Divanei e Montenegro 
Divanei primeiro lugar na inédita
Neno Carreiro e Mulatinho
Marco Antonio e Maciel
Edvan , Gisele e Segala
João Marques e Matheus e Altair
Divanei e Nho Nino e a bela homenagem
que fizeram ao Joaquim Moreira cantando “Rio Preto de luto” 
Divanei  e Nho Nino , dois de nossos maiores violeiros
Neste final de semana ocorreu a final do 1° Festival de Música Caipira de São José do Rio Preto – SP – Brazil. As apresentações foram no Rancho do Tropeiro no Recinto de Exposições Alberto Bertelli Lucatto. Os três primeiros colocados receberam a premiação em dinheiro. O campeão conquistou R$ 5 mil, o vice recebeu R$ 3 mil e o terceiro lugar levou R$ 2 mil. Foram avaliados quesitos como afinação, interpretação e composições inéditas. Saudações, Prof. FFV.
Fotos e informações retiradas do site de Sidinei Ribeiro: http://www.apaginadavida.blogspot.com/

1° Festival de Música Caipira de S. J. do Rio Preto – São Paulo – Brasil

On janeiro 24, 2011, in OPH, by Fábio Fernandes Villela

Acontece entre os dias 21 e 22  e 28 e 29 de janeiro o 1º Festival de Música Caipira de São José do Rio Preto – São Paulo – Brasil. O festival tem como objetivos incentivar a criação musical, abrir espaço para novos talentos e oferecer ao público um evento de nível e qualidade musical para a cidade e região. Coordenação:  Antonio Carlos de Carvalho e Jocelino Soares (CTC Centro de Tradição Caipira). Saudações, Prof. FFV.
José Antonio da Silva (1978)
Bom Dia Caros Amig@s!
O 2º seminário “O Trabalho no Século XXI”, acontecerá entre os dias 16 a 18 de março de 2011 no Ibilce – Unesp – Rio Preto – SP – Brasil.  O 1º seminário “O Trabalho no Século XXI” aconteceu entre os dias 16 a 18 de março de 2009 e tinha por objetivo promover o debate de resultados de pesquisas que tenham como temática o “Trabalho” e fomentar o debate entre a comunidade acadêmica, organismos governamentais e representantes de trabalhadores a respeito das condições de trabalho e da saúde dos trabalhadores.
O 2º seminário “O Trabalho no Século XXI” procura promover o debate de trabalhos e pesquisas que tenham como temática: Trabalho, Educação e Saúde no Campo. E também fomentar o debate entre a comunidade acadêmica, organismos governamentais e representantes da sociedade civil a respeito das condições de trabalho, educação e saúde no campo.

A agenda do evento em 2011 pode ser acessada em:

<http://www.fabiofernandesvillela.pro.br/eventos/seminario-trabalhador-2011/home>

Um grande abraço a tod@s, até lá!

Prof. Fábio Fernandes Villela.

 Folhagem do cedro-do-líbano

Nenê Homsi, em sua coluna no Diário da Região de São José do Rio Preto – SP de 15-01-2011, informa que em 2011 comemora-se 130 anos da imigração sírio-libanesa no Brasil e 120 anos da imigração em Rio Preto. A comunidade de Rio Preto está se articulando para conquistar um terreno para a construção da “Praça dos Imigrantes Árabes” onde irão plantar uma árvore de cedro do Líbano e 12 tamareiras que representarão cada década da efeméride, além de colocar um busto do escritor Gibran Kalil Gibran.

Informações retiradas de: http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Divirtase/8,,Coluna+Social.aspx

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Fonte: http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Noticias/Educacao/44543,,MEC+reprova+37+cursos+superiores+na+regiao.aspx

 

 

 O Ministério da Educação (MEC) divulgou ontem o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) entre 2007 e 2009. Os cursos com conceito abaixo de 3, em escala de 1 a 5, serão impedidos de receber alunos por meio do Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior (Fies), em que o governo federal subsidia o estudo de universitários.  Saudações, Prof. FFV.

