Problematização 2: Pedagogia, Letras e Biologia

On maio 18, 2020, in SocioEdu1, by Fábio Fernandes Villela

Boa tarde queridos alunos! Tudo bem com vcs?

Esta é a segundo área para “problematização”, isto é, a discussão juntamente com os alunos sobre os problemas enfrentados sobre determinado tema, objeto de estudo da unidade planejada pelo professor. Nesta semana iremos começar as vídeos-aulas no Canal Youtube do Professor Fábio Fernandes Villela. Trata-se de uma aula-piloto, peço desculpas pelos erros desde já e conto com as sugestões de vocês. Por favor, entrar no link: (Link: https://www.youtube.com/user/fabiovillela100/ ). Também iremos utilizar o GOOGLE MEET para tirar dúvidas. Iremos nos reunir em uma sala virtual para tirar dúvidas (quem quiser / puder, devido ao acesso a Internet), no horário programado do semestre. Por favor, escrevam nesta postagem as dúvidas sobre os textos, postagens, etc., para organizarmos as intervenções no Google Meet e eu me preparar para responder. Muito obrigado!

Relembrando a Pedagogia Histórico-Critica, segundo Mashiba e Serconek (2012), ao sistematizar o método da Pedagogia Histórico‐Crítica, Saviani (2008a) o divide em cinco momentos, sendo eles: prática social, problematização, instrumentalização, catarse e prática social final. A Prática social é o ponto de partida, o primeiro momento, comum tanto ao professor quanto aos educandos, iniciando com um movimento dialético que vai da síncrese (visão caótica, fragmentada do todo) à síntese (conhecimento mais elaborado, científico) pela mediação da teoria. O segundo momento é o da problematização, isto é, da discussão juntamente com os alunos sobre os problemas enfrentados na sociedade sobre determinado tema, objeto de estudo da unidade planejada pelo professor. Na instrumentalização, o conhecimento científico deve ser elaborado conjuntamente entre professor e aluno, entretanto, vale ressaltar que o aluno parte de uma visão sincrética, não idêntica a do professor que já possui uma visão de síntese, e, portanto, media o conhecimento. A catarse, por sua vez, revela‐se na síntese final elaborada pelo aluno, que, partindo de sua realidade (conhecimento sincrético), por meio da mediação do professor, tem um salto qualitativo na aprendizagem, chegando a uma visão mais elaborada, de síntese. A catarse revela‐se na elaboração e expressão final da síntese em que o aluno foi capaz de chegar. Em sua nova prática social, o aluno alterou qualitativamente seu conhecimento pela mediação, em movimento dialético contínuo “[...] a prática social referida no ponto de partida (primeiro passo) e no ponto de chegada (quinto passo) é e não é a mesma (SAVIANI, 2005, p. 72)”, o ponto de chegada volta a ser o ponto de partida constantemente.

Bom trabalho a tod@s! Prof. Fábio Villela.

Leitura complementar:

O processo histórico da pedagogia histórico-crítica: gênese, desenvolvimento e organização didático-metodológica. (Mashiba e Serconek, 2012). Link: http://www.histedbr.fe.unicamp.br/acer_histedbr/seminario/seminario9/PDFs/7.32.pdf

Problematização: Pedagogia, Letras e Biologia

On abril 29, 2020, in SocioEdu1, by Fábio Fernandes Villela

(Archigrams: Prints of Modern Architecture Icons that Inspire)

Queridos alun@s, bom dia!

Esta é a área para a postagem da Produção de Texto sobre o Estado da Arte (SEA). O aluno deverá postar individualmente uma pesquisa livre (internet, livros, textos, google drive da disciplina, etc.) sobre o Estado da Arte da produção científica sobre o “ENSINO” de Sociologia, História ou Filosofia (temática livre para o aluno escolher), onde será avaliada a capacidade de pesquisa, leitura, interpretação, articulação dos textos da disciplina. A pesquisa é livre, não tem texto específico no Google Drive da disciplina. Estado da Arte é o nível de desenvolvimento em que se encontra, em um momento determinado, uma disciplina, técnica, ciência, etc. OBS: É para PESQUISAR e escrever somente 2 parágrafos. O aluno pode consultar os seminários já realizados anteriormente no Google Drive da disciplina: “SEMINÁRIOS” para ter uma base para a escolha da temática.

