Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

On dezembro 24, 2010, in OPH, by Fábio Fernandes Villela

Boa Tarde Amig@s!

 
São José do Rio Preto

São José do Rio Preto – SP – Brazil

Desejo a tod@s um Feliz Natal e Próspero Ano Novo! Que os caminhos se abram para todos. Felicidades!

Fábio Fernandes Villela.

Pronera: os desafios e avanços para a educação do campo

On dezembro 24, 2010, in Gepedoc, by Fábio Fernandes Villela
Pronera: os desafios e avanços para a educação do campo
23 de dezembro de 2010

Texto de Mayrá Lima

A educação do campo, historicamente, é uma pauta de reivindicação e luta entre os Sem Terra no Brasil. Faz parte de toda mobilização nacional e local que o MST faz durante suas jornadas de luta. E não é para menos: faltam escolas nas áreas de Reforma Agrária. São mais de 1 milhão de jovens do MST e no máximo 50 escolas de ensino médio construídas.  Além disso, ainda é grande o contingente de analfabetos entre camponeses e camponesas. As universidades no interior do Brasil, por sua vez, ainda são escassas.

O quadro é preocupante, mas há perspectivas de melhoria. Em novembro deste ano, o presidente Lula assinou um decreto que institucionaliza como política pública um dos principais programas que garante a educação em áreas de Reforma Agrária, de forma a atender as necessidades do povo do campo. O Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera) tem como objetivo a ampliação dos níveis de escolarização formal dos trabalhadores rurais assentados, além de se propor a apoiar projetos de educação que utilizam metodologias voltadas para o desenvolvimento de acampamentos e assentamentos.

Segundo dados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que opera o Programa, os jovens e adultos de assentamentos participam de cursos de educação básica (alfabetização e ensinos fundamental e médio), técnicos profissionalizantes de nível médio e diferentes cursos superiores e de especialização. O Pronera capacita educadores para atuar nas escolas dos assentamentos, e coordenadores locais, que agem como multiplicadores e organizadores de atividades educativas comunitárias. Entre 2003 e 2010, mais de 360 mil jovens e adultos foram beneficiados com as ações do Programa.

No entanto, o Pronera também passou por algumas dificuldades. Em 2008, o Tribunal de Contas da União (TCU) desautorizou a celebração de convênio por parte do Incra com as secretarias estaduais e municipais de educação e entidades privadas. Mais de 40 projetos aprovados não puderam ser executados pelo Programa, em sua maioria cursos de alfabetização e escolarização básica de jovens e adultos. A autorização final só veio em dezembro deste ano. A estimativa do Incra é que pelo menos cinco mil pessoas em todo o país devem ser atendidas com a autorização dos convênio.
Em entrevista à Página do MST, a coordenadora nacional do Programa, Clarice dos Santos, explica a importância do Pronera para o conjunto dos camponeses e camponesas e suas perspectivas para esta nova fase, enquanto política pública instituída.

Qual a importância do Pronera para a consolidação de uma educação de qualidade no campo?

Clarice dos Santos - A importância do Pronera pode e deve ser medida de acordo com o seu significado para a elevação do nível cultural da população do campo, por meio do acesso ao conhecimento necessário às mudanças no processo de desenvolvimento dos assentamentos e das famílias, mas também para o incremento da capacidade de organização social das famílias. O projeto de educação que move o Pronera e o conceito de qualidade que ele pretende imprimir aos projetos educacionais deve estar alicerçado nestas duas bases.

É por isso que é um programa de educação na Reforma Agrária, cujo objetivo é fomentar processos educativos vinculados aos processos produtivos, vinculado ao debate do projeto de campo e de vida que os camponeses querem desenvolver e implementar.

Por ter esta intenção, e por ter um desenho institucional que permite inovações no campo pedagógico, o Pronera acaba sendo um laboratório para novas metodologias, novas formas de organização do processo educativo e novos conteúdos para a educação dos povos do campo.

Qual é o diferencial que o Pronera oferece para os camponeses e camponesas?

