido ao fracasso das políticas de desenvolvimento em plena crise mundial. Sendo assim, segundo Chade, falar que o mundo é plano demonstra uma ingenuidade e uma visão incompleta da realidade internacional, onde nem todo o mundo está na mesma direção, pois existem muitas transformações a serem ocorridas para que este de torne totalmente plano, principalmente nos países que sofrem pela alta taxa de mortalidade, devido à miséria e a fome existente. Sendo assim, como definição e fatores que estão presentes no mundo “não-plano”, destacam-se os moradores rurais imersos na divisão entre trabalho manual, não valorizado e trabalho intelectual, privilégio de poucos pela valorização do conhecimento. Conseqüentemente, essa divisão acaba sendo perpetuada entre campo e cidade. Desse modo, a educação escolar é considerada e valorizada pelos indivíduos que estão no meio rural, como privilégio de se tornar alguém na vida, como a melhor opção para o futuro de seus filhos, pois o meio rural é tido como não espaço para a educação, mas sim para o trabalho, não-intelectual. Desse modo, com a perda da definição entre rural e urbano, e maior facilidade de comunicação e contato com as novas tecnologias associadas à modernidade, os moradores do rural acabam perdendo a sua forte identidade tradicional, bem como acontece no âmbito escolar, em que os filhos dos moradores rurais acabam indo estudar na cidade, pela escassez da educação no meio rural. Sendo assim, a educação acaba sendo entendida como benefício e privilégio do mundo urbano e a escola relacionada à migração do mundo rural ao mundo urbano, onde acabam tendo de um lado, o aval do histórico fenômeno da migração, e de outro uma reversão desse processo de migração pelas políticas públicas. Portanto, constata-se que o saber, em meio à globalização, é uma mercadoria necessária para adquirir os melhores empregos e que o sucesso escolar é privilégio daqueles que correspondem às práticas dos dominantes. Sendo assim, quando o jovem rural vai estudar em escolas urbanas, pode ter suas identidades culturais “desintegradas, reforçadas ou hibridizadas.”

  2. Paula Rocha disse:

    Podemos afirmar que o mundo não é plano, ao contrário do que queria demonstrar FRIEDMAN, pois as diferenças existem no mundo independentemente dos recursos tecnológicos utilizados, ou seja, as diferenças sócio-econômicas não se vinculam aos recursos tecnológicos que uma nação tenha ou não e sim à luta de classes, que sabemos, define os grupos hegemônicos. A idéia da globalização como forma de igualar as nações não coincide com a realidade. Observamos que as tecnologias urbanas estão alcançando o campo gerando um desafio para a educação nesse mundo onde as diferenças se contrastam, mas também se entrelaçam. Neste contexto, a educação deve contemplar uma alternância para que os alunos possam obter os conhecimentos necessários à sua inclusão, ou seja, participação na sociedade, além de se qualificarem em relação as prática do campo. Deste modo o aluno não perde seu referencial social e se torna apto a prosseguir os estudos.

  3. Jéssica Carla disse:

    Segundo Thomas Friedman, o mundo hoje é plano, pois vêm ocorrendo a globalização, fazendo com que os países de todos os continentes possam se inter-relacionarem, aumentando os recursos tecnológicos e modificando a economia do mercado mundial. Porém, Chade (2009), vêm nos mostrar através de suas próprias viagens e pesquisas, que progresso na economia não tem nenhuma relação com a diminuição dos índices de pobreza no mundo, havendo ainda a permanência da desigualdade social e o desinteresse presentes nos setores econômicos perante a escassez da fome, portanto, a afirmativa de Friedman é equivocada, não sendo o mundo plano. Um dos povos que mais sofrem com as desigualdades sociais são os do meio rural, principalmente os jovens que sofrem um certo tipo de preconceito, tornando-se invisível perante a sociedade, pois que no campo há a ideia de que é no meio urbano que está os mecanismos mais desenvolvidos, caracterizando o progresso. Deste modo, como é ressaltado em Menezes (2009) os adolescentes procuram deslocar-se para a zona urbana em busca de melhores oportunidades de salários, de condição de vida e qualificação. Carneiro (1998) nos mostra o conceito de rurbanização, que une as diversas identidades de regiões diferentes como o urbano e o rural. Para que isso ocorra, Vale e Cassin (2007), nos propõe uma escola em que o urbano e o rural faz parte da mesma totalidade, de formação onilateral e do trabalho como princípio educativo.

  4. Leticia disse:

    Sabendo-se que o mundo não é “plano” justamente por ser composto por uma diversidade extremamente ampla, onde cada país, estado, cidade, tem suas próprias características e necessidades não podendo ser comparados como uma coisa única, pois a direção tanto econômica e política quanto educacional e cultural são e podem ser distintas de uma região para outra. Pensando nesta diversidade ampla a educação entra como a instituição que tem o poder tanto de aproximar as classes sociais como de afastá-las.
    Neste sentido a discrepância de importâncias e necessidades características do meio rural e do meio urbano devem ser trabalhadas em suas totalidades, pois como demonstram os textos do modulo, o que é importante para o meio rural não necessariamente é visto com os mesmo olhos pelo meio urbano, onde o conhecimento é uma fonte de atenções, cujos os homens do campo se interessam por permitir um crescimento profissional, e assim remunerado, muito maior que as oportunidades recebidas no campo. A escola é portanto o instituto que tem o poder de ampliar esses conhecimentos permitindo o crescimento tanto do trabalho manual quanto do trabalho intelectual de ambos os cidadãos: rural e urbano.

  5. Bárbara Ceron disse:

    De acordo com os textos expostos, podemos constatar que o mundo não é plano, pois há grandes diferenças entre as diversas cidades, países, bairros existentes no mundo, até o meio urbano e o meio rural. Falar que o mundo é plano demonstra uma incompreensão da realidade, já que não são todos que estão na mesma direção; há transformações no mundo, novas tecnologias e a própria globalização. O dia a dia urbano invade o rural com as tecnologias que tentam modificar o campo e conseqüentemente influenciam na educação também. Desse modo, as pessoas procuram as escolas urbanas por verem nela oportunidade de qualificação, progresso, e, quando isso ocorre, a cultura, identidade dessas pessoas acabam em segundo plano, já que o interesse urbano é diferente do rural, então, o desafio dessa educação seria o fortalecimento e o reconhecimento da identidade cultural das pessoas do campo.

  6. Monise Matucci disse:

    De acordo com Chade (2009), as desigualdades sociais presentes em diversos países afetam gravemente a vida de milhões de pessoas, as quais lutam pela sobrevivência devido à fome. Por meio de suas pesquisas, nos revela que o mundo não é plano, pois enquanto alguns países desenvolvem suas economias e tecnologias, outros vários países encontram-se em situação de extrema miséria, sem eletricidade e com a população morrendo de fome.
    Em relação aos espaços “rurbanos”, podemos constatar, conforme relatado por Menezes (2009), que há na atualidade uma incorporação no meio rural de características do meio urbano, como o acesso a bens, serviços e comunicação, o que leva os jovens da população rural mudarem seus conceitos e preferirem migrar para as cidades em busca de estudo, uma vez que o ensino no meio rural é considerado fraco e com pouca oferta. Estes jovens também consideram que as atividades do campo são antiquadas, enquanto as atividades urbanas são modernas e lhes permitem melhorar de vida. Entretanto, esta migração para a cidade determina uma alteração nos seus valores e modos de vida, sendo que suas culturas se distinguem da cultura urbana. Em suma, o desafio da educação nesses espaços seria uma aproximação dos ritmos de vida rural e urbano, considerando que devem ser desenvolvidas capacidades intelectuais e para o trabalho.

  7. Michelle Azevedo disse:

    Devido a todos os processos economicos e as diferenças sociais, podemos concluir que o mundo não é plano, por razões claras relacionadas ao contexto no qual estamos vivendo, como por exemplo os problemas sociais, desigualdes, fomes, doenças, etc. Dentro desta perspectiva de mundo plano, o que podemos observar são as transformações relacionadas as novas tecnologias, globalização, envolvendo mundos tão diferentes mas tão próximos, como o urbano e o rural. Apoiando-se nesta nova visão ampliada por meio da modernização, o interesse parte por parte dos rurais se voltarem para essas tecnologias com a intenção de se qualificarem e progredirem com o mundo urbano. Neste contexto, a educação entra no sentido de aproximar duas visões de mundo tão diferentes proporcionando a interelação de ambos os lados voltados para o desenvolvimento do trabalho e sua qualificação.

  8. Franciele Baptista disse:

    Discordando de Friedman podemos dizer que o mundo, mesmo com o advento da globalização e tecnologias de ponta, não é plano. Isso porque os índices de pobreza são excrepantes e as desigualdades sociais são nítidas em várias partes do planeta. Quanto aos espaços “rurbanos” (assim podemos chamá-los por serem meios rurais com características urbanas) pode-se destacar que nem sempre se têm as mesmas condições que se tem nos meios urbanos; dessa forma, diversos jovens em idade escolar preferem, ou se vêem obrigados a partir para as cidades no intuito de ter melhores acessos à educação, pois sabemos que um dos meios para uma possível melhora ou equalização social é a educação.

  9. Andreia Fidelis disse:

    Friedman em seu livro O Mundo é Plano trata da globalização de forma positiva, apontando a tecnologia da informação que democratiza a informação para todos e a todo momento responsável por tornar o mundo plano. Porém, mesmo estando imerso em uma rede ampla de informação disponível, pode-se dizer que o mundo não é plano, como afirma Friedman.
    As desigualdades existentes dentro de um mesmo país ou em relação de um país para o outro.
    A fome, a miséria, doenças, tornam os grupos cada vez mais distantes, nunca que o mundo seria plano dessa maneira. Basta lembrar do filme Crianças Invisíveis, que mostra claramenta a impossibilidade no momento de o mundo ser essa globalização positiva colocada por Friedman em seu livro.
    Chade (2009) mostra a sua experiência com pessoas que vivem na miséria, que ficam mais de 7 dias sem comer, pessoas vivendo em condições desumanas e desiguais, chocante, pessoas que clamam por comida, pois não a encontram
    Os espaços rurais também são afetados pela tecnologia da informação transformando esses espaços em rurubanos, meios rurais com características urbanas. Os jovens do espaço rural são levados a frequentarem escolas em meios urbanos, muitas vezes não veem o seu meio contextualizado no ambiente escolar, não veem o seu cotidiano empregado no que aprende na escola, sentem -se deslocados, pois o ambiente escolar não tem ligação com a sua vida rural.

  10. Josy Fernandes disse:

    Chade mostra que Friedman é ingênuo ao dizer, em seu livro, que o mundo é plano e abordar a globalização de forma positiva em um mundo de miséria, fome, fracasso das políticas de desenvolvimento, doenças. E, nesse mundo “não-plano”, destacam-se os moradores rurais, que vivem na divisão entre trabalho manual e trabalho intelectual, ou seja, do campo e da cidade, fazendo com que os moradores do campo vejam a escola como a única maneira de ser alguém na vida, de crescer, colocando seus filhos para estudar nas cidades, pois o meio rural não é visto como bom para os estudos, mas sim para o trabalho manual. Dessa forma, o mundo rural está sendo transformado em um mundo rurbano, ou seja, rural com características urbanas, pois seus moradores frequentam escolas nas cidades que não condizem com o meio em que vivem, ficando, assim, deslocados.

  11. Saulo Mesquita disse:

    Cada um dos autores traz a nós uma perspectiva das mudanças da globalização na sociedade, podem fazer comparações com diversos paises. Concordando com Chade (2009) o mundo não é igualitario, mesmo pensando na ação humana cada região dos paises tem uma profunda diferença cultural e natural, algumas ajudando a manter o estado de miseria e porbreza e outros não. Quanto as influencias aos meios rurais e urbanos podem ser mais profundas do que podemos imaginar. Ao mesmo tempo que o rural se vê a necessidade de invadir o urbano por melhores situações, o urbano se vê uma necessidade de reconquistar o contato com a natureza, ate mesmo por uma necessidade economica (sustentabilidade). O movimento de misturar pode ser uma tendencia no novo meio da sociedade se relacionar e, assim, criar uma meio social diferente e necessario do que temos hojé.

  12. Silvana Teles disse:

    Em seu livro Thomas Friedman (2005), afirma que o mundo é plano, que está cada vez mais igualitário e justo, por conta da globalização. Mas Chade (2010) contrapõe e traz em seu livro que o mundo não é plano, que as diferenças são muitas e que a própria globalização traz essas diferenças. Para a educação rural a globalização se torna um desafio, pois vivem uma realidade e se deparam com outra, muito diferente, fazendo com que muitos moradores do campo comecem a estudar nas cidades, para poder aprender as novas tecnologias, a vida no mundo globalizado. Assim com ligação do mundo urbano com o mundo rural, torna o rural em rurbano, pois vive as duas realidades a do campo e a da cidade.

  13. Cláudia disse:

    Os desafios da educação em um dos mundos “não-planos”, o rurbano, são muitos. Entre eles, está a implementação de um ensino sempre atualizado em tecnologias, associado a políticas públicas que incentivem a permanência do homem no campo, com qualidade de vida e meios de sustento para sua família, reduzindo, assim, seu deslocamento para a cidade com a intenção de estudar e/ou se aperfeiçoar profissionalmente. Nesse sentido, caberia à escola, então, diminuir a reprodução de uma sociedade capitalista absolutamente desigual, a mesma que privilegia com acúmulo de capital somente as classes dominantes, seja nos centros urbanos, rurais e rurbanos, transformando-se em um mundo mais plano.

  14. Emerson Roberto Borges disse:

    A o contrário do que quer nos informar Thomas Friedman, o mundo não é plano e igualitário devido a globalização. Chad(2010), nos mostra que é exatamente a globalização que faz com que existam grandes diferenças e desigualdades entre as populações.
    Em relação a presença do meio rural no meio urbano e vice-versa, observamos os desejos e anseios de cada um desses setores da sociedade. Os habitantes do meio rural buscam na cidade uma educação melhor, acreditando que encontrem melhores oportunidades na cidade.
    A expresão “rurbanos” acontece devido as relações envolvidas entre o o campo e a cidade, com a presença e atuações dos habitantes do meio rural e do meio urbano

  15. Carolina Liso Valeretto disse:

    Friedman apóia sua teoria de que o mundo é plano no possível nivelamento dos países desenvolvidos – industrializados e subdesenvolvidos – emergentes, visto que a competitividade transforma as relações e muda os conceitos econômicos, de acordo com o avanço da globalização, seu embasamento teórico é histórico, visto que esse fato é coerente e interessante, pois, a globalização é inevitável, é visível que as condições de competitividade no mercado mundial têm se tornado cada dia mais acessíveis, contribuindo muito para o desenvolvimento do capitalismo e de forma igualitária, propõe condições equânimes às nações, na participação do mercado global, como surgimento da internet, a criação o software colaborativo e os suprimentos globais em geral, porém, Chade contrapõe esse conceito, enfatizando que o mundo não é plano, devido as grandes disparidades relacionadas à fome, miséria, desemprego, saúde e educação, aponta para uma visão de mundo que para ele é ingênua e incompleta, pois a desigualdade social ainda esta presente no contexto histórico, sendo uma realidade próxima, segundo Menezes (2009), o avanço tecnológico que modifica diariamente o mundo, caminha da zona urbana para a rural, implantando novos métodos para a produção e mão-de-obra, incorporando os jovens nesse processo, dando abertura para a busca de novos caminhos na educação, já que a que o campo oferece é considera inferior a da cidade, definindo assim, o “mundo rurbano”.

  16. Juliana Constâncio disse:

    A definição de Gilberto Freyre para o conceito de rurbano aponta para o processo de desenvolvimento econômico que o caracteriza. Nos dias de hoje, com o advento do capitalismo contemporâneo, há cada vez mais a influência do urbano e de suas tecnologias na produção e na vida rural. Ao mesmo tempo, ainda permanece o pensamento de que o meio rural é sinônimo de atraso e por isso muitos jovens decidem se mudar para o meio urbano em busca de melhores chances de educação e trabalho. Isso ocorre porque a educação rural não tem incentivo do Governo e ela normalmente se estende até o quinto ano do ensino fundamental.
    Tal fato mostra de maneira clara a divisão do trabalho capitalista: no meio urbano, necessita-se de trabalhadores preparados para desempenharem uma função intelectual e por isso as escolas são melhores; já no meio rural, o trabalho é manual e não haveria a necessidade de uma educação mais aprofundada. A reestruturação produtiva veio a prejudicar ainda a mão-de-obra do campo que mudou para o meio urbano, já que houve a precarização do trabalho. Desse modo, o trabalhador rural foi prejudicado duas vezes: com educação e trabalho precários.
    Políticas públicas foram implantadas nesse momento, de modo a incentivar o desenvolvimento rural e a volta desse contingente de mão-de-obra que estava no meio urbano para seu local de origem. Apesar disso, ainda se classifica o meio rural como um meio menos privilegiado que o urbano e os indivíduos que moram e trabalham no meio rural são desvalorizados.
    Uma maneira de quebrar essa lógica perversa capitalista seria proporcionar uma educação de qualidade para os moradores do campo e também para os da cidade, uma educação que vise à formação omnilateral do indivíduo, de modo que ele se aproprie do conhecimento historicamente acumulado pela humanidade, compreenda os fundamentos do processo de trabalho como elemento fundador do processo de produção capitalista, entenda o desenvolvimento histórico e contraditório da sociedade e compreenda a realidade local como parte da sociedade em geral. Uma educação justa não deve se pautar pela lógica capitalista, mas sim pela emancipação do ser humano.

  17. Adriana Pazianoto disse:

    Em seu texto, Friedman expõe a teoria de que o mundo é plano no possível nivelamento dos países desenvolvidos (industrializados e subdesenvolvidos – emergentes), uma vez que a competitividade transforma as relações e muda os conceitos econômicos, conforme avança a globalização, seu embasamento teórico é histórico, visto que esse fato é coerente e interessante, pois, a globalização é inevitável, fazendo com que os países de todos os continentes possam se inter-relacionarem, aumentando os recursos tecnológicos e modificando a economia do mercado mundial. Porém, Chade (2009), nos mostra através de suas próprias viagens e pesquisas, que o progresso na economia não tem nenhuma relação com a diminuição dos índices de pobreza no mundo, havendo ainda a permanência da desigualdade social e o desinteresse presentes nos setores econômicos perante a escassez da fome, portanto, a afirmativa de Friedman é equivocada, não sendo o mundo plano. O texto destaca que os povos que mais sofrem com as desigualdades sociais são os do meio rural, pois existe a idéia que é no meio rural que estão os mecanismos mais desenvolvidos, e o progresso. Segundo Menezes (2009) os adolescentes procuram desloca-se para a cidade em busca de melhores oportunidade de salários, condição de vida e melhor qualificação. Concluindo, Carneiro (1998) descreve o conceito de rurbanização sendo a união de várias e diferentes identidades de regiões diferentes como o urbano e o rural. Para que aconteça essa união, seria necessário uma escola que o urbano e o rural façam parte da mesmo totalidade, de uma forma onilateral e tendo o trabalho como princípio educativo.

  18. luciana disse:

    Chade vem contrapor Friedman, dizendo que o mundo não é plano. através de suas viagens e pesquisas, constata a grande diversidade do mundo atual, dizer que o mundo é plano como Friedman, é uma ingenuidade. As diferenças entre os países, a fome, a miséria, a alta mortalidade infantil, são indícios de que não há nivelamento entre os países. Mesmo com o avanço das novas tecnologias, isso não acontece. Vivemos hoje uma realidade que cada vez mais divide as classes, quando se pensa no mundo rural, percebe-se essa diferenciação, pois, para eles, a educação do mundo urbano é a chave de entrada para uma vida “melhor”. Os pais mandam seus filhos do campo para estudar na cidade, em busca de uma educação melhor, atualizada com as novas tecnologias,dessa forma o mundo rural esta se transformando no mundo rurbano, mas esse movimento demosntra uma alteração nos seus valores e modos de vida, pois suas culturas são distintas o que ocasiona que os alunos fiquem deslocados.