É comum encontrar a expressão “Estado da Arte” em teses acadêmicas, seja como parte da introdução ou no capítulo seguinte, que se destina a documentar o que está a ser feito atualmente no campo em estudo. Esse é um capítulo fundamental para explicar os acréscimos da tese ao estado de conhecimento atual. Conforme Ferreira (2002) as pesquisas conhecidas pela denominação “estado da arte” ou “estado do conhecimento” parecem trazer em comum o desafio de mapear e de discutir certa produção acadêmica em diferentes campos do conhecimento, tentando responder que aspectos e dimensões vêm sendo destacados e privilegiados em diferentes épocas e lugares, de que formas e em que condições têm sido produzidas certas dissertações de mestrado, teses de doutorado, publicações em periódicos e comunicações em anais de congressos e de seminários.

Bom trabalho a tod@s!

Leitura Complementar

FERREIRA, Norma Sandra de Almeida. As pesquisas denominadas “estado da arte”. Educação & Sociedade, São Paulo, ano 23, n. 79, p.257-272, ago. 2002.

Link: http://www.scielo.br/pdf/es/v23n79/10857.pdf

ROMANOWSKI, Joana P.; ENS, Romilda T. As pesquisas denominadas do tipo “estado da arte” em educação. Revista Diálogo Educacional, vol. 6, núm. 19, setembro-dezembro, 2006, pp. 37-50, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Paraná, Brasil.

Link: http://www.ufpb.br/evento/index.php/18redor/18redor/paper/viewFile/2192/648

RIBEIRO, D. L. G. DA; CASTRO, R. C. A. DE M. Estado da arte, o que é isso afinal? Anais do III Conedu – Congresso Nacional de Educação, p. 1–10, 2003.

Link: http://www.editorarealize.com.br/revistas/conedu/trabalhos/TRABALHO_EV056_MD1_SA4_ID9733_15082016120453.pdf

Instrumentalização: Pedagogia, Letras e Biologia

On março 22, 2020, in SocioEdu1, by Fábio Fernandes Villela

""

Bucky Fuller Dome Restaurant (MIT)

Caros alun@s de Pedagogia, Letras e Biologia, bom dia! Tudo bem com vcs?

A tarefa dos educadores e d@s educand@s desenvolve-se através de ações didático-pedagógicas necessárias à efetiva construção conjunta do conhecimento nas dimensões científica, social e histórica. Consiste em realizar as operações mentais de analisar, comparar, criticar, levantar hipóteses, julgar, classificar, conceituar, deduzir, generalizar, discutir explicar, etc. Trata-se da “Instrumentalização”, conforme apresenta Saviani (2013). Na Instrumentalização, o educando e os educadores efetivam o processo dialético de construção do conhecimento que vai do empírico ao abstrato chegando, assim, ao concreto, ao realizável. Esta fase, segundo Saviani (2013), consiste na apreensão dos instrumentos teóricos e práticos necessários ao equacionamento dos problemas detectados na prática social. Trata-se da apropriação das ferramentas culturais necessárias à luta que travam diuturnamente para se libertar das condições de exploração em que vivem. É o momento do método que passa da síncrese à síntese a visão do educando sobre o conteúdo presente em sua vida social.

Trata-se de se apropriar dos instrumentos teóricos e práticos necessários ao equacionamento dos problemas detectados na prática social. Como tais instrumentos são produzidos socialmente e preservados historicamente, a sua apropriação pelos alunos está na dependência de sua transmissão direta ou indireta por parte do professor. Digo transmissão direta ou indireta porque o professor tanto pode transmiti-los diretamente como pode indicar os meios através dos quais a transmissão venha a se efetivar. Chamemos, pois, este terceiro passo de instrumentalização. Obviamente, não cabe entender a referida instrumentalização em sentido tecnicista. Trata-se da apropriação pelas camadas populares das ferramentas culturais necessárias à luta social que travam diuturnamente para se libertar das condições de exploração em que vivem.