CS -
Seguindo no raciocínio, a especificidade do Pronera, o que o distingue das demais políticas públicas de educação, é que ele se desenvolve com a participação direta dos movimentos sociais como sujeitos educativos, realizando aquilo que a própria LDB já estabeleceu, no seu art. 1º: “A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.”

Esta participação está assegurada desde a mobilização das necessidades formativas para dentro das instituições de ensino, que as acolhem, estabelecem um diálogo (embora nem sempre fácil, porque complexo) e deste diálogo, destas negociações é que nasce o projeto pedagógico dos cursos que são apresentados para receber o apoio do Pronera. Ou seja, está assegurada, no processo, a legitimidade desta dinâmica da negociação entre os demandantes e quem tem condições de atender a tais demandas, no caso, o poder público, mediado pelas instituições de ensino.

Além disso, na execução dos projetos, a exigência de que os cursos sejam desenvolvidos por meio da alternância dos tempos educativos tem assegurado as condições de acesso e permanência dos trabalhadores rurais nos cursos. Assim eles podem combinar o tempo que devem estar nos assentamentos, trabalhando, e o tempo que devem dedicar aos estudos, nas universidades ou nas escolas técnicas. No tempo que permanecem na escola, têm cobertura do programa para hospedagem, alimentação, transporte e material didático.

Qual o balanço do programa durante o Governo Lula? Houve mais incentivos?

CS – O Governo Lula nos deu a segurança que o Programa necessitava para se consolidar, pois no período anterior o Programa era operado numa condição de fragilidade institucional e orçamentária, tinha recursos na base da pressão.

No primeiro mandato do Governo Lula, o Pronera se instituiu como uma ação no Plano Plurianual, o que foi fundamental para ter recursos destinados no orçamento da União. Em termos de orçamento, iniciou com R$ 9 milhões em 2003 e em 2010 teve R$ 70 milhões no orçamento.

Outro avanço importante foi a parceria que estabelecemos com o CNPq para a concessão de bolsas de pesquisa para os coordenadores e estudantes dos cursos.

Em 2009, aprovamos o Pronera em lei, pelo Congresso Nacional e agora, no final de 2010, durante o IV Seminário Nacional do Pronera, o presidente Lula assinou o Decreto 7.352, que trata da educação do campo e institui formalmente o Pronera no Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), executado pelo Incra. Isso significa que o Pronera compõe a política de educação do campo, mas preserva sua especificidade de política pública de educação vinculada à Reforma Agrária.

E isso é uma inovação importante: um governo reconhecer que há processos educativos formais que não necessariamente passam pelo sistema educacional, pelo regime de colaboração, mas passam por outras instâncias do Estado que têm condições diferenciadas de gestão, porque lidam no cotidiano com questões que são do mundo dos camponeses, que nem sempre as políticas universais são capazes de absorver.

Oxalá avancemos no próximo período para que as políticas universais tornem-se cada vez mais abertas a tais inovações. Do meu ponto de vista, esta é uma condição fundamental para melhorar os índices de escolaridade no campo. Que o sistema educacional se abra para novas formas de organizar os processos educativos escolares, fora do desenho quadrado das escolas que conhecemos.

O Pronera, através de muita mobilização, virou uma política pública de fato. No que precisamos avançar para que o programa seja cada vez mais efetivo?

CS - Nós precisamos consolidar nossas parcerias com aquelas instituições que historicamente estiveram junto do Pronera desenvolvendo projetos, mas que foram penalizadas, no último período, por um processo de desautorização para a execução de novos projetos, provocado por um Acórdão do TCU.

Precisamos também ampliar as parcerias para mais e novas instituições que dêem conta de atender as imensas necessidades educacionais das populações do campo, especialmente a rede federal de educação profissional e tecnológica, por meio dos Institutos Federais. Nós enxergamos nesta rede um grande potencial de avanço, pela própria natureza dos institutos. Já temos parceria com o IF do Paraná, com o IF Sertão/RS, IF do Pará-Campus Marabá, com várias turmas de Técnico em Agroecologia, e já estamos em tratativas com vários outros IF´s.