  19. Renata Luiza disse:

    Realmente o mundo não é plano, pode ser em alguns aspectos. Chade confirmou o mundo não plano ao visitar alguns paises e verificou que a ideia de Friedman é um tanto quanto “ingênua, e uma visão incompleta da realidade internacional”. Nos países visitados Chade notou a presença da miséria, fome, pobreza e a falta de direcionamento político, econômico e social por parte dos dirigentes, ao contrário dos países emergentes inseridos na globalização diante da evolução das tecnologias que atingiu aqueles que já dominavam o setor da economia e política. Em contrapartida a essa globalização, temos os indivíduos que estão no meio rural, em que valorizam seus trabalhos manuais, mas esses indivíduos buscam uma educação que lhes promovam uma valorização pessoal e intelectual, utilizando novas tecnologias para a promoção no mercado de trabalho, mas não enxergam que aos poucos vão perdendo suas identidades, ao se deslocarem para o meio urbano mais precisamente a escola, buscando tais promoções passam a entender que a educação é um viés para a globalização, ou seja, uma mercadoria que correspondem as práticas dominantes, provocando uma ruptura nas suas culturas.

  20. Michele Souza disse:

    Neste contexto podemos perceber que a cidade é vista como melhor do que o campo principalmente no que diz respeito a educação. A cidade é vista como o local do saber e o campo como o local do fazer.
    Assim sendo pensou-se em unir os dois mundos o tal conhecimento obtido no mundo urbano com a prática obtida no mundo rural o que me fez relembrar a escola unitária de Gramsci onde as duas questões eram ensinadas juntas teoria e prática, para que as pessoas tivessem conhecimento sobre como fazer e além disso soubessem fazer.

  21. MªCristina M. Guimarães disse:

    No mundo rurbano o desafio da educação é reconhecer e construir uma linguagem que considere o regional, a cultura local e suas necessidades particulares, peculiares de avanço tecnológico. Pois neste mundo globalizado há estudiosos que defendem que o mundo é plano a partir da globalização, como Friedman, que apresenta este aspecto como um instrumento de aproximação entre os povos, e que todos têm acesso a informação e tecnologia, e que podem utilizá-las para evoluir e todos os países e povos alcançarem melhores condições econômicas e sociais. No entanto Chade apresenta a realidade dos países que estudou através de suas viagens e demonstra que os países pobres e mais rurais mantêm a ilusão de que é na cidade onde a vida é melhor e há maior progresso tecnológico, e que mesmo em países avançados economicamente também encontra este quadro de fome e falta de perspectiva de progresso no campo. Por isto que a juventude procura deslocar-se para o meio urbano, a procura de escola e melhores condições de sobrevivência, como nos demonstra Menezes em seu texto. E Vali e Cassin, propõe que na escola onde há o encontro do urbano e rural tenha o trabalho como princípio educativo na formação do omnilateral do homem que pertence a mesma totalidade social. O conceito de rurbano é plenamente atendido quando a escola educa as diversas culturas do urbano e do rural dentro de sua unidade escolar.

  22. Damires disse:

    Ao pensar no mundo real que Thomas Friedman, em que a globalização tomou conta das mídia e dos meios de comunicação como forma positiva de unir e divulgar os acontecimentos do mundo de maneira mais preciso. Temos também a outra realidade, muito bem descrita por Chade (2009) em que a míseiria a fome mata milhares de pessaos diariamente, desemprego, saúde e educação. Então contra pondo Friedman aponta para uma visão de mundo que para ele é ingênua e incompleta, pois a desigualdade social ainda esta presente, e vem do nosso contexto histórico.
    Quando pensamos “Rurbando”, vemos que com o passar do tempo ocorreu essa globalização das areas ruarais com a entrada das tecnologia e fez do campo um local de trabalho mas com a cara da industrialização com os recursos tecnologicos dela. Já quanto a educação, observamos escolas inferiores com poucos recursos oferencendo assim apenas um ensino para suprir apenas o trabalho do campo e não para supera-lo como um ensino de formação integral para da opções de escolha futuras.

  23. Priscila disse:

    O livro de Friedman, ele defende que o mundo é puramente plano onde todos têm acesso a informação os instrumentos tecnologicos que possibilitam o avanço de seus paises , mas Chade discorda, pois por meio de suas viajens pelo mundo percebe que essa não é a realidade,pois no mundo há paises pobres que enfrentam o problema da fome, rurais e de falta de perspectiva do avanço no campo.Nesse contexto a escola vem com o compromisso de educar diversas culturas, como por exemplo o urbano dentro de uma unidade escolar , conceito esses que classificamos como Rubanização ou Rurbano.

  24. Danielli disse:

    Após a apresentação das duas teorias, é possível constatar que a mais válida atualmente seria a de que o mundo não é realmente plano. Com isso, podemos provar devido as enormes diferencás que existem no mundo, independente dos recursos tecnológicos utilizados, ou seja, as diferenças sócio-econômicas não se vinculam aos recursos tecnológicos que uma nação disponha, mas sim a desigualdade social entre classes. A teoria de Friedman, sobre a globalização como forma de igualamento entre nações, não coincide com a realidade atual. É possível observarmos que as tecnologias urbanas estão chegando a um patamar que causa grandes desafios para a educação. Sendo assim, a educação vê se obrigada a contemplar modos diferentes de ensino, para que o aluno possa obter os conhecimentos necessários a dua inclusão, ou seja, na sua participação social, de modo a se qualificar para as condições de trabalho no campo. Uma maneira de quebrar essa ideia capistalista, seria proporcionar uma educação de qualidade, que vise a formação omnilateral do indivíduo, de modo que ele possa apropriar-se do conhecimento historicamente produzido e acumulado socialmente, e assim possa compreender a realidade local como parte da sociedade de forma geral. para moradores do campo e também das cidades

  25. Janiclei de Fátima Arone Amaral disse:

    Lendo as duas teorias com mais afinco, pude verificar assim como Chade uma informação importante em relação ao mundo em que vivemos. Este confirmou que o mundo não é totalmente plano, essa constatação se deu ao visitar alguns países e ter verificado que a ideia de Friedman é “ingênua, e que possui uma visão incompleta da realidade internacional”. Nos países percorridos por Chade foi verificado pobreza, falta de uma política centrada, social e econômica. Thomas Friedman relata em seu livro que o mundo é plano e que ele estaria justo, algo que contrapõe nossa realidade. Chade consegue mostrar que Friedman estava equivocado ao dizer no livro que o mundo é plano e mostrar a globalização de forma positiva num mundo tomado por fome e incoerências nas políticas.

  26. Cintia B. Poletto disse:

    Após analisar analisar as apresentações da teoria de Friedman e Chade, pode-se observar que mesmo vivendo em um mundo tão moderno e tecnológico, não podemos dizer que o mundo é plano. Pois, mesmo com tanto avanço, ainda nos deparamos com a miséria e a fome fortemente presentes em muitos países. Chade apresenta em seu texto a luta em relação a fome e o fracasso da política para a resolução desse problema.
    Em relação a educação, Carneiro aponta a valorização do meio rural em relação a educação, sendo dessa forma a educação considerada um privilégio, pois estudando pode se tornar “alguém na vida”. O meio rural é caracterizado como um meio apenas de trabalho e não-intelectual. Com o desenvolvimento, o meio rural e urbano se misturam e suas experiências se cruzam, pois a população rural almeja uma vida melhor. Dessa forma, a população rural migra para a área urbana, combinando assim, experiêcias vividas em ambientes diferenciados e valores originários de universos culturais distintos.

  27. Ana Carolina Aguiar disse:

    Segundo Thomas Friedman, a globalização trouxe um avanço da tecnologia, tendo então, uma igualdade entre as nações, sendo o mundo plano. Mas essa não é realidade, como discorda Chade (2009)quer por meio de suas viagens viu muitas diferenças, principalmente a questão da fome, ou seja, independente dos meios tecnológicos, o mundo não é plano, pois essa diferença tem haver com a desigualdade das classes e a educação tanto pode aproximar essas classes como afastá-las mais ainda.
    Nessa perspectiva, com desenvolvimento do meio rural, onde entra a tecnologia nesse meio , fez do campo um lugar de trabalho, mas já na educação os recursos são poucos e essa educação é mantida apenas para o trabalho e não para um ensino de formação integral, então os indivíduos do meio rural buscam uma educação melhor na cidade, tendo então a expressão “Rurbano”.

  28. Larissa L. S. Lopes disse:

    No texto podemos ver que o mundo não é plano devido a fome, a miséria e as diferenças sociais, consequências de políticas de desenvolvidos fracassadas. Ao falar que o mundo de hoje é plano nos demonstra uma visão equivocada e incompleta da realidade vivida, onde nem todos vivem em uma mesma direção devido às transformações ocorridas. Podemos ver uma clara divisão entre o mundo urbano e o mundo rural.
    No mundo não plano dos moradores da zona rural podemos ver a divisão entre trabalho manual e trabalho intelectual, onde a educação e o conhecimento são valorizados para se tornar alguém na vida, mas ao entrar em contato com os novos meios tecnológicos e com a educação escolar os moradores rurais perdem sua identidade tradicional, e a educação acaba sendo vista por eles como privilégio para o meio urbano.
    Com a leitura do texto podemos constatar que o saber, em meio à globalização, é uma mercadoria necessária para adquirir os melhores empregos e que o sucesso escolar é privilégio daqueles que correspondem às práticas dos dominantes. Sendo assim, quando o jovem rural vai estudar em escolas urbanas, pode ter suas identidades culturais “desintegradas, reforçadas ou hibridizadas.”

  29. Nathália Ribeiro disse:

    Assim como diz Thomas Friedman, o mundo é plano devido ao avanço da tecnologia que a globalizaçã mundial tem proporcionado, permitindo então, uma igualdade entre as nações. Em contraponto a esta concepção, Chade (2009) afirma que o mundo não é plano, uma vez que existe desigualdade social, motivada pela fome, enfim, as diefrenças que a sociedade enfrenta.
    Assim, com o desenvolvimento do meio rural, agora até possuidor de tecnologias, fez do campo um lugar de trabalho. Porém, na educação os recursos são poucos e é mantida apenas para o trabalho e não para um ensino de formação integral, por isso os indivíduos deste local buscam uma educação na cidade, os considerados “Rurbanos”.

  30. Caroline disse:

    Diferente do que declara Thomas Friedman, onde centra a globalização como a transformação do mundo, podemos afirmar que o mundo não é plano pelo fato das diferenças que há neste – fome, miséria, desemprego, saúde e educação-, e que a globalização faz com que esta aumente. Sendo assim, a educação acaba sendo entendida como benefício e privilégio do mundo urbano e a escola relacionada à migração do mundo rural ao mundo urbano, pois veem nas cidades atividades que consideram modernas e que não há no campo. Portanto, podemos afirmar que o saber, neste mundo globalizado, é importantíssimo para adquirir bons empregos e com isso os jovens que vão estudar na cidade, podem ter alterações nos seus valores e no modo de vidas.

  31. Lilian Prado disse:

    Devido as diferenças culturais, sociais, econômicas, religiosas…podemos concluir que o mundo NÃO é plano.
    É de extrema importância a educação e para os jovens da zuna rural que tem a possibilidade de estudar na zona urbana, para que assim tenham a oportunidade de mudar de vida, e até serem, de certa forma, “incluídos” na sociedade, já que o que é do campo é considerado inferior ao da cidade.

  32. Daiana disse:

    De acordo com o texto, Thomas Friedman diz que o mundo transformado pela globalização não é plano, devido as diferenças existentes entre as classes sociais, como desemprego, fome, saúde e educação. Nesse sentido, a educação urbana na zona rural é considerada como um privilégio e uma forma de obter acesso aos benefícios proporcionados na cidade, levando a uma migração do meio rural para a cidade, e por consequencia gera uma desintegração da cultura rural.

  33. Heloisa H. Lemo disse:

    Thomas Friedman declara em sua teoria que o mundo é plano graças às tecnologias e a globalização, porém sabemos que isso não é verdade, como fala a obra de Chade (2009), que em suas viagens por diferentes lugares do mundo constata que ele ainda não é totalmente plano, pois ainda há fome, miséria, desigualdades sociais.
    Um exemplo de como o mundo ainda não é plano é a distinção entre urbano e rural. No espaço rural, apesar de toda tecnologia introduzida para o aumento e facilitação da produção, é visto como lugar de trabalho, de não conhecimento e de poucas oportunidades. Já o espaço urbano é apontado como lugar das oportunidades, do aprendizado e desenvolvimento intelectual, do futuro promissor. Essa desigualdade faz com que muitos habitantes do meio rural migrem para o urbano, a procura de oportunidades e estudos, esquecendo-se de suas origens, muitas vezes até mesmo negando-as para melhor socialização na vida da cidade, deixando uma cultura para traz. Esse fenômeno recebe o nome de Rurbanização.

    • Michele disse:

      O “rurbanismo”, que é uma combinação de práticas e valores culturais, tanto do campo, quanto do ambiente urbano, surgiu a partir das necessidades das pessoas do campo, que acabam enxergando a cidade, como a propulsora de conhecimentos especializados. Os desafio a serem encarados pela educação diante dessa realidade, são o de não só transmitirem conhecimentos técnicos e científicos a essas pessoas, mas também serem capazes de humanizar as mesmas, fazendo-as perceber a utopia imposta pelo sistema capitalista, que nos manipula a ser como lhes convém, a ponto de acreditarmos que a cidade tem muito mais a nos oferecer, devido à globalização que a atinge em cheio, do que no ambiente rural. A escola deveria estar responsável por fazer esse jovens se tornarem sujeitos críticos e não mais alienados, conscientes de toda a ideologia que o sistema nos impõe.

  34. Crislei Mayara disse:

    Discordando de Friedman, Chade aponta que o mundo não é plano, isto deve-se a sua grande diversidade em todos os sentidos da palavra, enquanto algumas pessoas dispõem de uma farta mesa todos os dias, outras já não podem nem garantir o pão de cada dia. Nesse mundo “não-plano”, destacam-se os moradores rurais, que vivem na divisão entre trabalho manual e trabalho intelectual, que os fazem ver na escola a única maneira de ser alguém na vida, colocando seus filhos para estudar nas cidades, pois o meio rural não dispõe de bons estudos, apenas de trabalho manual. Dessa forma, o mundo rural está sendo transformado em um mundo rurbano, ou seja, rural com características urbanas, pois seus moradores frequentam escolas nas cidades. Mas esse movimento demonstra uma alteração no modo de vida destas pessoas, pois uma cultura é diferente da outra o que origina deslocamento entre os alunos que vem da zona rural para a zona urbana.

  35. Monica floriano Lucianelli Lucheta disse:

    A educação atravessa, talves, sua época mais dificil. Com a universalização da Educação um numero muito grande de pessoas tiveram acesso a educação, mas não necessariamente a instituição escola. Dessa forma, a tarefa do educador não deve se prender a parametros educacionais ou politicas publicas feitas por uma elite centralizada em determinada região do país. Para a educação funcionar é preciso conhecer o educando e sua história e a partir dali apresentar a ele os conhecimentos historicamente acumulados. Mas isso não é o suficiente. Na atual sociedade capitalista massacrante e alienante em que estamos inseridos, faz parte da educação o esclarecimento desses conceitos, bem como suas consequencias para a vida das pessoas. Não é possivel conceber um educador que não pense num conteudo que, além de trazer conhecimento cientifico, traga também o conhecimento para vida. Esclarecer os alunos sobre essa realidade capitalista e mostrar as ideologias vigentes, torna-se tarefa fundamental da educação nesse mundo rurbano.

  36. Débora Boulos disse:

    Os desafios da educação em um dos mundos “não-planos”, o rurbano, passam primeiramente pela adequação do currículo de forma a torná-lo viável ao desenvolvimento de uma aprendizagem que englobe não somente as características urbanas da sociedade, como também as rurais, fazendo com que a escola se torne atraente para aqueles que ainda tem a vida apegada à natureza, seja por vontade própria, seja por imposição da desigualdade econômica e social do país. Além disso, é importante haver um processo de formação dos professores para que entendam e aceitem uma educação “mista”, isto é, com características urbanistas e ruralistas, já que o ambiente escolar reproduz a identidade “não-plana” da sociedade e, dessa forma, como consequência, tentem implantar novas práticas pedagógicas, inclusive com o uso das novas tecnologias, que atendam, com igualdade, os estudantes de qualquer mundo – rural, urbano e/ou “rurbano”.

  37. Ariadne C. Matos disse:

    Para Thomas Friedman o mundo é plano, devido á tecnologia e a globalização, ou seja, para este todos tem acesso a esses meios. Porém, não é o que podemos constatar no nosso dia-a-dia. E é discordando de Friedman que Chade afirma que o mundo não é plano, pois há muitas diferenças neste – fome,miséria,desigualdades socias, etc. Exemplo dessa diferença é a do mundo rural para o mundo urbano, onde neste há muito mais oportunidades de emprego e aprendizagem do que no mundo rural, o que gera uma migração, e com isso, os jovens que mudam para a cidade muitas vezes esquecem de suas origens e acabam alterando seu modo de vida.

  38. Michele disse:

    O “rurbanismo”, que é uma combinação de práticas e valores culturais, tanto do campo, quanto do ambiente urbano, surgiu a partir das necessidades das pessoas do campo, que acabam enxergando a cidade, como a propulsora de conhecimentos especializados. Os desafio a serem encarados pela educação diante dessa realidade, são o de não só transmitirem conhecimentos técnicos e científicos a essas pessoas, mas também serem capazes de humanizar as mesmas, fazendo-as perceber a utopia imposta pelo sistema capitalista, que nos manipula a ser como lhes convém, a ponto de acreditarmos que a cidade tem muito mais a nos oferecer, devido à globalização que a atinge em cheio, do que no ambiente rural. A escola deveria estar responsável por fazer esse jovens se tornarem sujeitos críticos e não mais alienados, conscientes de toda a ideologia que o sistema nos impõe.

  39. Cassiana disse:

    De acordo com Friedman o mundo é plano graças a globalização que trouxe em seu bojo a tecnologia avançada e através desta, a igualdade se torna possível, mas em seu trabalho, Chade discorda de Friedman, pois para ele o mundo não é plano. Chade cita toda a fome e miséria que viu e registrou, confirmando que não há igualdade social entre todas as nações mesmo havendo todo esse processo de globalização.
    Partindo do pressuposto de que há mundos “não-planos”, podemos dizer que o meio “rurbano” seria um mundo “não-plano”. Esse meio é a fusão do meio urbano e do rural para os moradores da zona rural. Em relação ao trabalho, o meio rural se tornou bastante desenvolvido, mas em questões intelectuais, esse ainda é um privilégio do meio urbano. Então as pessoas do campo desenvolvem o trabalho em seu próprio meio, mas buscam o desenvolvimento cognitivo na zona urbana, dando origem ao termo “rurbano”.

  40. Olá Cassiana! Tudo bem?
    Agora recebemos a sua postagem. Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

  41. Juliane Marigo de Lima disse:

    De acordo com Friedman o mundo seria plano pelos avanços da tecnologia e da globalização, mas em desacordo com essa afirmação, Chade diz que o mundo não é plano. Isto porque, ainda há miséria, fome, desigualdade social.
    Podendo verificar tais condições observando o ambiente rural. No mundo não plano dos trabalhadores rurais nota-se a divisão de trabalho manual e trabalho intelectual, pois os trabalhadores veem no ensino uma forma de se ter uma vida melhor, buscando escolas distantes para seus filhos estudarem. Desta forma, nas escolas da cidade há um contato com as novas tecnologias, e isso acaba por colocar em “risco” a identidade dos moradores rurais trazendo essas novas tecnologias para a zona rural, tornando-a um mundo “rurbano”, zona rural com características de zona urbana.