Continuando as atividades a serem desenvolvidas pelos alunos em suas casas, vamos fazer + uma produção de textos de leitura obrigatória da disciplina. O texto é aquele que o alun@ ficou responsável através do número da chamada. A lista de chamada de cada curso está no drive da disciplina. Relembrando…. “o aluno deverá apresentar um seminário ao longo do semestre, durante o Fórum de Debate, onde será avaliada a capacidade de leitura, interpretação, articulação e exposição oral de textos de leitura obrigatória. Será levado em conta o empenho do aluno durante”. Quesito “SST” da avaliação. Como estamos impossibilitados de nos reunirmos, utilizaremos o blog de aula para postar os 3 pontos que o aluno considerar importante. Quando voltarem as aulas, faremos a discussão dos pontos levantados e postados no blog, em sala de aula, no Fórum de Debates. O aluno deverá ler o texto correspondente ao seu número na chamada e postar no blog de aula até o dia 17 abril. Após esta data avaliaremos o que fazer, a partir das orientações da Reitoria da Unesp. Bom trabalho a tod@s!

Materiais complementares:

Vídeo: DERMEVAL SAVIANI | A pedagogia histórico-crítica: https://www.youtube.com/watch?v=13ojrNgMChk

PHC no Ensino de Ciências (PDF): http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1896-8.pdf

Dermeval Saviani: Texto – Escola e Democracia: Para Além da Curvatura da Vara:

https://portalseer.ufba.br/index.php/revistagerminal/article/download/9713/7100

Prática Social Inicial do Conteúdo: Pedagogia, Letras e Biologia

On março 17, 2020, in SocioEdu1, by Fábio Fernandes Villela

Image result for tartaruga indo em direção ao mar tamar

Caros discentes, boa tarde!

Um dos critérios de avaliação da disciplina é a produção de textos. Relembrando o Programa de Curso: o aluno deverá produzir, ao longo do ano, dois trabalhos escritos sobre o conteúdo da disciplina. No início da Unidade 1 e no final da Unidade 3, o aluno deverá produzir os textos sobre a Prática Social Inicial do Conteúdo e a Catarse (Cf. Gasparin, 2013). Conforme apresenta Oliveira e Franco (2014), a Pedagogia Histórico‐Crítica formulada por Saviani, foi didatizada por Gasparin (2013) e divide em cinco momentos o trabalho docente em sala de aula: prática social inicial, problematização, instrumentalização, catarse e prática social final. Dentre as cinco fases descritas a que merecerá nosso enfoque será a prática social inicial, pois se entende que nesta fase a percepção do professor e do aluno sobre o assunto e contribuem de forma significativa para o processo ensino‐aprendizagem. A prática social inicial indica o momento em que o professor apresenta o conteúdo que será trabalhado e seus objetivos aos alunos por meio do diálogo, e neste momento dialógico com os alunos investigará quais os conhecimentos que possuem sobre o assunto, assim como, quais as curiosidades deles sobre o mesmo. Este momento indicará ao professor tanto os saberes dos alunos como também desvelará as expectativas dos discentes. (Para uma leitura completa do artigo consultar: http://xanpedsul.faed.udesc.br/arq_pdf/1074-0.pdf). A proposta é que o alun@ produza e poste no blog um texto de 3 parágrafos, em primeira pessoa, nos próximos 7 dias, dissertando sobre os conhecimentos que possuem sobre o História, Sociologia e Filosofia bem como, quais as curiosidades deles sobre a disciplina, possibilitando ao professor inferir os saberes dos alunos sobre esses conteúdos como também suas expectativas quanto a disciplina. Bom trabalho! Prof. Fábio Villela.

Sociologia da Educação 2: Produção Final de Texto (PT)

On dezembro 5, 2019, in SocioEdu2, by Fábio Fernandes Villela

Resultado de imagem para saviani"

Boa noite querid@s alun@s! Tudo bem?

Esta é á área para a postagem da produção de texto final (PT) da disciplina Sociologia da Educação 2. A Pedagogia Histórico-Crítica segundo Saviani (2006), é tributária da concepção dialética, especificamente na versão do materialismo histórico, tendo fortes afinidades, no que ser refere às suas bases psicológicas, com a psicologia histórico-cultural desenvolvida pela “Escola de Vigotski”. A educação é entendida como o ato de produzir, direta e intencionalmente, em cada indivíduo singular, a humanidade que é produzida histórica e coletivamente pelo conjunto dos homens. Em outros termos, isso significa que a educação é entendida como mediação no seio da prática social global.

