Caros alunos, boa tarde!
O termo curta-metragem começou a ser utilizado nos Estados Unidos na década de 1910, quando boa parte dos filmes começava a ter durações cada vez maiores. O gênero que mais utilizou o formato de curta-metragem foram as animações. Ainda hoje há muitos filmes com ação ao vivo (live-action) e de animação produzidos como curta-metragem, havendo inclusive um premio dos Oscar para cada tipo. Formato bastante difundido e em expansão no Brasil desde os anos 70, a curta-metragem é também adoptada em documentários, filmes de estudantes e filmes de pesquisa experimental. Segundo a Agência Nacional do Cinema (ANCINE) em sua Instrução Normativa 22, anexo I, a definição de Curta-Metragem é dada a filmes de até 15 minutos, Média-Metragem para filmes com tempo acima de 15 minutos e até 70 e Longa para filmes com mais de 70 minutos. Uma sugestão para as férias é ver os curta-metragens produzidos pelos alunos de Pedagogia Ibilce/Unesp (Turma 2008)  no Youtube, sob orientação do Prof. Dr. Humberto Perinelli Neto da disciplina Conteúdo e Metodologia do Ensino de História e Geografia:

Praça Rui Barbosa – São José do Rio Preto – SP – Brasil:

Sociabilidades Rurais: Produções Agropecuárias:

Logradouro Público: Rua Bernardino de Campos:

Estrada de Ferro Araraquarense:

Boas férias a tod@s! Prof. Fábio Fernandes Villela.

Boa Tarde Car@s Alun@s! Tudo bem?

Esta é a área para a postagem dos módulos 10 – 11 – 12 da disciplina Sociologia da Educação 3.  A reforma do Estado e da Educação, segundo o verbete do Glossário do Histdbr (Minto, 2011), são uma série de amplas reformas institucionais iniciadas ao final dos anos 1980, no Brasil, com o intuito de adequar o Estado brasileiro aos ditames do novo padrão da acumulação capitalista. Nos anos 1990, após as eleições presidenciais de 1994, ganha maior corpo e torna-se uma prioridade do governo federal brasileiro. Em 1995, é criado o Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado (MARE), com o intuito de formular um plano integrado para as reformas. As diretrizes fundamentais da reforma advém da doutrina neoliberal e expressam-se na necessidade de reestruturar todas as grandes áreas de atuação do Estado, com especial destaque para as sociais: educação, saúde, previdência social e legislação trabalhista.

Ainda segundo Minto (2011), de um modo geral, preconiza-se a redução dos gastos estatais, tidos como ineficientes e ineficazes, e a transferência de tais “serviços” para o setor privado, supostamente mais eficiente, flexível e menos burocrático. Da mesma forma, a reforma do estado pressupõe a criação de condições favoráveis à atuação do setor privado – aquele que declara visar lucros, ou não – tais como a oferta de incentivos fiscais, a garantia de mercados cativos e programas governamentais que possibilitem o acesso das camadas mais pobres da população brasileira ao ensino pago, sobretudo no nível superior. Para o estudo da Reforma do Estado e educação, é fundamental consultar o Plano Diretor da Reforma do Aparelho de Estado (1995), documento do Ministério da Administração Federal e da Reforma do Estado. Sobre os impactos da reforma do Estado na educação brasileira, é fundamental consultar as obras de João dos Reis Silva Jr. e Valdemar Sguissardi, Novas faces da educação superior no Brasil: reforma do Estado e mudança na produção (1999); João dos Reis Silva Jr., Reforma do Estado e da educação no Brasil de FHC (2002). A questão é a seguinte: aponte algumas concepções e políticas neoliberais de educação no Brasil abordada pelos seminários em sala de aula. Bom trabalho, boas férias! Prof. Fábio Fernandes Villela.

Website do Glossário do HISTDBR:  http://www.histedbr.fae.unicamp.br/navegando/apresentacao.html

 

IMG_0043

Foto: Paideia Escuela Libre (Acampada 2011)

Bom Dia Caros Alun@s! Tudo bem?

Esta é a área para a postagem dos módulos 12 – 13 – 14 da disciplina Sociologia da Educação 1. Nestes módulos é abordado a sociedade e os indivíduos e os processos de socialização. Na aula passada vimos, como exemplo dos processos de socialização, um documentário sobre a escola “Paideia Escuela Libre”. A escola Paideia está localizada em Mérida (Badajoz – Espanha). Desde 1978 até a atualidade, há 33 anos, a Escuela Libre mantém a mesma ideologia e as mesmas finalidades. A Escola Livre Paideia funciona de forma autogerida; isto é, não segue os costumes ou métodos da educação oficial, seja estatal ou privada, tanto com as crianças quanto com o coletivo adulto. Tem formada uma cooperativa e um coletivo.