  42. Débora disse:

    Para Gilberto Freyre , o mundo é plano em decorrência do fenômeno nomeado globalização, fazendo com que haja uma interação, comparação e modos de vivencia bastante parecidas e/ou iguais entre todas as pessoas do mundo, e o mesmo a trata como algo importante, pois, é uma forma de unificar e democratizar opiniões, tecnologias, etc., tendo como consequencia, o mundo plano.
    No entanto, Chade tem como ”teoria” algo contraposto em relação a Freyre, pois, Chade acredita que de maneira alguma o mundo não é plano, uma vez que, existem desigualdades, fome, miséria, etc., e nem todas as pessoas tem acesso a tudo, logo, a pluralidade de realidades, e consequentemente, o mundo não é plano.
    Em relação ao termo “Rurbano”, entende-se como sendo dois lugares divididos, em que, no campo há a nítida demonstração que se torna um lugar de trabalho, com pouca tecnologia e educação formal, diferente da cidade, em que, há uma grande tecnologia voltada e utilizada de forma diferente, e a educação como sendo uma formação intelectual, integral e formativa, assim, os moradores do campo se veem na condição de tentar dirigir-se pra cidade em busca de melhores recursos educacionais, ou seja, o fenômeno de passagem dos indivíduos do campo pra cidade em busca de melhores condições e consequentemente a mudança de suas marcas e identidades, torna-se o mundo “Rurbano”, que é a mescla intima e diretamente ligada entre campo e cidade.

  43. Mariana Brandolezi disse:

    O rurbano é o processo que consiste em transformações ocorridas nas zonas rurais, uma crescente integração entre o espaço urbano e o espaço rural. Essas transformações decorrem do crescimento acelerado das cidades, da crescente automação nos serviços do campos (o que diminui os empregos para este setor), da invasão do campo pelas indústrias e as facilidades de deslocamento entre esses dois espaços, o que acaba com as fronteiras, que proporciona a intensa relação entre o rural e o urbano. Em decorrência desses fatores, diminui-se os empregos relacionados diretamente à agropecuária. Os trabalhadores que residem no campo acabam trabalhando em outras áreas que antes pertenciam ao urbano. Em resposta à essa demanda, a qualidade de vida nos centros urbanos diminui, o que causa a grande procura pelo campo para o ecoturismo, o que gera a integração entre esses dois espaços. Alguns dos desafios enfrentados por esse mundo rurbano é o aumento crescente desemprego que assola os moradores do campo, devido a grande automação destes serviços, a diminuição da qualidade de vida nesse espaço, com a aproximação ao espaço urbano (com a criação de indústrias, por exemplo), a fome e a exclusão social dos trabalhadores do campo que são obrigados a se deslocar para os centros urbanos com intuito de conseguir emprego e melhorar sua qualidade de vida. A marginalização social e a divisão da sociedade em classes fica também evidente nos espaços rurais.

  44. Samia disse:

    Em contradição ao que Friedman defendia de que o mundo era plano, Chade nos mostra que não é bem assim, pois o que podemos presenciar são diferenças sociais entre as classes, tais como miséria e fome. Dessa forma, entende-se que o mundo não é plano, pois não são todas as pessoas que possuem acesso as mesmas fontes, por exemplo, de alimentação, pelo contrário, há aquelas que não possuem acesso a nenhuma fonte sequer.
    Em relação ao termo “rurbanismo”, refere-se a aquelas pessoas que deixam o campo atrás de seus ideais tanto educacionais quanto trabalhistas nas cidades. Estas pessoas ao migrarem para o centro urbano almejam melhorias de vida, tais como uma educação integral oferecida à eles, para que posteriormente possam alcançar uma vaga em um bom emprego, na ânsia de alcançarem uma vida financeira melhor do que a oferecida no campo. Diante disso, é perceptível que o mundo realmente não é plano.

  45. Carla Mariana Bonfim disse:

    No contexto do ideal rurbano: campo e cidade, almejado pelos jovens rurais, Carneiro (1998) mostra que, o projeto de vida idealizado por estes jovens é sair do campo com a intenção de estudar e de se qualificar profissionalmente de um modo que possa ao mesmo tempo manter os laços familiares, a segurança afetiva e a cultura de origem. Partindo desta ideia a educação tem como desafio, entre muitos outros, proporcionar um ensino que ofereça condições para viver e trabalhar no campo com qualidade de vida; valorizar e não, depreciar a bagagem cultural dos alunos, dos conhecimentos de mundo ou conhecimentos prévios, e a partir daí apresentar a ele os conhecimentos historicamente acumulados. Trabalhar com a questão da diversidade cultural, o regionalismo presente na vida de cada um dos alunos, decorrentes do meio que ele vive é sem dúvida fundamental na vida do ser humano.

  46. Karen disse:

    Para Friedman,o mundo é plano e a globalização trouxe um avanço da tecnologia Mas Chade discorda pois independente da tecnologia , o mundo não é plano, pois há muito desigualdade entre classes como a fome e a miséria e nem todas as pessoas tem aceso a tudo.

  47. Marina T. disse:

    Segundo Friedman o mundo seria plano devido ao processo de globalização, que trouxe consigo uma tecnologia avançada, em contradição, Chade afirma que o mundo não é plano, pois há muita desigualdade social, fome, miséria, etc., nem todos tem o pleno acesso a toda a tecnologia e as “melhorias” que trouxe a globalização.
    Tratando-se do terno “rurbano”, é o processo que as pessoas do campo deixam o seu local de origem e vão atrás de melhorias que o centro urbano possa oferecer como por exemplo: Melhor educação. Seria uma interação entre o meio rural e o urbano.

  48. Daniela Carla Negrini disse:

    De acordo com os textos, podemos identificar em o livro: O mundo é Plano de Friedman que o processo de globalização pelo qual o mundo passou na virada para o século XXI teria sido responsável por planificar o mundo como um todo, ou seja, teríamos nos tornado uma civilização única, sem diferenças sociais, sem características próprias. O autor acredita que o Mundo é plano no sentido em que os campos de competição entre os países desenvolvidos e os países em via de desenvolvimento estão a ficar nivelados, no sentido de que a globalização nivelou a competição entre os países industrializados e os países em desenvolvimento. O livro é muito estudado por executivos e administradores de um modo geral.
    Já o livro de Jamil Chade,O Mundo Não é Plano – A tragédia silenciosa de 1 bilhão de famintos; trata de trazer a tona uma realidade assustadora no mundo em que pessoas passam fome, dado as diferenças sociais, a falta de oportunidade de trabalho, um mundo altamente competitivo e desumano.
    O conceito de “rurbano” é entendido pela migração do campo para a cidade; pelos jovens que almejam e entendem que na cidade terão oportunidades melhores de trabalho consequentemente de vida para ele e sua família.

  49. Gabriella Bonil de Almeida disse:

    Podemos constatar que o mundo não é plano, pois há grandes diferenças entre as diversas cidades, países, bairros existentes no mundo, até o meio urbano e o meio rural. Dentro desta perspectiva de mundo plano, o que podemos observar são as transformações relacionadas as novas tecnologias, globalização, envolvendo mundos tão diferentes mas tão próximos, como o urbano e o rural. Os espaços rurais também são afetados pela tecnologia da informação transformando esses espaços em rurubanos, meios rurais com características urbanas. Ao mesmo tempo que o rural se vê a necessidade de invadir o urbano por melhores situações, o urbano se vê uma necessidade de reconquistar o contato com a natureza, ate mesmo por uma necessidade econômica (sustentabilidade).

  50. Natália Ferreira disse:

    Por causa da pobreza que acarreta a fome e a miséria pode-se a afirmar que o mundo não é plano, sendo assim se constata que os indivíduos não se encontram no mesmo nível econômico e nas mesmas condições de trabalho e vida, por isso faz-se necessário o surgimento de transformações e modificações que possibilitem uma equiparação de oportunidades entre todos os sujeitos. A partir deste pressuposto leva-se em consideração como mecanismo de nivelamento entre ambos os cidadãos a educação escolar que oferece instrumentalização intelectual para a ascensão social, assim como o estimulo ao pensamento critico diante das circunstancias sociais, fazendo com que as pessoas se tornem seres ativos efetivamente. Diante desse contexto os filhos dos moradores rurais passam a ter acesso ao saber sistematizado que antes era considerado privilégio exclusivo da elite, ressalta-se, entretanto, que para isso ocorrer torna-se necessário que os jovens rurais se locomovem para as cidades, uma vez que é praticamente escassas escolas em meio rurais. Em suma, a educação passa a ser entendida como processo de passagem das pessoas que moram no meio rural para o meio urbano, provocando uma migração, assim como também, pode ser compreendida como beneficio das cidades. O autor Chade defende que estudar é indispensável para aqueles que almejam um futuro melhor do que se encontram, assim como empregos sucedidos e condições financeiras estável

  51. Raísa disse:

    O mundo não é plano devido às diferenças sociais, como podemos constatar ao vermos as divisões de classes, onde alguns tem muito e outros passam fome e estão na miséria. Isto ocorre por consequencia de transformações ocorridas, dividindo o mundo urbano e o mundo rural. Os chamados rururbanos, são os meios urbanos que também foram afetados pela tecnologia de informação. Já o termo “rurbanismo” é empregado às pessoas que migram do campo em direção à cidade parar encontrarem melhores formais de viver, como melhor educação e melhores trabalhos já que para o autor os estudos são essenciais para aqueles que procuram uma melhor forma de vida.

  52. Aline Naliati disse:

    Nota-se atualmente que com a inserção das tecnologias essa segmentação, que antes era tão evidente entre rural e urbano, esta se conurbando cada vez mas. Com isso temos uma sociedade mas plana, de acordo com a teoria de Thomas Friedman. “O mundo é plano devido ao avanço da tecnologia que a globalização mundial tem proporcionado, permitindo então, uma igualdade entre as nações.” Em contraponto, Chade (2009) afirma que o mundo não é plano, uma vez que existe desigualdade social, motivada pela fome, diferenças socioeconômicas, entre outros. Acredito que com a inserção tecnológica da para fazer uma “ponte” ligando os dois meios, rural e urbano, mostrando a realidade de cada um e suprindo as suas necessidades através da educação.

  53. Luana disse:

    Como diz Thomas Friedman, existe a globalização essa trouxe muitos avanços , a tecnologia, assim houve uma igualdade entre os países, entendendo que o mundo seria plano, porém isso não é real pois existe miséria, diferenças entre classes sociais, assim prova-se que o mundo não é plano, essas diferenças existentes podem aproximar ou afastar as diferentes classes sociais. Nos textos podemos entender que por meio da globalização e o saber que ela traz é necessário, porém não podemos tê-la como único saber. Diferencia-se o meio rural do meio urbano tem-se o pensamento que o meio rural é as pessoas que fazem trabalhos manuais e as pessoas que moram no meio urbano são possuidoras do trabalho intelectual. No meio rural a educação não possui muitos recursos, a educação se mantem para o trabalho e não para a formação integral do individuo, então quem mora nos meios rurais procuram escolas no mio urbano, então por isso que existe a expressão “Rurbano”, mistura de urbano com rural.

  54. Maria Antonia C. Marques disse:

    Segundo Thomas Friedmam o desenvolvimento tecnológico globalizado trouxe igualdade entre as nações, ele afirma que com isso o mundo é plano.
    Mas, Chade ( 2009 ) em suas visitas a vários países se depara com realidades que se mostram contrárias da afirmação de Friedmam, fome, miséria, desigualdades sociais, são constatações que mostram que o mundo não tem nada de plano.
    Situações essas que, os moradores da zona rural enfrentam em várias regiões do mundo, a acesso à educação é dificultado, quando existe serve apenas para instruí-los para o trabalho, não os prepara para vida.
    Com isso muitos indivíduos migram para as cidades esperando melhorar sua realidade, vem em busca de uma educação que os de condições diferentes das que viveram na zona rural, porém dificilmente isso ocorre, o que perdura é uma educação apenas para formar a massa trabalhadora.

  55. Numiá disse:

    Friedman afirma que o mundo é plano. Ele diz que a globalização gera o aumento de recursos tecnológicos e melhora a economia mundial, mas se esquece da situação de miséria e pobreza vividas por alguns países.
    Chade, em suas pesquisas, pode afirmar que a desigualdade social é cada vez maior, pois o progresso na economia não diminuiu os índices de pobreza no mundo. Desta forma é derrubada a teoria de Friedman, pois o mundo não é plano.

  56. Dayse disse:

    Chade apresenta a realidade dos países que estudou através de suas viagens e demonstra que os países pobres e mais rurais mantêm a ilusão de que é na cidade onde a vida é melhor e há maior progresso tecnológico, e que mesmo em países avançados economicamente também encontra este quadro de fome e falta de perspectiva de progresso no campo. Por isto que a juventude procura deslocar-se para o meio urbano, a procura de escola e melhores condições de sobrevivência, como nos demonstra Menezes em seu texto. E Vali e Cassin, propõe que na escola onde há o encontro do urbano e rural tenha o trabalho como princípio educativo na formação do omnilateral do homem que pertence a mesma totalidade social. O conceito de rurbano é plenamente atendido quando a escola educa as diversas culturas do urbano e do rural dentro de sua unidade escolar.

  57. Nathalia Neves disse:

    Para Friedman o mundo é plano e isso quer dizer que todos tem a mesma a oportunidade e o mundo está equilibrado no que diz respeito a desenvolvimento e igualdade, que não há miséria e pobreza.
    Já Chade em seus estudos diz que o mundo não é plano e que existem classes sociais e com isso muita diferença econômica e de oportunidades. Isso faz com que a população rural se desloque para as cidades em busca de maiores perpectivas para mudar de vida. Em busca de estudo e de chances de ter uma educação completa e satisfatória.

  58. Gisele Santiago Lopes disse:

    Conforme leitura dos textos desse módulo, pode-se afirmar que o mundo não é plano, pois existem diferenças entre países, cidades/bairros e também no meio urbano/rural. Chade (2009) mostra a umaexperiência com pessoas que vivem na miséria, que ficam mais de 07 dias sem comer, pessoas vivendo em condições desumanas os espaços rurais também são afetados pela tecnologia da informação.

  59. Evaldo disse:

    Darcy Ribeiro consegue captar a essência do “caipira” e sua angústia diante das mudanças na sociedade contemporânea, entretanto não o faz com o olhar romântico daquele que vê o local com belas paisagens e fartura de alimentos e sim um contexto cheio de contrastes que são visíveis na chamada diáspora que culminaram neste novo conceito conhecido como “rurbano”.

  60. Fabiano da Silva Costa disse:

    O mundo rurbano é a própria perda da identidade de uma comunidade que espelha no outro, ou em uma situação ideal e nao real, sua identidade perdida. As narrativas, as histórias, os mitos de origem são perdidos devido a hiper-valorizacao de outros ideais: a cidade agora é a solução magica e necessária paraa fuga dos males, é na cidade onde há a civilização e a possibilidade de felicidade, o campo agora é espaço para o agronegócio, deuses embusteiros que cuidam de nossa sobrevivencia e colocam nas prateleiras dos supermercados nossas necessidades e desejos sem que precisemos ter o desagradavel esforço de plantar, cuidar, cultivar. A educação deve agir nao em prol dessa rurbanidade, nao em direcionar a cidade como o centro de tudo, mas em valorizar o campo como lugar de possiblidades de uma cultura particular, de uma vivencia especifica, com seu proprio ritmo, problemas e soluções. Refazer as narativas mitologicas para reestabelecer os vinculos através do “ethos” e das cerimonias e tradições deve ser papel do professor do campo.

  61. Aruana Menegasso disse:

    Através da definição apresentada, consegui identificar na verdade que o mundo não é plano, por conta das diferenças sociais. Isso pode ser percebido claramente no mundo rurbano, pois estes são as áreas rurais que foram afetados pela tecnologia, afetados pelo urbano, pois nesse meio ha muita diferença de classes por consequência da migração do rural para o urbano. A migração ocorre muito por conta dos estudos dos jovens rurais, pois a escolas estão na área urbana, estes tem de sair do meio rural e ir até o urbano em busca de educação, de conhecimento, ou seja, de uma vida melhor.
    Talvez o grande problema esteja na não existência de escolas rurais, que transmita o conhecimento mantendo a cultura local, pois quando os jovens rurais vão para a escola, eles são afetados pelo desenvolvimento tecnológico, fazendo com que a cada dia se perca as características do meio rural.

  62. Mariana Pires Calijuri disse:

    Rurbano é o termo empregado às pessoas que migram do campo em direção à cidade para encontrarem melhores formais de viver, como melhor educação e melhores trabalhos. Tendo em vista essa definição os desafios da educação, em um dos mundos “não-planos”, o rurbano, seria o fortalecimento e o reconhecimento da identidade cultural das pessoas do campo.

  63. Emanuelle disse:

    Chade quando diz que o mundo não é plano está querendo demonstrar as diferenças sociais existente na sociedade ao qual nem todos têm oportunidades. Em relação os espaços rurbanos podemos dizer que é a zona rural com características da zona urbana. Assim os desafios da educação nos espaços rurbanos é fazer uma aproximação dos ritmos de vida urbano e rural.

  64. Deise Scardelato disse:

    A união entre o mundo rural e o mundo urbano pode existir sem que haja perda da característica de cada um, pois cada mundo tem suas peculiaridades, as pessoas podem viver em contato com a natureza e ainda sim estar ligada aos acontecimentos da cidade, não é necessário uma total migração. A educação deve manter a ligação entre os dois mundos, rurbanidade, a cultura do campo não pode se perder devido o crescimento da cidade. Um exemplo para isso, é que cidade pequenas que ainda tem sitiantes ao redor e seus filhos vão para a escola da cidade, o professor deve respeitar e incentivar a cultura e o conhecimento dessas crianças mostrando aos demais alunos a importância do campo.

  65. Mayara Thaís Miler da Rocha disse:

    A Rurbanização é a transformação das atividades desenvolvidas nas áreas rurais, é a integração entre os espaços urbanos e rurais. O autor citado, Gilberto Freyre, foi o primeiro a falar em Rurbanização, neste espaço de convivência de uma cultura mista. Um grande desafio da parte educacional é trabalhar com estes dois espaços de uma forma integrada, fazendo com que os alunos não percam sua origem e que conheçam cada uma dessas culturas, do campo e da cidade, aprendam o quanto cada uma tem sua importância, e que façam a integração entre elas.

  66. Angela M. Davanzo disse:

    Thomas L. Friedman, por meio da obra O Mundo é Plano, traz a tona a breve história tentando decodificar as ápices dos fatos ocorridos durante o século XXI. Discorrendo as informações meio a uma literatura aguçada para o leitor.
    O autor refere-se ao processo de globalização, como consequência do passado, frente ao mundo contemporâneo, dados nos exemplos de comparações entre cidades, países, continentes, povos, culturas, etnias, entre outros, fatos que marcaram se tornaram notícia do mundo globalizado. Entre as quais, descrevem sobre as dez forças que tornaram o mundo plano. Também trata “a tripla convergência” atuando para a criação de um novo e nivelado campo de jogo global.
    Frente a estas informações, surgem no trabalho de vários autores o entendimento das mudanças ocorridas no Brasil entre a cultura do homem no campo versus o crescimento “progressivo” do homem na cidade, designados nos termos entre urbano e rural “rurbano”, onde Gilberto Freyre, procura esmiuçar os fatos pelas informações retratadas em seu relato.

  67. Elisa Pavani de Oliveira disse:

    Sobre rurbanização, pode-se afirmar que é um processo de mistura culturais- campo e cidade- em que aspectos da vida típica rural aparecem na urbana, e vice-versa, e que devem ser preservados. Assim, na educação, o professor tem como papel fundamental transmitir a conscientização de respeito, as características de cada área e sua importância dentro do contexto social.

  68. Edinaldo S. Nascimento disse:

    Plano significa, na perspectiva de superfície segundo o dicionário, liso, raso, nivelado. Adjetivo que não representa o mundo, pois além de conter variáveis elevações terrenas, contêm nas características humanas desnivelamentos de toda sorte de natureza. Friedman e Chade divergem no conceito de um mundo plano, o primeiro destaca a globalização como responsável pela afirmação de um mundo plano, enquanto o segundo acredita ser de natureza ingênua esta afirmação, visto que, ainda num mundo globalizado são gritantes as desigualdades sociais: econômicas, pessoais e educacionais. O termo “rurbanismo” está associado ao processo de evasão rural rumo ao território urbano que caracteriza-se pela busca do ruralista por meios de vida melhores.