A prática social se põe, portanto, como o ponto de partida e o ponto de chegada da prática educativa. Daí decorre um método pedagógico que parte da prática social onde professor e aluno se encontram igualmente inseridos, ocupando, porém, posições distintas, condição para que travem uma relação fecunda na compreensão e encaminhamento da solução dos problemas postos pela prática social, cabendo aos momentos intermediários do método identificar as questões suscitadas pela prática social (problematização), dispor os instrumentos teóricos e práticos para a sua compreensão e solução (instrumentação) e viabilizar sua incorporação como elementos integrantes da própria vida dos alunos (catarse).

A catarse é o momento em que, uma vez incorporados os conteúdos e os processos de sua construção, ainda que de forma provisória, é chegado o momento em que o aluno é solicitado a mostrar o quanto se aproximou da solução dos problemas anteriormente levantados sobre o tema em questão em função das questões anteriormente enunciadas.

O aluno traduz oralmente ou pôr escrito a compreensão que teve de todo o processo de trabalho. Expressa sua nova maneira de ver a prática social. É capaz de entendê-la em um novo patamar, mais elevado, mais consistente e estruturado. É a síntese que o aluno efetua, marcando sua nova posição em relação ao conteúdo e à forma de sua construção no todo social. O aluno mostra que de uma síncrese inicial sobre a realidade social do conteúdo que foi trabalhado, chega agora a uma síntese, que é o momento em que ele estrutura, em nova forma, seu pensamento sobre as questões que conduziram à construção do conhecimento. Esta é a nova maneira de entender a prática social. É o momento em que o aluno evidencia se de fato incorporou ou não os conteúdos trabalhados.

Na catarse o aluno mostrará que a realidade que ele conhecia antes como “natural”, não é exatamente desta forma, mas é “histórica”, porque produzida pelos homens em determinado tempo e lugar, com intenções políticas implícitas ou explícitas. Este é o momento da avaliação que traduz o crescimento do aluno, que expressa como se apropriou do conteúdo, como resolveu as questões propostas, como reconstituiu seu processo de concepção da realidade social e, como, enfim, passou da síncrese à síntese. (Trechos retirados de diversas fontes).

Relembrando os conteúdos da disciplina Sociologia da Educação 2: A Educação em uma Perspectiva Sociológica; O Nascimento da Sociologia da Educação; A Educação como Elemento de Transformação da Realidade Social; A Educação como um Processo de Reprodução e/ou Transformação da Sociedade; Sociedade e Sociologia da Educação no Brasil e Escola e Sociologia da Educação, o aluno deverá nesta produção de texto final (PT), em no máximo dois parágrafos, traduzir por escrito a compreensão (catarse) que teve da disciplina Sociologia da Educação 2. Bom trabalho! Prof. Fábio Villela.

Bom dia amigos do Mutirão! Tudo bem?

O Prof. Dr. Fábio Fernandes Villela convida os idosos interessados em participar de aulas gratuitas de informática básica para a Terceira Idade. Trata-se de um curso vinculado ao projeto de extensão: “Programa Unesp de Educação de Jovens e Adultos – PEJA”.

As aulas são ministradas durante a semana, com 2 horas de duração, às sextas-feiras, das 8:00h as 10:00h e das 10:00 as 12:00h.

Este curso aborda conhecimentos básicos de informática: word, internet, facebook, blogs, celular, etc.

• Local do curso: Centro de Convivência do Idoso – CCI da Secretaria de Assistência Social do Município de S. J. do Rio Preto – SP. Av. Philadelpho Manoel Gouveia Neto, 785, Vila Novaes, São José do Rio Preto – São Paulo, Cep: 15050-006, (Convênio – Ibilce-Unesp / Prefeitura Rio Preto).

Os interessados deverão entrar em contato com o Prof. Fábio Villela para maiores esclarecimentos pelo e-mail: fabio@fabiofernandesvillela.pro.br

Saudações, Prof. Fábio Villela.

2º Seminário do Patrimônio Histórico de São José do Rio Preto – SP

On setembro 1, 2018, in RP-CE, by Fábio Fernandes Villela
Image result for swift rio preto

Antiga Companhia Swift do Brasil em Rio Preto, atual Complexo Swift de Educação e Cultura.

