Módulo 10 e 13 – Expressão Artística e Corporal

On junho 15, 2011, in ArteEdu1, by Fábio Fernandes Villela

Bom dia a tod@s!

Esta é a área para a postagem dos comentários dos textos do Módulo 10 e 13 (Textos: 16, 17, 18 e 19) de Expressão Artística e Corporal. Para quem trabalha com crianças e adolecentes, recomendo o documentário sobre “Criança e Consumo” intitulado: “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância”.

O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância”, lançado em dezembro de 2008 pela MEF (Media Education Foudantion), nos EUA, aborda o problema do consumismo infantil naquele país. Sem dúvida faz par como o filme “Criança, A Alma do Negócio” . O filme trabalha numa perspectiva de alerta geral sobre a publicidade e as estratégias de marketing das grandes empresas no intuito de transformar as crianças e a própria infância num grande buraco negro de consumo e eixo de influência da família. O estudo demonstra o enorme volume de gastos com pesquisas e produções midiáticas direcionadas ao público infantil, comerciais e animações, fast-food, automóveis, celulares etc., que são cada vez mais, feitos olhando a criança como principal consumidora ou “aliciadora” da família, no sentido de convencer os pais sobre como e no que gastar.  Ficha técnica. Direção: Adriana Barbaro / Jeremy Earp. Lançamento: 2008. Duração:66 min.

Link para o documentário: Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância

http://www.youtube.com/watch?v=mLuRH7nmhy4

Recomendo a todos também visitar o site do Instituto Alana:

http://www.alana.org.br/CriancaConsumo/Home.aspx

Um grande abraço a tod@s, Prof. Fábio Fernandes Villela.

 

79 Comentários “Módulo 10 e 13 – Expressão Artística e Corporal”

  1. Mayara Gomes Lapa disse:

    Assistir o vídeo “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” não foi algo tão chocante para mim, pelo fato de virmos estudando e refletindo as relações sociais e o sistema capitalista com tanto afinco durante grande parte do nosso curso de Pedagogia. O documentário traz exatamente o que se tem feito da infância em nossa sociedade… As crianças estão cada vez mais engajadas no sistema, o fortalecendo e mantendo as classes sociais, o consumismo, a alienação, a individualidade, o egocentrismo e a necessidade de comprar, comprar e comprar para satisfazer-se. Penso que seria de grande importância que vídeos como esse fossem colocados na mídia, para levar a sociedade a repensar sua vida, principalmente os pais, e que mais professores tivessem acesso a esse tipo de material e a esse tipo de reflexão, tendo em vista que esses profissionais lidam com a formação humana não só acadêmica, mas moral também. O consumismo está tão exacerbado, tão inculcado em nossas mentes que, muitas vezes, nem de questionar sobre o que queremos comprar, o que queremos para nossas vidas ou se precisamos de determinados produtos em nossas vidas… Só queremos comprar e comprar e comprar e mais e mais e mais. E lamentavelmente isso é tão intenso porque desde nossa infância somos levados a isso, e nossas crianças estão cada vez mais imersas nesse ciclo vicioso chamado consumismo… As propagandas e a mídia revelam o ter como a coisa mais preciosa da vida, é o ter acima do ser, aliás, o ser nem existe mais, porque quem pode TEM e quem não pode chora… Como ficamos? Como ficaremos? Onde está nossa humanidade? – Gostaria de deixar o trecho de uma música que pode nos fazer pensar mais sobre isso: “Selva, a gente se acostuma a muito pouco. A gente fica achando que é demais quando chega em casa do trabalho quase vivo…. Selva, a gente se acostuma a muito pouco, a gente fica achando que é o máximo liberdade pra escolher a cor da embalagem… Nessa selva, a gente se acostuma a muito pouco, a gente fica achando que é o normal entrar na fila, comprar ingresso pra levar porrada… Selva, a gente se acostuma a muito pouco. A gente fica achando que é demais um pouco de silêncio, um copo de água pura… Selva, a gente se acostuma a muito pouco, a gente fica achando que é o máximo se o cara mente, mas tem cara de honesto. Nessa selva a gente se acostuma a muito pouco, a gente fica achando que é o normal. Finge que não vê, diz que não foi nada
    e leva mais porrada…”. Esse música é da banda Engenheiros do Hawaii e, assim como algumas outras, faz-nos pensar a respeito da ”selva” em que vivemos e em como estamos adaptados à tudo isso…

  2. Juliana Saab disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância”, é a demonstração nua, crua e clara do que esta por trás de todo tipo de propaganda, marketing, e também, de todos os textos que viemos estudando ao longo do curso, além de, é claro, todas as discussões já tidas em sala de aula – inclusive na disciplina Mídia e Educação. Acredito não ter sido tão chocante pelo fato de já termos uma leve consciência do que é a propaganda e a força que ela tem em relação à manipulação das crianças. Mas o que mais me chamou atenção foi o fato de “usarem” profissionais da Educação a favor do marketig. Na verdade é triste ver Pedagogos e Psicólogos trabalhando juntos nas fraquezas das crianças – e dos pais, para conseguirem vender cada vez mais. Estudam inclusive as crises de birra das crianças.
    Nós ficamos pensando “Até que ponto?”. Até aonde essa bola de neve consegue chegar? Há um limite? Nem crianças nem adultos conseguem mais distinguir o que querem e o que precisam comprar. As pessoas não trabalham mais para realização pessoal ou profissional… trabalham para comprar. E o pior, tem a triste sensação de que dessa forma serão felizes. É a comercialização do Ter, não do Ser. Acreditam que Felicidade se compra. É possível sim fazer um trabalho de conscientização na escola, não é fácil, pois, como mostrou o vídeo, até as escolas estão sendo bombardeadas por essa mídia. E essa é uma escolha da escola e do professor, pra que futuramente, as crianças possam também ter liberdade. É uma verdadeira “Guerra de Gigantes”.

  3. Marilaine Lopes Barboza disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância”, não apresenta nada de novo e chocante, e sim, constata miseravelmente a realidade do sistema capitalista. Em que as grandes corporações exploram a parcela da população mais vulnerável, que não tem condições de se defenderem sozinhas – as crianças. Porque sabem que elas têm grande influência sobre o consumismo dos adultos. Tornando as crianças consumidores para a vida toda, tiram da criança sua infância e sua pureza; pois brincar não é mais o essencial, mas com que se brinca, isso é preocupante. Porque, paremos para refletir que tipo de adulto essas crianças serão? Serão capazes de se relacionarem uns com os outros? Nessa sociedade capitalista em que vivemos pelo consumismo desenfreado nos esquecemos que a infância é a fase mais importante do ser humano, e o que estamos fazendo com ela? Ou o que estamos fazendo para reverter isso? Se a resposta for nada …lembremos amanhã serão nos filhos vivendo nessa “selva de pedra” e o que ensinaremos para eles? E será que como professores não podemos contribuir de alguma forma para mudar esse curso vergonhoso da história humana?

  4. Simone Ferreira Lopes disse:

    O documentário “Criança e Consumo”, nos retrata mais um aspecto de um setor que age em favor do sistema capitalista. Acredito que o fato mais chocante do vídeo é perceber que profissionais que deveriam estar trbalhando para a formação de indivíduos, no caso trabalhando em favor das crianças, encontram-se exercendo suas funções humanas e sociais única e exclusivamente a favor do sistema, do consumo desenfreado. Analisam crianças como se fossem objetos, simplesmente com o intuíto de torná-las consumidores ativos. Não podemos deixar de mencionar que fazem isso pensando nessas crianças consumindo sempre e tornando-se, consequentemente, um adulto consumista. Tal documentário só veio confirmar a exploração que as grandes empresas exercem sobre a sociedade, aqui em especial as crianças, deixando de lado as vivências da verdadeira infância. Coloco aqui os seguintes questionamentos: O que será de nossos filhos? E na nossa carreira docente como iremos lidar com isso, pois teremos crianças que a todo o tempo estarão mais “interessadas” no brinquedo caro que ficou em casa do que na professora….

  5. Camila Tanure Duarte disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância”, assistido em sala, revela o descaso do sistema capitalista com as crianças e adolescentes. As grandes marcas e indústrias usam recursos psicológicos e tecnológicos, embasados em pesquisas detalhistas sobre o comportamento e gosto infantil, para atrair novos consumidores e, consequentemente, obter lucros. O vídeo somente revela atos desumanos presentes na atual sociedade em busca de aumento de capital, o que a move. Segundo Moyles (2002), a criança não absorve passivamente o que a mídia transmite, sendo que são capazes de pensar sobre o assistido. Porém, fica cada vez mais difícil para uma criança resistir aos apelos comerciais, pois, até mesmo os bebês são alvos de propagandas friamente calculadas para cativar sua atenção e torná-los consumidores e, ao mesmo tempo, consumi-los.

  6. Betânia Ap. Ferreira disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância”, não foi tão impressionante, pois no decorrer do nosso curso podemos perceber esse fator que esta cada vez mais ocorrendo em nossa sociedade capitalista. Essa relação que as grandes corporações fazem ao desenvolverem os seus produtos focando-os nas crianças, as quais são puras e inocentes, não tendo a possibilidade de compreender o que interessa ao sistema e as suas atitudes para obter tais materiais como, bonecas, carrinhos, filmes, jogos, vídeo game, entre outros, são apenas momentâneos ao ponto de se ver uma nova propaganda e ir em busca de outro objeto, o qual continuamente irá suprir por apenas um determinado momento. Assim, desde pequenos temos desenvolvidos crianças consumidoras, e não crianças que deveriam estar brincando com os seus amigos tendo um crescimento a partir disto socializador, formamos então assim, adultos consumidores, que só buscarão o Ter e não o Ser, valor considerado raro ultimamente em nossa sociedade, já que todas as coisas através da mídia meio essencial para esse processo esta cooperando para isso…Ter…Ter..Ter… Devemos ensinar as crianças a refletirem sobre o que necessitam ter, e não focar apenas no que elas querem ter, gerando pessoas reflexivas, e não bonequinhos que fazem e compram tudo o que a mídia publica. O fator mais entristecedor do filme que creio que a grande maioria das alunas não soubesse ou preferiam nem pensar que tal ação era realizada se trata de Pedagogos e Psicólogos que estão estudando as crianças e suas atitudes para ver qual meio eles devem focar para produzir e vender mais produtos, visando apenas o Lucro, fator esse primordial para estes profissionais, que podem ser qualificados, mas a meu ver se tratam de pessoas desqualificadas que se prestam a tais ações, para com crianças que futuramente chegarão a ter ou se porventura não, mas que foram um dia. Deixo algumas questões para refletirem: O que será de nossas crianças? E nós futuros professores iremos participar desta ação? Quais os verdadeiros objetivos dessa profissão? Onde ficou o ensinar e o viver nessa sociedade consumista? Infância, uma fase que terá continuação? Esse dentre tantos outros questionamentos estão sendo gerados por profissionais capacitados que realmente consideram a infância parte essencial da vida da criança, a qual para estes são pessoas mais importantes do que se ter alguma coisa.

