Sociologia da Educação 2 – O que é o Brasil?

On fevereiro 26, 2011, in SocioEdu2, by Fábio Fernandes Villela

Boa Noite Querid@s Alun@s!

Esta é área para vcs deixarem os comentários sobre os trechos do documentário “O Povo Brasileiro” de Darcy Ribeiro que assistimos em sala de aula.  O antropólogo Darcy Ribeiro (1913-1997) foi um dos maiores intelectuais brasileiros do século XX. Esse documentário traz todos os 10 programas da elogiada série baseada na obra central de Darcy: O Povo Brasileiro, em que o autor responde à questão “quem são os brasileiros?”, investigando a formação do nosso povo.   Co-produzida pela TV Cultura, a GNT e a Fundar, a série conta com a participação de Chico Buarque, Tom Zé, Antônio Cândido, Aziz Ab´Saber, Paulo Vanzolini, Gilberto Gil, Hermano Vianna, entre outras personalidades. 

O Povo Brasileiro é uma recriação da narrativa de Darcy Ribeiro, e discute a formação dos brasileiros, sua origem mestiça e a singularidade do sincretismo cultural que dela resultou. Com imagens captadas em todo o Brasil, material de arquivo raro e depoimentos, a série é um programa indispensável para educadores, estudantes e todos os interessados em conhecer um pouco mais sobre o nosso país.  Abraços, Prof. FFV.

Car@s amig@s, repasso o pedido de divulgação. Abraços, Prof. FFV.

Pedimos que divulguem amplamente o *I Colóquio Internacional Poéticas da Modernidade*, a realizar-se no Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE), da UNESP, no campus de São José do Rio Preto, de 10 a 13 de maio de 2011. O evento foi concebido numa perspectiva interdisciplinar e, para além da área de Letras, pode interessar também pesquisadores de outros campos do conhecimento das Ciências Humanas.
Várias informações sobre o colóquio sua proposta, seu programa completo bilingue, um caderno de resumos contendo as comunicações das mesas redondas, apoios recebidos para sua realização, chamada para organização de mesas coordenadas, etc. estão disponíveis no site do colóquio (ver link abaixo).
As inscrições (proponentes de mesas coordenadas e ouvintes) já estão abertas, e podem ser feitas on line.
Este colóquio, considerado como disciplina Tópicos Especiais, contará créditos para alunos dos cursos de Pós-graduação da UNESP vindos de quaisquer unidades desta instituição paulista.

Visitem a página de eventos do IBILCE:

Sobre a disciplina Tópicos Especiais *I Colóquio Internacional Poéticas da Modernidade* conferir a página do Programa de Pós-graduação em Letras do
IBILCE:
Flávia Nascimento
DELL Departamento de Estudos Linguísticos e Literários
IBILCE/UNESP

Bom Dia Amig@s!

Convidamos a tod@Ss para a cerimônia de encerramento do 2º Seminário “O Trabalho no Século XXI” que contará com um concerto de Viola Caipira com o Prof. Enúbio de Queiroz na cerimônia de encerramento, amanhã, dia 18/03, a partir das 19:30h. O que é a Viola Caipira? Para quem não conheçe, vejam o texto abaixo retirado da Wikipedia. Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

Viola Caipira

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Viola caipira
Viola caipira com belo trabalho de marchetaria.
 
Classificação
Hornbostel-Sachs
* Instrumento de cordas

  • Cordofone

Viola caipira, também conhecida como viola sertaneja, viola nordestina, viola cabocla e viola brasileira, é um instrumento musical de cordas. Com suas variações, é popular principalmente no interior do Brasil, sendo um dos simbolos da música popular brasileira.