Convite a tod@s!
2º Seminário do Patrimônio Histórico de São José do Rio Preto – SP

OBJETIVOS DO SEMINÁRIO
Promover a reflexão sobre as diferentes práticas de atuação na área de Patrimônio Histórico, entre técnicos e especialistas de diferentes instituições, com vistas a produzir e transmitir o conhecimento acumulado para que as pessoas possam reconhecer o valor simbólico dos bens culturais inseridos no contexto em que vivem e atuam.

PÚBLICO ALVO
Pesquisadores e estudantes que trabalham e/ou estudam temas relacionados ao patrimônio histórico, a educação patrimonial, dentre outros, representantes da sociedade civil, profissionais da área e a comunidade em geral.

AGENDA

Segunda-Feira, 24 de Setembro de 2018
13h 00min
Credenciamento
14h 00min
Cerimônia de Abertura
Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto – SP
Secretaria Municipal de Cultura de SJRP – SP
Coordenação: Arq. Kedson Barbero (Presidente do COMDEPHACT – Rio Preto)
14h 30min
Conferência: Evolução de Rio Preto através do Patrimônio Histórico
Prof. Dr. Romildo Sant’Anna
16h 00min
Coffe-Break
16h 30min
Conferência: A Preservação do Patrimônio Cultural como Motor do Ordenamento Territorial – Plano Diretor – Revitalização dos Centros Históricos
Arq. Maria Rita Amoroso (CAU/SP)
18h 30min
Exposição e venda de livros, revistas e obras audiovisuais sobre a temática do “Patrimônio Histórico”
19h 30min
Conferência: Retrofit: Requalificação de Edifícios Históricos na Contemporâneidade
Profª. Drª. Paula Vermeesch (FCT / UNESP – Presidente Prudente – SP).

***

Terça-Feira, 25 de Setembro de 2018
9h 00min
Sessão de Comunicações
Prof. Dr. Fábio Fernandes Villela (IBILCE / UNESP / S. J. Rio Preto – SP)
14h 00min
Conferência: O Instituto Histórico Geográfico Genealógico de Rio Preto (IHGG) e a Preservação da Estrada Boiadeira
Antonio Caprio (Presidente do IHGG) e Genésio Mendes de Seixas (Historiador)
16h 00min
Coffe-Break
16h 30min
Conferência: Acupuntura Urbana
Arq. Fabiana Zanquetta (Secretária de Habitação de S. J. Rio Preto – SP)
18h 00min
Exposição e venda de livros, revistas e obras audiovisuais sobre a temática do “Patrimônio Histórico”
19h 00min
Mesa-Redonda: A Questão dos Centros Históricos
Arq. Lima Bueno, Arq. Delcimar Teodózio e Celia Maria Gomes de Lima (Presidente do Conselho Municipal de Turismo de Rio Preto – SP - COMTUR).

***

Quarta-Feira, 26 de Setembro de 2018
9h 00min
Sessão de Comunicações
Prof. Dr. Fábio Fernandes Villela (IBILCE / UNESP / S. J. Rio Preto – SP)
12h 00min
Almoço
14h 00min
Conferência: Preservação Patrimônio Moderno
Arq. Mirthes Baffi (Departamento de Patrimônio Histórico – DPH / Prefeitura São Paulo)
16h 30min
Conferência: O COMDEPHACT e a Preservação do Patrimônio em Rio Preto
Arq. Kedson Barbero (Presidente do COMDEPHACT – Rio Preto)
18h 00min
Exposição e venda de livros, revistas e obras audiovisuais sobre a temática do “Patrimônio Histórico”
19h 00min
Conferência: Preservação do Patrimônio Cultural no Território Caipira
Prof. Dr. Fábio Fernandes Villela (IBILCE / UNESP / S. J. Rio Preto – SP)
22h 00min
Encerramento
Arq. Kedson Barbero (Presidente do COMDEPHACT – Rio Preto)

OBS. Agenda sujeita a alterações.

INSCRIÇÕES
DADOS PARA INSCRIÇÃO (Todos os campos são obrigatórios).
Nome:
Instituição:
Endereço:
Nº:
Complemento:
Município:
UF:
CEP:
Telefone:
Email:
Não será cobrada taxa de inscrição devido à parceria entre as entidades organizadoras deste evento.