  7. Roseli Aparecida Francisco disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” traz a realidade dos dias de hoje. Infelizmente trata-se de um problema difícil de se resolver, já que com o avanço das novas tecnologias o mercado de consumo passa a possuir cada vez mais mercadorias que vem seduzindo o imaginário infantil, isso para não dizer o criando. O que nos fica claro a partir dessa cruel realidade apresentada pelo documentário é que o sistema capitalista, alienador está entrando cada vez mais sedo em nossas vidas, nos corrompendo e alienando desde crianças, para que cresçamos em formas, quadradinho, como eles desejam. A única solução que vejo para que a alienação do consumismo não tome conta de uma vez por todas – se é que já não aconteceu – da sociedade desde a mais tenra idade, é que a escola assuma o papel de educar o olhar das crianças, fazendo dessa forma um trabalho pautado na criticidade. Julgo necessário este trabalho vindo da escola porque no mundo globalizado as crianças tem acesso fácil aos meios de informação – principalmente a televisão, principal meio de informação e pode-se dizer de alienação caso não seja feito esse trabalho de educar para receber as imagens e mensagens por ela trazidas – e como seres em formação, ainda não são aptos a separarem as informações úteis daquelas que geram a alienação, aliás essa não é uma característica apenas da crianças, pois o ser humano por estar inserido neste sistema e por ser um ser em constante formação muitas vezes acabam caindo em alienação por falta desse olhar crítico.

  8. Lilian Maria da Silva disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” mostra as estratégias lançadas pelo sistema capitalista, para inserir as crianças no mundo do consumo desenfreado. Ao revelar essas estratégias, o que o filme mostra não á nada surpreendente, mas sim uma simples constatação do que vivemos em nossa sociedade e que pelo fato de estarmos tão acostumados a isso, não paramos para refletir. Ao inserir a criança na mais tenra idade no mundo das compras e da superficialidade, estamos tirando dela o direito de ser criança e ter na sua infância um período de desenvolvimento múltiplo. Estamos dando a ela a oportunidade de sofrer por não determinado brinquedo ou roupa que seu vizinho tem, e ela não. O valor das pessoas está no preço que se paga das coisas consumidas, esse é o ponto da importância social, sem isso o sujeito não tem valor e prestigio social, mas sim está à margem do sistema.

  9. Patrícia Muriel disse:

    Assistir ao documentário foi muito interessante, pois perceber que existem profissionais da educação que defendem este tipo de marketing é desanimador.
    Estas questões parecem tão óbvias e os profissionais parecem não ver e diminuiem o valor das pessoas, na verdade somos o que podemos comprar e o que temos no bolso.
    Vemos que as pessoas estão sendo escravos do capitalismo e nem percebem isso. De acordo com tudo o que vemos durante as aulas não parece chocante vermos as condições do capitalismo e das pessoas que se submetem a eles, o que choca é ver como as pessoas fecham os olhos e acreditam que o capitalismo é bom e promissor.
    É muito triste ver que temos que lutar contra nossos companheiros que estão massacrando nossos alunos.

  10. Numiá Sarkis disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” me deixou sim de “boca aberta”, não é nada normal assistir a um vídeo assim e achar que faz parte da nossa vida! Pensei muito em meus filhos e sinto que pelo menos eles não são assim, por enquanto. É inevitável o contato com vídeo-games e violência, pois ela está presente em tudo, então fica difícil saber até quando eles estarão livres desse consumismo horroroso e da mídia avassaladora mostrada no vídeo. Acredito muito que uma boa base poderá dar a eles a chance de serem diferentes, pois não é porque eles vêem esses filmes que eles saem batendo nos outros ou ficam querendo comprar tudo o que aparece. Mas o vídeo mostra crianças de 4 anos assistindo luta livre junto com os pais e vibrando com a violência! Isso é uma violência com a criança! Não entendo como um pai ou uma mãe podem admitir isso. A sociedade não tem valores, não sei qual será nosso futuro, só sei que a coisa está feia!!

  11. Fernanda Vollet disse:

    Ao ver o documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” pude perceber como é grande a influência da mídia na infância. A publicidade investe na dominação deste público alvo, pois sabe que a criança determina o que vai ser comprado. Através de pesquisas acompanhando o comportamento de crianças é possível identificar o que lhes chama a atenção, e é no “ponto fraco” que investem os marqueteiros, é um recurso injusto e que causa alienação e dependência, as crianças estão o tempo todo envolvidas em propagandas, nas escolas, nas ruas, nos meios de comunicação, em todo lugar.
    No documentário afirma-se que crianças menores de 8 anos não conseguem entender a persuasão da propaganda e, sabendo disso a indústria do consumo cria desenhos animados para vender brinquedos e ‘bugigangas’ com a marca, eles conseguem plantar a ideia na cabeça das crianças sem que elas percebam, desta forma, garante a constante dominação do capital.
    Ao final do vídeo apresentam-se as consequências que esta comercialização da infância causou e continua causando, as crianças perderam a capacidade de brincar sem recursos materiais ‘de marca’; elas se prendem muito mais tempo em frente aos televisores, computadores e outros meios de comunicação; nas últimas duas décadas tem aumentado o índice de crianças com transtornos de atenção, depressão, ansiedade, obesidade, hipertensão, diabetes, etc. Infelizmente esta situação não é fácil de mudar, o sistema capitalista exerce grande dominação social em diversos setores e quem detém o poder não tem interesse em mudar esta realidade.

  12. Talita C. L. Nogueira disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” mostra a triste realidade de dominação da mídia que vem atingindo as crianças cada vez mais cedo. A mídia exerce forte influência no consumismo, reforçando o sistema capitalista e a desigualdade social, classificando as pessoas pelo que elas podem comprar e não por seus valores. Numa atitude “covarde” a mídia bombardeia as crianças com cerca de 3 mil mensagens todos os dias, e o apelo publicitário da indústria do consumo desde os anos 90 vem transformando a cultura infantil, de modo a amarrar as crianças aos produtos, iludindo-as e movimentando incalculáveis quantidades de dinheiro.
    Um fato que chamou a atenção no documentário foi quando constatado que pesquisadores e estudiosos de crianças trabalham em função do marketing, eles utilizam seus conhecimentos sobre o desenvolvimento psíquico, emocional e intelectual das crianças e utilizam esses conhecimentos para criar estratégias que serão utilizadas pelas empresas, anúncios hipnóticos relacionando produtos com personagens e cores que as crianças não resistem.
    As “crianças consumo” fazem parte de uma geração que não sabe se divertir sozinha ou criar suas próprias brincadeiras. Elas precisam de suportes materiais semelhantes à realidade para que possam divertir-se. O que se tem dado para as crianças não são valores e sim valores financeiros que as fazem felizes, as crianças devem ser educadas de modo a compreender o valor das coisas e não o preço; Não devem confundir o material com a felicidade

  13. Ernestina de Castro Chaves disse:

    UNESP – Universidade Estadual Paulista “Júlio Mesquita Filho” Campos de São José do Rio Preto
    Curso: Licenciatura em Pedagogia
    Disciplina: Conteúdo e Metodologia do Ensino de Expressão Artísticas e Corporal
    Turma: 2011. Ano: 4º
    Professor: Fábio Fernandes Villela
    Aluna: Ernestina de Castro Chaves
    Postagem dos comentários dos textos do Módulo 10 e 13 Para quem trabalha com crianças e adolescentes recomendam o documentário sobre “Criança e Consumo” intitulado: “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância”.
    “Este documentário sobre “Criança e Consumo”, Visa a comercialização da infância”. Numa perspectiva de alerta geral sobre a publicidade e as estratégias de marketing das grandes empresas no qual a criança entra numa infância roubada em vários aspectos, entre eles, o marketing das maiores empresas no âmbito de transformar as crianças e a própria infância num grande buraco negro de consumo e eixo de influência da família. Aborda também, vários tipos de propagandas feitas nos Estados Unidos da América, onde a criança se torna alvo de negócio para o meio publicitário, que seria mais fácil de convencer uma criança de que o adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas.
    O resultado disso é devastador, pois criança com cinco anos vão ás escolas maquiadas, deixando de viver a sua omemlateralidade na infância, perdendo sua essência de pureza, de brincar, correr, pular corda, devido seus saltos altos, suas roupas de marcas, sabem as marcas de celulares, os nomes dos famosos desenhos infantis que mais se destacam, sabem reconhecer os diversos tipos de salgadinhos, mas não sabem o que é uma lagarta, os tipos de árvores, o nome de frutas, legumes e verduras. Sobrevivendo num mundo desigual e desumano, enquanto os publicitários arcam com o lucro, as crianças ficam no o prejuízo de sua infância roubada, fazendo com que em suas relações de convivo, se tornam um poder de consumo: visando o ter e poder. Por isso, se transforma no jogo desigual e desumano, no qual, vira alvo de propaganda, que escancara a perplexidade deste cenário, alertando aos adultos a refletirem em suas atitudes, um novo modelo de vida para com as novas gerações futuras.

  14. Ana Teresa S. Fiúsa disse:

    O documentário Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância”, me deixou indignada, pois mostra como as empresas de produtos infantins, como brinquedo, celular, desenhos infantis, produtos alimentícios, fazem para seduzir as crianças em suas propagandas publicitárias, e o que me deixou mais descontente foi ver no documentário que os especialistas, pesquisadores e estudiosos se aliam com essas empresas de markenting para pensar em estratégias de seduzir as crianças, psiquicamente, emocionalmente, o que é uma vergonha, pois as crianças estão sendo cada vez mais seduzidas por essas empresas manipuladoras que só visam o lucro com as vendas, e acabam influenciando a familia, ou seja, os pais a comprarem aquilo que as empresas querem que elas comprem não por diversão, mas por cosumo de desejo de comprar aquilo que passa na propaganda da televisão. Hoje em dia infelizmente as crianças não brincam mais sem os brinquedos industrializados, elas não sabem criar brincadeiras que não necessitam do objeto de consumo, as crianças já brincam de brincadeiras prontas e já não imaginam ou criam suas próprias brincadeiras. Isso é um fato triste, pois esse mecanismo de sedução das empresas e das mídias tendem só a piorar, o que acho uma pena, pois as crianças e os pais principalmente não mercem serem fantoches nas mãos dessas empresas de marketing de produtos infantis de carater consumista e não de ludicidade.