  69. Viviane Borges disse:

    Ao contrário do que queria demonstrar FRIEDMAN podemos afirmar que o mundo não é plano, pois as diferenças existem no mundo independentemente dos recursos tecnológicos utilizados, ou seja, as diferenças sócio-econômicas não se vinculam aos recursos tecnológicos que uma nação tenha ou não ,mas sim à luta de classes, que define os grupos hegemônicos. A idéia da globalização como forma de igualar as nações não coincide com a realidade. As tecnologias urbanas estão alcançando o campo gerando um desafio para a educação nesse mundo onde as diferenças se contrastam, mas também se entrelaçam., A educação deve qualificá-los em relação as prática do campo além de fazer alternâncias para que os alunos possam obter os conhecimentos necessários à sua inclusão, ou seja, participação na sociedade para que o aluno não perca seu referencial social e se torne apto a prosseguir os estudos.

  70. Gleicer C. Correia disse:

    A partir da definição de mundo “não-plano” e considerando o rurbano como esse tipo de mundo, a educação tem o desafio de ensinar a valorização das duas culturas, as duas formas de vida, sem fazer afirmações que apontem uma ou outra como melhor ou pior. A educação tem o papel de ensinar que o campo precisa de algumas “coisas” que a cidade oferece, e que a cidade também precisa do campo para sua rotina diária.

  71. thaila oliveira disse:

    Fridman escreveu o livro “o mundo é plano” para mostrar sua visão sem as desigualdades que dessa forma igualitariam os países em pé de igualdade, nessa visão não haveriam desigualdades tecnólogicas e sociais, porém como aponta Chade essa proposta de “mundo plano” ainda é irreal e de certa forma fantasiosa, pois como foi visto ele (Chade) apresenta em muitos momentos números alarmantes que uma grande parte do mundo passa fome e morrem centenas de pessoas vítimas da desnutrição, mostrando o mundo caótico no qual estamos inseridos e muitas vezes nem nós damos conta, é de suma importancia manter a mente clara em relação ao tema.
    o mundo rurbano, analogismo de Gilberto Freire, escreve sobre a interação tecnologica do mundo urbano dentro da sociedade rural, sendo importante conhecer quem são esses jovens que vivem nesse ambiente, entender seus pensamentos: o que pensam de escola, educação, cidade, interior, familia, pois esses conceitos como aponta Carneiro regem a vida educativa, profissional e pessoal desses jovens que vivem no ambiente rurbano

  72. Patrícia Carla Zarpelon disse:

    Como podemos perceber no texto de Jamil Chade O mundo não é Plano: A tragédia Silenciosa de 1 bilhão de famintos, os dados apresentados chegam até nos chocar em pensar na seguinte realidade: “Por ano, seis milhões de crianças morrem de fome, isto é, uma a cada cinco segundos”.(CHADE, p. 24). O objetivo deste texto é questionar a postura de Friedman. Podemos diante dessa afirmação assegurar que em meio a tantas diferenças. o mundio é Plano?Stiglitz analisa a visão de Friedman como equivocada, pois, Friedman “se equivocou ao chegar na conclusão que o planeta caminha para a mesma direção”.
    Concluímos portanto, que o mundo não é plano, em meio a tantas diferenças socioeconômicas constatadas, onde uns tem muitos, e outros, infelizmente chegam a morrer de fome.
    Quanto ao espaço rurbano, podemos dizer que possui essa mistura de rural e urbano, é o processo que ocorre através da transformação das atividades. O Rurbano tem como característica essa “mescla” de campo e cidade e o professor tem como objetivo apresentar ao aluno do campo a tecnologia, apresentar objetos que este aluno do campo não teria contato, mas sem deixar que ele perca suas origens. Ao mesmo tempo tem o papel de apresentar às pessoas da cidade o valor histórico e cultural que as pessoas do campo trazem consigo, que por sinal, devem ser muito bem respeitadas.

  73. gisela disse:

    O mundo não é plano devido as desigualdades sociais. Há grandes diferenças devido as políticas publicas mal elaboradas ,pois essas diferenças existem independente dos recursos tecnológicos utilizados . A ideia de globalização como forma de igualar o mundo não coincide com a realidade. Falar que o mundo é plano demonstra uma incoerência , já que nos encontramos num mundo de diferenças .

  74. Rafaela Pinheiro Alves disse:

    A rurbanização trás uma mistura de cultura, atividades e tecnologias no espaço urbano e do rural, convivendo e se articulando entre si. O papel na educação escolar tem sobre a rurbanização é mostrar e valorizar os aspectos tanto do urbano quanto do rural para a sociedade ali inserida. Esse modo de vida foi se mesclando historicamente é como todos os modos de vida tem suas especificidades e sua importância.

  75. Carla Cristina Gomes Nogueira disse:

    Friedman trata em seu livro sobre um mundo plano, considerando que a globalização e as tecnologias avançadas seriam responsáveis pela plenitude do mundo, o que não é verdade e contestado por Chade, que considera as desigualdades sociais, índices de pobreza e dificuldades encontradas em muitos países com diferenças econômicas e sociais imensas, ainda que de modo geral o mundo tenha muitas tecnologias. O “rurbanismo” é a mistura das áreas rurais e das áreas urbanas. Essa integração de cultura do campo com a da cidade vê-se nas escolas, que ainda hoje, têm jovens alunos que residem nas áreas rurais vizinhas e vêm para a área urbana acreditando na maior possibilidade de estudos devido às tecnologias existentes atualmente. É de responsabilidade de a educação proporcionar aos alunos do campo e da cidade uma integração de modo que eles não percam suas origens, interajam entre si trocando experiências, destacando o valor de cada um, sem a discriminação de nenhuma das partes. Essas são além de responsabilidades da escola, também as maiores dificuldades, nesse sentido.

  76. Elisa Rincon Vieira disse:

    O mundo rurbano é caracterizado pela invasão de caracteristicas e costumes da sociedade urbana, com suas tecnologias, no espaço rural. Dois autores se contrapõem ao tratarem do assunto do “Mundo Plano”, Friedman e Chade. Friedman defente que há essa planicidade mundial, levando em consideração a idéia de que a globalização igualaria o mundo a cerca das tecnologias, das informações, na economia, e etc.. Porém, Chade contesta sobre o “Mundo Plano”, não acreditando que isso ocorra destacando as disigualdes sociais .

  77. Ana Beatriz Galbin Gomes disse:

    A rurbanização é uma mescla de cultura, tecnologias e atividades entre o meio urbano e o rural. Essa mistura faz ocorrer uma perda ou um esquecimento dos costumes e cultura do campo. O papel da Educação é fazer com que essa mescla ocorra sem que haja uma perda de identidade rural.

  78. Beatriz Stefanie da Silva disse:

    De acordo com os autores eles não concordam entre si, pois para Friedman o mundo seria plano pelos avanços da tecnologia e da globalização, mas em desacordo com essa afirmação, Chade diz já que ainda existe muita miséria, fome e desigualdade o mundo não é plano.
    Em relação ao termo “Rurbano”, percebe-se como sendo dois lugares divididos, em que, no campo há clara demonstração que se torna um lugar de trabalho, com pouca tecnologia e educação formal, diferente da cidade, em que, há uma grande tecnologia voltada e utilizada de forma diferente, e a educação como sendo uma formação intelectual, integral e formativa. O acontecimento de passagem dos indivíduos do campo pra cidade em busca de melhores condições e logo a mudança de suas marcas e identidades, torna-se o mundo “Rurbano”, que é a mistura intima e diretamente ligada entre campo e cidade.

  79. Danny Hellen disse:

    Como podemos perceber a ‘rurbanização’ é uma combinação do rural com o urbano. Tem como objetivo manter um com o outro, no campo é necessário que se aprenda todas as tecnologias e avanços que a cidade esta produzindo, assim como na cidade tem que reconhecer o valor histórico e cultural do campo. Sendo necessário conhecer as pessoas que vivem nesse meio rurbano, como elas pesam sobre escola, educação, entre outros. Assim o professor tem um papel muito importante que é transmitir a conscientização de conceito de cada área e sua importância no contexto social.
    Ao contrario de Friedman no texto de Jamil Chade diz que o mundo não é plano, com isso está querendo demonstrar as diferenças sociais existente na sociedade ao qual nem todas as pessoas têm as mesmas oportunidades, mostrando o mundo caótico em que estamos inseridos.

  80. Geisinara Fernanda B. Dias disse:

    Thomas Friedman (2005) declara em sua obra que “o mundo é plano”. O autor sustenta a sua ideia explicando que a globalização trouxe grandes avanços da tecnologia, tornando o mundo cada vez mais igualitário e justo – o mundo plano. No entanto, Chade (2010) discorda de Friedman (2005), pois afirma que a própria globalização é um dos motivos que aumentam as diferenças entre os homens. Nesse sentido, Chade (2010) declara que “o mundo não é plano”. Constata-se que a globalização é um desafio para a educação rural, pois a maioria dos moradores do campo vão estudar nas cidades urbanas, acreditando que o único modo de se conquistar uma vida melhor é no meio urbano. Percebemos que, dessa forma, o mundo rural incorpora cada vez mais características urbanas, ou seja, o rural se transforma em “rurbano” para incluir-se no processo de globalização – idealizado como o melhor para todos. Com isso, observa-se, portanto, a desvalorização da essência da cultura rural e a perda da identidade da zona rural.

  81. Amanda Amaral Perles disse:

    Com a modernização, a relação entre rural e urbano se tornou cada vez mais intensa, transformando a sociedade em uma rurbanização, termo esse que indica a invasão das características da sociedade urbana no campo.
    Para Friedman o mundo se tornou “plano”, ou seja, através dos avanços tecnológicos e da modernização, está mais próximo da globalização, esta que igualaria a sociedade. Em contrapartida, Chade diz que “o mundo não é plano”, pois a rurbanização está aumentando a desvalorização do rural, que vem perdendo sua identidade, e fortalecendo as desigualdades sociais. Sendo assim, um dos papéis da educação é manter um elo entre as populações (rural/urbana), para que não se perca a identidade cultural.

  82. Poliana disse:

    Thomas Fridman aponta em seu livro que “o mundo é plano”. Faz esse apontamento devido ao intenso avanço da tecnologia, que tem a tendência de tornar o mundo cada vez mais igualado.
    Destacando as diferenças sociais e econômicas entre os países do mundo , Chade faz uma crítica a essa visão , declarando que o mundo não é plano . Enquanto em alguns lugares há um acentuado desenvolvimento econômicos , em outras regiões prevalece a fome e a miséria.
    Nesse sentido ,partindo da ideia de que o mundo rurbano faz parte do mundo não – plano , devido a mistura entre o campo e a cidade e ao mesmo tempo as diferenças entre essas localidades,conseguir manter uma conciliação entre as duas culturas ( rurais e urbanas), de forma que não haja uma superação de uma sobre a outra , nem a perca da identidade social e cultural pelos indivíduos, é o desafio educacional nesse cenário,

  83. Patrícia Santos disse:

    Thomas Friedman defende a teoria do mundo plano baseado nos pontos positivos que o processo de globalização teria trazido às nações, como o avanço das tecnologias e o maior acesso às informações, entre outros, promovendo um nivelamento entre todos os países. No entanto, essa globalização não pôs fim às gritantes diferenças existentes entre essas nações, como a falta de acesso à alimentação, saúde, moradia, saneamento, entre outros itens indispensáveis que podem garantir melhores condições de sobrevivência. Essa escassez de recursos é constatada por Jamil Chade, que, em suas viagens, travou contato com duras realidades que em nada condizem com essa teoria de um mundo “planificado”. Basta olharmos para as diferenças existentes em nosso país para comprovarmos que essa teoria não tem sustentação. Já o espaço “rurbano” é uma junção entre as áreas urbanizadas e as rurais, cada vez mais próximas e com seus elementos mais mesclados, porém, não de forma igualitária.

  84. João Theodoro disse:

    Quando ouvimos sobre o fim do mundo, pensamos em catástrofes, desastres e a revolta da natureza resultando-se na morte de todos os indivíduos de uma espécie. Pensamos o fim do mundo, mas não a sua ressurreição. Com os conhecimentos básicos de ciências naturais, já poderíamos esperar que nada da Terra tivesse um fim, e sim, uma transformação. Pensemos nessa mudança mas numa perspectiva sociológica, a transformação e o surgimento de uma nova sociedade, a partir dos anos 2000, como traz Friedman, um mundo globalizado, com países vendidos pelo mercado – citando a China, por exemplo. É o fim dos velhos tempos, é o fim das ordens mundiais, é o fim da separação dos países nórdicos e sulistas, é o fim da separação pelo hemisfério. Em um mundo consumista, um precisa do outro, uma empresa precisa estar bem distribuída pelo mundo, caso contrário não há consumação. É um serviço em otimização, os países pobres continuam precários e servindo como podem, doando suas migalhas, seus grãos, madeira, pedra, pó. Enquanto os países desenvolvidos, somente exportam, vendem, lucram. Nesse mundo plano, você pode inserir o mundo novo em qualquer lugar, a pós-modernidade deixa, ela permite a mistura, ela permite tudo em nome da inovação. O campo não precisa ser somente campo, o urbano não precisa se restringir, o sertanejo não precisa estar somente no interior como o funk não precisa estar só no Rio de Janeiro. É a “rurbanização”. E não estamos lidando com bons panoramas da situação. Se pensarmos em rurbanização não estamos falando da vinda de novas tecnologias para a melhoria de vida daqueles que vivem ali. Estamos falando do corte de subsídios, do desemprego em massa com a presença das máquinas, da troca do homem pela tecnologia. Não estamos falando de uma possibilidade de comunicação entre os povos, de uma formação menos excludente, menos racista e menos desigual. Os desafios são esses. Aceitar essa transformação que o mundo assiste e vive não é solução. Uma sociedade consumista, individualizada não é a solução. O sentimento de exclusão dos jovens ruralistas, de não se enquadrar, de não comprar, de não possuir não é a solução. A solução é pela atividade do trabalho, pelas boas leituras e o uso da filosofia e da sociologia para formar cidadãos críticos e espertos. Porque analisar a transformação tecnológica como boa e aceita pela sociedade não é normal. Não temos que aceitar a destruição cultural de uma determinada região peculiar do Brasil pela padronização dos gostos, dos modelos e da homogeneização social que essa tal de rurbanização traz para o país.

  85. Mariana Santini Arroyo disse:

    Fridman defende que “o mundo é plano”, baseando-se no aumento das tecnologias para defender a ideia de que o mundo tende a ser cada vez mais igualado. Porém, sabemos que essa não é uma realidade, a desigualdade social é visível, portanto, não podemos ter “um mundo plano” se há desigualdades , enquanto uns tem um mundo materialista totalmente acessível, outro não tem ao menos o básico para se sobreviver. Chade, ao contrário de Fridman, afirma que a globalização aumenta a diferença entre os homens, ele defende que “o mundo não é plano”. A rurbanização é mistura do urbano com o rural que acaba trazendo complicações para a educação rural, pois faz com que se perca as tradições e costumes e faz com que os moradores de regiões rurais acreditem que para se ter “uma vida melhor” deve-se tornar um ser urbano. A educação deve proporcionar a mescla de cultura, de forma que os alunos não percam a sua essência e não padronizem um modelo.

  86. Daysa Lourente disse:

    Talvez o mundo seja Plano na perspectiva daqueles que não querem enxergar o que está á sua frente, defendendo uma igualdade que existe apenas no papel com a chamada democracia ou qualquer coisa do tipo. Embora as tecnologias estejam em grandes aumentos na sociedade e chegando a classes mais baixas, não quer dizer que há um nível social igualitário, pois ainda existem muitos que estão longe dessa realidade. Também não podemos esquecer do mundo rural que nunca se acabará, por que a sociedade depende dele, em partes, para existir e não podemos ser demagogos em dizer que esse mundo é o mesmo mundo urbano, na verdade os dois mundos se entrelaçam, fazem parte um do outro, assim como vimos em sociologia2 denominando-os em um novo grupo: a rurbanização.

  87. Valéria Paes disse:

    Thomas Friedman aponta que “o mundo é Plano”, que a globalização esta promovendo um nivelamento entre todos os países (desenvolvidos e em desenvolvimento), porem fica dificíl apoiar este conceito em meia a tanta desigualdade social que enfrentamos pelo mundo a fora, vivemos atualmente em mundo totalmente desigual onde uma pequena (muito pequena) parte da população possui tudo que necessita para sobreviver com luxo e fartura e outra grande maioria sem o minimo para sobreviver com dignidade. Com a Rurbanização (mistura do urbano com o rural) esta desigualdade continua sendo acentuada e fica ainda mais dificil a educação, trazendo um grande desafio para a educação de nossas futuras gerações, onde será preciso criar um ambiente de aprendizagem com interesse nesta realidade.

  88. Maria Rodrigues da Silva disse:

    A ¨rurbanização¨seria uma meneira de combinar práticas e valores de culturas distintas, porém somos rurais no campo e urbanos no cidade. Ambos lugares comportam sociedades distintas, o que reafirma a heterogeneidade cultural.
    Neste sentido o desafio da educação seria trabalhar com comunidades distintas e não com uma homogeneidade de valores que não correspondem as espectativas locais.

  89. gisele gubolin disse:

    FRIEDMAN DIZ QUE O MUNDO É PLANO POR CAUSA DA GLOBALIZAÇÃO, O QUE FAZ AUMENTAR OS RECURSOS TECNOLÓGICOS. CHADE DIZ QUE O PROGRESSO DA ECONOMIA NÃO TEM NADA HAVER COM A DIMINUIÇÃO DA POBREZA, POIS HÁ AINDA MUITA DESIGUALDADE SOCIAL. MENEZES DIZ QUE OS ADOLESCENTES DA ZONA RURAL (QUE SÃO OS QUE MAIS SOFREM COM A DESIGUALDADE SOCIAL), MIGRAM PARA A ZONA URBANA EM BUSCA DE MELHORES SALÁRIOS. CARNEIRO NOS MOSTRA O CONCEITO DE RURBANIZAÇÃO. VALE E CASSIN COLOCA A ESCOLA URBANA E RURAL COMO UMA TOTALIDADE E CONSIDERA O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO.

  90. Raiza Oliveira disse:

    Thomas Fridman defende que o mundo é plano, baseando-se no aumento e avanços das tecnologias para defender a ideia de que o mundo tende a ser cada vez mais nivelado, igual. Mas a desigualdade social presente há tanto tempo e em tantas sociedades distintas vai contra essa afirmação. O mundo hoje é completamente desigual e não parece estar caminhado rumo a outros caminhos diferentes. A “rurbanização” é a mistura, a descaracterização do campo e da cidade. Características que só encontrávamos nas zonas rurais se misturam com características das grandes cidades e vice-versa. As coisas não são mais fixas, tudo se transforma, se mistura. O problema, é que as tecnologias inseridas no campo tiram das pessoas que lá vivem as expectativas de crescimento que possuíam. Esse tipo de processo causa desemprego, miséria, desigualdade… em uma sociedade intensamente consumista, egoísta e alienada. Padronizar não é tornar melhor, o diferente deve ser valorizado, as diferenças (regionais, culturais, étnicas) devem ser valorizadas. Não se pode permitir que um lugar, uma população, uma cultura deixa de ser quem é por conta do interesse e comodidade de alguns.

  91. Eliane Rosa Policarpo disse:

    Os desafios da educação a respeito dos mundos “não-planos”seria o fortalecimento e o reconhecimento da identidade cultural das pessoas.
    Podemos afirmar que o mundo não é plano,devido alguns países desenvolvem suas tecnologias e economias ,outros países encontram-se em situação de extrema miséria e fome.
    Portanto a rurbanização seria uma mistura de culturas e tecnologias no espaço rural e urbano.

  92. Jorgeana disse:

    Que pena que o mundo não é plano.
    Se fosse, tudo seria dividido igualmente,
    pois estariam em uma mesma posição.
    Mas não é assim que acontece, com a globalização
    e as tecnologias, tudo o que era pra ser melhor
    distribuído, ficou pior, pois um sempre querendo mais
    do que o outro, e isso não é democracia.