Origem

Tem sua origem nas violas portuguesas, oriundas de instrumentos árabes como o alaúde. As violas são descendentes diretas da guitarra latina, que, por sua vez, tem uma origem arábico-persa.[1] As violas portuguesas chegaram ao Brasil trazida por colonos portugueses de diversas regiões do país e passou a ser usada pelos jesuítas na catequese de indígenas.[1]Mais tarde, os primeiros caboclos começaram a construir violas com madeiras toscas da terra. Era o início da viola caipira.

Tipos de viola

Viola caipira em exposição.

Existem várias denominações diferentes para Viola, utilizadas principalmente em cidades do interior: viola de pinho, viola caipira, viola sertaneja, viola de arame, viola nordestina, viola cabocla, viola cantadeira, viola de dez cordas, viola chorosa, viola de queluz, viola serena, viola brasileira, entre outras.

O instrumento

A viola caipira tem características muito semelhantes ao violão. Tanto no formato quanto na disposição das cordas e acústica, porém é um pouco menor.

Existem diversos tipos de afinações para este instrumento, sendo utilizados de acordo com a preferência do violeiro. As mais conhecidas são Cebolão, Rio Abaixo, Boiadeira e Natural.

A disposição das cordas da viola é bem específica: 10 cordas, dispostas em 5 pares. Os dois pares mais agudos são afinados na mesma nota e mesma altura, enquanto os demais pares são afinados na mesma nota, mas com diferença de alturas de uma oitava. Estes pares de cordas são tocados sempre juntos, como se fossem uma só corda.

Violeiro tocando, obra de Almeida Júnior.

Uma característica que destaca a viola dos demais instrumentos é que o ponteio da viola utiliza muito as cordas soltas, o que resulta um som forte e sem distorções, se bem afinada. As notas ficam com timbre ainda mais forte pois este é um instrumento que exige o uso de palheta, dedeira ou principalmente unhas compridas, já que todas as cordas são feitas de aço e algumas são muito finas e duras.

Símbolo nacional

A viola é o símbolo da original música sertaneja, conhecida popularmente como moda de viola ou música raiz.

No Brasil, é um instrumento tradicional, musicas entoadas em suas cordas atravessaram décadas e gerações e até hoje estão presente no nosso dia a dia da cultura brasileira.

Em Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul dentre outros, a viola tem destaque na musica, onde a tradição da moda de viola é passada de geração em geração.

Lendas e histórias

Existem diversas lendas e histórias acerca da tradição dos violeiros.

Há diversas lendas e histórias a respeito das afinações da viola. O nome da afinação Cebolão seria do fato de as mulheres chorarem, emocionadas ao ouvir a música, como quem corta cebola.

A afinação Rio Abaixo seria originada na lenda de que o Diabo costumava descer os rios tocando viola nessa afinação e, com ela, seduzindo as moças e as carregando rio abaixo. Do violeiro que utiliza esta afinação diz-se, eventualmente, que pode estar enfeitiçado ou ter feito pacto com o demônio.

Acredita-se que a arte de tocar viola seja um dom de Deus, e quem não o recebeu ao nascer nunca será um violeiro de destaque. Porém, a lenda diz que mesmo a pessoa não contemplada com este dom pode adquirir habilidade de um bom violeiro. Uma das opções seria uma magia envolvendo uma cobra-coral venenosa e é conhecida como simpatia da cobra-coral. Outro modo seria fazer rezas no túmulo de algum antigo violeiro na sexta-feira da paixão. Há ainda a possibilidade de o violeiro firmar um pacto com o Diabo para aprender a tocar viola.

O pesquisador Antônio Candido conta que na região da Serra do Caparaó, assim como em outras, o Diabo é considerado o maior violeiro de todos. Tal mito explica a quantidade de histórias, em todo o Brasil, de violeiros que teriam feito pacto com o Diabo para tocarem bem. Porém, o violeiro que faz este tipo de pacto não vai para o inferno já que todos no “céu” querem violeiros por lá.

Uma característica dos violeiros típico do nordeste são os duelos de tocadores. Todo bom violeiro se auto-afirma o melhor da região. Se outro violeiro o contraria, o duelo está começado.