  15. Lais Santa Rosa disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” nos traz revelações importantes quanto ao sistema que nos domina hoje. No vídeo é possível comprrender o trabalho do sistema para dominar não só crianças, mas os pais também. Como podemos ver a dominação começa desde a mais tenra idade e revela suas consequencias ao longo de nossas vidas. As crianças são alvos fáceis e poderão dar continuidade a esse sistema explorador. Por conta de todos esses aspectos é importante sabermos a essencia do capitalismo e não permitir que ele haja na vida das pessoas desde quando elas nascem.

  16. Jucélia Pena da Silva disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” trata sobre a publicidade desonesta que tem como objetivo fazer com que as crianças convençam os seus pais a consumir cada vez mais mercadorias, e infelizmente a publicidade tem grande poder sobre as crianças. As crianças têm grande influência na economia desde muito tempo e os empresários comerciantes sabem disso. Nos dias de hoje, as crianças são seduzidas pelos brinquedos mais desenvolvidos tecnologicamente, como vídeo game, carrinho de controle remoto, robôs e bonecas e andam e emitem sons, “motos e carros” infantis elétricos, entre outros, e estes não são brinquedos baratos. As crianças não conhecem mais os brinquedos simples e de baixo custo que os seus pais e avós brincavam, como peteca, boneca de milho ou de pano, carrinhos puxados por corda, amarelinha, bola, entre outros, que fazem parte da cultura infantil. O marketing infantil tem como único objetivo o lucro, sem se preocupar com a saúde, bem-estar e desenvolvimento da criança, assim como as marcas tem o objetivo de dar sentido a vidas dos pequenos. É necessária uma real conscientização de toda a sociedade, especialmente dos pais, que se omitem, por não ter conhecimento sobre essa desonesta publicidade, que prejudica tanto o senso crítico infantil.

  17. Tatiani disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” nos mostra como o sistema capitalista utiliza todos para a venda de mercadorias, alienando e transformando todos os cidadãos em meros consumidores. O que nos deixa mais indignados em assistir esse documentário é de constatarmos como os grandes empresários utilizam como alvo aqueles que são os seres mais indefesos, porém os que possuem maior poder de persuasão, que são nossas crianças. Através de chantagens, choros e birras, as crianças possuem um forte poder de convencimento sobre seus pais, exigindo que consumam cada vez mais. Para essas crianças que são bombardeadas diariamente com propagandas que seduzem e convençam em consumir, a importância de um ser humano está nos bens que se adquiri e não no ser humano que se é, com todos os valores. Com essa invasão na infância da criança, os capitalistas conseguem moldar o cidadão consumista cada vez mais cedo, difundindo dessa forma o sistema capitalista com todas as suas desigualdades sociais e diferença de classes, cujo sucesso está naquilo que o indivíduo é capaz de adquirir ao longo da vida, valorizando dessa forma, a alienação humana.

  18. Mariana Brandolezi disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” mostra a crueldade implícita envolvida nas propagandas dirigidas para as crianças. Muitos não percebem o quão danoso isso é e as influências que causam. Os valores são totalmente convertidos em consumo, quanto mais se tem, mais importante se é. As crianças são treinadas e manipuladas desde muito cedo para manter a ordem capitalista estabelecida. Por ser um público mais vulnerável, ele é o foco de muitas empresas de marketing, que as vêem como consumidores potenciais, uma vez que podem facilmente convencer os adultos a comprarem o que desejam, mesmo sem nem saberem direito o porquê de se querer aquilo. O que mais entristece é saber que bons profissionais desenvolvem pesquisas relacionadas a crianças sem objetivarem a formação humana delas e sim, apenas para conseguirem afetá-las da maneira mais eficiente possível, convencendo-as de consumirem cada vez mais. O que o documentário relata é uma grave e cruel exploração da infância, uma criação de seres alienados, que ao mesmo tempo em que consomem também são consumidos pela sociedade. É importante que, como futuras educadoras, entendamos o turbilhão de informações que são jogadas para nossas crianças e o quanto afetam suas vidas, para agirmos de forma a ir contra essa maré e formarmos seres críticos e reflexivos, que não sejam consumidos facilmente pelo sistema capitalista.

  19. Livia Bini disse:

    Confesso que fiquei chocada com o documentário “Criança e Consumo”. Infelizmente essa reação só mostra o quanto estou imersa no capitalismo a ponto de não enxergar aquela realidade tão “real” em nosso meio. Mais triste ainda é pensar que hoje o capitalismo e o sistema baseado no consumo é tão forte que já pensa e vive em razão de nossas crianças. Penso que a ingenuidade das crianças a cada dia acaba devido a isso: elas estão a mercê do capitalismo.
    Mas para nós, professores, é essencial que pensemos e saibamos o que isso significa, atentando para a realidade que nossas crianças estão imersas e assim, tentando diminuir o impacto capitalista em suas vidas e rotinas, pelo ou menos no que se refere a escola.

  20. Paula Bastos de Oliveira disse:

    Mesmo sabendo que existe toda uma industria voltada para o consumo infantil, fiquei preocupada ao assistir a esse documentário e me fez pensar em outros documentários como ” A história das coisas” e “The Corporation” que falam do consumismo exarcbado e a hipervalorização dos valores da sociedade neoliberalista. Os fatos do documentaram que mais me chamaram a atenção foram as pesquisas e testes feitos com crianças para tentar identificar qual a melhor forma de prender a atenção das crianças e fazê-las sentir vontade de comprar determinado brinquedo, produto ou assistir a determinado filme. Apesar da grande influência e conhecimento que essas pessoas do marketing e propaganta tem, eles nada fazem para beneficiar as crianças. a exposição escessiva à televisão tem causado alguns problemas sérios às crianças, famílias e para nós educadores, como a hiperativitade e o déficit de atenção. Com certeza se as pessoas assistissem à esse documentário e não fossem tão aliendas e tão inseridas na sociedade capitalistas, pensariam antes de deixar seus filhos, netos e alunos tantas horas diante da televisão.

  21. Fernanda Mariane disse:

    O documentário Crianças do Consumo foi algo extremamente chocante, impressionante.
    Sabemos que a mídia influencia em grande parte a população, porém o video mostrou o quão gigantesco é essa interferencia, principalmente no que tange o consumo infantil. A mídia mostrou que a criança é o grande vies para o sucesso das grandes empresas. Investir em propagandas mostrando para a criança o quanto seria bom, legal ter aquele objeto é o grande trunfo das mídias. Porém, esse ciclo vicioso faz com que as crianças só queiram ter e ter mais e mais brinquedos e muitas vezes o real siginificado da infancia se perde pelo fato de que aqueles brinquedos são as unicas coisas que farão das crianças, crianças felizes. Seria muito dizer : “Desligue a TV no comercial”, mas, mediar e controlar o acesso que a mídia tem em nossas crianças é imprescindivel, pois, caso o contrário, além de mais consumista, nossa sociedade estará perdida.

  22. Tabata Julia disse:

    Ao assistir o documentário “Crianças do consumo” foi possível fazer uma reflexão de como as grandes corporções estam cada dia apelando mais e mais para o consumismo, em principal destacamos o consumismo infantil. Hoje em dia, as crianças estam entrando na onda dos adultos consumistas e querem mais e mais o poder do possuir, ter… Isso é uma questão que deveria deixar a sociedade preocupada pois, esses individuos tão pequenos já estam contaminados pelo consumismo. A culpa não são dos pequenos e sim da política que não pune as empresas pelos seus comercias apelativos e os pais também são culpados por deixarem o consumismos dominarem-os. Isso é revoltante.

  23. Josiane Paula Rodrigues disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância”, lançado em dezembro de 2008 pela MEF (Media Education Foudantion), nos EUA, aborda o problema do consumismo infantil naquele país. Sem dúvida faz par como o filme “Criança, A Alma do Negócio” . O filme trabalha numa perspectiva de alerta geral sobre a publicidade e as estratégias de marketing das grandes empresas no intuito de transformar as crianças e a própria infância num grande buraco negro de consumo e eixo de influência da família. O estudo demonstra o enorme volume de gastos com pesquisas e produções midiáticas direcionadas ao público infantil, comerciais e animações, fast-food, automóveis, celulares etc., que são cada vez mais, feitos olhando a criança como principal consumidora ou “aliciadora” da família, no sentido de convencer os pais sobre como e no que gastar. Ficha técnica. Direção: Adriana Barbaro / Jeremy Earp. Lançamento: 2008. Duração:66 min.

  24. Josiane Paula Rodrigues disse:

    Nenhuma criança está habilitada a competir com a indústria da mídia, que avalia seus movimentos, reações e respostas aos diferentes estímulos. Os pais, também não conseguem – e nem devem – impedir todas as formas de acesso de seus filhos às mídias publicitárias. Já há algum tempo, se perdeu a distinção entre o que é anúncio/publicidade e o que é programa de entretenimento/educativo. A mensagem veiculada, via de regra, parece simplesmente querer estimular ao consumo e ressaltar sua importância no bem-estar humano. Essa inverdade, exageradamente repetida, passa a fazer ninho na cabeça de nossas crianças. Há de se considerar ainda, manobras de propaganda para acelerar a “entrada” das crianças no mercado consumidor, com propagandas voltadas a criança de dois anos de idade. Percebe-se ainda a imposição da necessidade de que a criança assuma comportamentos adultos, com a preconização da sexualidade. Todas estas práticas são abusivas e não podem existir, pois roubam das crianças o direito de ser crianças. A marketing infantil é extremamente interessante do ponto de vista do mercado, uma vez que elas tem poder de compra, além de influenciarem o gasto, de muitos bilhões de dólares. Entretanto se esta publicidade não for regulada dentro de uma ética, que permita a criança identificá-la e julgá-la, teremos nossa sociedade fadada a destruição, sendo que já percebemos esboços desse fim na epidemia de obesidade e doenças relacionadas a má alimentação e ao sedentarismo em nosso meio.