A participação no evento, com ou sem apresentação de trabalhos, está condicionada à confirmação da inscrição.

Número de vagas: 200.

ATENÇÃO: Os CERTIFICADOS de participação serão SOMENTE enviados via e-mail, em arquivo PDF para impressão, em até 30 dias após o término do evento.

Enviar os dados da inscrição para o e-mail: fabio@fabiofernandesvillela.pro.br

TRABALHOS

Requisitos
Serão aceitos trabalhos de pesquisa concluídos ou em andamento, apresentação de projetos de restauro e/ ou preservação do patrimônio histórico de arquitetura e urbanismo pelos profissionais da área, bem como TFGs sobre a temática do seminário. Os trabalhos selecionados serão publicados no CD-ROM do evento.

Os artigos e/ou projetos deverão conter a seguinte estrutura: Introdução, Objetivos, Metodologia, Resultado(s), Conclusões e Referências Bibliográficas. A apresentação nas Seções de Comunicações também deverá seguir essa mesma estrutura. Atenção: não serão aceitos trabalhos fora dessas normas. (As apresentações na seção de comunicações deverão seguir esta estrutura).

Os artigos devem ser encaminhados impreterivelmente até o dia 17 / 09 / 2018 para o endereço eletrônico: fabio@fabiofernandesvillela.pro.br

Instruções para elaboração dos artigos
Programa: MS Word for Windows.
Papel: A4 (210 X297mm)
Configuração da página: 30 linhas, 70 toques/linha
Margens: superior: 3,75cm; inferior: 3,75 cm; esquerda: 3,25 cm; direita: 3 cm
Corpo do texto e bibliografia

- fonte Times New Roman 12
- espaço entre linhas: 1.5

Rodapé: as notas devem constar no pé de cada página

- fonte Times New Roman 10
- espaço entre linhas 1

As referências bibliográficas devem aparecer no corpo do texto, indicando sobrenome do autor, data de publicação, página citada. A referência completa deve constar nas referências bibliográficas ao final do texto.

As citações devem aparecer no corpo do texto indicando sobrenome do autor, data de publicação, página citada. A citação completa deverá constar nas referências bibliográficas ao final do texto.

Apresentação formal do texto
Os textos deverão ser apresentados na seguinte seqüência:

Título

Autor

Titulação acadêmica e vinculação institucional

Resumo em português (máximo de 8 linhas) e 3 palavras chaves.

Abstract (máximo de 8 linhas) e 3 keywords.

Texto

Bibliografia em ordem alfabética, devem constar somente referências bibliográficas citadas no texto. Seguir a NBR-6023 da ABNT:

Citação de livros: SOBRENOME, Nome. Título do livro em itálico. Edição. Cidade, Editora, ano, quantidade de páginas.

Citação de artigos: SOBRENOME, Nome. “Título do artigo”. Título do periódico em itálico, Cidade, vol., nº, p. inicial-final, data.

Citação de capítulo de livros: SOBRENOME, Nome: Título do capítulo IN: AUTOR (ES) DO LIVRO. Título do livro em itálico. Cidade: Editora, Ano, p. ou pp.

Anexos: informação original importante ou detalhamento indispensável para a compreensão do texto) Fotos/Figuras/Tabela: devem ser enviados em folha e arquivo, com legenda, citação de fonte e indicação precisa (página e entre quais parágrafos) deve ser inserida no texto.

Envio do Arquivo para fabio@fabiofernandesvillela.pro.br
Preencha corretamente o formulário.
Envie arquivos somente em DOC e/ou DOCX.

Realização
PM – SJRPSP – Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto – SP
COMDEPHACT – Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Cultural e Turístico de São José do Rio Preto – SP
SMC – Secretaria Municipal de Cultura – São José do Rio Preto – SP
CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo
IAB – Instituto dos Arquitetos – São José do Rio Preto – SP
SASP – Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo
DEDU – Departamento de Educação – Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas – IBILCE – UNESP – São José do Rio Peto – SP

Apoio
ARQUITETOS PONTO COM AÇÃO
Editora Raízes
PROEX – Pró-Reitoria de Cultura e Extensão, UNESP
FUNDUNESP – Fundação para o Desenvolvimento da UNESP
PORTAL VITRUVIUS – Universo Paralelo de Arquitetura e Urbanismo
Revista Obras e Dicas

Local: Teatro Municipal Nelson Castro. Av. Felíciano Sales Cunha, 1020 – Jardim Novo Aeroporto, São José do Rio Preto – SP, 15035-000, tel: (17) 3234-4297.