Em certas regiões, por tradição, as violas carregam pequenos chocalhos feitos de guizo de cascavel, pois segundo a lenda, tem poder de proteção para a viola e para o violeiro. Segundo contam os violeiros de antigamente, o poder do guizo chega a quebrar as cordas e até mesmo o instrumento do violeiro adversário.

Folclore brasileiro

A viola está presente em diversas manifestações brasileiras, como Catira, Fandango, Folia de Reis, e outras, pelo Brasil afora.

O Rei da Viola

José Dias Nunes, conhecido como Tião Carreiro, ficou conhecido na história como o Rei da Viola, devido a seu gênero musical, conhecido como pagode caipira ou pagode sertanejo.

Grandes duplas e conjuntos de violeiros

Viola caipira.

Grandes violeiros

Referências

  1. a b Ivan Vilela. O caipira e a Viola em: Sonoridades luso-afro-brasileiras: Brasileira. Lisboa: ICS, 2003. 173-189 pg.

Bibliografia

  • Araújo, Rui Torneze de. Viola Caipira: Estudo Dirigido. São Paulo: Irmãos Vitale S/A, 1998. 64 pg. CDD 787.3
  • Corrêa, Roberto. A Arte de Pontear Viola. Brasília/Curitiba: Edição do Autor, 2000. 259 pg. ISBN 85-901603-1-9
  • Moura, Reis. Descomplicando a Viola: Método Básico de Viola Caipira. Brasília: Edição do autor, 2000. 62 pg. 2 vol. vol. 1. ISBN 85-901637-1-7
  • Queiroz, Eusébio Divino de. Repertório de Ouro para Viola Caipira. São José do Rio Preto: Ricordi, 2000. 76 pg.
  • Viola, Braz da. A Viola Caipira. São Paulo: Ricordi, 1992. 47 pg.
  • Viola, Braz da. Manual do Violeiro. São Paulo: Ricordi, 1999. 74 pg.
  • Viola, Braz da. Um Toque de Viola. São Paulo: Edição do autor, 2001.
  • Viola, Braz da. 10 peças para tocar. São Paulo: Edição do autor, 2001.
  • Viola, Braz da. Pagode de Cabo a Rabo. São Paulo: Edição do autor, 2003.
  • Viola, Braz da. Viola-de-Cocho: método prático. São Paulo: Edição do autor, 2004.
  • Viola, Braz da. Ponteios, O Pulo do Gato. São Paulo: Edição do autor, 2004.

 

Ligações externas

 

Vaga de Estágio para Estudante do Curso de Pedagogia – CIEE SJRP

On fevereiro 16, 2011, in Miscelan, by Fábio Fernandes Villela

Pedagogia da Autonomia 

Caros Alunos da Pedagogia!

O CIEE SJRP procura estudantes do curso de pedagogia para estágio. Área de atuação: Educação Infantil. Requisitos: Estudantes do 1º ao 4º ano. Horário do Estágio: variável (30h/semanais). Valor da B. A.: R$ 343,00 a R$ 490,00. Benefícios: Auxílio transporte. Recesso remunerado. Local do Estágio: SJRP – SP.

Forma de Contato: Entrar em contato com urgência.

CIEE SJRP: (17) 3211 2966

Endereço eletrônico: www.ciee.org.br

Bom Dia Caros Amig@s
Amanhã começa o…. 2º Seminário “O Trabalho no Século XXI”. Entre os dias 16 a 18 de março de 2011 acontecerá o 2º Seminário “O Trabalho no Século XXI”  no Ibilce – Unesp – Rio Preto – SP – Brasil. O seminário procura promover o debate de trabalhos e pesquisas que tenham como temática: Trabalho, Educação e Saúde no Campo. E também fomentar o debate entre a comunidade acadêmica, organismos governamentais e representantes da sociedade civil a respeito das condições de trabalho, educação e saúde no campo.
A agenda do evento pode ser acessada em:
Um grande abraço, até lá! Prof. FFV.