  25. Carla Rhaissa disse:

    É asqueroso mais uma vez constatar como as grandes corporações não medem esforços para conseguir o lucro a todo preço. Eles utilizam uma parcela vulneral da população (crianças), mas que o mesmo tempo tem uma certo influencia sobre os que realmente são capazes de consumir (pais, avós, tios, etc); para conseguir atingir o interesse deles. Mas um fator que mais me deixa indignada é: as propagandas, as mídias, estão ai, expostas para todos, para as que podem comprar e para aquelas que não podem também, agora nos comerciais, eles subjetivam que a criança só será legal e boa se tiver um determinado objeto, agora eu me pergunto como fica a cabeça daquelas crianças que não tem acesso a esses objetos? como elas se sentem?
    E outra, coisa que marcou no filme, é o fato de profissionais que deveriam zelar pelo bem estar e o desenvolvimento da criança, pactuando com essas grandes cooperações, fazendo as crianças acharem que elas podem tudo, e que não há limites para elas. E acabam de certa fui gerando um sentimento negativo no desenvolvimento infantil.

  26. Carla Mariana Bonfim disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” chama a atenção para o modo como a publicidade instiga o público infantil para a compra de um determinado produto fazendo-os acreditar que eles valem mais pelo que tem do que pelo que são. Segundo Linn (2006) as corporações impulsionadas pela ganância se aproveitam deliberadamente da vulnerabilidade das crianças, principalmente dos menores que não conseguem discernir o conceito de intenção persuasiva presente numa propaganda, cujo objetivo é subverter a razão. Ainda mais triste e preocupante é o modo sutil da introdução do comércio nas escolas, no quais os seus representantes contradizem (felizmente nem todos) o ensino do valor de uma boa nutrição, mas, incentiva por meio de parcerias, contratos de exclusividade com as grandes empresas o contrário: o consumo desmedido de seus produtos, mesmo às custas da saúde das crianças.

  27. Maiara Caroline Pereira disse:

    [16] BAUMAN, Zygmunt. Sociedade de Consumidores. In: Vida para Consumo: a Transformação das Pessoas em Mercadoria. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008. p. 70-106.

    [17] PADILHA, Valquíria. A “Sociedade de Consumo”. Shopping Center: A Catedral das Mercadorias. São Paulo: Boitempo, 2006. p. 83-142.

    [18] MÉSZÁROS, István. A Taxa de Utilização Decrescente no Capitalismo. Para Além do Capital: Rumo a uma Teoria da Transição. São Paulo: Boitempo, 2002. p. 634-674.

    [19] LINN, Susan. Introdução: o Turbilhão do Marketing; Um Consumista na Família: o Fator Amolação e Outros Pesadelos; Alunos à Venda: Quem Lucra com o Marketing nas Escolas. In: Crianças do Consumo: a Infância Roubada. São Paulo: Instituto Alana, 2006. p. 21-32; p. 55-65; p. 105-125.

    O controle que o mercado exerce sobre o ser humano é tema recorrente na sociedade atual, neste sentido, a internet aparece como instância que dissemina cada vez mais as informações e os bens de consumo que causam a perdição e alienação do ser humano. Neste âmbito a socialização tem se tornado restrita em consonância a era digital que torna o contato humano real cada vez mais limitado e virtual. O mercado com seus bens de consumo exerce influencia no ser humano desde a mais tenra idade até a fase adulta formando assíduos consumidores que sentem a necessidade de usufruir cada vez mais da modernidade e tecnologia provenientes destes bens para se alcançar o que consideram ser felicidade. Aqueles que são considerados maus consumidores e que por sua vez encontram-se em situações desfavorecidas economicamente são marginalizados socialmente pelo grande contingente de pessoas que estão inseridos no círculo vicioso que envolve o consumo. Ainda em relação aos níveis de consumo temos a atuação dos Shopping Centers que são grandes atrativos da modernidade e que por meio do entretenimento levam o ser humano a consumir de forma exacerbada. Ele constitui mais uma maneira de predomínio do preconceito com as camadas mais pobres que em sua maioria não freqüentam ou quando o fazem não são bem vistas socialmente pelos demais.

  28. Josy Fernandes disse:

    O documentário “Crianças do Consumo – A Comercialização da Infância” mostra a realidade do sistema capitalista, onde as grandes corporações exploram as crianças, por saberem que elas têm grande influência sobre o consumismo dos adultos. Brincar não é mais o principal para a criança, mas com o que se brinca, tornando as crianças consumidoras para a vida toda, não se preocupando mais com sua infância, com sua pureza ou com sua criatividade. A sociedade capitalista tem desenvolvido crianças consumidoras, e, consequentemente, adultos consumidores, focados em “ter” e esquecendo os valores do “ser”, sendo a mídia a maior responsável por esse consumismo infantil, pois o marketing chama atenção das crianças, fazendo com que elas acreditem que tal produto é o melhor apenas por ser de determinado personagem. Nessa sociedade capitalista você é o que você tem, é o materialismo dominando a cabeça das crianças. O pior de tudo é o fato de existirem pesquisadores e estudiosos que se unem às empresas de marketing criando estratégias para seduzir as crianças, estudando suas atitudes para ver o que eles devem focar para vender mais produtos.

  29. Adalberto disse:

    No momento em que vi o documentário sobre o processo de manipulação do consumismo na infância, me lembrei imediatamente de amigos que sempre me relatam como se sentem fragilizados e impotentes perante tamanha persuasão provocada por seus filhos, fato que lhes colocam contra a parede, forçando-os a cederem quando as crianças querem algo que viram nos inúmeros programas de tv infantis que assistem.
    É realmente impressionante ver como são elaboradas as táticas comerciais de manipulação das crianças, que sem perceberem são emaranhadas por uma teia que compromete seu desenvolvimento, suas relações e suas práticas. O direcionamento das atividades infantis no sentido de ter o brinquedo do momento, comer a comida com a imagem do personagem favorito, se vestir e se pintar com o que de mais novo e caro existe no mercado é um fato que não promove nenhum benefício ao convívio infantil.
    Vídeos, bonecas, carrinhos e inúmeros outros jogos, brinquedos e alimentos, aparecem com suas propagandas que visam exclusivamente fazer com que a criança crie o hábito de consumir sempre o modelo mais moderno, recém lançado, aquele que está em evidencia nos comerciais. A criança pós-moderna compra roupa para a boneca, compra carro, acessórios e infindáveis artigos que são lançados para seu brinquedo, come produtos com excesso de gordura, açúcar, sal e quando a indústria percebe que tais produtos estão esgotando suas possibilidades, um outro sempre novo aparece para substituí-los.
    A precoce sexualização do ambiente infantil é outro gravíssimo problema que deve ser enfrentado socialmente. O uso dos vários meios de comunicação de massa para promover a venda de produtos não se importa em nenhum momento em mostrar a banalização dos corpos e a vulgarização sexual dos papéis de homens e mulheres, focando somente naquilo que deve ser o objeto de desejo de todos, os produtos que estão sendo vendidos.
    É realmente perverso o modelo em que estamos mergulhados, modelo em que nasceram nossas crianças, o modelo do compre para ter, compre para ser. As crianças não brincam mais criativamente, compram modelos prontos de como brincar, não comem o que lhes fará bem e sim aquilo que é imposto comercialmente como o melhor, o mais gostoso.
    É importante o papel de toda a sociedade e fundamentalmente do professor, estar atento a este movimento, a crítica e a exposição desse problema deve estar no cerne das discussões em sala de aula.

  30. Silvana Teles disse:

    O vídeo “Crianças em Consumo”, mostra a realidade vivenciada pelas crianças, pais e família, ou seja, mostra a sociedade capitalista e seu grande consumo infantil. O documentário retrata que desde recém nascidas as crianças são manipuladas através de publicidades e as estratégias feitas pelas empresas, que tem como intenção transformar essas crianças em consumidores excessivos. O vídeo monstra que além das crianças estarem inundadas pelo marketing durante todo o dia, ele também esta presente nas escolas, no ambiente educacional, reforçando nessas crianças que quanto mais ela ter melhor ela vai ser; que ela é o que ela tem. São propagandas em que não mostram mais a inocência das crianças, mas adultos em miniatura, reforçando o consumo, ou seja, o sistema capitalista.

  31. Saulo disse:

    Este vídeo, como já disse em sala de aula, foi um dos melhores que já vi nas series de filmes que nosso excelentíssimo professor Fabio passou. Ele retrata uma parte da vivencia que nosso filhos, irmãos, sobrinhos e alunos possuem junto a telinha de casa. Não só isso: a realidade do marketing infantil e muito mais profunda do que simplesmente vender ou não os produtos, afeta a própria relação familiar. Explicando resumidamente: o filme demonstra todo trabalho psicológico e sociológico por detrás da produção de comerciais infantis, instigando as crianças a comprarem seus produtos e se valorizarem por eles, se tornando assim escravos dos mesmos. Escravos, pois eles se localização socialmente pelo que possuem, mas não pelo que são. A ética é deixada de lado nestas produções, pois as “cobaias” destes comerciais são as próprias crianças durante eventos e grupos de fã clubes.
    A infância também é perdida no processo uma vez que o brincar, tipicamente infantil, é perdido para o estabelecimento social das crianças. É não podemos dizer ainda que seja uma entrada no mundo adulto precoce, pois muitos elementos, como os valores morais, não são desenvolvidos.
    Os próprios pais são alvos destes comerciais. Quando são lançados brinquedos, ferramentas e vídeos que prometem desenvolver da melhor forma a criança com sua alta tecnologia em aprendizagem os pais compram e utilizam sem pestanejar! Posteriormente descobrem a vã ilusão pois tais ferramentas não possuem nenhum estudo comprovando-as e ainda por cima podem causar mais deficiências que as formas de ensino tradicionais.

  32. Renata Luiza disse:

    O documentário “Crianças de Consumo”, nos traz a realidade posta nas crianças por todo o mundo, uma inculcação idenificada na presença de logotipos que imperializam as crianças, jovens e até mesmo os adultos. Muitas crianças são os tennis que têm, o selo da camiseta que veste, e as que não tem são excluídas do ambiente social. As produções mediáticas cada vez mais investem em conjugar o produto produzido à criança, transformando-a na principal consumidora e dissiminadora de artefatos econômicos, sociais e políticos.