  93. Marcelo George do A. B. Longhi disse:

    Friedman parece apostar em um real liberalismo entre as nações, com condições para que todos alcancem a riqueza e o desenvolvimento. No entanto, Chade, em seu seu livro O mundo não é plano, faz uma aguda crítica a concepção de Friedman. Ele expões as imensas diferenças entre os povos no processo de globalização, e que fatores como a crise econômica mundial repercutem com mais severidade em nações subdesenvolvidas.

  94. Bete disse:

    O mundo não é plano. Consequentemente as pessoas não vivem em níveis sociais iguais.Mesmo que se considere a ação do homem em cada país ou região que habita, a diferença cultural, social, moral e natural de cada um fará com as diferenças sejam acentuadas, isto é, haverá sempre o contraste rico / pobre (miserável). Nesse caso, falar de meio rural e urbano serve apenas para mostras quão marcantes são tais diferenças, principalmente em que, dependendo da época, o meio rural invade o urbano e vice e versa, sempre na busca de uma melhoria econômica. Misturar zona rural com zona urbana (daí o neologismo “rurbanização”) pode ser uma tendência, principalmente, na atualidade, com tantas tecnologias que podem facilitar o relacionamento entre essas duas sociedades.

  95. Veridiana santana deOliveiara disse:

    Hoje o mundo urbano é a retratação da vida sem referências , um mundo egoísta sem a noção do comum com contrastes urbanos, e das diferenças sociais . As escolas não retratam a realidade histórica dos caipiras não permitem aos indivíduos terem contato com as suas verdadeiras origens. Refazer este estudo na construção de um mundo plano poça ser a saída para uma educação melhor Darcy Ribeiro retrata esta realidade como forma de reconstrução deste individuo, nesta inversão do campo pela cidade.

  96. Erika Caroline Maia disse:

    Acredito que hoje não podemos mais definir a zona rural com a zona urbana, conceitos que trabalhamos no ensino fundamental, acho que a melhor forma de trazer estes conteúdos para dentro de sala é a cultura de cada um.Pois, na sociedade que está sendo desenhada hoje,a tecnologia esta em todas as regiões em toda classe social, e é claro o mundo não vai e nunca será plano devido a influencia de cada cultura de cada modo de viver.

  97. Annelize dos Santos Martins disse:

    Viver em um mundo plano, significa não ter tanta miséria e fome, por isso estamos em um mundo não plano, em que as políticas de desenvolvimento são um fracasso.
    O mundo plano, possui uma ingenuidade e uma visão diferenciada da realidade internacional, nem todos estão na mesma direção. Transformações ocorrem para que o mundo tente ser plano, mas infelizmente não é obtido o total sucesso, pois ainda existe muita miséria e fome.
    Dentro do contexto “o mundo não é plano”, são destacados os moradores ruirais pois trabalham manualmente, não são valorizados , não possuem privilégios, mas sonham por uma valorização de conhecimentos.
    A educação escolar, é considerada e valorizada pelas pessoas que estão no meio rural, sendo um privilégio para eles ter este ensino para serem alguém na vida, com um futuro melhor para si e seus filhos, pois o meio onde eles vivem, não é um ótimo espaço para educação, mas é voltado para o trabalho. Mas, por não ter tecnologias, e grandes escolas, os moradores rurais acabam perdendo a identidade tradicional, e acabam indo estudar na cidade, por causa da grande escassez da educação no meio rural.
    Educação seria um benefício e um privilégio apenas do mundo urbano.

  98. EVELINE GIMENES disse:

    Thomas Friedman defende em sua obra que “o mundo é plano”. O autor sustenta a sua ideia explicando que a globalização trouxe grandes avanços da tecnologia, tornando o mundo cada vez mais igualitário e justo ,o mundo plano. No entanto,Chade discorda de Friedman , pois afirma que a própria globalização é um dos motivos que aumentam as diferenças entre os homens. Chade diz que “o mundo não é plano”.Podemos concluir que a globalização é um desafio para a educação rural, pois a maioria dos moradores do campo vão estudar nas cidades urbanas, perdendo então toda a sua cultura e identidade rural.

  99. silmara comino disse:

    O mundo não é plano,,a miséria e fome continua sendo o foco das atenções, e as politicas são sempre um fracasso. A vida rural vai sendo ocupadas por tecnologias novas, onde o ser deixa de ser ultíl.E através
    dessas dificuldades que o aumento urbano acaba sendo um dos meios para o população do campo.A globalização é um desafios para a educação rural.
    Friedman parece apostar em um real liberalismo entre as nações, com condições para que todos alcancem a riqueza e o desenvolvimento.

  100. Daniela Alves disse:

    De acordo com as aulas que já tivemos e com as leituras dos primeiros textos vimos que Thomas Friedman acreditava que o mundo era plano por causa da globalização, mas Chade (2009) vem nossa mostrar que o mundo não é plano por causa das fomes, da destruição e guerra que o mundo está vivendo. As transformações da vida rural e na vida urbana são alguns dos motivos que vem nos mostrar que esse mundo não é plano, pois no mundo rural as pessoas estão inseridas num trabalho manual e na expectativa de um mundo intelectual que é para poucos. Os jovens rurais procuram na cidade a ascensão social e a busca de melhoria de vida através da educação, assim as pessoas que moram no campo vão para a cidade, fazendo uma ligação entre esses mundos conhecendo-os como Ruburbano. E o que os diferencia é a situação socioeconômica, o urbano acusa o rural de falta de recursos e por isso ocorre um certo preconceito.
    Esse ruburbanismo contribui com o mundo rural para que eles possam ter um melhor status e com o urbano por ter um contato mais intimo com a natureza, contribuindo ate na saúde deles. Os jovens para quererem continuar no campo eles precisavam ter mais recursos tecnológicos e educação de qualidade de forma ampla e também deve-se procurar acabar com a fome e miséria do país e até do mundo. Enfim, o mundo rural não pode ser visto como inferior e os jovens precisam ter esse contato com o ruburbano para fazer escolhas conscientes.

  101. Marina Martins disse:

    Através das aulas e conhecimentos adquiridos, é possível apresentar as perspectivas propostas por Friedman e Chade. A primeira, apresentada por Friedman, trata da visão de um mundo plano. Este termo refere-se ao mundo interligado e uniforme fortemente baseado na globalização. A tecnologia e os avanços possibilitariam para este autor um mundo com acesso igual a todos, com o a tecnologia de forma democrática a todos. Esta visão de um mundo plano é contestada por Chade (2009), o questionamento parte da visão realista de um mundo que não está nem perto de ser plano. Para os países desenvolvidos e superiores econimicamente e politicamente é fácil tratar desta forma plana, porém, para os países de baixa renda esta é uma realidade bem distante. A miséria, a fome, a falta de educação e princípios básicos do ser humano em vários lugares e cidades, vem nos mostrar que o mundo não é plano, pelo contrário, apresenta diversidades notáveis. Sendo assim, produzimos novas tecnologias a todo momento, o mundo avança cada vez mais nessa questão, apenas uma minoria alcança esta produção.
    Considerando está afirmação de um mundo não plano, e com diversas variedades e problemas, é possível pensar na vida rural. A tecnologia invade o campo, e torna-o assim cada vez mais desvalorizado mediante as possibilidades da vida urbana. A incorporação das características urbanas dentro do mundo rural o transforma o em “rurbano”. Estes fatos instigam ainda mais a desvalorização da cultura rural, acontece uma perda de identidade deste povo. As pessoas do campo, virão-se obrigadas diante a interferência de uma demanda grande de máquinas a migrarem para a cidade em busca de melhores condições de vida e até ascensão social. A situação na cidade muitas vezes remete para o abandono tomada de lugar em periferias e favelas e marginalização. A educação deve pensar também na população do campo, que tem o estudo como forma de superar as dificuldades existentes e alcançar outro tipo de vida. A vida de um jovem do campo que deseja estudar não é fácil. Estes jovens enfrentam diversas dificuldades e barreiras. As escolas no campo também devem ser pensadas de forma a respeitar a situação vivida. Para nossa formação, é importante pensar que dificuldades essas pessoas vivem, a que lugar a sociedade os leva, e como nós temos que agir em meios assim para garantir efetivamente a educação.

  102. Angelica Camacho disse:

    Friedman acreditava em um mundo plano, onde não haveria miséria, fome e outros problemas que enfrentamos, problemas esses que se dão pelo fato de o mundo não ser plano, como nos aponta Chade. Existem muitas diferenças sociais no mundo em que vivemos. Há uma grande marca dessas diferenças se compararmos a vida rural com a vida urbana.
    A vida rurbana, ou seja, mistura dos dois modos de vida (vida urbana com vida rural), acaba por certo ponto desvalorizando a vida no campo, fazendo com que os rurais percam sua identidade, criando assim um pressuposto de que se uma pessoa não for de vida urbana, ela é “atrasada”.
    Contudo, as pessoas de vida rural foram obrigadas a se mudarem para as cidades, buscando melhores condições de vida.
    Uma cultura não deve ser desvalorizada pelas suas diferenças com outra cultura.
    Em relação a educação, as escolas devem ser capazes de romper com essa desvalorização, sabendo associar o que é dispensável para cada tipo de vida encontrado em nossa sociedade.

  103. Luany Pyetra disse:

    Mediante os textos e as aulas que tivemos,podemos concluir que, na visão de Friedman,o mundo é plano já que por meio da globalização todos se tornariam de alguma forma iguais,seria o mundo que idealizamos.Mas Chade vai contra e diz que não é plano uma vez que,nos deparamos com diversos problemas sociais como a fome,pobreza,destruição,entre outras infinidades,e tendo dentre estas uma essencial que é a educação. Avaliando as diferenças dentre o meio rural e urbano,podemos notar que há uma grande desigualdade,muitas delas que nós mesmo proporcionamos.Até mesmo a educação que é direito de todos,independente de onde vivemos,acaba sendo afetada e trazida como “ideal” somente no meio urbano,fazendo assim com que nos esqueçamos que necessitamos deste meio,somos dependentes para diversas atividades e que merecem uma valorização digna e cada vez mais igualitária.

  104. Beatriz Rincão disse:

    Com os textos e com as aulas notamos que Friedmam acreditava em mundo plano por causa da globalização, já para Chade o mundo não podia ser visto como plano, uma vez que com a globalização, aumentou a miséria,a fome, a desigualdade social e entre outras coisas. Com o mundo não plano apresentado por Chade as zonas rurais que tivessem o privilégio de terem qualquer benefício que as zonas rurais tem como emprego, saúde e educação de qualidade, o que não ocorre/vimos muito, pode ser considerado um meio ”Rurbano.”

  105. Camila Pavaneli disse:

    Para Thomas Friedman o mundo é plano por oferecer igualdade de condições. A globalização é tratada como positiva. Entretanto, Chade contesta o mundo plano, pois o mundo não é plano, pelo fato da globalização, em sua perversidade, basear-se na desigualdades sociais, levando a miséria, fome, a pobreza de grande parte da população, é a forma mais intensificada do capitalismo.
    Com a globalização aproximou-se a inserção do urbano no rural, deste mundo não-plano há o rurbano, dos quais as relações da forma de vida das grandes cidades e da industrialização leva a interligação da cidade com o campo. Diante disso os desafios da educação é não desvalorizar, apagar a identidade cultural do meio rural.

  106. Andressa Parra disse:

    No decorrer do módulo I, podemos ter contato com diferentes definições a respeito do meio em que vivemos, com diferentes considerações a de Thomas Friedman e Chade o mundo como sendo plano ou não-plano, bem como o mundo rurbano, são muitos os desafios presentes nesses dois contexto, são inúmeros os valores e estilos de vida rurais e valores e estilos de vida urbana que ambas se interligam. Todo ser humano tem contato com a natureza, com a terra, e outros, a nossa identidade genealógica. Bem como o desenvolvimento socioeconômico, vivência regional, assim a junção da convivência urbanismos, ruralismos.

    Com a grande inserção dos meios de comunicação na nossa sociedade o que causa o transtorno entre as limitações do mundo rural e o urbano, originando na sociedade rurbana. Segundo Thomas Friedman a nossa sociedade é plana por haver igualdade de oportunidades, no entanto Chade contradiz esse questão, pois nem todo indivíduo tem as mesmas oportunidades, bem como às desigualdades da globalização, uma vez que esta não atinge todos indivíduos. A desigualdade social apresenta uma grande distancia entre os indivíduos que obtém o poder e aqueles que recebem o poder (os trabalhadores), isso faz com que o mundo não seja plano, tudo isso pelo distanciamento que é encontrado.

  107. Silmara Dias disse:

    A globalização é um processo de integração econômica, social , cultural e política, porem o que constatamos na verdade é a imposição da ideologia do que é tido como desenvolvido sobre outra. O que não condiz com o que defende Fridman (2005) em seu livro “O mundo é plano” onde para ele a globalização é um fator que desencadeia condiçoes mais igualatárias. É claro que se o autor considerar apenas os benefícios da globalização para o capitalismo, o mundo está ficando plano, o capital tal como uma máquina de terraplanagem escava, carrega, transporta e espalha toda uma cultura historicamente construída, a fim de uma uniformização ilusória.
    Conferimos em Chade(2009) que o mundo não é plano, ele é possui suas peculiaridades das mais diferentes formas, um exemplo de mundo não plano é o mundo rurbano. A relação entre o espaço urbano tido como desenvolvido onde as tecnologias são bem presentes e o espaço rural, agrícola onde prevalece o trabalho manual e tido como atrasado, traz desafios que precisam ser encarados principalmente nos espaços de formação humana com extremo cuidado, pois tanto um quanto o outro tem suas contribuiçoes para a sociedade. A educação deve abidicar -se desta visãoe propiciar a interação de conhecimentos sem desvalorizar ou impor valores urbanos sobre o rural.

  108. Bruna Belluci disse:

    Processo pelo qual consiste na transformação das zonas rurais com uma crescente integração do espaço urbano recebe o nome de rurbano. Devido ao aumento acelerado das cidades é que se dá essas transformações, de uma crescente modificação no campo, invasão do campo pelas indústrias, e o trabalho manual pelo trabalho de máquinas. A distância entre campo e cidade diminuem, os trabalhadores começam a se mudar para a urbanização. Com tanta demanda para as cidades, demanda sem preparo ocasiona alguns problemas, tais como diminuição da qualidade de vida, insatisfeitos a procura pelo campo aumenta e a integração campo e cidade ganha mais valor. Com tantas mudanças entre elas a mudança de mão de obra humana para as máquinas o desemprego afeta grande parte das pessoas, com ele vem a fome, e a crescente exclusão social. A sociedade começa a sua divisão por classes que é levada até o campo.

  109. Nayara disse:

    De acordo com os textos e as aulas, podemos dizer que temos duas perspectivas de mundo: o plano e o não plano. O primeiro é defendido por Thomas Friedman, que acredita em um mundo plano devido a globalização que vem ocorrendo nos países, industrializados e desenvolvidos, aumentando os recursos tecnológicos e fazendo com que todos os países possam se inter-relacionarem. Contrapondo, Chade diz que Friedman traz uma ideia incompleta e ingênua, pois, para ele, o mundo não é plano. Isso porque muitos países vem sofrendo com a desigualdade social, fome e miséria.
    Assim, segundo Friedman, a globalização aproximou o meio urbano com o rural, e segundo Chade, a desigualdade social afastou os indivíduos, de um lado os que tem o poder e do outro os trabalhadores. Isso causou uma limitação entre esses dois meio, dando origem a uma nova sociedade: a rurbana.

  110. Mécia Conti disse:

    Com base nos estudos realizados no curso sobre o processo histórico de desenvolvimento social, econômico e cultural do homem compreendo que o início da industrialização e a ideologia capitalista causou grandes transformações na realidade das cidades e do campo. Acredito que o grande desafio da educação e promover a integração dessas forças tão importantes para a manutenção das comunidades, pois uma depende da outra e se completam. Não se justifica o preconceito e o descaso dos governantes e das classes dominantes, são necessárias políticas públicas e uma nova visão política que ajudem a manter as escolas rurais sempre próximas e ligadas a realidade de seus alunos, para que possam preservar sua cultura e com uso de sua liberdade possam ter acesso a todos os tipos de conhecimentos tecnológicos e contribuir na construção de sociedade mais igualitária e que assim, sejam beneficiados por ela com melhores condições de vida, sem que para isso necessitem abandonar a terra e viverem nas cidades em condições precárias.

  111. Nicole Sangalli disse:

    Em nossas aulas analisamos e refletimos diferentes concepções a respeito no mundo em que estamos inseridos. Uma dessas concepções, segundo Thomas L. Friedman, é de que vivemos em um mundo plano. Ao referir-se ao mundo como “plano” Friedman acredita que todos temos as mesmas condições, e essa igualdade se dá graças a globalização. Ele aponta os termos positivos da globalização, e os benefícios que esse processo desencadeia nos países. Já Chade acredita que o mundo não é plano, pois a globalização desencadeou muita miséria e desigualdade social. Um exemplo de mundo não plano é o rurbano, ou seja, o mundo rural incorpora cada vez mais características urbanas e vice-versa, e desta forma as desigualdades se acentuam cada vez mais. A rurbanização tem como objetivo fazer com o meio rural incorpore novas tecnologias e o meio urbano reconheça os valores do campo e aprendam com eles. É um desafio para a educação inserida neste meio, pois é fundamental conhecer o modo como as pessoas vivem nesse meio, o que elas pensam sobre escola, educação, e a importância que a escola tem na vida de cada um deles. O professor deve atuar com o papel importante de conscientizar sobre a importância de diferentes meios no contexto social, levando sempre em conta as experiências de seus alunos e as suas diferentes formas de pensar e agir no meio.

  112. Maiara Carnelossi disse:

    Neste Módulo estamos tratando sobre Thomas Friedman e Chade e o que ambos defendem sobre o mundo. O primeiro autor (Thomas Friedman) defende a visão de mundo plano pelo fato da globalização oferecer uma igualdade de condições à sociedade, onde se aproximaram o meio urbano do meio rural. O contrário disso Chade vê essa globalização como uma ação desigual e capitalista que leva uma grande parte da população à fome, pobreza, miséria, etc. e que distancia cada vez mais o rural e o urbano, provocando grande desigualdade de classes e fazendo uma separação entre os que tem poder e vivem na globalização da urbanização e os trabalhadores que vivem na zona rural e se afastam dessa globalização.
    Assim é que se cria uma nova sociedade chamada de Rurbana, que tem como intuito fazer ligações entre esses dois meios que se distanciaram colocando características de um em outro, e vice-versa.
    É aqui que a educação deve atuar dando ênfase em ensinar à sociedade a importância de ambos os meios que acabaram se dividindo em classes, mostrando como um meio pode contribuir com o outro e que esses diferentes contextos sociais é que formam a nossa sociedade e são importantes.

  113. Letícia Veste Correia disse:

    De acordo com as aulas e com a leitura dos textos da disciplina, conhecemos a concepção de Thomas L. Friedman de que o mundo é plano e também a concepção de Chade que diz que o mundo não é plano, devido as grandes diferenças existentes.
    Para exemplificar, cria-se uma sociedade nova, chamada de Rurbana, que trata-se das ligações dos dois meios (rural e urbano). Isso acontece, devido ao grande aumento das cidades, que acaba gerando transformações no campo, invasão das indústrias, uso constante de máquinas, meios de comunicação etc..
    Tudo isso nos possibilitou uma reflexão sobre o mundo em que vivemos.