MAKTUB!
O melhor livro que eu li no ano 2010 foi “Maktub! – O Destino de Ana” de Paulo Cesar Naoum. O livro foi lançado em 21 de agosto de 2010 e é o nono do Prof. Dr. Paulo Cesar Naoum, biomédico rio-pretense, o primeiro em forma de romance.  A sinopse do livro é a seguinte: “Em 1913, perseguidos por tropas turcas durante a invasão do Líbano, três irmãos fogem para o Brasil em busca de refúgio e oportunidades. Deixam suas famílias com a expectativa de um dia buscarem-nos. Entretanto, com a eclosão da Primeira Grande Guerra Mundial (1914-1918), eles perdem o contato com seus familiares. A nova vida no Brasil e o esforço para o reencontro que se daria somente em 1923, são relatados nesta história cheia de aventuras”. O livro “Maktub! – O Destino de Ana”,  escrito por Paulo Cesar Naoum, foi publicado pela THS Editora de Rio Preto (http://www.thseditora.com/), tem 102 páginas e é vendido nas principais livrarias de Rio Preto. Eu recomendo!

 

 

 

 

 

 

 

 

Painel “A lenda do pássaro azul”
Artista Plástico: Antonio Hudson Buck
Acervo: Catedral de São José do Rio Preto – SP – Brasil

Bom Dia Amigos do Comdephact- SJRP – SP -Brasil

O Comdephact  (Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Cultural e Turísitico) de São José do Rio Preto – SP convida os alunos de arquitetura e urbanismo que terminaram o curso em 2010 e que trabalharam o tema “Patrimônio Histórico” em São José do Rio Preto – SP e região a fazerem uma apresentação do TFG (Trabalho Final de Graduação) na sede do Comdephact neste 1º semestre de 2011.  Os alunos que apresentarem o trabalho receberão um certificado de “Láurea de Mérito Acadêmico”  em Patrimônio Histórico. Aguardamos o contato dos interessados. Saudações,

Prof. Fábio Fernandes Villela

Pres. Comdephact – SJRP – SP – Brasil

Um filme rodado no distrito de Talhado de São José do Rio Preto – SP – Brasil: João de Barro de Raffaele Rossi (1970)

Lançamento: 1970
País: Brasil
Duração: 90 min
Direção e Roteiro: Raffaele Rossi
Música: Maria Aparecida e Denoy de Oliveira
Elenco: Ivan Carlos, Renata Candu, Zé Do Paiol.
DVD – COR
O filme João de Barro de Raffaele Rossi de 1970 foi rodado no distrito de Talhado de São José do Rio Preto – SP – Brasil. Segundo a sinopse, o filme conta a estória de João de Barro, um rapaz ingênuo, cobiçado pelas meninas de uma pequena cidade do interior – Talhado. Para João só existem as canções sertanejas que canta e seu trabalho na olaria. Porém, João é perseguido pelos rapazes, enciumados com o sucesso com a garota mais bonita da cidade. O filme tem como elenco atores como, Renata Gadú, Ivan Carlos, Zé do Paiol e Shirlei Stech.

Raffaele Rossi, (Arsiero, Itália, 1938 — Embu Guaçu, São Paulo, 2007), foi um cineasta e roteirista ítalo-brasileiro, tido como um dos grandes diretores do gênero pornochanchada. Chegou ao Brasil em 1954. Sua ligação com o cinema começou em 1963 com a venda de equipamentos. Depois de alguns curtas, e com certa vivência em outros filmes em que fez fotografia, edição e produção, por volta de 1971 aventurou-se na direção em O Homem Lobo, que escreveu e interpretou. Embora o erotismo predomine em sua filmografia, arriscou-se por outros gêneros, como o horror.  O colunista José Luís Rey, do Jornal Bom Dia de Rio Preto, repõe a história do filme em sua crônica “O filme esquecido”:

“Nem adianta procurar, o verbete aparece em pouquíssimos dicionários e compêndios sobre o cinema brasileiro. Mesmo assim, acabo topando, num cantinho da memória, com mais um caso de filme rodado em Rio Preto e, ao que parece, condenado ao cemitério das produções nunca ou muito pouco exibidas. Já acontecera antes com o abortado “A Hora dos Ruminantes”, do cineasta José de Anchieta, que chegou a rodar uma série de sequências e depois engavetou o projeto.

 Quando chegou a Rio Preto, em 1978, disposto a colocar suas mãos de Midas no nicho dos filmes de temática sertaneja, o presidente do Grupo Paris Filmes, Alexandre Adamiu, parecia muito animado. A escolha do cenário, além – é claro – da óbvia identificação entre a cidade e o universo caipira, obedecia também a uma conveniente associação de negócios: a Paris Filmes havia se tornado, pouco tempo antes, a proprietária do prestigiado Cine Central e pretendia investir na região.

