Boa Tarde Car@s Alun@s! Tudo bem?

Esta é a área para a postagem dos módulos 10 – 11 – 12 da disciplina Sociologia da Educação 3.  A reforma do Estado e da Educação, segundo o verbete do Glossário do Histdbr (Minto, 2011), são uma série de amplas reformas institucionais iniciadas ao final dos anos 1980, no Brasil, com o intuito de adequar o Estado brasileiro aos ditames do novo padrão da acumulação capitalista. Nos anos 1990, após as eleições presidenciais de 1994, ganha maior corpo e torna-se uma prioridade do governo federal brasileiro. Em 1995, é criado o Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado (MARE), com o intuito de formular um plano integrado para as reformas. As diretrizes fundamentais da reforma advém da doutrina neoliberal e expressam-se na necessidade de reestruturar todas as grandes áreas de atuação do Estado, com especial destaque para as sociais: educação, saúde, previdência social e legislação trabalhista.

Ainda segundo Minto (2011), de um modo geral, preconiza-se a redução dos gastos estatais, tidos como ineficientes e ineficazes, e a transferência de tais “serviços” para o setor privado, supostamente mais eficiente, flexível e menos burocrático. Da mesma forma, a reforma do estado pressupõe a criação de condições favoráveis à atuação do setor privado – aquele que declara visar lucros, ou não – tais como a oferta de incentivos fiscais, a garantia de mercados cativos e programas governamentais que possibilitem o acesso das camadas mais pobres da população brasileira ao ensino pago, sobretudo no nível superior. Para o estudo da Reforma do Estado e educação, é fundamental consultar o Plano Diretor da Reforma do Aparelho de Estado (1995), documento do Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado. Sobre os impactos da reforma do Estado na educação brasileira, é fundamental consultar as obras de João dos Reis Silva Jr. e Valdemar Sguissardi, Novas faces da educação superior no Brasil: reforma do Estado e mudança na produção (1999); João dos Reis Silva Jr., Reforma do Estado e da educação no Brasil de FHC (2002). A questão é a seguinte: aponte algumas concepções e políticas neoliberais de educação no Brasil abordada pelos seminários em sala de aula. Bom trabalho, boas férias! Prof. Fábio Fernandes Villela.

Website do Glossário do HISTDBR:  http://www.histedbr.fae.unicamp.br/navegando/apresentacao.html

 

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Foto: Paideia Escuela Libre (Acampada 2011)

Bom Dia Caros Alun@s! Tudo bem?

Esta é a área para a postagem dos módulos 12 – 13 – 14 da disciplina Sociologia da Educação 1. Nestes módulos é abordado a sociedade e os indivíduos e os processos de socialização. Na aula passada vimos, como exemplo dos processos de socialização, um documentário sobre a escola “Paideia Escuela Libre”. A escola Paideia está localizada em Mérida (Badajoz – Espanha). Desde 1978 até a atualidade, há 33 anos, a Escuela Libre mantém a mesma ideologia e as mesmas finalidades. A Escola Livre Paideia funciona de forma autogerida; isto é, não segue os costumes ou métodos da educação oficial, seja estatal ou privada, tanto com as crianças quanto com o coletivo adulto. Tem formada uma cooperativa e um coletivo.

Em tempos anteriores a cooperativa tinha características diferentes do coletivo, atualmente as diferenças são muito insignificantes já que ambos se integraram em um coletivo, o “Coletivo Paideia”. Este coletivo se compõe de pessoas que realizam seu trabalho na escola em tempo integral e por outras pessoas que tem outros empregos fora da escola e quando terminam se incorporam a dinâmica da escola, esses geralmente são a maioria dos membros dadas as condições atuais. As pessoas que possuem outro trabalho, além de colaborar com a dinâmica educativa, ajudam economicamente a escola com sua constante situação deficitária. A responsabilidade é dividida em todos os aspectos; as decisões são coletivas e tomadas em assembléias, cada pessoa dá segundo suas possibilidades e recebe conforme suas necessidades. A questão para o debate é a seguinte: quais os processos de socialização abordados nos módulos 12 – 13 – 14 da disciplina Sociologia da Educação 1? Bom trabalho e boas férias! Prof. Fábio Fernandes Villela.

PS. Os processos de socialização estão nos seguintes textos do módulos 12 – 13 – 14:

MANACORDA, Mario Alighiero. Marx e a Pedagogia Moderna. Campinas: Alínea, 2007.

SCHLESENER, Anita Helena. A escola de Leonardo: política e educação nos escritos de Gramsci. Liber Livro: Brasília, 2009.

MACHADO, Ilma Ferreira. Educação solidária e formação omnilateral. In: ZART, Laudemir Luiz. (Org.). Educação e sócio-economia solidária: paradigmas de conhecimento e de sociedade. Cáceres: Unemat Editora, 2004. p. 96-104.

MACHADO, Ilma Ferreira. A criança como sujeito social na educação do campo. Educação Pública, Cuiabá, v. 15, n. 27, p. 109-118, jan./abr. 2006.

Ficheiro:Joaquín Torres García - América Invertida.jpg

Bom Dia Caros Alunos! Tudo bem?

Esta é a postagem final da disciplina Trabalho e Educação referente ao Módulo 5.  O desenho acima do artista uruguaio Joaquín Torres-García trabalha com uma representação diferente da usual da Nossa América Latina. Em artigo publicado em 1941, em que apresenta a imagem e trata do assunto, Joaquín afirma: “Quem e com que interesse dita o que é o norte e o sul? Defendo a chamada Escola do Sul por que na realidade, nosso norte é o Sul. Não deve haver norte, senão em oposição ao nosso sul. Por isso colocamos o mapa ao revés, desde já, e então teremos a justa ideia de nossa posição, e não como querem no resto do mundo. A ponta da América assinala insistentemente o sul, nosso norte”. (TORRES-GARCÍA, J. Universalismo constructivo. Buenos Aires: Poseidón, 1941, com adaptações). A partir dos textos da bibliografia básica citados abaixo (todos os textos estão disponíveis para download na internet e na nossa lista de discussão no Yahoo Grupos), aponte quais as perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para Nossa América Latina. Bom trabalho a todos e parabéns aos formandos! Prof. Fábio Fernandes Villela.

[24] FRANCO, Maria A. Ciavatta e TREIN, Eunice. O percurso teórico e empírico do GT Trabalho e Educação: uma análise para debate. In: Revista Brasileira de Educação. n. 24. Set /Out /Nov /Dez, 2003.

[25] RODRIGUES, José; REIS, Ronaldo R. Nós, os educadores que amávamos a Revolução: Origens, desenvolvimento e crise do campo trabalho-educação no Brasil. Revista HISTEDBR On-line, Campinas, número especial, p. 170-191, abr. 2011.

[26] SAVIANI, Dermeval. Marxismo e pedagogia. Intervenção na Mesa IV – Teoria Marxista e Pedagogia Socialista, integrante da programação do III EBEM (Encontro Brasileiro de Educação e Marxismo). Salvador, 14 de novembro de 2007.

[27] TAFFAREL, C. N. Z.. Marxismo e educação: contribuição ao debate sobre a teoria educacional e a transição. Revista HISTEDBR On-line, Campinas, número especial, p. 257-270, 2011.