  33. Bárbara disse:

    O vídeo Crianças do Consumo – A Comercialização da Infância, mostra a realidade que nossas crianças, nossas famílias enfrentam nos dias de hoje, o consumo infantil. A influencia que determinadas marcas tem na vida das crianças, as propagandas da televisão que influenciam e incentivam as crianças a quererem determinados produtos, retratam a sociedade capitalista dos dias de hoje. Os empresários se preocupam com o marketing, com a quantidade de vendas e de desejo que atingem as crianças, esquecendo e não valorizando o Brincar Infantil, a criatividade desenvolvida nas brincadeiras, a pureza e a inocência da criança.

  34. Paula Rocha disse:

    [16] BAUMAN, Zygmunt. Sociedade de Consumidores. In: Vida para Consumo: a Transformação das Pessoas em Mercadoria. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008. p. 70-106.
    [17] PADILHA, Valquíria. A Sociedade de Consumo. Shopping Center: A Catedral das Mercadorias. São Paulo: Boitempo, 2006. p. 83-142.
    [18] MÉSZÁROS, István. A Taxa de Utilização Decrescente no Capitalismo. Para Além do Capital: Rumo a uma Teoria da Transição. São Paulo: Boitempo, 2002. p. 634-674.
    [19] LINN, Susan. Introdução: o Turbilhão do Marketing; Um Consumista na Família: o Fator Amolação e Outros Pesadelos; Alunos à Venda: Quem Lucra com o Marketing nas Escolas. In: Crianças do Consumo: a Infância Roubada. São Paulo: Instituto Alana, 2006. p. 21-32; p. 55-65; p. 105-125.

    Conforme os textos estudados nos módulos 10 e 13 podemos concluir que o consumo exarcebado é incentivado desde a infância, sendo que as crianças são o principal alvo do estudo dos atuais marketeiros que vem nelas as futuras consumidoras do mercado sem se importar com os efeitos negativos que isso pode causar no desenvolvimento infantil.
    A mídia é desleal com as crianças na medida em que estas não conseguem, assim como os adultos, refletir sobre o que estão assimilando, sendo, por isso, mais vulneráveis. A mídia subjulga a infância, assim como subjulga a todos, inclusive adultos, tornando–nos meros consumidores, como se consumir fosse algo inerente ao homem e que somente consumindo o homem conseguisse ser feliz e suprir todas as suas necessidades. Na verdade o que essa cultura pós moderna faz é subverter a condição humana passando do coletivo para o individualismo. Ambientes próprios para este fim são criados, como os Shoppings que são utilizados pela classe burguesa como refúgio, sendo que, além de serem mais um instrumento de exclusão social são também uma forma de comércio que superstimula a compra de itens supérfulos num ambiente de imagnes e símbolos que transformam esses objetos de supérfulos a essenciais. Mezáros fala desse fenômeno ao relacioná-lo com a taxa de utilização decrescente do valor de uso das coisas, sendo esse mais um fator de coisificação dos ser.

  35. Damires disse:

    O vídeo “Crianças em Consumo”, demonstrou de maneira clara como a mídia tem o poder de influência as crianças nas diversas situações de sua vida. Dessa forma ensinam as crianças desde cedo que o consumo é bom, prazeroso e que quanto mais você consomem melhor você é dentro dessa sociedade capitalista. No entanto, se tornam mini fantoches do consumo compulsivo e não necessário para a o total bem estar de uma criança que deveria valorizar as brincadeiras lúdicas do que os bens materiais.

  36. Leticia disse:

    O problema do consumismo infantil estácada dia mais presente na sociedade e o pior, cada dia atingindo crianças mais jovens, transformando-as em marionetes do capitalismo, pois elas não compreendem totalidade em que estão inseridas e agem como se fosse normal, pois naturalizaram a situação.
    As mídias estão investindo cada dia mais no consumo infantil, pois a veem como consimidoras. No entanto esta é extremamante prejudicial ao desenvolvimento infantil, pois, como o vídeo demonstra, as crianças que te acesso precosse a esas mídias focadas no consumo infantil, ficam cada vez com mais dificuldade de prender atenção em situações que não são coloridas, dinâmicas e aceleradas, posto que o consumismo apresenta isso a elas o tempo todo.

  37. Susa Karen disse:

    O vídeo relata uma triste realidade da nossa sociedade: o consumismo infantil. A industria capitalista está seduzindo as pessoas cada vez mais cedo, nossas crianças estão expostas ao marketing exagerado, sendo moldadas para o consumo. Cabe a escola tentar, cada vez mais cedo, eliminar ou amenizar o efeito desse marketing presente na vida da criança, e essa não é uma tarefa fácil, pois o consumismo se mostra muito sedutor e as crianças bem vulneráveis, além de que os meios de informação compactuam com essa situaçao. A escola tem um desafio muito grande para trabalhar com a criticidade dessas crianças.

  38. Franciele Baptista disse:

    O vídeo vai ao encontro da bibliografia deste módulo, uma vez que apresenta a forte influência da publicidade sobre as pessoas, onde estas já não se vêem como sujeitos se não tiverem uma roupa, um tênis ou um celular da moda. Infelizmente o vídeo mostra uma realidade ainda mais cruel do capitalismo, onde crianças são lubridiadas para adentrar à lógica consumista do sistema cada vez mais cedo. Neste caso, os valores materiais se sobrepõem aos valores morais, e o sujeito já não é mais identificado por atitudes, mas pela marca dos produtos que possui. A nossa tarefa, enquanto educadores, é de reverter tal realidade, mostrando às nossas crianças que os valores morais são muito mais significativos do que os materiais, apesar da realidade em que vivemos.

  39. Andréa Petreca disse:

    O vídeo “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” apesar de abordar o tema do consumismo nos EUA, também retrata a realidade do nosso país no que diz respeito à dependência de nossas crianças (e, muitas vezes, dos pais) ao consumismo.

    Chegamos a um estágio em que não se sabe mais o que é preciso e o que simplesmente desejado. Os verbos se misturam e confundem de forma que os sentimentos também ficam embaralhados. É comum ouvirmos crianças dizerem que “precisam” de determinado brinquedo. O “querer” está sendo substituído.

    Por outro lado, crianças que ouvem não dos pais ou que eles não podem fazer algumas aquisições sentem-se excluídas e chegam a ser atingidas por febres e doenças emocionais. Esse é o poder da mídia, forte peça do capitalismo que faz de seus espectadores dependentes de compras e aquisições.

    O comprar é prejudicial para a criança em diversos aspectos. Muitos brinquedos vendidos são desnecessários e poderiam ser substituídos por jogos educativos, assim como alimentos podem ser prejudiciais e roupas desconfortáveis.

    Uma vantagem é que a escola pode ser uma incentivadora ao consumismo e cabe a nós, educadores, atentarmos para detalhes e proposta pedagógica para que possamos formar cidadãos críticos e capazes de perceber o poder persuasivo da mídia e a importância da autonomia. Já que os pais, na maioria das vezes, também acabam “vendidos”, basta-nos educar nossas crianças para o consumo.

  40. Andréa Petreca disse:

    O vídeo “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” apesar de abordar o tema do consumismo nos EUA, também retrata a realidade do nosso país no que diz respeito à dependência de nossas crianças (e, muitas vezes, dos pais) ao consumismo.
    Chegamos a um estágio em que não se sabe mais o que é preciso e o que simplesmente desejado. Os verbos se misturam e confundem de forma que os sentimentos também ficam embaralhados. É comum ouvirmos crianças dizerem que “precisam” de determinado brinquedo. O “querer” está sendo substituído.
    Por outro lado, crianças que ouvem não dos pais ou que eles não podem fazer algumas aquisições sentem-se excluídas e chegam a ser atingidas por febres e doenças emocionais. Esse é o poder da mídia, forte peça do capitalismo que faz de seus espectadores dependentes de compras e aquisições.
    O comprar é prejudicial para a criança em diversos aspectos. Muitos brinquedos vendidos são desnecessários e poderiam ser substituídos por jogos educativos, assim como alimentos podem ser prejudiciais e roupas desconfortáveis.
    A escola pode ser uma incentivadora ao consumismo e cabe a nós, educadores, atentarmos para detalhes e proposta pedagógica para que possamos formar cidadãos críticos e capazes de perceber o poder persuasivo da mídia e a importância da autonomia. Já que os pais, na maioria das vezes, também acabam “vendidos”, basta-nos educar nossas crianças para o consumo.

  41. Andréa disse:

    Fábio, se puder apagar um comentário, postei duas vezes sem querer…

  42. Adriana disse:

    O documentário “Crianças do consumo” nos faz refletir como as grandes mega-empresas estão a cada dia que passa “apelando” mais, para conquistar consumidores, e pior, eles conquistam os pequenos consumidores, que são nossos filhos, netos, primos, irmãos e sobrinhos que estão completamente absorvidos pelo consumismo infantil. Hoje em dia as crianças querem “ter” mais do que querem “ser”. Isso é assustador! Mais assustador ainda é como a TV, e a merchandagem que a domina está preparada para conquistar mais e mais mini-consumidores. Mas a culpa não são das crianças, elas são as grande vítimas de uma política que não pune as empresas que fazem esse tipo de “apelação”, aliás, são políticas que apóiam esse tipo de prática. É um filme muito chocante, porém, necessário para que nós, adultos, refletimos sobre a sociedade consumista e dominadora que vivemos.

  43. Bruna Tairine disse:

    O vídeo “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças)” apresenta claramente a dominação das empresas sobre a sociedade por meio das propagandas televisivas. A maneira com que as empresas estão agindo para conquistar as crianças e ainda tornando-as desde pequenas consumidoras ativas é chocante, ou seja, essa “apelação” evidencia como é feita a conquista das crianças pelos produtos oferecidos e como isso torna tão importante para crianças, na qual “ter” o produto é sinônimo de felicidade. Diante disso, basta aos pais e nós educadores a educar essas crianças ao consumo e a mídia, de modo a prepará-las, ensinar e oferecer oportunidades às crianças para lidarem com apropriações críticas, democráticas e criativas sobre as produções
    midiáticas.