 Na época, a participação da empresa em uma produção cinematográfica era meio caminho andado para o sucesso: como grande distribuidora e exibidora, a Paris tinha nas mãos a faca e o queijo para alavancar suas próprias produções. A ideia não poderia ser mais simples: filmar uma história baseada na música “João de Barro”, de Teddy Vieira e Muíbo Cury.

 Adamiu convidou o diretor Rafaelle Rossi – autor de feitos como “A Gata Devassa” e “Roberta, a Gueixa do Sexo”. O elenco reunia belas mulheres, como as atrizes Renata Candu e Shirley Steck, que já haviam se despido em títulos como “Internato das Meninas Virgens” e “Uma Cama Para Sete Noivas”. O protagonista tinha que ser um cantor e, certamente por razões financeiras, a escolha recaiu sobre o obscuro Ivan Carlos, um jovem que tentava iniciar a carreira entoando canções sertanejas, que, então, começavam a se popularizar pelo país.

 O filme foi rodado no povoado de Talhado e, entre alguns participantes locais, contou com uma “ponta” do radialista Olívio Campanha, o “Cuiabano”, que não fazia mais do que entrar no bar, dar um tapa no balcão e pedir uma cachaça. Na história, Ivan Carlos interpretava um rapaz ingênuo e humilde, operário de uma olaria, que gostava de cantar músicas românticas e por isso tornara-se muito popular entre as garotas do lugarejo e, ao mesmo tempo, odiado pelos demais rapazes.

 Não é difícil imaginar o que seguia, até que o oleiro resolvesse expulsar de casa a amada que o enganava, fazendo exatamente o contrário do que o João de Barro fizera na música (“cego de dor, trancou a porta da morada / deixando lá a sua amada / presa pro resto da vida”).

 Acho que o filme foi exibido alguns dias no Cine Central, mas jamais foi lançado em São Paulo e em outros lugares. A carreira do cantor parece ter tido idêntica efemeridade, embora Ivan Carlos tenha vivido minutos de celebridade, como no dia em que recebeu jornalistas para uma entrevista no apartamento onde estava hospedado, no elegante Augustus Hotel, no Centro. A certa altura, pediu para interromper a entrevista, discou um número no telefone e exultou:

 –Manhê! Você não vai acreditar… Até a imprensa tá aqui me entrevistando!!!” (Texto de José Luis Rey retirado de: http://www.redebomdia.com.br/Artigo/1227/O+filme+esquecido).

Vamos passar o filme “João de Barro” de Raffaele Rossi no 2º Seminário “O Trabalho no Século XXI”, a ser realizado de 16 a 18 de março de 2011, no Ibilce – Unesp – Rio Preto. O dia será 18 de março a partir das 8:00h.

Alguns Discos Gravados por Ivan Carlos:

1973 – Compacto – Lado A – A Noviça e Lado B –  Coisas que Lembram Você

S/D – LP – Meu Jovem Sertão

S/D – Compacto – Lado A – Mariazinha/ Casinha Pequenina e Lado B – João de Barro/ Ingratidão

 

Fotos de  Ivan Carlos  Compacto Vinil Lp

CPD-0043- Ivan Carlos- João de Barros (filme) - MC - Outros Estilos Musicais

Grande Festa de Encerramento de Santos Reis em Potirendaba – SP será dia 08-01-2011

 










Fotos retiradas do site: http://apaginadavida.blogspot.com/, de Sidinei Ribeiro, com mestre Joaquim Moreira da Silva, o folião Alfeu José da Silva, a Companhia Estrela da Guia do Bairro Ipiranga do Mestre Iraci da cidade de Ribeirão Preto – SP entre outras companhias.
Bem conhecida na região de São José do Rio Preto – SP – Brasil, a festa aos Três Reis Santos é uma das manifestações mais ricas em rituais de Potirendaba – SP.

 A Festa é uma homenagem aos Três Reis Magos, anunciadores do nascimento de Jesus e consiste na representação da peregrinação dos Reis Magos ou Santos Reis até o encontro com o Menino Deus.

 Esta peregrinação é representada pela jornada de um grupo de cantadores e violeiros que visitam casas de devotos, com a bandeira de reis, abençoando as famílias.