Feliz São Valentim ou Dia dos Namorados

On fevereiro 9, 2011, in Miscelan, by Fábio Fernandes Villela
 Bom São Valentim!

Dia 14 de fevereiro comemora-se o dia de São Valentim ou Valentinus em latim. Valentim é um santo reconhecido pela Igreja Católica e igrejas orientais que dá nome ao Dia dos Namorados em muitos países, onde celebram o Dia de São Valentim. O nome refere-se a pelo menos três santos martirizados na Roma antiga. Durante o governo do imperador Cláudio II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso exército. Cláudio acreditava que os jovens se não tivessem família, alistariam-se com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimónias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem chamada Asterias, filha do carcereiro a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram apaixonando-se e milagrosamente a jovem recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270.

Abraço a tod@S, Prof. Fábio Fernandes Villela.

http://cdn.mundodastribos.com/wp-admin/uploads/2010/03/Estagio-Supervisionado-Educacao-Infantil.jpg

Olá querid@s alun@s!
As diferenças básicas entre Plano de Aula e Projeto de Trabalho em Educação são as seguintes:
1. O plano de aula deve conter:
- Tema
- A quem se destina (clientela, público-alvo, faixa etária… você escolhe a denominação)
- Objetivo
- Disciplina
- Metodologia
- Estratégia (como será trabalhada a aula)
- Materiais utilizados
2. O projeto  de trabalho deve conter:
- Tema (título)
- A quem se destina
- Justificativa (explicitar a relevância do projeto na formação dos alunos)
- Área de conhecimento (Português, Matemática, Linguagem Oral*, Ciências, História, Geografia, Corpo e Movimento*, Temas Transversais**)
- Metodologia (em nosso caso trata-se da Metodologia de Projeto de Trabalho Docente-Discente na Perspectiva Histórico-Crítica)
- Objetivo geral
- Objetivos específicos
- Materiais utilizados
- Produto final***
- Bibliografia

* Trabalhados apenas na educação infantil
** Cidadania, meio ambiente, educação para a paz, educação para o trânsito, educação sexual, diversidade e pluralidade culturais
*** Somente para o projeto. Lembrando que TODO PROJETO DEVE TER UM PRODUTO FINAL

Existem outras maneiras de estruturar os planos de aula e os projetos de trabalho, esta é apenas uma maneira.

Prof. Fábio Fernandes Villela.