  44. Jéssica disse:

    O vídeo “Crianças em Consumo”, nos mostra o quanto estamos imersos no sistema capitalista de produção e o quanto estamos ficando dependentes deste. O ser humano gosta do sentimento de pertença, de poder, e o consumo acaba por iludir as pessoas, quando as mensagens que a mídia retrata é de “possuir algo para ser alguém.” Esta realidade é extremamente preocupante principalmente quando este fato se remete às crianças. As grandes corporações estão cada vez mais investindo no marketing direcionado ao público infantil, porque é desta maneira que atingirá os pais (compradores). Estes no entanto, são tão alienados quanto as crianças quando se submetem aos seus pedidos consumistas. A situação é mais grave quando os pais justificam tal ato por não possuir tempo suficiente para estar com a criança, pois se dedica muitas horas ao trabalho,(que se torna um círculo, pois trabalham para se sustentar, o sustento precisa de dinheiro, e assim se inicia o grande círculo vicioso do consumo), desta maneira, pensam que comprar algo que elas pedem estará “cobrindo” a carência da criança, mero engano, pois está formando indivíduos cada vez mais consumistas e dependentes do sistema em vigor. É desta maneira que a escola precisa intervir e formar cidadãos críticos e não alienados.

  45. Andreia Fidelis disse:

    O video ” Crianças em Consumo” fez me lembrar da minha tristeza em ver aqueles produtos tão bonitos, encantadores, desejosos na televisão e não poder tê-los. Pois o ser humano se realiza em ter, sendo uma demonstração de poder. Quanto mais eu tenho eu posso. Como se diz o ditado: ” isso é para quem pode e não para quem quer.
    E desde a época que eu era criança não se mudou muita coisa nas propagandas e programas de televisão. A propaganda é posta de tal maneira que faz com que a criança tenha necessidade de algo que realmente não precisa e quando esta não pode obtê-la causa-lhe certa frustação.

  46. Monise Matucci disse:

    O vídeo “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” demonstra os recursos e meios utilizados pela mídia e pelas empresas para incitar o consumismo nas crianças, desde a mais tenra idade. Seus anúncios e propagandas contém características que chamam e prendem a atenção das crianças, e como pode-se observar no vídeo, estas ficam encantadas pelos produtos e querem possuí-los. Por causa desta influência, podemos ver em nossa sociedade como as crianças crescem com o consumismo exacerbado, pois o possuir passa a ter cada vez mais importância. Deste modo, a escola deve formar alunos conscientes desta realidade capitalista, ensinando-os a ser críticos a esta característica da sociedade em que vivem.

  47. Cláudia disse:

    Neste módulo fica claro a atuação do sistema capitalista em diferentes áreas, sempre com o mesmo objetivo de aumentar o consumismo como:

    [16] BAUMAN, Zygmunt. Sociedade de Consumidores. In: Vida para Consumo: a Transformação das Pessoas em Mercadoria. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008. p. 70-106.
    O autor mostra claramente a transformação das pessoas em mercadoria em “Tão logo aprendem a ler, ou talvez bem antes, a “dependência das compras” se estabelece nas crianças.” (p.73). Depois com o passar do tempo as pessoas tornam-se obrigadas a comprar cada vez mais, numa busca constante pela felicidade e de ser aceita pela sociedade.

    [17] PADILHA, Valquíria. A “Sociedade de Consumo”. Shopping Center: A Catedral das Mercadorias. São Paulo: Boitempo, 2006. p. 83-142.

    No texto: A “Sociedade de Consumo”, a autora revela o mecanismo usado pelo sistema capitalista, por trás do shopping Center, em que a sociedade é manipulada “a comprar” durante seu tempo livre.

    [18] MÉSZÁROS, István. A Taxa de Utilização Decrescente no Capitalismo. Para Além do Capital: Rumo a uma Teoria da Transição. São Paulo: Boitempo, 2002. p. 634-674.

    No texto intitulado: “A Taxa de Utilização Decrescente no Capitalismo”, o autor mostra o mecanismo que o sistema capitalista usa para as pessoas comprar cada vez mais objetos novos. Como o nome do capitulo expõe os produtos estão, cada vez mais, com tempo de uso curto, pois há um grande incentivo de uso de novas tecnologias e uma extinção de novas habilidades de conserto para as mercadorias. Com isso o consumidor obedece ao sistema capitalista deixando de consertar as mercadorias, adquirindo cada vez mais mercadorias novas.

    [19] LINN, Susan. Introdução: o Turbilhão do Marketing; Um Consumista na Família: o Fator Amolação e Outros Pesadelos; Alunos à Venda: Quem Lucra com o Marketing nas Escolas. In: Crianças do Consumo: a Infância Roubada. São Paulo: Instituto Alana, 2006. p. 21-32; p. 55-65; p. 105-125.
    Neste texto, a autora revela o trabalho de Marketing feito em crianças pequenas. Expostas geralmente em número excessivo de horas na frente da televisão, os pequenos aprendem desde cedo com as propagandas: a “querer”, “pedir” e “insistir” até ganharem os produtos anunciados. Aumentando o consumo e tornando-se consumistas fieis a marcas.

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” revela claramente a SOBERANIA traiçoeira com que o sistema capitalista atua na sociedade. Implantando o individualismo e o espírito de competição cada vez mais cedo nas crianças. Gerando impactos negativos, como: a erotização precoce; obesidade; depressão, ansiedade, entre outros, aumentado às desigualdades sóciais. Substituindo valores das pessoas, sem autorização, como o “ser” pelo de “ter”. Com comentários de Susan Linn, este vídeo é um alerta para pais e educadores sobre essa triste realidade.

  48. Emerson Roberto disse:

    O documentário nos mostra como nossas crianças são influenciadas por uma mídia que valoriza o lucro e o consumismo
    Vejo a importância da família nesse processo que deve aprender a frear suas crianças de acordo com as consequências que acompanham o setor do consumismo infantil
    A mídia favorece as empresas que desejam fazer das crianças consumidores ativos no cotidiano.
    Produtos que são apresentados diariamente as crianças fazem parte do processo que faz com que na atualidade, o consumismo esteja cada vez mais presentes.

  49. Juliana Constâncio disse:

    Os textos estudados e o documentário abordam como o consumo tem sido incentivado como algo imprescindível na vida do ser humano, como se para sobreviver como tal ele devesse comprar e comprar cada vez mais. Esse processo é iniciado na infância, com pesquisadores especializados trabalhando em favor de corporações que elaboram produtos voltados para o público infantil. Tais pesquisadores elaboram um perfil das crianças (como elas brincam, como assistem televisão, a duração da atenção em cada atividade, entre outros), que é vendido às empresas. Estas usam as informações de modo a elaborar campanhas publicitárias mais eficazes no convencimento das crianças. A consequencia é que as crianças crescem consumindo e achando que esse comportamento é normal e esperado, além de acharem que ele traz a felicidade. O fato de os produtos terem cada vez menor valor de uso leva as pessoas a comprarem cada vez mais. Além disso, os shopping centers se transformaram em locais de lazer, que ao invés de oferecerem atividades referentes ao lazer, oferecem um ambiente confortável e seguro para fazer compras. Ou seja, passar tempo se iguala com o consumir. Desse modo, percebemos como somos moldados desde a tenra infância em consumidores vorazes.

  50. Evaldo disse:

    O vídeo demonstra a preocupação dos grandes grupos corporativos em alimentar o mercado consumidor infantil. Na realidade fica claro a atitude crimonosa destes grupos.

  51. Janiclei de Fátima Arone Amaral disse:

    Olá professor Fábio e usuários do blog de aula;

    O consumismo desenfreado foi algo que sempre me assustou. Vemos que as crianças acompanham as famílias no processo de compras, sempre comprando mais e mais.
    O documentário em questão retrata como a mídia tem valorizado o consumismo. Penso que as famílias deveriam passar uma mesada para os seus filhos. Para que eles entendam que o dinheiro tem um valor e que não devemos sair comprando tudo o que vê pela frente.
    Vemos que a mídia oferece “grandes negócios” para as crianças, afinal a novela Carrossel tem sua imagem impressa em diversos produtos, desde sapatilhas até as bonecas.

    Um abraço

    Jani.

  52. Ana Carolina Aguiar disse:

    O consumismo a cada dia que passa está mais “impregnado” em nossas vidas, principalmente na das crianças, como retrata o documentário “ Crianças do Consumo”. Infelizmente, as produções midiáticas acabam fazendo um apelo para o público infantil iniciar sua vida consumista mais cedo, atingindo assim os adultos. Hoje em dia, vemos crianças que exigem roupas de marca e brinquedos novos (eletrônicos) a todo momento, a mídia consegue conquistar esse público infantil por meio de produtos que estão diretamente ligados a sua infância, fazendo assim com que as crianças fiquem encantadas e tornem-se bonecos do consumo. É necessário o bom senso da família em “ frear” e explicar para as crianças essa questão, para que não se tornem futuros adultos escravos da sociedade capitalista.

  53. Caroline disse:

    Nos dias atuais podemos perceber como o consumo tem sido incentivado como algo imprescindível na vida do ser humano, e isso reflete também nas crianças que estão cada vez mais influenciadas pela mídia que valoriza o lucro e o consumismo, como podemos ver no documentário “Crianças do Consumo”. Com isso, as crianças exigem cada vez mais cedo brinquedos sofisticados, roupas caríssimas e tudo o que está “na moda”, implantando o individualismo e o espírito de competição. Além disso, trás algumas implicações como: ansiedade, obesidade, desigualdade social e substituindo valores das pessoas em que se valoriza o “ter” e não o “ser”.

  54. Débora Gervásio disse:

    É triste, porém um instrumento de reflexão quando assistimos documentários falando nesse assunto.
    Não é de forma alguma excluir a necessidade e a importância de consumir, afinal, somos consumidores sim, mas o que preocupa é a forma e a intensidade que acontece tal processo.
    Acredito que a forma como as crianças consomem é reflexo de como os responsáveis e a sociedade na qual esta inserida se comporta – são ensinados e incentivados à sempre consumir, consumir e consumir, é como se tal ato o fizesse melhor do que o outro, o fizesse estar em evidência.
    A escola tem o papel não apenas de ensinar os conhecimentos eruditos, mas abordar e fazer com que as crianças reflitam no que é de fato importante na vida em sociedade, ou seja, as crianças podem ser o ”instrumento” de conscientização de suas famílias e amigos da forma como veem tal processo.
    A criança tem o direito de ser consumidor, mas tem o dever de ser criança, de brincar, de imaginar e saber que há uma linha tenue entre o que a sociedade prega e o que verdadeiramente importa, cabe a nós, ajuda-las a entender e a refletir sobre isso.