 No sábado(4), os devotos festejaram com o festeiro da festa de 2011, “Tiquinho” Aparecido Nadir Carabolante, o início da peregrinação (saída da bandeira) dos Reis Magos ou Santos Reis  com um terço e distribuição de comida a população.

 De acordo com o presidente da festa, José da Silva (Zé Bolinha), cerca de 1.100 kg de carne foram distribuídos sendo:  650 kg de carne picada, 200 kg de lingüiça, 150 kg de carne moída e 100 kg de costela e 2.500 pães.

 Até o dia 6 de janeiro (dia em que os três Reis Santos chegaram a Belém), os foliões da Cia. Centenária de Santos Reis de Potirendaba peregrinam de casa em casa com indicações feitas com antecedência.

 Os foliões são recebidos como os intermediários de promessa e votos que os donos das casas fazem aos Santos.

 Doenças, problemas econômicos, familiares, juntamente com uma grande devoção são os principais motivos que levam os donos das casas a receberem os foliões.

 Eles recebem doações para ajudar os festeiros na grande festa de encerramento prevista para ocorrer no dia 08 de janeiro de 2011.

 Joaquim Augusto da Silva, vice presidente da Cia Centenária de Santos Reis explica que antigamente o dia 6 de janeiro era respeitado e a festa só se realizava neste dia. “Hoje encaixa-se a festa num sábado ou domingo para agradar ao povo”.

 Durante a caminhada a folia tem uma bandeira, símbolo máximo e distintivo do grupo, vai sempre a frente, como que pedindo licença aos donos da casa, para cantar em sua porta.

 Em cada casa, ela é entregue a alguém da família. Todos beijam a bandeira e a levam para todos os cômodos da casa e terreiro, para que os Santos Reis derramem suas bênçãos e protejam cada lar.

 Se são bem vindos, e sempre o são, saúdam o dono da casa e toda a sua família, cantam, agradecem e despedem, sempre prometendo voltar no próximo ano.

 Normalmente, recebem uma oferta, que pode ser em forma de comida, prendas ou dinheiro, que será usada para organizar a grande festa da chegada para a qual são convidados devotos, parentes e amigos dos foliões, que rezam e comemoram juntos, o dia dos Santos Reis.

Notícia retirada de: http://www.perfilregional.com/default.asp?pg=noticias_view&id_noticia=3273

Robô substitui Professor em Sala de Aula na Coreia do Sul

On janeiro 3, 2011, in TrabEdu, by Fábio Fernandes Villela
Coreia do Sul: robô substitui professor em sala de aula
 

Batizado de Engkey, o robô sul-coreano custa cerca de R$ 12 mil . Foto: AFP

Batizado de “Engkey”, o robô sul-coreano custa cerca de R$ 12 mil
Foto: AFP

 

Cerca de 30 robôs-professores foram introduzidos em salas de aula de 20 escolas primárias da Coreia do Sul. As máquinas, criadas pelo Instituto de Ciência e Tecnologia do país, tem a intenção de ensinar a língua inglesa para alunos sul-coreanos que não têm contato com o idioma.

Os robôs, chamados “Engkey”, são controlados ao vivo por professores de inglês a partir das Filipinas. Eles têm pouco mais de 1 m de altura e possuem uma tela que capta e mostra o rosto do professor que está, à distância, dando a aula. Os “Engkey” ainda conseguem ler os livros físicos dos alunos e dançar movimentos a cabeça e os braços.

Segundo Sagong Seong-Dae, cientista do Instituto, a questão financeira contou para a substituição do humano pela máquina. “Com boa formação e experiência, os professores filipinos são uma mão-de-obra mais barata do que os daqui”, contou ao site britânico Daily Mail.

Kim Mi-Young, uma oficial do departamento de educação do país, afirmou também ao site que a experiência foi bem-vinda. “As crianças parecem amar os robôs porque eles são bonitinhos. Mas alguns adultos também mostraram um interesse especial afirmando que se sentem menos nervosos de convesarem com máquinas do que com pessoas de verdade”, contou.

Mi-Young fez questão de destacar, no entanto, que os robôs não vão substituir completamente a atuação dos professores humanos, apesar do investimento governamental de cerca de US$ 1,5 milhão, algo em torno de R$ 2,5 milhões. Cada robô tem o preço de aproximadamente R$ 12 mil.

Texto retirado de: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4863670-EI12886,00-Coreia+do+Sul+robo+substitui+professor+em+sala+de+aula.html