  114. Noemi disse:

    É possível apresentar duas propostas de Friedman e Chade de um mundo plano. Segundo Friedman um mundo baseado na globalização onde as tecnologias e avanços traz uma igualdade para todos de forma democrática. Já para Chade (2009) esta visão é contestada, pois traz uma visão realista do mundo aonde este não chega nem perto de estar plano. Para os países desenvolvidos e superiores economicamente e politicamente é fácil tratar desta forma plana, porém, para os países de baixa renda esta é uma realidade bem distante. A miséria, a fome, a falta de educação e princípios básicos do ser humano em vários lugares e cidades, vem nos mostrar que o mundo não é plano, pelo contrário, apresenta diversidades notáveis. Sendo assim, produzimos novas tecnologias a todo o momento, o mundo avança cada vez mais nessa questão, apenas uma minoria alcança esta produção. Com a afirmação de que o mundo não é plano temos que pensar no meio rural, pois com as novas tecnologias estes são os mais afetados, a incorporação das características urbanas dentro do mundo rural o transforma o em “rurbano”. Com isto a desvalorização do campo aumenta e se perde a Cultura e identidade rural e com isto se veem forçados a migrarem para o meio urbano em busca de condições melhores de vida, surgindo assim às periferias. A educação deve pensar também na população do campo, que tem o estudo como forma de superar as dificuldades existentes e alcançar outro tipo de vida, pois para um jovem do campo que deseja estudar não é fácil, pois enfrentam diversas dificuldades e barreiras. As escolas no campo também devem ser pensadas de forma a respeitar a situação vivida. Temos que pensar como futuros professores quais aas dificuldades que estas pessoas enfrentarão e como agir para garantir uma educação de qualidade e eficaz.

  115. Ana Régio disse:

    Ao final deste Módulo de estudos foi possível compreender a sociedade inserida em um mundo não-plano, defendido por Chade, contrapondo-se à tese de Thomas Friedman que prega que as condições vividas pelas populações no planeta são cada vez mais parecidas, enfatizando a tecnologia aliada ao mundo globalizado, com acesso igualitário, democrático de todos. Ao contrário, Chade ressalta que o mundo não é nem um pouco plano e que as condições de acesso à igualdade não estão nem perto de serem concretas, pois tais condições igualitárias se dão apenas nos países de economias majoritárias, países totalmente globalizados, diferente do mundo “subdesenvolvido”, onde a maioria das pessoas nem conhece o significado de “globalização”, mas sentem na pele as consequências devastadoras da mesma, por exemplo, a fome, que mata pessoas no mundo no mesmo ritmo que outras se inserem no meio globalizado, caracterizando assim a visível desigualdade, sendo este acontecimento visto pelo resto do mundo como algo normal mediante os acontecimentos cotidianos. Comparando esses fatos com o neologismo “rurbano”, pode-se dizer que o mesmo acontece em relação à vida rural e urbana, sendo que a vida rural se identifica com o mundo não-plano, onde as pessoas recebem turbilhões de informações tecnológicas obrigatórias e não sabem como lidar, como utilizar, como fazer com que este meio seja útil à sua vida, vendo-se obrigados, por falta de emprego, a migrarem para regiões urbanas, vivendo em condições absurdamente desiguais, tais como a fome, a falta de educação – “direito de todos”, moradia, saúde e o pior, a exclusão social, que gera a marginalização. Sendo assim esta população se vê desvalorizada, sendo obrigada a inserir-se em um mundo alheio ao seu, o mundo globalizado, tecnológico, competitivo, devastador, simplesmente pelo fato de terem que se adequar às condições urbanas, em busca de melhores condições de vida e inserção social. A educação muito deixa a desejar em relação a esta sociedade, pois não há ao menos respeito pelas origens e cultura deste povo fazendo-os “engolir” até mesmo a cultura urbana, quando na verdade deveria construir o conhecimento com base no meio em que o indivíduo se insere e não introduzi-lo a um mundo desconhecido.

  116. Fernanda Rissardi disse:

    Conforme salienta Thomas Friedman, o mundo é plano devido à inserção da globalização e das tecnologias assentindo com que haja equivalência entre os países. Todavia, Chade (2009), assevera que o mundo não é totalmente plano, visto que, até então, desenvolvem-se desigualdades de classes sociais. Nessa perspectiva, pode-se induzir a distinção entre o urbano e o rural, posto que o primeiro é considerado a “terra” de um futuro esperançoso, a “terra” do estudo, já o meio rural, apesar de toda a tecnologia embutida, é considerado um local de escasso conhecimento e oportunidades. Essa disparidade propicia a Rurbanização, isto é, a migração de diversos habitantes do meio rural para o meio urbano na tentativa de averiguar oportunidades satisfatórias de trabalho e educação.

  117. Marieli Bianchi disse:

    Durante as aulas do modulo 1 e 2 de Sociologia, podemos refletir a partir do conceitos sociais apresentados por Friedmam e Chade e os desafios da educação na sociedade.
    Para Friedmam o mundo é plano devido a globalização e a “igualdade” de oportunidades oferecidas à todos os cidadãos, porém para Chade o Mundo não é plano , pois como enxergar um mundo plano tendo as desigualdades das classes sociais e todos os outros problemas presentes no meio social como a fome, a miséria e etc. No entanto há o desenvolvimento e vanço tecnologico.
    diante de tais fatos observa-se o meio rural e sua forma de trabalho com a terra, como “escasso as oportunidades dos avanços sociais e de conhecimento” o que consequentemente os habitantes desse meio migram para o meio urbano resultando a “rurbanização” .
    A educação enfrenta o desafio de considerar e integrar o urbano e o rural mostrando que ambos tem sua devida importancia preservando e respeitando suas culturas e identidades que se interligam nas diversidades presentes, pois o meio urbano não presencia, mas o trabalho e os valores do meio rural (campo) sustenta grande parte da sociedade.

  118. Maely disse:

    De Acordo com as aulas e a leitura dos textos, refletimos sobre o mundo em duas perspectiva, a primeira definida por Thomas Friedman, que retrata o mundo como “plano” pelo motivo de que a globalização nos países esteja crescendo, fazendo com que haja relações entre estes países, para fins econômicos e tecnológicos.
    Já para Chade, o mundo não é um plano, pois existem muitas desigualdades no mundo, por isso foi criada uma nova sociedade chamada: Ruburbana, que se trata sobre os espaços rurais e os urbanos.

  119. Jacqueline Paiva de Rezende disse:

    Segundo Thomas Friedman o mundo é plano, pois todos temos as mesmas oportunidades de condições, já para Chade o mundo não pode ser plano por causa da globalização, que gera a desigualdade, miséria, pobreza, etc. Com isso a urbanização foi entrando no meio rural, denominando um fenômeno chamado “rurbano”.

  120. Hayanne Zahra disse:

    O mundo plano, defendido por Thomas Friedman, é o mundo construído a partir dos avanços tecnológicos e da globalização, em que não há desigualdades e em que todos possuem condições igualitárias. Porém Chade (2009) contradiz as ideias de Friedman e alerta a questão de um mundo não-plano pois ainda possuímos muitas desigualdades sociais, miséria e fome.
    A tecnologia insere-se no campo, o qual se encontra cada vez mais desvalorizado. A partir dessa ligação do urbano no rural, tem-se um mundo “Rurbano”, em que os moradores do campo acabam por migrarem para a cidade em busca de melhores condições de vida.

  121. Mylena Pereira disse:

    Conforme vimos nas aulas, há uma divergência no que acredita ser “mundo plano”. Thomas Friedman vê o mundo como plano por acreditar que possui uma ingenuidade, uma pureza devido á globalização, porém não é o que acontece na realidade. Os países são muito diferentes, existe miséria, fome, destruição no mundo todo. Chade (2009) ao contrário de Thomas vê o mundo como não plano ao comprovar as diferenças entre o mundo rural e o mundo urbano e também a relidde de miséria, fome e guerras que estão presentes. No universo rural o trabalho é manual não são valorizados e procuram uma ascensão social que é para poucos. O que chamamos de “Rurbanização” é quando os habitantes do meio rural migram para o urbano na procura de oportunidades, melhoria na qualidade de vida que acreditam ser existe somente no meio urbano devido ás tecnologias e educação de qualidade

  122. Wanderléa Esteves disse:

    Após assistir as aulas e refletir sobre os textos lidos, deparamos com as duas perspectivas dos autores Friedman e Chade.
    Para Thomas Friendman o desenvolvimento tecnológico globalizado trouxe benefícios para todos os países. O avanço das tecnologias e o mundo globalizado possibilitaram um mundo igual para todos, promovendo um maior acesso as informações e qualidade de vida, ele acreditava num mundo plano.
    Chade discorda de Friendman, para ele a própria globalização, é motivo para essa separação entre os homens, ele não vê o mundo como plano, acredita que tais condições de igualdade pode-se fazer presente apenas em países com economias desenvolvidas e onde a globalização se faz presente de verdade, o que não é a realidade de muitos países subdesenvolvidos, onde a fome e a miséria se fazem presentes todos os dias, onde a escola não é para todos e as condições básicas para se viver não existem, assim fica impossível negar, que não haja uma desigualdade social.
    Mesmo produzindo novas tecnologias e avançando cada vez mais na globalização, apenas uma minoria da população mundial se apropria dessa produção e de seus benefícios.
    Pensando neste mundo globalizado e tecnológico, chegamos a vida rural, onde as tecnologias invadem o campo, fazendo com que a cultura do campo se misture com a urbana, surgindo então o termo rurbano. Com a chegada das tecnologias, a população do campo, perde um pouco sua cultura e identidade, então a maioria dos moradores se vê obrigados a ir para os grandes centros estudar e morar, buscando uma vida mais tranquila e acesso mais fácil a educação. Porém essa chegada aos grandes centros, não é tão fácil quanto aparenta, acaba se transformando em abandonos, indo para as periferias e sendo marginalizados.
    Portanto se faz presente o papel da educação, que não se deve jamais esquecer e desvalorizar a cultura do campo, articulando as duas formas de vida para beneficio das comunidades.
    O ideal seria manter escolas para todas as comunidades, próximas a realidade de cada localidade, seja ela campo ou não, preservando sua cultura local, contribuindo para o conhecimento pleno de todos, levando assim a uma sociedade justa e igualitária. Criando um ambiente de aprendizagem, com interesses em cada realidade.

  123. Vera Lucia Vançan disse:

    Para Friedman, o mundo está se tornando cada vez mais plano, uma vez que, os avanços tecnológicos advindos da globalização aumenta a velocidade das comunicações, reduzindo, assim, as diferenças e distancia entre os povos. No entanto, CHADE (2009) questiona essa afirmação, uma vez que todos os indicadores mostram o crescimento da desigualdade, da fome e da miséria. Exemplo de que o mundo não é plano são os conflitos vividos pelos jovens do meio rural, que oscilam entre o desejo de inserção no mundo moderno e o culto à cultura de origem. Segundo CARNEIRO (1998), esta categoria tem sido a mais afetada pelas transformações no campo, que dilui as fronteiras entre espaços rurais e urbanos. Uma vez que falta educação de qualidade no campo, os jovens do mundo rural buscam os centros urbanos sem perder o contato com o mundo rural, criando uma nova identidade, os chamados rurbanos.

  124. Ana Claúdia disse:

    Segundo Friedman o mundo é plano e isso quer dizer que todos tem a mesma a oportunidade e o mundo está equilibrado no que diz respeito a desenvolvimento e igualdade.Já Chade acredita que o mundo não é plano e que existem classes sociais e com isso muita diferença econômica e de oportunidades. Isso faz com que a população rural se desloque para as cidades em busca uma mudança de vida,de estudo e de chances de ter uma educação completa e satisfatória.

  125. Rebeca Gomes disse:

    Através dos textos e das aulas, pude concluir que temos duas perspectivas de mundo apresentadas por Friedman e Chade, sendo essas sucessivamente o mundo plano e o não plano. Quando Friedman diz que o mundo é plano, é por que acredita que a globalização que vem ocorrendo nos países, industrializados e desenvolvidos, aumentando os recursos tecnológicos, fazem com que eles se inter-relacionem e assim vivam da mesma forma. Porém, Chade vem dizer que essa ideia é incompleta e ingênua, pois, o mundo não é plano. Prova disso é que muitos países vem sofrendo com a desigualdade social,a fome e a miséria. Se as pessoas não se adequam as novas tecnologias, não conseguem viver bem nesse mundo, pois é ridicularizada e excluída do âmbito social.
    A “Rurbanização” pode ser entendida como pessoas que saem da zona rural para procurar melhor qualidade na vida urbana e também quando a tecnologia entra no meio rural, tirando assim as características dessa forma de viver.

  126. Letícia Gabriela de Oliveira disse:

    Estudamos em aulas posteriores diferentes concepções e reflexos da globalização em nossa sociedade. A primeira delas, é de Thomas L. Friedman (2005) que em seu livro “ O mundo é plano” defende os efeitos da globalização, explicando que ela contribui para um maior desenvolvimento de todas as áreas Jô globo, tornando o mesmo um lugar mais justo/igualitário. Não é necessário muito esforço para constatarmos contrariedades na visão de Friedman, pois só ao olhar a nossa volta, ou abrirmos um jornal, é nítido as desigualdades de nossa sociedade, onde a globalização beneficia somente os interesses das grandes potências capitalistas, deixando muitos países a parte desse processo (ou será que Serra Leoa , Papua Guiné, Haiti, recebem bons frutos da globalização? Seriam tão beneficiados quanto os EUA ou a Inglaterra?) e o pior, uniformizando, planificando/padronizando culturas ,interesses, economias, de uma maneira ilusória, dando a entender que todo o globo compartilha dos mesmos interesses e necessidades, sobrepondo sempre o domínio das grandes potências capitalistas sobre os mais fracos, planificando ao meu ver, as desigualdades que assolam o nosso globo.
    Diferente da visão de Friedman, Chade (2009) explica que a globalização não tornou o mundo plano, mas sim desigual, repleto de peculiaridades. Um exemplo dessas não planificação do mundo, é o espaço rurbano, onde o mundo rural em contato com o urbano incorpora cada vez mais as suas tecnologias/particularidades , acentuando cada vez mais as desigualdades sociais. É nesse contexto que o educador deve trabalhar com todo o cuidado, abdicando-se da visão estereotipada do espaço rural, da cultura caipira, do trabalho manual como atrasado, valorizando a cultura e trabalho do campo , assim como da cidade, pois ambos trazem contribuições para a sociedade, de modo que cabe ao educador propiciar a interação entre os conhecimentos e valores dos espaços rurais e urbanos , sem impor um sobre os outros, criando um espaço de conhecimento sem valores etnocêntricos, onde os alunos compreendam o valor de cada um e de cada espaço na sociedade

  127. América disse:

    Definitivamente o mundo não é plano, o seria se não existissem diferenças sociais tão gritantes , o qual têm naufragado a sociedade em um caos de desigualdades, é impossível passar uma régua e colher um resultado redondo e exato, são cálculos e formulas sem definições. Não há nada de igualitário nesta sociedade, nunca houve. A evolução das tecnologias trouxeram inúmeros benefícios para a humanidade sim, mas a globalização em si têm uma função subliminar, cuja sua funcionalidade é de aumentar a alienação, aumentar as desigualdades sociais, de fazer naufragar a sociedade dentro de um enorme lago de areia movediça, pois se fosse em águas profundas haveriam meios e possibilidades para se salvar, mas na ‘’areia viva’’, quando mais se mexe mais se afunda. Esta é a função do capital, fazer com que a massa e/ou os dominados tentem sobreviver no ‘’pântano sombrio’’, enquanto os dominadores se encontram em terra firme e ensolarada, com águas cristalinas e árvores frutíferas . Vida ao Rei e morte aos rebeldes!
    A globalização tornou os mundos em um só, com isso , os países periféricos e subdesenvolvidos ocupam os espaços como : ‘’o leprosário’’, ‘’ a grande favela’’, ‘’ o laboratório experimental’’,’’ a cidade do nunca’’, ‘’o grande palco’’ onde se encena a peça os miseráveis…onde perpetua a lógica governamental do ‘’distraiamos o povo dando-lhes pão e circo ’’. Thomas Friendman têm um olhar utópico e idealista diante da era das tecnologias e da Globalização, para ele tudo é azul, porém , Chade faz um pró e pós diagnóstico da sociedade, constatando que a globalização não traz a cura , mas adoecimento da sociedade , ela é o transmissor da doença em si, cujo vírus se chama capitalismo. As tecnologias, a mídia, a ciência esta favorecendo , fortalecendo e perpetuando o império capitalista.
    Não reconheceremos este fato social, de imediato, nos grandes centros urbanos, pois ele esta mascarado e vernizado, mas, conforme nos afastamos das grandes capitais ou dos grandes centros e adentramos a periferia encontramos esta realidade explicitamente . Quando mudamos de cenário e saímos das zonas urbanas para as zonas rurais, nos deparamos com uma realidade ainda mais cruel : o globalização esta encurralando o homem do campo. Com isso, consequentemente, ele esta perdendo sua identidade, seu norte, suas raízes, tendo que conviver com as tecnologias a fórceps e sendo substituídos por máquinas, obrigando-o a deixar ‘’seu mundo sertanejo ’’ para procurar oportunidades de sobrevivência no ‘’ mundo da selva de pedras e dos teclados’. Sem preparo para isso ele vai sendo engolido pela ‘’areia viva’’. Após uma reflexão sobre os argumentos de FRIENDMAN e CHADE, concluímos que a globalização beneficia em gotas e prejudica em torrentes de águas. Ela não veio para favorecer os menos privilegiados, mas para aumentar os privilégios dos mais privilegiados .

  128. Caroline Teixeira disse:

    Friedman nos trás a ideia de um mundo plano, tendo em vista que vivemos em tempos de globalização fazendo com que países de todos os continentes possam se inter-relacionar, aumentando a gama recursos tecnológicos que possuímos e modificando toda a economia existente no mercado mundial.
    Chade se contrapõe a ideia mostrada por Friedman, segundo ele não vivemos em mundo plano por conta da desigualdade de classes e o desinteresse presentes nos setores econômicos perante a escassez da fome. Chade ainda nos trás em suas pesquisas a afirmativa de que o mundo não é plano, pois enquanto alguns países desenvolvem suas economias e tecnologias, outros vários países apresentam situações de extrema miséria, sem eletricidade e com a população morrendo de fome.
    No que se refere aos espaços ‘’rurbanos’’ Menezes nos mostra em seu texto que na atualidade há uma incorporação de características antes presentes somente no meio urbano, no âmbito rural: como o acesso a bens, serviços e comunicação, o que leva os jovens da população rural mudarem seus conceitos e preferirem migrar para as cidades em busca de estudo, uma vez que o ensino no meio rural é considerado fraco e com pouca oferta.
    Esses jovens procuram as escolas urbanas por verem nela oportunidade de qualificação, progresso, e, quando isso ocorre, a cultura, identidade dessas pessoas acabam em segundo plano, já que o interesse urbano é diferente do rural. Nota-se então uma perda da cultura do campo, já que a mesma é vista pelos próprios jovens como antiquada.
    Muitos jovens frequentam a escola no meio urbano e ainda vivem no campo. Notamos que seu contexto não é colocado no âmbito escolar, e por muitas vezes esse jovem se sente deslocado e excluído.
    É nesse espaço que o trabalho do professor deve entrar. O educador deve valorizar a cultura e o trabalho do campo, deixando de lado a concepção estereotipada de que os trabalhos manuais são ‘’atrasados’’ ou ‘’antiquados’’. A cultura caipira deve ser valorizada assim como a cultura urbana é.
    Cabe ao educador propiciar essa interação entre conhecimentos e valores de ambos os espaços, sem ocorrer a valorização de um ou de outro, de forma que um ambiente de conhecimento sem valores etnocêntricos, onde os alunos compreendam o valor de cada um e de cada espaço na sociedade seja criado.

  129. Ana Marta Gonçalves Regalo disse:

    Segundo as leituras, podemos observar duas concepções de mundo de dois autores diferentes, Friedman e Chade. O primeiro defende ideia de que o mundo é plano. Ele mostra que o crescimento tecnológico e a globalização possibilitou que todos tivessem as mesmas oportunidades.
    Contrário a essa ideia, Chade aponta que o mundo não é plano quando vemos a quantidade de problemas sociais existentes.
    Hoje podemos observar que cada vez mais o campo e a cidades estão se misturando, características que antes era presente em apenas um desses espaços está se fundindo no outro. Isso é a rurbanização. O problema dela na educação nesse “rurbanismo” é a desvalorização dos costumes e tradições rurais e a supervalorização da vida urbana.