Em tempos anteriores a cooperativa tinha características diferentes do coletivo, atualmente as diferenças são muito insignificantes já que ambos se integraram em um coletivo, o “Coletivo Paideia”. Este coletivo se compõe de pessoas que realizam seu trabalho na escola em tempo integral e por outras pessoas que tem outros empregos fora da escola e quando terminam se incorporam a dinâmica da escola, esses geralmente são a maioria dos membros dadas as condições atuais. As pessoas que possuem outro trabalho, além de colaborar com a dinâmica educativa, ajudam economicamente a escola com sua constante situação deficitária. A responsabilidade é dividida em todos os aspectos; as decisões são coletivas e tomadas em assembléias, cada pessoa dá segundo suas possibilidades e recebe conforme suas necessidades. A questão para o debate é a seguinte: quais os processos de socialização abordados nos módulos 12 – 13 – 14 da disciplina Sociologia da Educação 1? Bom trabalho e boas férias! Prof. Fábio Fernandes Villela.

PS. Os processos de socialização estão nos seguintes textos do módulos 12 – 13 – 14:

MANACORDA, Mario Alighiero. Marx e a Pedagogia Moderna. Campinas: Alínea, 2007.

SCHLESENER, Anita Helena. A escola de Leonardo: política e educação nos escritos de Gramsci. Liber Livro: Brasília, 2009.

MACHADO, Ilma Ferreira. Educação solidária e formação omnilateral. In: ZART, Laudemir Luiz. (Org.). Educação e sócio-economia solidária: paradigmas de conhecimento e de sociedade. Cáceres: Unemat Editora, 2004. p. 96-104.

MACHADO, Ilma Ferreira. A criança como sujeito social na educação do campo. Educação Pública, Cuiabá, v. 15, n. 27, p. 109-118, jan./abr. 2006.

Ficheiro:Joaquín Torres García - América Invertida.jpg

Bom Dia Caros Alunos! Tudo bem?

Esta é a postagem final da disciplina Trabalho e Educação referente ao Módulo 5.  O desenho acima do artista uruguaio Joaquín Torres-García trabalha com uma representação diferente da usual da Nossa América Latina. Em artigo publicado em 1941, em que apresenta a imagem e trata do assunto, Joaquín afirma: “Quem e com que interesse dita o que é o norte e o sul? Defendo a chamada Escola do Sul por que na realidade, nosso norte é o Sul. Não deve haver norte, senão em oposição ao nosso sul. Por isso colocamos o mapa ao revés, desde já, e então teremos a justa ideia de nossa posição, e não como querem no resto do mundo. A ponta da América assinala insistentemente o sul, nosso norte”. (TORRES-GARCÍA, J. Universalismo constructivo. Buenos Aires: Poseidón, 1941, com adaptações). A partir dos textos da bibliografia básica citados abaixo (todos os textos estão disponíveis para download na internet e na nossa lista de discussão no Yahoo Grupos), aponte quais as perspectivas da educação e trabalho no início do milênio para Nossa América Latina. Bom trabalho a todos e parabéns aos formandos! Prof. Fábio Fernandes Villela.

[24] FRANCO, Maria A. Ciavatta e TREIN, Eunice. O percurso teórico e empírico do GT Trabalho e Educação: uma análise para debate. In: Revista Brasileira de Educação. n. 24. Set /Out /Nov /Dez, 2003.

[25] RODRIGUES, José; REIS, Ronaldo R. Nós, os educadores que amávamos a Revolução: Origens, desenvolvimento e crise do campo trabalho-educação no Brasil. Revista HISTEDBR On-line, Campinas, número especial, p. 170-191, abr. 2011.

[26] SAVIANI, Dermeval. Marxismo e pedagogia. Intervenção na Mesa IV – Teoria Marxista e Pedagogia Socialista, integrante da programação do III EBEM (Encontro Brasileiro de Educação e Marxismo). Salvador, 14 de novembro de 2007.

[27] TAFFAREL, C. N. Z.. Marxismo e educação: contribuição ao debate sobre a teoria educacional e a transição. Revista HISTEDBR On-line, Campinas, número especial, p. 257-270, 2011.

Bom Dia Caros Alunos! Tudo bem?

Os módulos 14 e 15 da disciplina Trabalho e Educação dizem respeito a uma pedagogia da solidariedade.  Conforme apontado nos seminários, a partir dos textos, nos últimos tempos, têm havido debates sobre o futuro da educação em todo o mundo, preparando homens e mulheres para o século 21. As organizações do mundo insistem na necessidade de um rearmamento moral, de uma educação para a solidariedade contraposta à educação técnica de muitos países ricos e desenvolvidos do planeta. Infelizmente, o aumento da informação, com as modernas tecnologias da comunicação, não tem levado a um aumento das redes de solidariedade. A possibilidade de educar para a solidariedade é uma aproximação didática aos valores da solidariedade internacional dentro do contexto mundial da assimetria entre países pobres e ricos. Algumas questões para o debate que surgiram foram:  qual o âmbito cultural da solidariedade? Qual  o âmbito didático da educação para a solidariedade? Como uma educação para a solidariedade pode contribuir para uma sociedade mais justa? Bom trabalho, Prof. Fábio Fernandes Villela.

Fotógrafo: Lewis Wickes Hine, 1874 –  1940.

Boa Tarde Caros Alunos! Tudo bem?