Para que isso se efetive, precisamos aperfeiçoar os mecanismos de gestão pública para os programas educacionais, não somente para o Pronera. Especialmente na gestão dos instrumentos de parceria com as instituições públicas de ensino, estaduais, municipais ou federais, pois as normas que regem convênios com instituições de ensino públicas distinguem pouco estas instituições das empresas privadas que vendem serviços educacionais no mercado. Isso se constitui num grande atraso na implementação dos projetos, pois há casos em que um processo de autorização para convênio roda dois anos na burocracia, entre idas e vindas de um lado para o outro. Neste ritmo, não se enfrenta analfabetismo, não se enfrenta baixos índices de escolaridade, não se constrói escolas no campo.

Educação é um direito que o Estado deve assegurar. Educação não é um serviço comum, como é a construção de uma ponte, de estradas, ou a compra de material de construção. Obviamente devem-se preservar os cuidados na execução dos recursos públicos, mas tem de receber um tratamento diferenciado na sua execução.
 
Recentemente, o TCU autorizou o governo federal a firmar convênios com entidades estaduais e municipais da área de educação visando à promoção de cursos de alfabetização de jovens e adultos, formação técnica e de nível superior. O que essa decisão significa na concepção e execução do Pronera?
A autorização do TCU se deu como resposta a um recurso do Incra a um Acórdão emitido pelo TCU  em novembro de 2008. Este documento generalizou uma situação específica, na auditoria sobre um convênio específico, na forma de proibição de que se firmassem convênios na execução do Pronera. Ao invés disso, o TCU determinou que se fizesse por meio de contrato, precedido de licitação, como se educação fosse serviço comum.

Em razão desta decisão, nós ficamos dois anos sem fazer novos convênios, o que estancou uma demanda de mais de 50 projetos já aprovados. Isso significou que deixaram de entrar, para um processo formal de educação cerca de 10 mil jovens e adultos. Isso impactou profundamente o Programa.

Graças à mobilização do Incra junto com as universidades e os parlamentares que conhecem e reconhecem a importância do Programa, obtivemos um novo Acórdão que nos autoriza a realização de convênios, mas mantém a restrição à participação dos movimentos sociais na execução dos mesmos.

Isso se constitui também em desafio para as instituições do Estado: avançar na compreensão do significado da participação do público beneficiário no controle social dos programas governamentais, pois é o controle social a condição para a boa e regular aplicação dos recursos públicos, como determina a própria legislação que rege os Conselhos do Fundeb, por exemplo, e outros Conselhos. A legislação brasileira já avançou bastante em relação a tais questões, mas é preciso que os órgãos de controle também reconheçam este avanço.

Nossa expectativa e nosso esforço é efetivar estes novos convênios em 2011, de modo a quadruplicar o número de jovens e adultos camponeses em processo de escolarização e formação por este País afora. A isso nos dedicaremos no próximo período.

Texto retirado de: www.mst.org.br/node/11087

Educadores cubanos contribuem na alfabetização de trabalhadores rurais

On dezembro 24, 2010, in Gepedoc, by Fábio Fernandes Villela
Educadores cubanos contribuem na alfabetização de trabalhadores rurais
Texto de Joana Tavares 22 de dezembro de 2010

 Neste dia 22 de dezembro, Cuba comemora o Dia do Educador. A data tem sentido especial para a ilha, que em 1961 celebrava a erradicação do analfabetismo.

A campanha para que todas as pessoas possam adquirir o direito de ler e escrever percorreu o mundo. O método cubano denominado “Sim, eu posso” está em execução em mais de 29 países e já transformou quatro deles em territórios livres do analfabetismo: Venezuela, Bolívia, Nicarágua e Equador.

Os dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD) apontam que o Brasil ainda possui 14 milhões de analfabetos. Para contribuir com a superação dessa realidade, 13 educadores cubanos passaram o ano de 2010 trabalhando junto com educadores brasileiros na alfabetização de adultos em sete estados: Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará, Pará, Alagoas, Alagoas, Rio de Janeiro e Bahia.