Prática Final do Conteúdo – Educação de Jovens e Adultos

On agosto 19, 2018, in EduCoop, by Fábio Fernandes Villela

Bom dia querid@s alun@s! Tudo bem?

A proposta da produção de texto final é retomar a temática dos dois últimos conteúdos da disciplina (7. A centralidade da categoria trabalho na EJA e 8. Abordagem histórico-crítica da EJA) e ampliar a discussão sobre a produção de alimentos: produção de milho na roça, industrializado; milho transgênico e orgânico.

Para introduzir o tema da produção de milho, o aluno deve assistir aos dois vídeos abaixo indicados:

1) “Rocinha de milho” (Tonico e Tinoco), disponível em:

https://www.youtube.com/watch?v=ynYNM8-us_U

2) “Colheita do milho” (Chitãozinho e Xororó), disponível em:

https://www.letras.mus.br/chitaozinho-e-xororo/167437/

Para produzir seu texto, o aluno deve considerar o debate sobre mudanças atuais quanto à produção de milho (industrializado e transgênico versus orgânico), acessando as matérias sobre o tema, disponíveis nos links abaixo:

“Não planto transgênicos para não apagar minha história”

https://www.youtube.com/watch?v=6Kad7X-WMWg

“Milho transgênico pode fazer mal à saúde”

http://www.ihu.unisinos.br/561434-milho-transgenico-pode-fazer-mal-a-saude-dados-sao-revelados-pela-monsanto-apos-acao-judicial

“Semente de milho orgânico chega ao mercado”, disponível em:

http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/Milho/noticia/2014/06/semente-de-milho-organico-chega-ao-mercado.html

“Milho transgênico pode provocar tumor”

https://www.youtube.com/watch?v=3HOjKbdSqvk

e

https://www.facebook.com/BrasilSemMonsanto/posts/1562159240478198:0

“Sementes da Morte”

https://www.youtube.com/watch?v=EYuI2uCURQU

O texto final deverá apresentar os aspectos positivos e negativos da atual forma de produção e consumo de alimentos, com destaque para o milho, propondo o resgate de práticas tradicionais de produção e consumo de alimentos.

A postagem deverá ser um texto autoral (isto é, produzido por você, sem copiar texto disponível na web) e deverá ter de seis a dez linhas.

Bom trabalho! Profs. Fábio & Tenani.

Produção de Texto Final – Sociologia da Educação 1

On agosto 14, 2018, in SocioEdu1, by Fábio Fernandes Villela

O Homem Vitruviano (c. 1485) Accademia, Venice.

Bom Dia Querid@s Alun@s! Tudo bem?

Esta é a área da produção de texto final da disciplina Sociologia da Educação 1. O texto deve abordar as questões do livro “A escola de Leonardo – política e educação nos escritos de Gramsci”. O livro tem como tema a metáfora gramsciana do homem moderno na figura de Leonardo da Vinci. As indagações e  sobre a realidade social e cultural do Renascimento, motivadas por uma carta que, na sua aparente divagação, reflete sobre as raízes da sociedade moderna e as condições sociais e culturais para a formação humana,  abre a senda para a refletir sobre a dimensão política da educação. Gramsci não foi um pedagogo, mas um político que, ao acentuar a dimensão cultural da política, explicitou uma pedagogia da emancipação humana para a construção de uma nova ordem social e política. A noção gramsciana de política amplia a noção implícita nos escritos de Marx e enraíza-se na tradição política moderna, na qual o poder se consolida como relação de domínio do homem sobre o homem e do homem sobre a natureza, cujo mecanismo principal é a força como condicionadora e formadora de comportamentos. Sem esquecer que se trata de uma metáfora que visa a discutir as condições de luta política e cultural em um momento revolucionário, o tema serve de motivo para indagar sobre a necessidade de renovação estrutural da escola pública brasileira e a importância de enfrentar o problema da escola no contexto amplo da educação e da compreensão das contradições da sociedade capitalista, para elaborar novas estratégias de construção de uma nova ordem social e política. A questão central para a produção do texto é a seguinte: qual o principal processo de socialização abordado na Unidade 4 da disciplina Sociologia da Educação 1? Bom trabalho e boas férias! Prof. Fábio Fernandes Villela.