Dez lugares que eu gostaria de ir

On fevereiro 3, 2011, in Miscelan, by Fábio Fernandes Villela
Bom Dia Amig@s!
Dez lugares que eu gostaria de ir. Saudações, Prof. FFV.
10. As Cavernas de Gelo de Eisriesenwelt, Áustria
Cavernas de gelo são muito diferentes de cavernas normais. Quando estamos dentro dela, parece que não estamos na Terra e sim nas entranhas de algum planeta remoto. Há muitas cavernas de gelo ao redor do mundo e as Eisriesenwelt são as maiores conhecidas. Elas se estendem por 40km. Apenas uma porção desse labirinto é aberta a turistas, mas é suficiente para sentir o clima e o mistério que circulam o local.
9.Vales Secos (Dry Valleys), Antártica
A região Vales Secos da Antártica, de acordo com os cientistas, é a área na Terra mais parecida com o que seria uma paisagem de Marte. A região quase nunca tem neve e, exceto por algumas planícies rochosas, é a única parte continental da Antártica que não é formada de gelo. O chão dos vales apresenta alguns lagos permanentemente congelados, com vários metros de grossura e, sob esse gelo, vivem alguns organismos extremamente simples, que são objetos de estudo.
8. Ilha Socotra, Oceano Índico
Essa ilha simplesmente dispensa qualquer noção do que é considerado “normal” para uma paisagem terrestre. Se você acordasse lá, provavelmente pensaria que está em outro planeta ou, pelo menos, em alguma era remota. Socotra é parte de um arquipélago que ficou geograficamente isolado da África há 6 ou 7 milhões de anos. Como ns ilhas Galápagos, possui cerca de 700 espécies raras e muito diferentes. O clima é árido, e mesmo assim lá estão exemplares incríveis de plantas – algumas espécies não apresentaram variações nos últimos 20 milhões de anos.
7. Rio Tinto, Espanha
As minas gigantes, a céu aberto, do Rio Tinto, criam um ambiente surreal, transformando a paisagem em algo similar ao que veríamos na Lua, por exemplo. O crescimento do rio não consumiu apenas montanhas e vales, mas adentrou terras de vilas. O rio teve seu nome tirado da cor de suas águas, praticamente vermelhas e extremamente ácidas (com pH variando entre 1.7 e 2.5), ricas em metais.
6. Kliluk, o Lago Manchado, Canadá
No quente sol de verão, a água do Lago Manchado evapora e os minerais contidos nela são cristalizados. Isso causa a formação de vários círculos com bordas brancas: piscinas rasas, que refletem o conteúdo mineral da água em tons de verde e azul. Essa água contém uma das maiores concentrações de minerais do mundo: sulfato de magnésio, cálcio e sulfato de sódio, mais traços de outros minerais, como titânio e prata. Os índios canadenses se banhavam nessas águas e na lama do lago para curar feridas.
5. Saleira de Uyuni, Bolívia
A Saleira de Uyuni é, talvez, uma das mais espetaculares paisagens do mundo. Uma área magnífica com um impressionante deserto de sal (o maior do mundo), vulcões ativos e gêiseres – como uma miragem alienígena, completamente fora da realidade.
4. Vale da Lua, Brasil
O representante nacional das paisagens “alienígenas” é o Vale da Lua, no Brasil. É uma formação rochosa, esculpida pela erosão da água, cheia de piscinas naturais. Está localizado a 38 km de Alto Paraíso, em Goiás. Suas formações rochosas são uma das mais antigas do planeta, feita de quartzo e de outros cristais.
3. Córrego do Sangue Quente, Japão
O Córrego do Sangue Quente é um dos “infernos” (jigoku) de Beppu, no Japão. Nove espetaculares termas que são mais “para ver” do que para tomar banho. A paisagem inclui um lago de água vermelha e quente, colorida pelo ferro presente no líquido. O Sangue Quente foi eleito o mais fotogênico dos “infernos”.
2. A Floresta de Pedras, China
A Shilin (em mandarim, Floresta de Pedras) é formada de pedras lisas, circundadas por água que cobre o chão. A água causa erosão em tudo, menos nos pilares. A Floresta de Pedras é conhecida desde a Dinastia Ming como a Primeira Maravilha do Mundo.
1. A Estrutura Richat, Mauritânia
Essa espetacular formação na Mauritânia fica na parte sudoeste do deserto do Saara. É tão grande que é visível do espaço, com um diâmetro de 30 milhas. Anteriormente, achava-se que a formação foi causada pelo impacto de um meteorito que caíra na região, mas agora concluiu-se que é resultado de erosão. A causa exata de seu formato circular ainda é um mistério.
 

Sabato tra Amici

On fevereiro 2, 2011, in OPH, by Fábio Fernandes Villela
Mini Pizzas photo
Mini Pizzas

Caros Amigos, repasso convite da Amici. Abraços, FV.

Sociedade “Amici d’Italia” c onvida a todos para “Sabato tra Amici” 05/02/2011 – 16h Convite: R$ 15,00 Incluso: mini-pizza

Bebidas à parte – Refrigerante, água, cerveja e vinho.

  Local: Sede (Rua Pernambuco, 3130 – Redentora) Fone: 3233-0330

Site da Amici: http://www.amiciditalia.com.br