“O Brasil era um desafio mais complicado, por sua dimensão continental. O número total não é o que desejamos, nem o MST nem nós cubanos, mas é o que foi possível dentro das possibilidades, com a dificuldade de acordos com governos. São milhões de pessoas que ainda precisam se alfabetizar e não podemos nos esquecer disso”, aponta o embaixador de Cuba no Brasil, Carlos Zamora. (Leia a entrevita na íntegra abaixo).

Em parceria com o MST e com alguns municípios, 2.904 trabalhadores e trabalhadoras rurais se graduaram com o método “Sim, eu posso”, que utiliza vídeos para auxiliar o processo de aprendizado. Outros 3.248 continuam estudando, nas 295 turmas em andamento nos assentamentos e acampamentos.

“Para mim foi uma coisa muito grande, porque conheci de perto o modo de vida do povo brasileiro, sua hospitalidade. A forma como me receberam, em cada acampamento, sempre foi muito alegre. As merendas, as comidas, eram feitas junto com a comunidade”, conta Felipe Granja, que trabalhou no estado do Rio Grande do Norte.

João Paulo Rodrigues, da Coordenação Nacional do MST, reforça o compromisso do Movimento de erradicar o analfabetismo em suas áreas e agradece ao povo cubano por mais esse exemplo de solidariedade. “Na construção histórica do MST, Cuba sempre foi uma referência, tanto na questão da formação político-ideológica como na organização do trabalho. Cuba nos deu a oportunidade de formar 53 médicos e temos outros 98 estudando. Vocês deixam aqui o exemplo: o maior triunfo para o próximo período. Vocês retornam como militantes do MST, com todo nosso carinho”.

“Não é possível pensar em liberdade sem conhecimento”
22 de dezembro de 2010

Educadores cubanos percorreram sete estados brasileiros para difundir o método “Sim, eu posso”, que contribuiu para erradicar o analfabetismo em quatro países latino-americanos. Neste ano, 2.904 trabalhadores e trabalhadoras rurais aprenderam a ler e escrever com o método. Em parceria com o MST, outras 295 turmas estão em andamento.

A ilha comemora neste 22 de dezembro o Dia do Educador, para celebrar a vitória de ter toda sua população alfabetizada em 1961. Em entrevista para a Página do MST, Carlos Zamora, embaixador de Cuba no Brasil, declara que o país fará o que estiver a seu alcance para contribuir com a erradicação do analfabetismo.
Como você avalia a importância da parceira do povo cubano com o povo brasileiro no “Sim, eu posso” aqui no Brasil em 2010?

Carlos Zamora - Creio que é uma iniciativa muito importante, e que nos emociona, como o MST, com sua luta social com a reivindicação e solução dos problemas dos sem terra no Brasil e da Reforma Agrária e distintas bandeiras, é capaz de preocupar-se e ocupar-se para que não somente sua militância, simpatizantes e base possam aprender a ler a escrever – algo de suma importância para a dignidade da pessoa – como também desenvolve iniciativas que atendem ao conjunto do povo brasileiro. No tempo em que se desenvolveu o programa do “Sim, eu posso”, da parte do MST, muitos brasileiros aprenderam a ler e a escrever.

Não é possível pensar na liberdade, nem nos direitos humanos, nem no desenvolvimento, nem em seguir adiante, sem estar embasado na aquisição do conhecimento, em aprender a ler e escrever, de aprender a conhecer as distintas experiências, sem adquirir uma profissão, sem adquirir conhecimentos que permitam avançar. José Martí dizia que precisamos ser cultos para ser livres. E precisamente isso só é possível com o conhecimento.

Diminuir a quantidade de pessoas que são analfabetas é uma contribuição ao futuro do Brasil, uma contribuição verdadeira. Não somente ao futuro do seu povo e de sua gente, mas garantir a possibilidade da liberdade e da independência. Isso é uma coisa que nós avaliamos muito positivamente.

E onde quer que seja no mundo, em qualquer parte, onde haja uma causa humana e justa de defender, o povo cubano estará disposto a dar nossa cooperação. E neste caso, ao povo brasileiro, que é um povo irmão, um povo querido, nossa gente, um povo que nossa gente ama, poder contribuir nesse tipo de trabalho, é uma honra, um orgulho, algo que nos motiva.