  130. Ludmila Lidiane Liduenha disse:

    Thomas Friedman relata em seu livro que o mundo é plano e que ele estaria justo, algo que contrapõe nossa realidade.
    O mundo hoje é plano, pois vêm ocorrendo a globalização, fazendo com que os países de todos os continentes possam se inter-relacionarem, aumentando os recursos tecnológicos e modificando a economia do mercado mundial.
    Portanto discrepância de importâncias e necessidades características do meio rural e do meio urbano devem ser trabalhadas em suas totalidades, pois como demonstram os textos do modulo, o que é importante para o meio rural não necessariamente é visto com os mesmo olhos pelo meio urbano, onde o conhecimento é uma fonte de atenções, cujos os homens do campo se interessam por permitir um crescimento profissional, e assim remunerado, muito maior que as oportunidades recebidas no campo.
    Desse modo, a educação escolar é considerada e valorizada pelos indivíduos que estão no meio rural, como privilégio de se tornar alguém na vida, como a melhor opção para o futuro de seus filhos, pois o meio rural é tido como não espaço para a educação, mas sim para o trabalho, não-intelectual.
    Assim aluno não perde seu referencial social e se torna apto a prosseguir os estudos.

  131. Ana Régio disse:

    Ao final desta etapa de estudos foi possível compreender a sociedade inserida em um mundo não-plano, defendido por Chade, contrapondo-se à tese de Thomas Friedman que prega que as condições vividas pelas populações no planeta são cada vez mais parecidas, enfatizando a tecnologia aliada ao mundo globalizado, com acesso igualitário, democrático de todos. Ao contrário, Chade ressalta que o mundo não é nem um pouco plano e que as condições de acesso à igualdade não estão nem perto de serem concretas, pois tais condições igualitárias se dão apenas nos países de economias majoritárias, países totalmente globalizados, diferente do mundo “subdesenvolvido”, onde a maioria das pessoas nem conhece o significado de “globalização”, mas sentem na pele as consequências devastadoras da mesma, por exemplo, a fome, que mata pessoas no mundo no mesmo ritmo que outras se inserem no meio globalizado, caracterizando assim a visível desigualdade, sendo este acontecimento visto pelo resto do mundo como algo normal mediante os acontecimentos cotidianos. Comparando esses fatos com o neologismo “rurbano”, pode-se dizer que o mesmo acontece em relação à vida rural e urbana, sendo que a vida rural se identifica com o mundo não-plano, onde as pessoas recebem turbilhões de informações tecnológicas obrigatórias e não sabem como lidar, como utilizar, como fazer com que este meio seja útil à sua vida, vendo-se obrigados, por falta de emprego, a migrarem para regiões urbanas, vivendo em condições absurdamente desiguais, tais como a fome, a falta de educação – “direito de todos”, moradia, saúde e o pior, a exclusão social, que gera a marginalização. Sendo assim esta população se vê desvalorizada, sendo obrigada a inserir-se em um mundo alheio ao seu, o mundo globalizado, tecnológico, competitivo, devastador, simplesmente pelo fato de terem que se adequar às condições urbanas, em busca de melhores condições de vida e inserção social. A educação muito deixa a desejar em relação a esta sociedade, pois não há ao menos respeito pelas origens e cultura deste povo fazendo-os “engolir” até mesmo a cultura urbana, quando na verdade deveria construir o conhecimento com base no meio em que o indivíduo se insere e não introduzi-lo a um mundo desconhecido.

  132. Simone A. Rodrigues disse:

    De acordo com Chade (2009), as desigualdades sociais presentes em diversos países afetam gravemente a vida de milhões de pessoas, que lutam pela sobrevivência devido à fome. Por meio de suas pesquisas, nos revela que o mundo não é plano, pois enquanto alguns países desenvolvem suas economias e tecnologias, outros vários países encontram-se em situação de extrema miséria, sem eletricidade e com a população morrendo de fome. Em relação aos espaços “rurbanos”, podemos constatar, conforme relatado por Menezes (2009), que há na atualidade uma incorporação no meio rural de características do meio urbano, como o acesso a bens, serviços e comunicação, o que leva os jovens da população rural mudarem seus conceitos e preferirem migrar para as cidades em busca de estudo, uma vez que o ensino no meio rural é considerado fraco e com pouca oferta. Estes jovens também consideram que as atividades do campo são antiquadas, enquanto as atividades urbanas são modernas e lhes permitem melhorar de vida. Entretanto, esta migração para a cidade determina uma alteração nos seus valores e modos de vida, uma vez que suas culturas se distinguem da cultura urbana. Em suma, o desafio da educação nesses espaços seria uma aproximação dos ritmos de vida rural e urbano, considerando que devem ser desenvolvidas capacidades intelectuais e para o trabalho.

  133. José Martins disse:

    Friedman expõe a teoria de que o mundo é plano no possível nivelamento dos países desenvolvidos (industrializados e subdesenvolvidos/emergentes), uma vez que a competitividade transforma as relações e muda os conceitos econômicos, conforme avança a globalização, seu embasamento teórico é histórico, visto que esse fato é coerente, pois a globalização é inevitável, fazendo com que os países de todos os continentes possam se inter-relacionarem, aumentando os recursos tecnológicos e modificando a economia do mercado mundial. Porém, Chade (2009) nos mostra por meio de suas próprias viagens e pesquisas, que o progresso na economia não tem nenhuma relação com a diminuição dos índices de pobreza no mundo, havendo ainda a permanência da desigualdade social e o desinteresse presentes nos setores econômicos perante a fome, portanto, a afirmativa de Friedman é equivocada, não sendo o mundo plano. O texto destaca que os povos que mais sofrem com as desigualdades sociais são os do meio rural, pois existe a idéia que é no meio urbano que estão os mecanismos mais desenvolvidos e o progresso. Segundo Menezes (2009), os adolescentes procuram deslocar-se para a cidade em busca de melhores oportunidades de trabalho, condição de vida e melhor qualificação. Concluindo, Carneiro (1998) descreve o conceito de rurbanização sendo a união de várias e diferentes identidades de regiões diferentes como o urbano e o rural. Para que aconteça essa união, seria necessário uma escola em que o urbano e o rural façam parte da mesmo totalidade, de uma forma unilateral e tendo, o trabalho como princípio educativo.

  134. Natália Diniz Feltrin disse:

    Neste módulo aprendemos sobre o mundo não plano defendido por Chade, no qual ele argumenta que ainda existem muitas desigualdades na sociedade e inúmeros problemas sociais. Em contrapartida, Friedman defende que o mundo é plano, pois de acordo com ele a globalização e o crescimento tecnológico possibilitou que todos tivessem oportunidades iguais. Entretanto, se todos tivessem as mesmas oportunidades não precisariam se descolar de um lugar para o outro em busca de melhorias, como acontece com a população da zona rural. Além disso, esses habitantes ao se inserirem na cidade sofrem diversos preconceitos principalmente no âmbito escolar. No entanto, para resolver esse problemas é necessário que haja consciência de todas as partes, sendo papel da escola desenvolver trabalhos que tratem sobre as diversidades e que trabalhem com esses alunos de modo que ambos façam parte da mesma totalidade.

  135. Alan da Silva Marques disse:

    Segundo as considerações de Chade (2009) em analisar o mundo como não plano (pois é visível as diferenças sociais, econômicas, culturais, etc), são muitos os desafios em analisar cientificamente a educação em espaços rurbanos.
    Um dos desafios seja a aceitação por parte da educação das peculiaridades da cultura envolvida a ser ensinada. Esse desafio envolve a seguinte questão: Como ensinar os conteúdos historicamente acumulados pela humanidade sem desfazer mitos, rituais, doutrinas que são culturais da comunidade em questão! Talvez a Antropologia Cultural dê essa resposta a educação.
    Outro desafio é que se efetive a descentralização das verbas públicas para as áreas rurbanas, para que cada região compre seus insumos escolares e utilize esse repasse orçamentário segundo suas necessidades. Esse questão não deva ser apenas as secretarias municipais ou regionais de ensino e sim cada escola tenha autonomia orçamentária.
    Bom, espero que tenha contribuído para as reflexões.

  136. Carolina Longo disse:

    Para Friedman, o mundo se tornou “plano”, ou seja, através dos avanços tecnológicos e da modernização, está mais próximo da globalização, o que faria a sociedade mais igualitária. No entanto, para Chad (2009) que descreve a realidade de miséria, onde a fome mata milhares de pessoas diariamente, desemprego, saúde e educação, o mundo não é “plano”, pois a rurbanização está aumentando a desvalorização do rural, que vem perdendo sua identidade, e fortalecendo as desigualdades sociais. Sendo assim, um dos papéis e desafios da educação é manter um elo entre as populações (rural/urbana), para que não se perca a identidade cultural.

  137. Adriane Ruis da Silva disse:

    Friedman acreditava que o mundo era plano- todos tinham as mesmas condições de se desenvolverem. Ele possuía uma visão extremamente capitalista e tinha em mente o desenvolvimento como acúmulo de bens. Chade por sua vez vem desmitificá-lo, evidenciando as diferenças sociais em todos os âmbitos. Por exemplo, no campo quando há escolas falta infra-estrutura para que essas funcionem adequadamente e quando não há ou na expectativa de encontrarem nas escolas urbanas um meio de “crescimento” os alunos de comunidades rurais muitas vezes são alvo de “chacotas”, devido a sua cultura que é desvalorizada pelos urbanos (como se não precisassem dos benefícios do campo). Alguns alunos tentam esconder sua origem com medo de sofrer bullyng, e então é preciso a conscientização dos professores para a desmitificação do preconceito contra a cultura rural e para garantir o respeito entre todos e a valorização dessa cultura.

  138. Leila Garbelini Soares disse:

    A planificação da visão (neo)liberal não pretende atentar para as especificidades infra e superestruturais que estão presentes em cada contexto social de toda a realidade histórica que nos cerca. Se algum desses contextos é tomado como objeto de estudo sociológico, ficam evidentes as diferenças de condição de vida, tanto no âmbito material quanto no intelectual. A comunicação, o comportamento, os desejos, as necessidades, os interesses e a satisfação desses interesses são fatores de ordem humana e histórica e, como tal, estão, complexamente, bastante além de qualquer proposição intencional de planificação.
    Aos educadores cabe, dentro de suas possibilidades de atuação, a responsabilidade de buscar conhecimento de causa, justamente para suprirem o dever de, coerentemente, expressar criticidade a respeito, caso a mesma se faça necessária e pertinente.

  139. Maísa Gonçalves Lima disse:

    O neologismo “rurbano” criado para definir lugares onde a vida do campo e a vida urbana se cruzam, é um bom exemplo para comprovar a teoria de Chade que o mundo não é plano e ao mesmo tempo desconstruir a teoria de Friedman de que o mundo é plano, ou seja, sem diferenças sociais.O fenômeno do rurbanismo, ocorre especialmente pela migração de populações do campo para a cidade, mas sem deixar de lado parte da cultura rural. A educação nesse sentido deveria dar conta de aproximar essas duas realidades, para que nenhuma fosse desvalorizada, porém o que vemos são atitudes preconceituosas com os alunos do campo, que muitas vezes não sentem-se representados, mas buscam se inserir nos aspectos da urbanização. O que vemos são processos cruzados, enquanto as pessoas do campo tentam desfrutar da “modernidade urbana”, as pessoas que vivem nas áreas urbanas buscam conforto e contato com a natureza nos recantos criados especificamente para isso, porém esses espaços não representam realmente os aspectos da vida rural.

  140. Carolina Puga disse:

    Neste módulo discutimos duas visões distintas: a visão de Friedman, que afirma que o mundo é plano e a visão de Chade, que afirma que o mundo não é plano. Para Friedman, o mundo é plano, pois a globalização faz com que todos os paises do mundo se relacionem, modificando a economia e proporcionando oportunidades iguais a todos. Por outro lado, Chade afirma que o mundo não e plano, pois podemos observar diversas desigualdades sociais. A população rural, por exemplo, costuma se deslocar para os centros urbanos em busca de melhores condições de vida. Diante disso, o papel da escola é trabalhar com a diversidade a fim de fazer com que os alunos façam parte de uma mesma totalidade.

  141. Marina Casadore Bianchi disse:

    Friedman acredita que o mundo é plano devido à globalização que proporcionou grande desenvolvimento tecnológico nos últimos tempos, e possibilitou a inter-relação entre os países do mundo todo. Deste modo, o autor traz a ideia de que todo esse desenvolvimento tecnológico teria contribuído para “igualar” os países, isto é, todos estariam então no mesmo patamar de igualdade e acesso a oportunidades.
    Chade, porém, contrapõe-se a Friedman ao afirmar que o mundo não é plano, sendo a globalização a grande responsável por esse fato já que esta instaurou a desigualdade social, arraigada na fome e na miséria.
    O chamado mundo Rurbano é um exemplo de tal desigualdade, pois o meio rural é tido como inferior ao meio urbano.
    O mundo rural incorporou características do urbano, como o acesso a comunicação, bens e serviços, o que acaba levando a população jovem migrar para a cidade em busca de melhorias, sobretudo em relação a um maior acesso a Educação. Mas, essa mesma população acaba sofrendo preconceito nas cidades devido a sua origem e cultura rurais,
    Para atenuar o preconceito e pensar numa forma de extingui-lo, seria necessário uma ação mais efetiva por parte das escolas, como o desenvolvimento de projetos e trabalhos que tratem sobre a diversidade existente entre o meio rural e urbano, e também sobre a cultura rural, para que haja não somente maior valorização desta mas também maior ligação entre esses dois meios.

  142. Cristiane Lilian Ferreira da Silva disse:

    Na atual conjuntura, o desafio para a Educação são muitos; e complexos. Contudo, vejo como um dos mais urgentes,repensar novas concepções de desenvolvimento e sucesso. Caminhamos durante muito tempo com o dogma do crescimento econômico, sendo que a posse e o acúmulo de bens alçava o indivíduo ao patamar de bem sucedido. Hoje, vários índices tem nos mostrado que o crescimento vertical está se esgotando, bem como o conceito de economia e acúmulo, do “quanto mais, melhor”. Está surgindo, e é imperativo que se faça entender pela totalidade social, o conceito de crescimento sustentável, onde ter e projetar menos necessidades, suprindo as reais com qualidade é o que será viável para todos. Todos mesmo. Não há como sustentar mais a ideia de que uma pequena fatia da humanidade tenha peças de ouro em seu banheiro, enquanto outras não tem sequer o que comer. A escola necessita acordar para esse imperativo. E organizar formas de comunicar, conscientizar e canalizar seus trabalhos para que forme pessoas engajadas neste objetivo. Fazer com que comece a se pensar em como viver da melhor forma, ao invés de como acumular mais. Os bens naturais estão se esgotando. O Capitalismo está ruindo, frente a inúmeras crises econômicas. O ser humano precisa começar a ver sua existência para além dos cifrões; construindo uma sociedade que não somente busque a justiça social, mas que vá além, repensando o conceito de desenvolvimento, abandonando o consumo desenfreado e o sucesso baseado apenas nos bens adquiridos.

  143. Júlia Neves Ferreira disse:

    Thomas Friedman afirma que o mundo é plano, pois, segundo ele, com o avanço da globalização e o aumento de tecnologias de ponta e de informação, a comunicação entre países e pessoas tornou-se mais facilitada e o mundo tornou-se cada vez mais igualitário e justo. Em contraponto as ideias de Friedman, Chade afirma que o mundo não é plano, pois as diferenças existentes ainda são muitas e consequentes da própria globalização. Enquanto alguns países desenvolvem tecnologias, outros ainda estão imersos em situação de miséria.
    Em relação aos espaços rurbanos (meios rurais com características urbanas),os alunos optam por migrar do campo para as cidades, pois acreditam que o espaço urbano apresenta uma educação mais moderna e adequada e assim, desvalorizam seus costumes rurais. O desafio da educação seria, portanto, adequar a escola para que o urbano e o rural componham a mesma totalidade, aproximando os estilos de vida do meio rural e urbano desenvolvendo, simultaneamente, capacidades para o trabalho e capacidades intelectuais.

  144. Hélio disse:

    Diferente da visão de Friedman, Chade (2009) explica que a globalização não tornou o mundo plano, mas sim desigual, repleto de peculiaridades. Um exemplo dessas não planificação do mundo, é o espaço rurbano, onde o mundo rural em contato com o urbano incorpora cada vez mais as suas tecnologias/particularidades , acentuando cada vez mais as desigualdades sociais.Thomas Friedman, defensor do mundo globalizado e plano, traz um discurso que apenas enxerga os beneficiários da internacionalização do capital, países centrais ou desenvolvidos.Na atual conjuntura, o educador deve optar por colaborar com a criticidade social através de sua prática como transformador social ao invés de omitir-se como mero reprodutor do sistema educacional.

  145. Ana Cláudia disse:

    Com a leitura de Chade ficou que claro que o mundo não é plano. As desigualdades são muito grandes entre pessoas que vivem no mundo todo, até pessoas que vivem na mesma cidade. Ele cita que na África tem cidades que uma família tem que sobreviver com $ 1,50 enquanto as autoridades estão no ar condicionado dos seus carros “planejando” como acabar com essa desigualdade. Em lugares assim, o professor que deseja obter sucesso não pode de maneira alguma não levar em conta o histórico das crianças. O professor deve reconhecer a vivência dos alunos e aproveitar para ensinar a partir disso. Essa realidade escondida de tantos lugares comprova que o mundo não é plano, é sim cheio de montanhas com uns lá no alto e outros lá em baixo, que não faz ideia do que acontece lá em cima. E a grande questão é que eles não querem que o mundo se torne plano, só fingem que lutam para acabar com essa desigualdade assustadora. A educação vem para abrir os olhos e ensinar o aluno a ver isso de uma outra maneira, com uma criticidade correta, sem ignorar os mundos que existem.

  146. Maria Paula disse:

    Em função da temática apresentada acima e dos textos relacionados, assim como as referências citadas, é possível exortar que o conceito de rural e urbano confundem-se nos tempos atuais. O que conseguia-se explicar nas migrações e imigrações já não são fenômenos regulares e constantes como em outras épocas.
    Se analisados localmente, nota-se a migração sazonal de cortadores de cana na região de São José de Rio Preto e noroeste paulista, que retornam para suas cidades de origem após o término da safra, caracterizando uma migração não-efetiva.
    É possível ver o crescimento de grandes centros comerciais fora das grandes capitais, gerando, consequentemente, uma periferia não mais característica das grandes cidades e, desta forma, homogeneizando alguns costumes em torno deste comércio e vida urbana. Crescente, também, é a demanda de condomínios residenciais em busca de qualidade de vida e acesso à natureza próximo aos centros urbanos.
    Com todas estas mudanças – a globalização, acesso a informação, etc. -, temos um paradoxo sociocultural de informação massificada para populações desassistidas de recursos básicos de subsistência que representam em números, uma quantidade maior do que a que se localiza nos grandes centros.
    Em meio aos textos citados, há um enorme turbilhão de fatos de uma amostragem significativa, embora não generalizada, como por exemplo, a não sucessão da mão-de-obra e do patrimônio rural, na qual os que deveriam ser seus sucessores migram para as cidades; a dominação corporativa de propriedades rurais em função da produção em larga escala; a multinacionalização destas empresas; e a transição histórica do café para a laranja e cana-de-açúcar na indústria sucroalcooleira.
    E, finalmente, fazendo referência ao tema “O mundo não é plano”, as diferenças em meio a este caos social de alguma forma se equilibram, nos reservando, dessa forma, consequências ainda desconhecidas.