PS1. Alguns Processos de Socialização estão nos seguintes textos:

MANACORDA, Mario Alighiero. O homem omnilateral. In:_____. Marx e a pedagogia moderna. Campinas: Alínea, 2007. p. 77-94.

SCHLESENER, Anita Helena. A escola de Leonardo: política e educação nos escritos de Gramsci. Liber Livro: Brasília, 2009.

MACHADO, Ilma Ferreira. Educação solidária e formação omnilateral. In: ZART, Laudemir Luiz. (Org.). Educação e sócio-economia solidária: paradigmas de conhecimento e de sociedade. Cáceres: Unemat Editora, 2004. p. 96-104.

MACHADO, Ilma Ferreira. A criança como sujeito social na educação do campo. Educação Pública, Cuiabá, v. 15, n. 27, p. 109-118, jan./abr. 2006.

PS2. Abaixo alguns vídeos e websites mencionados em sala de aula:

A Vida de Leonardo da Vinci – Parte 1/2 – Filme Completo

https://www.youtube.com/watch?v=gk1XeiyhXXI

Página do Leonardo Da Vinci no Facebook

http://www.facebook.com/leonardo.page

Da Vinci’s Demons – Trailer (Série de TV)

https://www.youtube.com/watch?v=vgg9nnALFGA

Paideia Escuela Libre

https://www.youtube.com/watch?v=yVkCfclROaI

Sem Terrinha em Movimento – parte 1

http://www.youtube.com/watch?v=DbR48kN5BYk

Escola Nacional Florestan Fernandes – Um Sonho em Construção (MST)

http://www.youtube.com/watch?v=5HfY1jbaifc

Cuba: Uma escola de solidariedade

https://www.youtube.com/watch?v=b-Gfqls-EUE

Pedagogia Histórico-Crítica: Dermeval Saviani:

https://www.youtube.com/watch?v=Y_1XO11Il94

PS3. Como atividade complementar os alun@s podem assistir ao filme:

Antonio Gramsci: Os dias do cárcere. (Antonio Gramsci: I giorni del carcere, Itália, 1977, 127 min., branco e preto), direção Lino del Fra. (Legenda em espanhol).

O filme apresenta os anos vividos por Gramsci na prisão de Turi, em Bari, Itália (julho de 1928 a outubro de 1933), período fundamental para a redação dos “Cadernos do Cárcere” e explorando as discordâncias que o prisioneiro do fascismo manifestou em relação à teoria stalinista, aceita pelo próprio partido de Gramsci, o PCI. O filme foi produzido em preto e branco para a televisão italiana e recebeu o Grande Prêmio do Festival Internacional do Filme de Locarno em 1977. Procura reconstruir em detalhe a época e os personagens, valendo-se de bastante maquiagem, leitura de documentos e flash-backs. O ator italiano Riccardo Cucciolla interpreta Gramsci numa tentativa de verossimilhança. O filme flerta com o documentário mas sem conseguir sê-lo por completo. O filme-documentário é falado em italiano e com legendas em espanhol e está disponível no YouTube.

Assista o filme no seguinte link:

https://www.youtube.com/watch?v=yRLqQ6NQbyg

Sociologia da Educação 1 – Prática Final do Conteúdo

On julho 18, 2017, in SocioEdu1, by Fábio Fernandes Villela

Resultado de imagem para bonecos max weber e durkheim feltro

Querid@s Alun@s, bom dia! Tudo bem?

Esta é a área para a produção do texto final da disciplina Sociologia da Educação I. Faça uma reflexão, a partir dos textos, debates e seminários realizados em sala de aula, sobre a superação do senso comum proporcionado pela disciplina, reconhecendo a especificidade do pensamento sociológico e identificando suas matrizes.

Bom trabalho! Prof. Fábio Fernandes Villela.