Há algum indicativo de novos projetos, de novas iniciativas entre o povo cubano e o povo brasileiro?

CZ – A relação do povo cubano e do brasileiro são relações permanentes, relações eternas que nunca foram interrompidas. Pode até ter havido interrupções nas relações oficiais, mas nunca entre os povos. E o que estiver em nossas mãos para contribuir para que esse programa siga desenvolvendo, faremos o esforço necessário.

Textos retirados de: http://www.mst.org.br/node/11082

Centro de Estudos e Culturas da América Latina no Líbano

On dezembro 16, 2010, in Libano-RP, by Fábio Fernandes Villela

Centro de Estudos e Culturas da América Latina no Líbano já tem o que mostrar

19/11/2010 | Texto de Ana Maria Barbour do ICArabe

USEK -  Kaslik (Liban) : Résidence universitaire

USEK – Kaslik (Liban), résidence universitaire, situé en périphérie, au sud-est du campus de l’Université du Saint-Esprit, Kaslik (USEK).

Desde sua inauguração, em setembro desse ano, o Centro de Estudos e Culturas da América Latina da Universidade Saint-Esprit de Kaslik (CECAL-USEK) vem realizando uma série de atividades. Além de parcerias, como as firmadas com o Instituto da Cultura Árabe (ICArabe) e com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), também está promovendo projetos culturais, como foi o caso da exibição do documentário “Sou feliz”, de Soraya Umewaka, e da exposição “Amazonas, cor e beleza”, do fotógrafo Jacques Menassa, que será inaugurada no dia 25 de novembro.

O documentário foi projetado na Faculdade de Belas Artes da Universidade e reuniu estudantes da instituição e pessoas de fora. Após o filme, Soraya Umewaka, que é filha de mãe libanesa e pai japonês, respondeu perguntas feitas pelo público e comentou aspectos interessantes acerca de sua produção, que registra a vida de pessoas que vivem em uma favela do Rio de Janeiro, no Brasil, e que, mesmo com grandes dificuldades, enxergam a vida de forma positiva. Participaram também do evento o Cônsul-Geral do Brasil no Líbano, Renato Menezes, e o Vice-Cônsul do Brasil em Beirute, Saulo Castro de Carvalho. Na ocasião, Menezes doou à biblioteca do CECAL diversos livros provenientes do Ministério das Relações Exteriores do Brasil.

Veja o site da Universidade Espírito Santo (Saint-Esprit) de Kaslik  -USEK: http://www.usek.edu.lb

Veja o trailer do filme “Eu sou feliz”: http://www.youtube.com/watch?v=qBgBe7fzM2E

Matéria retirada do site: http://icarabe.provisorio.ws/noticias/centro-de-estudos-e-culturas-da-america-latina-no-libano-ja-tem-o

 

Libaneses em São José do Rio Preto – SP – Brazil

On dezembro 15, 2010, in Libano-RP, by Fábio Fernandes Villela
Bom Dia Amig@s!
Estou criando um grupo no Facebook para juntar todos os libaneses de São José do Rio Preto – SP – Brazil e região. Trata-se de um pesquisa que faço sobre os libaneses em Rio Preto. Quem puder me ajudar, fico agradecido. Obrigado, Prof. Fábio Fernandes Villela – Dedu – Ibilce – Unesp – Rio Preto.

alt

Mona Lisa guarda em pupila a chave de sua identidade, segundo nova teoria

On dezembro 14, 2010, in SocioEdu1, by Fábio Fernandes Villela

Mona Lisa guarda em pupila a chave de sua identidade, segundo nova teoria

Seg, 13 Dez, 12h09 Londres, 13 dez (EFE).