  55. Nathália V. Ribeiro disse:

    As informações presentes no vídeo indicado não são novidades para mim, uma vez que se referente a um aspecto tão visível na sociedade em que vivemos, porém um tema que me choca sempre ao refletir. Infelizmente, a mídia, refletindo um interesse político/econômico, enxerga a criança como uma coisa, coisa esta que precisa se inserir no mundo das compras, para assim se agregar no mundo da moda, do brinquedo, do material eletrônico, do fast-food, enfim, tudo que se refere ao consumismo, aquilo que brilha os olhos dos pequenos e os revoltam caso não tenham. Contudo, os pais se veem na condição de um ‘pai bonzinho’ caso dê ao filho aquilo que ele tanto deseja ter, desejo este influenciado por programas de televisões, rádios, virtuais, revistas, folhetos, seja o meio de comunicação qualquer. Propagandas coloridas, chamativas e íntimas que causam o comportamento consumista nas crianças, assim como marcas espalhadas a todos os cantos, alienando-as e deste modo impossibilitando-as de crescer sob um olhar crítico podendo entender que fast-foods em excesso fazem mal a saúde, certos brinquedos influenciam a violência, diferentes gostos da moda geram bullying entre os grupos, a troca de simples brinquedos para aqueles que são de fato educativos em prol do desenvolvimento infantil, e até mesmo a ausência do afeto e da atenção da família, do ser humano de maneira geral. Se a mídia ‘luta com muitas armas’, cabe aos pais controlar e escolher aquilo que de melhor favoreça ao desenvolvimento físico, cognitivo e social de seus filhos.

  56. Heloisa H. Lemo disse:

    Vivemos em uma sociedade extremamente consumista, aquele que não compra não consegue se inserir nos grupos sociais. E essa situação não fica apenas em torno dos adultos, hoje ela já atinge também as crianças, por meio da mídia, que incentiva o consumo, que apresente diversas roupas, brinquedos, aparelhos eletrônicos, entre outros e dita o que elas devem comprar, vestir e inclusive como devem se comportar, como mostrado no documentário “Crianças do Consumo”.
    Essa situação se reflete em todos os âmbitos da sociedade, inclusive na escola, gerando preconceitos contra aqueles que não compram, que não possuem as novidades do mercado ou que não tem condições financeiras de ter. Hoje em dia ser criança se tornou um comércio, um mercado lucrativo, dessa forma acaba se perdendo a essência do sujeito criança, da brincadeira, da criatividade, do contato com outras crianças para a ditadura do capitalismo.

  57. Cassiana Lima Santos disse:

    O vídeo “Crianças em Consumo” nos mostra como a mídia tem poder de influência sob as crianças em diversas situações de sua vida, nesse vídeo especificamente, mostrando que ser consumista é algo positivo em nossa sociedade capitalista. Porém, as crianças se tornem joguetes do consumismo compulsivo supérfluo infantil, ignorando o lado bom de ser criança, do desenvolvimento por meio da ludicidade e do relacionamento social.

  58. Maria Antonia C. Marques disse:

    Não precisamos nem sair de casa para estamos rodeados de discursos convincentes para o consumo, os meios de comunicação midiáticos fica o tempo todos nos mostrando mercadorias dos mais diferentes tipos.
    Neste contexto as crianças são as maiores vítimas de toda essa armadinha. As empresas produzem os mais diversos tipos de mercadorias para o público infantil, que vão desde produtos alimentícios até produtos eletrônicos; hoje as crianças mesmo aquelas muito pequenas, escolhem e decidem o que vão comprar, ditam moda, principalmente com roupas, materiais escolares, celulares etc.
    Cabe ao adulto mudar essa situação, fazendo um esforço contrario às mídias; isso porque a criança nem sempre entende o que é bom em tudo isso, quase sempre ela vai pelo o que seu colega possui e não por aquilo que ela necessita.

  59. Crislei Mayara disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” me deixou mais aflita ainda, não é fácil assistir a um vídeo desses sem me lembrar de meus pequenos alunos já decidindo qual será a marca dos materias escolares que eles comprarão no ano seguinte, ou qual filme ação e de “tiros” irão assistir no final de semana com os pais.
    Pensei muito em meus alunos e sinto que muitos deles eles já estão nesse caminho. Por um lado é inevitável o contato com jogos de video-game, que estejam totalmente livres de qualquer conteúdo violento, pois eles estão presente em quase tudo.
    Quanto se trata da questão do consumismo exacerbado então fica difícil saber até quando eles estarão livres, se essas mídias dominadoras mostram tudo. Acredito que só uma educação muito bem explicada e trabalhada nos lares dessas crianças poderá mudar algo.

  60. Aline Naliati disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” mostra as estratégias do sistema capitalista para introduzir as crianças no mundo do consumo desenfreado. Esse consumo exacerbado já esta muito presente na infância de muitas crianças e é notório para nós, pedagogas no ambiente escolar. As crianças estão a todo momento preocupadas em mostrar os objetos novos adquiridos para os seus colegas de sala e mostram total satisfação por aquele objeto. Só que esse prazer pelo consumo, muitas vezes, ele é imediato e insatisfatório. Aproveitando a vulnerabilidade desse público, a mídia aproveita para explorar “bombardeando” essas crianças com novos sonhos de consumo. Com isso, a criança fica alienada a esse sistema capitalista, onde a mídia vai determinar qual é o tipo de brinquedo, qual marca de roupa deve ser usada, entre outras coisas. Gerando com isso, um sistema excludente onde aquelas crianças que possuem um poder aquisitivo inferior acabam sendo excluídas por aquelas que possuem um poder aquisitivo maior. Porém, eu acredito que os pais conseguem exercer uma força maior sobre esse sistema na educação de seus filhos através do diálogo estimulando o senso crítico e reflexivo de seus filhos. Acredito que com esse tipo de educação as crianças vão ser menos vulneráveis a esse sistema.

  61. Michelle Silvestre disse:

    Ao assisitir o documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância, nao fiquei tão chocada com o que foi passado, pois, vemos e presenciamos diariamente cenas de consumismo infantil,seja, em comerciais de tv, supermercados, brinquedos e entre muitos outros nos quais os publicitários pensam diretamente no publico infantil. Podemos presenciar este consumismo nas escolas, local onde podemos ver os mais diferentes brinquedos super valorizados pelas crianças e que custam caro, e assim, aquelas crianças que não possuem poder aquisitivo para comprar acabam sendo excluídas. O sistema capitalista exerce grande poder nas decisoes familiares, nas quais, as crianças sempre acabam decidindo muitas coisas.

  62. Gabriella Bonil disse:

    Na sociedade capitalista que estamos inseridos podemos perceber cada vez mais cedo que as crianças não se satisfazem com brincadeiras e brinquedos simples, nem roupas e acessórios que não são sofisticados. Desde muito cedo as crianças estão inseridas no consumismo e no prazer de comprar coisas desnecessárias. No vídeo é mostrado como o sistema capitalista induz as crianças através das marcas, dos brinquedos sofisticados, assim excluindo as crianças que não possuem poder aquisitivo para isso.

  63. Natália Ferreira disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) evidencia um exemplo contemporâneo de violência e consumo voltado para o público infantil, uma vez que a atualidade induz inconscientemente e aliena tal clientela por meio de propagandas e folders que instigam o dispêndio excessivo de modo a enraizar valores que vão contra a sustentabilidade e a favor do descarte dos objetos. Todavia, em um mundo globalizado onde as informações acontecem em um processo dinâmico, acelerado e em constante transformação torna-se inevitável o contato das crianças com os eletrônicos e o virtual oferecido pelos mesmos, no qual fascina e cativa a todos. Neste sentido, faz-se necessário tomarmos ciência dos perigos oferecidos pelos filmes, internet, televisão, enfim, tudo o que nos rodeia, de maneira que consigamos orientar as crianças de tais riscos evitando futuros consumidores compulsivos e desmedidos. Ressalta-se a necessidade de nos mostrarmos como exemplos para os pequenos, ou seja, como educar uma criança reflexiva acerca das consequências do consumo excessivo se agirmos como consumidores desenfreados? Assim, é preciso ir além de uma reflexão e de um diálogo politicamente correto, mas pelo contrário, é necessário colocarmos em prática o que almejamos que as crianças façam na prática.

  64. Lilian Prado disse:

    A publicidade está influenciando a formação de nossas crianças tanto quanto/ ou até mais que a escola…O que é considerado mais importante, esses objetos que prometem a felicidade ou a educação?
    As crianças são desde cedo incitadas a participar da lógica de mercado. A forma como são olhadas e investidas pelos outros passa pela cultura do consumo.
    As imagens publicitárias dirigem-se às crianças, o que é extremamente abusivo, pois elas não têm capacidade crítica de entender o caráter persuasivo das mensagens.
    A mídia assumiu isso pensando no lucro imediato, e não nas crianças como futuro da nação.
    A infância não pode ser aprisionada pela falsa felicidade que a sociedade de consumo nos vende.

  65. Cintia disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças), aborda a “Comercialização da Infância”, sendo um reflexo do consumismo infantil. O documentário trás aspectos de uma sociedade capitalista, em que, desde a infância, o consumo já é projetado para a criança, refletindo como interesse dessa sociedade política e consumidora que tem por necessidade o lucro, tornando assim, crianças “compradoras” de tudo o que é produzido, incluindo brinquedos modernos, eletrônicos, fast-food,etc. Enfim, esta forma de sistema, tem por objetivo torná-los consumistas. Para que não ocorra isso, os pais precisam controlar e saber escolher o que realmente o filho necessita, pois, o desenvolvimento físico e cognitivo nessa fase é de extrema importância para o pleno desenvolvimento do mesmo.

  66. Gisele Lopes disse:

    Notamos na atualidade como o consumo tem sido incentivado como algo imprescindível na vida do ser humano, e isso reflete também nas crianças que estão cada vez mais influenciadas pela mídia sempre valorizando o lucro e o consumismo, como podemos ver no documentário “Crianças do Consumo”. Com isso, as crianças acabam exigindo cada vez mais cedo brinquedos sofisticados, roupas caríssimas e tudo o que está “na moda”, implantando o individualismo e o espírito de competição. E mais, ainda trás algumas implicações como: ansiedade, obesidade, desigualdade social e substituindo valores das pessoas em que se valoriza o “ter” e não o “ser”.