  147. Maria Paula disse:

    Em função da temática apresentada acima e dos textos relacionados, assim como as referências citadas, é possível exortar que o conceito de rural e urbano confundem-se nos tempos atuais. O que conseguia-se explicar nas migrações e imigrações já não são fenômenos regulares e constantes como em outras épocas.
    Se analisados localmente, nota-se a migração sazonal de cortadores de cana na região de São José de Rio Preto e noroeste paulista, que retornam para suas cidades de origem após o término da safra, caracterizando uma migração não-efetiva.
    É possível ver o crescimento de grandes centros comerciais fora das grandes capitais, gerando, consequentemente, uma periferia não mais característica das grandes cidades e, desta forma, homogeneizando alguns costumes em torno deste comércio e vida urbana. Crescente, também, é a demanda de condomínios residenciais em busca de qualidade de vida e acesso à natureza próximo aos centros urbanos.
    Com todas estas mudanças – a globalização, acesso a informação, etc. -, temos um paradoxo sociocultural de informação massificada para populações desassistidas de recursos básicos de subsistência que representam em números, uma quantidade maior do que a que se localiza nos grandes centros.
    Em meio aos textos citados, há um enorme turbilhão de fatos de uma amostragem significativa, embora não generalizada, como por exemplo, a não sucessão da mão-de-obra e do patrimônio rural, na qual os que deveriam ser seus sucessores migram para as cidades; a dominação corporativa de propriedades rurais em função da produção em larga escala; a multinacionalização destas empresas; e a transição histórica do café para a laranja e cana-de-açúcar na indústria sucroalcooleira.
    E, finalmente, fazendo referência ao tema “O mundo não é plano”, as diferenças em meio a este caos social de alguma forma se equilibram, nos reservando, dessa forma, consequências ainda desconhecidas.
    Em meio a esta reflexão, o papel da escola seria o de “trabalhar” com essa diversidade sociocultural de maneira que todos sejam contemplados em suas especificidades, sem privilegiar um ou outro, mas sim, fazer com que se integrem mutuamente.

    • Maria Paula disse:

      Professor, boa noite! Favor desconsiderar (excluir) o primeiro post e considerar apenas este último, ok? É que como fiz no Word, me esqueci de “copiar e colar” o último parágrafo, onde falei sobre o papel da escola diante desse cenário. Obrigada e abraços!

  148. Luis Henrique dos Santos Barcellos disse:

    A revolução industrial e o avanço de aparatos tecnológicos segundo Fridman torna o “Mundo Plano”. Porém observando a conjuntura atual e a organização econômica vigente, causadora de grandes desigualdades em um mundo em que poucos tem muito e muitos tem pouco, essa planicidade torna-se inaplicável, o mundo não é plano afirma Chade (2009). Daí o conceito de mundos “não-planos”, o rurbano, ou seja, a tecnologia não chega para todos com a mesma intensidade, o morador do campo acaba sendo desvalorizado e muitos buscam esses avanços mudando-se para as grandes “Pólis”, pormenorizando muitas vezes sua cultura interiorana e desvalorizando as diferenças. Acontece pois que não se tem nem um mundo plano e nem um mundo divido entre tecnológico e não-tecnológico, desenvolvido e em desenvolvimento ou entre rural e urbano, existe uma mescla, o mundo rurbano.
    Pensar a educação neste sentido, converte em pensar estas diferenças, valorizar a cultura dos povos e ir além de uma postura de exclusão pelas bases, um mundo diverso em características, riquezas e regionalismos não requer um padrão de educação, mas de educações, voltando-se para as necessidades e realidades dos povos e culturas que nele habitam.

  149. Danielle Oliveira disse:

    Thomas Friedman defende a ideia de um “mundo plano”, que seria um mundo justo e igualitário. Em contrapartida, Chade discorda de Friedman, dizendo totalmente o oposto: que vivemos num mundo “não plano”; destacando a desigualdade entre as nações, a miséria, a fome e o fracasso político. No mundo não plano, o homem é desvalorizado e explorado e a educação é só para a elite, onde são privilegiados aqueles que moram na cidade. Já a classe rural prioriza o trabalho desde muito cedo, e isso se passa de pai para filho. 
    Com o avanço da tecnologia, as pessoas no campo e sua mão de obra passaram a ser desvalorizadas e assim começou uma mudança do meio rural para o urbano, em busca de melhores condições de vida. Com essa mudança surgiu a “vida rurbana”, onde a escola deveria ser moderna e avançada ao ponto de saber incluir toda a população em seu meio. Mas não é isso o que ocorre. 
    Friedman acredita que essas mudanças servem para o desenvolvimento da sociedade e para as relações sociais, ou seja, que as inovações servem para um avanço social, mas a realidade é que a miséria e a fome ainda existem e a desigualdade ainda prevalece. 

  150. Verbênia Dias Araújo disse:

    São apresentadas duas visões de mundo: a de Friedman, o qual afirma que o mundo é plano, pois devido a globalização, o aumento dos recursos tecnológicos e a modernização, os países se inter-relacionam e a oportunidade é a mesma para todos. Nessa visão, não há desigualdades e as condições são dadas como igualitárias. Contrapondo essa visão, tem-se a de Chade, o qual afirma que o mundo não é plano, pois vivemos em um mundo com grandes desigualdades. As pessoas que não se adequam as novas tecnologias são excluidas socialmente. Vemos pessoas saindo da zona rural para procurar melhores condições de vida na área urbana, assim como vemos também as tecnologias adentrando no meio rural, esse cruzamento tido como “rurbanismo”, explica bem o que temos vivido atualmente. Isso não é suficiente para acabar com a desigualdade e todos os problemas sociais existentes no mundo. Há um grande desafio por parte da educação em aproximar essas duas realidades, valorizando a cultura e tendo uma escola que trabalhe com as diversidades, mas de forma que não haja exclusão.

  151. Amanda Vivan disse:

    Friedman defende a ideia de um mundo plano, apoiado num discursos neoliberal, acredita que a expansão do capitalismo e de suas regras próprias de manutenção e de mercado trazem oportunidades iguais para todos, muitas vezes, usando como reforço para sua ideologia, a crença na superação da pobreza e da miséria pela educação e pela tecnologia. Chade, ao contrário, revela que a realidade de desenvolvimento econômico é desigual e a miséria e exclusão são realidade de grande parte da população mundial. Muitas vezes, os excluídos sofrem com discursos falsos e esteriótipos impostos de uma tal forma, que atribuem a eles mesmos como causadores de sua própria miséria, como acontece com os “caipiras”. Em nossa região-noroeste paulista, com a intensa migração da população para centros urbanos e e esta crença na inferioridade caipira, muitas pessoas sentem vergonha de suas origens e buscam viver com padrões urbanos que nem sempre são compatíveis com o nosso contexto regional, assim a cultura caipira pelo nossos contemporâneos.

  152. Rayane Silva disse:

    A rurbanização é o processo pelo qual ocorre uma transformação das atividades desenvolvidas nas áreas rurais, ou seja, uma crescente integração entre os espaços urbanos e rurais. Essas transformações ocorrem através das necessidades da sociedade, esse processo é um exemplo para comprovar a teoria de Chade que o mundo não é plano, levando há repensar na teoria de Friedman que o mundo é plano, sem diferenças sociais. Trazendo a educação em discussão, a escola deve desenvolver trabalhos para que deixe bem claro a nossa realidade. Mas o que vemos é a desvalorização do campo, tornando as crianças preconceituosas por não conhecerem a importância das diferentes culturas. Mesmo com dificuldades encontramos as pessoas do campo se inserindo na cidade, esses processos acontecem a partir das suas necessidades. Um exemplo para se ver que tudo é um processo que se cruza, existe hoje as pessoas do campo buscando vida na cidade e pessoas da cidade buscando conforto no campo.

  153. Wanessa B. Cardozo disse:

    Conforme os textos expostos em sala de aula, neste modulo podemos constatar que o mundo não é plano. Diante do que nos foi apresentado, Friedman mostra que o mundo é plano, já que por meio da globalização todos se tornariam iguais de algum modo, por outro lado Chade vai contra essa concepção, defendendo a ideia de que o mundo não é plano, pois nos deparamos diariamente com inúmeros problemas sócias como a fome, pobreza e violência; o rurbano é um exemplo claro de que o mundo não é plano dada as circunstâncias onde o meio rural incorpora cada vez mais o urbano e vice-versa, consequentemente as desigualdades se acentuam cada vez mais, nesse contexto a educação encontra mais uma barreira já que é um desafio tal troca de valores (urbano x rural), porém de vital importância, pois é fundamental que o meio rural incorpore tecnologias urbanas e que o meio urbano reconheça e aprenda com o meio rural.

  154. Thailene disse:

    Diferente da declaração de Thomas Friedman que diz que o mundo é plano, Chade afirma que o mundo não é plano devido as diferenças entre os povos – fome, miséria, desemprego, saúde e educação – sendo acentuada devido a “globalização” de um mundo planificado.
    Dessa forma, a educação passa a ser entendida como benefício e privilégio do mundo urbano, gerando uma migração do rural para o urbano, a ponto de acreditarmos que a cidade tem muito mais a nos oferecer.
    Portanto neste mundo “Rurbano”, a Educação tem como desafio construir um ensino que considere o regional, a cultura local envolvendo suas necessidades particulares e peculiaridades, não só apenas o conhecimento técnico e científicos, mas que possa formar sujeitos conscientes de toda a ideologia que o sistema nos impõe.

  155. Vivian Blanco disse:

    De acordo com a realidade que está em nossa volta, pode-se concluir que o mundo não é plano, ou seja, há em diversos lugares desigualdades de diversos tipos, e grande parte do planeta vive numa situação de miséria, violência e etc. O mundo rurbano está dentre os numerosos exemplos do mundo não plano, pois há uma busca de “misturar” a vida rural com a urbana tornando mais visível a separação entre elas; no âmbito educacional vive um constante pré-conceito onde os “caipiras” passam por apontamentos já que o sistema educacional tem um modelo mais “urbano”, porém tenta de maneira restrita incorporar o meio rural e urbano, pois a clara barreira que se mostra, necessita de uma troca cultural afim de dissolver essas dificuldades enfrentadas por estas pessoas cotidianamente.

  156. Talita G. O. Ribeiro disse:

    As transformações das atividades desenvolvidas nas áreas rurais com o advento das novas tecnologias integra os espaços urbano e rural. Essa mistura de dois estilos de vida caracteriza o espaço rurourbano. De acordo com Friedman o desenvolvimento das tecnologias, crescimento econômico e processo de globalização torna o mundo plano, todavia, como refuta Chade, o mundo não é plano; a ser observado em espaços de miséria, escassez total de alimentos. Como pode um mundo tão plano, como descreve Friedman, e desenvolvido não oferecer condições de alimentação e saúde, coisas básicas, para o ser humano? O espaço rurourbano é um exemplo de não planicidade do mundo; esse espaço apresenta o desenvolvimento tecnologico e econômico, entretatanto resguarda características da cultura rural, o que não é depreciativo.
    A educação, em âmbito geral, mais do que reconhecer essa diversidade cultural, é desafiada é apresentar aspectos socias, históricos e culturais para a compreensão desses espaços e como ele se relaciona com a exploração, alienação e fragmentação do trabalho, principalmente considerando o espaço globalizado.

  157. Andréia Centurion disse:

    Foi estudado em sala de aula as visões de mundo plano e não plano. Na primeira Friedman traz seus pensamentos baseados em uma sociedade igualitária por meio da globalização e do capitalismo, a educação . Em contraposto a este pensamento há Chade, em que diz que o mundo não é plano, dando o exemplo do rurbano que é a mistura do urbano com o campo. O mundo capitalista que vivemos hoje, com as desigualdades sociais, a educação do campo é visto com um olhar preconceituoso, desvalorizando seus princípios e culturas, e este pensamento é o que influencia a população do campo cada vez mais buscar uma vida mais “confortável” na cidade, com todas as suas modernidades.
    Só que este processo acarreta muitas coisas, direta e indiretamente, começa a faltar no campo a mão de obra, as cidades enfrentam superlotações, a cultura e as crenças estão diminuindo, perdendo sua identidade, entre muitas outras coisas.

  158. Thainá Carmona disse:

    Durante esse módulo vimos a sociedade dividida em um mundo não plano e plano.
    Thomas Friedman defende o mundo plano por acreditar que possui uma ingenuidade, devido á globalização, porém não é o que acontece na realidade. Os países da nossa realidade sofre com a miséria, fome, destruição no mundo todo.
    Chade ao contrário de Thomas defenfe o mundo não plano ao comprovar as diferenças entre o mundo rural e o mundo urbano. No universo rural o trabalho é manual não são valorizados e procuram uma ascensão social que é para poucos.
    Rurbanização é o processo da globalização das areas rurais com o ínicio de tecnologias e fez do campo um local de trabalho mas com a cara da industrialização. Sobre o ensino nessas áreas, nota-se um ensino para suprir o trabalho rural e não para supera-lo como um ensino de formação integral para da opções de escolha futuras.

  159. Edmar Ferreira Dias disse:

    Segundo Friedman, o mundo se tornou “plano”, isto é, é por meio dos avanços tecnológicos e da modernização e globalização é que faria a sociedade mais igualitária.Podemos depreender que isso é um equivoco uma vez que os países subdesenvolvidos são vistos por esse autor como meios para a manutenção do poder. Quem é pobre é pobre porque é burro, ignorante, e que não ambiciona grandes expectativas frente aos desafios impostos pelo capitalismo. Nesse sentido, Chade afirma que o mundo não é plano uma vez que as oportunidades econômicas e educacionais não são iguais para todos. Portanto, os meios rurais precisam de políticas públicas que quebrem os mitos de que o mundo é plano.

  160. Tainara Rosa Teixeira Leandro disse:

    Estudado nesse módulo nas aulas foram duas concepções, uma defendida por Friedman, em que o mundo é plano, já que toda a tecnologia, a globalização, contribuiu para um mundo igualitário. A outra é a de Chade, que discorda de Friedman, apontando que o mundo não é plano, tendo em vista todas as diferenças, desigualdades, presentes na sociedade. O próprio termo “rurbano” se refere aos locais onde o campo e a cidade se encontram, já que há um grande preconceito ainda sobre o campo, por isso é preciso de uma educação que igual para todos, que não perpetue a divisão presente no mundo capitalista de trabalho manual (campo) e trabalho intelectual (cidade).

  161. Thalita Blanco Penha disse:

    Friedman a partir de uma análise de países desenvolvidos e industrializados vem nos apresentar a teoria de um “mundo plano”, que através da globalização há uma melhor relação entre países desenvolvidos e emergentes porém, Chade vem com um contraponto a teoria do mundo plano de Chade, em que vem explicar que o mundo não é plano, que as oportunidades não são iguais apesar da globalização, um exemplo claro é da vida no campo, em que falta infraestrutura nas escolas e um ensino defasado, o que torna difícil um mundo plano.

  162. Tainara Rodrigues disse:

    Podemos notar, diante dos textos lidos (de Friedman e Chade), uma disparidade de pensamentos em relação ao mundo plano e não-plano. Enquanto Friedman defende a existência de um mundo plano, onde a globalização se constituiria em um meio propício ao surgimento de novas tecnologias e seus mecanismos que, em sua concepção, igualaria as nações, de forma a levar melhorias à economia mundial, Chade aponta que a globalização não nivelou as diferenças sociais, já que os índices de desigualdade e pobreza, seja entre países, bairros e até mesmo entre classes econômicas, ao invés de diminuírem, só aumentam. Tais desigualdades são tão acentuadas que, no mundo urbano, por exemplo, ao migrarem estudantes do mundo rural, ocorre-se instantaneamente a repelência de culturas e modos de vida distintos daquele vivido em tal meio. Diante desse fator, cabe a escola o desafio de estreitar as relações de diferença e fortalecer, através do trabalho pedagógico, a presença da igualdade, do reconhecimento da identidade cultural e do sentimento de pertencimento, não só das pessoas do meio rural, como de todas as outras não pertencentes à cultura urbana.

  163. Poatan disse:

    Para Friedmam, o desenvolvimento tecnológico globalizado trouxe igualdade entre as nações, ele afirma que com isso o mundo é plano.
    Porém, Chade se depara com realidades que se mostram contrárias da afirmação de Friedmam, fome, miséria, desigualdades sociais, são constatações que mostram que o mundo não tem nada de plano. A ideia da globalização como forma de igualar as nações não coincide com a realidade. Observamos que as tecnologias urbanas estão alcançando o campo gerando um desafio para a educação nesse mundo onde as diferenças se contrastam, mas também se entrelaçam. Em relação aos espaços “rurbanos”, podemos constatar, que há uma tendência na atualidade de uma incorporação no meio rural de características do meio urbano, como o acesso a bens, serviços e comunicação, o que leva os jovens da população rural mudarem seus conceitos e preferirem migrar para as cidades em busca de estudo, uma vez que o ensino no meio rural é considerado fraco e com pouca oferta. Considerando estes fatores, podemos colocar que a educação enfrenta o desafio de considerar e integrar o urbano e o rural mostrando que ambos têm sua devida importância preservando e respeitando suas culturas e identidades que se interligam nas diversidades presentes, pois o meio urbano não presencia, mas o trabalho e os valores do meio rural (campo) sustenta grande parte da sociedade. Além disso, os processos educativos devem contemplar uma alternância para que os alunos possam obter os conhecimentos necessários à sua inclusão, ou seja, participação na sociedade, além de se qualificarem em relação as práticas do campo. Deste modo o aluno não perde seu referencial social e se torna apto a prosseguir os estudos.

  164. Nathaly Martinez disse:

    Segundo Thomas Fridman (2005), a partir das transformações ocorridas durante o século XIX e XX, tais como, a Revolução Industrial e a Revolução Tecnológica e com os desdobramentos da globalização, o mundo para ele seria “plano”. Contudo, se observamos a estrutura social e a organização econômica atualmente, causadora de grandes desigualdades pelo mundo, percebe-se que o mundo “não é plano”, como afirma, Jamil Chade (2009).
    Observamos atualmente, o fenômeno do êxodo rural, pessoas que procurando melhores condições de vida se mudam para áreas urbanas, assim como podemos observar também as tecnologias adentrando no meio rural, e sua consequente exclusão social daqueles que não se adequam as novas tecnologias. Daí surge o termo “rurbano”, para Gilberto Freyre, o rurbano seria a integração total e de complementariedade entre os dois mundos (rural e urbano), de fato, isso não seria suficiente para acabar com as desigualdades sociais existente, porém ajudaria a diminuir o preconceito e quebrar barreiras entre esses dois mundos. Pensar a educação nesse espaço ‘’rurbano’’ é desafiadora, pois é preciso valorizar a cultura dos povos e os regionalismos, pensando nas reais necessidades de cada população, além de trabalhar a diversidade de uma forma que não haja exclusão ou que uma cultura se sobressaia sobre a outra.

  165. Rafaella Valêncio disse:

    Para Friedman o mundo é plano por conta da globalização que possibilita todos os continentes se inter-relacionarem, o que causa um aumento dos recursos tecnológicos e modifica a economia internacional, mas de acordo os textos estudados nessa disciplina podemos afirmar que o mundo não é plano, devido a miséria e a fome existentes em vários lugares do mundo independente dos recursos tecnológicos já existentes. Já em relação aos espaços “rurbanos” (meios rurais com características urbanas) nem sempre se encontram as mesmas condições que se encontram presentes no meio urbano, e por esse motivo muitos jovens se mudam a para a cidade a procura de um ensino completo e de maior qualidade. Assim que chegam nessas escolas, muitos alunos sofrem preconceito por causa de seu local de origem, e por essa razão a educação para o meio rural é um grande desafio, pois muitos professores já tem preconceito e os tratam com atrasados, apagando a cultura que ele já conhecem e colocando a deles como a “certa”. Por esse motivo deve ser pensada com cautela para atender as necessidades de cada população e para que não exista exclusão de nenhuma cultura.

  166. Ana Júlia Avansi Mateus disse:

    Para Friedman, o mundo é considerado plano devido ao desenvolvimento tecnológico que globalizou e uniou as nações, as igualando. Já segundo Chade, o mundo não é plano, onde a globalização não igualou as diferenças sociais das nações, destacando a fome, a miséria e as desigualdades econômicas encontradas na sociedade. Sobre o “mundo rurbano”, onde trabalhadores rurais buscam o meio urbano em forma de melhores trabalhos ou pela qualidade de vida e moradia, há a junção do mundo urbano e rural, sendo assim, o mundo “rurbano”. Conceito que pode ajudar a diminuir as desigualdades e preconceitos sobre as diferenças dos dois mundos, fazendo com que haja valor sobre as origens de professores e alunos de espaços rurais.

Deixar um comentário