Os módulos 10 a 13 da disciplina Trabalho e Educação abordam alguns capítulos do livro de István Mészáros “O desafio e o fardo do tempo histórico”. Neste livro o filósofo húngaro destrincha o caráter imperativo e destrutivo das positivações atuais do capital e aprofunda a análise do significado histórico de sua crise estrutural à luz de manifestações cada vez mais irracionais e perigosas para o futuro da humanidade. É a partir da análise de como a “ordem estabelecida” do capital produz destruição – do tempo livre, da educação, das pessoas, da cultura, da natureza, da vida – que Mészáros reafirma a necessidade do socialismo no século XXI.

Algumas questões importantes levantadas pelos grupos para debate foram: como realizar um crescimento plausível e sustentável, sem que este seja desperdiçador e sem que este cause degradação no ser humano? Verificando os fracassos do passado na construção de um socialismo radical e observando as condições atuais da sociedade, seria possível construir o socialismo radical hoje em dia? Para a educação atual , qual seria o maior desafio (ou desafios) vista a sociedade em que vivemos? Bom debate! Prof. Fábio Fernandes Villela.

Bom Dia Caros Alunos! Tudo bem?

Esta é a área para postagem dos comentários do Módulo 9 da disciplina “Trabalho e Educação”. Claudia Korol no texto: “Pedagogía de las resistencias y de las emancipaciones” afirma que: “CUANDO HABLAMOS DE EMANCIPACIONES, no nos referimos a una utopía de futuro, sino a la realidad que es esperanza de sí misma – parafraseando a Paulo Freire. No se trata, por lo tanto, de una esperanza ingenua, sino de aquella que se moviliza para poder concretarse. Hablamos también desde un tiempo y un espacio concretos: la Argentina post-rebelión. Un país que sigue pujando por nacer, y que intenta cuidar y multiplicar lo ganado en las jornadas que imaginaron y propusieron el que se vayan todos, consigna que configura los alcances y límites de nuestro imaginario rebelde. Hablamos desde una práctica teórico-práctica: la educación popular, concebida como pedagogía de la resistencia y de las emancipaciones, de la rabia y la indignación frente a las injusticias, de la rebelión y de la revelación de los nuevos mundos que pugnan por crecer y por forjar relaciones políticas, culturales, sociales, económicas, de género, opuestas a las que reproducen y refuerzan la dominación. Las jornadas del 19 y 20 de diciembre en Argentina, y la multiplicación de energías que de ellas se desprendieron, permitieron volver a plantear la diversidad de dimensiones emancipatorias de las resistencias, y anunciaron algunas tendencias que -al margen de avances y retrocesos coyunturales- marcan la subjetividad de nuevas franjas de protagonistas sociales y políticos con señales que indican la recuperación de la confianza en las propias fuerzas, la deslegitimación del orden que nos condena, el desarrollo de una nueva institucionalidad que abre paso a la posibilidad de repensar la política, la insinuación de distintas maneras de amasar identidad y proyecto, sobre la base de un esfuerzo colectivo que, al tiempo que sueña el proyecto, intenta construirlo en las prácticas cotidianas, modificando las relaciones de opresión y dominación”. [...]

Os textos trabalhados em sala de aula foram: 1) “Outra América Latina é Possível” e 2) “O Ser Humano como Ser Político”, ambos da autora Claudia Korol, disponíveis para baixar na internet e em nossa lista de discussão no Yahoo Grupos. A pergunta para o debate elaborada pelo grupo é a seguinte: como formar “hoje” seres humanos realmente políticos, e que estejam dispostos a lutar contra as políticas neoliberais? Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

Boa Tarde Caros Alunos!

Segue solicitação de estagiários da bibliotecária Marciana Gomes Lopes da Biblioteca Municipal de Rio Preto – SP – Brasil. Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela (CCCGP). 

Venho solicitar a gentileza de divulgar que estamos contratando dois (as) estagiários (as) de Pedagogia ou Letras para uma vaga das 08:00 às 14:00 horas e outra das 12:00 às 18:00 horas, salário de R$ 430,00.  De preferência que não se forme em 2012, porque o contrato pode ser renovado por dois anos. Comparecer para entrevista das 08 às 12 e das 13:30 às 17:30 horas, até 18 de novembro, munido de: currículo, comprovante de residência, comprovante de matrícula na faculdade, CPF e RG.

Muito obrigada,

Marciana Gomes Lopes
bibliotecária-CRB/8-2944
Biblioteca Pública Municipal “Dr. Fernando Costa”
Praça Jornalista Leonardo Gomes, 01
fone (17)3202-2316 – fax 3202-231015061-010 -
 São José do Rio Preto – SP

 

Boa Noite Pessoal!

Estão abertas as inscrições para o processo seletivo de transferência externa do curso de Licenciatura em Pedagogia do Ibilce – Unesp – Rio Preto. Este ano temos 5 vagas disponíveis para os candidatos.

Maiores informações podem ser obtidas no website do Ibilce – Unesp – Rio Preto, onde está disponível o Edital de Transferência Externa:

 www.ibilce.unesp.br

Um grande abraço a tod@s! Espero vê-los por lá!

Prof. Fábio Fernandes Villela (Coord. Curso de Pedagogia Ibilce – Unesp – Rio Preto).