  67. Raísa Hernandes Okamura disse:

    O documentário retrata a influência do capitalismo na vida das crianças, que são incentivadas a consumirem desde cedo. Podemos observar situações como essa no nosso dia-a-dia, quando observamos nas lojas, crianças que querem comprar tudo e muitas vezes, os pais o fazem. Também convivo muito com a situação onde crianças não brincam mais com brinquedos e sim com eletrônicos. Muitas vezes, na escola onde trabalho, vejo várias crianças juntas, sentadas e jogando em seus Tablets, Ipads e Iphones..a era da tecnologia dominou o mundo e as crianças se tornaram grande consumidoras deste mercado, fazendo com que cada vez mais o capitalismo seja alimentado por nós.

  68. Daiana Moreno disse:

    No documentário podemos observar a grande influencia midiática produzida nos EUA voltado para a conquista de consumidores infantis, e que funciona sem nenhum tipo de regulamentação. No cotidiano observamos o quanto os desenhos e comerciais influenciam a vida das crianças, elas querem objetos da marca de personagens animados, e quando querem fazem de tudo para que os pais comprem esses objetos porque seu amiguinhos da escola já tem, então eles também querem ter, o que gera uma situação difícil para as famílias que não tem como comprar. E a mídia usa dessa persistência do publico infantil para lucrar nas vendas.

  69. Ariadne C. Matos disse:

    O documentário “Crianças do Consumo” traz a triste realidade que vivemos nos dias de hoje. Esta sociedade consumista está cada vez mais afetando a todos, inclusive as crianças, que sofrem forte influência através das mídias que valorizam o lucro e esse consumismo desenfreado.Com isso, as crianças exigem dos pais brinquedos sofisticados e roupas que estão na moda, muitas vezes caríssimas, para assim, se sentirem como “membro desta sociedade”. Tudo isto, pode fazer com que a criança desenvolva menos sua criatividade e a ludicidade, já que tem tudo pronto e de última tecnologia.

  70. Samia disse:

    O documentário “Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância” nos mostra e informa mecanismos e ferramentas que a mídia usa para atrair desde cedo as crianças para o consumo desenfreado e sem reais necessidades.
    A realidade de crianças americanas sobre o consumo, retratada no referido documentário, não se distancia da realidade dos pequenos brasileiros.
    É ligar a televisão, principalmente no horário da manhã, para vermos vários comerciais muito bem pensados de produtos infantis. Produtos estes em que personagens são usados para atrair as crianças, assim como apresentadores de programas infantis.
    Aliás, os produtos infantis são lançados um atrás do outro, com grande tecnologias ou não, fazendo com que as crianças não se satisfaçam com o que possuem, mas, sim, queiram sempre o mais novo e moderno.
    Sem contar que há produtos que favorecem a adultização infantil, como sapatos com saltinhos, maquiagens, roupas parecidas com as de adultos, entre outros. A criança perde sua inocência e sua infância para se sentir realizada nesse universo de consumo um tanto quanto monstruoso.

  71. Marina disse:

    Não é novidade dizer que as crianças estão cada dia mais consumistas, e a mídia ajuda nesse crescimento e está pensando cada vez mais em como atingir esses pequenos, mas significativos consumidores. O documentário Crianças do Consumo (ou Consumindo Crianças) – A Comercialização da Infância, mostra como desde cedo as crianças estão inseridas no mundo consumista. Desde cedo, são mostradas a elas que para ser aceita em um grupo, elas tem que ter a roupa da marca X e o brinquedo do super herói do momento. Assim, as crianças acabam entrando em um consumismo desenfreado, pois o que importa mesmo é fazer parte do grupo que possui os produtos da “moda”.

  72. Monica disse:

    O documentário “Crianças do consumo (ou consumindo crianças), nos mostra uma realidade mundial, cada vez mais enfatizada e desejada pelo mantenedores do capitalismo. As coisas estão cada vez mais descartáveis e obsoletas, deixando uma sensação de vazio que o homem moderno não consegue preencher. Para a classe dominante é importante que isso continue, por isso nada mais justo do que investir nas crianças. Os pais aprenderam que podem comprar o afeto dos pequenos com brinquedos e bugigangas encontradas em qualquer padaria das cidades. Ao inves de sentarem para brincar com seus filhos, netos, sobrinhos, preferem trazer para casa um brinquedinho, de preferencia que eles possam brincar sozinhos, e esquecem do afeto real. MARAVILHA. Criam nessas crianças esse vazio pseudo preenchido por essas mercadorias e estimulam cada vez mais esse ciclo que se torna uma espiral do consumo. É certo que nossa sociedade necessita de uma reformulação urgente…

  73. Juliane Marigo de Lima disse:

    O documentário “Crianças do Consumo A Comercialização da Infância” evidencia a crueldade implícita envolvida nas propagandas dirigidas para as crianças. Alguns não percebem o quão danoso isso é e as influências que pode causar. Os valores são totalmente convertidos em consumo, quanto mais se tem, mais importante se é. As crianças são treinadas e manipuladas desde muito cedo para prosseguir com o capitalismo. Por ser um público mais vulnerável, ele é o foco de muitas empresas de marketing, que as vêem como consumidores potenciais por persuadirem os adultos a comprarem o que desejam. Entristece saber que profissionais realizam pesquisas relacionadas as crianças sem objetivarem a formação humana delas, pensando apenas em conseguir atingi-las da maneira mais eficiente possível, convencendo-as de consumirem cada vez mais. O documentário relata a cruel exploração da infância, a formação de seres alienados, que ao mesmo tempo em que consomem também são consumidos pela sociedade. Enquanto educadora, é imprescindível entendermos a quantidade exacerbada de informações que são jogadas para nossas crianças, e como isso afeta suas vidas.

  74. Michele Saçaki disse:

    Diante desses vídeos e os conteúdos ministrados em aula, durante nossa graduação, somos alertados sobre a importância da relação que temos e desenvolvemos com as crianças em sala de aula. Também somos alertados sobre a necessidade de sermos extremamente reflexivos em nossa prática educativa, a fim de educarmos de fato as crianças com quem teremos contato, e de certa forma, protegendo-as de tudo o que possa vir a afetar o seu desenvolvimento pleno, principalmente por meio de atividades voltadas para o desenvolvimento da noção crítica dessas crianças, para que saibam lidar com essa “enxurrada” midiática e marketeira que as permeiam ao longo de suas vidas.

  75. Dayse disse:

    É possível observar com o documentário e até mesmo em nosso cotidiano o quanto a mídia tem influenciado nossas crianças, essas por conta da imposição mediática assim como os adultos a cada dia estão mais insatisfeitas e consumistas. O que vemos é as crianças se importarem mais com o que elas tem de melhor que o do amigo, do que com a construção das relações sociais, as brincadeiras como as cirandas, bola queimada e outras estão sumindo visto que as brincadeiras a cada dia se tornam mais individualistas.

  76. Luana Cristina Dias disse:

    O documentário mostra como nossas crianças são vulneráveis ao mundo consumista e como isso afeta diretamente sua saúde emocional, quando assistem a uma propaganda são facilmente iludidas levando-as a pensar que precisam muito do que a propaganda traz e se não possuírem serão infelizes. Os pais devem ter consciência e intervir quando perceber que seus filhos estão se tornando consumistas, pois pode-se criar vários conflitos, como o individualismo.

  77. Pollyana disse:

    Apesar de tão óbvio e escancarado em nossa sociedade, é sempre chocante a força, o poder e a abrangência do consumo em nossas vidas, em nossas relações sociais e em nosso cotidiano. Como educadores, é ainda mais perturbador quando observamos a relação da infância com o consumismo. É uma dimensão poderosa, que “engole” as crianças, que ensina-os já tão pequenos o “ter” em detrimento do “ser”, que destaca o individualismo, diminuindo ainda mais valores tão essenciais como solidariedade e cooperação e contribuindo para um mundo cada vez mais injusto e perverso. Recomendo um site interessante, de um grupo de mães preocupadas com essa tomada do consumo que se uniram para criar um espaço de reflexão e informações. Há também uma página no facebook, com o mesmo nome: http://www.infancialivredeconsumismo.com.br/

  78. Thailene disse:

    O documentário Crianças do Consumo – A comercialização da infância – leva à refletir acerca do consumo e marketing infantil, numa perspectiva do setor educacional, financeiro e comercial. Retrata a influência da publicidade na vida das crianças e jovens, na forma como afeta e molda os seus desejos e as suas pretensões, a intencionalidade e o conhecimento do produto publicado, bem como, os analisa enquanto protagonistas na área econômica de um país.

    No documentário vemos o reflexo da sociedade contemporânea, pois levanta questões acerca da pertinência da regulamentação e do controlo do marketing e da publicidade dirigida a crianças e jovens consumidores. Uma outra questão levantada pelo documentário, prende-se com a interpretação da publicidade e das suas mensagens implícitas ou explícitas, por parte das crianças. O marketing é avassalador e aliado a outros campos da economia.

    Este documentário deveria ser utilizado como um instrumento de alerta e uma ferramenta educativa, contra as falsas ideologias, condutas e valores, que estão sendo incutidas a seres que estão em construção, através de mensagens que não são positivas e relevantes para a formação de crianças e jovens. Há uma necessidade urgente da família, a escola e a sociedade civil “educar para o consumo” e lutar por uma sociedade mais informada, autônoma e crítica!

  79. Ana Cláudia disse:

    O documentário “Criança e Consumo”, nos retrata mais um aspecto de um setor que age em favor do sistema capitalista e na verdade não está nem ai para a criança. As crianças são totalmente usadas para alimentar o consumo desenfreado da nossa sociedade e por consequência acabam se tornando consumistas igual aos pais. Para vender um lanche se coloca um brinquedo, para divulgar filmes fazem brinquedos e utensílios com o tema, nos canais da tv paga o momento entre os desenhos é praticamente inteiramente dedicado as propagandas de brinquedos que as crianças “precisam” ter.
    Na contramão disso temos o Alana. Eu não conhecia e fiquei muito surpresa com esse tipo de programa, até nos dá uma esperança nessa sociedade. “Apoiado nos pilares “advocacy – comunicação – educação – inovação“, o Alana reúne programas cujo principal objetivo é mobilizar a sociedade para os temas da infância. O Alana, que nasceu há 20 anos atuando no Jardim Pantanal, uma comunidade vulnerável do extremo leste da cidade de São Paulo, ampliou seu escopo de trabalho na última década.
    Com a missão de “honrar a criança“, atua em atividades e projetos em prol do desenvolvimento das capacidades plenas e da defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes”.

Deixar um comentário