Por Mona Lisa, Leonardo da Vinci é exumado
Duas obras de Leonardo da Vinci: auto retrato e Mona Lisa

Mona Lisa de Leonardo da Vinci guarda em sua pupila esquerda a clave da identidade da modelo em que o pintor se inspirou, segundo o investigador italiano Silvano Vinceti, cujas teorias são divulgas nesta segunda-feira pelo jornal “The Guardian”. De acordo com Vinceti, que é presidente da comissão nacional de patrimônio cultural em seu país, o gênio renascentista, amante dos códigos, pintou uma série de letras pequenas nas duas pupilas de Mona Lisa. “Invisíveis ao olho humano e pintadas em preto sobre verde e marrom, estão as letras LV em sua pupila direita, obviamente as iniciais de Leonardo, mas o mais interessante está em sua pupila esquerda”, afirma o investigador, em declarações recolhidas pelo jornal. Vinceti mantém que no olho aparecem as letras “B” e “S”, além de, possivelmente, as iniciais “CE”, o que considera de vital importância para averiguar a identidade da modelo.

Esta foi identificada frequentemente como Lisa Gherardini, a esposa de um mercador florentino, mas o investigador italiano não está de acordo, já que mantém que a Mona Lisa foi pintada em Milão. “Atrás do quadro aparecem os números 149, com um quarto número médio apagado, o que sugere que Da Vinci o pintou quando estava em Milão na década de 1490, usando como modelo uma mulher da corte de Ludovico Sforza, o duque de Milão”, declara ao jornal. “Leonardo gostava de utilizar símbolos e códigos para transmitir mensagens, e queria que descobríssemos a identidade da modelo através de seus olhos”, prossegue o italiano, que deve detalhar suas conclusões no próximo mês. O mistério da Mona Lisa já foi objeto de teorias também na ficção, como no caso do romance “O Código Da Vinci”, na qual o autor, Dan Brown, sugere que o nome é um anagrama para Amon l’Isa, em referência a antigas divindades egípcias. EFE.

Texto retirado de: http://br.noticias.yahoo.com/s/13122010/40/entretenimento-mona-lisa-guarda-pupila-chave.html

Mestre Joaquim Moreira da Silva completa 90 anos

On dezembro 12, 2010, in OPH, by Fábio Fernandes Villela

Bom Dia Car@s! Tudo bem?

Neste dia 8 de dezembro o catireiro, mestre de cerimonias de Santo Reis, compositor de centenas de modas de violas Joaquim Moreira completou 90 anos. Deixamos aqui nossa lembrança. Nas fotos abaixo Mestre Joaquim Moreira com cds de gravações de suas composições por artistas de renome nacional, ensinando como se deve dançar catira, durante apresentação na Semana de Pedagogia 2010 – Ibilce – Unesp e em aula sobre O que é a Folia de Santos Reis?, durante a Semana de Pedagogia 2010 – Ibilce – Unesp. Joaquim Moreira nasceu na cidade de Paraiso – SP  – Brasil , é filho de Manoel Moreira da Silva e de Maria Senhorinha do Espirito Santo.

Um grande abraço a tod@S! FFV.


Fotos de Sidinei Ribeiro retiradas do site:  http://apaginadavida.blogspot.com/2009/12/joaquim-moreira-da-silva-nossa-lenda.html

13º Encontro de Folia de Santos Reis em Rio Preto – SP – Brasil

On dezembro 12, 2010, in OPH, by Fábio Fernandes Villela

Car@s convido a tod@s para o 13º Encontro de Folia de Santos Reis no Jardim Caparroz.

O 13º Encontro de Folia de Santos  Reis será realizado neste domingo (12/12), a partir das 11 horas, na Praça Dagoberto Nogueira, no Jardim Caparroz em São José do Rio Preto – SP.

São esperadas mais de 20 companhias de reis. O evento é uma realização da Secretaria de Cultura de São José do Rio Preto.

O tradicional Encontro de Folia de Reis é uma festa de cunho religioso, realizado próximo a data que se comemora o Natal. Um grupo de cantadores e instrumentistas percorre a cidade entoando versos sobre a visita dos três reis magos ao menino Jesus. A bandeira do grupo é carregada durante a caminhada. Um estandarte de madeira, enfeitado com motivos religiosos, é levado por integrantes do grupo por todo o caminho.

13º Encontro de Folia de Santos Reis

Data: 12/12
Horário: a partir das 11 horas
Local: Praça Dagoberto Nogueira – Jardim Caparroz